publicado por Eduardo Louro às 2013-05-21 22:43:05
perfil público
o «ESPAÇO» onde nem tudo o que parece é... musica para os ouvidos !? [www.cosmeticas.org]
http://adportomosense.blogs.sapo.pt
Sítio de membros e informativo, para sócios , atletas , adeptos simpatizantes ou apoiantes, TODOS, pela A.D.P.
http://geracaorasca.blogs.sapo.pt
De cu para o ar foram categóricos: "NÃO PAGO". E eis que surge uma geração rasca. Mal ou bem, ficaram rotulados...
Nome
Paulo
Apelido
Jerónimo
Página Pessoal
http://cosmeticas.org
Data Nascimento
26-08-1975
Sexo
M
Localidade
Porto de Mós
Interesses
@cidadania @média @futebol @cinema @música @fotografia @literatura @vídeo @arte @escrita
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-21 22:43:05
E de repente...mais que uma vaga de fundo. De repente, os jogadores do Porto - todos, só não houve lata para meter também o Liedson no centro do canhão - partem para um gigantesco "Fica Vítor Pereira"!
É bonito de ver. E comovente... E muito bem orquestrado... É a máquina em alta rotação na inversão de marcha. É um pião daqueles que destroem um jogo de pneus!
Coisas de hoje ... e de t(...)
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-21 16:00:07
Não se percebe bem como, mas parece que é verdade: três anos depois, Portugal abandonou o clube da bancarrota.
A gente vê estas coisas e fica a achar que cada vez percebe menos disto...
O Presidente confirma a convocatória do Conselho de Estado oportunamente feita por Marques Mendes, e anuncia que é para discutir o pós troika: agora já nem há que discutir. Foram sete horas de reunião - apenas duas para o Dr Soares que, naquela idade, tem de ir cedo para a cama - que, pela ausência de conclusões, deverão ter sido passadas a perceber como o Benfica perdeu o campeonato. Ou a arbitragem do jogo do Porto com o Paços ...
A dívida não pára de subir, e a Alemanha empurra-nos com toda a força para os mercados - quer é ver-se livre de nós - onde iremos de bater de frente com taxas de juro insuportáveis, para que para eles sejam negativas. O défice é cada vez maior, o que significa mais dívida para cima da dívida. A recessão e o desemprego seguem em via verde, fazendo que mesmo a mesma dívida seja ainda mais dívida.
Mas já é uma dívida sem risco. Está bem: quase sem risco... Estamos ali ombro a ombro com o Iraque, um rival de peso, como se percebe...
Provavelmente o post (pes(...)
publicado por Gaja às 2013-05-21 15:36:25
Muito se tem falado nos últimos dias acerca da adopção por casais homossexuais. Eis senão quando me deparo com um post (isto para quem o quiser ler na íntegra) de uma jornalista do Diário Económico de seu nome Maria Teixeira Alves.
Deixo apenas algumas pérolas:
Quero também dizer que quando as pessoas dão crianças a homossexuais, estão a dar-lhe dois pais ou duas mães e não estão a pensar nas crianças abandonadas, que têm o direito de ter uns pais substitutos o mais semelhante possível com a família biológica.
E quando me vêm com aquele argumento falso de que é melhor as crianças serem adoptadas por homossexuais do que estar em instituições eu pergunto. Porquê? Porquê é que a instituição é o pior que pode acontecer à criança? São maltratados lá? As instituições maltratam as crianças? Não cuidam delas? É diferente de uma família normal? É. Mas também os pais homossexuais são diferentes de uma família normal.
Pelo menos nas instituições não correm o risco de chegarem a adolescência e serem seduzidos pelos pais.
(Nesta frase confesso que me perdi e tive de reler umas 3 vezes para ver se aquilo estava mesmo escrito)
Portanto, cara Maria Teixeira Alves, acho que precisamos de esclarecer alguns pontos de vista.
Em primeiro lugar sugiro um exercício, o de estabelecer o conceito de família normal. Sim, vamos a isso, o que será uma família normal?
Vamos levar isto ao extremo da perfeição, boa? O de visualizar um pai com 1,80m, gestor de uma empresa de sucesso, um tipo porreiro que vai jogar ténis aos fins de semana e no final da tarde ainda tem tempo de levar os putos ao cinema. A mãe, uma estampa. Um caso de sucesso no mundo da decoração. Tão perfeita que chega a meter nojo. Sempre cheirosa na hora de deitar os seus meninos nos seus berços de 1300€ (fora os 200€ gastos em tecidos estampados)
Será isto? Secalhar é.
Vamos então negar a adopção por parte de casais gordos. Boa? Que chatice...duas baleias a irem buscar os miúdos à creche. Até parece mal, ocupariam logo na totalidade o hall de entrada impedindo as "famílias normais" de caberem no mesmo.
Vamos seguir esta ordem de ideias e impedir um preto de adoptar uma menina loira. Que horror!! A menina iria ser gozada toda a vida!!
E um paraplégico? Nem pensar! Depois não poderia correr com os filhos!E uma mulher a dias? Credo! E depois na hora de dizer a profissão da mãe na sala de aula, onde todos iriam ouvir!
Continuamos? Tenho mais exemplos. Não tenho é o dia todo.
Perguntei-me ao ler o seu post, que tipo de pais você teria. Que tipo de valores lhe transmitiram (alguns estão à vista). Que tipo de amor recebeu, Maria? Recebeu? Que tipo de família seria a sua. Normal?
Perguntei-me igualmente se teria filhos, Maria. Tem? Eu tenho, um.
Comecei a imaginar um cenário, que nestas coisas é sempre bom enfiar a cabeça na gola da camisola, da nossa, e olhar bem cá para dentro, dizia eu, imaginei um cenário, o do meu desaparecimento, o do meu marido, o da família mais próxima. Todos!
E vi o meu filho sozinho. Posso jurar que visualizei um deserto....só areia, tons amarelados, algum vento. E ele ali no meio. Sozinho.
No meu imaginário tinha duas opções: o de o ver partir em direcção a uma instituição de acolhimento ou em direcção de um casal homossexual. Não demorei muito a decidir e deixei a instituição de parte. Isto porque as instituições,em parte, fazem-me sempre lembrar as creches, onde é sempre muito giro estar lá umas horas mas não há nada que pague os olhos de alegria de uma criança ao ver quem a vai buscar ao fim da tarde.
Talvez seja isso que lhe faça falta, Maria Teixeira Alves. Ver, mas ver bem, os olhos de uma criança.
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-21 15:17:56
Por Eduardo Louro
Não se percebe bem como, mas parece que é verdade: três anos depois, Portugal abandonou o clube da bancarrota.
A gente vê estas coisas e fica a achar que cada vez percebe menos disto...
O Presidente confirma a convocatória do Conselho de Estado oportunamente feita por Marques Mendes, e anuncia que é para discutir o pós troika: agora já nem há que discutir. Foram sete horas de reunião - apenas duas para o Dr Soares que, naquela idade, tem de ir cedo para a cama - que, pela ausência de conclusões, deverão ter sido passadas a perceber como o Benfica perdeu o campeonato. Ou a arbitragem do jogo do Porto com o Paços ...
A dívida não pára de subir, e a Alemanha empurra-nos com toda a força para os mercados - quer é ver-se livre de nós - onde iremos de bater de frente com taxas de juro insuportáveis, para que para eles sejam negativas. O défice é cada vez maior, o que significa mais dívida para cima da dívida. A recessão e o desemprego seguem em via verde, fazendo que mesmo a mesma dívida seja ainda mais dívida. Mas já é uma dívida sem risco. Está bem: quase não há risco... Estamos ali ombro a ombro com o Iraque, um rival de peso, como se percebe...
Convocatória para dia 22,(...)
publicado por trilhosemfim às 2013-05-20 20:15:33
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-20 16:38:25
Por Eduardo Louro

Compete ao Conselho de Estado (artigo 145º da Constituição da República):
Ao abrigo desta última alínea: o pós-troika. Obviamente!
No pasa nada...
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-20 16:16:51

Compete ao Conselho de Estado (artigo 145º da Constituição da República):
Ao abrigo desta última alínea: o pós-troika. Obviamente!
No pasa nada...
Vai-se a ver e ando há 4 (...)
publicado por Gaja às 2013-05-20 13:39:58
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-19 22:04:53
O campeonato acabou hoje. Para mim acabara na semana passada…
Prematuramente?
Não! Para o Benfica é que acabara prematuramente, duas semanas antes, na Madeira. Vá lá saber-se porquê!
Parece-me que há uma jogada e um jogo que têm muito a ver com este insólito desfecho do campeonato. E nem o jogo é o do Estoril - nem o primeiro do campeonato, na Luz, com o Braga, do golo invalidado a Cardozo no último minuto, nem o de Coimbra dos tais dois penaltis, nem o do Nacional... - nem a jogada é aquela do Kelvin-Liedson-Kelvin…
A jogada é aquela obra de arte que culminou no 2-0 ao Sporting. Estranho?
Talvez, mas aquela fantástica jogada teve consequências muito para além do golo de Lima. Deu origem ao limpinho… limpinho, com tudo o que isso trouxe. E acabou por ter algo de enganador, que maquilhou uma realidade que precisava de ser enfrentada. Porque é bom ganhar quando nem tudo está bem, mas não é bom não o perceber.
O jogo foi o da Madeira, com o Marítimo. Que, vá lá saber-se por quê, não foi encarado como mais um jogo que tinha de ser ganho, mas como o jogo que ganhava o campeonato…
Claro que, hoje, só Fátima poderia provocar outro desfecho na Mata Real mas, como se sabe, o plafond de milagres ficou esgotado com o fecho da sétima revisão da troika… Em vez disso houve passadeira vermelha, não estendida pelo adversário, como a da Madeira há duas semanas atrás, mas nem por isso menos estendida… Logo aos vinte minutos o árbitro resolve inventar um penalti. Com expulsão. E pronto…
Para o ano há mais. Que não seja do mesmo...
Parabéns ao campeão. Outra vez!
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-19 21:51:49
Por Eduardo Louro
O campeonato acabou hoje. Para mim acabara na semana passada…
Prematuramente?
Não! Para o Benfica é que acabara prematuramente, duas semanas antes, na Madeira. Vá lá saber-se porquê!
Parece-me que há uma jogada e um jogo que têm muito a ver com este insólito desfecho do campeonato. E nem o jogo é o do Estoril - nem o primeiro do campeonato, na Luz, com o Braga, do golo invalidado a Cardozo no último minuto, nem o de Coimbra dos tais dois penaltis, nem o do Nacional... - nem a jogada é aquela do Kelvin-Liedson-Kelvin…
A jogada é aquela obra de arte que culminou no 2-0 ao Sporting. Estranho?
Talvez, mas aquela fantástica jogada teve consequências muito para além do golo de Lima. Deu origem ao limpinho… limpinho, com tudo o que isso trouxe. E acabou por ter algo de enganador, que maquilhou uma realidade que precisava de ser enfrentada. Porque é bom ganhar quando nem tudo está bem, mas não é bom não o perceber.
O jogo foi o da Madeira, com o Marítimo. Que, vá lá saber-se por quê, não foi encarado como mais um jogo que tinha de ser ganho, mas como o jogo que ganhava o campeonato…
Claro que, hoje, só Fátima poderia provocar outro desfecho na Mata Real mas, como se sabe, o plafond de milagres ficou esgotado com o fecho da sétima revisão da troika… Em vez disso houve passadeira vermelha, não estendida pelo adversário, como a da Madeira há duas semanas atrás, mas nem por isso menos estendida… Logo aos vinte minutos o árbitro resolve inventar um penalti. Com expulsão. E pronto…
Para o ano há mais. Que não seja do mesmo...
publicado por trilhosemfim às 2013-05-19 17:32:20
Pia do Urso, outra vez?! Pois foi, dadas as condições atmosféricas que se anteviam quis fugir-se à pedra molhada. Por esse motivo a opção fui seguir direção às Fontes do Liz, Reguengo do Fetal com destino à Pia do Urso. Eramos 13 trilheiros que pontualmente saíram do PR pelas 8.30h, com esse destino.
Já em cima da hora no PR, chegou Mota na sua Mondraker, que foi acolhido com animo pelos restantes. Já após passada a Pedreira do Reguengo perdemos este 13º elemento que regressou a Leiria. Próximo da casa do irmão do Pedro Santos, optamos por fazer essa subida, fazendo assim um caminho, em parte diferente do habitual até à Pia do Urso.
Antes das 11horas degustávamos o café e pastel de nata, no café da Pia do Urso, enquanto observávamos uma revista técnica com bicicletas e outras coisas…
O regresso fez-se por caminho alternativo, direção à Torre, daí até às Fontes e Fonte do Liz. Foi passada a Torre que enveredamos por um trilho com bastante argila e pedra, o que tornou esta na parte com maior perigo, pois a argila que envolvia os nossos pneus fez-nos perder a tração em descida ingreme. Optamos de forma generalizada por fazer um treino a pé.
A parte de um susto inicial, na Reixida com Cardinhos, que se veio a justificar por uma situação de bloqueio de suspensão, tudo correu bem sem problemas técnicos e sem “feridos”.
A nossa volta ficou pelos 50Km de extensão e 830m de acumulado.
Desta feita os Ansiãos desta Tribo Sem Fim, indicam que não merece a pena alongar muito a descrição das voltas, pelo que me fico por aqui. Verdade tem de ser dita, é que os Ansiãos sabem o que fazem e o que dizem, o que pode ser atestado pela unidade que este grupo mantém e tem mantido ao longo dos anos, e que são já alguns.
Contamos com um feriado municipal a próxima 4ª feira, dia 22 de Maio. Aproveitemos para BTTar.
Até lá! Boa semana!
D’Armindo
Também em meo Kanal 490904
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-19 13:31:55
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-19 13:23:36
Por Eduardo Louro
Não me apercebi de qualquer impacto destas palavras. Se calhar é porque tenho andado distraído...
publicado por Francisca às 2013-05-18 18:31:09
Está um verdadeiro terrorista!!! Mas um terrorista muito doce e carinhoso. Adora música e já diz Olá e mamã. Estes 11 meses tem simplesmente fantásticos e não posso acreditar que já falta tão pouco para fazer 1 ano. E ainda parece que foi ontem que esta aventura começou.
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-18 12:57:17
- “Nunca me engano e raramente tenho dúvidas”.
- “Ainda está para nascer alguém mais sério que eu”
- “Eu avisei…”
Todos conhecemos o autor destas frases, e o culto do ego que está por trás delas. A todas estas acrescenta-se agora aquela que foi a frase da semana:
“…uma inspiração do 13 de Maio, é o que a minha mulher diz”.
Frase que, lida em conjunto com a que a antecedeu – “foi tomada hoje uma decisão muito importante para o futuro…” – poderá não elevar o fecho da sétima avaliação da troika a acontecimento da semana, mas eleva o seu autor, na sua própria apreciação, mais do que à simples condição de salvador da pátria, a agente de intermediação divina!
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-18 12:52:41
Por Eduardo Louro
- “Nunca me engano e raramente tenho dúvidas”.
- “Ainda está para nascer alguém mais sério que eu”
- “Eu avisei…”
Todos conhecemos o autor destas frases, e o culto do ego que está por trás delas. A todas estas acrescenta-se agora aquela que foi a frase da semana:
“…uma inspiração do 13 de Maio, é o que a minha mulher diz”.
Frase que, lida em conjunto com a que a antecedeu – “foi tomada hoje uma decisão muito importante para o futuro…” – poderá não elevar o fecho da sétima avaliação da troika a acontecimento da semana, mas eleva o seu autor, na sua própria apreciação, mais do que à simples condição de salvador da pátria, a agente de intermediação divina!
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-17 12:31:07
Lembro-me do debate da legalização do casamento entre homossexuais. Lembro-me que os que se lhe opunham acabavam por mitigar essa sua posição, relativizando a importância desse acto para enfatizar um outro, que estaria afinal por trás da legalização do casamento. Diziam que a seguir viria a adopção, e que esse sim, seria o problema…
Isto passou-se há pouco mais de três anos. Hoje, na Assembleia da República votam-se dois projectos sobre a matéria, e pelo que se vê, a co-adopção não levanta grandes fracturas na sociedade portuguesa. Nem entre os que há três anos atrás encontravam aí o grande problema do casamento que então se legalizava…
Quererá isto dizer que a sociedade portuguesa progrediu em três anos mais que anteriormente em décadas? Que atingiu a maturidade política e cívica das sociedades mais desenvolvidas, civilizadas e educadas?
Ou será que a crise também tem alguma coisa a ver com isto?
Fica-me a dúvida...
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-17 12:26:33
Por Eduardo Louro
Lembro-me do debate da legalização do casamento entre homossexuais. Lembro-me que os que se lhe opunham acabavam por mitigar essa sua posição, relativizando a importância desse acto para enfatizar um outro, que estaria afinal por trás da legalização do casamento. Diziam que a seguir viria a adopção, e que esse sim, seria o problema…
Isto passou-se há pouco mais de três anos. Hoje, quando na Assembleia da República se votam dois projectos sobre a matéria, pelo que se vê, a co-adopção não levanta grandes fracturas na sociedade portuguesa. Nem entre os que há três anos atrás encontravam aí o grande problema do casamento que então se legalizava…
Quererá isto dizer que a sociedade portuguesa progrediu em três anos mais que anteriormente em décadas? Que atingiu a maturidade política e cívica das sociedades mais desenvolvidas, civilizadas e educadas?
Ou será que a crise também tem alguma coisa a ver com isto?
publicado por Gaja às 2013-05-17 12:07:17
Momento zen da noite:
Ver o Extra Big Brother Vip à 1h da manhã enquanto enfardo um Magnum amêndoas.
Depois passa-me e vou ler um livro absolutamente intelectual.
A Transmissão Simbólica n(...)
publicado por PortoMaravilha às 2013-05-16 19:26:17

"A floresta concentra os nossos medos. Nós vimos dela, receamos regressar nela, destruí-mo-la." - Béatrice Tillier
Foto: dBD # 73, p.47 / Texto: CASEmate, n° 59, p.76
Nuno
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-16 18:12:21
Pois… Agora é toda a gente contra a austeridade. Desconhece-se é o que é que isso vale…
O governo foi para além da troika. E da troika veio o troco: não tem nada a ver com esta desgraça, a responsabilidade é de quem governa e aplicou o programa. Durão Barroso, em vez de presidir à Comissão Europeia, portou-se sempre como mero porta-voz dos interesses alemães. Como o cachorrinho de Merkel…
Poderíamos dizer que “Roma não paga a traidores”. Ou que Berlim mata o mensageiro para acabar com a mensagem… Mas também que Durão Barroso merece esta capa!
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-16 18:01:34
Por Eduardo Louro
Pois… Agora é toda a gente contra a austeridade. Desconhece-se é o que é que isso vale…
O governo foi para além da troika. E da troika veio o troco: não tem nada a ver com esta desgraça, a responsabilidade é de quem governa e aplicou o programa. Durão Barroso, em vez de presidir à Comissão Europeia, portou-se sempre como mero porta-voz dos interesses alemães. Como o cachorrinho de Merkel…
Poderíamos dizer que “Roma não paga a traidores”. Ou que Berlim mata o mensageiro para acabar com a mensagem… Mas também que Durão Barroso merece esta capa!
MAIS COISAS QUE NÃO SE PE(...)
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-16 12:47:30
Por Eduardo Louro
Só faltava isto. Não sei se sou eu que estou a ficar velho, se é esta malta nova que está a passar os limites...
publicado por Gaja às 2013-05-16 12:14:03
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-15 23:05:27
Não há vitórias morais. Mas… Viva o Benfica!
Não há sorte e azar. Mas há!
Não há bruxas. Mas até parece… O mesmo resultado, o golo no mesmo último minuto…
O Benfica foi superior ao Chelsea nesta final. Completamente: individual e colectivamente, técnica e tacticamente. Só não o foi no plano físico mas, mesmo aí e surpreendentemente – para quem tem visto os últimos jogos – o Benfica esteve bem. Não rebentou, embora a perspectiva do prolongamento fizesse temer o pior.
Jogou melhor, muito melhor que o Chelsea. Mas não chega. Para o Benfica nunca chega jogar melhor que os adversários. É sempre preciso qualquer coisa mais… Foi anulado um golo – que seria o primeiro do jogo – sem que ainda agora consiga perceber por quê. E sofreu logo a seguir um golo, que começa num lançamento longo do guarda-redes: nem devia valer!
O Benfica reagiu bem, não teve medo e continuou a ser melhor. Chegou rapidamente ao empate, e continuou por cima. Jorge Jesus tinha arriscado tudo, já jogava com Gaitan a lateral esquerdo. E perdeu Garay. Perdeu Garay, o melhor defesa, e com Enzo e Matic o melhor jogador em campo, e a oportunidade de mexer na equipa, esgotando aí as substituições!
Faltavam dois minutos para os 90 quando Lampard acerta no ferro da baliza de Artur. Era o sinal por que se esperava: tinha sido assim ao longo da competição, a seguir a uma bola no ferro o Benfica marcava. Voltou a ter oportunidade para isso, mas voltou a falhar, como tantas vezes tinha já falhado. E no último minuto… Se o primeiro nem devia valer, o segundo, então…
Nasce de um canto em que Jardel – que substituíra o Garay - é passarinho. Depois, continuou passarinho, a olhar para a bola, sem a atacar, deixando que o André Almeida deixasse sozinho o mais alto e melhor cabeceador do Chelsea, o sérvio Javanovic.
A bola foi ao centro, e Cardozo tem ainda mais uma oportunidade imensa de voltar a marcar. Não se percebe o que lhe aconteceu aos pés e voltou a falhar… É isso, nestas andanças não se pode falhar. A concentração competitiva e a força mental – que se trabalham, como a condição física e a qualificação técnica - são mais importantes que tudo o resto. Sem isso há sempre muito azar. É o nosso fado!
Claro que não há nada a apontar aos jogadores. Que, face ao que se passara no sábado, poucos esperariam que entrassem em campo como entraram. E que fizessem o jogo que fizeram. Claro que vamos ao aeroporto receber os jogadores em festa. Claro que no próximo domingo vamos encher a Luz, com aquela fé imensa, como os jogadores merecem. Mas estou farto do azar. Estou farto que, quando realmente importa, a sorte esteja sempre do outro lado…
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-15 22:51:41
Por Eduardo Louro
Não há vitórias morais. Mas… Viva o Benfica!
Não há sorte e azar. Mas há!
Não há bruxas. Mas até parece… O mesmo resultado, o golo no mesmo último minuto…
O Benfica foi superior ao Chelsea nesta final. Completamente: individual e colectivamente, técnica e tacticamente. Só não o foi no plano físico mas, mesmo aí e surpreendentemente – para quem tem visto os últimos jogos – o Benfica esteve bem. Não rebentou, embora a perspectiva do prolongamento fizesse temer o pior.
Jogou melhor, muito melhor que o Chelsea. Mas não chega. Para o Benfica nunca chega jogar melhor que os adversários. É sempre preciso qualquer coisa mais… Foi anulado um golo – que seria o primeiro do jogo – sem que ainda agora consiga perceber por quê. E sofreu logo a seguir um golo, que começa num lançamento longo do guarda-redes: nem devia valer!
O Benfica reagiu bem, não teve medo e continuou a ser melhor. Chegou rapidamente ao empate, e continuou por cima. Jorge Jesus tinha arriscado tudo, já jogava com Gaitan a lateral esquerdo. E perdeu Garay. Perdeu Garay, o melhor defesa, e com Enzo e Matic o melhor jogador em campo, e a oportunidade de mexer na equipa, esgotando aí as substituições!
Faltavam dois minutos para os 90 quando Lampard acerta no ferro da baliza de Artur. Era o sinal por que se esperava: tinha sido assim ao longo da competição, a seguir a uma bola no ferro o Benfica marcava. Voltou a ter oportunidade para isso, mas voltou a falhar, como tantas vezes tinha já falhado. E no último minuto… Se o primeiro nem devia valer, o segundo, então…
Nasce de um canto em que Jardel – que substituíra o Garay - é passarinho. Depois, continuou passarinho, a olhar para a bola, sem a atacar, deixando que o André Almeida deixasse sozinho o mais alto e melhor cabeceador do Chelsea, o sérvio Javanovic.
A bola foi ao centro, e Cardozo tem ainda mais uma oportunidade imensa de voltar a marcar. Não se percebe o que lhe aconteceu aos pés e voltou a falhar… É isso, nestas andanças não se pode falhar. A concentração competitiva e a força mental – que se trabalham, como a condição física e a qualificação técnica - são mais importantes que tudo o resto. Sem isso há sempre muito azar. É o nosso fado!
Claro que não há nada a apontar aos jogadores. Que, face ao que se passara no sábado, poucos esperariam que entrassem em campo como entraram. E que fizessem o jogo que fizeram. Claro que vamos ao aeroporto receber os jogadores em festa. Claro que no próximo domingo vamos encher a Luz, com aquela fé imensa, como os jogadores merecem. Mas estou farto do azar. Estou farto que, quando realmente importa, a sorte esteja sempre do outro lado…
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-15 15:04:11
A exemplo do último sábado de má memória, o Benfica parte em desvantagem para a final de hoje em Amsterdão. Uma desvantagem que decorre, como na do jogo de sábado, da História, mas também da mesma simetria de comportamento competitivo nesta altura da época, com o Chelsea a abordar esta fase final das competições em clara curva ascendente, bem evidente na forma como fechou o terceiro lugar na Liga Inglesa, em aproximação rápida ao City e a despedir-se de Arsenal e Totteham, deixando-os ambos a contas com o quarto lugar que dá Champions. E Vilas Boas a disputar o seu verdadeiro campeonato, mercê do objectivo declarado para a época: ficar à frente do Arsenal. Parece que não o atinge!
Ao Benfica, o desgraçado resultado de sábado, apenas acentuou fase descendente em que já há alguns jogos entrara. E, evidentemente, bem abalou os índices de confiança que se pretendiam reforçados para esta final.
A História, que como então aqui disse, não ganha jogos mas mete fantasmas lá dentro, aqui é diferente. E aqui há duas Histórias – uma velha e longa, feita das oito finais europeias do Benfica, e outra nova e curta, feita apenas do ano passado. Em que o Benfica foi superior e superiormente prejudicado, mas que foi o Chelsea a ganhar, até chegar a campeão europeu.
Pouco diz, esta História recente. Até porque este Chelsea que hoje se vai apresentar na Arena de Amesterdão é – parece-me claro – bem melhor que o que conquistou o título máximo do futebol que ainda hoje ostenta (o Chelsea poderá, se vencer hoje, tornar-se no primeiro clube portador, em simultâneo, dos dois maiores títulos europeus). A outra sim. É pesada: nas oito finais já disputadas o Benfica apenas ganhou as primeiras duas. Com ou sem maldição de Guttman, é a História!
Mas, como os recordes são para abater, também a História é para ultrapassar. Para ficar para trás, não fosse a História feita disso.
As finais são para se ganhar! É uma frase feita, mas também o paradigma do espírito vencedor. Disputar uma final só pode servir para a ganhar, mesmo que percebamos que há quem nos queira fazer crer do dever cumprido pelo simples facto de lá chegar…
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-15 14:58:51
Por Eduardo Louro
A exemplo do último sábado de má memória, o Benfica parte em desvantagem para a final de hoje em Amsterdão. Uma desvantagem que decorre, como na do jogo de sábado, da História, mas também da mesma simetria de comportamento competitivo nesta altura da época, com o Chelsea a abordar esta fase final das competições em clara curva ascendente, bem evidente na forma como fechou o terceiro lugar na Liga Inglesa, em aproximação rápida ao City e a despedir-se de Arsenal e Totteham, deixando-os ambos a contas com o quarto lugar que dá Champions. E Vilas Boas a disputar o seu verdadeiro campeonato, mercê do objectivo declarado para a época: ficar à frente do Arsenal. Parece que não o atinge!
Ao Benfica, o desgraçado resultado de sábado, apenas acentuou fase descendente em que já há alguns jogos entrara. E, evidentemente, bem abalou os índices de confiança que se pretendiam reforçados para esta final.
A História, que como então aqui disse, não ganha jogos mas mete fantasmas lá dentro, aqui é diferente. E aqui há duas Histórias – uma velha e longa, feita das oito finais europeias do Benfica, e outra nova e curta, feita apenas do ano passado. Em que o Benfica foi superior e superiormente prejudicado, mas que foi o Chelsea a ganhar, até chegar a campeão europeu.
Pouco diz, esta História recente. Até porque este Chelsea que hoje se vai apresentar na Arena de Amesterdão é – parece-me claro – bem melhor que o que conquistou o título máximo do futebol que ainda hoje ostenta (o Chelsea poderá, se vencer hoje, tornar-se no primeiro clube portador, em simultâneo, dos dois maiores títulos europeus). A outra sim. É pesada: nas oito finais já disputadas o Benfica apenas ganhou as primeiras duas. Com ou sem maldição de Guttman, é a História!
Mas, como os recordes são para abater, também a História é para ultrapassar. Para ficar para trás, não fosse a História feita disso.
As finais são para se ganhar! É uma frase feita, mas também o paradigma do espírito vencedor. Disputar uma final só pode servir para a ganhar, mesmo que percebamos que há quem nos queira fazer crer do dever cumprido pelo simples facto de lá chegar…
publicado por Francisca às 2013-05-15 13:58:52
QUE FIZEMOS NÓS PARA MERE(...)
publicado por Eduardo Louro às 2013-05-15 00:00:23
Por Eduardo Louro
Não vale a pena. Por mais que nos esforcemos nunca seremos capazes de perceber os limites deste senhor...
E depois desculpa-se com a mulher. Triste, muito triste... Será mesmo que não mereceríamos outra coisa?

