publicado por Palomina às 2013-05-21 13:33:45
perfil público

publicado por Palomina às 2013-05-21 13:33:45
"Persegues-me à toa...
Nunca paras para pensar...
Esqueces as ruas...
Porque sabes que os teus caminhos estão em mim...
E neles te reencontras."
Reencontrando-nos aos dois...
Assim daquele jeito só nosso...
Onde vale tudo à nossa maneira...
Para que continuemos a nossa história...
Até que...um dia...
Por motivos de força maior...
Tenhamos que nos afastar...
E a perseguição...acabe...de vez!
publicado por Palomina às 2013-05-20 19:27:19
publicado por blue258 às 2013-05-20 17:20:00
Finalmente, vi o filme (versão 2012). O meu Jude Law, perfeito no papel do conde Alexei Alexandrovich Karenin.
O filme desenrola-se como se uma peça de teatro fora, entrelaçando as cenas e tecendo a teia do amor trágico num pano de fundo leve e solto, tornando-o deveras agradável. Surpreende pela leveza, portanto. Pela graça, pela originalidade. Aconselho vivamente. O livro e o filme.
Sempre defendi que se deviam ler os livros primeiro, sempre e acima de tudo, tendo comigo a ideia de que o filme não poderia ser mais do que uma desilusão. Nem sempre são. Cada vez mais são um prazer e a encarnação quase perfeita das personagens que antes viviam apenas no papel. Confesso que a minha opinião tem vindo a mudar e com ela a forma de ler. Vejo nos filmes o convite perfeito para a leitura. Portanto, para quem ainda não leu, porque não ver o filme e depois, quem sabe, não resisitir a ler a obra de Tolstoi.
publicado por Palomina às 2013-05-20 14:00:16
Escreve-me na pele...
Com a ponta dos dedos.
Palavras soltas...
E textos infindáveis...
Até que sintas...
A minha boca...
Querer responder-te...
Em forma de sussurro...
Gemido...!!
publicado por blue258 às 2013-05-17 12:45:42
São perfeitos para nos instalarmos no sofá com um bom livro, é hoje mesmo que aqui promovo esta Campanha de Incentivo à Leitura.
3. Colocar a Imagem no Blog para apoiar a Campanha
publicado por blue258 às 2013-05-16 18:36:22
Um clássico da literatura. Romance de F. Scott Fitzgerald ao som de uma banda sonora do mais delicioso que pode haver: Lana Del Rey, Florence And The Machine, The XX, Sia, Jack White e muitos mais. Do mesmo produtor de Romeo + Juliet e Moulin Rouge (bandas sonoras memoráveis das quais me orgulho de possuir os originais). Escusado será dizer que este já ganhou o lugar na lista dos meus favoritos. Estreia hoje.
P.S. Com Leonardo Dicaprio e Tobey Maguire. Querem mais motivos para ver? A não perder!
Moda » BREAKFAST AT TIFFA(...)
publicado por raquel às 2013-05-13 15:46:47
publicado por raquel às 2013-05-12 14:58:33
– Então, diga lá, vai candidatar-se às eleições deste ano? Perguntou o General Faísca, enquanto cortava lentamente o rosbife. – Ou tem receio que a oposição nos derrote? Teresa levantou o olhar do prato. A oposição sair vencedora, como é que era possível se a repressão era constante, não tinha ouvido falar numa maior abertura política, seria ainda segredo, estaria para ser divulgado? Não me parece que isso aconteça, o senhor duvida que o povo está connosco, a sua maioria pelo menos, que bandidagem a há em toda a parte. Disse o pai, reprovando aquela última especulação. Não se trata de duvidar, intrometeu-se Miguel, às vezes só a fé não chega e olhe que o povo tem-se sentido subestimado. E o menino, o que é que sabe de política, Sei o pouco que me ensinaram, que a vontade dos homens é difícil de controlar, não concorda? Ninguém respondeu a princípio, um silêncio pesado. Depois, o Villaverde encheu o peito e deu a sentença: – Concordo, só não se esqueça que não há maior vontade que a do nosso Primeiro-Ministro.
» excerto de um livro da minha autoria - título temporário: 'villaverde'
publicado por Palomina às 2013-05-10 15:21:00
publicado por raquel às 2013-05-10 15:09:42
Quem me tem acompanhado nesta aventura que é ser escritora (quem me dera...) na blogosfera sabe que não há nada que mais deseje do que acabar o secundário, não só porque o secundário só é a melhor altura das nossas vidas nos filmes, mas também porque quero muito ir estudar para Lisboa. No outro dia, estava no tumblr ou no lookbook e os meus pais chegaram a casa e chamaram-me com um berro, muito entusiasmados. Tinham uma prenda para mim. Bem, ao princípio pensei que estivessem a gozar, só depois de insistir é que me levantei e desci as escadas a tentar imaginar o que puderia ser, pensei em livros, em roupas, não pensei de certeza naquilo que realmente era. A minha primeira reacção foi de desilusão. Quer dizer, a prenda era uma mala de viagem, como se me estivessem a pôr fora de casa. Nem disse nada, olhei para a mala, deixei que a minha mãe a abrisse e se gabasse dela, e subi de volta para o quarto. Quando falei disto às minhas amigas, elas responderam-me que só tinha razões para ficar contente, que deveria olhar para a mala como um reforço. Depois disso fiquei mais contente, afinal de contas, a mala de viagem significa a aproximação de um novo ciclo, algo que tem sido um desejo constante nos últimos três anos. Mas não deixo de ter um sentimento desconfortável em relação a este presente peculiar. Talvez porque trás a pressão das expectativas. Ainda tenho alguns testes e dois trabalhos para fazer e depois terei que sobreviver aos exames. Tenho medo que os meus planos não corram como planeado, tal como acredito que todos os meus colegas sentem. A mala só acentuou mais esse medo - se não correr tudo bem, se não entrar onde quero? Este último mês vai ser complicado, não sei bem como me hei-de organizar, mas é a reta final e, se tenciono honrar o presente que os meus pais me deram, tenho de dar tudo o que tiver. Espero que seja o suficiente.
publicado por Palomina às 2013-05-10 08:40:38
publicado por raquel às 2013-05-09 16:57:52
publicado por Palomina às 2013-05-09 15:32:21
publicado por Palomina às 2013-05-09 15:12:43
"Gosto de perceber quando alguém não gosta de mim. Não é por uma questão narcísica, mas para saber quem tenho na minha frente. É importante percebermos que nem todas as pessoas vão gostar de nós ou sequer querer partilhá-las das nossas ideias. Cada uma é livre de escolher com quem quer celebrar o seu tempo. O contrário também é verdade. Eu também só celebro o meu tempo com quem gosto e com quem valoriza estar comigo. É um direito que me assiste. Há muito que deixei de viver de braço dado com a falsidade. Volta e meia, toca-me no ombro, mas é a única aproximação que lhe permito antes de a convidar a sair."
José Micard Teixeira
publicado por Palomina às 2013-05-08 23:01:49
publicado por Palomina às 2013-05-08 14:37:48
Gosto de música, já todos por aqui sabem disso.
Por isso, desloco-me a um concerto que não sei precisar bem ao certo onde (não, não estou amnésica nem fui de olhos fechados, mas com a leitura do texto vão entender o porquê de eu não conseguir precisar o lugar). Onde encontro centenas de pessoas á frente do palco onde se iria dar o espetáculo.
Era noite, estavamos num local que me parecia ser uma espécie de pinhal, todos "amontoados" a vibrar com a atuação, até que..................
Sinto um individuo do sexo masculino a encostar-se a mim, olhei para trás e reconheci-o, não lhe disse nada porque seria impossível fazer-me ouvir tal era o barulho que ali se fazia sentir, pisquei-lhe o olho em forma de cumprimento, ele retribuiu piscando-me também o dele.
Mas continuou a encostar-se, roçando-se, aproveitando o ritmo da música para disfarçar, eu fui deixando...atrevendo-me também a fazer o mesmo.
Numa pausa de uma música para a outra, ele quase colado a mim, disfarçadamente, levei a minha mão para trás, não virando o meu corpo para poder sentir o seu membro, estava duro, consegui senti-lo através das calças de ganga que usava.
De novo uma outra música começa e nós continuamos aquilo que ambos sabiamos que nos estava a dar um gozo e um prazer enorme, na presença daquela gente toda, e muita dela nossa conhecida.
Nisto, roço o rabo nele com mais força e retiro-me daquele local, tentando passar entre as pessoas que ali vibravam ao som da música. Sinto-me seguida, é ele, quando olhei para trás e o vi, tive a certeza do que iria acontecer a seguir, só tinhamos que encontrar o local ideal para o fazermos.
Caminhei sempre até estar distanciada o suficiente daquela gente toda, não se via quase nada, não havia luz eléctrica, o que foi uma boa ajuda para a concretização daquela loucura.
Juntos nada dissemos, ouvia-se a música de fundo muito alta, enquanto ele apressado pressiona-me contra uma árvore beijando-me, ao mesmo tempo que com a mão dele me levantava uma perna e a colocava junto á sua cintura pressionando o seu sexo contra o meu...como estava duro.
Não querendo perder tempo, porque a ânsia e o desejo eram mais que muito e também estavamos a arriscar a ser descobertos por alguém, começamos a semi-despirmo-nos. Ele desabotoa-me os botões da blusa que eram de mola e facilitaram a manobra, eu tiro as calças e o que estava por baixo delas, enquanto ele fazia o mesmo, parecia uma luta onde cada um dava tudo por si só, com um único objetivo, livrarmo-nos daquele tesão louco.
Ele pega-me ao colo, encostando-me contra a árvore e penetra-me....foi uma sensação inexplicável, misturada com a escuridão, os holofotes lá ao fundo, a música que se ouvia, a brisa suave que se sentia nas pernas despidas e nos seios semi-descobertos.
Ele investia-me por mim a dentro vezes sem conta, até que os braços começam a ficar trémulos, não estava a ser nada fácil conseguir aguentar aquela posição. Desce-me, vira-me de costas para que eu possa apoiar as mãos no tronco da árvore e continua naquele entrar e sair delicioso, onde começo a gemer e a sentir que vou ter que explodir mexendo cada vez mais o meu corpo contra o dele. E atinjo um orgasmo em pleno ar livre numa noite primaveril, sentindo-me uma loba em pleno cio.
Ele sentiu as contrações do meu orgasmo, querendo de imediato saborear aquela mesma sensação explosiva que lhe corria no sangue e vem-se num gemido abafado.
Recompomo-nos e voltamos aos nossos lugares iniciais, com a desculpa de termos ido dar uma mijinha. Mas no nosso pensamento sabiamos que tinha sido uma rapidinha.
Uma rapidinha deliciosa.
Incrível o poder que a nossa mente tem sobre nós.
Desde sempre acreditei que o sonho tem uma via simbólica, que nos quer dizer algo de nós mesmos. Nem sempre é fácil de decifrar o porquê disto ou daquilo que sonhamos. Mas penso que quando sonhamos é uma forma de nos revelarmos, de compensarmos e equilibrarmos a nossa psique, onde realizamos desejos inconscientes.
Do pouco que estudei de psicologia, lembro-me que uma pessoa que tem sonhos eróticos tem uma psique mais viltalizada, mais enérgica, cheia de intensidade e desejo, e que nem sempre é sinónimo de um desejo de um acto sexual, mas sim que a própria vida é prazerosa do jeito que ela é para connosco.


