Aquelas coisas que me ati(...)
publicado por Bê às 2013-05-22 18:06:23
perfil público
Nome
Nina
Apelido
Kaulitz
Endereço IM
katarina.barroso.7@hotmail.com
Data Nascimento
27-12-1994
Sexo
F
Artistas / Bandas Favoritas
Tokio Hotel
Músicas Favoritas
Todas as músicas dos Tokio Hotel
Interesses
Tokio Hotel Bill Kaulitz
Frase Favorita
Live every second
Aquelas coisas que me ati(...)
publicado por Bê às 2013-05-22 18:06:23
Há apenas três números com a capacidade de se exibir quatro vezes ao mesmo tempo num relógio e que se vêem no direito de se achar mais que os restantes números só por isso. 0. 1. 2. Depois de pensar nisso, achei fantástico. Não se sintam mal se acharem o post - ou eu - esquisito(a). (In)Felizmente, andar a matutar sobre coisas relacionadas com mente, e a nossa visão sobre o mundo e os mais variados assuntos, há anos, tem os seus frutos e dá nisto.
Inocência da Maldade - 11(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-22 16:06:44
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
O
11º
Nami continuava a não saber se aquela era a residência oficial de Reita, mas para já…estava na sala de jantar, um empregado havia-os servido e por fim se despedira; agora o casal estava sozinho naquela luxuosa cobertura, frente a frente à mesa e a morena aguardava saber um pouco mais da vida do seu…namorado yakuza.
- O meu trisavó era um yakuza….individual mas trabalhava para a Yamaguchi-gumi como recruta. – Nami reconhecia aquele nome, era a maior família, conhecida da Yakuza Japonesa. – Com o tempo e experiencia, ele ganhou o comando de um dos clãs…até por indicação do oyabun da Yamaguchi-gumi…ele criou uma nova família, afastando-se e entrando em total segredo. – suspirou – Daí foi crescendo por conta própria mas indiretamente…pertencemos à…
- Yamaguchi-gumi. – Nami completou-o
- Então a segunda maior família Yakuza descobriu a artimanha secreta. E do nada clãs descendentes da …
- Sumiyoshi-rengo. – a mulher deixou escapar e logo ficou pálida. Estava a interromper Reita…demasiado. Mas o loiro/moreno apenas gargalhou e mostrou-se satisfeito pelo vago conhecimento dela sobre o tema.
- Hai. A Sumiyoshi-rengo destacou um clã para nos matar. – anunciou – À três anos atrás… - silenciou-se por breves momentos e Nami imaginou que ele iria falar algo bem sério, então bebeu um pouco só para não ficar demasiado ansiosa. – criaram uma armadilha. – encarou Nami – Os meus pais e nii-chan foram mortos. – a mulher engoliu em seco e bebeu mais um pouco – O meu pai era um homem demasiado rígido e nunca fui o exemplar de filho para ele…não era ausente de sentimentos como ele, posso dizer que amava mais minha okaa do que meu otou. – aproveitou para dar uma pequena golada no seu saké – Meu nii-chan era o herdeiro do meu pai…sendo ele o mais velho e o mais dedicado à Yakuza. Em questão de arte marcial, manejo de armas e tudo o que ser Yakuza representa…eu fui sempre o melhor por mero acaso, mas liderança…era com o nii-chan. – sorriu vagamente. – Com a morte dos três…fiquei eu e vi-me obrigado a me tornar oyabun. O líder de clã mais forte que o meu pai tinha tomou posse da minha aprendizagem de liderança e exigiu-me resultados altos. Desde aí…sou dado como… - mordiscou levemente seu lábio inferior – o oyabun mais jovem de sempre, dos mais mortíferos e o mais estranho de todos.
- Sogoy. – Nami deixou escapar e ouvir aquelas palavras de Reita…excitaram-na. A adrenalina era imensa no seu interior, a vontade de ficar ao lado de um homem como Reita era extremamente perigosa mas de completa satisfação.
- Neste momento….Tonaco Takechi é o meu maior inimigo. Ele é o líder do clã da família inimiga de morte dos Yamaguchi-gumi e o responsável pela morte da minha família. – anunciou pesadamente – Takechi é mais velho que eu, inveja meu poder e inveja…a força da nossa área. Acho que é tudo isto que precisavas saber. Lamento não poder falar mais, Nami. – sorriu de canto – A não ser que te cases comigo, aí serás informada de tudo e serás Yakuza. – a mulher ficou boquiaberta.
- Reita… - corou imenso – assim deixas-me realmente incomodada. – fungou – Kuso. Como consegues deixar-me tão inquieta… - desviou o seu olhar do dele. – Bom, aprender a defender-me fisicamente e usar nunchaku… - abriu um sorriso traquina – deve ser porreiro. – falou num tom bem divertido que a fazia lembrar uma menina extremamente encantada.
Reita gargalhou e até baixou o olhar, mostrando-se tão divertido como orgulhoso. – Eu uso Sai. – informou-a. Os olhos cor de avelã de Nami ganhavam um novo brilho. Era tudo arriscado mas sentia-se feliz.
Por seu lado, o loiro/moreno sentia-se estranhamente motivado, pois Nami não se negara à conversa do “se casares comigo”, ela simplesmente desviara a atenção para a aprendizagem necessária para estar incluída na sua família. – Ano…não imaginei que a família Suzuki estivesse tão bem…posicionada. – a mulher comentou enquanto dava uma nova “vista de olhos” por aquela sala de estar.
- Aqui é onde encontro os meus kobun, basicamente aqui é onde os negócios são…apresentados. Claro que estou aqui maior parte do tempo. – suspirou – A casa da minha família…parece-me demasiado…grande, só vivo lá eu. Tenho empregados mas não estão 24h sobre 24h lá. – terminou de beber o seu saké e só aí Nami reparou que Reita também já havia terminado de jantar. – Porque te informas-te tanto sobre Yakuza, Nami? – ele perguntou então
- Como disse, assim que me mudei para o meu apartamento fui avisada e achei interessante saber exatamente o que era Yakuza. Sou mestiça. – indicou-se – Venho de uma pequena aldeia do sul e… - sorriu – até aos 12anos vivi em outro pais. – Depois, sendo eu uma…pessoa tímida demais e…frágil…a minha curiosidade sobre algo totalmente diferente do meu mundo…simplesmente atraí-me. – admitiu-lhe
- Não imaginas como me sinto…satisfeito por te ter conhecido. – ele confessou – Bem que digo e posso afirmar que tu és especial, Nami.
*
Inesperadamente, aquela noite de terça-feira tornara-se abafada e Nami agradecia o copo de sumo gelado, a parede da sala de estar totalmente em vidro e a varanda que ali havia em forma de meia lua; inspirou profundamente o ar da noite e sorriu para o brilho das luzes da cidade.
Reita surgiu a seu lado, apenas de calças vestidas; conteve um gemido e tentou procurar um tema seguro para conversar com aquele homem. O homem apanhou-a em flagrante quando Nami o olhava meticulosamente…ou melhor, olhava seu tronco. – Ano…não é tradicional vocês tatuaram o corpo todo…ou o tronco todo que seja? – foi o único tema seguro que se lembrou de tocar.
- Relembro-te que não somos…legais. – ele respondeu – Desde que o Dragão e a flor de sakura exista, basta. – informou a Nami. A mulher inclinou-se ligeiramente atrás, apenas para olhar a tatuagem que cobria toda a omoplata direita de Reita, sorriu. Era uma obra de arte…aliás…aquele homem, todo ele era uma arte. Humedeceu seus lábios inconscientemente e reparar que olhava a forma bem agradável do rabo daquele yakuza e este se dava conta…deixou-a inquieta. – Nami… - ele murmurou rouco.
- H..Hai… - falou ela de modo arrastado. Reita sorriu divertido e logo pousou o seu copo e o da companheira sobre a pequena mesa redonda que estava numa ponta daquela varanda em forma de meia lua.
- Estás a fazer de propósito. – ele anunciou assim que ficou frente a frente com aquela morena, a comprimiu contra o varandim em vidro e esta humedeceu seus lábios lentamente.
- Não estou a fazer nada. – ela defendeu-se assim. O homem pressionou mais as mãos contra a cintura de Nami e possuiu os seus lábios carnudos. A mulher queria reagir um pouco e ter noção que estava comprimida contra um varandim numa varanda no 10º andar não ajudava à tranquilidade. – Reita. – sua voz falhou graças aos nervos que se apoderavam de si.
- Confias em mim? – ele perguntou contra a sua orelha. Nami engoliu em seco e simplesmente assentiu positivamente. Reita conduziu as mãos dela até estas ficarem totalmente apoiadas sobre o varandim; do nada ele obrigou a morena a afastar suas pernas com um movimento do seu joelho esquerdo entre estas. – Quero-te. – anunciou contra a boca de Nami e logo ela lhe entregou um beijo.
Lentamente as mãos de Reita se arrastaram ao longo do corpo da mulher até abrir o justo colete que esta vestia e logo os botões da camisa foram desabotoados. Nami ofegou e não evitou fechar seus olhos de prazer quando aquele homem se apoderou dos seus seios, apertando-lhos e logo lhe puxar o sutiã para cima, deixando aquela zona do corpo feminino livre…recebendo a brisa da noite; a morena corou imenso quando sentiu seus mamilos se endurecerem, Reita acariciava-lhe o peito e o toque da brisa estimulava-a ainda mais. – humm… - gemeu Nami. O yakuza beijou a companheira e depois sua língua foi se arrastando da boca até um dos mamilos eretos dela; sua pélvis fisgou e sentiu-se desesperado…como poderia ser possível Nami o excitar tanto e tão depressa? Seria o gosto doce dela? Seria o jeito tímido dela?
Não interessava a resposta…interessava atender ao desejo.
Seus seios eram alvo da mais doce das caricias e Nami começava a se sentir extremamente frustrada e excitada, pois Reita provocava-a de tal modo que ela perdia possíveis forças para reagir. Respirou bem fundo, mordiscou o lábio inferior e sentiu-se cada fez mais quente no interior da sua feminilidade. Não poderia ser normal a atração entre eles ser tão voraz.
Afastou sua boca do mamilo rosado da companheira e procurou o olhar desta, ela estava acalorada e parecia mais que pronta para sexo. Reita sorriu de canto e a mulher ficou escarlate. – Tua expressão começa a me excitar demasiado, Nami. – ele falou contra a boca dela um pouco antes de a beijar selvaticamente.
Estava tarde mas quem era a mulher no seu perfeito juízo que tentaria impedir os avanços daquele homem que a beijava daquele modo e lhe indicava o quanto começava a ficar duro por si? Nami ofegou pesadamente e então foi arrastada para fora da varanda, entre beijos e caricias…ela viu-se completamente nua e sobre o sofá de couro da sala de estar. – Reita…não… - foi silenciada pelos lábios possessivos dele.
Sentia-se insuportavelmente excitado e ainda conseguia surpreender-se com a intensidade com que uma mulher tão simples e doce o conseguia enlouquecer daquele modo; Arrastou mãos e entregou beijos pelo corpo de Nami, tocou-a suavemente entre suas coxas e ela contraiu-se. – Koi… - murmurou num lamento assim que visualizou as pequenas marcas enegrecidas no interior de suas coxas – porque não me disseste que te estava a magoar… - mostrava-se realmente triste por ver que tinha marcado a mulher daquele modo.
- Sou frágil… - sorriu ela – e não me magoou…foi bom demais para sentir algo diferente de… - corou de novo – prazer, koi. – lambeu o lábio. Reita descaiu suavemente sobre o corpo da namorada, beijou-a demorada e sentiu-se animado quando as pequenas mãos daquela mulher aventuraram-se em despir-lhe as calças que ele estava a usar.
Ouviu como ele pigarreava quando lhe tocara a dureza do seu sexo e pouco depois o corpo de Reita tremelicou de prazer quando ela optara por estimula-lo. Os boxer’s foram junto com as calças e de momento apenas restavam as pequenas cuecas que Nami fazia uso entre seus corpos nus.
Era demasiado para ser impedido à última, Reita não queria ser tão apressado mas desde que estava com aquela morena…seu corpo deixava de lhe responder corretamente. Era…demasiada paixão. – Kuso… - murmurou entre dentes
- Fiz algo errado? – Nami questionou inquieta e abrandou de massajar o membro masculino.
- Koi…tu enlouqueces-me demasiado. – ele admitiu-lhe – E eu não posso continuar. – falou por fim
- Não podes… - procurou os lábios do homem entretanto, exigindo-lhe um beijo e esforçando-se para satisfazer Reita. Sem duvida ela estava a se esforçar o máximo que sabia…roçava seu corpo contra o do homem, entregava todo o amor que sentia em si na troca daqueles beijos minuciosos e acariciava-o o mais suave e agradável possível.
- …desculpa… - Reita murmurou contra a orelha dela e de súbito baixou-lhe as pequenas cuecas e penetrou-a a fundo. Nami conteve respiração e apertou-se contra o corpo do loiro/moreno; ele saiu dela e investiu de novo, criando um ritmo perfeito e criando movimentos extremamente apaixonantes.
A mulher sorriu, o receio de Reita era porque não se havia protegido mas Nami tinha noção do que deveria de fazer depois e certamente aquele homem jamais seria descuidado consigo caso a fizesse correr algum risco. Sentiu-se bem demais; entregou-se de corpo e alma a Suzuki.
http://iamcarmen.blogs.sapo.pt
A Precious Vampire - 7º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-22 15:00:50
7ºcap
Bill começou a sorrir sacanamente assim que Abby surgiu á sua frente repentinamente, a rapariga vestia um simples vestido de verão de cor azul escuro, dando um certo tom místico ao olhar dela. Passou a língua por entre os lábios e ficou em silêncio a observa-la.
- Bem o Tom está amuado e não quer mesmo sair, portanto já se deve estar a deitar. – ela encolheu os ombros e olhou-o – E nós? Vamos?! – sorriu
- Mas é claro. – deu o braço a ela e ambos saíram do Hotel luxuoso.
Festa de vampiros era sempre algo estranhamente tentador, os humanos que tinham conhecimento daquela sociedade deliram completamente. Serem alvos das dentadas dos vampiros havia-se tornado algo extremamente excitante para os mortais. Abby sentiu imensos olhares sob si assim que se aproximava do centro daquela festa junto ao mar. Bill sorria e parecia procurar uma “presa” com o olhar, aquele olhar hipnotizante do qual era portador…era como se Abby estivesse a ganhar um certo rubor nas suas faces delicadas, aquele vampiro honrado apesar de procurar todos com o olhar não se afastava um milímetro dela, continuava de braço dado com ela e parecia exibir-se assim.
- Isto deixa-me um pouco nervosa. – confessou
- Porquê? – olhou-a com carinho – És uma Mestria, toda a gente tem que te apreciar.
- Não me refiro apenas a isso… - baixou o olhar – Não deve ser assim muito bom verem-me acompanhada por um…outro vampiro. – sorriu timidamente
- Por favor. – riu-se – Somos apenas 2 vampiros amigos e viemos aproveitar esta festa. Que parece estar a animar cada vez mais.
Não valia a pena ela estar-se a preocupar com o que os outros poderiam dizer, ela apenas estava ali a dançar e a bebericar na companhia de Bill, nada de mais. A sua sede apertou-se quando Abby pode sentir o agradável aroma de um rapaz loiro e da sua altura, que passara junto de si, humedeceu os lábios e sentiu uma imensa vontade de cravar os dentes no pescoço daquele atraente rapaz.
Bill deixou de responder ao tipo que falava com ele á cerca das belas humanas e vampiras que por ali passavam, observou muito atentamente Abby a caminhar calmamente até junto de um tipo loiro, este estava acompanhado mas logo ficou sozinho. Viu que o humano dizia algo a ela e os seus sentidos apuraram-se quando sentiu a transformação da morena, sorriu e começou caminhar para junto dela, ia nas calmas para puder dar tempo… Abby passou a ponta do nariz pelo pescoço do dito moço e logo cravou os seus caninos na pele do rapaz, este contorceu-se ligeiramente e parecia completamente embriagado com aquela sensação que lhe causava os dentes da vampira e o chupar do seu sangue. Naquele momento Bill desejava ser humano e assim deleitar-se com aquilo que lhe poderia ser proposionado com a mordida; a vampira afastou os seus dentes da pele do outro, deixando-lhe a marca perfeita da dentada no pescoço do loiro…a conversa fluiu.
- Divertida? – Bill falou perto da orelha dela
- Um pouco. – passou a língua pelos lábios – E tu? – sorriu-lhe
- óh negaste-me a tua companhia. – olhou o humano – Saboroso o seu sangue?! – perguntou a Abby
- Sim, muito satisfatório.
Bill afastou o longo cabelo negro dela do seu pescoço e aproximou os seus lábios da pele aparentemente muito suave, sorriu.
- Que me dizes de irmos aproveitar a agressividade que está a tomar o mar, Abby? – falou junto da sua orelha; ela arrepiara-se com o modo como ele havia falado e olhou de relance para o mar, começava a se agitar e isso significava que uma tempestade se iria formar brevemente. – Não tens noção da sensação de adrenalina que nos confere. – deslizou o lábio pelo pescoço da rapariga – Vamos?
A proposta era tentadora, Abby não imaginava como era nadar no mar quando este estava a se tornar agressivo. Cecill havia dito que é soberbo mas Abby nunca se havia aventurado, ainda para mais sozinha, Tom nunca se tinha mostrado interessado em tal.
- Não sei se será boa ideia, Bill. – reparou que o humano que havia provado já se tinha ido embora
- Claro que é. – afastou-se o suficiente para encará-la. – Anda… - deu-lhe a mão e puxou Abby consigo até á beira-mar.
As ondas terminavam fortemente, o estalar ouviu-se e ela olhou curiosa, Bill havia-se transformado e a visão que ele conferia de momento era absolutamente fascinante…os olhos castanhos avelã dera lugar a uns azuis muito claros (como típico nos vampiros), mas Bill aparentava algo mais…o azul claríssimo tinha uma mistura estranha com um certo prateado, algo completamente novo aos olhos de Abby. Aquele toque prateado nos olhos do moreno conseguia intimidar, percorrer e deixar a vampira nervosa; os caninos aguçados dele eram o normal. Inconscientemente também a rapariga se transformou e voltou a olhar para Bill.
- Porquê essa diferença na cor dos teus olhos, Bill? – falou curiosa
- Querida…passados os 450 anos, nós atingimos o máximo dos nossos poderes e o prateado demonstra-o. – sorriu
- Wow… - sorriu – Deve ser incrível atingir o limite. – sorriu
- Tu já tens metade do teu poder, Abby. Rapidamente chegarás ao limite, mesmo antes de eu atingir os meus 550 anos. – falou divertido – E eu espero ver isso…Agora… - olhou o mar cada vez mais agressivo -…o mar espera-nos.
Ambos correram assustadoramente contra as ondas e logo mergulharam nas águas mornas do mar, Abby sentiu a mão do rapaz a agarrar a sua e puxou-a para o mais profundo do oceano. Atravessaram a agressividade das águas e deixaram que as correntes abruptas os encaminhassem por caminhos tumultuosos, depois chegar á calma das mesmas águas…nadaram divertidos por ali, apreciando os seres que os contornavam debaixo de água, no mais profundo desta.
Get out Mickey, I need sp(...)
publicado por Bê às 2013-05-21 23:33:01
Ultimamente, a minha mãe anda interessada num programa do Odisseia que faz recriações de mortes que não lembram a ninguém - vi um relato de dois rapazes que morreram num jardim de cactos, ambos completamente bêbados ao ponto de começarem a ter alucinações; um morreu com um espetado no coração, outro foi contra outro que lhe perfurou os olhos e o cérebro (?) whatever, foi uma coisa esquisita. Em contra partida, o meu pai anda interessado num programa do História - que por acaso é giro - em que as pessoas vão a uma loja com pertences antigos para vender o que quer que tenham antigo. Pelo que eu entendi, são feitas licitações sobre os objectos que as pessoas vendem, e após os proprietários da loja comprarem, levam a leilão mais tarde. Na última vez que vi o programa havia um rapaz moreno com uns caracóis engraçados. Foi à loja para vender uns quatro telefones antigos do Mickey. Coleccionador. O que o levava a livrar-se dos telefones mais antigos que os meus avós era a mudança da namorada. Ele disse que os queria vender porque a namorada ia viver com ele e ele precisava de espaço para os sapatos. Oh-meu-deus. O que eu sei, é que temos aqui um namorado e pêras. É assim mesmo.
publicado por LostDreams às 2013-05-21 18:00:47
Words with soul. Soul with love.
publicado por • Smartie às 2013-05-21 15:10:36
publicado por Bê às 2013-05-21 15:04:00
Eu disse que ia começar a arranjar o capítulo depois de três shots feitas e de acabar uma segunda parte numa outra coisa em que estou a escrever. Bem, não foi bem assim porque eu fiz uma shot apenas - acho eu - e apenas tratei da primeira parte da segunda parte do que eu queria. Também tinha dito que este capítulo não era nada de especial...Bem, ele não era. Não prestava para nada antes de o arranjar. No entanto, o arranjo mudou as coisas e com as coisas que acrescentei acabei por gostar dele e tudo. Obrigada pelas marcas, sim? E obrigada por ainda estarem a seguir isto. Não se preocupem que já falta menos de 40 caps para terminar ;)
» Capítulo 22 «
Se o esforço e trabalho não tivessem dado as mãos ninguém poderia afirmar que dois rapazes tinham enfrentado uma confusão danada para pôr as coisas em ordem de novo. Eram duas da manhã e eles sabiam que poderiam ter despachado e acabado com as arrumações e limpezas se todos tivessem colaborado. No entanto, Audrey estava demasiado alterada para ser deixada por Tom e dado o estado de Mel - e o receio que ainda persistia pelo seu bem-estar - fora decisão deles deixar Gustav ao lado da morena, deixando Georg e Bill encarregues das limpezas.
Já não havia vestígios de comida ou de garrafas pela sala, o chão e os móveis haviam sido limpos; e quando os dois empregados das limpezas se deixaram cair num sofá, já toda a casa se encontrava em silêncio. Audrey tinha começado a sossegar há uns minutos e Mel, até então, mostrava-se embriagada mas bem, ao ponto de não cometer mais nenhuma idiotice. Eles podiam, por fim, respirar e descansar porque bem mereciam.
publicado por Vitor às 2013-05-21 11:05:43
http://somethingformyown.blogs.sapo.pt
Porque de algum lado tem (...)
publicado por Tokiohotelundcl às 2013-05-21 00:12:59
E tu chegaste tão pequeno, tão indefeso, tão débil. O pequeno rejeitado graças às cabeças pouco formadas de algumas pessoas, as mesmas capazes, certamente, de deixar os seus filhos na rua ou às portas da morte por darem demasiado trabalho, ainda que a curto prazo.
O "pinguim enjeitado" que tanto amor tinha para dar, e ainda tem, todos os dias! O meu orelhas, o meu patinhas, que agora tão crescido está, mas que eu tanto gosto de recordar como tudo começou.
Amo-te
the smartest thing she's ever said
publicado por May às 2013-05-20 21:49:58
O meu pai é um homem -lógico- e adora jogos. Jogos de computador e principalmente de futebol (também eu!). O meu namorado também adora jogos. Jogos de computador e de futebol e não só; jogos e de condução. Carros e conduzir, ele adora, percebe-se mesmo isso na cara dele, tal como no meu pai. Também adora carros, não é tão fã da condução mas carros é uma das cenas dele. Como o meu avô, que tirando a pesca e filmes, adora carros.
Os homens adoram carros, podemos perceber isso, tal como as mulheres adoram sapatos, roupa, malas, vernizes e maquilhagem.
Segundo eles temos que entender o porquê de eles idolatrarem carros e condução, contudo nunca entendem o sentimento de ter um par de sapatos novos. Não estou a criticar, porque até acho muita piada a este facto, mas quando o meu pai me diz: "Aquele carro é lindo" eu respondo-lhe no momento em que posso: "O meu sentimento é igual por aqueles sapatos"; Ele fica a olhar para mim e risse.
E como chegamos a este ponto, perguntam-me vocês.. pois bem, acho que o gostar dessas coisas nos homens é normal e até já nasce com eles, agora as mulheres...
Para mim, tudo começa com o pintar as unhas. Começamos com uma cor, meses depois já utilizamos três, começamos a ir ás lojas e só queremos é roupa e mais roupa, os sapatos de salto -ou não- começam a iluminar-te a vista a fazer macaquinhos na cabeça, mas o sapatos são caros então optas pela mala, grandes, brilhantes, lindas e fabulosas, mas os sapatos não te saiem da cabeça e eventualmente compra-los, até que com todo o conjunto começas a achar piada ao rímel, e á base para tapar umas quantas imperfeições -em uma semana já a colocam na cara toda- e aos acessórios, porque estão todas lindas e não vão sair de casa sem um anel, fio, brincos ou pulseiras. Ao fim de dois meses, talvez mais, garanto-te que a tua mãe te diz: "Tá na altura de arranjares trabalho para pagares as tuas coisas."
publicado por Bê às 2013-05-20 00:42:09
Encho o papo. Ando tão virada para a Nora que não quero outra coisa. Este era o último e único livro que tinha comprado dela e que me faltava ler e agora...acabou! Não tenho mais nada da dona Nora para ler e eu não gosto disso. Estou em plena depressão porque gosto cada vez mais dos seus livros e do sentimento que põe neles e...não tenho mais nenhum para ler. Está quase a fazer um ano desde que o comprei e a piada está no facto de o ter levado por...levar. Sabia que o queria ler mas na altura de o escolher foi completamente ao acaso porque não me lembrava da sinopse nem daquilo que eu poderia contar com o livro. Escolhi e decidi trazê-lo para casa porque sabia que constava na minha lista de futuras compras e no meio de tanta indecisão, decidi arriscar. Eu não poderia ter escolhido melhor.
Para mim, os livros desta senhora seguem sempre a mesma ordem. Temos sempre um homem fantástico, uma mulher d'armas que sabe o que quer e um romance de nos deixar a suspirar pelos cantos por tempo indefinido. Pensei que este fosse seguir o mesmo estilo mas que seria engraçado pela particularidade da protagonista ser mãe solteira. A verdade é que me enganei e foi por isso que me rendi por completo a este livro. Notei logo diferença no início. Ela não é uma expert nas palavras mas tem jeito para elas e deixa-as fluir livremente e eu gosto disso. Desta vez mostrou-se mais crua e houve muita gíria pelo meio. Não considero a Nora uma mulher que fuja de determinado tipo de palavreado; quando tem de usar, usa. No entanto, nos diálogos e na narrativa do livro estava imposta tamanha descontracção que me fez prender ainda mais à história. Pensei também que ela não se dedicasse a romances policiais enquanto Nora Roberts e que era por esse mesmo motivo que havia criado a J.D. Roob. Portanto, encarar uma negociadora policial e os seus casos foi uma surpresa...agradável porque conhecer e tornar-me melhor amiga da Phoebe por 410 páginas por semanas foi um máximo. Também não posso deixar de dizer que apesar do protagonista ser o homem de sonho que eu esperava encontrar, ele deliciou-me pelo cavalheiro que era. Era de ideias fixas e isso atraiu-me tanto que se ele existisse mesmo, eu não responderia por mim. A forma como ele lidou com a família dela, principalmente a filha, foi demasiado encantadora e...enfim, estou rendida. Tenho pena por ter terminado mas ainda tenho o filme que fizeram baseado nele para ver. As minhas expectativas não estão muito altas porque, infelizmente, não parece haver alguém com competências para fazer um filme BOM baseado nos livros dela. Esses ficam todos para os livros do senhor Sparks, pelos vistos.
Enfim, resumindo, a trama foi fantástica, o romance também, a relação entre os personagens idem idem, aspas aspas. Não li muitos livros da Nora mas este sem dúvida que se tornou um dos meus preferidos...e tudo por um acaso. Resta-me ver se arranjo depressa mais livros dela para ler. Portanto, Dona Feira-do-Livro e Universo, espero que estejam alinhados a meu favor, pelo amor da santa. Estou a rezar por estes num futuro próximo...
Com uma graaaaaave e profunda inclinação para os "Escândalos Privados".
the smartest thing she's ever said
tinha que reescrever o qu(...)
publicado por May às 2013-05-19 23:56:13
publicado por LostDreams às 2013-05-19 21:55:45
Words with soul. Soul with love.
publicado por • Smartie às 2013-05-19 18:16:02

1. Título: "For a Good Time, Call..." Ano: 2012 País: EUA Género: Comédia Realizador: Jamie Travis Elenco: Lauren Miller, James Wolk, Ari Graynor, etc. IMDB: Link
2. Título: "Warm Bodies" Ano: 2013 País: EUA Género: Comédia / Terror / Romance Realizador: Jonathan Levine Elenco: Nicholas Hoult, Teresa Palmer, Analeigh Tipton, etc. IMDB: Link
http://iamcarmen.blogs.sapo.pt
A Precious Vampire - 6º C(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-19 16:17:09
6ºcap
Sentiu-se incomodado, Abby não tirava os olhos da mesa onde Bill e uma humana bonitinha jantavam e parecia atenta em perceber o que ambos falavam. Fungou e bebeu de um gole todo o resto do sangue que mantinha no copo grande.
- Nunca me falas-te no Bill. – ela recordou
- Não calhou em conversa. – ele suspirou
- Mas eu lembro-me de te perguntar nomes de vampiros…honrados…não referiste o Bill. Ele é mais velho que tu, se tu já metes respeito, imagino ele.
- Nunca fui muito dado…a amizade com ele. – murmurou
- Não sei porquê?! – encolheu os ombros – É simpático e uma espécie de VIP da comunidade vampírica, assim como tu.
- O que não significa que tenha que ser grande…amigo dele. – Tom falou inquieto – E porque estamos a falar do Bill agora?
- Porque eu comecei a falar dele. – ela riu-se – Parece-me que não gostas muito dele. – terminou a sua bebida
- É-me indiferente. – Abby olhou-o surpreendida – Que foi?
- Também não fales assim, Tom. – deslizou a mão pela face do namorado – Inveja-lo por alguma coisa, amor?
- Não que eu saiba. – respondeu devagar
- Então porque falas assim…eu pensei que vocês fossem amigos, quer dizer Nina disse-me que o são.
- Nina é apaixonada pelo Bill desde que veio trabalhar para este Hotel. No dia que abri isto, ele esteve cá, era convidado ilustre… - olhou Abby – e pronto.
- Ela também delira por ti, sabes. – brincou – Notei-o bem quando aqui cheguei pela 1ª vez.
- Mas eu sou só teu, Abby. O Bill é de todas. – informou
- Calma que até á pouquíssimo tempo tu também eras de todas. – advertiu brincalhona
- Isso era antes. Depois uma simples humana, como tu na altura, captou toda a minha atenção e paixão. – sorriu e beijou-a com doçura – E eu não mais posso sobreviver sem ti.
Foi Abby quem o beijou mas foram interrompidos…o beijo parou abruptamente e Bill surgiu mesmo em frente do casal, todo ele sorridente e animado.
- Desapareceram a tarde toda. – falou num tom provocador – Bom…enquanto andaram sumidos, eu tratei de me informar. E temos uma maravilhosa festa na praia mais a sul da ilha…afinal a aldeiazinha que fica também aqui tem pessoas.
- Vampiros, queres dizer Bill. – Abby informou – A ilha em si pertence á família do Tom, mas quando houve a dita revolta dos caças, ao que tu deves saber bem mais do que eu desse tempo…. – o moreno sorriu de um modo vitorioso – a família Kaulitz deixou que muitos viessem para cá.
- Abby és uma estudante e tanto. – olhou divertido para Tom, que se mantinha com cara de incomodado
- Bem faço por conhecer melhor a historia da…minha raça. – riram.
- Eu posso ensinar-te muito da nossa historia, linda. – aproximou-se subtilmente -Ofereço-me para teu professor particular. – os olhos azul esverdeado da rapariga ganharam um súbito brilho, um brilho que mostrava a “sede” que ela tem de aprender a verdadeira historia dos vampiros.
- Já chega de conversa, não?! – Tom meteu-se
- Bom, mas isto tudo…para…perguntar se não acham uma boa ideia de irmos até essa festa?
- Parece-me bem. – olhou Tom – Que achas?
- Fiz uma viagem longa hoje, Abby. – suspirou – Estou cansado.
- Bom…
- Nós 2 ficamos bem, na festa. – Bill falou sorridente e lançou um olhar brincalhão a Abby – Não achas, linda?
- óh… - evitou ficar concentrada naquele moreno
- Como queiram. – Tom levantou-se rapidamente e rapidamente saiu da sala de jantar.
- Mas que raio… - sentiu a mão de Bill pousar sobre o seu ombro
-Não te preocupes. Ele apenas anda…incomodado. – sorriu e deu um beijo carinhoso numa das faces dela
Inocência da Maldade - 10(...)
publicado por iamcarmen às 2013-05-19 14:23:06
Para quem não tiver conta ou blog sapo e utilizar o "não tem blog sapo" para desejar comentar e o tal "Publicar Comentário" não surgir...não se preocupe. No canto superior direito da tua tela de pc deves ter algo que indique para "diminuir o zoom" da pagina (normalmente isto está a 100%) e basta reduzir para 90% ou menos (caso o desejes) para que a "linha" que te permite publicar apareça logo por debaixo da area de comentário.
Fica só a dica. =)
10º
Sentia-se nervosa, a segunda-feira havia passado e fora o momento em que havia acordado ao lado de Reita…Hoji Nami não soubera mais nada dele e já estava no final de expediente de trabalho de terça-feira.
Então a morena recordou a si mesma que nem tinha um numero para onde contactar com o homem. Agora restavam as questões: ocupado com a Yakuza? Entretido com outros assuntos mais divertidos? Sem vontade de saber e estar com ela?... aquilo fazia a tranquilidade da mulher entrar em total colapso.
Caminhava pelas ruas do bairro, em breve o pôr-do-sol daria lugar no céu tranquilo de Tókio; algures na sua pequena mala o seu telemóvel começou a tocar, Nami alcançou o aparelho e estranhou a indicação de “número desconhecido”. – Mochi, mochi? – respondeu à chamada – R..Reita. – corou de imediato, até por telefonema a morena se sentia nervosa e intimidada com aquele loiro/moreno – Acabo de sair do meu empre… - calou-se subitamente – Nani? – pestanejou – Mas, mas…eu não sei o que… - sorriu timidamente – Hai. – disse por fim e desligou a chamada.
Um segundo encontro (isto porque o aparecimento do homem no seu apartamento não havia contado como um encontro, exatamente). Correu para casa, tomou um mimado duche e debateu-se com o que deveria vestir. Desconhecia onde Reita a levaria para jantar e temeu não ir adequada para o local.
Talvez o melhor de tudo era manter-se fiel a si mesma portanto Nami escolheu uma saia de pregas, uma camisa e fez conjunto com um colete justo; o mais fiel ao seu estilo normal. Deixou o seu comprido cabelo solto e até de jeitos mais rebeldes, apenas um toque de blush nas faces; sapatos calçados, mala ajeitada e saiu do apartamento. Segundo as indicações de Reita por telemóvel um hammer negro e vidros fumados deveria esperá-la mesmo à entrada do edifício; tal e qual.
Nami reconheceu aquele homem que a aguardava junto do carro, havia sido o mesmo que interrompera o primeiro encontro do casal; sorriu-lhe timidamente e mesmo sem obter um sorriso de volta, o homem assentiu tranquilamente e indicou-lhe que entrasse no hammer.
*
Orichi olhava por mera curiosidade pelo espelho retrovisor do carro do seu chefe, conteve um sorriso divertido quando pode distinguir naqueles olhos cor de avelã de Hoji Nami, alegria, inocência e muito carinho. Ela não era nada o tipo de mulher que os homens de Suzuki-sama haviam imaginado…ideal para o seu chefe, afinal…Hoji-san lembrava uma criança no corpo de uma mulher.
Recordara o dia em que Suzuki-sama ordenada a Taru que se informa-se sobre tudo o que poderia encontrar sobre a vida daquela jovem mestiça; Reita estava destemido e quando notara que os seus homens não achavam aquela mulher nada de especial…o ambiente na casa onde se encontravam ficou pesado e todos temeram dar a entender a opinião errada ao líder dos Suzuki. Á muito Orichi ouvira o antigo membro ativo da Yakuza falar que: por mais condenada que a alma de um yakuza seja ou por mais frio que seja seu sangue…o gosto da tortura inocente é o mais intenso de toda uma vida. Talvez em Hoji Nami, Suzuki-sama visse alguém que o afastava daquela vida violenta e carregada de males, talvez com aquela mulher o chefe de Orichi se sentisse docemente feliz e isso não o fazia pensar na sua condenada alma. – Chegámos Hoji-san. – o homem falou enquanto parava o carro que conduzia; olhou pelo espelho retrovisor e indicou silenciosamente à jovem mulher que saísse do seu lugar.
Nami agradeceu aquele homem o facto de ter sido seu motorista privado e saiu do carro; mal fechou a porta do Hammer soltou um longo suspiro. Desconhecia o local onde se encontrava, tudo o que tinha perante si era um enorme prédio de luxo com incontáveis andares. Engoliu em seco e logo o seu telemóvel tocou – H..Hai? – falou para quem lhe ligava – Informa-me o que faço à porta de um prédio de luxo no centro de Tokio? – pediu a Reita, que era quem lhe ligava – Sério? – começou a caminhar na direção da entrada em arco do prédio, ainda olhou atrás de si e já não restava sinal de Hammer negro algum.
Empurrou a grande porta de vidro do edifício e logo vislumbrou um homem negro, notavelmente segurança dali a olhá-la – Konbawa! – falou ela e mantendo ainda o telefonema com Reita – Hoji desu. – anunciou ela. O homem assentiu e logo lhe indicou o caminho para um dos dois elevadores do edifício.
Nami pestanejou e logo digitou os números código que Reita lhe anunciava por telefonema. – Certo. – falou ela assim que o elevador indicou que fora “desbloqueado”, chamou o dito elevador e pouco demorou para as portas metalizadas deste. Entrou e marcou 10º andar – Ja ne. – falou timidamente e desligou a chamada.
Se ali naquele edifício ficava a cobertura de Reita, então…sem duvida que Yakuza trabalha com muito dinheiro mesmo. Nami recordava as poucas histórias que lera sobre a máfia japonesa e então relembrou que nem todas as famílias “oficiais” da Yakuza eram conhecidas, obviamente…haviam vários nomes escondidos por nomes de grupo de máfia. Então Nami recordou tudo o que aprendera sobre a Yakuza…seria então que Reita, com meros 31 anos era o oyabun da sua família (era impensável isso).
O elevador anunciou chegada ao 10º andar. Nami saiu timidamente e logo se deparou com uma porta em madeira maciça e notou que esta estava entreaberta; Reita havia-lhe dito «vai entrando, koi», por isso…ela entrou sem se anunciar.
Seu corpo pareceu gelar quando passou o largo hall de entrada e se deparou com uma ampla sala, onde uma das paredes era uma comprida janela e dali se tinha uma paisagem estonteante; Nami continuava congelada à entrada, quatro homens estavam de costas para ela e o quinto, era Reita que se encontrava sentado num cadeirão de aparência muito confortável.
Os quatro homens mantinham-se de pé e olhavam o seu “chefe”, o silencio era tudo o que provinha deles e o próprio Reita se havia calado quando seu olhar encontrou Nami à entrada da sala. – Podem ir. – Reita falou confiante, sua voz parecia mais grave do que o habitual.
- Suzuki-sama. – os quatro homens falaram enquanto fizeram uma rápida reverência. Pareciam mecanizados aqueles homens, giraram em seus calcanhares e passaram por Nami sem se atreverem a admitir que seus olhares se encontrassem com os da mulher. A porta da cobertura ouviu-se fechar.
Reita elevou-se do cadeirão e chamou Nami para junto de si com um gesto, ela atendeu seu pedido e não tardou em se ver envolvida pelos braços daquele homem. O beijo entre o casal aconteceu o mais tranquilo e de total entrega, possível. – Reita…posso pedir-te que me esclareças umas coisas? – perguntou-lhe ela com receio, até seu corpo tremelicou de medo entre os braços dele.
- Se poder esclarecer… - ele falou tranquilo mas interiormente imaginou o que queria a morena saber.
- Tu és mesmo o…chefe…chefe…do teu grupo? Ano…és o oyabun? – seus lábios tremeram-lhe de receio. Não estava minimamente interessada em se meter no assunto do “trabalho” daquele homem mas…era curiosa por natureza.
- Hai. Eu sou o oyabun. – ele respondeu baixinho. Nami encarou-o
- Mas…mas…Suzuki não é o nome associado a nenhuma família reconhecida da Yakuza. – ela concluiu mais para si do que para ele.
- Quem disse que somos…reconhecidos, Nami? – ele provocou com um sorriso
- Na..ni…? – esbugalhou seus olhos – Mas..é um clã, ne? – ele afirmou com um gesto de cabeça – Então…
- Nós atuamos fora da lei ou longe do conhecimento público, koi. Por acaso têm acontecido muitas conversas protestantes pelo facto de tu me conheceres e saberes o que eu faço e tudo o resto. – franziu o sobrolho.
- Normal. No lugar de um… wakashu ou kyodai, também não ia gosta nada de uma estranha pelo meio…não fiz cerimonia alguma e tudo isso que se aplica ao conhecimento de um clã. Não tenho oyabun e isso… - baixava gradualmente o tom da sua voz. – Acho perfeitamente compreensível que desaprovem o facto de eu aqui…surgir, ne. Temem que eu…fale. – Reita começou a rir e a morena corou imenso.
- Andas-te a estudar o que é conhecido da Yakuza, Nami? – quis ele saber
- Não. Bom…estudei algumas coisas mas só desde que vivo no meu bairro, porque desde inicio que me informaram que é um bairro onde atua Yakuza e aparentemente sabia-se que lá…vocês atuam muito. Até existem estabelecimentos que proíbem membros de clã no seu interior. O que acho escusado mas pronto. – encolheu os ombros – Só estou a tocar no assunto…Reita porque não quero que os teus kobun, wakashu ou kyodai… - encolheu os ombros em sinal de indiferença para si – protestem.
- Nami…diz-me…quando estive junto de ti pela primeira vez, mesmo sem saberes que sou oyabun…imaginas-te desde logo que discretamente confirmei o que faço na vida..que…
- Jamais poderia fugir ou escapar da Yakuza. Sim. É isso que me assusta, sabes. Eu sei lá o que pensam de mim.
- Portanto…eu senti que podia confiar em ti e foi impossível afastar-me de ti. Simplesmente… - sorriu – apaixonei-me sem lógica por ti…civil. – suspirou – Claro que isso condenou-te a ficares em silencio sobre tudo o que tens vindo a conhecer de mim.
- Sério…podes condenar-me a isso as vezes que desejares…Suzuki-sama. – ela falou timidamente – Simplesmente…quero estar a teu lado. – o homem inclinou-se ligeiramente para ela e acabou por lhe exigir um novo beijo.
- Koi…vou contar-te o que posso sobre a minha vida. Suzuki não está associado à Yakuza…o meu clã é…secreto para a maioria dos clãs poderosos. Somos 190 membros, 990 homens e entre os quais existem 100 recrutados para “dominação de área”. Faz de conta que és uma delas…para já.
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-18 22:42:44
publicado por Bê às 2013-05-18 21:55:27

*morta de riso* A tua carapuça foi descoberta, hein, Gustav? ahahaha
Agora, andem com isso. Quer ver-vos a falar mal do Bill! Isso vai ser interessante...
publicado por LostDreams às 2013-05-18 19:39:53
Sabes quais são os dias mais felizes da minha vida? perguntou-lhe ela um dia. Não. respondeu simplesmente aquela voz. Aqueles em que estou contigo... e se estiver todos os dias contigo então sou sempre feliz. respondeu ela.
Andava a ver alguns posts que tinha feito no ano passado e encontrei este que escrevi em Agosto, adoro-o o: e pronto, decidi postá-lo de novo
publicado por sakura-andreia às 2013-05-18 13:15:23
E o Bill ganhou mais um novo amiguinho, para lhe fazer companhia no rodapé.
Não resisti em coloca-lo aqui, é tão... fofo que eu derreti-me assim que o vi.
Portanto o nosso amigo Bill, muito feliz e a bater palmas tem um novo bicnho.
publicado por TfmaK às 2013-05-18 12:01:50
(Um especial agradecimento à minha Alien Schwester, Ana, por me ter ajudado a escrever este capítulo <3)
***
** Mudanças **
Lúcia abriu a porta do quarto e viu o seu irmão aos beijos com uma mulher. - MATS JULIAN HUMMELS! – Gritou Lúcia, entrando pelo quarto a dentro.
Assim que o irmão a viu, separou-se rapidamente da mulher, e esta virou-se para trás. Um ataque de raiva tomou conta de Lúcia quando percebeu que a mulher era, nem mais nem menos, Ria - The Bitch Sommerfeld, alcunha que, numa das conversas com Tom, Lúcia deu a essa individua.
- MAS O QUE É QUE ESTÁS A FAZER COM ESSA AQUI NO QUARTO MATS?
A Ria levantou-se da cama, pondo-se à frente de Mats. – Quem é esta Matsy? - “MATSY? MATSY?!?! Mas quem é que ela pensa que é para o chamar dessa maneira? Só eu é que o posso fazer!” – Pensou Lúcia, e nessa altura não se controlou e atirou-se para cima de Ria. Primeiro agarrou-se aos cabelos, depois conseguiu mandá-la para o chão, com uma rasteira.
Mats tentava agarrar na irmã, mas sempre que o fazia levava, por isso decidiu ir pedir ajuda.
Enquanto isso, Ria e Lúcia continuaram a lutar. Cada uma gritava mais do que outra.
-QUEM É QUE TU PENSAS QUE ÉS PARA ESTAR A PÔR ESSAS TUAS GARRAS NO MEU IRMÃO?! – Disse Lúcia.
-PÁRA! PÁRA! – Gritou Ria, agarrando nas mãos de Lúcia. Depois ficou a olhar para ela. – Espera, eu conheço-te! Tu estavas com o meu Tommy!
-ELE NÃO É TEU SUA VADIA! – Levou-lhe as mãos ao pescoço. Era a raiva de Lúcia quem a fazia agir daquela forma, por momentos esqueceu-se de quem era.
Alguém entrou no quarto. Era Tom.
Tom aproximou-se de Lúcia e tentou agarrar nela. Mas esta empurrou-o, fazendo-o cair. Ele voltou a aproximar-se e conseguiu agarrar-lhe nas mãos. Depois fez com que ela o olhasse nos olhos e disse: - Lúcia Hummels pára. Não te esqueças de quem és. Olha para mim, sou o Tom. – Lúcia voltou ao normal. Assim que percebeu o que estava a fazer começou a tremer. Tom abraçou-a e pegou-a ao colo.
Mats entrou no quarto e, ao ver aquilo, começou a gritar para Tom: - O que pensas que estás a fazer à minha irmã?
Lúcia saiu do colo e aproximou-se do irmão. – Isso pergunto eu! O que estás a fazer com aquela vadia? – Ria levantou-se, com dificuldade do chão, pondo-se, de seguida, ao lado de Mats e respondeu: - Vadia? Vadio é esse teu namorado, o Tom. Ele vai-te comer e deitar fora. Depois não digas que não te avisei. – Ao ouvir aquilo, Lúcia deu uma chapada à Ria e depois disse: - Nem penses sequer pronunciar o nome do Tom!
Mats meteu-se à frente de Ria, como que a protegê-la. – Lúcia Hummels! Ela é a minha namorada! Mais respeito!
Lúcia ficou boquiaberta com a notícia e apenas respondeu: - Bom, que seja. Mas é bom que estejas ciente que até te separares dela, não te volto a falar. – Dito isto, Lúcia pegou nas suas coisas, que estavam em cima da cama, e saiu do quarto, juntamente com Tom, que apenas assistia a tudo, não querendo meter-se entre discussões de irmãos.
*
Desde que saíra do hotel, até chegar a casa dos gémeos, Lúcia não pronunciou uma palavra, mesmo quando Tom tentava fazer perguntas ela ignorava.
Tom estacionou o carro e, antes de sair, disse a Lúcia: - Se preferires ir para casa dos pais da tua amiga Joana ainda te posso levar. Sei que… - Lúcia interrompeu-o dizendo: - Não. Tenho mais dois dias para estar contigo. Não os vou desperdiçar. Não quero ouvir o nome do meu irmão até te ires embora. Está bem?
Tom assentiu e saíram os dois do carro, encaminhando-se para casa.
Eles entraram em casa. Não havia luzes ligadas, nem barulho. Bill já devia estar a dormir.
Tom guiou Lúcia até ao seu quarto. Depois abriu a porta e disse: - Podes ficar aqui a dormir, eu fico no sofá da sala. – Ele pegou nas malas de Lúcia e pousou-as em cima da cama. Depois dirigiu-se ao armário e tirou, o que deveria ser o seu pijama. – Dorme bem. – Beijou a testa de Lúcia e saiu do quarto, fechando a porta.
Lúcia soltou as lágrimas que, até aquele momento, tinha feito um esforço enorme para não chorar à frente do Tom.
Ela pôs as suas coisas no chão. Despiu-se e vestiu o pijama. Depois, deitou-se, enroscando-se nos lençóis.
Durante mais de uma hora, Lúcia andou às voltas na cama. Não conseguia dormir por isso, levantou-se e dirigiu-se à sala, onde Tom estava a dormir.
Ele estava deitado no sofá e destapado. A única coisa que tinha vestido eram os boxers. Lúcia perguntava-se como é que ele não tinha frio.
Ela aproximou-se dele. “Parece um anjo a dormir.” – Pensou, olhando para a sua cara. Depois, acordou-o suavemente.
Tom abriu os olhos, com algum custo, e perguntou, com uma voz de sono: - O que se passa Lúcia? – Sentou-se no sofá, esfregando os olhos.
-Não consigo dormir… - Ela sentiu-se vermelha. – Ahm… vem dormir para ao pé de mim…
Tom riu-se e passou a mão dele na cara de Lúcia. – Não é preciso estares assim tão vermelha Lu. – Levantou-se e agarrou na mão de Lúcia. – Vamos. – E dirigiram-se os dois para o quarto.
Quando entraram, Tom, pegou na Lúcia ao colo, e deitou-a na cama.
-Tom… - Disse Lúcia, incomodada com o gesto, e pensando que ele teria segundas intenções.
Tom sorriu, e deitou-se ao lado dela. – Não te preocupes. Não tenho segundas ideias. – Pegou na ponta do lençol e tapou-o a ele e a Lúcia. De seguida aproximou-a de si, fazendo-a ficar entre os braços dele, aconchegada. – Descansa. – Beijou-lhe a testa, fazendo, ao mesmo tempo, festas no cabelo dela.
Lúcia adormeceu passado pouco tempo.
Perspectiva do Tom:
No dia seguinte a toda a confusão com Lúcia, Tom acordou cedo. Ele acabou por não dormir muito. Lúcia tinha um sono algo agressivo e Tom acordou várias vezes com pontapés que ela lhe dava.
Eram oito da manhã e ele levantou-se sem acordar Lúcia. Depois decidiu dirigir-se à cozinha e preparar o pequeno-almoço para Lúcia.
Quando chegou à cozinha, Bill já estava sentado na bancada com o seu pequeno-almoço habitual: um copo de sumo de laranja natural, fruta e tosta mista.
-Bom dia Bill. – Cumprimentou Tom, enquanto se dirigia ao frigorífico.
Antes de responder, Bill levou à boca, calmamente, o copo de sumo de laranja e bebericou um pouco. Depois disse: - Bom dia Tom. Então a noite foi boa?
Tom pousou o tabuleiro com a comida na mesa, olhou para Bill, e respondeu: - Repete lá a pergunta.
-Então tens a Lúcia na cama. Estás assim nesse estado, de boxers. Até me admiro que ela tenha deixado fazeres isso…
Tom deu uma gargalhada alta. – Não Bill, eu e ela não fizemos nada. Eu passo a explicar o que se passou ontem. – Contou a Bill toda a situação de Ria e do irmão de Lúcia. – E depois, ontem à noite, ela foi acordar-me ao sofá a dizer que não conseguia dormir e pediu-me que me deitasse com ela. Nunca tive intenções de o fazer já com ela. Não a quero magoar. Se ela quer ir com calma. Vamos com calma.
Ao ouvir estas últimas palavras, Bill ficou boquiaberto com o que o irmão acabara de dizer. – Bem, tu gostas mesmo dela, mano. Nunca pensei em ouvir-te dizer uma coisa dessas. – Levantou-se e abraçou o irmão. – É bom ver que sempre aprendes coisas comigo.
Tom riu-se. – É. – Pegou no tabuleiro com a comida. – Vou dar de comer à nossa hóspede. – Saiu da cozinha e dirigiu-se para o quarto.
Tom entrou no quarto e deu de caras com Lúcia somente com a roupa interior vestida. Lúcia reparou em Tom e rapidamente se atirou para a cama, tapando-se.
-Desculpa! Pensei que ainda estavas a dormir… - Disse Tom, virando-se de costas para ela.
-Deixa lá. – Respondeu Lúcia. – Podes-te virar.
Tom obedeceu. Ela continuava em roupa interior. “Damn! Ela é mesmo bonita…” – Pensou Tom, automaticamente. Depois disse em voz alta. – Se quiseres eu saio…
Lúcia sorriu, percebendo que Tom estava um pouco atrapalhado. Ela sentou-se na cama, vestindo de seguida uma t-shirt. – O que trazes aí? – Perguntou, olhando para o tabuleiro nas mãos de Tom.
Tom aproximou-se da cama e posou o tabuleiro. – O pequeno-almoço para a minha hóspede. – E sentou-se ao lado dela, olhando atentamente para a sua reacção.
Primeiro ficou vermelha, depois sorriu e olhou para Tom. – Mas que bom aspecto! Não sabia que tinhas jeito para a cozinha.
Perspectiva da Lúcia:
Lúcia acabou de comer rapidamente. Depois disse: - Estava delicioso Tom.
Ele sorriu e mexeu nas rastas ao mesmo tempo. Fazia aquilo sempre que ficava nervoso ou envergonhado. Depois levantou-se, pegando no tabuleiro e disse: - Veste-te porque vamos dar uma volta. – Saiu do quarto. Ele continuava em tronco nu e com os boxers vestidos. “Ele é tão lindo…” – Pensou Lúcia.
Quando ele saiu, Lúcia levantou-se e vestiu-se. A roupa escolhida foi umas calças justas cinzentas escuras, uma camisola azul esverdeada e uns sapatos creme. Era um conjunto de “menina comportada”. Depois pegou na sua mala de higiene e saiu do quarto para procurar a casa de banho.
Não demorou muito até a encontrar. Antes de entrar bateu à porta.
-Entre! – Gritou Bill.
Lúcia abriu a porta, Bill estava a por laca no seu cabelo. Na casa de banho pairava o cheiro insuportável da laca.
Bill reparou na expressão na cara que Lúcia fez ao entrar, riu-se e disse: - Desculpa. A esta hora é sempre assim. Mas temos outra casa de banho. É a do Tom. Esta é a minha, como podes ver. – Lúcia olhou em volta.
A casa de banho era grande. Com uma banheira no fundo e vários espelhos espalhados. O lavatório, onde Bill estava, tinha uma prateleira com várias caixas de maquilhagem.
-Não me importo de ficar aqui. – Respondeu Lúcia, enquanto pousava a sua bolsa. De seguida, começou a maquilhar-se, como sempre, com um simples risco de lápis preto nos olhos e um pouco de batom rosa claro.
Pelo espelho Lúcia percebeu que Bill estava a olhar para ela com um sorriso.
-O que foi? – Perguntou ela, enquanto continuava a arranjar-se.
-Nada. É que, até agora, foste a única rapariga que fez mudar completamente a atitude do meu irmão.
-Como assim? – Ela terminou o que estava a fazer e ficou atenta ao que Bill dizia.
Bill riu-se e respondeu: - Mais tarde percebes. – E saiu da casa de banho, deixando Lúcia sozinha e curiosa.
Depois de estar completamente arranjada, Lúcia dirigiu-se para a sala de estar, onde se sentou no sofá à espera de Tom.
Passaram cerca de dez minutos e ele ainda não tinha aparecido. Lúcia decidiu ir à procura dele.
Ela caminhou até ao quarto de Tom. Não estava lá. Depois, decidiu ir à casa de banho dele e encontrou a porta fechada. Por isso bateu, esperando que alguém a abrisse.
-Entre! – Disse Tom.
Lúcia abriu a porta. Tom estava a arranjar as rastas.
-E depois falam das mulheres, que demoram horas na casa de banho. – Gozou Lúcia, aproximando-se de Tom.
Tom riu-se e virou-se para ela. – Desculpa a demora. – Agarrou-lhe na mão.- Vamos?
*
A rapariga só soube aonde ia quando ambos entraram no automóvel.
- Estás a pensar levar-me aonde, já agora? - Tinha ela perguntado.
- Montanha russa. E depois levar-te a conhecer a minha mãe e o meu padrasto. - E sorriu como uma criança.
Lúcia ficou perplexa por uns momentos, tudo por causa do último plano que Tom tinha arranjado sem a avisar previamente. "Conhecer os pais dele... Já? É tão cedo!", Reflectiu.
-... Adoro montanhas russas. - E arqueou as sobrancelhas.
- E conhecer a minha mãe e o meu padrasto, não?
- Não tendo experiência nisso, não posso dizer que adoro, mas... Vai ser interessante.
Demoraram cerca de meia hora a chegar a um parque diversões, sendo então duas da tarde. Não havia muitas pessoas, mas Tom e Lúcia preferiam assim por dois motivos diferentes; ele gostava de ter a sua privacidade, sem haver possíveis fãs ou paparazzi, e ela simplesmente não se sentia confortável em multidões.
Antes de irem parar à fila da montanha russa, Tom disse que lhe ia comprar algo para comer. Sugeriu algodão doce, mas Lúcia odiava, até que perguntou se a roulotte dos churros e farturas servia. "Churros, oh meu deus, oh meu deus! Ele sabe os meus pecados...". No final disso tudo, Tom gastou por volta de cinco euros em dois churros com extra chocolate, só para ela.
- Uma rapariga desse tamanho e a comer logo dois churros com camadas de chocolate... Desde quando é que isso já se viu?!
- Please! O meu irmão come dois destes em dois minutos e só com duas dentadas... Coisa de família sabes?
- Que seja. - O rapaz não tinha vontade de comer, mas assim que a viu literalmente a devorar aqueles dois, teve vontade de provar. - Dás-me um pouco? Mas sem muito chocolate, por favor!
Lúcia riu-se e fez-lhe o favor. Aponto-lhe o churro para boca e Tom trincou um bocado, que no entanto, estava cheio de chocolate. Ela riu-se só das expressões que ele fazia por não aguentar com tanto na boca, acabando com os lábios sujos. "Normalmente não faria isto, mas... Seria algo burra se não o fizesse numa ocasião destas", e limpou o chocolate da boca dele, com os seus lábios.
Perspectiva do Tom:
"Bem, isto começou rápido... Quer dizer, já estava a ver que ela nunca mais começava com uns bons avanços, mas isto!". Entre os beijos ele pensava, entre os beijos ele sorria. Lúcia apercebeu-se e sorriu também e foram os risos que acabaram com os beijos.
- Limpaste tudo? - Questionou duvidoso. - Acho que ainda tenho um pouco nos cantos... E nos lábios... E na língua.
- Se lamberes bem isso sai, agora quero ir à montanha russa! - E puxou o braço dele em direcção à fila.
Não havia mais de oito pessoas na fila, a maioria casais. Andavam também aos beijos e aos abraços, com piadas sobre a possibilidade de elas terem medo e os namorados agarrarem nelas, toda a gente com grandes lamechices. Isto fez com que Lúcia e Tom olhassem um para o outro, como se partilhassem o mesmo pensamento: "Nós não somos assim, nunca iremos ser assim!", à medida que tentavam controlar os risos.
Assim que abriram a vez deles, Tom agarrou da mesma forma que Lúcia lhe tinha agarrado e foram os dois para os últimos lugares, mesmo no final.
- É sempre nos últimos lugares que se tem a melhor sensação. - Disse ele. - Estar nos primeiros tira a piada toda da montanha russa.
O funcionário foi certificar-se que estão todos sob as medidas seguranças e começou.
Perspectiva da Lúcia:
Para Tom, era evidente que estava a divertir-se, sempre ali com um sorriso e ansioso pelas curvas e descidas. Porém, Lúcia viu a sua diversão ser arruinada, tudo por causa dos malditos churros com chocolate extra. "Por favor, não, não, não posso vomitar, muito menos aqui!"
Ela nunca pensou que iria desejar sair da montanha russa, mas ela precisava mesmo. Não podia exigir ao funcionário que parasse aquilo tudo naquele preciso momento, só porque se sentia maldisposta, e decerto que aquilo não poderia demorar muito. Mas os minutos pareciam tão longos! Deviam ter sido cinco, mas cinco minutos angustiantes.
Assim que tinha acabado, Lúcia foi a primeira a sair, mesmo sem ter esperado pelo rapaz. Tom mostrou-se confuso e foi atrás dela, mas não podia entrar no momento em que ela fechou-se na casa de banho e ouvia os ruídos dela. Lúcia estava claramente a vomitar.
- Estás bem? - Perguntou através da porta, contudo, não recebendo uma resposta e continuando a ouvi-la. Depois, parou.
Lúcia, depois de ter lavado a boca no lavatório, abriu a porta.
- Volto a repetir: estás bem?
- Sim... Encontro-me melhor. - Disse, mas franzindo as sobrancelhas com uma expressão de mal disposição, novamente. - Ou talvez não.
E fechou-se outra vez, voltando a vomitar.
Perspectiva do Tom:
Tom ficou à espera dela, sentado num banco à frente do WC. A rapariga pelos vistos demorou bastante, mas a única coisa que ele pedia é que ela sentisse melhor. "Se ela continuar mal disposta levo-a para casa. A mãe e o Gordon podem conhecê-la noutro dia, não devem-se importar com isso, acho eu".
Lúcia saiu, por fim, da casa de banho. Ele levantou-se e dirigiu-se a ela, recebendo-a nos seus braços.
- Desculpa por ter estragado a nossa tarde. - Disse ela de voz baixa e sofredora, com a cabeça apoiada no peito dele.
- Não estragaste, esquece lá. Queres que eu te leve a casa?
- Não me ias levar a conhecer a tua mãe e o teu padrasto?
- Sim, mas obviamente que não te vou obrigar a ficar lá a noite toda quando não te sentes bem. É melhor ficares em casa.
- Eu quero conhecê-los, a sério! Foram só dois malditos churros, pára de me chatear mais do que eu já estou. Acho que tenho comprimidos na mala, tudo se resolve.
- Se tu o dizes...
*
Tom conduziu para casa. A viagem demorou mais tempo, cerca de vinte e cinco minutos, ele conduziu com pouca velocidade para que Lúcia não se sentisse mal e voltasse a vomitar.
Quando finalmente chegaram e Tom parou o carro, viu que Lúcia estava branca, ainda mais branca do que já era, branca como cal.
-Lúcia tens a certeza que estás bem? – Perguntou Tom, preocupado.
-Sim. Neste momento apenas preciso de ingerir algo saudável. – Ela respondeu, respirando fundo.
Tom saiu do carro e abriu a porta a Lúcia e ajudou-a a apoiar-se. De seguida, caminharam os dois até à entrada e Tom tocou à campainha.
Perspectiva da Lúcia:
Passaram-se uns segundos e a porta abriu-se.
-Tom! – Era a mãe dele, Simone. Uma senhora não muito alta, cabelo comprido e ruivo. – Tu deves ser a Lúcia. – Disse, cumprimentando-a.
Lúcia retribuiu e respondeu: - Sim. Lúcia Hummels.
Simone sorriu e olhar melhor para Lúcia. – Sentes-te bem?
Tom envolveu Lúcia pelos ombros. – Ela vomitou. Precisa de comer alguma coisa saudável.
-Oh minha querida. Anda. – Simone conduziu Lúcia à cozinha.
A cozinha era espaçosa e aberta e tinha o seu toque moderno e prático.
Quem estava na cozinha era Bill e outro homem, que deveria ser o padrasto dos gémeos.
Simone mandou Lúcia sentar-se e depois dirigiu-se ao frigorífico.
Bill e outro homem aproximaram-se de Lúcia. Quem falou primeiro foi o Bill: - Então Lúcia. Estás bem?
-Dois churros de extra chocolate + montanha russa não é uma boa combinação. – Respondeu Lúcia, gozando com a situação.
Bill e Tom riram-se ao mesmo tempo. Depois Tom pousou a mão no ombro de Lúcia e disse: - Este é o nosso padrasto, Gordon. – E apontou para o homem atrás de Bill. Ele aproximou-se mais de Lúcia. – Olá, muito prazer em conhecer-te.
-Saiam da frente! – Era Simone a falar, ela trazia na mão uma tigela. Passou pelo meio dos gémeos e pousou na mesa, à frente de Lúcia, uma taça de sopa e uma colher.
-Sopa mãe? A sério? Não tinhas outra coisa para lhe dar? – Resmungou Tom.
Lúcia riu-se. – Cala-te Tom. Eu gosto de sopa. – Ela pegou na colher e provou. – Esta é de espinafres. A minha favorita. Está muito boa dona Simone.
-Ainda bem que gostas querida. – Virou-se para o Tom. – Devias aprender alguma coisa com a Lúcia, Tom. A sopa faz bem. – Bill riu-se. Simone virou-se para ele. – Isto também serve para ti menino.
*
Lúcia passou o resto da tarde e ma parte da noite em casa de Simone.
Agora estavam todos sentados na sala de estar. Simone estava a mostrar umas fotos de Bill e Tom quando eram mais novos.
-Vocês eram tão queridos! – Exclamou Lúcia, ao ver uma das fotos em que Bill e Tom estavam juntos. – Como é que os conseguia distinguir Simone?
Simone riu.se- Muitas vezes eu fazia-os usar t-shirts com o nome de cada um.
Tom olhou para as horas no relógio de pulso. – São onze. Vamos? – Perguntou ele a Bill e a Lúcia.
-Eu vou ficar aqui. – Respondeu Bill.
-Porquê? – Questionou Lúcia.
Ele sorriu. – Quero matar saudades da minha mãe querida. – E abraçou-se a Simone.
Tom levantou-se e Lúcia fez o mesmo. Depois o Tom disse: - Bem, sendo assim, nós vamos embora.
Gordon e Simone levantaram-se e despediram-se de Lúcia. – Foi muito bom conhecer-te querida. – Disse Simone.
-Também gostei muito de vos conhecer. – Respondeu Lúcia. Depois Tom e ela encaminharam-se para a porta e ouviu-se Gordon a chamar Tom e disse: - Tens aí uma boa rapariga Tom, nunca a deixes.
Tom sorriu para Gordon e saiu de casa, de mão dada, com Lúcia.
Em pouco tempo chegaram a casa.
Estavam agora deitados na cama, Lúcia estava enroscada no peito de Tom e este fazia-lhe festas no cabelo.
-Tom..? – Disse Lúcia, já com uma voz de sono.
-Diz.
-É verdade que nunca tiveste estas atitudes que tens comigo com outra rapariga? Em toda a tua vida? – Ela perguntou, levantando a cabeça e olhando para ele.
Ele sorriu, um sorriso nervoso mas apaixonado. Depois respondeu: - É. Lúcia, nunca conheci outra rapariga que me fizesse sentir assim. Eu sinto-me bem quando estou contigo. – Ele dizia tudo isto com um brilho apaixonado nos olhos. – Vou lutar por ti até ao fim.
Lúcia tinha lágrimas nos olhos. Para ela, Tom também era importante. Ela nunca tinha tido um namorado, nunca se tinha aproximado tanto de um rapaz como fez com Tom. Lúcia aproximou-se mais da cara de Tom e beijou-o. Um beijo apaixonado como nunca antes tinha dado.
Depois dos dois separarem os lábios, Lúcia disse: - Eu também me sinto muito bem ao pé de ti. Sabes, nunca que contei, mas eu nunca tive um namorado. – Ao dizer isto ela sentiu-se a ficar muito vermelha.
Tom riu-se com isso, depois respondeu: - Nunca tiveste um namorado?
-Nunca. Nunca me consegui bem ao pé de rapazes. Isso faz de ti ainda mais especial.
Ao ouvir isso Tom deixou cair uma lágrima. – Lúcia Hummels, eu amo-te tanto! – Abraçou-se a ela. Depois beijou-a apaixonadamente.
***
Roupa que Lúcia usou no encontro:
publicado por sakura-andreia às 2013-05-18 00:36:37
publicado por Bê às 2013-05-18 00:29:26
Um novo ar. Não é nada de novo mas dá para o gasto e sempre há uma mudança que é o que eu queria. Se eu estava muito farta do outro? Nem por isso mas o meu estaminé precisava de alguma cor. Ainda são capazes de ver um vestígio do que o outro tinha por estes lados também. O que posso dizer? Não me consegui livrar daqueles Power Rangers alemães. Como eu calculo que não haja mais nada por estes lados que requeira um balde, babem-se perante a caixa de comentários.
http://diarystuff.blogs.sapo.pt
publicado por iamcarmen às 2013-05-17 23:15:51
...e basicamente é apenas isso. Estou extremamente, completamentre, inexplicavelmente...aborrecida. Fim.
Kisu <3
