publicado por Celinne Marie às 2013-05-25 14:52:12
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Rita
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Beatles, Bob Dylan, The XX, White Stripes, Linda Martini, B Fachada.
publicado por Celinne Marie às 2013-05-25 14:52:12
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publicado por Dany às 2013-05-24 14:25:56
Preciso mais uma vez de todos vocês, gostava que me dissessem quais as publicidades televisivas que vocês já viram e que tenham gostado e achado fofinhas e pronto, vocês entendem-me. E nao pode ser publicidade a bebidas alcoolicas que isto é um trabalho escolar. Se conseguirem deixar o link do youtube, agradeço.
publicado por Carolina às 2013-05-23 22:02:10
Eu falo muito, se calhar escrevo ainda mais, mas a ideia de que tenho a resposta sempre pronta e sei de tudo é totalmente errada. Eu passo boa parte do meu tempo a formular respostas para questões que me coloco todos os dias - eu revejo conversas que tive umas trinta mil vezes, irrito-me por me ter comprometido aqui e acolá, por ter sido ligeiramente incoerente numa certa afirmação. Discuto comigo mesma todos os dias, interiormente, e talvez seja por isso que muitas das minhas respostas parecem ser pensadas - e é também isso que me dá um certo conforto em certas conversas que tenho, nas quais, se fosse doutra forma, não saberia o que dizer.
A viagem para Mafra foi interessante nesse ponto de vista - até porque não podia fugir para fora do autocarro para me desviar da conversa, o que me obrigou a responder de alguma forma àquilo que me perguntavam. O assunto era dos poucos em que a minha resposta nunca está preparada e eu plisso sem fim: a minha vida amorosa. Podem-me pôr a falar de política, de religião, dos processadores dos computadores (assunto sobre a qual eu não sei nada, mas nem me importo de inventar) ou até do sexo dos anjos. Mas da minha vida, não, por favor! E a explicação é bastante simples: primeiro porque não sou pessoa de grande partilhas. Confesso algumas coisas a meia dúzia de pessoas em que confio em grande escala e fica por aí. Por outro lado, por muito que me perguntem, eu nunca sei responder - acredito que achem improvável, mas as questões que vocês próprios se colocam sobre mim, também eu faço.
A pergunta mais flagrante e da qual eu já falei aqui é: "mas porquê que tu, não sendo uma aberração da natureza e até tendo alguma graça, sendo inteligente e outras coisas que tais, nunca tens namorado?". Questão interessante, de facto, mas à qual eu não tenho resposta. Passa-me pela cabeça a palavra "predisposição" e o facto de eu ser uma chata do pior. (Chega?)
publicado por Celinne Marie às 2013-05-23 18:17:14
publicado por Carolina às 2013-05-23 15:44:43
Quatro horas para lá, quatro horas para cá. Porquê o Porto parece ficar longe de tudo o que nos importa ver? A parte boa é que se põe a conversa em dia, brinca-se e ri-se com fartura... porque verdade seja dita que fazer oito horas num autocarro é de ficar de rastos...
Uma das melhores partes da viagem foi a visita guiada. Fomos divididos em vários grupos e eu tive imensa sorte no guia que apanhei - era excelente (em todos os campos, que carinha laroca tinha ele): expressivo, cativador, brincalhão e sabia muito daquilo. Visitamos a igreja, parte do palácio e uma ínfima parte do convento em si. As coisas estão muito bem conservadas e com a ajuda do guia conseguimos quase reconstruir na nossa cabeça aquilo que se vivia lá, a par das descrições que temos no livro do Memorial. Por fora, é um enorme monumento. Lembra-me um pouco Madrid: muita pedra, muito pesado, muito grande, mas sem uma beleza estonteante. Aquilo que chama à atenção é mesmo a grandiosidade e nem tanto os pormenores - que os tem, mas sem grande destaque.
Da parte da tarde vimos um teatro (um bocado maçador, mas pronto) e depois de uma curtíssima visita à parte do convento que está agora reservada à escola de infantaria, voltamos para casa, já completamente de rastos. Mais conversa, mais brincadeiras, mais risota. Depois, quando chegamos, aposto que corremos todos para as nossas camas, tal era a forma como estávamos. Mas valeu a pena o cansaço.

(o convento lá atrás)
Biblioteca. Com livros lindos, com capas maravilhosas. E onde vivem morcegos, só a título de curiosidade.

publicado por jabeiteslp às 2013-05-22 23:08:49
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EU tenho que sair da net (...)
publicado por Dany às 2013-05-22 22:10:05
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devia estar a estudar, ma(...)
publicado por Dany às 2013-05-22 21:51:00
"more sleep, more sex, no calls, just texts, new boy, no ex, less love, no stress"
Como ser, de pés presos a(...)
publicado por Celinne Marie às 2013-05-22 17:34:40

De viver, eu aprendi que hás vezes temos que deixar as coisas fluir. Aprendi que nem sempre a respiração denuncia quem somos ou como estamos. Nem todos os dias são solarengos nem controlados. Nem todos os raios de sol são quentes , nem todos os dias de frio são monótonos. Nem todas as leis da ciência nos conseguem definir como seres que somos. Somos livres, somos poéticos. Somos artistas com uma alma presa e com pés pregados ao chão. Nem toda a noção do errado é errada nem todas as leis foram feitas para serem quebradas. Poderia perfeita ser a vida, sem confusões nem alarmes. Como nas fotos analógicas, de filme, em que a cor denuncia a calma e plenitude das coisas. Quero paz quero calma. Quero viagens em que a única preocupação é se trouxe rolos e pilhas suficientes para a máquina fotográfica. Ser é viver, ser é estar ou existir? E assim me contradigo. Como ser que sou, como artista de pés presos ao chão.
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um xiu para a minha cabeç(...)
publicado por Dany às 2013-05-22 17:22:52
publicado por Carolina às 2013-05-22 15:56:31
Quando for grande quero perceber a "abertura fácil" dos pacotes de leite.
publicado por Carolina às 2013-05-21 21:35:13
Amanhã é minha a última grande visita de estudo. E a primeira deste ano, que a minha turma ainda não tinha posto um pé fora da escola no que toca a actividades de exterior!
Como não há senão sem bela, isto de nos obrigarem a ler Saramago tinha de ter alguma coisa de positivo: vamos ao convento de Mafra! No meio de tanta descrição chata, de tanta desgraça, de tanta história e tantos, tantos homens, o convento lá se ergueu e vamos poder vê-lo com os nossos próprios olhinhos amanhã! E a famosa pedra gigante, que tem quase um capítulo inteiro naquele livro em sua honra (e sim, já nos prepararam para a desilusão: a pedra, no fim de contas, não é assim tão grande).
Já fiz rissóis e patinhas de caranguejo (coisa que faço uma vez ao ano, que nesta casa não se comem fritos), sandes e essas comidas anti-dieta que se costuma levar nestas visitas. Devo confessar que me sinto um bocado miúda com isto tudo, como se fosse a minha primeira vez nestas andanças; na verdade, é o contrário: estou assim por ser a última. Nestes últimos dias, apesar da carga de stress e exaustão, quero ser como uma esponja e absorver tudo o que possa. E conviver e desfrutar da companhia de tudo e de todos os que me rodeiam naquela escola. Sei que vou ter saudades. Há que aproveitar.
Depois conto como foi e, se for caso, mostro fotos. Me esperem!
Homens só de longe (ou de(...)
publicado por Carolina às 2013-05-21 18:05:33
Infelizmente, já não sou da época dos meus irmãos - nunca brinquei na rua com os meus amigos, nunca fui para casa somente ao cair da noite, nunca andei livremente pela rua aos 7, 8 anos de idade. Eu sou da época das televisões - da Madeleine McCann, da Natacha Kampusch, das três mulheres presas num sótão em Cleveland... Sou da altura das Mentes Criminosas e do CSI, tudo óptimo para dar ideias para quem precisa delas. E isso, quer queiramos quer não, influencia-nos.
Não que antes não houvesse loucos, sádicos e assassinos - simplesmente não havia a projecção que há agora. E isso deve ter criado um medo inconsciente em mim de que só dou conta em algumas situações. Da mesma forma que tenho fobia de médicos sem ter tido um episódio dramático, tenho uma desconfiança imensa (em alguns casos mesmo medo) nos homens em geral. Eu sou mesmo menina para não entrar numa loja quando vejo que só há um lojista e este é homem; odeio quando entram homens no elevador quando eu estou lá dentro; e sempre me fez aflição pensar em ter um homem como instrutor. Basicamente, estar sozinha com pessoas do sexo masculino em sítios fechados e preferencialmente pequenos deixa-me tudo menos confortável.
O pior é que, estas duas semanas, a minha instrutora vai de férias. E, lamento, há uma verdade quase indiscutível: as mulheres são umas cabras umas para as outras, más como as cobras... mas entre isso e estar num habitáculo com um homem que não conheço de lado nenhum, prefiro estar com as da minha espécie. A questão é que, à falta dela, não tenho escolha e vou mesmo ter meia dúzia de aulas com um instrutor, o que me tem andado a apoquentar, tenho de admitir. No fim, até devo gostar, mas até lá sofro por antecipação, especialidade aqui da casa.
(E sim, já sei, sou uma pessoa estranha... mas que raio querem que eu faça?!).
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publicado por Dany às 2013-05-21 15:31:08
Tenho de estudar, tenho de estudar, tenho de estudar, tenho de estudar, tenho de estudar. E fazer milhentos de trabalhos para apresentar e organizar um stand. Ok, eu estou calma. Não estou nada setressada, nem tenho sono nenhum. A vocês volto a pedir a ajudinha. Beijinhos*
publicado por Carolina às 2013-05-20 17:27:55
Algo de bom nestas semanas nada pacíficas para mim! Não preciso de óculos! Nem de lentes! Nem de nada nos meus olhinhos que todos dizem ser meio chinocas! Acho que foi a primeira consulta, em toda a minha vida, em que saí satisfeita!
De facto, e como já tinha constatado, o meu olho direito não vê assim tão bem - embora pouquinho, tenho míopia e astigmatismo. Mas também não é assim tanto como a enfermeira disse (eu bem avisei!)! O médico foi sensato e disse que se eu não tinha dificuldades em ver, nem dores de cabeça e essas coisas chatas, não era preciso andar com o peso dos óculos em cima do nariz. Se um dia for preciso, assim será.
O oftalmologista sempre foi dos médicos que mais tolerei por não ser muito invasivo - e porque, simplesmente, não me assustava assim tanto (estas coisas não se explicam, pronto). Correu tudo bem, o senhor era simpático e, acima de tudo, o diagnóstico não foi assim tão mau! Uffa!
Batam-me , esfolem-me mas(...)
publicado por Celinne Marie às 2013-05-20 14:32:38
" Ceeeeelinneeee , és mesmo má onda! Não postas à quase um mês e nos últimos tempos só postas porcaria óh moça!"
Pois é , mas eu fui raptada por uma vaca que me levou para S.João da Pesqueira enquanto... Ok , eu só digo porcaria.
É verdade, ao tempo que não faço nada de jeito. Acontece que já há algum tempo que ando longe disto. Ou tenho muito para dizer mas não tenho tempo nem vontade de ligar o pc ou então estou atulhada de livros. Desde que mudei de curso que parece que levei uma chapada de matéria. Não tenho tempo de ir a casa , não tenho tempo para mim nem para me divertir. Tenho saudades de me deitar na cama e pensar " heitch, nada pa fazer, que seca " e ver uma série. Tenho o " Estilo , disse ela" da Ana Martins e o "Dei-te o melhor de mim" do Nicholas Sparks em cima da mesinha de cabeceira , ou melhor perdido no quarto, pseudo-semi-lidos por acabar!
E orgânica para aqui, é Quimica-Fisica para ali e é isto que se tem passado. Já tenho Bioquímica para Exame e espero não ficar com mais nada pendente, para que possa ser finalista para o ano. Nem de futebol me tenho interessado, do meu Braguinha em 4º lugar!
Estou viva , I swear ! Por isso vou dando uma vista de olhos nos blogs que tenho aqui como favoritos para não perder nada!
So, have a nice day sunshines! ![]()
publicado por Carolina às 2013-05-19 20:43:21
Antes de mais e de qualquer post que possa fazer, não posso deixar de festejar o meu título, o nosso título. Tenho de admitir que não fiz grande festa, porque, para mim, o campeonato ficou ganho na jornada passada e com um sabor bem mais especial. Não sou pessoa de ir para os Aliados festejar, que aquilo é demasiado grito e confusão para mim, mas estou lá em espírito.
Sou sócia do meu clube de coração já vai fazer dez anos, e estes anos resumiram-se a alegrias, de uma forma geral. Acima de tudo, vejo-o como um dos pontos altos da minha cidade, que cada vez mais é ofuscada pelas luzes da capital. Tenho muito orgulho de onde sou, de onde nasci e do clube a que pertenço - independentemente de tudo o que digam (o que somos, o que deixamos de ser ou o que fazemos)! Parabéns Porto <3

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publicado por Dany às 2013-05-18 17:41:54
Ontem soube que passei à fase seguinte de um concurso que participei pela disciplina de economia, participei mais pela nota do que pela perspectiva de passar à próxima fase, mas claro fazendo o melhor que sabia e conseguia, principalmente porque soubemos do concurso uns 5 dias antes do prazo para entregas de trabalho. O concurso é este : Jovens Cientistas e Investigadores, e agora tenho que fazer um stand onde exponho aquilo que fiz, o meu trabalho é na área de Economia e é aquele sobre marketing, se alguém tiver ideias eu agradeço tipo milhões que as partilhem comigo.
Prometo que respondo aos vossos comentários em breve, beijinhos*
publicado por Carolina às 2013-05-18 16:59:53
Quando, há coisa de dois meses, o meu anel/aliança de filigrana partiu, decidi que iria ser uma pessoa normal e deixar de comprar anéis deste género para mim própria; porque, afinal de contas, já estava em tempo de alguém me dar os anéis em forma de compromisso em vez de ser eu a oferecer a mim própria.
Mas a verdade é que sentia falta do meu anelzinho que me acompanhou durante uns dois anos e borrifei-me para a treta de ser eu a dar-me a aliança (até porque se for a esperar que me ofereçam, pelo andar da coisa, bem que vou passar anos sem ter anéis nos dedos). Já me tinha apaixonado pelo que queria quando fui com a minha mãe comprar a minha prenda de aniversário e, felizmente, dois meses depois, o dito ainda lá estava na ourivesaria à minha espera. Ontem fui à baixa e trouxe-o para casa, já com ele enfiado no dedo. Ainda solteira, claro - mas pelo menos mais adornada e completa do que antes.
publicado por Carolina às 2013-05-18 11:53:10
publicado por Carolina às 2013-05-17 19:41:49
Hoje estava a sentir-me horrível a passear na baixa. Estava com o cabelo na sua forma original (ou seja, encaracolado, por esticar), o que detesto profundamente; estou vestida de uma forma muito mais desportiva que o normal, com um camisolão que comprei em Barcelona por causa do frio que se fez sentir ao longo de dia; e, ainda por cima, ando a sentir-me mais cheiinha do que devia. Portanto, para mim, estava horrível.
E enquanto meditava na minha maldita apresentação, olhava para as outras pessoas - e apercebi-me que não tenho nenhuma noção de como as pessoas me vêem a mim. Quer dizer, eu olho para alguém mais gordinho e pergunto-me "mas será que eu sou assim?". Não percebo muito bem como é que alguém que se vê ao espelho todos os santos dias pode ter dúvidas destas, mas a verdade é que as tenho a uma escala enormíssima. É claro que tudo é relativo, que há opiniões diferentes, mas acho que há um senso comum mais abrangente. Eu estou sempre muito mais certa das minhas capacidades intelectuais do que físicas - eu consigo acreditar em mim mesma no que toca a coisas que envolvam a cabeça, mas tudo que meta a aparência... cof cof. Se há dias em que até me acho bonita, há dias em que me acho um horror (hoje!) - mas o que os outros pensam, não faço a mais pequena ideia (se pensarmos bem, também não dou muito espaço para ninguém se expressar, mas pronto); se há dias em que olho ao espelho e acho que até nem preciso de emagrecer mais, há outros em que me sinto uma baleia (hoje!) - e os outros, acham-me uma baleia?
Eu, para além de não saber o que os outros acham, não sei o que achar de mim mesma - e a minha falta de noção é tão grande que nem sequer arranjo termos de comparação com outras pessoas, para me poder "visualizar" de alguma forma. Mulheres têm destas coisas...
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publicado por Dany às 2013-05-16 21:53:26
Queria ter-te mais perto, com mais carinho e mais amor. Preciso de ti e tudo aquilo que o teu amor me têm para dar, mais de tudo aquilo que ele já me deu. Por favor.
publicado por Carolina às 2013-05-16 21:35:19
Até ao ano passado, o meu pai passava a vida a falar nas saudades que tinha de Paris, das ruas, das noites,... Em Abril lá fomos nós passar três dias à capital francesa e eu, de tanto que tinha ouvido falar, acho que fiquei um pouco desapontada. Diria que é impossível achar Paris uma cidade feia - tem monumentos estonteantes e em cada canto -, mas atribui a minha falta de "entusiasmo" ao facto de, mesmo não estando à espera, ter as expectativas demasiado altas e ter ido com os meus pais (não desprezando a companhia deles, que adoro, mas suponho que Paris com um namorado seja ligeiramente diferente).
Passado pouco mais de um ano de ter lá estado, tenho eu saudades. Percebi que Paris se enraizou em mim, mesmo sem eu ter dado por ela. E, curiosamente, lembro-me muitas vezes de um passeio nocturno que dei com o meu pai pelas ruelas da capital - acho que é essa a essência da cidade. Muito para além da Torrei Eiffel e do Arco do Triunfo, é todo um ambiente diferente e que, diria, trás muito da Belle Époque aos dias de hoje.
Continua a não ser a minha cidade, a não representar o meu eu mais profundo, mas percebo agora que foi um sítio que me conquistou ao longo do tempo e não naquele momento (como Barcelona, por exemplo). Acho que embelezo aqueles dias no meu pensamento, juntando-lhes as músicas e as cores que mais se lhes adequam. Dentro de mim, Paris é cada vez mais bonito e espero lá voltar dentro em breve.

publicado por Carolina às 2013-05-16 19:11:28
Só eu sei há quanto tempo estou para dizer isto: finalmente agarrei-me a um livro!
Algures no Natal, se não me engano, "A Sombra do Vento" de Carlos Ruiz Zafón chegou-me pelo correio como prenda de uma amiga (obrigada C.!) que fiz por estas bandas. Na altura estava a ler outra coisa e, entretanto, meteu-se o Memorial, de qual eu tive a indecência de dizer que "se lia bem". De facto, eu já não me lembrava do sabor e do prazer proporcionado por um bom livro.
Para dizer a verdade, comecei a ler este livro porque precisava algo com que entreter a cabeça, e bem sei que um bom livro é a formula mágica para todas as preocupações se desvanecerem por uns bons bocados. Também já estava cansada de me sentir obrigada a ler a obra de Saramago. Porque, se por um lado, acho o livro mais fácil de ler que "Os Maias", que se dá no 11º ano, por outro estava a lê-lo por pura obrigação. Eu nunca gostei da pessoa que Saramago mostrava ser - das várias entrevistas que li e vi - e já conhecia a sua escrita, tendo em conta que li meia dúzia de páginas do "Ensaio Sobre a Cegueira" e um bom bocado d'"As Intermitências da Morte". E não gosto. Não gosto daquela forma peculiar de escrever, que para mim é uma pura maneira de se querer destacar ainda mais dos outros escritores, quase que como uma concorrência desleal. É claro que a minha opinião de pouco ou nada serve, tendo em conta que o senhor foi o vencedor de um Nobel, mas felizmente a liberdade dá para estas coisas.
Quando me apercebi que já não teria ler mais aquele livro (pois, supostamente, já havia sido testada sobre ele), saltei para outra história e apaixonei-me. Devia acabar de ler o Memorial, devia interromper a leitura d"A Sombra do Vento" e, com azar, a minha nota de português sairá prejudicada. Mas, lamento, nada me arranca este livro enquanto não o acabar. A paixão é assim, desmesurada. Mesmo no campo dos livros.
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publicado por Dany às 2013-05-16 10:44:42
Ontem fomos mais fortes, sem dúvida que sim, foi um orgulho e um sofrimento ver aquela equipa a jogar. Mas mais uma vez contam as bolas lá dentro e mais uma vez sofremos no tempo de compensação. Sim chorei, chorei por algo que eu já tinha antecipado que iria acontecer, mas ainda assim não queria crer.
publicado por Carolina às 2013-05-15 22:12:11
Ando entrar numa rotina depressiva de casa-escola/escola-casa/casa-condução/co
Como tal, amanhã, único dia desta semana livre da condução, pensei em fazer algo que não faço há meio século: ir ao cinema. Acho que o Gatsby espera por mim. Eu e ele, na sala de cinema mais próxima.

Médico puxa médico (ou co(...)
publicado por Carolina às 2013-05-15 18:08:54
Hoje fui ao centro de saúde, basicamente, para marcar o ponto. Já não punha lá os pés há uns dois anos e tinha mesmo de ser, senão perdia a médica de família. Aproveitei e levei os papéis dos pré-requisitos para a faculdade, tendo em conta que o curso que quero mos pede.
Eu, para além de odiar médicos, não gosto daquela senhora de forma particular - apesar de que hoje, tenho de dar a mão a torcer (o braço é pedir demasiado), até nem foi muito mal. Queixa-se sempre que as minhas tensões estão altas - o que não admira, porque sempre que entro naquele sítio fico uma pilha de nervos mal me vejo envolvida por médicos, doenças e enfermeiros - e faz-me sempre as mesmas perguntas irritantes para eu lhe dar precisamente as mesmas respostas. Mas lá me assinou os papéis. Só faltava uma coisa: a acuidade visual.
Muito rapidamente, lá fiz o teste das letrinhas. Comecei bem, com o olho esquerdo, onde tenho 100% de visão. Passei rapidamente para o olho direito, sem dar tempo suficiente para focar, receio, e dá-me uns míseros 70%, quando, para os requisitos, é exigido pelo menos 80% em cada olho (que eu acho que tenho, porque sou teimosa e acho que vejo perfeitamente bem). Ela preencheu aquilo, mas mal saí da consulta vi-me com outra marcada para o oftalmologista na próxima segunda-feira. Nada melhor para piorar uma semana que já estava a ser maravilhosa. E eu vou usar óculos... o tanas, sim? Era o que mais me faltava, caraças.
publicado por jabeiteslp às 2013-05-15 10:23:48

