Por ora, preciso duma pausa grande. Talvez uma daquelas donde, não se regressa.
Não quer dizer que (vos) esqueça. Só quer dizer que: Têm o meu email (quem achar dever contactar-me, responderei e agradeço o contacto. Se precisarem da minha ajuda, para o que for, estarei presente...) Dos blogues, que tenho (e são apenas estes) só o Verniz ficará aberto, mas não escreverei nele. Beijos a todos! Muito obrigado. Desejo-vos de coração, as maiores felicidades!
Elas! Salpicam-me cada vez mais como vão ramo em ramo, pardais, que deixam cair no chão bocados de pão esfarelado... Se gosto? Não. Do meu rosto salpicado. Mas isto é herança da mãe, a quem salpicaram também, passarinhos atrevidos, que as colheram noutras que tais... Ai, sardas! Minhas marcas, ancestrais eu não gosto de vos ver crescer mas como gostava, eu de ser? Sei, cá. Talvez a herança genética, seja no fundo, um grande bem... Porque se há coisa que adoro quero ter para sempre, que (imploro) cheio de sardas, sem sinais de desgosto, uma réstia de choro... É o rosto da minha mãe.