publicado por vera às 2013-05-20 14:55:21
perfil público
http://pertodosonho.blogs.sapo.cv
Ninguém manda em ti mesmo que queira, fecha os olhos e sorri a vida inteira !
Nome
carla
Apelido
pereira
Data Nascimento
30-09-1993
Sexo
F
publicado por vera às 2013-05-20 14:55:21
não te envolvas, nunca.
Cinematograficamente Falando ...
publicado por Hugo Gomes às 2013-05-19 23:52:06
Real.: Kim Jee-Woon / Int.: Arnold Schwarzenegger, Forest Whitaker, Johnny Knoxville
Filme – O regresso de Arnold Schwarzenegger como herói a solo sob a alçada do primeiro trabalho do coreano cineasta, Kim Jee-Woon, que já nos havia oferecido delirantes obras como The Good, The Bad and the The Weird e I Saw the Devil. Os dois “ingredientes” explosivos resultam nesta espécie variação moderna de High Noon, um velho xerife pronto a defender a sua pequena cidade dos malfeitores, um filme de acção com genialidade ocasional mas pobre em termos de personagens e situações. A verdade é que Schwarzenegger não desilude no seu regresso á acção, não envergonha mesmo como factor da idade e a sombra do físico de outrora, mas Kim Jee-Woon sim, esperava-se mais identidade por parte do cineasta do que simplesmente um entretenimento passageiro e pouco dinâmico.
AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1
LEGENDAS
Português
EXTRAS
Entrevistas
Em Filmagens
Trailers
Tv Spot
Distribuidora – PRIS Audiovisuais, SA
Ver Também
Cinematograficamente Falando ...
publicado por Hugo Gomes às 2013-05-19 23:42:17
Um atraso dramático!
Um atraso descomunal de três anos a chegar ao nosso país, um título traduzido ridículo que transmite uma ideia completamente errada da temática do filme (O Outro Lado do Coração), Rabbit Hole, o ultimo filme de John Cameron Mitchell (Shortbus), um drama seco mas competente, está condenado a passar despercebido em Portugal. Datado do ano 2010, Rabbit Hole integrou nos seleccionados aos Óscares de 2011 na categoria de Melhor Actriz Principal em 2011 graças a um desempenho sofrido por parte de Nicole Kidman. Todavia mesmo tendo sido o filme com menor receita domestica entre os envolvidos nos prémios da Academia daquele ano (com um orçamento de cinco milhões de dólares, apenas rendeu dois), ninguém nega que com o seu devido tempo a obra poderia funcionar dentro do nosso panorama cinematográfico. A começar pela actriz, Kidman não é uma desconhecida e sou crente em afirmar que exista por aí legião de fãs que veneram esta estrela de Hollywood e por fim a marca registada dos Óscares, prémio cinematográfico mais conceituado e respeitado serviria como um atractivo para o grande público consumido pela publicidade que a estatueta dourada emana. Enfim, com os três anos de atraso, um período difícil para o cinema que Portugal atravessa, e uma estimativa de 7 a 8 estreias por semana, Rabbit Hole perdera o seu impacto que poderia ter obtido há tempos atrás.
Contudo não devemos desfazer as qualidades desta mudança de registo de John Cameron Mitchell, que invoca memórias do seu passado (a perda do seu irmão) para adaptar a homónima peça de David Lindsay-Abaire. Assim sendo temos a nosso dispor uma obra igualmente padecida em termos emotivos, que não acarreta uma enfase dramática digna de melodrama o que torna Rabbit Hole, pesado, deprimente, mas nunca exagerado nem sob influências telenovelescas. A realização por parte de Cameron Mitchell é segura e experiente na recriação desta história de luto de um casal perdeu tragicamente o seu único filho. O autor consegue em todos os campos conceber uma partitura para os seus actores expressarem interpretativamente. Ou seja, temos a nosso dispor uma Nicole Kidman friamente forte, paranóica e de uma beleza emoldurada que nos remete um dos seus melhores empenhos dos últimos anos e um Aaron Eckhart, subtil mas por vezes explosivamente emotivo, dois desempenhos que lideram um leque de actores profissionais e todos eles demostrados as suas facetas frágeis, invocando o melhor da “escola de actores norte-americana”.
Rabbit Hole é contudo um drama forte, mas prejudicado pelo desleixo da distribuidora. A fita de John Cameron Mitchell chega demasiado tarde aos nossos cinemas, perdendo o impacto que poderia culminar. Bom, mas não surpreendente.
“And so this is just the sad version of us...”
Real.: John Cameron Mitchell / Int.: Nicole Kidman, Aaron Eckhart, Dianne Wiest, Sandra Oh
publicado por vera às 2013-05-19 23:19:20
eu durante o processo de elaborar trabalhos importantes para a faculdade :
não consigo, não consigo e não vou fazer esta cadeira.
isto vai sair uma belle merde.
acho que vou comer.
pronto, foca-te.
não sei ler.
esta palavra é estranha, de onde vem isto mesmo ?
ah secalhar já começo a entender esta cena.
hã?!!
já posso chorar agora?
não chores !
e vai mais um café.
é agora, deixa-te de merdas.
mas porqueee ?
eu quero ser astronauta.
se no espaço há o vazio porque é que há sons explosivos no star wars?
foda-se vera.
publicado por LostDreams às 2013-05-19 21:55:45
publicado por Teresa ♥ às 2013-05-19 19:27:15

Ás vezes precisamos de um pouco de magia e de menos stress na nossa vida. Precisamos de respirar novos ares e fazer com que a felicidade seja o topo dos nossos objetivos. Todos os dias são novas oportunidades para sermos felizes e por isso não devemos deixar que pequenas coisas nos derrubem. Aproxima-se uma nova semana e por isso desejo-vos uma ótima semana, cheia de sorrisos e não se esqueçam que os vossos medos não podem matar os vossos sonhos ♥
da primeira janela direit(...)
publicado por vera às 2013-05-19 17:40:52
publicado por vera às 2013-05-19 17:32:31


publicado por vera às 2013-05-19 16:48:18
publicado por Dri às 2013-05-19 16:00:48
publicado por vera às 2013-05-19 15:52:45
New Girl acabou, com Vaccines a finalizar a last scene.
O meu mundo acabou ali por uns segundos.
publicado por vera às 2013-05-19 15:43:54

Eu: Inês fazes-me uma tosta mista?
Mãe: Inês podes-me passar o comando?
Pai: Inês podes ir buscar os meus óculos?
Inês: Inês, podes fazer o favor de ser feliz? Não? Ninguém ?
publicado por vera às 2013-05-19 15:36:20
It's all over now baby blue, é das poucas coisas que nunca ninguém me pode tirar.
http://apenasrespira.blogs.sapo.pt
publicado por Beatriiz às 2013-05-19 12:33:39
A brisa teimava em desprender-lhe o cabelo, soltá-lo num sopro de vento mais forte que se avizinhasse, para que dançasse sobre o olhar atento daquela manhã primaveril.
Contudo, ela continuava imune a este pequeno detalhe da natureza, o seu olhar debroçava-se agora sob o horizonte onde demoradamente pensava no que faria daí em diante. Parecia uma questão cheia de reversos, não encontrava uma única resposta que a fizesse sentir determinantemente confiante para seguir com a sua escolha. E assim, passaram-se minutos, horas...
O sol já ia alto, iluminando o rosto daquela jovem tão invulgar que se perdia entre pensamentos. O sol deixou-se pousar sobre ela, aconchegando-a no calor do dia como se isso lhe retirasse o peso das suas decisões ou pelo menos a frieza das mesmas.
Cinematograficamente Falando ...
publicado por Hugo Gomes às 2013-05-18 23:36:07
Descobrindo Novais!
O Fantasma do Novais de Margarida Gil encontra-se integrado no Programa de Cinema e Audiovisual da Capital Europeia da Cultura de 2012, que foi visto como uma alternativa e manifestação a um ano nulo em apoios estatais e financeiros á produção do cinema nacional. Neste programa foram convidados inúmeros autores quer nacionais, quer internacionais a produzir as suas próprias produções tendo como palco de fundo, a belíssima e gótica cidade de Guimarães, visto como a Capital da Cultura Europeia.
Margarida Gil inspirou numa das personalidades ímpares da cultura vimaranense, e não, um património cultural português que foi Joaquim Novais de Teixeira (1899 – 1972), jornalista, escritor e crítico de cinema, um eterno admirador de arte, exilado e privado do nosso país por Salazar, que o considerava numa “mente prejudicial para o regime” muito derivado ao seu activismo politico. Os seus textos continuam a surpreender pela sua delicadeza cinefilia, e as suas teorias e ideologias acerca do cinema em geral, fomentam novos autores e relacionados com a Sétima Arte, como a mesma “pujança” que acontecia a anos atrás. Contudo um pouco esquecido na memória dos portugueses, Margarida Gil, como inspiração ao seu encontro com o autor, que apesar de muita nova nunca mais o esqueceu, tece um falso-documentário (mockumentário) em memória do homem que segundo a própria autora, o país encontram-se órfão.
Em O Fantasma do Novais, a realizadora elabora uma fita de três camadas, unificadas em só premissa, a veia documental que se remete à colectânea historial de Novais de Teixeira, a ficção onde assistimos a actriz Cleia Almeida (Sangue do Meu Sangue) a desempenhar Ana, uma estudante que investiga e desmistifica o homem referido e por fim uma vertente algo metafórica, que esboça citações, imagens de referência e marco durante a narrativa, transformando a figura de Novais num mito altamente poético e cultural. As três fases que Margarida Gil opera, transformam O Fantasma de Novais numa obra de foro criativo, principalmente quem desconhece o homem em si, todavia é um objecto de admiração desequilibrado, onde a veia fictícia enfraquece face a uma rica pesquisa concretizada ao ilustre Joaquim Novais de Teixeira.
A narração por parte de Cleia Almeida, um dos pontos perpendiculares de duas das três camadas estruturais, é insonsa e pouco cativante face que os relatos trazidos pelos testemunhos de vivência de Novais transmitem a vida que a actriz carece em todo o filme. Segundo a realizadora, a própria tenta fugir da contextura documental da fita, vagueando pela liberdade que lhe foi concebida, assim sendo temos um projecto algo fértil mas nem todo envolvente, a terceira camada (a vertente algo metafórica e surreal) por vezes serve como um impasse bacoco na vida de um homem que por si já era interessante o bastante para ser conduzido sem embelezamentos nem inspirações artísticas. Vale pela ideia.
Filme visualizado no PANORAMA – 7ª Mostra do Documentário Português
Real.: Margarida Gil / Int.: Cleia Almeida, Miguel Nunes, Maria Raquel Correia, Carolina Amaral, Isabel Machado
Cinematograficamente Falando ...
Vem aí a 1º Mostra do Cin(...)
publicado por Hugo Gomes às 2013-05-18 21:14:50
A partir do dia 22 até 25 de Maio, o Cinema de São Jorge irá acolher a 1º Mostra do Cinema Judaico, durante três dias veremos um espaço em homenagem e em puro contágio da cultura judaica e as questões sociais que emane. Filmes, musica, exposições e até mesmo convidados entre os quais o realizador Radu Mihaileanu (mais conhecido pelo filme O Concerto), são algumas das iniciativas presentes em três dias de festa em homenagem a um cinema praticamente desconhecido para o público português. A não perder!
Mais informação ver aqui
publicado por LostDreams às 2013-05-18 19:39:53
Sabes quais são os dias mais felizes da minha vida? perguntou-lhe ela um dia. Não. respondeu simplesmente aquela voz. Aqueles em que estou contigo... e se estiver todos os dias contigo então sou sempre feliz. respondeu ela.
Andava a ver alguns posts que tinha feito no ano passado e encontrei este que escrevi em Agosto, adoro-o o: e pronto, decidi postá-lo de novo
Cinematograficamente Falando ...
publicado por Hugo Gomes às 2013-05-18 16:58:48

Real.: Andy Wachowski, Lana Wachowski, Tom Tykwer / Int.: Tom Hanks, Hale Berry, Hugo Weaving
Filme – Pretensiosa obra de ficção científica, baseado num épico literário escrito por David Mitchell, um livro que durante anos foi descrito como “infilmável”. Os irmãos Wachowski da trilogia Matrix e Tom Tykwer vindo de outra difícil adaptação, Perfume: The Story of a Murderer, unem-se em prol deste pseudo-épico cinematográfico de mosaico narrativo, um conjunto de histórias de paralelos temporais que nos remete um exaustivo trabalho cénico, visual e de caracterização, mas que carece de um ponto objectivo. Cloud Atlas é uma obra falhada e decepcionante, uma “torre de babel” de construção impossível.
AUDIO
Inglês
LEGENDAS
Português
EXTRAS
Um Filme Sem Igual
Está Tudo Ligado
A Adaptação Impossível
A Essência da Representação
Naves Espaciais, Escravos e Sextetos
A Ficção Científica Arrojada de Cloud Atlas
Recorrência Eterna de Amor, Vida e Saudade em Cloud Atlas
Distribuidora – Zon Lusomundo
Ver Também
como é que é suposto ser (...)
publicado por bia às 2013-05-18 16:56:10
se até o meu próprio namorado perde o interesse em mim? Sou uma pessoa assim tão aborrecida?
Cinematograficamente Falando ...
publicado por Hugo Gomes às 2013-05-18 16:35:36
Os loucos anos 20!
Os puristas do incontornável romance de F. Scott Fitzgerald, The Great Gatsby, deviam ter posto as mãos na cabeça no preciso momento em que é revelado Baz Luhrmann como realizador de uma nova adaptação cinematográfica do clássico da literatura norte-americana do seculo XX. Servido de conversões cinematográficas fracas e sem força inerente, os fãs da ascensão e queda de Gatsby teriam agora o mesmo realizador de Moulin Rouge e Australia, um eterno amante do teatro e do espectáculo cénico a criar a sua interpretação da obra que supostamente previu a Grande Depressão. Publicado em 1925, The Great Gatsby tornou-se numa crítica algo irónica ao cinismo e os excessos inconsequentes dos loucos anos 20, as festas desvairadas acumulavam uma certa pseudocultural e Gatsby, um bilionário bem à imagem da monarquia europeia, megalómana personagem que persegue incontrolavelmente uma luz inalcançável do outro lado do porto. Fitzgerald é ácido e implacável na sua visão, constituindo a sua estrutura narrativa com as mais diversas personagens ambíguas, todas elas alusões à realidade norte-americana que o autor vivia.
Se por um lado, Luhrmann era o homem capaz de transmitir o ambiente natural de Gatsby, transmitindo as fantasiosas festas dos anos 20, um alusão babilónica da sociedade, factor que as adaptações anteriores nunca conseguiram converter, tal como foi visto nas suas obras anteriores, o autor tem uma certa queda para o exagero visual e cénico, e não é por menos que donde a sua visão The Great Gatsby destaca dos demais, sua fraqueza se torna. Eis uma obra plástica, visualmente irrepreensível, coreograficamente musical parecendo ter saído de um cabaret carnavalesco e uma banda sonora tão anacrónica que “esquarteja” desde início o clima digno destes anos supostamente prósperos para os EUA. Um fascínio visual que deixa tudo a perder qualquer pretensiosismo narrativo, por outras palavras a própria narrativa é prejudicado pelos desvairos do seu realizador, depois aquela opção pelo cinema tridimensional, um dos melhores exemplos dos últimos anos, mas desnecessário para um tipo de obras como esta.
Os fãs de F. Scott Fitzgerald tem motivos para preocupar, The Great Gatsby é um embuste cinematográfico, uma plasticidade cinematograficamente técnica a evidenciar uma Hollywood tão fora de si. Mesmo assim são nos desempenhos sofisticados desta nova visão que nos remete a sua vertente menos contrafeita. O regresso de Leonardo Di Caprio à alçada de Baz Luhrmann, 17 anos depois da cooperação noutra adaptação de um grande clássico literário, Romeo + Juliet de William Shakespeare, o actor conseguir transmitir um solido e perfeito Gatsby, sendo que a sua própria figura artística parece ser simbiótica com a personagem literária. Carey Mulligan traz nova vida a uma personagem ambígua, confrontando-se com uma dualidade que irá surpreender o espectador, principalmente aqueles que não leram a matéria-prima, por outro lado Tobey Maguire ao encontro com a maturidade, se revela promissor mas pouco objectivo.
Em suma, The Great Gatsby, o incontornável livro do seculo XX, padece no vazio narrativo e no universo “faz-de-conta”. Baz Luhrmann aplica o seu cinema e perde assim qualquer solidez de interpretação ao romance de F. Scott Fitzgerald. Desperdiça-se matéria, desaproveitar um potencial filme e gere um produto bem colorido e musicalizado cheio de luxo e excentricidades. The Great Gatsby merecia um autor mais sóbrio.
“You can't repeat the past.”
Real.: Baz Luhrmann / Int.: Leonardo DiCaprio, Tobey Maguire, Carey Mulligan, Joel Edgerton, Elizabeth Debicki, Isla Fisher, Jason Clarke, Amitabh Bachchan
Ver Também
publicado por Teresa ♥ às 2013-05-18 12:49:42
Não vou fazer o mínimo esforço para me vestir ou comer. Tenho uma carrada de trabalhos para fazer assim como resumos para fazer. E a vontade não é nenhuma mas não importa... eu cá me vou arranjar. E para melhor o meu dia - cof cof - estou de mau humor e com uma dor de cabeça dos diabos. Arre!
publicado por Inês às 2013-05-18 02:38:39
Parte, parte à descoberta, dá cada passo ao ritmo do teu coração. Não te despeças de nada nem de ninguém, leva tudo mesmo sem levares nada. Vai, vai onde és feliz, e quando esse ponto não te realizar, parte de novo, mas não te contentes com um estar bem, contenta-te com o auge.
Sê não mais que tu próprio mas dá o melhor de ti em tudo o que faças. Não tenhas medo de te entregar ao mundo, o mundo irá cuidar de ti.
Luta pelo que torna mais e melhor. Perde-te. Por vezes perderes-te será positivo. Perde-te de ti mesmo nem que seja por um segundo. Perde-te no que te faz bem, no que te faz feliz e verás que te encontras.
Cinematograficamente Falando ...
Charulata em Sessão Espec(...)
publicado por Hugo Gomes às 2013-05-17 20:48:33
O ciclo Uma Questão de Caracter inserido na programação da Cinemateca – Museu de Cinema, terá este mês como convidada a Professora do Departamento de Antropologia do ISCTE (Universidade de Lisboa), Rosa Maria Perez, que debaterá sobre algumas das questões sociais da India, desde a globalização que é afectada passando pelo papel da Mulher neste país asiático, tudo como base as intensivas investigações levadas a cabo pela professora durante anos. A sessão especial que decorrerá no dia 23 de Maio, pelas 21:30 na Cinemateca, contará com a sua presença que apresentará um filme elegido pela própria, o clássico indiano Charulata de Satyajit Ray (1964), a adaptação cinematográfica do romance de Rabindranath Tagore.
Para saber mais sobre a programação, ver aqui
Cinematograficamente Falando ...
publicado por Hugo Gomes às 2013-05-17 20:08:29
Apenas presente numa sala de cinema, Cinema City Alegro, Beat Girl foi visto por mais de meio milhar de espectadores, sendo que em questões de rácio esta co-produção portuguesa e irlandesa apenas é ultrapassada por Night Train to Lisbon de Billie August, posicionando assim no vigésimo lugar do box-office nacional. A história criada por Nuno Bernardo e Susana Tavares, sobre uma jovem rapariga que encontra o seu “porto seguro” no mundo da música electrónica após a sua vida desabar aos poucos, estreou em Portugal no passado dia 9 de Maio, simultâneo com o Reino Unido onde tem sido bem recebido pela crítica e público em geral. Esta nova aposta da portuguesa beActive irá chegar aos cinemas norte-americanos no dia 29 de Maio, por cá estará presente no vídeo-on-demand a partir de 23 de Maio, contudo e devido á boa recepção do público, Beat Girl do irlandês Mairtín de Barra terá mais uma semana em exibição, em exclusivo na sala 7 do Cinema City do Centro Comercial do Alegro, Lisboa. Poderá ser vista nas sessões das 20:00, 21:55 e 23:50.
Ver Também
Cinematograficamente Falando ...
publicado por Hugo Gomes às 2013-05-17 19:38:59
De Falsificadores a Assassinos!
Graças a The Counterfeiters (Os Falsificadores), o realizador Stefan Ruzowitzky conseguiu por momentos destacar-se graças a um empenho que fora distinguido com o Óscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira em 2008. Soando como uma espécie de ritual, o autor adquiriu assim um lugar disponível em Hollywood a cargo de um projecto norte-americano, algo habitual para os recentes vencedores deste prémio de Academia. Mas ao contrário do seu parcialmente profundo The Counterfeiters, onde Ruzowitzky fazia usos de uma visão algo inédita do Holocausto do 3º Reich, o realizador decidiu vergar por caminhos de cinema facilitado neste thriller sorrateiro que tem como titulo Deadfall.
Tendo como titulo traduzido, A Sangue Frio, esta obra parece reunir os ingredientes necessários para integrar o direct-to-video, uma intriga rotineira e relações entre as mais personagens das mais forçadas possíveis. Porém nota-se esforço, Deadfall, a história de dois criminosos em fugas nos bosques gélidos canadianos, vinga pelo seu elenco que por vezes sem recorrer ao “brilhantismo” conseguem destacar das demais obras consanguíneas. Eric Bana, por exemplo, nos remete a um personagem ambígua, um prolongamento da sua prestação no curioso Hanna de Joe Wright, em contraste com uma fracassada Olivia Wilde que tenta a todo o custo recorrer à imagem de anti-heroína. Por fim temos os veteranos Kris Kristofferson, Sissy Spacek e Treat Williams, que adquirem alguma classe ao elenco secundário.
Stefan Ruzowitzky baseia nas relações familiares como desculpa para invocar uma profundidade neste cinema pós-golpe que por vezes cai na banalidade e no entediante de projecto contrafeito para o mercado home vídeo. É triste que depois The Counterfeiters, uma fita hoje esquecida mesmo com o prémio no “bolso”, mas merecedora de registo, Ruzowitzky tenha optado por seguir uma fórmula tão costumeira para se vingar em “terras do tio Sam”. Sobra assim a fotografia de Shane Hurlbut que tenta auferir alguma frieza a este suposto “neo-western”.
“What would home look like? I don't know. A farmhouse in the valley, I guess, like the one we grew up in, Liza and I. I remember hiding in the Orchard at night, looking down at the lighted windows, and waiting for our daddy to fall asleep just so we could go back inside. Do you remember that, Liza? Hmm, do you remember that?”
Real.: Stefan Ruzowitzky / Int.: Eric Bana, Olivia Wilde, Charlie Hunnam, Kate Mara, Treat Williams, Kris Kristofferson, Sissy Spacek
Ver também
Cinematograficamente Falando ...
Iron Man 3 é o novo "(...)
publicado por Hugo Gomes às 2013-05-17 18:24:09
publicado por sonhoterumfilho às 2013-05-17 15:01:21
...felicidade maior do que percebermos que o/a nosso/a filho/a é uma criança nitidamente feliz?
Amo-te tanto minha filha!
Susana
Cinematograficamente Falando ...
Z for Zachariah vai chega(...)
publicado por Hugo Gomes às 2013-05-16 22:46:20
A obra de ficção científica escrita por Robert C. O’Brien, Z for Zachariah, vai ser adaptada para o grande ecrã, conforme foi anunciado em Cannes. A fita contará com a produção de Tobey Maguire e a sua produtora Material Pictures, e já se encontram confirmados Chris Pine (Star Trek), Amanda Seyfried (Mamma Mia!) e Chewitel Ejiofor (Serenity) no elenco. Z for Zachariah centra numa jovem rapariga que acredita ser a única sobrevivente de uma catástrofe nuclear, contudo com o desenrolar da acção vem a descobrir que não é bem assim.

