publicado por LostDreams às 2013-05-19 21:55:45
perfil público
http://nuncadigasnuncafic.blogs.sapo.pt
Um blog onde posto as minhas histórias e pequenos textos que escrevo.
Nome
Anne Marie
Sexo
F
publicado por LostDreams às 2013-05-19 21:55:45
publicado por Teresa ♥ às 2013-05-19 19:27:15

Ás vezes precisamos de um pouco de magia e de menos stress na nossa vida. Precisamos de respirar novos ares e fazer com que a felicidade seja o topo dos nossos objetivos. Todos os dias são novas oportunidades para sermos felizes e por isso não devemos deixar que pequenas coisas nos derrubem. Aproxima-se uma nova semana e por isso desejo-vos uma ótima semana, cheia de sorrisos e não se esqueçam que os vossos medos não podem matar os vossos sonhos ♥
publicado por jessica matthews às 2013-05-19 16:14:24

E não é que o lindo do meu menino comprou um cão? Já tinha um samoeida (estas coisas lindas; e eu adoro aquela cabela) e agora comprou um labrador que é coisa mais querida deste mundo! Quando cheguei a casa dele e vi uma coisa pequena toda embrulhada nos braços dele e a olhar para mim como quem não conhecia, apeteceu-me tirar-lho do colo e nunca mais o largar! É tão fofo, a sério! São as duas raças de cães que eu mais adoro no mundo e são tão adoráveis. Uma vez, adormeci na cama dele e a Lucy (a primeira) veio deitar-se à minha beira porque tinha frio. Quando acordei, estavamos embrulhadas numa manta e com o irmão dele a tirar-nos fotos feito tolo.
Vou tomar banho e equipar-me toda para ver o Porto.
xoxo,
Jessie
publicado por Dri às 2013-05-19 16:00:48
publicado por Annie às 2013-05-19 14:17:01

"(...) Mas todo o mundo mais ou menos falha. Isto é, falha-se sempre na realidade aquela vida que se planeou com a imaginação. Diz-se: " vou ser assim, porque a beleza está em ser assim. " E nunca se é assim, é-se invariavelmente "assado" como diria o pobre marquês. Às vezes melhor, mas sempre diferente. "
publicado por ariana às 2013-05-19 12:42:14
Passo invernos sem me constipar, mas, quando as flores nascem e o vento sopra, as minhas gripes teimam em acompanhar a chegada do pólen.
Vou juntar uma caixa de lenços à lista do supermercado.
Ponto final em mim, ponto(...)
publicado por jane às 2013-05-19 12:05:19

Eu sei que não venho aqui há imenso tempo, sei que não posto nada há imenso tempo e até podia inventar uma série de desculpas para me justificar mas não o vou fazer. Simplesmente não vim aqui porque não tive vontade. Não tive vontade de vir aqui, não tive vontade de viver, não tive vontade de nada e, sinceramente, não sei se tenho.
Estou numa encruzilhada, numa guerra comigo mesma e tudo isto sem fim à vista. Já não sei quem sou, o que quero e o que vou fazer. Não sei nada e parece que jamais saberei. Não me sinto em condições para nada e acho que o blog tem revelado cada vez mais isso, quer pelos posts, quer pela minha ausência.
O meu gosto pelo blog esvaiu-se assim como o pouco gosto que eu tinha por mim mesma e perante isto não me julgo em condições para continuar. Não acho que vocês tenham que levar com as minhas lamentações e dilemas e compreendo que não vos interessem, a sério que compreendo. Por tudo isto, o blog deixou de fazer sentido, por agora.
É certo que agora não estou bem, definitivamente não estou bem, mas isso não quer dizer que vá abandonar o blog para sempre. Este sítio é um sítio muito especial para mim, durante os últimos meses ajudou-me muito, fez-me bem desabafar por estes lados.
Preciso de força. Preciso de força para mim. Preciso de força para a minha vida. Preciso de perceber onde vou arranjar essa força e como continuar. Sei que não vou achar essa força ao virar da esquina, que não a vou encontrar hoje ou amanhã mas sei que a preciso mesmo de encontrar! Já não posso mais com os "talvez" e com indecisões, já não suporto os "amanhã tudo te parece melhor" nem os "o passado não interessa"! Preciso de me resolver, de me consertar, de me encontrar e de por um ponto final no ponto de interrogação que eu sou neste momento.
Eu não vou abandonar o blog eternamente, eu quero voltar! Mas quero voltar bem. Quero voltar como alguém que possa partilhar com vocês mais que lamentações, mais que interrogações sem fim, mais que tristezas. Quero voltar a saber o que é a alegria e é isso que pretendo partilhar com vocês! Na verdade, o que eu quero é por um ponto final em mim e no que estou a passar e, para isso, vou ter que por um ponto e vírgula no blog, ou seja, isto é apenas uma pausa, quem sabe se prolongada.
Isto não é um adeus. É um até já.
ps. Quanto aos poucos que seguidores que ainda tenho quero agradecer-vos a paciência que foram tendo nos últimos tempos, espero que estejam dispostos a continuar a ler o meu blog quando voltar.
ps2. Quanto aos que deixaram de me seguir devo dizer-vos que de certo modo vos compreendo e que de modo algum ficarei chateada.
ps3. Quanto aos que sigo continuarei a segui-los e espero que não desertem, quero continuar a ler-vos!
ps4. Desejo a todos o melhor, que continuem e que, quando voltar, estejam ainda dispostos a receber-me!
publicado por rii sw. às 2013-05-19 11:41:09
Botas da tropa me cima da secretária.
Nunca ninguém se atreveria a fazer aquilo no sítio onde ela se encontrava. Para falar a sério as pessoas tinham mais medo dela do que do diabo por isso deixavam na estar, nunca tinham visto ninguém assim por aquelas bandas e sabiam que ela era uma caixinha de supresas, valia mais não a encomudar...
Um homem entra na sala muito direito e firme, tinha umas mãos do tamanho de um primáta e uma cara de poucos amigos.
- Muito bem, menina... - mexeu nas folhas do seu bloco de folhas e voltou a olhar para ela - Scott.
Disse o seu nome com desprezo enquanto se encaminhava para tráz da secretária.
- Sim, xerife. - o gozo era notável no tom de voz da rapariga de braços cruzados sobre o casaco de cabedal.
Ele bateu com os punhos na mesa e baixou a cabeça ao nível dela.
- Eu sei bem o que andas a fazer e o passado da tua família, não me venhas com falinhas mansas que eu conheço gente da tua laia. - o seu bigode mexia-se enquando ele falava, apesar de o assunto ser sério ela não pode de deixar de se rir para si.
Tirou os pés de cima da mesa e bateu-os com força no chão, talvez um pouco de propósito, as botas eram pesadas, pegou no capacete em cima da secretária e virou-se para o encarar.
- Espero bem que saiba que quem brinca com o fogo, queima-se.
Dirigiu-se para a porta e abriu-a, toda a gente olhava para ela mas ela pouco se importava, sai pela porta principal da esquadra e subiu para a mota pregando a fundo.
publicado por Francis Marie às 2013-05-19 11:37:13

Entrou em casa e estremeceu ao ouvir mais uma discussão dos pais, há uns meses para cá que era sempre assim, discussões, discussões e mais discussões, para não ter de ouvir mais discussões foi a correr para o seu quarto até à hora de jantar, ela podia só ter 9 anos mas já sabia que a relação dos pais já não ia durar por muito mais tempo.
- Miriam anda jantar! – A pequena pousou a boneca e saiu do quarto em direcção à cozinha, quando lá chegou reparou que a sua mãe tinha uma grande marca na cara, ela olhou para o seu pai e estremeceu só de pensar que ele lhe tinha batido. Sentou-se na mesa e começaram a comer em silêncio, até que a sua mãe o quebrou. – Amanhã vais jantar só com o pai. – Disse dirigindo-se à pequena – A mãe vai ficar no escritório até mais tarde, já estive a falar com o teu pai e ele não se importa. – A pequena assentiu com um pequeno sorriso, mas por dentro ela estava com medo do que se ia passar no próximo dia, na verdade, ela estava a ganhar medo ao seu pai.
Depois do jantar, Miriam foi logo dormir, ela sempre teve a mania de se deitar cedo, nem era preciso os pais a obrigarem, ela própria o fazia, deitou-se na sua cama e adormeceu pouco tempo depois.
*
- Até amanhã meu amor, sei que não te apanho acordada! – Brincou a mãe ao telemóvel fazendo a pequena se rir.
- Tens a certeza que não podes vir jantar a casa? – Perguntou a pequena morena com um olhar triste.
- Não pequenina, bem a mãe tem de ir trabalhar, amo-te! – Disse a sua mãe com a voz bastante apressada.
- E eu a ti. – Pousou o telemóvel em cima da mesa e viu o seu pai a sorrir cinicamente para ela.
- Hoje, vamos divertirmo-nos imenso filha! – O seu pai aproximou-se e ela saiu da sala em direcção à cozinha. – Tens razão, filha, é hora de jantar! – A pequena sentou-se enquanto o pai tirava a comida e punha no seu prato. – Miriam, quando acabares de comer não faz logo dormir, pode ser? – Perguntou com um sorriso amigável.
- Mas pai, eu quero… - Ela ia dizer que queria dormir cedo, como sempre, mas ele interrompeu-a aos gritos.
- Eu disse para não ires! – Gritou fazendo-a estremecer por todos os lados. Ela assentiu com a cabeça e começou a comer sem dizer uma única palavra até ao final da refeição. Quando acabou de comer pôs o seu prato da banca da loiça e foi sentar-se no sofá. Ela estava cheia de receio do que o seu pai lhe ia fazer, mas com disse, era seu pai, não podia desobedecer a uma ordem.
- Miriam anda comigo! – Mandou o seu pai fazendo-a levantar-se rapidamente, ela seguiu com receio do que ele lhe podia fazer, nestes últimos meses ela esperava qualquer coisa do pai. Ele entrou dentro do quarto da filha e a mesma ficou confusa, mas nada disse, simplesmente olhou-o atentamente. Ele pegou na mão da pequena e mandou-a deitar-se em cima da cama.
- Vou dormir? – Perguntou com receio da resposta.
- Digamos, que nos vamos divertir um bocado – Ele aproximou-se mais deixando-a nervosa – Ou talvez eu me vá divertir – Murmurou fazendo-a engolir um seco, nunca tinha sentido tanto medo do pai.
*
- Miriam abre a porta! Miriam! – A pequena abriu os olhos lentamente ao ouvir o chamamento da sua mãe, levantou-se e estranhamente estava cheia de dores, não se lembrava de nada do que tinha acontecido, quando se levantou reparou que estava nua e tinha vários cortes nos braços e nas pernas, ela foi a correr até ao espelho e reparou que tinha uns chupões no pescoço, e tinha o corpo todo marcado, ela ficou completamente traumatizada ao ver aquilo e deixou-se cair ao chão, estava bastante fraca, ela tentou gritar para pedir ajuda mas a sua voz não saiu, começou a chorar silenciosamente enquanto ouvia a sua mãe a chamar por ela.
- Deixa estar, eu falo com ela. – Ao ouvir aquela voz ela estremeceu e tapou-se com um cobertor, sabia que tinha sido o seu pai a fazer-lhe aquilo e tinha medo que ele volta-se a fazer. Ele entrou no quarto e ela, com as poucas forças que tinha, arrastou-se pra um canto do quarto. – O que se passa filha? – Perguntou com um meio sorriso.
- Foste tu que me fizeste isto, não foste? – Perguntou tentando se levantar – Responde! – Gritou arrependendo-se logo de seguida, o seu pai aproximou-se e atirou-a ao chão dando-lhe um estalo com muita força.
- Olha Miriam, já é uma sorte estar viva, agora se tu contas à tua mãe é a tua morte certa, e a da tua mãe, percebes-te? – Ela estremeceu com o tom de voz que o pai lhe falou e começou a chorar mais uma vez. – Vê se tapas essas feridas! – Ele sai do quarto deixando a morena completamente horrorizada.
Quando, finalmente, se conseguiu vestir viu umas quantas lâminas ao pé da sua cama, cheias de sangue, eram as que o pai dela tinha usado para a cortar, ela pegou numa das lâminas e olhou para ela pondo-a no seu braço num sítio onde ele não a tinha cortado e fez exactamente isso, o sangue começou a escorrer pelo braço e ela fez mais 3 cortes, depois guardou as lâminas numa gaveta que a sua mãe nunca mexia e saio do quarto já com todas a feridas tapadas ou com maquilhagem que o seu pai tinha tirado a sua mãe, ou com roupa. Sentou-se ao pé dos pais e começou a comer o seu pequeno-almoço sem dizer uma única palavra.
- Miriam está tudo bem? – Perguntou a mãe ao ver a filha naquele estado, a pequena olhou para o pai que praticamente a ameaçou com os olhos.
- Está tudo bem, eu é que não dormi nada, não te preocupes mãe. – Ela sorriu juntamente com o seu pai, a mãe simplesmente deu um encolher de ombros e continuou a comer a sua refeição.
- Como ontem chegas-te muito tarde e precisas de descansar eu levo a Miriam à escola. – Ofereceu-se o pai da pequena deixando-a completamente assustada, será que aquele dia nunca mais acabava?
- Oh, obrigada, George. – Ele levantou-se sendo imitado pela pequena que seguiu até à para lhe dar um beijo, pegou na sua mochila e saiu de casa acompanhada pelo seu pai.
Quando chegou à escola ela preparou-se para sair quando o seu pai a agarrou pelo braço.
- Lembra-te pequena, não contes nada do que aconteceu, porque tu sobreviveste por sorte. – Miriam olhou para ele com uma cara chocada.
- O que é que queres dizer com isso? – A rapariga engoliu um seco, o seu medo pelo pai estava a aumentar cada vez mais tinha medo da resposta a sua pergunta, mas se não soubesse saberia que o medo iria ser pior, ou não.
- Quem viola uma vez, viola duas vezes. – Ele empurrou a filha para fora do carro e começou a conduzir a uma velocidade incrível, deixando a pequena sentada no chão completamente horrorizada, o seu pai estava completamente louco.
Este é o primeiro capitulo, espero que tenham gostado ^^
publicado por Felícia às 2013-05-19 11:32:48
É claro que quando estou assoberbada de trabalhos e coisas para fazer é que me dá para escrever. Vim só dizer que voltei a ver "Orgulho e Preconceito" e que adoro aquele filme, que vi a segunda temporada de "Sherlock" e minha nossa senhora, no words, e que comprei dois livros a três euros cada. Tenho vários projectos em andamento mas provavelmente vou demorar a mostrá-los aqui porque neste momento simplesmete não tenho tempo.
Tenho exame de ballet na terça feira. E sinto-me tão mal preparada, tão pesada e deselegante que não sei como vai correr. Sempre fui mais ou menos confiante em relação à forma como danço, mas agora detestoo que vejo. Enfim.
Obrigada por continuarem a vir aqui, apesar de eu não o merecer.
Forever...Lasting...Unfor(...)
publicado por Jessie às 2013-05-19 00:39:47
I really care about you..(...)
publicado por - cp às 2013-05-18 21:01:26
Capítulo onze
“É igual a ti, Jane”
Aqui está o capítulo onze. Obrigada por lerem! ;)
publicado por Francis Marie às 2013-05-18 20:22:11
Esqueci-me de dizer que esta fic vai ter subrenatural
Miriam Stewart

Jason Roberts

Violet Smith

Serena/Destiny Thomas

Estas são as personagens principais.
publicado por LostDreams às 2013-05-18 19:39:53
Sabes quais são os dias mais felizes da minha vida? perguntou-lhe ela um dia. Não. respondeu simplesmente aquela voz. Aqueles em que estou contigo... e se estiver todos os dias contigo então sou sempre feliz. respondeu ela.
Andava a ver alguns posts que tinha feito no ano passado e encontrei este que escrevi em Agosto, adoro-o o: e pronto, decidi postá-lo de novo
publicado por Cate J. às 2013-05-18 19:06:00
14ºCapítulo
O gabinete

Grace foi sentar-se, olhando para Quint e suspirou – ele não vai desistir – não era uma pergunta, era uma afirmação, ela conhecia suficientemente bem Rafael para saber que ele não ia desistir de uma boa caça, mesmo que ela fosse perigosa. Quint abanou a cabeça, deitando-se de novo na cama, agarrado às almofadas.
-Quando ele vir que está a pôr todos em perigo, pode ser que parece – Grace fez uma careta e abanou a cabeça.
-Duvido Quint – suspirou passando as pontas dos dedos pelo cabelo loiro do rapaz. Grace estremeceu quando a porta foi aberta, sem que alguém batesse à porta e viu Rafael entrar.
-Depois fala dos outros – resmungou o irmão, mandando-lhe uma almofada à cara. Rafael fez o seu habitual sorriso divertido, mandando-a de volta.
-Ainda bem que já estás bem – disse para Grace, ela assentiu com a cabeça levantando-se. – E não, não vou desistir mesmo.
-Ainda por cima anda a ouvir as conversas atrás da porta – resmungou de novo Quint, enfiando a cabeça na almofada.
-Caso não saibas, eu ouço melhor do que qualquer pessoa nesta casa – disse aproximando-se da janela, onde até à pouco a rapariga tinha estado – a Kate foi tirar os corpos mais a Marge, não me deixaram ir. – encolheu os ombros e encostou a mão à bochecha com um ar aborrecido.
-O que é compreensível – disse Grace levantando-se de novo vendo Rafael encolher os ombros. – Vieste aqui fazer alguma coisa? – perguntou curiosa, porque sabia que ele não ia entrar no seu quarto assim sem mais nem menos e não fosse alguma coisa.
-Eu vinha aqui pedir à Grace para me apoiar na busca, preciso de pessoas, mas já percebi que não queres – Rafael manteve-se estático a olhar pela janela e Grace mordiscou o lábio.
-Está bem – disse ela, fazendo com que todos a olhassem – mas, só até a matares, quando a matares acaba tudo.
-Ou quando tu a matares – corrigiu Rafael com um sorriso maroto, sob o olhar incrédulo do irmão.
-Vocês são loucos – abanou a cabeça levantando-se e vestiu a sua t-shirt e ele, ao reparar nesse pequeno pormenor olhou os dois.
-Vocês fizeram sexo? – perguntou, sendo muito directo. Grace arregalou os olhos, não porque ser algo de outro mundo, mas por não estar à espera.
-Não, está descansado – Quint revirou os olhos e saiu do quarto. A rapariga cruzou os braços ao peito, mordendo nervosamente o seu lábio inferior enquanto olhava para Rafael. Ele continuava a olhar para Grace, estava à espera da sua resposta.
-Claro que não – disse quando se apercebeu que Rafael não se ia mexer enquanto ela não falasse, ele encolheu os ombros.
-Também não tenho nada à ver com isso – disse num tom descontraído que a fez assentir.
-Quando é que começamos? – perguntou decidida a mudar de conversa. Rafael endireitou-se começando a andar até à porta.
-Veste-te e começamos depois – disse saindo. Grace abriu a boca para lhe perguntar se ele era maluco, mas nem teve tempo. Com um gritinho frustrado foi até ao seu armário abrindo a porta e ficando a olhar para as roupas que lá tinha. Estava alguma coisa errada, não devia haver assim tanta roupa…
- Oh meu deus – saltitou com um sorriso de orelha a orelha, agarrando no seu fato de caçador. – Eu vou ficar tão sexy aqui dentro – fez o seu típico sorriso maroto e rapidamente se vestiu. Pegou no seu arco e nas flexas, escondendo algumas na sua roupa. Estava fascinada, aquela fato era um mistério, ninguém saberia o que é que ela tinha para ali, estava tudo muito bem escondido e camuflado. Ao descer as escadas reparou que estavam todos na sala, bem, todos salvo seja. Estava Susie, Kate, Marge, Rafael e Quint, não eram todos. Os dois últimos arregalaram os olhos ao mesmo todo, Marge e Kate sorriram orgulhosas enquanto Susie só revirou os olhos, tentando atenuar o seu ar irritado com o meio sorriso.
-Já podemos ir? – perguntou ainda com aquele tom aborrecido.
-Vamos todos? – levantou Grace uma sobrancelha, olhando para Rafael e Quint que encolheram os ombros, ainda a olhar a rapariga. Ela estava fenomenal naquele fato…
-Quando souberam que ias, quiseram ir todos – respondeu Rafael que foi o primeiro a deixar de se babar, olhando para Kate que foi dar um beijo na bochecha de cada um, dando um pequeno abraço a Grace. Ela sorriu-lhe afastando-se com cuidado para não a magoar e foi juntar-se ao grupo. Eram quatro, quatro eram melhores que dois.
-O que é que vamos fazer primeiro? – perguntou Grace. Estavam os quatro num jipe com um homem que ela não conhecia, iam todos em silêncio até ela o quebrar, fazendo todos suspirar.
-Vamos ao concelho – foi Susie quem a informou – ela está metida com alguém de lá – disse desviando o olhar do dela. Susie sentia-se estúpida e traída, ela era boa naquilo que fazia, por isso não percebia como é que não se tinha apercebido de nada.
-Porque é que dizes isso? – perguntou-lhe tendo como resposta um encolher de ombros.
-A Anastácia dizia que conhecia algumas pessoas de lá – esclareceu Rafael – Agora vamos descobrir. Tentem parecer naturais – Grace olhou pela janela percebendo que tinham chegado e sentiu-se arrepiar, assim como Rafael, que não disse mais nada. Aquele lugar de novo não, já tinha sido mau de mais o que tinham lá passado, ainda devia estar tudo destruído e os outros mortos e... Grace simplesmente não queria lá entrar.
-Anda Grace – foi Marge que falou, passando as mãos pelas costas da filha, tinha estado todo o tempo a observa-la e conseguiu perceber que ela não queria ir. – Já não há lá nada, a não ser impostores. E agora somos mais, vêm mais a caminho. Vamos ganhar.
-Vamos lutar contra os poderosos, mãe. É impossível. – Não era preciso andar naquelas andanças há muito tempo para saber que as pessoas do concelho eram poderosas.
-Eu sou do concelho – disse Grace – e tu és minha filha, também fazes parte dele. Nós somos poderosas. E eles também – apontou para quem já ia lá à frente. – Agora agarra no teu arco e vamos. – levantou-se saindo do jipe e começando a andar em direcção à entrada. Tentar parecer normal, tinha sido o que Rafael tinha pedido, mas para Grace era impossível, ela estava nervosa, tinha a sensação que alguma coisa ia correr mal.
Assim que entraram, Grace viu aquilo de uma maneira totalmente diferente, não era mais aquele velho edifício às moscas. Estava como novo, como se tivesse sido reconstruido em poucos dias e bem… talvez tenha sido mesmo. Grace deu uma corridinha até se meter entre os irmãos, para saber do que eles falavam.
-Por onde temos que procurar? – perguntou Grace quando eles se calaram.
-Não temos que procurar, eu sem bem quem é. – disse Rafael, colocando uma mão no bolso, onde Grace conseguiu ver uma faca reluzir.
-Quem é? – perguntou curiosa e ele apenas a olhou, não lhe respondendo.
-Vamos para o quinto andar – disse Quint a uma senhora já de idade que parecia Kate, que estava a entrar no elevador ao mesmo tempo que eles.
-O que é que vamos fazer para o quinto andar? – Perguntou a mãe de Grace ficando ligeiramente mais pálida. Quint mordeu a parte de dentro da bochecha e mandou o elevador fechar as portas.
-Porque é que ninguém responde às nossas perguntas? – Resmungou Grace, esquecendo-se por completo daquela senhora simpática e, quando Rafael a lembrou com um simples olhar, ela olhou para trás, mesmo a tempo de ver a senhora ficar mais pálida.
-Cuidado – gritou Quint, mas foi Rafael que agiu, partindo o pescoço à Humanóide. Com um grito Grace agarrou-se ao irmão loiro, fechando os olhos com força. – Isto está cheio deles – murmurou Quint – estejam preparados.
Isto está mesmo quase quase a acabar
espero que gostem e desculpem pela demora.
Este capitulo não é dos melhores, eu sei.
como é que é suposto ser (...)
publicado por bia às 2013-05-18 16:56:10
se até o meu próprio namorado perde o interesse em mim? Sou uma pessoa assim tão aborrecida?
Ainda sobre a Constituiçã(...)
publicado por Gehenna às 2013-05-18 16:53:56
Artigos retirados daqui, Constituição da República Portuguesa, VII REVISÃO CONSTITUCIONAL [2005]
TÍTULO II
Revisão constitucional
Artigo 284.º
(Competência e tempo de revisão)
1. A Assembleia da República pode rever a Constituição decorridos cinco anos sobre a data da publicação da última lei de revisão ordinária.
2. A Assembleia da República pode, contudo, assumir em qualquer momento poderes de revisão extraordinária por maioria de quatro quintos dos Deputados em efectividade de funções.
Artigo 285.º
(Iniciativa da revisão)
1. A iniciativa da revisão compete aos Deputados.
2. Apresentado um projecto de revisão constitucional, quaisquer outros terão de ser apresentados no prazo de trinta dias.
Artigo 286.º
(Aprovação e promulgação)
1. As alterações da Constituição são aprovadas por maioria de dois terços dos Deputados em efectividade de funções.
2. As alterações da Constituição que forem aprovadas serão reunidas numa única lei de revisão.
3. O Presidente da República não pode recusar a promulgação da lei de revisão.
Em 2008, o projecto da nova Constituição equatoriana proposto pelo Presidente socialista Rafael Correa foi aprovado com 64 por cento dos votos no referendo, de acordo com os resultados oficiais de 80 por cento dos sufrágios. E em 2012 a Islândia referenda Constituição escrita pelo povo.
Tiremos as nossas próprias conclusões. Revoltemo-nos por não termos voto na matéria e por nos terem arruínado anteontem, no Parlamento, a chance de termos voto na matéria. Já Hannah Arendt dizia: The greatest evil perpetrated is the evil committed by nobodies, that is, by human beings who refure to be persons.
publicado por Sweet Stuff às 2013-05-18 16:03:20
publicado por Jessie às 2013-05-18 16:01:08
Elliot Phoenix - NOVA PER(...)
publicado por trixie às 2013-05-18 13:39:26
Nome: Elliot Phoenix
Idade: 21 Anos
Melhores Amigos: -
Quem não suporta: Todos.
Estilo: Eu visto tudo o que me apareça à frente desde que seja discreto e escuro. Não gosto de chamar a atenção e prefiro passar despercebido numa multidão do que ter todos os olhares centrados em mim. Só uso ténis e não uso acessórios a não ser um colar com uma pequena caveira que guardo sempre colado ao meu corpo, devido ao seu significado para mim.
Descrição física: Cabelos castanhos, intencionalmente despenteados. Olhos castanhos, quase sempre avermelhados. Pele morena, salpicada por sinais. Sou alto e magro – mais magro que aquilo que realmente queria – e, por isso, fico quase sempre a nadar nas roupas que uso.
Descrição psicológica: Piromaníaco e fugitivo. Fujo de tudo: do passado, do presente e do futuro; fujo da realidade e do sonho; fujo de mim, de ti e de todos. Só há algo de que não fujo: o fogo. Sou dono de mim mesmo e não deixo que me digam o que fazer. Há quem me chame louco por amar uma força incontrolável, há quem diga que sou um vagabundo sem nada para fazer. E eu não me podia importar menos com o que dizem sobre mim. Gosto de caminhadas longas e de dormir ao relento. Prefiro mil vezes um bom cigarro a uma boa companhia. Detesto regras, detesto acordar cedo e detesto mentiras.
Orientação Sexual: Heterossexual.
publicado por Teresa ♥ às 2013-05-18 12:49:42
Não vou fazer o mínimo esforço para me vestir ou comer. Tenho uma carrada de trabalhos para fazer assim como resumos para fazer. E a vontade não é nenhuma mas não importa... eu cá me vou arranjar. E para melhor o meu dia - cof cof - estou de mau humor e com uma dor de cabeça dos diabos. Arre!
publicado por Francis Marie às 2013-05-18 12:41:09
Acabei de publicar a introdução da minha nova fic, podem ir lá dar uma olhadela, e se gostarem acompanharem a fic, que acham? Eu iria amar! ♦ aqui ♦
publicado por Danielle às 2013-05-18 12:37:52
O dia nascera. Céu cinzento, envolto em nuvens tristes, rasgado pelos arranha-céus da cidade. Pútrida cidade essa, de pessoas comandadas por crenças desvanecidas e árvores que há muito desistiram de florir.
No meu jardim, penso no que faço e no que fiz. O inverno deixa-me os lábios gretados e o chá aquece-me o corpo. As folhas rasgadas do caderno voam. Por fim, fecho uma vez mais os olhos, prostrada.
Sufocada, perdida, triste? O que é de alguém que em nada acredita?
publicado por Francis Marie às 2013-05-18 12:33:36
Toda a gente tem um segredo, uns são mais graves que outros, mas todos tem, mais cedo ou mais tarde esse segredo acaba por nos assombrar, às vezes até viram a nossa vida do avesso, alguma vez pensaram que esse segredo vos obrigasse a passar mais de um ano numa clinica de reabilitação, tudo por causa de um safado, a quem chamavam pai? Bem Miriam já pensou, na verdade, viveu, mas ela prometeu a si mesma que ia ser forte e ultrapassar aquele problema, mas para isso, ela tem de ser uma guerreira.
Logo à noite ponho as personagens.
publicado por sacha hart às 2013-05-18 11:55:00
É certo que quase todas as escritoras de blogs têm bloqueios, fases em que não têm nada para escrever. Nunca antes passara por esta fase, mas parece-me que isso está a acontecer agora. Ando aluada, não escrevo posts frequentemente, não actualizo o Hart Designs há séculos e ando também descuidada a manter-me a par das novidades dos vossos blogs. Peço desculpa, não é por mal. Podia dizer-vos que tudo isto se deve à falta de tempo mas seria mentira. Tempo tenho muito, cabeça tenho pouca.
Mas a partir de agora vou tentar manter-me mais "aqui". Prometo.
publicado por Annie às 2013-05-18 10:08:15
Como sabem, desde que a conheço que admiro esta mulher. Sim, mulher porque foi naquilo em que ela se tornou, e um verdadeiro exemplo a seguir. Já deu provas vivas que passou por maus momentos mas, no fim, saiu sempre vitoriosa e com um sorriso na cara. Entendo perfeitamente que exitam pessoas que não gostam da música dela mas acho que todos nós a consideramos uma óptima pessoa - apesar de não a conhecermos. Muitas das minhas histórias são escritas com a música dela a acompanhar, e acho sinceramente que tem uma voz fantástica. Como se costuma dizer, tem um vozeirão dentro dela. Canta com a alma, e isso chega-lhe para ser feliz e transmitir felicidade ou outro sentimento qualquer a quem a ouve.
O novo CD dela saiu à alguns dias, e eu não podia estar mais feliz com o resultado final. Tenho de admitir que me pareceu difícil superar o "Unbroken" mas a verdade é que estou muito satisfeita com o resultado deste quarto álbum.

http://something-special.blogs.sapo.pt
publicado por Liza♥ às 2013-05-18 01:25:59
Ainda não acredito no que se passou no último episódio da quarta temporada de The Vampire Diaries! :O

publicado por Jessie às 2013-05-17 23:45:31