publicado por luadoceu às 2013-05-20 23:26:05
perfil público
http://poemasdeamoredor.blogs.sapo.pt
O meu livro de poesia. Poeta: Rogério Martins Simões Blog no Sapo desde 6 de Março de 2004
Nome
Rogério
Apelido
Simões
Página Pessoal
http://romasi.netpampilhosense.org
Data Nascimento
05-07-1949
Sexo
M
Código Postal
1900-0
Localidade
Lisboa
Artistas / Bandas Favoritas
Deuter, Karunesh, Kevin Kern, Madredeus, Amália, José Afonso,
Programas TV Favoritos
Notícias
Filmes Favoritos
Cinema Paraíso
Livros Favoritos
Livro de versos de Álvaro de Campos; O Livro do desassossego de Bernardo Soares; (toda a restante poesia de Fernando Pessoa; O Profeta de Khalil Gibran; O corvo de Egar Allan Poe
Interesses
arqueologia, poesia, direito, história, contabilidade
Frase Favorita
Nunca serei um homem pequeno, pois, nunca foi intenção em o ser. Rogério Martins Simões
publicado por luadoceu às 2013-05-20 23:26:05
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Alfredo Marceneiro - As s(...)
publicado por Vítor Marceneiro às 2013-05-20 21:35:39
Alfredo Marceneiro fala dos seus estilos e dos pregões
Alfredo Marceneiro, apesar da fama que já ganhara e da aceitação que tinha como fadista, continuou a trabalhar no seu ofício. Os fados cantava-os por amor à arte, embora nessa época já existissem cantadores que ganhavam dinheiro como "negaças" nos Cafés de Camareiras e nos retiros. "Negaças" eram cantadores de menor nomeada, contratados especialmente para atrair, em despique, outros fadistas de maior fama.
E este era um acicate a que Alfredo não renúncia!
Os locais mais frequentados eram o Caliça das Pedralvas, o Bacalhau, ambos eles ali para os lados de Benfica, e ainda o Perna de Pau na Charneca, o Retiro da Severa (Luna Parque), Terraço da Cervejaria Jansen, Ferro de Engomar, Café Luso na Avenida, Castelo dos Mouros no Parque Mayer, Salão Artístico de Fados, Júlio das Farturas, Olímpia Clube, Boémia na Travessa da Palha, Solar da Alegria, José dos Patacos, etc.
Certo dia no "Cachamorra", Alfredo Marceneiro acompanhado pelo poeta Henrique Rego, de quem entretanto se tornara amigo e que tinha passado a ser o seu poeta preferido, foi desafiado por um grande fadista dessa época, Manuel Maria, para cantarem ao desafio ao som do Fado Corrido, tocado em «marcha». Alfredo aceitou e Manuel Maria cantou primeiro dando um estilo que passou a chamar-se de "Marcha do Manuel Maria" (nos fados clássicos o fadista escolhe o tom, para melhor poder improvisar o seu estilo). Enchendo-se de brios, Alfredo pediu que o acompanhassem no mesmo tom e improvisou de tal maneira que criou, também ele, um novo estilo. Nasceu então uma das suas mais lindas músicas: "MARCHA DE ALFREDO MARCENEIRO".
Deste desafio resultou ainda mais fama para Alfredo Marceneiro, que sempre cantou cultivando um estilo próprio, estilo esse que teve sempre reminiscências de «bailarico». Aliás, nas opiniões do guitarrista Casimiro Ramos e do grande fadista Filipe Pinto, todas as obras musicais do Alfredo têm um sotaque de «bailarico».
Foi com Casimiro Ramos, seu acompanhante á guitarra no Clube Olímpia, que Alfredo Marceneiro cantou um fado com versos de Carlos Conde, criando mais um estilo inédito. Nasceu mais uma das suas sensacionais músicas — "Fado Bailarico".
Outros estilos surgiram, o Fado CUF, o Fado Balada, o Fado Louco, o Fado Versículo Pierrot (improviso no fado menor), os Fados Alexandrinos, Lembro-me de Ti, Bêbado Pintor e o Laranjeira, o Fado Mocita dos Caracóis, o Fado Cravo, o Fado Pajem, o Fado Bailado, o Fado Cabaré. Aliás, Alfredo Marceneiro fazia questão de frisar: "— Nunca canto o mesmo fado da mesma maneira pois, em cada interpretação consoante o tom escolhido improviso e crio um estilo novo". Foi esta particularidade que, decerto, lhe granjeou a sua grande fama que ainda hoje perdura de «o maior estilista».
Como se pode verificar quase todas as suas músicas, Alfredo Marceneiro dá-lhes o mesmo título da letra que ele cantou pela primeira vez. Foi o "criador", como se dizia na época, isto porque havia o brio de cada fadista ter o seu repertório privativo.
Alfredo Marceneiro, teve o 1/326 como seu número de inscrição na SOCIEDADE DE ESCRITORES E AUTORES TEATRAIS PORTUGUESES, como sócio administrado. Eis algunspoemas que cantou e para tal "criou estilos" ou seja as suas músicas.
ALFREDO MARCENEIRO FOI O MAIOR ÍCONE DO FADO, FOI O MAIOR ESTILISTA DE TODOS OS TEMPOS, E AINDA É HOJE SEM MARGEM DE DÚVIDAS, CONSIDERADO O MAIOR CRIADOR DE MÚSICAS DOS FADOS CLÁSSICOS EXISTENTES.
FADOS REGISTADOS
Fado Aida
Fado Alexandrino Eu lembro-me de ti
Fado Alexandrino Bêbado Pintor
Fado Bailado (conhecido também como Estranha Forma de Vida)
Fado Olhos Fatais
Fado Bailarico
Fado Balada
Fado Cabaré
Fado Cravo (conhecido também como Fado Viela)
Fado Cuf
Fado Laranjeira
Fado Louco
Fado Marcha do Marceneiro
Fado Maria Marques (ou Vestido Azul)
Fado Mocita dos Caracóis
Fado Odéon
Fado Pagem
Fado Versículo Pierrot (conhecido também como Fado Menor em Versículo, ou somente Fado Versículo)
Alfredo Marceneiro - As s(...)
publicado por Vítor Marceneiro às 2013-05-20 21:23:13
Alfredo Marceneiro fala dos seus estilos e dos pregões
Alfredo Marceneiro, apesar da fama que já ganhara e da aceitação que tinha como fadista, continuou a trabalhar no seu ofício. Os fados cantava-os por amor à arte, embora nessa época já existissem cantadores que ganhavam dinheiro como "negaças" nos Cafés de Camareiras e nos retiros. "Negaças" eram cantadores de menor nomeada, contratados especialmente para atrair, em despique, outros fadistas de maior fama.
E este era um acicate a que Alfredo não renúncia!
Os locais mais frequentados eram o Caliça das Pedralvas, o Bacalhau, ambos eles ali para os lados de Benfica, e ainda o Perna de Pau na Charneca, o Retiro da Severa (Luna Parque), Terraço da Cervejaria Jansen, Ferro de Engomar, Café Luso na Avenida, Castelo dos Mouros no Parque Mayer, Salão Artístico de Fados, Júlio das Farturas, Olímpia Clube, Boémia na Travessa da Palha, Solar da Alegria, José dos Patacos, etc.
Certo dia no "Cachamorra", Alfredo Marceneiro acompanhado pelo poeta Henrique Rego, de quem entretanto se tornara amigo e que tinha passado a ser o seu poeta preferido, foi desafiado por um grande fadista dessa época, Manuel Maria, para cantarem ao desafio ao som do Fado Corrido, tocado em «marcha». Alfredo aceitou e Manuel Maria cantou primeiro dando um estilo que passou a chamar-se de "Marcha do Manuel Maria" (nos fados clássicos o fadista escolhe o tom, para melhor poder improvisar o seu estilo). Enchendo-se de brios, Alfredo pediu que o acompanhassem no mesmo tom e improvisou de tal maneira que criou, também ele, um novo estilo. Nasceu então uma das suas mais lindas músicas: "MARCHA DE ALFREDO MARCENEIRO".
Deste desafio resultou ainda mais fama para Alfredo Marceneiro, que sempre cantou cultivando um estilo próprio, estilo esse que teve sempre reminiscências de «bailarico». Aliás, nas opiniões do guitarrista Casimiro Ramos e do grande fadista Filipe Pinto, todas as obras musicais do Alfredo têm um sotaque de «bailarico».
Foi com Casimiro Ramos, seu acompanhante á guitarra no Clube Olímpia, que Alfredo Marceneiro cantou um fado com versos de Carlos Conde, criando mais um estilo inédito. Nasceu mais uma das suas sensacionais músicas — "Fado Bailarico".
Outros estilos surgiram, o Fado CUF, o Fado Balada, o Fado Louco, o Fado Versículo Pierrot (improviso no fado menor), os Fados Alexandrinos, Lembro-me de Ti, Bêbado Pintor e o Laranjeira, o Fado Mocita dos Caracóis, o Fado Cravo, o Fado Pajem, o Fado Bailado, o Fado Cabaré. Aliás, Alfredo Marceneiro fazia questão de frisar: "— Nunca canto o mesmo fado da mesma maneira pois, em cada interpretação consoante o tom escolhido improviso e crio um estilo novo". Foi esta particularidade que, decerto, lhe granjeou a sua grande fama que ainda hoje perdura de «o maior estilista».
Como se pode verificar quase todas as suas músicas, Alfredo Marceneiro dá-lhes o mesmo título da letra que ele cantou pela primeira vez. Foi o "criador", como se dizia na época, isto porque havia o brio de cada fadista ter o seu repertório privativo.
Alfredo Marceneiro, teve o 1/326 como seu número de inscrição na SOCIEDADE DE ESCRITORES E AUTORES TEATRAIS PORTUGUESES, como sócio administrado. Eis algunspoemas que cantou e para tal "criou estilos" ou seja as suas músicas.
ALFREDO MARCENEIRO FOI O MAIOR ÍCONE DO FADO, FOI O MAIOR ESTILISTA DE TODOS OS TEMPOS, E AINDA É HOJE SEM MARGEM DE DÚVIDAS, CONSIDERADO O MAIOR CRIADOR DE MÚSICAS DOS FADOS CLÁSSICOS EXISTENTES.
FADOS REGISTADOS
Fado Aida
Fado Alexandrino Eu lembro-me de ti
Fado Alexandrino Bêbado Pintor
Fado Bailado (conhecido também como Estranha Forma de Vida)
Fado Olhos Fatais
Fado Bailarico
Fado Balada
Fado Cabaré
Fado Cravo (conhecido também como Fado Viela)
Fado Cuf
Fado Laranjeira
Fado Louco
Fado Marcha do Marceneiro
Fado Maria Marques (ou Vestido Azul)
Fado Mocita dos Caracóis
Fado Odéon
Fado Pagem
Fado Versículo Pierrot (conhecido também como Fado Menor em Versículo, ou somente Fado Versículo)
Convocatória para dia 22,(...)
publicado por trilhosemfim às 2013-05-20 20:15:33
publicado por luadoceu às 2013-05-20 18:21:17
Ola a todas(os)
Uma nova etapa na minha vida e na da minha filha
Hoje disse vamos: aonde? inscreve la na creche.Fomos os 3.
Informaticamente e no papel ja esta inscrita, tenho o papel comprovativo,faltam pormenores de alguns papeis do centro de saude e segurança social que com o tempo chegarei lá.Para começar em Setembro e parece me haver vagas
Vamos a ver como como corre...confio que corra bem...)9So pede para ir.....nem que va co o sentido que seja para brincar....))
publicado por Chicailheu às 2013-05-20 17:45:10
Após a minha recente ida, uma vez mais a o Hospital de Santa Maria. regressei a 9 deste mês, e venho muito triste e desnorteada!
Tive consulta de Gastro, no dia 2. Estava marcada para as 11h, e só fui atendida já passava das 14 horas.
Mal entrei no consultório, deparei-me com um médico, desnorteado, que me disse: -" Estou quase a ter um Enfarte, estive quase a por porta fora a doente que acabou de sair daqui.
Que culpa tinha eu? Ia de tão longe, não vinha própriamqnte de um lugar lá do Continente, mas sim dos Açores!
Eu, de pé proferi: -" Sr.. Dr., se acha que não está em condições de continuar as consultas, marque para outro dia.
Mandou-me sentar, mas eu já estava sem saber o que dizer ( e tinha tanto) e mostrei-lhe a Colonoscopia que tinha levado comigo. O Sr. Dr., mal olhou...estava atónito...pareceu-me que ele nem viu bem o exame, embora eu é que fui dizendo os resultados.
Como no dia seguinte ia ter consulta de um Neurocirurgião, ele logo me remeteu para o mesmo, e que depois o procurasse na terça-feira, nas Urgências.
Ora logo pensei: "Procurar este senhor nas Urgências, será o mesmo que procurar "agulha em palheiro"!
Nervosa, e com a papelada toda na mão, fora da capa, saí gabinete fora, lutando para dominar os nervos que me faziam tremer para lá do disfarçável!
Eu que ando há um ano, tal qual bolinha de pingo pong, que levava tantas dúvidas e perguntas para lhe expor, levei com os estilhaços da consulta anterior...foi mesmo a despachar-me porta fora!
Era muita coisa para eu gerir. Mas tinha de serenar, e tentar não me desfazer em lágrimas.
Fui para casa completamente desolada. Não quis comer, só queria dormir e para isso procuro refúgio nos ansiolíticos, pois enquanto durmo não penso.
No dia seguinte, ás 8h da manhã já lá estava a tirar o nº. da ficha para a consulta de Neurocirurgia.
Entreguei o CD da Ressonância Magnética que fiz cá levei.
O Dr., de poucas palavras, viu o Cd no Computador, em absoluto silêncio, e eu apenas olhava e esperava uma observação.
Então o Neurocirurgião finalmente verbalizou, que sim senhora, tinha de ser operada à L2 L3, L4 e L5.
Explicou que a L2, L3 e L4, mexem com os nervos da perna, no meu caso é a esquerda, mexem com os nervos sacrais, Bexiga e Intestinos e funções Sexuais.
Quanto à L5, mexe com o Sacro e Cóccix.
Eu perguntei se no caso de não querer ser operada, quais seriam as consequências.
Respondeu-me, que ia degenerando, perdendo a mobilidade, até ficar sem andar.
Disse-lhe ainda, que ia voltar ao médico que me operou os intestinos, e que ele tinha dito que consoante a opinião deste, é que decidiria se faria ou não, a estimulação com as agulhas ao Ânus.
Este, disse, que não via inconveniente...mas deixava que a decisão fosse do outro.
Fez o relatório.
Entregou-me para eu mostrar ao outro, na próxima terça-feira. Ora isto foi numa sexta-feira.
Saí de lá, nem me digam nada!
Quando cheguei a casa, fui ler o relatório com a sentença.
Estava lá escrito: -"Estenose L3-L4; L4-L5 com espondiolistese degenerativa L4-L5, tem indicação para Laminectomia e Artrosese L3-L5.
ESPONDIOLISTESE - é o deslocamento de uma vértebra ou da coluna vertebral em relação à vertebra anterior. Provoca dor crónica ou aguda causada pela moléstia degenerativa.
LAMINECTOMIA - é o procedimento cirúrgico para a remoção de uma ou mais Lâminas. A Laminectomia constitui o tempo operatório das intervenções da medula espinhal que necessitam de uma exposição longa da dura-máter.
ARTRODESE - O procedimento é realizado para aliviar a dor intratável em uma articulação que já não pode ser manejada com medicamentos ou outros tratamentos normalmente indicados...
Mais especificamente, trata-se da fusão óssea de qualquer articulação, destituindo de mobilidade. Pode levar um enxerto ósseo com osso da própria pessoa ou de uma outra pessoa.
A Artrodese pode necessitar de parafusos, barras e pinos, no caso da Coluna Lombar.
Após o o procedimento cirúrgico, há necessidade de repouso relativo a 3 meses, sendo permitidas e indicadas caminhadas moderadas, no período em que há fusão óssea.
Nesta sexta-feira, só me apetecia desaparecer...nem falar, nem comer, nada de nada.
Chegou a terça-feira, 7 de Maio, parecia que 3 dias tinham sido 3 longos anos!
Não fui procurar o Sr.. Dr.. às urgências, algo me disse que seria uma procura inglória.
Dirigi-me à Cirurgia II, onde fui operada, e eis que o vejo com outros senhores doutores ao fundo do corredor.
Dirigi-me a ele, educadamente perguntei se me dava 1 minuto do seu precioso tempo.
Disse-lhe a opinião do outro, e este decidiu:
Primeiro - Vai ser operada à coluna.
Segundo- se não resultar com a estimulação do ânus, então partiremos para essa fase, e só depois se não houver alternativa, a última das hipóteses será a Colostomia.
Vá para os Açores, seja operada, e depois de 6 meses, ligue para cá.
Eu disse-lhe um Muito Obrigada, e saí porta fora, completamente transtornada, fora de mim!
Ora essa...ir de tanto longe, a pensar que ia fazer essa tal estimulação com as Agulhas, e volto no mesmo...ou pior, pois o meu psíquico ficou ainda mais alterado!
Nada me faz sentido. Se estava confusa, mais confusa fiquei!
Agora tenho de ganhar forças não sei onde, para começar um novo ciclo!
Procurar o Neurocirurgião que vem Cá à ILHA, uma vez por Mês.
Ir a uma consulta de Neurologia (já marquei para quinta-feira), pois o neurocirurgião disse que os tremores e desequilíbrios que tenho são do fórum Neurológico.
Espera-me uma longa caminhada, à qual não sei se tenho forças para enfrentar mais esta dura Batalha!
Estou a perder as forças físicas, psiquícas e financeiras...só me apetece desistir!...
Tudo me parece devastador...ia com esperança, e vim de lá sem a única coisa que queria: "UMA SOLUÇÂO"!
P.S. - Falaram-me de um medicamento: LYRICA
Fui ver na Wikipédia.
Este medicamento foi aprovado no ano de 2004 na UNIÃO EUROPEIA.
É um Fármaco análogo ao GABA anticonvolsivo e antiepilético da dor periférica, ansiedade e fibromialgia.
Vou falar à Neurologista acerca deste medicamento...quem sabe não será uma mais valia?
Ainda não tinha vindo deixar notícias, porque tive de pensar e redigir bem, o que queria escrever aqui.
CHICA
publicado por trilhosemfim às 2013-05-19 17:32:20
Pia do Urso, outra vez?! Pois foi, dadas as condições atmosféricas que se anteviam quis fugir-se à pedra molhada. Por esse motivo a opção fui seguir direção às Fontes do Liz, Reguengo do Fetal com destino à Pia do Urso. Eramos 13 trilheiros que pontualmente saíram do PR pelas 8.30h, com esse destino.
Já em cima da hora no PR, chegou Mota na sua Mondraker, que foi acolhido com animo pelos restantes. Já após passada a Pedreira do Reguengo perdemos este 13º elemento que regressou a Leiria. Próximo da casa do irmão do Pedro Santos, optamos por fazer essa subida, fazendo assim um caminho, em parte diferente do habitual até à Pia do Urso.
Antes das 11horas degustávamos o café e pastel de nata, no café da Pia do Urso, enquanto observávamos uma revista técnica com bicicletas e outras coisas…
O regresso fez-se por caminho alternativo, direção à Torre, daí até às Fontes e Fonte do Liz. Foi passada a Torre que enveredamos por um trilho com bastante argila e pedra, o que tornou esta na parte com maior perigo, pois a argila que envolvia os nossos pneus fez-nos perder a tração em descida ingreme. Optamos de forma generalizada por fazer um treino a pé.
A parte de um susto inicial, na Reixida com Cardinhos, que se veio a justificar por uma situação de bloqueio de suspensão, tudo correu bem sem problemas técnicos e sem “feridos”.
A nossa volta ficou pelos 50Km de extensão e 830m de acumulado.
Desta feita os Ansiãos desta Tribo Sem Fim, indicam que não merece a pena alongar muito a descrição das voltas, pelo que me fico por aqui. Verdade tem de ser dita, é que os Ansiãos sabem o que fazem e o que dizem, o que pode ser atestado pela unidade que este grupo mantém e tem mantido ao longo dos anos, e que são já alguns.
Contamos com um feriado municipal a próxima 4ª feira, dia 22 de Maio. Aproveitemos para BTTar.
Até lá! Boa semana!
D’Armindo
Também em meo Kanal 490904
publicado por poetaromasi às 2013-05-19 00:19:26
FALA-ME DE AMOR
(Rogério Martins Simões)
Fala-me de amor - disseste,
quando nos recantos dos jardins
as barreiras nos impediam de pisar a relva.
Rompiam as memórias
e um ligeiro vento
arrastava as folhas secas do velho plátano.
Era tão tarde…
e ainda agora despontavam as histórias...
Olhei sem desvario.
Antes, quando me debruçava no teu peito,
eras rio,
eras só rebuçado!
E trazíamos nos pés alpercatas,
com asas,
que reluziam por cima dos muros
e o chão era mais leve que o algodão…
Sabes?
A cidade fede devaneios
e as árvores crescem nos telhados das casas.
Não te vou falar de amor, não!
Reservo para mim as sensações dos velhos tempos.
Agora, restam umas quantas folhas que vêm ter comigo:
Somos dois silêncios!
Dois estranhos castanheiros perdidos na cidade…
01-02-2006.
publicado por luadoceu às 2013-05-18 11:46:54
É pa,desculpem que tem uma familia estrutura e nao falo da minha: marido,eu e filha
Mas de mãe
Telefona me.Pergunta como eu estou. Respondo lhe: o mae, que é que tu achas?.Responde me: Que é que tu tens?.Respondo: tu achas que eu estou e ando bem?Que tenho a vida facilitada...é pa...
Não me posos queixar,parece que estou a pedir lhe algo...e sabe Deus,que aundo peço é directo e nao ando com subterfugios
Sabem,o que ela fez....resmungou qualquer coisa e desliga me telefone na cara
Mas eu disse algo de errado? Respondi,quer que eu diga que estou bem,quando nao estou?Nao estou bem,disse e pronto
Queria que eu fosse la casa, nao estou em condiçoes, nao tenho um unico dia para mim, com minha filha em casa, so vivo para ela e marido...e tenho a casa arrumada e filha educada e linda. Preciso ter tempo para mim e casa.....e dar atençao unica a minha filha, sem cuidar da casa ou descura la
Mas nao, desliga me telefone, tento ligar para reprova la, nao me atende, quem atende e o desgraçado do meu pai,que tem de me ouvir....esta mal...muito mal...mas no caminho para ca deve ter pensado bem e no meu desabafo em casa nem piou e la levou minha filha
Fui maleducada ou foi minha mae?Nao sou hipocrita.Nao tou mesmo bem ora essa
Sinceramente

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Alfredo Marceneiro - Os p(...)
publicado por Vítor Marceneiro às 2013-05-17 21:53:05
A primeira vez que Alfredo vai ouvir cantar o fado, em recinto adequado, foi na Rua do Poço dos Negros, no Beco dos Carrascos, onde actuavam conhecidos fadistas de então que, por serem gente de trabalho, cantavam por amor à arte. Os acompanhamentos musicais nessa época eram feitos ao piano, com bandolim, ou com guitarras.
Mas foi no «14» do Largo do Rato, antiga casa de jogo e que o dono transformou em «cabaret» quando os jogos de azar foram proibidos, que o jovem Alfredo começou a ser mais conhecido no meio fadista, sendo frequentemente convidado a cantar alguns «fadinhos», cujos versos ele mesmo improvisava. Outros versos que também cantava, letras de qualidade literária e poética muito fracas, eram adquiridos nos quiosques pelo preço de um vintém.
Aqui travou conhecimento com alguns dos poetas populares e grandes fadistas de nomeada daquela época, nomeadamente, o Britinho, estucador, o Soares, do Intendente, o Júlio Proença, estofador, o João Mulato, o Chico Viana, o Jorge, caldeireiro, o Fernando Teles e tantos outros, todos peritos de Fado, que não tardaram em ver no jovem Alfredo um verdadeiro fadista. Como manifestação desse reconhecimento começaram a dar-lhe algumas das suas criações poéticas para que ele as cantasse.
O fado era uma canção de revolta e/ou de amor. Era a história do operário que ficava sem uma perna, sem um braço, ou que era despedido e ficava na miséria, era a história da rapariga que vinha do campo e se perdia nas vielas, era a história do órfão abandonado. Era também a história do amor inflamado pela esperança ou pela desilusão.
É certo que havia letras de fados bastante «lamechas», mas Alfredo tinha a intuição natural de saber escolher de entre os melhores poemas que os poetas da altura escreviam, utilizando sempre o seu dom de bem-dizer e de correctamente dividir as orações gramaticais, o que decerto contribuiu, a par com o seu estilo musical, para a sua enorme popularidade.
As deambulações pelos retiros de Fado continuam e certo dia foi convidado para uma «patuscada» no Carioca da Trindade, mais conhecido por "Coimbra", situado no Largo da Abegoaria, hoje Largo Rafael Bordalo Pinheiro. Alfredo cantou e foi aplaudido com bastante entusiasmo, tendo havido alguém que, quando ele cantou o "Fado Dois Tons", com invulgar sentimento, não resistiu a ir abraçá-lo e, com os olhos rasos de lágrimas, apresentando-se, disse:
— Você não me conhece, mas de hoje em diante faço questão de ser seu amigo, pois comoveu-me profundamente ouvi-lo cantar. Chamo-me Manuel Rêgo, sou poeta, escrevo letras para fado e terei muito gosto em dar-lhe alguns dos meus poemas.
Assim começou uma amizade que durou anos, tendo Manuel Rêgo escrito para Alfredo Duarte alguns poemas para o seu repertório.
Quando Manuel Rêgo adoeceu, logo Alfredo, com outros elementos, lhe organizou uma festa de solidariedade, como homenagem ao poeta e amigo.
E num dia, que nunca mais esqueceu, disseram-lhe que o seu amigo Manuel Rêgo tinha falecido, vítima de uma «galopante». Sucumbido com a notícia, que lhe parecia inacreditável, Alfredo ficou de tal forma sentido que durante dois dias não saiu de casa.
Quando voltou à oficina, decidiu fazer uma cruz em madeira e foi ao cemitério colocá-la na campa onde jazia o amigo. Era uma homenagem singela, mas não a última pois continuou pela vida fora homenageando-o ao cantar os seus versos e, acima de tudo, mantendo-o bem vivo na sua memória, tal como vezes sem conta o referiu.
Eis o exemplo de um de fado, considerado patriótico, mas do género do que se escrevia após a primeira Grande Guerra Mundial.
" ASSOMO DA RAÇA "
Enquanto o Mundo, cobarde,
Precipita com rancor
Numa trágica odisseia,
Na escola, ao cair da tarde
O velhinho professor
Fala aos rapazes da aldeia!
«Sabeis vós o que é a guerra,
«Essa hecatombe terrível
«De que fala todo o Mundo?
«É ver os homens, na terra,
«Em luta medonha, horrível,
«Num ódio torvo e profundo!
«Vai-se p´ra a guerra contente,
«Patriotismo exaltado
«Na fé baixa da vingança!
«Mas, regressa-se descrente,
«Cego, doido ou mutilado,
«Velho, até, se foi criança...
«Contra a guerra e contra tudo
«O que no mundo a consente!
Brada o professor por fim;
Mas o CHICO miúdo,
Uns quatro palmos de gente
Levantou-se e disse assim:
«Seja a Guerra obra do mal,
«Duro flagelo, não nego,
«Diga-se o que se disser...
«Se alguém quiser Portugal
«Fique mutilado ou cego
«Eu tenho de defender!
E o gesto desse rapaz,
Que oito séculos de História
Obrigavam a falar,
Mostrou bem do que é capaz
O Povo de maior Glória,
LIVRE NA TERRA E NO MAR
© Vítor Duarte Marceneiro in “Recordar Alfredo Marceneiro”
Alfredo Marceneiro - Os p(...)
publicado por Vítor Marceneiro às 2013-05-17 21:00:59
A primeira vez que Alfredo vai ouvir cantar o fado, em recinto adequado, foi na Rua do Poço dos Negros, no Beco dos Carrascos, onde actuavam conhecidos fadistas de então que, por serem gente de trabalho, cantavam por amor à arte. Os acompanhamentos musicais nessa época eram feitos ao piano, com bandolim, ou com guitarras.
Mas foi no «14» do Largo do Rato, antiga casa de jogo e que o dono transformou em «cabaret» quando os jogos de azar foram proibidos, que o jovem Alfredo começou a ser mais conhecido no meio fadista, sendo frequentemente convidado a cantar alguns «fadinhos», cujos versos ele mesmo improvisava. Outros versos que também cantava, letras de qualidade literária e poética muito fracas, eram adquiridos nos quiosques pelo preço de um vintém.
Aqui travou conhecimento com alguns dos poetas populares e grandes fadistas de nomeada daquela época, nomeadamente, o Britinho, estucador, o Soares, do Intendente, o Júlio Proença, estofador, o João Mulato, o Chico Viana, o Jorge, caldeireiro, o Fernando Teles e tantos outros, todos peritos de Fado, que não tardaram em ver no jovem Alfredo um verdadeiro fadista. Como manifestação desse reconhecimento começaram a dar-lhe algumas das suas criações poéticas para que ele as cantasse.
O fado era uma canção de revolta e/ou de amor. Era a história do operário que ficava sem uma perna, sem um braço, ou que era despedido e ficava na miséria, era a história da rapariga que vinha do campo e se perdia nas vielas, era a história do órfão abandonado. Era também a história do amor inflamado pela esperança ou pela desilusão.
É certo que havia letras de fados bastante «lamechas», mas Alfredo tinha a intuição natural de saber escolher de entre os melhores poemas que os poetas da altura escreviam, utilizando sempre o seu dom de bem-dizer e de correctamente dividir as orações gramaticais, o que decerto contribuiu, a par com o seu estilo musical, para a sua enorme popularidade.
As deambulações pelos retiros de Fado continuam e certo dia foi convidado para uma «patuscada» no Carioca da Trindade, mais conhecido por "Coimbra", situado no Largo da Abegoaria, hoje Largo Rafael Bordalo Pinheiro. Alfredo cantou e foi aplaudido com bastante entusiasmo, tendo havido alguém que, quando ele cantou o "Fado Dois Tons", com invulgar sentimento, não resistiu a ir abraçá-lo e, com os olhos rasos de lágrimas, apresentando-se, disse:
— Você não me conhece, mas de hoje em diante faço questão de ser seu amigo, pois comoveu-me profundamente ouvi-lo cantar. Chamo-me Manuel Rêgo, sou poeta, escrevo letras para fado e terei muito gosto em dar-lhe alguns dos meus poemas.
Assim começou uma amizade que durou anos, tendo Manuel Rêgo escrito para Alfredo Duarte alguns poemas para o seu repertório.
Quando Manuel Rêgo adoeceu, logo Alfredo, com outros elementos, lhe organizou uma festa de solidariedade, como homenagem ao poeta e amigo.
E num dia, que nunca mais esqueceu, disseram-lhe que o seu amigo Manuel Rêgo tinha falecido, vítima de uma «galopante». Sucumbido com a notícia, que lhe parecia inacreditável, Alfredo ficou de tal forma sentido que durante dois dias não saiu de casa.
Quando voltou à oficina, decidiu fazer uma cruz em madeira e foi ao cemitério colocá-la na campa onde jazia o amigo. Era uma homenagem singela, mas não a última pois continuou pela vida fora homenageando-o ao cantar os seus versos e, acima de tudo, mantendo-o bem vivo na sua memória, tal como vezes sem conta o referiu.
Eis o exemplo de um de fado, considerado patriótico, mas do género do que se escrevia após a primeira Grande Guerra Mundial.
" ASSOMO DA RAÇA "
Enquanto o Mundo, cobarde,
Precipita com rancor
Numa trágica odisseia,
Na escola, ao cair da tarde
O velhinho professor
Fala aos rapazes da aldeia!
«Sabeis vós o que é a guerra,
«Essa hecatombe terrível
«De que fala todo o Mundo?
«É ver os homens, na terra,
«Em luta medonha, horrível,
«Num ódio torvo e profundo!
«Vai-se p´ra a guerra contente,
«Patriotismo exaltado
«Na fé baixa da vingança!
«Mas, regressa-se descrente,
«Cego, doido ou mutilado,
«Velho, até, se foi criança...
«Contra a guerra e contra tudo
«O que no mundo a consente!
Brada o professor por fim;
Mas o CHICO miúdo,
Uns quatro palmos de gente
Levantou-se e disse assim:
«Seja a Guerra obra do mal,
«Duro flagelo, não nego,
«Diga-se o que se disser...
«Se alguém quiser Portugal
«Fique mutilado ou cego
«Eu tenho de defender!
E o gesto desse rapaz,
Que oito séculos de História
Obrigavam a falar,
Mostrou bem do que é capaz
O Povo de maior Glória,
LIVRE NA TERRA E NO MAR
© Vítor Duarte Marceneiro in “Recordar Alfredo Marceneiro”
E tudo não passou de um v(...)
publicado por soumaiseu às 2013-05-17 18:45:42
Quando fui buscar a Catita à Escolinha a ervilha do olho estava a drenar uma coisa verde e viscosa... fui à mesma ao Hospital. A Oftalmologista explicou-me que aquilo era nada mais nada menos do que um treçolho mas dos muito "produtivos". Eu tive-os durante toda a minha infância e adolescência, mas nunca assim. Limitava-me a ficar com a pálpebra inchada, vermelha e dolorida, e depois aquilo lá ia desaparecendo... Mas parece que o treçolho da Rita é diferente... Como já tinha começado a drenar não foi preciso o bisturi. Também fiquei a saber que só se recorre a essa técnica pelo menos um mês e meio depois da ervilha ter endurecido, ou seja, enquanto o quisto for mole não fazem nada porque é sempre preferível que a matéria purulenta saia por si, e isso pode demorar muito tempo... Posto isto, a Dra mudou a terapêutica para uma pomada toda XPTO que é antibiótica e anti-inflamatória durante 7 dias findos os quais é suposto que a coisa esteja completamente resolvida... Mais 7 dias de castigo! Deus queira que resulte que eu já não posso ver pomadas e colírios!
publicado por José da Cruz às 2013-05-17 17:12:49
publicado por luadoceu às 2013-05-17 15:47:33



publicado por luadoceu às 2013-05-17 13:43:43
Mais um desabafo
Nao so sao imagens
Eu ja nao me reconheço
Nao sei se é pela vida que levo e pela força que a estabilidade me dá,não me reconheço
Com a minha mae, nunca me calei quando comecei a abrir os olhos....mas desde que abri os olhos e tenho outros horizontes, tb aprendi a nao me calar
Nao significa que seja maleducada, que seja rude,mas quando algo me incomoda eu falo com as pessoas directamente e nao sou das que levam e trazem,ou manda recados, mas enfrento e prefiro ser a má da fita...continuo a ser boa pessoa e ajudar os meus amigos, mas a minha vida não e facil, nem esta facilitada, pelo desemprego e dificuldades financeiras e temos despesas do final do mes, mas pequenas coisas economicas que incomodam, quero ajudar mais os outros, mas nem a mim pp me sustento e se o faço e com dificuldade que tenho de por os pontos nos is. Ja nem com minha sogra conto mais e que Deus me ajude e aos meus directos nao posso pedir, pq diz se que teem mais um filho: meu irmao...esse esta em grande e nao passa dificuldades e tem uma divida mto maior que pequenas coisas que tenho pendentes e pagas aos poucos, com esforço sobrehumano.
Quem é verdadeiro amigo tem de entender a natureza de eu tentar e dizer e saber dizer que não.................e não é má vontade,ou má fé, não posso mesmo

Azoriana - Terceirense das rimas
publicado por Azoriana às 2013-05-17 13:24:39
Muito antes de a crise-fobia começar já a sentia no meu lar. Fomos todos passando pelos anos fora e, inevitavelmente acabaram por sentir todos a mesma crise-fobia no estado concreto e absoluto. Ao invés de sobrar uma réstia de esperança para o mês seguinte falta um tanto ainda antes de virar a folha do calendário. Fazem-se contas, continhas ao mínimo e às “pretinhas” que possam ter ficado “entaladas” na carteira e, no fim, o resultado é nulo. Estica-se o sabão, o rolo do papel higiénico, o leite, o pão… a roupa vai até ganhar algum buraquito (com remendo), o calçado anda até gastar a sola, não se desce à baixa citadina para não se ver montras desmaiadas pelos nossos olhares que vão de passagem e nem lhe atiram piropos, nem tão pouco saem do lugar e ficam até desbotar no desânimo total.
Afinal a culpa nem está solteira. Junta-se às modernices de um tempo sem tempo para nada. É a máquina de lavar em vez da pia, é o carro em vez das pernas, é o sofá em vez do ar livre, é as prateleiras do hipermercado em vez das prateleiras domésticas com o fruto da terra, é a caixa de leite em vez da teta da vaca, é a caixa dos ovos em vez da capoeira e da galinha poedeira, é a máquina da terra em vez da enxada de olho… Já não se querem envolver de terra, monda e do cheiro da terra cavada…
Afinal estamos todos a ver o resultado duma evolução sem boa orientação porque não quiseram seguir os conselhos dos que hoje sofrem muito mais a sua própria derrota.
Vejam-se, nas horas de ponta, os engarrafamentos de viaturas congestionando as rotundas na fúria de chegarem antes que o “badalo” do portão lhes impeça a entrada ao serviço diário. Vejam-se os rostos de poucos amigos, os tiques, os dramas que aglutinam nas depressões psicológicas de um punhado de transeuntes esbaforidos sem saber como contornarem mais um dia de vida e sustentarem as bocas racionais e irracionais de moradias permanentes e decadentes...
E mais não escrevo para não ter de ouvir a retórica de que é preciso lutar contra o mal e alto falar o que de bem se tem ou faz, sempre com cara de anjo num ninho de abnegados servidores do vil metal que foi a nossa verdadeira ruína.
Tivessem feito bem a conversão e o equilíbrio do ter e o dever.
Posto isto, tenham bom fim-de-semana prolongado graças ao Divino Espírito Santo, ao domingo de Pentecostes e à segunda-feira da pombinha que são o exemplo da devoção, fé, partilha do pão, carne (nalgumas localidades) e vinho, o apregoar de alfenim e rosquilhas de massa sovada, o salivar de salgadinhos e outros doces que enfeitam as mesas do nosso 1º Bodo, o sétimo domingo depois da Páscoa. Deus será sempre o nosso melhor amigo!
Angra do Heroísmo, 17 de maio de 2013. Rosa Silva ("Azoriana")
publicado por luadoceu às 2013-05-16 17:18:48
Meu Deus
Era tao aventureira, sem me prejudicar ou dar mau nome a familia.Mas sinto que era
Mas juntei me ao meu marido e nao e por ter uma filha, tb ajuda, tb não e desculpa, alem de ser caseira, ando muito quieta, respeito o demasiado, amo o demasiado, para perder tudo quanto tenho e nao tem volta se me aventurar numa aventura que de tudo a perder.
Gosto da vida que levo....nao posso me aventurar em gastos, saidas, passeios, comprar algo que gosto, mas tenho um homem que nao ha outro assim, me deixa gerir o dinheiro e todo o dinheiro extra que ganha em gorjetas mo da, e leal, respeitador e sobretudo ama me tal como eu sou, mesmo.
Logo vou perder esta vida que tenho e que me custou anos de vida a conquistar(pois sempre quiz namoro assumido e duradouro e que nunca pensei que viesse, mas veio?
Claro que o namoro e bem diferente de uniao de facto ou casamento e nao e um mar de rosas
Mas e um puro desabafo, a dizer que nem eu me conheço

publicado por soumaiseu às 2013-05-16 13:01:14
Estou que não posso, com os nervos em franja e stressada até mais não poder.... A minha Catita anda desde o dia 20 e tal do mês passado com um problema num olho. Começou por ser uma inflamação de um cílio, algo que ela fazia muitas vezes até aos 3 anos e meio e por isso algo já conhecido cá em casa. Fui à farmácia, comprei a mesma pomada indicada pelo pediatra e tratei como sempre fiz. Drenou. Ok. No dia seguinte acordou com o olho vermelho, inchado... igual no dia dia seguinte e depois juntou-se-lhe uma concavidade no meio da vermelhidão... Levei ao SAP. A médica nem se aproximou (aquilo podia ter dentes e arrancar-lhe um dedo!), medicou com pomada antibiótica 3Xdia mais colírio durante 6/7 dias. 2 dias depois de termos começado o antibiótico a concavidade deu lugar a uma bola branca do tamanho de uma ervilha, pensei que drenasse... mas não drenou... Ao sexto dia, no domingo, ligo para a Saúde 24 para saber qual o hospital que tem Oftalmologia Pediátrica. Por indicação deles volto novamente ao SAP, somos atendidas pela nossa médica de família que estava de serviço e uma colega dela pediatra. Ambas viram a miúda. Soube então que aquilo é um Quisto társico que é suposto drenar sozinho... novo tratamento de choque, novo antibiótico em pomada e colírio, tudo em quantidades generosas para ver se a coisa se dá... "Se não drenar até quarta-feira, na quinta leve-a ao Hospital de Santa Maria a uma urgência de Oftalmologia porque tem de se fazer um corte com o bisturi e tem de ser o oftalmologista a fazer isso..." Estão a ver o meu pânico? Vou ter de levar a miúda para que lhe cortem aquilo? Se até a mim me faz confusão... e olhem que não sou medricas, não sou mesmo... mas a minha menina é a minha menina... vai ser lindo vai!
GOD HELP ME!
Diário de uma mãe especia(...)
publicado por luadoceu às 2013-05-16 10:00:15

http://patriarca-do-fado.blogs.sapo.pt
Victor Viegas Costa - Hom(...)
publicado por Vítor Marceneiro às 2013-05-15 23:00:24
O nosso associadao Victor Viegas Costa, no dia do seu 75º aniversário quis dar aà sua prole, filhas, netos e genros uma sessão de fados para que sentissem, como ele sente, O FADO e a figura de ALFREDO MARCENEIRO.
O Video diz tudo, Viva o Fado, Viva Marceneiro e Viva o Victor Costa e todos os amantes do Fado.
publicado por luadoceu às 2013-05-15 20:49:53
http://patriarca-do-fado.blogs.sapo.pt
A Casa e o Leilão da Mari(...)
publicado por Vítor Marceneiro às 2013-05-15 19:25:30
A CASA DA MARIQUINHAS
Foram muitos os temas que Alfredo Marceneiro cantou, mas, de entre todos eles, houve um que teve grande êxito com versos da autoria do grande jornalista e poeta Silva Tavares e que foi, aliás, considerado o "ex-libris" das suas criações, " A Casa da Mariquinhas".
Todos os que o escutavam, eram unânimes em afirmar que os versos que Silva Tavares escreveu, quando cantados pelo Alfredo, "viam imagens reais". Marceneiro, numa ideia genial, decide demonstrar a todos que, também no seu ofício, é um mestre e na escala de 1/10 constroi em madeira a Casa da Mariquinhas, recriando todos os pormenores que são descritos nos versos do fado.
Alfredo Marceneiro canta
A Casa da Mariquinhas
"CASA DA MARIQUINHAS"
Vive com muitas amigas
Aquela de quem vos falo
E não há maior regalo
De vida de raparigas
É doida pelas cantigas
Como no campo a cigarra
Se canta o fado á guitarra
De comovida até chora
A casa alegre onde mora
É numa rua bizarra
É de aparência singela
Mas muito mal mobilada
No fundo não vale nada
O tudo da casa dela
No vão de cada janela
Sobre coluna, uma jarra
Colchas de chita com barra
Quadros de gosto magano
Em vez de ter um piano
Tem na sala uma guitarra
O tema " A Casa da Mariquinhas ", teve tal êxito, que levou outros poetas a se basearem nele, Linhares Barbosa, Carlos Conde e Dr. Lopes Victor, compondo outras versões igualmente cantadas por Marceneiro:
O poeta João Linhares Barbosa, escreveu:
Vítor Duarte Marceneiro canta
O Leilão da Mariquinhas
O LEILÃO DA MARIQUINHAS
Ninguém sabe dizer nada
Da famosa Mariquinhas
A casa foi leiloada
Venderam-lhe as tabuinhas
Ainda fresca e com gagé
Encontrei na Mouraria
A antiga Rosa Maria
E o Chico do Cachené
Fui-lhes falar, já se vê
E perguntei-lhes, de entrada
P´la Mariquinhas coitada?
Respondeu-me o Chico: e vê-la
Tenho querido saber dela
Ninguém sabe dizer nada.
Então o Chico apertado
Com perguntas, explicou-se
A vizinhança zangou-se
Fez um abaixo assinado,
Diziam que havia fado
Ali até de Madrugada
E a pobre foi intimada,
A sair, foi posta fora
E por more de uma penhora
A casa foi leiloada.
A Casa da Mariquinhas - O(...)
publicado por Vítor Marceneiro às 2013-05-15 19:06:29
A CASA DA MARIQUINHAS
Foram muitos os temas que Alfredo Marceneiro cantou, mas, de entre todos eles, houve um que teve grande êxito com versos da autoria do grande jornalista e poeta Silva Tavares e que foi, aliás, considerado o "ex-libris" das suas criações, " A Casa da Mariquinhas".
Todos os que o escutavam, eram unânimes em afirmar que os versos que Silva Tavares escreveu, quando cantados pelo Alfredo, "viam imagens reais". Marceneiro, numa ideia genial, decide demonstrar a todos que, também no seu ofício, é um mestre e na escala de 1/10 constroi em madeira a Casa da Mariquinhas, recriando todos os pormenores que são descritos nos versos do fado.
Alfredo Marceneiro canta
A Casa da Mariquinhas
"CASA DA MARIQUINHAS"
Vive com muitas amigas
Aquela de quem vos falo
E não há maior regalo
De vida de raparigas
É doida pelas cantigas
Como no campo a cigarra
Se canta o fado á guitarra
De comovida até chora
A casa alegre onde mora
É numa rua bizarra
É de aparência singela
Mas muito mal mobilada
No fundo não vale nada
O tudo da casa dela
No vão de cada janela
Sobre coluna, uma jarra
Colchas de chita com barra
Quadros de gosto magano
Em vez de ter um piano
Tem na sala uma guitarra
O tema " A Casa da Mariquinhas ", teve tal êxito, que levou outros poetas a se basearem nele, Linhares Barbosa, Carlos Conde e Dr. Lopes Victor, compondo outras versões igualmente cantadas por Marceneiro:
O poeta João Linhares Barbosa, escreveu:
Vítor Duarte Marceneiro canta
O Leilão da Mariquinhas
O LEILÃO DA MARIQUINHAS
Ninguém sabe dizer nada
Da famosa Mariquinhas
A casa foi leiloada
Venderam-lhe as tabuinhas
Ainda fresca e com gagé
Encontrei na Mouraria
A antiga Rosa Maria
E o Chico do Cachené
Fui-lhes falar, já se vê
E perguntei-lhes, de entrada
P´la Mariquinhas coitada?
Respondeu-me o Chico: e vê-la
Tenho querido saber dela
Ninguém sabe dizer nada.
Então o Chico apertado
Com perguntas, explicou-se
A vizinhança zangou-se
Fez um abaixo assinado,
Diziam que havia fado
Ali até de Madrugada
E a pobre foi intimada,
A sair, foi posta fora
E por more de uma penhora
A casa foi leiloada.
publicado por soumaiseu às 2013-05-15 12:45:08
O Pai, assim que soube que vinha lá uma menina, sempre disse que ia comprar uma caçadeira para ter debaixo da cama... Se existisse cá em casa tal objecto, teria chegado a hora de a ir buscar. A minha Catita arranjou o seu primeiro namorado oficial... Veio dizer-me entre muitos risos marotos que agora era namorada do Rodrigo S., mas que era segredo... A Educadora contou-me que ele lhe dá a mão e que lhe dá a primazia em várias situações... O puto soube conquistar a miúda, é que ela farta-se de refilar quando as coisas não lhe correm de feição, "Primeiro são as senhoras e as meninas, não é Mamã?" Aos seis anos ela já me arranjou um genro.... começo a pensar que devia mesmo ter comprado uma caçadeira! ![]()
publicado por luadoceu às 2013-05-15 11:53:17
publicado por luadoceu às 2013-05-15 11:13:38

Azoriana - Terceirense das rimas
publicado por Azoriana às 2013-05-15 08:04:18
Verdes campos naturais
Onde o corpo teu passeia
Dos melros e dos pardais
Das abelhas na colmeia.
O anil dos céus e mares
Onde a nuvem faz volume
É refrão de tantos lares
Onde impera o ciúme.
Na tua pele dourada
Que aninha o belo Sol
Vem feliz a madrugada
Na ternura do lençol.
A alva luz do teu rosto
Quando olha para o meu
Enche de maio a agosto
Tudo o que o amor teceu.
É uma ciranda de cores
Sedução harmoniosa
Que se reflete em amores
Volta e meia em tons de rosa.
Em cada ilha o ilhéu,
Em cada ilhéu terra e mar…
De azul reflete o céu
Que ondula em teu olhar.
Rosa Silva (“Azoriana”)
Faço uma figurinha nesse (...)
publicado por luadoceu às 2013-05-14 23:56:45
http://letraseamigos.blogs.sapo.pt
publicado por luadoceu às 2013-05-13 22:19:20

