- Sophia de Mello Breyner
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- Também no Privilégio dos caminhos
(antes de mais, nada do que eu escrever neste post consegue fazer justiça à ilha de são miguel..acho que não há palavras para descrever tamanha beleza. já tive em muitos sítios em portugal, mas nunca encontrei um tão belo antes...)
sábado!
acordamos cedo para esticar bem o dia. o sacana do tempo é que não colaborou mesmo nada, acordou bem cinzentão e ameaçador e assim se manteve o dia todo :P
saimos do hotel, fomos buscar o nosso carrito, um nissan micra, e partimos à descoberta!
seguimos para este, a caminho da lagoa das sete cidades.
apesar da estrada ser tramada, só curvas e sempre a subir, o percurso é lindíssimo!
chegamos ao miradouro da vista do rei e ficamos deslumbrados!

já tínhamos visto a lagoa em montes de fotos, mas nada nos tinha preparado para aquela grandiosidade. é de cortar a respiração!
pena o tempo estar escuro e cinzento, não dava para distinguir a diferença das tonalidades da água, só mais lá perto é que conseguimos.
depois continuamos em direcção à vila, comigo toda histérica, porque era a primeira vez que estava "dentro" de um vulcão e assim e assado lol
dali fomos a mosteiros. a minha primeira experiência a conduzir em ruas apertadas das povoações micaelenses, com carros estacionados a ocupar um dos lados da via lol valeu-me o tamanho e a agilidade do micra, se fosse com o cascas, tava bem lixada!
não chegamos a parar porque o dia tava mesmo desagradável, e retomamos a estrada.
quando contornamos a ilha na ponta da bretanha deu finalmente para ver a parte norte da ilha. tão grande, tão bonitaaaa!
o pior é que já eram quase 11 da manhã e ainda só íamos naquela parte..
primeiro pensamento do dia: fuck... subestimei o tamanho da ilha!
tudo planeadinho ao milímetro, pensava que dava para dar a volta à ilha e ir a todos os sítios que queria na boa...WRONG!
nesta altura começamos a ter que repensar os planos, porque era obvio que não chegávamos às furnas a tempo de almoçar. as distancias até podem não ser longas, mas as estradas são apertadas e cheias de curvas, não dá para andar rápido..mas then again, aquilo é demasiado bonito para se ver a correr..
seguimos nas calmas, por uma recta deslumbrante que terminou em rabo de peixe. o nosso objectivo agora era chegar à ribeira grande e almoçar n'o gato mia, aquele que foi o restaurante mais recomendado.
o restaurante, para além de ser moderno e bonito, é de facto, muito bom!
mal lemos a lista, que o dono prontificou-se a ajudar-nos com as escolhas "escolhem vocês ou escolho eu?" he he
as entradas pareciam ser todas deliciosas e dada à nossa incapacidade de escolhermos uma ou duas, acabamos por querer experimenta-las todas e pedimos apenas um prato principal.
como o mar não esteve em condições para a pesca, alguns peixes da lista não estavam disponíveis, e a nossa escolha recaiu numa telha mista de lulas e tamboril, e ficamos impressionados!
a telha em si (o conteúdo, vá), estava deliciosa, mas os acompanhamentos eram do melhor: vários tipos de migas, e uma tábua de acompanhamentos variadissimos que desafiava o paladar, entre o doce e o salgado. foi uma bela de uma experiência gastronómica!

para sobremesa pedimos gelados da quinta (gorreana): um de ananás e outro de maracujá, e omg, parecia que estávamos a comer a fruta mesmo. o marido disse que eram melhores que os santini he he
só não bebemos um cházinho ali porque estávamos fisgados na fabrica de porto formoso (li, erradamente, que a gorreana estava fechada ao fim-de-semana #fail) onde podíamos provar o chá.
então, saímos dali em direcção a porto formoso...
segundo pensamento do dia: são miguel é um jardim gigante!

...só que andei meio perdida na vila à procura da fabrica de chá e nunca mais a encontrávamos e começou-me a aborrecer..ainda por cima, ainda queria passar pela lagoa do fogo e ainda tínhamos que chegar as furnas, e tendo em conta que aquilo era maior do que eu pensava, arriscava-me a não conseguir chegar a todo o lado.. nem sequer quis ir à procura da gorreana..
só que depois quando regressamos à estrada, lá estava ela, a fabrica..não spotamos foi a placa que indicava que era para seguir em frente, não virar para a vila :P
bom, mas eu agora só queria era chegar ao cimo da montanha..
a lagoa do fogo é mais uma caldeira brutal da ilha de são miguel. giro, giro, tinha sido descer até lá abaixo, mas infelizmente não estávamos com tempo para isso.

continuamos a subir, até ao pico da barrosa, onde tivemos uma visão arrebatadora da parte oriental da ilha..era de encher a alma!
gosto muito de montanhas e gosto muito de mar...e ali tinha o melhor dos dois mundos: montanhas rodeadas de mar!
e aquele nem é o ponto mais alto de são miguel..
terceiro pensamento do dia: não volto aos açores sem uma grande angular...
dali descemos em direcção às furnas. ainda foi puxadote mas conseguimos chegar ainda de dia. só conseguimos foi ver as fumarolas da lagoa das furnas, as outras já não as encontramos.. e ou muito me engano, ou o parque terra nostra estava fechado. mas já era de noite, não dava para ver muita coisa anyway..
achei as fumarolas impressionantes!
foi a primeira vez que presenciei actividade vulcânica: a água quentissima a brotar violentamente da terra. o pivete a enxofre era tramado, e era impossivel não mandar umas piadolas labregas lol ^^
também era ali onde enterravam as panelas de cozido. o chão estava cheio de buracos, uns abertos, outros tapados (com cozidinho a fervilhar lá de baixo he he)

andamos um bocado pelas furnas a fazer tempo para a hora de jantar. odeio o inverno por anoitecer tão cedo, se não fosse por isso, ainda tinha dado para vermos muito mais coisas. mas aproveitamos para meter as mãos nos famosos bolos lêvedos, e sim, são realmente bons!
por volta das seis e meia fomos à procura d'o miroma, o restaurante onde nos tinham aconselhado para ir ao cozido.
a casa é muito castiça, mas à hora de jantar já só apanhamos a última dose de cozido, e apesar de ter achado os vegetais e as carnes muito macias, não fiquei assim tão impressionada como tudo isso com o famoso cozido das furnas...diria mesmo que o cozido da minha mãe é melhor lol mas pronto, hei-de lá voltar à hora de almoço para tirar as teimas :)

o chato não foi só ser uma dose, até porque ainda não tinha fome, o chato foi jantar as sete da tarde lol sete da tarde...onde é que já se viu, nós dois a jantarmos às sete da tarde!
sete da tarde...lol!
saímos dali francamente empanturrados, já só víamos um cházinho verde e o quarto de hotel pela frente...mas ainda tínhamos alguns 50km pela frente...
não chegamos tarde a ponta delgada, mas o dia foi realmente cansativo, mal caimos na cama, foi logo para só acordar no dia seguinte...
quarto pensamento do dia: temos que cá voltar brevemente!
domingo!
como ficamos picados por não ter ido às plantações de chá nem às de ananás, decidimos fazer uso da manhã de domingo para colmatar essa falha gravíssima!
então, fomos à rent-a-car perguntar se havia problema em manter o carro por mais um dia e devolve-lo no aeroporto. não havia..tava feito!
logo pela manhãzinha, fizemos check out do hotel, enfiamos com as maltas no micra e fomos directos para porto formoso. há uma estrada nova que atravessa a ilha e dá um jeitaço para se ir de ponta delgada à ribeira grande num instante.
o dia estava melhorzinho, as nuvens deixavam o sol espreitar e não choveu.
chegamos lá e guess what? ao domingo, a fábrica/museu de chá estava fechada ao domingo...xiii, que foi mesmo um golpe que não esperávamos...enfim. decidimos ir mais à frente a ver se encontrávamos as plantações de chá da gorreana.
...e sim, lá estavam elas!
...e a fabrica estava aberta, só não estava era a funcionar!
fiz o meu trabalho de casa mal algures, afinal a fabrica está sempre aberta, só que ao fim-de-semana não funciona. se fosse durante a semana dava para ver a malta a trabalhar..

andamos a ver a maquinaria e depois fomos provar o chá. ficamos fãs do orange pekoe ao primeiro gole, e viemos de lá carregados de chá he he he
ainda fomos ver as plantações de perto. a organização dos arbustos, faz das plantações de chá uma paisagem muito bonita. aquela não era muito grande, faço ideias aquelas plantações orientais gigantescas..
dalí fomos directos para a fajã-de-baixo, para ver as estufas de ananás e rezar para que não estivessem fechadas ao domingo.
não estavam e conseguimos visitar uma delas.
adorei as estufas, os ananaseiros, e os ananases. dizem que os ananases dos açores são os melhores do mundo e eu concordo! só o cheirinho deles....mmmmmm!
sabem quanto tempo demora o período completo da cultura do ananás, desde a plantação até à apanha? 18 meses...uau!

não trouxemos nenhum fresco, mas trouxemos licor e doce de ananás :)
e pronto, da fajã fomos para o aeroporto, que estava na hora de regressar...
(não, ainda não é o fim dos posts sobre a viagem he he he e as fotos estão todas aqui, não há mais porque o tempo não ajudou..)
quarta!
eram 8 da noite quando aterramos em s. miguel, e tínhamos acabado de ganhar uma hora pelo caminho. não deu para ter uma experiência verdadeira de jet lag, mas foi divertido voltar à hora antiga :)
apanhamos um taxi directo pro hotel. fizemos check in e depois perguntamos onde se comia bem por ali, que a sandocha que deram no voo não coube na cova dum dente. o marido apanhou umas dicas e escolhemos um restautante entre todos aqueles que nos disseram serem bons ali nas redondezas.
acho que isto é mais uma daquelas coisas que vem com a idade lol se antes fugia a sete pés dos restaurantes tipicos e das especialidades locais, agora não consigo imaginar ir a um sitio novo e não experimentar a sua gastronomia :)
fomos ao 100 espinhas, que fica no complexo das(?) portas do mar.
gostamos do ambiente, muito sofisticado, quase tipo o koi.
pedimos um carpaccio de atum para entrada, que estava d-i-v-i-n-a-l, e depois alambazei-me com uma espetada de peixe e o marido com um arroz de tamboril. ficamos tão cheios que não chegamos a pedir sobremesa.
a noite não estava muito fria, mas como estava vento, não apetecia a andar muito pela rua, pelo que recolhemos ao hotel logo a seguir ao jantar.
quinta!
o marido foi trabalhar e eu fiquei pelo hotel o dia todo, só saí para irmos almoçar e mais tarde para lanchar. como levei o mac atrás, aproveitei para adiantar umas coisinhas.
à noite fomos jantar a outro dos sitios sugeridos, a adega regional, onde comemos peixinho fresquissimo e delicioso!
pedi um peixão para mim, e o marido pediu albacora.....pois.... também não fazíamos ideia que peixes vinham a ser estes lol
foi a parte mais divertida do jantar, nós, feitos bois a olhar para um palácio, a ler a lista de peixe e a não conseguir identificar quase nada... meh, e logo eu, que me orgulho de conhecer quase tudo o que aparece nas peixarias..
mas pronto, quem tem boca vai a roma, e perguntamos ao empregado, que se prontificou a apresentar-nos os peixes :)
tava uma ventania brutal nessa noite, não dava para andar na rua que ia tudo no ar..
gosto destas manifestações de força da natureza, e ali, por ser num pedacito de terra tão vuneravel no meio dum oceano mauzão, a coisa ganha uma dimensão compeltamente diferente!
mesmo assim, fomos por um caminho mais longo até ao hotel e deu para apreciar um bocadinho a zona histórica, que é espectacular e está muito bem conservada.
sexta!
depois do almoço, no rápòtaxo e mólhóbico, que tem muito bom aspecto, e onde também se come muito bem, fui a uma rent-a-car reservar um carrito pro dia seguinte, e depois subi a cidade toda à pata, para ir ao centro comercial.
podia ter ido de taxi, mas achei que para a distância que era, fazia bem a pé e aproveitava para ver mais qualquer coisa. o iphone orientou-me (mais ou menos) e dei com aquilo à primeira.
o parque atlântico é mais pequeno que o rio sul, mas está muito bem amanhado e tem as lojas todas que é preciso. isso e uma vista espetacular sobre a cidade e o oceano. gostei!
depois desci, dei uma voltinha pelas portas do mar. subi a escadaria que deixou adivinhar a beleza que me esperava no dia seguinte: a ponta delgada é rodeada por um verde espectacular, pareceu-me a integração perfeita entre cidade e campo. conseguia muito facilmente ficar apaixonada por aquela cidade..demasiado mesmo!
à noite fomos jantar no marcado do peixe, mas a coisa não correu lá muito bem. apesar da casa ter bom ambiente, não gostamos das lapas grelhadas e a cataplana estava demasiado condimentada, pimentão e sal a mais..
por acaso foi algo que notamos em todos os restaurantes que fomos, a comida é bem mais condimentada do que os restaurantes por aqui nos habituaram, e acaba por saber bem melhor!
durante a noite já não fez vento. achei espectacular aquelas mudanças bruscas do clima, nunca se sabe bem o que esperar do dia seguinte.
sábado!
o dia em que fomos finalmente conhecer s.miguel!
..mas fica para outro post, que este já vai longo e o outro vai ser ainda maior!
Love Lifts Us Up Where We Belong
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Está um dia daqueles em que o som dos pneus lá fora deixa um risco de som na ideia.
A luz é de Inverno e as castanhas assam lá dentro no forno.
Cheira a erva doce e, daqui a pouco vou desfazer na boca o sabor sempre agradável a S. Martinho com Natal à porta.
As lembranças chapinham no sorriso da memória.
São vermelhas porque, o que é bom tem sempre uma cor quente.
Andam tontas e não se importam. Saltam com as memórias de dia em dia e aroma em aroma , procurando no tempo as coisas boas da vida.
Vermelhas como as coroas das romãs que comprei ontem.
Vestiram vestido de cerimónia porque quando chove no Outuno, há sempre gala pelas ruas do tempo em que deixei por aí, pedaços de mim que encontro mais além.
Uma lareira? Quem sabe, mais logo ao jantar. Uma taça de vinho branco e uma mantinha daquelas de pêlo fofo....
Hum,.. as tardes de Outono pelo Inverno da noite, aquecidas à lareira da ternura.
ACCB
Convenção dos Direitos da Criança faz 20 anos
Só os EUA e a Somália ainda não o subscreveram

Como temos cumprido ou respeitado esta Convenção?
Já parámos os nossos olhos perdidos no ritual repetitivo do dia a dia, para os debruçarmos sobre o que vai pelo mundo?
Que temos todos feito por esta Convenção?
Nada.
E pelas crianças?
E pelas crianças???
E pelas crianças??????
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DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS
Na quarta-feira ao final do dia, o puto aparece com um bocadinho de febre, e um bocadinho de tosse. Nada de extraordinário, fez 38.2. Não lhe dei nada, que eu só lhe dou antipiréticos a partir dos 38.5.
Mas estranhei. É um puto extraordinariamente saudável. Em quase 4 anos que leva nesta escola, não faltou um único dia, pelo que uma tosse, com febre, me deixou com a pulga atrás da orelha.
Fui vendo a febre, e andou ali sempre pelos 37.5, e estava todo bem disposto por não ir às aulas, principalmente porque ontem tinha teste de matemática. Já lhe expliquei que fará o teste noutro dia, pelo que não se consegue baldar completamente, mas nem assim deixou de estar satisfeito.
Não foi às aulas, apesar de na linha Saúde 24 me terem dito que poderia ir, parece que eu sou mais conservadora que os senhores do atendimento. Ou isso ou conheço o meu filho melhor que eles e sabia que havia ali qualquer coisa fora do normal.
Ontem à noite começou a ficar mais caído. Febre mais a sério, quase 39. Tunga, Benuron (que não é assim que se escreve, mas estou sem pachorra para ir ver dos hífenes). Baixou, claro. Mas às 7 da manhã estava outra vez acima dos 38.5. Mais uma colherada de Benuron. A tosse persiste, e eu própria já não estou muito católica, e sinto os brônquios congestionados.
Parece que é a tal da gripe, mas não sei, que não me vou pôr a caminho de um centro de saúde, a contagiar mais gente se se mantiverem só estes sintomas.
Nunca estamos doentes, cá em casa. Em quase 10 anos de SAPO nunca faltei por doença, e se tive de ficar em casa, trabalhei a partir de casa, portanto, é uma estreia, estar doente.
Se for só isto, estamos muito bem :)
Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo.
Num verdadeiro diálogo entre o Canto e a Dança, AmarAmália presta a devida homenagem a Amália Rodrigues dez anos após a sua morte.
Mais fotos e reportagem AQUI.
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"Love doesn't get closer by meetings,
It is strengthened by thoughts,
I care for you in my own strange way,
Maybe you will never know
&Maybe
I won't ever learn to show how much I care...still..."
Este bolo veio directo da Cozinha da grilinha que infelizmente tem andado um pouco afastada da sua cozinha...
Ingredientes:
125 gr - chocolate em pó
120 gr - açúcar
125 gr - margarina
2 clh sopa - café em pó solúvel
1 pitada de sal
1 clh chá rasa de fermento em pó
75 gr - farinha de trigo para bolos
3 ovos
Confecção:
Bater o açúcar com os ovos inteiros até ficar massa fofa e com bolhinhas.
Juntar suavemente a farinha, o fermento e o sal.
Derreter em banho-maria o chocolate com o café e a margarina.
Juntar á massa sem bater.
Deitar numa forma forrada com papel vegetal e untado com margarina.
Vai ao forno a 180º durante 30 minutos.
Eu fiz uma cobertura de chocolate com leite condensado mas acho que qualquer outra fica bem.
Muitooooo bom ![]()
Trabalho no SAPO quase há 10 anos. Já passei por umas tantas Homepages (mudamos de homepage uma vez por ano, mais coisa menos coisa), e de há 10 anos para cá, muita coisa mudou, e a Homepage não foi excepção. Há no entanto, algo que se mantém, a trabalheira.
Já houve homepages que demoraram 9 meses, esta demorou um pouco menos.
Sei que está a ser preparado um documento onde se explica detalhadamente (bom, tão detalhadamente quanto possível) a metodologia e os processos utilizados para chegarmos à nova homepage do SAPO (mantenham-se atentos a este link), e um dos passos finais (mas não o final) é o lançamento em beta, com novo questionário, de forma a que as respostas ao questionário possam ser integradas na passagem para produção.
E tem sido neste processo que tenho estado envolvida (na sua fase final, pelo menos), por causa dos destaques dos Blogs, que são da responsabilidade da equipa dos Blogs, a que pertenço.
Eu gosto desta nova homepage. Mudava umas coisitas, mas não muitas. O roxo é como a Coca-cola; primeiro estranha-se, depois entranha-se. Mas não acreditem no que eu digo, vejam-na, e respondam ao questionário, ou digam qualquer coisa nos comentários :)
Para usar na cobertura de bolos ou simplesmente para comer à colherada ![]()
200 gr. de chocolate de culinária (1 tablete);
1 lata de leite condensado;