publicado por paulo guilherme trilho prudêncio às 2013-05-23 20:30:19
perfil público
Nome
Isabel
Apelido
Afonso
Sexo
F
Filmes Favoritos
Delicatessen, As Horas, Dogville, Fur, Gato Preto gato Branco, Anticristo, Melancolia, Attenberg,
Livros Favoritos
A insustentável leveza do ser, Assim falava Zaratustra, Metamorfose, Morte em Veneza,
Interesses
literatura,cinema,pintura,educação,política,viagens,fotografia
Frase Favorita
Amo-te
publicado por paulo guilherme trilho prudêncio às 2013-05-23 20:30:19
Afirmar a aceleração deste processo só é possível num país completamente desgovernado. Sem esquecermos o desvario em que caiu o sistema de remuneração das reformas que até deve tremer com este avolumar de entradas, só por desconhecimento se pode associar estas aposentações à criação de horários em número igual ou parecido.
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-23 19:45:07
Feira do Livro regressa a(...)
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-23 19:31:52
Feira do Livro regressa a Lisboa dia 23 de Maio
São muitas as novidades para esta 83ª edição da Feira do Livro, no Parque Eduardo VII.
A primeira novidade é a participação da CPLP que, com um pavilhão próprio, contará com uma mostra de livros oriundos dos Países de Língua Portuguesa.
Ao mesmo tempo, os grandes editores aumentarão também o seu espaço de exposição e intensificarão a programação, para um aprofundar da sua presença nesta edição da Feira do Livro.
Segundo João Alvim, presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), será reforçada a programação também em termos de “actividades dedicadas aos mais pequenos”, o que para a organização é “motivo de orgulho, é sinal que conseguimos atrair famílias inteiras” ao recinto da Feira.
Foi também aumentado o número de "lounges", “onde as pessoas podem estar, ler, sentirem-se à vontade”, num convite a uma passagem mais longa pela Feira.
Outro dos objectivos da organização é, neste ano, conseguir que a Feira do Livro seja um local de convívio e não apenas um espaço de passagem para quem procura determinadas obras ou promoções.
Quanto à Hora H, de acordo com edições anteriores, vai manter-se: na última hora de cada dia da semana, os vários editores oferecem descontos a partir dos 50% em diversas obras.
João Alvim reforça que a organização gostaria de “ultrapassar o meio milhão de pessoas”, batendo de novo o recorde de visitantes.
Segundo Eduardo Boavida, director da Feira em Lisboa, estarão presentes mais de sessenta editores; as actividades programadas rondam a centena. Inseridas na conferência de Edimburgo, um dos mais importantes eventos da literatura mundial, terão lugar duas sessões de discussão com alguns dos mais famosos autores europeus, subordinadas a dois temas: o romance e a questão “a literatura pode ter um papel político?”.
Estarão presentes também autores portugueses como José Rodrigues dos Santos ou João Tordo, para duas conferências no dia 25 de Maio que prometem ser um grande espaço de discussão sobre questões fulcrais da literatura actual.
Quanto às Bibliotecas Municipais, que desde 2010 colaboram neste evento, participarão organizando sessões de leitura, mais uma vez, reforçando o papel da literatura para jovens e crianças.
Alguns museus da cidade estarão também envolvidos, como o Museu da Cidade e o Museu da Marioneta, para actividades que prometem dinamizar a Feira do Livro de Lisboa.
Segundo Susana Silvestre, coordenadora da Rede de Bibliotecas de Lisboa, é urgente “perceber o que as pessoas querem e como as bibliotecas podem ser uma mais valia”.
Este objectivo prende-se também com a presença no recinto de um Clube da Leitura, promovido por várias Comunidades de Leitura como o grupo Paisagens Literárias de Lisboa ou a livraria Bulhosa.
Pretende-se, com esta iniciativa, fazer ouvir a voz dos leitores neste evento – leitores esses sem os quais a Feira do Livro não faria sentido.
Retirado do Hardmúsica
Marco Rodrigues apresenta(...)
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-23 19:13:48
Marco Rodrigues nas FNAC – Fado Íntimo
Marco Rodrigues prepara-se para uma digressão pelos auditórios FNAC para apresentações especiais do último trabalho,“EntreTanto”. Os showcases revelam uma actuação íntima do músico, em que Marco Rodrigues apresenta-se em palco só com viola e voz.
Depois do Teatro Tivoli (Lisboa), Casa da Música (Porto) e dos teatros e auditórios percorridos um pouco por todo o país, Marco Rodrigues prepara momentos muito especiais para os auditórios FNAC. Munido apenas da sua viola e voz, o músico recria um ambiente de sala, numa performance cara-a-cara com o público presente.
“EntreTanto” é o mote para estes showcases e conta com temas como “Coração Olha o que Queres”, “A Rosa e o Narciso”, “Quando o fim volta ao início” e o seu mais recente single: “Do Chiado ao Bairro Alto”.
É o fado na sua versão mais nua e crua que Marco Rodrigues pretende levar a todas as apresentações de norte a sul do país.
Auditórios FNAC
25 Maio (17h00) FNAC Norteshopping
25 Maio (22h00) FNAC Braga
26 Maio (17h00) FNAC Guimarães
29 Maio (18h30) FNAC CC Colombo
31 Maio (18h00) FNAC Santa Catarina
31 Maio (22h00) FNAC Gaia
01 Junho (17h00) FNAC Mar Shopping
01 Junho (22h00) FNAC Coimbra
02 Junho (17h00) FNAC Leiria
09 Junho (17h00) FNAC Almada
publicado por paulo guilherme trilho prudêncio às 2013-05-23 18:48:24
Se um professor do quadro com horário zero pode ser colocado em qualquer lugar do país por escolha do MEC, então é preferível passar à condição de contratado e concorrer de acordo com as suas preferências.
Estou a ironizar, claro. Com dez anos de desmiolo sem fim nas colocações de professores (as injustiças são várias, brutais e "irreparáveis"), era melhor realizar um concurso nacional de raiz e envolver todos os professores.
Começa a faltar pachorra para aturar esta sequência de "reformadores" impreparados.
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-23 17:23:22
carta aberta de um estuda(...)
publicado por paulo guilherme trilho prudêncio às 2013-05-23 17:13:05
Tradução de José Luiz Ferreira (de Echte Democratie Jetzt)
Aos meus professores… e aos outros:
O meu nome é K. M., sou aluno do último ano num liceu em Drapetsona, Pireu.
Decidi escrever este texto porque quero exprimir a minha fúria, a minha revolta pelo atrevimento e pela hipocrisia daqueles que nos governam e daqueles jornalistas e media mainstream que os ajudam a pôr em prática os seus planos ilegais e imorais em detrimento dos alunos, dos estudantes e de todos jovens.
A minha razão para escrever é a intenção dos meus professores de fazer greve durante o período dos exames de admissão à Universidade e os políticos e jornalistas que choram lágrimas de crocodilo sobre o meu futuro, o qual “estaria em causa” devido à greve.*
De que falam vocês? Que espécie de futuro tenho eu devido a vocês? E quem é que verdadeiramente pôs em causa o meu futuro?
Deitemos uma vista de olhos sobre quem, já há muito tempo, constrói o futuro e toda a nossa vida:
- Quem construiu o futuro do meu avô? Quem vestiu o seu futuro com as roupas velhas da administração das Nações Unidas para a ajuda de emergência e reconstrução e o obrigou a emigrar para a Alemanha?
- Quem governou mal e estripou este país?
- Quem obrigou a minha mãe a trabalhar do nascer ao pôr-de-sol por 530 euros por mês? Dinheiro que, uma vez paga a comida e as contas, nem chega para um par de sapatos, para já não falar num livro usado que eu queria comprar numa feira de rua.
- Quem reduziu a metade o ordenado do meu pai?
- Quem o caluniou, quem o ameaçou, quem o obrigou a regressar ao trabalho sob a ameaça da requisição civil, quem o ameaçou de despedimento, juntamente com todos os seus colegas dos serviços de transportes públicos quando eles, que apenas queriam viver com dignidade, entraram em greve?
- Quem procurou encerrar a universidade que o meu irmão frequenta para atingir alguns dos seus sonhos?
- Quem me deu fotocópias em vez de manuais escolares?
- Quem me deixa enregelar na minha sala de aula sem aquecimento?
- Quem carrega com a culpa de os alunos das escolas desmaiarem de fome?
- Quem lançou tanta gente no desemprego?
- Quem conduziu 4.000 pessoas ao suicídio?
- Quem manda de volta para casa os nossos avós sem cuidados médicos e sem medicamentos?
Foram os meus professores que fizeram tudo isto? Ou foram VOCÊS que fizeram tudo isto?
Vocês dizem que os meus professores vão destruir os meus sonhos fazendo greve.
Quem vos disse alguma vez que o meu sonho é ser mais um desempregado entre os 67% de jovens que estão no desemprego?
Quem vos disse que o meu sonho é trabalhar sem segurança social e sem horários regulares por 350 euros por mês, como determinam as vossas mais recentes alterações às leis laborais?
Quem vos disse que o meu sonho é emigrar por razões económicas?
Quem vos disse que o meu sonho é ser moço de recados?
Gostaria de dirigir algumas palavras aos meus professores e aos professores em toda a Grécia:
Professores, vocês NÃO devem recuar um único passo no vosso compromisso para connosco. Se recuarem agora na vossa luta, então sim, estarão verdadeiramente a pôr em causa o meu futuro. Estarão a hipotecá-lo.
Qualquer recuo vosso, qualquer vitória que o governo obtenha, roubará o meu sorriso, os meus sonhos, a minha esperança numa vida melhor e em combater por uma sociedade mais humana.
Aos meus pais, aos meus colegas e à sociedade em geral tenho a dizer o seguinte:
Quereis verdadeiramente que aqueles que nos ensinam vivam na miséria?
Quereis que sejamos moldados nas salas de aulas como mercadorias de produção maciça?
Quereis que eles fechem cada vez mais escolas e construam cada vez mais prisões?
Ides deixar os nossos professores sozinhos nesta luta? É para isso que nos educais, para que recusemos a nossa solidariedade?
Quereis que os nossos professores sejam para nós um exemplo de respeito por nós próprios, de dignidade e de militância cívica? Ou preferis que nos dêem um exemplo de escravidão consentida?
Finalmente, quereis que vivamos como escravos?
De amanhã em diante, todos os alunos e pais deviam ocupar-se de apoiar os professores com uma palavra de ordem: “Avançar e derrotar a tirania fascista!”
Lutemos juntos por uma educação de qualidade, pública e livre. Lutemos juntos para derrubar aqueles que roubam o nosso riso e o riso dos vossos filhos.
PS: Menciono as minhas notas do ano lectivo 2011/12, não por vaidade mas para cortar a palavra àqueles que avançarem com o argumento ridículo de que “só quero escapar às aulas”: Comportamento do aluno: “Muito Bom”. Classificação média: 20 (“Excelente”) [a nota mais alta nos liceus gregos].
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-23 17:09:52
As crianças não nascem racistas, sexistas, machistas, homofóbicas ou transfóbicas, é a convivência com adultos que lhes fará serem pessoas preconceituosas ou não
A lista de desejos de Mou(...)
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-23 13:12:40
Falcao, Mangala, Isco, Schurrle, Hulk e Fellaini são os alvos do Chelsea para a próxima temporada.
Desde que foi anunciado a saída de José Mourinho do comando técnico do Real Madrid, cresceram os rumores sobre o regresso do Special One a Stamford Bridge.
A imprensa inglesa tem especulado sobre os jogadores que o treinador português poderá levar para o Chelsea. Hoje o Daily Mirror fez uma lista de estrelas que poderão reforçar o clube londrino, eles Mangala do FC Porto e Hulk do Zenit, num total de seis jogadores.
De acordo com o Daily Mirror, Mourinho quer três defesas, dois médios e um avançado, com Falcao no top da lista do Special One.
O treinador português quer fortalecer o sector defensivo dos londrinos mas quer também um avançado com créditos firmados no futebol mundial, capaz de resolver jogos. A contratação de Falcao não se avizinha fácil, com Mónaco e Manchester City na corrida pelo avançado colombiano.
Caso falhe Falcao, o brasileiro Hulk do Zenit será a alternativa. Schurrle, médio alemão do Bayer Leverkusen de 22 anos, também está na lista de Mourinho.
Na zona intermédia, o treinador terá pedido a contratação do espanhol Isco, estrela do Málaga, e ainda do belga Marrouane Fellaini do Everton, também ele desejado pelo Manchester United.
Na defesa o alvo principal do Chelsea é Mangala. Mourinho terá ficado impressionado com a rápida ascensão do jovem central que já foi convocado para a principal seleção francesa. O jogador de 21 anos foi pedra fundamental no título do FC Porto em Portugal, tendo contribuído para que os "dragões" só sofressem 14 golos. Mangala é um jogador muito poderoso fisicamente, forte no jogo aéreo e com muita margem de progressão.
Mourinho terá cem milhões de libras (116 milhões de euros) para gastar no verão, no reforço da equipa do Chelsea.
Retirdo do SAPO
Katia Guerreiro apresenta(...)
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-23 12:59:34

A fadista Katia Guerreiro atua no dia 1 de junho no grande auditório do Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, num espetáculo que segue o alinhamento do apresentado em janeiro do ano passado, no Olympia, em Paris.
"O alinhamento será o do concerto do Olympia, que foi uma viagem por toda a carreira de Katia Guerreiro, onde consta um tema novo nunca gravado, chamado 'Alegoria', criado de propósito para esse espectáculo, e que é um poema que joga com diversos títulos dos mais emblemáticos temas da sua carreira, uma letra de João Veiga na música tradicional do Fado Licas, de Armando Machado", disse à Lusa fonte da produtora da fadista.
Do alinhamento parisiense constaram temas do repertório de Amália Rodrigues, como "Amor de mel, amor de fel" e "Havemos de ir a Viana", ou do cantor Max, "Rosinha dos limões". Entre as suas criações, Katia Guerreiro cantou "Segredos", de Paulo Valentim.
A mesma fonte acrescentou que "os dois temas preparados para o público francês, 'Lisboa', de Charles Aznavour, e 'Ma plus belle Histoire d'Amour', de Barbara, serão substituídos por dois momentos com convidados, especialmente preparados para o público português".
"Querendo surpreender o público no CCB, não revelaremos que momentos e convidados serão", rematou a mesma fonte.
O concerto na sala parisiense foi registado, para ser o primeiro DVD da carreira da fadista, e "sairá brevemente, primeiro no mercado nacional e, em seguida, no mercado internacional", disse a mesma fonte.
No palco do CCB, a fadista será acompanhada por Luís Guerreiro e Pedro de Castro, na guitarra portuguesa, João Veiga, na viola, e Francisco Gaspar, no contrabaixo.
"E tal como aconteceu em Paris, Pedro de Castro irá acompanhá-la também ao piano", em alguns temas, disse a mesma fonte.
Katia Guerreiro começou a cantar há 12 anos. Médica de profissão, divide-se entre a prática clínica, como oftalmologista, e os palcos.
Editou o primeiro álbum, "Fado Maior", em julho de 2007, contando já com seis discos, tendo gravado duetos com Maria Bethânia, Martinho da Vila, Simone de Oliveira e Ney Matogrosso. Em 2011 recebeu o Prémio Amália para Melhor Intérprete.
Retirado do Sapo Música
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-23 12:02:08
publicado por paulo guilherme trilho prudêncio às 2013-05-23 11:18:58
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-23 10:14:31
Letra
Tu piel
puede doler
de tanto amor
que tonta confunde el dolor y el placer
Tu piel
a veces defiende y a veces se ofende
pero al final por tu piel se desprende
el dulce aroma de tu amor
Así
Tu piel es como un barniz sutil
Un tul que todo lo envuelve
Tu piel es una barrera abierta
Que cuando se te despierta
No puede parar la fuerza de las olas
Dime que tu piel será mi piel
Dime que tu cuerpo será como mi propio cuerpo
Dime que tu sal será mi sal
saliva de mis labios salada y transparente como tu
Tu piel sabe latir
Pero al final
Confía y se deja llevar hasta el fin
Tu piel
Es una armadura blanda
Que cuando se te desmanda
Se ofrece a cualquiera que la quiera entera
Dime que tu piel será mi piel
Dime que tu cuerpo será como mi propio cuerpo
Dime que tu sal será mi sal
saliva de mis labios salada y transparente como tu
Dime que tu piel será mi piel
Dime que tu cuerpo será como mi propio cuerpo
Dime que tu sal será mi sal
saliva de mis labios salada y transparente como tu.
publicado por paulo guilherme trilho prudêncio às 2013-05-23 09:59:04
Recebi por email com pedido de divulgação:
"No âmbito da articulação entre a EBI de Santo Onofre e a Academia de Música de Óbidos
irá realizar -se no CCC das Caldas da Rainha, no dia 2 de Junho, o concerto "Artur e os Minimeus".
Este espetáculo contará com a participação dos alunos da disciplina de Som e Movimento, do 7ºC, e de Língua Portuguesa, do 5ºA.
Estarão expostos trabalhos realizados nas disciplinas de Educação Visual e Educação Tecnológica, relacionados com o filme."
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-23 08:18:16
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-23 08:00:38
publicado por Henrique Monteiro às 2013-05-23 06:12:55
Festim 2013: cartaz compl(...)
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-22 21:35:33

21 Junho a 26 Julho 2013 | 5ª edição
ÁGUEDA * ALBERGARIA-A-VELHA * SEVER DO VOUGA * ESTARREJA * AVEIRO
OS 6 NOMES DA 5ª EDIÇÃO
Rabih Abou-Khalil e Ricardo Ribeiro (Líbano/Portugal)
Wazimbo (Moçambique)
Susheela Raman (Índia)
D'Callaos (Espanha)
The Klezmatics (EUA)
H'Sao (Chade)
O Cine-Teatro de Estarreja foi hoje palco da apresentação da 5ª edição do Festim - festival intermunicipal de músicas do mundo, numa Conferência de Imprensa conjunta dos vários parceiros. Com um total de 13 concertos em rede, o cartaz deste ano foi revelado na sua totalidade, contando com seis reconhecidos nomes das músicas do mundo e reiterando a habitual excelência e diversidade musical que o Festim tem assinalado ao longo dos anos.
A apresentação contou com as intervenções de Abílio Silveira (CM Estarreja), Elsa Corga (CM Águeda), Licínio Pimenta (CM Albergaria-a-Velha), António Coutinho (CM Sever do Vouga), Maria da Luz Nolasco (Aveiro) - Vereadores da Cultura dos Municípios parceiros - e do programador do festival, Luís Fernandes (d'Orfeu Associação Cultural). De 21 de Junho a 26 de Julho, faz-se mais um irresistível Festim, com Rabih Abou-Khalil (Líbano), Wazimbo (Moçambique), Susheela Raman (Índia), D'Callaos (Espanha), The Klezmatics (EUA) e H'Sao (Chade).
Único festival português a integrar a rede europeia “European Forum of Worldwide Music Festivals”, a edição deste ano do Festim inicia um novo ciclo de quatro anos, até 2016, numa cooperação entre os municípios parceiros e a Direcção-Geral das Artes. A partir de 21 de Junho, todo o mundo no Festim!
todo o programa está no sítio oficial
http://www.festim.pt/
conteúdos, fotos e materiais para imprensa:
http://www.festim.pt/promo.html
http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC
publicado por paulo guilherme trilho prudêncio às 2013-05-22 21:08:36

O Público de hoje retrata bem a condição de Nuno Crato.
Maria de Lurdes Rodrigues iniciou o exercício ministerial com um corte na redução da componente lectiva dos professores. Conseguiu uma rápida eliminação de mais de dez mil docentes e transformou-se numa "estrela financeira" por ser a única governante que conseguia cortar nas pessoas. Os professores foram colocados na linha da frente da enésima "reforma" da administração pública e animaram o ciúme social tão caro a quem espera por votos. Desenvolveram uma luta isolada e só não conseguiram mais vitórias porque foram traídos pelos seus sindicatos e pelos partidos políticos da actual maioria.
Nuno Crato já é uma "estrela financeira". Executou um despedimento colectivo de cerca de quinze mil professores e empurrou mais uns milhares para reformas com forte penalização. Aumentou os alunos por turma e os horários dos professores. É também o governante mais "premiado" no corte de pessoas. Vai à frente e bem isolado. Torna insuportável o exercício dos professores com mais idade e ameaça o grupo profissional com uma mobilidade especial intolerável que se alarga a toda a função pública. Mais uma vez a "festa" da luta começou com os professores e com os seus sindicatos. Os outros grupos profissionais, a maioria com menos voz, esperam pelos resultados. Os professores esperam que os seus sindicatos não os voltem a trair e que quem aspira a governar diga ao que vem e sem mentir.
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-22 20:55:37
Expo 98 foi há 15 anos!
A 22 de Maio de 1988 o espaço transformado da zona oriental de Lisboa abriu as portas a uma exposição, que seria a última do século XX, numa homenagem aos oceanos e comemorando os quinhentos anos da Descoberta do Caminho Marítimo para a Índia.
Até 30 de setembro, o tempo foi de festa, de alegria e sobretudo de orgulho.
Num descampado na zona Oriental de Lisboa, à beira rio, com um velho heliporto, nasceram dezenas de pavilhões, para acolher outros tantos paises, e estruturas temáticas que hoje fazem alegria de grandes e pequenos: o Oceanário, o Pavilhão de Portugal, o pavilhão Atlântico, o do Conhecimento ou a Torre Vasco da Gama.
Santiago Calatrava imaginou e desenhou a Gare do Oriente, uma estação intermodal por onde hoje passam milhões de pessoas, naturais e forasteiros.
Anos antes, em 1992, Sevilha tinha tido a sua Expo. Linda, foi um sucesso, só que a abandonaram e tornou-se um pesadelo de estruturas sem utilidade e utilização, a apodrecerem.
Portugal, pelo menos desta vez, aprendeu com o erro alheio e não deixou que o mesmo acontecesse ao que é hoje o Parque das Nações.
Lisboa ganhou um novo espaço de divertimento, de trabalho, de habitação. Um espaço de espectáculo, de desporto, de comércio, quase uma cidade dentro da capital
Mantém-se a sinalização “Expo 98”, mas também ainda por lá temos os magníficos vulcões de água, o Gil, o teleférico e o Tejo a banhar o cais.
Retirado do HardMúsica
Denis apresenta o seu pri(...)
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-22 19:38:47
Denis apresenta o seu primeiro single “It’s Killing Me”, do álbum de estreia com lançamento marcado para dia 24 de Junho!
Registo de estreia do vencedor d’A Voz de Portugal tem edição agendada para 24 de Junho
«It’s Killing Me», o primeiro single, já chegou às rádios nacionais
Em Portugal, o rock tem um novo embaixador: o álbum de estreia de Denis, vai ser editado, pela Universal Music Portugal, a 24 de Junho. A primeira amostra é «It’s Killing Me», que já chegou às rádios nacionais.
O país conheceu Denis em A Voz de Portugal – o «concorrente rock» do programa da RTP, que teve Rui Reininho como mentor, arrasou nas várias provas, brilhou gala após gala e foi eleito, pelo público, como o grande vencedor. Um ano depois, eis a sua grande vitória: a edição do seu primeiro disco, um incrível documento da essência do rock, com produção de Armando Teixeira.
Em «It’s Killing Me», à semelhança do resto do álbum, foi Denis quem escreveu e gravou a maioria dos instrumentos.
O álbum é contagiado pelos blues e abraçado pelo jazz, é de 2013 mas recorda os clássicos. É moderno, sim, mas com um magnífico selo de qualidade: é vintage.
É Denis.
Ouvir o single:
publicado por Henrique Monteiro às 2013-05-22 18:11:41
publicado por paulo guilherme trilho prudêncio às 2013-05-22 18:00:58
Os horários zero de professores são também uma consequência do mau planeamento (considerando que existia planeamento). Há um excesso de oferta que obedeceu a um desnorte semelhante ao que provocou a bolha imobiliária.
Escrevi, em 27 de Março de 2006 (texto também publicado na Gazeta das Caldas), este texto sobre a carta educativa das Caldas da Rainha.
O texto é longo e quem quiser uma leitura integral terá de recorrer ao link. Intitulei-o "Piscina municipal: o espelho da carta educativa do concelho" e republico-o, em modo resumido, para esclarecer o que penso sobre a rede escolar. É um texto que pode ser útil para quem se interessa por estes assuntos (mega-agrupamentos e por aí fora), qualquer que seja o concelho onde viva.
Ouso afirmar que se se tivessem realizado políticas parecidas (a febre era avaliar os professores e sei lá mais o quê), talvez não estivéssemos neste estado de desvario financeiro e de desnorte organizacional nas escolas.
Escrever sobre a carta educativa do concelho das Caldas da Rainha, reduzindo o texto a uma dimensão aceitável sem que os argumentos se somem de um modo selvagem, é uma tarefa que requer um aturado exercício de síntese. Nesse sentido, escolho, como exemplo, a piscina municipal onde se verificam as mais expressivas características: ausência de capacidade de antecipação - a piscina aparece com uma década de atraso e é, agora, prejudicada pelo excesso de oferta -; o seu projecto é completamente imperceptível, resultando, também por isso, numa obra com um custo de manutenção insuportável, comprometendo vários investimentos durante os próximos anos.
A carta educativa deveria acentuar as perspectivas de futuro e interligar-se com o plano estratégico do concelho. Poderia ser objecto de uma discussão séria, interessada, profissional e competente no conselho local de educação, com a realização de um fórum aberto a todos os interessados. Estabelecer-se-iam assim, políticas educativas ajustadas às necessidades da comunidade, com indicadores que não se deslocavam duma prospectiva emancipadora, sempre balizados pela preocupação de tentar apreender o novo e dar-lhe forma.
É hoje consensual no país, que a principal prioridade passa por eliminar o sistema de desdobramento das escolas e os desajustados regimes de sobrelotação e de sublotação. Mas para além de fazer elencos de prioridades, a carta educativa deveria criar as bases organizativas que orientariam as políticas de administração escolar, numa época em que as redes de recursos administrativos e educativos são um imperativo exigido pela sociedade da informação e do conhecimento.
Era fundamental, que, depois, a comunidade percebesse o caminho e identificasse ao longo do percurso o que claramente se quer ou não se quer. Os desestruturados e centralizados poderes central e regional "agradeciam". É notório. O sucesso das políticas terá sempre uma relação muito directa com a capacidade de ANTECIPAÇÃO. A educação deve ser a primeira prioridade para qualquer equipa política que se candidate à gestão de fundos públicos: e em qualquer nível de intervenção.
Nas Caldas da Rainha assistimos a uma completa desorientação, que consubstancia a ideia iluminada de navegar ao sabor da ocasião. É grave, e a subsistir durante décadas, tornará muito difícil a sua necessária correcção. E não justifica argumentar no sentido que às autarquias está cometida a responsabilidade de apenas gerir a educação pré-escolar e o primeiro ciclo do ensino básico. A decisão de remeter para o nível concelhio a elaboração das cartas educativas para todos os graus de ensino, prova o contrário. É num esforço corajoso que, autarcas, responsáveis em administração escolar e encarregados de educação, devem consolidar as ideias de cidadania, autonomia e responsabilidade, impondo com clareza o que querem para o seu concelho, sem desrespeitar as opções estratégicas que o país venha a seguir.
É neste dever ser que tudo se joga.
(...)Vamos por partes. No primeiro ciclo da educação básica e na educação pré-escolar a questão que se coloca tem uma simples formulação: as instalações escolares existentes já não respondem aos desafios da actualidade. Esta constatação, começou a integrar as políticas educativas no final da década de oitenta, por altura da reforma Roberto Carneiro.
No concelho das Caldas da Rainha construíram-se, então, duas escolas básicas integradas. (...)Tudo o resto ficou por fazer, procedendo-se, apenas, a pequenas obras conjunturais - pintura dos edifícios, reconversão de espaços, construção de espaços específicos (alguns de concepção inenarrável, como acontece com o pavilhão desportivo da escola básica da Encosta do Sol, na cidade).
No final da década de noventa, teve início o processo para a construção de uma escola básica integrada na zona do complexo desportivo.
(...)Por responsabilidade do executivo da Câmara Municipal das Caldas da Rainha, o projecto não se realizou, tendo a empresa construtora recebido uma avultada indemnização paga pela Direcção Regional de Educação de Lisboa. Em lugar desta escola básica integrada, surge, em 2005, uma escola particular e cooperativa sem primeiro ciclo mas com ensino secundário, com a seguinte exigência: ou se constrói também uma escola semelhante em A-dos-Francos ou não se constrói escola nenhuma.
Ao que julgo saber, estas mesmas escolas abrirão no próximo ano lectivo a valência de 1º ciclo, mas com o pagamento de propinas. Se a escola pública tivesse sido uma realidade, ficaria a cidade com a necessidade de requalificar as escolas básicas da Encosta do Sol e do Avenal (incluindo aqui os alunos que frequentam as escolas do Parque e de São Gregório).
(...)A seu tempo, veremos se os financiamentos não contemplarão este tipo de soluções. Resolveríamos, também e assim, a completa trapalhada que se verifica no indizível processo de constituição de agrupamentos de escolas neste concelho e teríamos vários níveis de ensino a funcionar no mesmo espaço físico - ou no caso dos centros escolares, verdadeiros agrupamentos de escolas -, como é razoável, moderno e conhecedor.
(...)Todos os anos lectivos os responsáveis das escolas do concelho são confrontados com um novo desenho de agrupamento de escolas, com toda a instabilidade que isso implica: novos regulamentos internos, novas eleições para os órgãos das escolas, novas comissões instaladoras provisórias, enfim... é como se todos os anos houvesse eleições autárquicas para eleger um executivo provisório, porque os concelhos estavam sempre a perder ou a ganhar mais uma freguesia.
Um dos argumentos que mais se utiliza para fundamentar a necessidade de agrupar escolas que ocupam distantes espaços físicos, prende-se com a necessidade de racionalizar recursos administrativos. Os exemplos já conhecidos de experiências desse tipo, não confirmam a intenção. E porquê? Porque se mudam as pessoas de um lado para o outro, mas não se alteram os procedimentos.
Nesse sentido, o que seria inovador, antecipador e gerador de credibilidade negocial, seria a ideia de se caminhar no sentido da criação do pólo de administração escolar concelhio, deixando nas escolas apenas os necessários recursos mínimos para o tratamento digital dos dados administrativos e de apoio social escolar.
Quando se fala em portal da educação, fala-se de quê? Quando um governo decreta, em 2006, a exigência de se terminar com a renovação das matrículas dos alunos (prática em uso na escola básica integrada de Santo Onofre, desde finais do século passado, mesmo sem a necessária autorização do poder central), está a falar de quê?
A possibilidade de num mesmo concelho existir apenas um único serviço em rede - como hoje existem lojas do cidadão, redes multibanco, ou entrega electrónica das declarações de IRS - que processe os vencimentos dos docentes, que passe os certificados de habilitações dos alunos, que apure em permanência os dados de frequência escolar, que execute a transferência digital dos alunos que mudam de escola, enfim... é só dar asas à imaginação e ao conhecimento, e que os divulgue em tempo real, é não só um imperativo, como é um instrumento essencial para estabelecer políticas modernas de gestão de recursos administrativos escolares.
E de nada vale argumentar que isto ainda não se faz em lado nenhum, já que esse estafado argumento já é mais do que conhecido, e, só serve, para comprometer, consciente ou inconscientemente, ainda mais o nosso atraso colectivo. Nas sociedades modernas, a capacidade de inovar e de antecipar não são apenas palavras bonitas, são, acima de tudo, as únicas alavancas que garantem a credibilidade e a afirmação das autonomias responsáveis.
Os segundo e terceiro ciclos do ensino básico e o ensino secundário beneficiariam muito do que já foi dito. As escolas da cidade viveram um asfixiante regime de sobrelotação desde meados da década de noventa do século passado, o que lhes conferiu uma elevadíssima taxa de insucesso e abandono escolar e o natural alargamento dos seus quadros de docentes. Ora, se a nova escola do complexo desportivo tivesse sido uma instituição pública, os docentes que agora vão passar a ter horário zero nos estabelecimentos de ensino já existentes, seriam transferidos para a nova escola.
Com a decisão de se construir duas escolas em regime particular e cooperativo, nada disso pode ser feito. É bom que se diga, que os docentes das instituições particulares e cooperativas são pagos pelo estado. São contratados sem qualquer concurso público e não está previsto que os docentes do quadro, da escolas públicas, com horário zero, devam integrar os quadros das escolas cooperativas, nem que sejam piores profissionais do que os docentes que essas escolas contratam. Ou seja, o estado vai financiar docentes sem serviço que, deste modo, podem vir a integrar os quadros de excedentes da função pública. Numa época em que tanto se fala na redução de custos, esta solução, é, no mínimo, espantosa. É muito grave, e mais evidente se torna, se pensarmos nas dezenas de docentes dos quadros que aguardam há anos por uma colocação no concelho e que vêem assim esse objectivo quase definitivamente adiado.
No ensino secundário a situação é, também, extremamente confusa, com tendência a agravar-se nos próximos anos lectivos. A oferta escolar neste nível de ensino para os alunos que se destinavam à frequência das duas escolas do concelho, aumentou exponencialmente - o que provocará o mesmo fenómeno de excedente de docentes com horário zero -: duas escolas particulares e cooperativas; consolidação dos projectos de várias escolas com ensino técnico-profissional - CENFIM, CENCAL, ETEO, pólo da Universidade Católica ... -; várias escolas profissionais nos concelhos vizinhos; abertura do ensino secundário na escola Josefa de Óbidos, em Óbidos.
(...)Apenas para que conste.
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-22 17:18:56
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-22 17:13:36
Política no Facebook - Gu(...)
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-22 12:17:25
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-22 10:22:54
Orquestra Sinfónica do Po(...)
publicado por olhar para o mundo às 2013-05-22 10:11:08
Programação do evento Verão na Casa Super Bock vai decorrer de 1 de Junho a 7 de Setembro, e contar com mais de 70 concertos.
Porque está em Ano Itália, e porque acredita que este ano a meteorologia vai proporcionar um Verão tradicional aos portuenses, a direcção artística da Casa da Música (CdM) deu o subtítulo La Dolce Vita à programação da instituição para os meses de Junho, Julho, início de Agosto e primeiro fim-de-semana de Setembro. É um programa marcado pela “diversidade e pela diversão”, que António Jorge Pacheco, director artístico da CdM, hoje divulgou na presença de representantes dos três patrocinadores do evento: a Super Bock, o BPI e a Porto Lazer.
O concerto de abertura, a 1 de Junho, vai ser dedicado ao Dia Mundial da Criança, com a Orquestra Sinfónica do Porto a tocar Pedro e o Lobo e outras fábulas. A actriz e figura da televisão Catarina Furtado vai ser a narradara da história de Prokofieff, e o actor João Reis cumprirá idêntico papel na peça de Luís Tinoco Contos Fantásticos.
No encerramento deste Verão na Casa Super Bock, a 7 de Setembro, a mesma Orquestra Casa da Música, de novo dirigida pelo maestro português Pedro Neves, vai descer à Baixa portuense para um concerto em plena Avenida dos Aliados, integrado na programação do evento da Porto Lazer, 1ª Avenida. No programa, saliente-se a 5.ª Sinfonia de Beethoven, mas também árias de óperas de Puccini, Rossini e Verdi, interpretadas por Carlos Cardoso, “um promissor tenor português”, salienta António Jorge Pacheco.
Ainda cortesia Porto Lazer/1.ª Avenida, os Aliados vão acolher na véspera, dia 6, um concerto da Orquestra de Jazz de Matosinhos, dirigida por Pedro Guedes e Carlos Azevedo.
Entre estes dois fins-de-semana, o Verão na Casa Super Bock vai contar com mais de 70 concertos (quase metade dos quais na Sala Suggia), um terço deles de acesso gratuito – é o caso de tudo o que acontecer na tradicional esplanada ao ar livre, que hoje estava já a ser montada junto à escadaria do edifício de Rem Koolhaas.
A programação vai contemplar os vários géneros e envolver as diferentes estruturas da CdM. António Jorge Pacheco começou por destacar o elenco de “grandes vozes do mundo”, que começa pelo regresso ao Porto da cantora americana de jazz, Dee Dee Bridgewater (8 de Junho); a belga Selah Sue (3 de Julho), eleita artista revelação de 2012 pela Rolling Stone; Buika (7 de Julho), nascida em Maiorca filha de refugiados políticos da Guiné Equatorial, que associa o flamenco com o jazz e os blues, e que colaborou com Pedro Almodóvar no filme A Pele Que Eu Habito (2011).
Do lado dos portugueses, haverá Sérgio Godinho (15 de Junho), com o seu novo espectáculo Caríssimas Canções; Camané (29 de Junho), a cantar temas novos, acompanhado por convidados algo inesperados, o pianista Mário Laginha e a banda Dead Combo; e outra fadista, Cuca Roseta (11 Julho), com o seu novo disco, Raiz.
No campo da world music, o director artístico da CdM chamou a atenção para a presença do duo Amadou & Mariam (16 de Julho), vindo do Mali, e que actuou ao lado de Shakira e Alicia Keys na abertura do Mundial de Futebol da África do Sul (2010); do trio Arnaldo Antunes-Toumani Diabaté-Edgard Scandurra (21 de Julho), com o espectáculo A Curva da Cintura, que associa o rock brasileiro com as torrentes melódicas da kora do Mali; e o cantor paquistanês Asif Ali Khan (24 de Julho), com a música coral e hipnótica do seu país.
Outros nomes internacionais a reter na programação: a banda britânica PIL, cabeça de cartaz do próximo Optimus Clubbing (22 de Junho), que traz ao Porto um membro dos lendários Sex Pistols, John Lydon, figura do movimento pós-punk; o regresso do pianista e compositor inglês Michael O Piano Nyman (26 de Junho), para um concerto a solo; o norte-americano Devendra Banhart (2 de Agosto), com o seu novo álbum, Mala. E o DJ americano Jeff Mills (20 de Julho), que regressa ao Porto para um concerto com a Sinfónica para apresentar uma versão orquestrada da sua caixa de ritmos e sintetizadores.
Nos 18 concertos anunciados de música clássica, a presença mais constante será mesmo a da Orquestra Sinfónica, que, para além dos concertos já referidos, interpretará a obra de Luís de Freitas Branco Paraísos Artificiais, e a Sinfonia Manfred, de Tchaikovski (7 de Junho); voltará a este mestre russo, e também a Rachmaninoff (14 de Junho); e fará o tradicional (e gratuito) Concerto de São João (23 de Junho), com um programa dedicado à música italiana.
Destaque ainda para novo programa de música Made in Italy, contemporânea, com o Remix Ensemble (11 de Junho), e para a 3.ª edição do Prémio Internacional Suggia (23 e 24 de Junho).
A esplanada junto à Casa estará em actividade todas as semanas de quinta a sábado, e este palco será especialmente dedicado às bandas e nomes emergentes da música.
Seguindo também a tradição dos últimos anos, no último fim-de-semana de Julho realiza-se o Encontro de Bandas Filarmónicas, com sete concertos e um desfile com bandas vindas de todo o país.
Retirado do Público

