Apesar de saber que este (...)
publicado por Gato Pardo às 2013-05-25 00:02:14
perfil público

Nome
Filipa
Data Nascimento
27-01-1983
Sexo
F
Código Postal
1685-0
Localidade
Lisboa
Artistas / Bandas Favoritas
Muse,Pink Floyd,Portishead,Massive Attack,Black Eyed Peas,Damien Rice.....
Músicas Favoritas
Uprising-Muse
Programas TV Favoritos
Csi
Filmes Favoritos
America Proibida, Crash, Cidade de Deus
Livros Favoritos
Queimada viva
Apesar de saber que este (...)
publicado por Gato Pardo às 2013-05-25 00:02:14
Levanta a cabeça princesa(...)
publicado por sonhosdeumarapariga às 2013-05-24 22:35:36
Quando o meu patrão não abre a boca para me corrigir ou criticar fortemente, até é um fofinho e diz muitas coisas que fazem todo o sentido (pronto e quando me corrige também sei que é porque me quer ver evoluir e quer a empresa a funcionar pelo melhor).
Numa das últimas conversas que tivemos ele procurou explicar a teoria de que nos devemos rodear de pessoas positivas. Começou por preferir que uma palavra dita jamais volta atrás, quis com isto dizer, que aquelas pessoas que têm sempre uma palavra negativa para nos dar, são capaz de destruir toda a luta que travamos diariamente para estarmos bem. Acrescentou, ainda, que nos devemos afastar de pessoas assim, uma vez que começamos a entrar numa onda de negativismo que termina numa bola de neve que apenas atrai outras tantas coisas negativas.
Eu concordei com tudo o que ele disse. E quase me saiu algo como: "E se essa pessoa for a nossa mãe?"
Se não fosse a necessidade de demonstrar que eu sou uma boa pessoa, dedicada, interessada e que tenho todo um conjunto de qualidade que interessa a qualquer empregador, gostaria mesmo de ter lançado esta questão. Gostava de saber o que aquelas palavras tão acertadas, que ele sempre tem, me iram responder. O que diria ele que defende a relação com os pais acima de tudo. Que aprecia a mulher na sua plenitude e a coloca no trono pela capacidade que esta tem de conceber.
É que são tantos os dias (quase todos) em que eu saio, em que me rodeio de pessoas com as quais me sinto bem, em que tenho um dia de sucesso no trabalho, que fazem com que chegue a casa leve, para logo após, se abater sobre mim um peso. Sempre por sua causa. Ora mais um queixume, ora mais uma comparação com a colega XPTO, ora mais uma lamentação, ora uma reclamação, ora... BOLAS! Não me lembro de receber dali uma palavra de incentivo, ou de encorajamento. É sempre a deitar abaixo, sempre a rebaixar, como se todos os outros fossem melhores que eu (e pena que ela faz o mesmo com o meu pai, mas esse assunto dava panos para muitas outras mangas...).
Olho à volta e vejo tudo tão diferente. Pais que apreciam os filhos, pais orgulhosos com as suas pequenas conquistas, pais que lhes dão as mãos e os puxam para cima.
Hoje fui ajudar uma amiga numa atividade de estágio curricular que ela organizou e quase me emocionei ao olhar à volta. Para além de mim ela pode contar com a ajuda dos pais, do irmão e da prima. Percebi que apesar de todo o trabalho que teve, a atividade tinha sido criada com a ajuda de todos e que no próprio dia, lá estavam eles novamente para a ajudar. Apesar de expetante em relação a este novo desafio a que se propôs, estava também calma, porque sabia que alguns das tarefas que eram necessárias executar, estavam a ser realizadas por aqueles que lhe querem melhor.
São estes gestos que tornam tudo diferente. Dão-nos confiança! Ajudam-nos a triunfar! E parece que deste modo o caminho é criado mesmo em frente dos nossos pés e que basta avançarmos passo por passo até começarmos a alcançar os nossos objetivos.
Eu apenas pude contar com cobranças e palavras proferidas de que a vida não é fácil e que tenho que me aguentar. E aguentei-me! E continuo a aguentar-me! E ando de cabeça erguida e demonstro a qualquer empregador que sou uma boa aposta, mesmo depois de me ter deixado ir abaixo durante o curso e de ainda não ter recuperado de tal... e mesmo assim cá em casa serei sempre a ovelha negra que em vez de ajudar os pais e desatar a comprar tudo e mais alguma coisa, anda a juntar dinheiro e já tem mais dinheiro junto que eles (coisa muito fácil de se atingir). Vai-se lá saber para que é que ando a juntar dinheiro... é que o meu trabalho (leia-se prestação de serviço paga à hora consoante as necessidades da empresa) termina em junho e vai-se lá saber quando encontro algo que me permita ganhar mais uns trocos, já para não falar do meu carro que de novo já nada tem e que cada vez mais se torna um requisito na busca de emprego, e mesmo que assim não seja, eu preciso de me deslocar, que os transportes daqui, para além de caríssimos são escassos e cobram pouquíssimas zonas.
É... eu apesar de me sujeitar a fazer qualquer coisa (mesmo que odeie de morte o trabalho e só me apeteça chorar durante as deslocações até ao mesmo - refiro-me essencialmente às promoções), na esperança vã, de juntar algum dinheiro, que me possa ajudar a construir algo ou a colmatar uma necessidade futura, continuarei sempre a ser uma ranhosa egoísta que para aqui ando! E voltaram a aparecer novamente, aqueles dias, em que eu não entendo mesmo porque raio fui nascer...
Às vezes sinto uma vontade tão grande de baixar braços, de parar de lutar, para passar a entrar em processo de destruição.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-24 21:38:38
Espero que o tapete que levaste da minha varanda tenha sido bastante útil para decorar a tua sala. Espero que estejas muito feliz com o roubo espectacular de um tapete velho e feio. Ai de ti que venhas mexer nas minhas coisas outra vez. Solto os cachorros, os elefantes, os macacos. Tu tem cuidado. Ninguém brinca comigo. Obrigada por teres levado o tapete que eu fazia intenções de deitar fora. Poupaste-me de uma vergonha imensa. Aquela merda era pesada. E feia.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-24 21:30:41
"Sou muito transparente, digo tudo na cara". E então? O que é que nós temos com isso? Primeiro, ninguém te perguntou nada. Segundo, ninguém quer saber a tua opinião. Terceiro, há uma linha muito fina que separa a frontalidade da arrogância.
Quando alguém me diz "diz-lhe" após o meu desabafo, fico a pensar. Quem sou eu para dizer isto ou aquilo? Chamar a atenção para isto ou aquilo? Se tenho opinião? Tenho. Mas não gosto de magoar os outros. Gostava que aprendessem, crescessem mas enquanto o assunto não surge, guardo para mim, à espera da melhor oportunidade para falar. Ou então não. Existem coisas que devem ficar para nós. Nem todos gostamos de lilás.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-24 19:25:36
Imagina só, somos aliens. Mas mais giros do que aqueles dos filmes. Vá, temos dois olhos. Podem ser pretos. Imagina que vivemos noutro planeta, onde as pessoas não falam, cantam sem desafinar. Não apontam o dedo a ninguém porque não têm a ponta dos dedos. As pessoas vivem todas umas ao pé das outras mas não fazem barulho. E dão espaço aos outros para escolherem. Acreditam no amor, na amizade. Imagina só que podemos andar de mãos dadas. Posso segurar-me às tuas cavalitas. Seria giro. Não termos de fugir da dor, porque não há. A dor seria apenas causa de tanto para dar e não saber como. Não há rancor sobre memórias. Lá, temos o que vivemos. Somos o que queremos. No outro planeta também vamos morrer porque a imortalidade tira o melhor que temos. A pouca certeza de termos mais tempo. É aproveitar, é aproveitar enquanto dá. Imagina só podermos sentar no meio da estrada, com um caminho em comum. Éramos aliens bem giros. Com roupas baratas mas com estilo. Lá ter estilo não interessava para nada. Contava apenas a alma. Não existia segredos para contar. Traições para perdoar. Nada. Depois vínhamos aos fins-de-semana ao planeta Terra para ver a sorte que tínhamos em ser aliens. Tínhamos coragem de contar todas as verdades. Podíamos dizer, “oh humanos, não conseguem ver o tempo que perdem com medo de fazer diferente?”. E seguiamos viagem numa nave laranja ou vermelha, porque o senhor destino assim que nos viu juntos, disse: “não vale a pena contrariar este caminho da mortalidade, estão condenados um ao outro”. No planeta terra ninguém diz nada, temos de tentar acreditar que sim, que é assim. E descobrir muitas vezes só depois, depois e depois. Quando já se perdeu tempo demais. E nisso os aliens têm razão. Se têm.
http://riscos_e_rabiscos.blogs.sapo.pt
publicado por Miss Pepper às 2013-05-24 12:51:26
É sexta-feira, está sol and life is beautiful...!
É dia de sorrir, brincar, espalhar alegrias e sorrisos. No melhor dia da semana, nada nos pode baixar a energia positiva!!!
Have a nice day!
A maioria dos blogues de (...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-24 12:25:22
Olha eu a fazer um post sobre moda. Vou ao Google procurar por imagens “sapatos” (em inglês se faz favor) e faço copy/paste das melhores imagens. Posso também procurar por “outfits” com sapatos engraçados e faço copy/paste. Meto umas vinte fotos seguidas. E já está. Fácil, né? Ah, para quem quiser copiar a receita, sugiro que acrescentem sal a gosto.
Tenho um sonho milionário(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-24 11:56:54
Para tudo. Um milionário pagou 1.2 milhões de euros para ir ao espaço com o Leonardo DiCaprio num leilão de beneficência da luta contra a SIDA. Senhor milionário, deixe-me ir no mesmo voo, eu faço a comida. Juro que fico caladinha só a olhar.
Impressões às primeiras c(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-24 10:31:50

A primeira vez que ouvi falar neste livro foi no canal literário PsychoBooks com a Alba. Em inglês “The Egde of Never, sem tradução para português. O livro está muito bem avaliado no Goodreads, nota superior a 4. Decidi ler, depois do entusiasmo da Alba em relação ao livro. Confesso que não sou a maior fã de Young Adult mas gosto de ler de vez em quando.
Começo a ler YA com um pé atrás e talvez isso afecte a minha leitura. Vou apanhando clichés a torto e a direito. Vou colocando defeitos nos personagens. Com este livro não foi excepção. A personagem principal, a Cam, tem problemas (como todos os personagens YA) emocionais, com uma depressão. Decide partir sem destino numa viagem de autocarro. É nessa a viagem que encontra o rapaz por quem (aposto) vai apaixonar-se. Os diálogos são engraçados mas não são surpreendentes. Clichés, muitos. O pai do rapaz está morrer de cancro (a doença da moda em livros YA) e isso acaba por ligar as duas personagens. Não sei mais, ou talvez saiba o final sem ainda ter lido.
Acontece-vos o mesmo?
publicado por palpites_e_tal às 2013-05-24 09:20:08

Já por cá tinha falado dos Beautifying oils da Body Shop. Estes óleos à base de óleo de amêndoas doces, óleo de marula e óleo de kukui estão disponíveis em vários aromas desde limão a chocolate e podem ser usados no cabelo na cara e no corpo.
Hoje deixo-vos um video com as várias maneiras que podem utilizar os óleos.

publicado por raio-de-luar às 2013-05-24 01:10:20
Ou ando a gerir mal o tempo, ou efetivamente o dia podia ter mais 10h que não fazia mal nenhum.
E pronto, estou aqui a esta hora a estudar gramática pura e dura.
Ai a mania de andarem sempre a mexerem nas coisas pá; não tarda nada deveríamos voltar todos aos bancos da escola. Primária!
Nota sobre o dia de ontem (dada a hora): saí da consulta da nutricionista um bocadinho frustrada. No caminho para casa, depois das compras na frutaria e supermercado (só coisas saudáveis, juro) paro na pastelaria (a maldita que abriu há meses perto de casa e é uma tentação do demo com tanta coisa boa, e o pão integral com sementes mais fantástico que conheço) e finalmente sacio a vontade de comer um jesuíta. Soube-me tão bem. E a pouco. Com a vontade que tinha, marchava um segundo. Mas contive-me. Uma contenção passageira, diga-se. Planos para o fim-de-semana: fazer uma tarte de requeijão.
Ando com um dente a doer. E um siso a romper (um dos de cima). Prevejo uma visita à dentista em breve. Perante tal previsão, só me apetece dizer coisas feias. Até me dá uma coisinha má só de me lembrar o martírio que foi o pós operatório do dente do siso. Não quero repetir a dose. Não!!
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-23 14:21:13
Se encontrar uma nota nova de cinco euros não vou colocar nenhuma foto no instagram, nem no facebook, nem em lado nenhum. Não vou tecer qualquer tipo de comentários. Não vou festejar com bolo e champanhe. Não vou reunir-me com os amigos. Não vou bajular uma nota de cinco euros, “tão linda,né?”. Não, não é. É uma nota. O dinheiro é cocó.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-23 14:20:12
Há alguns anos atrás, tantos anos que nem me lembro como era o meu rosto, uma amiga fez acusações fortes a meu respeito. A nossa amizade era unha e carne. Via-a como uma irmã, inseparáveis. Na altura, namorávamos, saímos os quatro juntos para jantar ou fosse lá o que fosse. Pensava que ela era minha amiga. Pensava, na verdade não era. Depois de uma ida à praia, uma outra amiga alertou-me para o facto de ela andar a dizer que eu “andava a tirar fotos ao seu namorado” no pior sentido que possa ter. Sempre achei que ela era ciumenta obsessiva. E era. Ninguém no seu perfeito juízo ia para a varanda espiar o namorado com uns binóculos. Não preciso de dizer mais nada, né? Ela tinha problemas gravíssimos e eu fui arrastada. Fui pedir-lhe satisfações e ela confirmou a história. Custou-me imenso cortar relações de amizade com ela mas depressa deixei de sentir saudades e perceber que esta história só podia ter surgido com o objectivo de me afastar. Talvez soubesse de mais. A vida continuou. O casal continua. Nunca a vi acompanhada por uma amiga, vejo-a sempre sozinha ou com a mãe. Pudera.
Por Cá quem cozinha é a Raiozinho
publicado por raio-de-luar às 2013-05-23 12:11:55
Preparar a marinada para o salmão: juntar o cebolinho, o alho em pó, o piripíri, o mel e o sumo de laranja. Temperar o salmão com sal e regar com o preparado anterior. Deixar tomar gosto entre 15 a 20 minutos.
Aquecer uma frigideira com um fio de azeite. Escorrer as postas da marinada e cozinhá-las até estarem douradas de ambos os lados. Retirar e reservar. Na mesma frigideira onde se cozinhou o salmão, saltear uma cebola cortada em tirinhas finas. Quando estiver murcha e ligeiramente dourada, juntar o líquido da marinada e deixar reduzir. Colocar a cebola caramelizada por cima das postas de salmão.
Servir com uma salada.
publicado por sonhosdeumarapariga às 2013-05-23 01:16:21
Que raiva que sinto por mim mesma quando ainda lhe sinto a falta, quando ainda desejo, embora secretamente, que ele continuasse a fazer parte da minha vida!
Hoje, depois, de voltar a cuscar o seu facebook, que apenas encontrei, porque tinha o e-mail de um amigo dele na minha base de dados, quase que lhe enviei um pedido de amizade.
Ai sou tão parva! Tive que me recordar que há tempos (cerca de um ano) lhe mandei SMS por causa da fita, e que, apesar dele ter sido cordial, estava seco que nem um deserto e que mesmo depois de eu ter deixado a dica para ele ir dando notícias, ainda hoje continuo à espera...
AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!
Não é por eu estar há 4 anos sem encontrar nenhum moço que valha a pena que tenho de me deixar dominar pelos sentimentos em relação a uma pessoa, que me apagou da sua vida, qual tecla delete de um computador!
Gastei a inspiração no ex(...)
publicado por raio-de-luar às 2013-05-23 00:05:57

Anda-me a apetecer tanto,(...)
publicado por raio-de-luar às 2013-05-22 23:55:05
publicado por palpites_e_tal às 2013-05-22 21:03:27
Impressões às primeiras c(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-22 19:59:53

Ando a ler "Inferno" de Dan Brown. O único livro que li dele chama-se "Código da Vinci", toda a gente conhece. Toda a gente. Excepto quem vive debaixo de uma pedra. Ando a ler o livro no Kobo, o livro vai demorar para estrear em Portugal. Já saiu a versão inglesa. Portugal é o último, é quase sempre o último a editar os livros que todos querem. Não li os outros livros do Dan mas tenho ali um ou dois, nem sei bem. Este teve a minha atenção porque já passaram anos suficientes para o autor aprender e amadurecer, fiquei com a sensação que será o seu segundo grande sucesso. Para além disso, todo o mistério à volta da obra só dá mais vontade de querer ler.
O prólogo começa muito bem. Dinâmico, misterioso e dramático. Os primeiros capítulos estão cheios de acção. Robert Langdon encontra-se num hospital com amnésia, logo depois está a fugir de um assassino ao lado de uma médica com um QI de 208. Ao fim de cinquenta páginas, começo a juntar peças na minha cabeça e acho que já sei o que vai acontecer com esta médica. Espero que não, espero ser surpreendida. Existe um objecto muito perigoso no meio desta trama mas ainda não sei o que é. Muitas perguntas em pouco tempo, espero que não fiquem pontas soltas. Para já, estou super entusiasmada e a gostar muito.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-22 19:53:11
Existe um actor português com uma página no facebook bastante ácida. Prefiro nem sequer dizer o nome dele para depois não receber comentários da treta a defender o querido-amado. Ele costuma, diariamente, gozar com tudo e todos. Acha tudo mal, acha-se superior a todos, mais intelectual, mais esperto, mais sábio. Pode ser, talvez seja mais inteligente que a maioria das pessoas. Para além disso, parece que gasta mais tempo na internet que propriamente a fazer coisas mais produtivas. Cada um sabe de si. Acho piada, ele criou um perfil ácido, arrogante e sem papas na língua mas quando confrontado com as citações recolhe-se, pede desculpa e chega até a confessar que não queria dizer aquilo que na verdade disse. Para mim, um ser humano só é inteligente se for humilde. Ainda não percebi se ele tem ou não. Mas também não me interessa. Quando me avisaram que ele gozou comigo, não gostei mas pus-me a pensar: "quantas vezes faço eu o mesmo?". Tantas. Aceitei sem sentir mágoa, aliás fui a correr subscrever o seu canal. Também soube que dois actores mais maduros defenderam aquilo que eu fazia em relação à literatura. Um abraço ao ego. Também soube que ele concordou com eles e apagou todos os comentários em relação à minha pessoa. Outro abraço ao ego. E pronto, a vida é um garfo. Ou comes, ou és comido.
3 músicas que ando a ouvi(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-22 19:39:07
Por Cá quem cozinha é a Raiozinho
Frango assado (à moda do (...)
publicado por raio-de-luar às 2013-05-22 14:55:46
Ligar o forno a 200º.
Numa tigela colocar o sal, o piripíri líquido, os alhos e o tomilho, a vaqueiro amolecida e a raspa da casca de limão. Juntar tudo criando uma pasta. Barrar o frango, por dentro e por fora, com esta pasta. Cortar o limão ao meio e colocá-lo dentro do frango.
Levar ao forno a assar até estar bem douradinho e tostadinho, virando de vez em quando.
http://riscos_e_rabiscos.blogs.sapo.pt
publicado por Miss Pepper às 2013-05-22 12:36:38
...cá vos acolho nos meus braços para vos dar um Abraço do tamanho do mundo, cheio de carinho e amizade!
O meu Pimentinha abraçado ao seu peluche, mais conhecido por "pota", representa o meu abraço.
![]()
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-22 09:33:41
Ontem, uma amiga falou-me do blog novo da Cristina do Goucha. Já tinha lido boquinhas parvas no facebook sobre uma apresentadora que tinha um blog. Não sabia quem era, até me contarem no chat. Achei muito bem. O blog chama-se Daily Cristina (www.dailycristina.com), um nome pouco original mas fácil de memorizar. Estive a ver o blog esta manhã, por curiosidade e porque gosto da Cristina. A Cristina tem o nome da minha mãe, parece ser super acessível, humilde e simpática. A ideia do blog foi boa. Aproxima, mostra e chama a atenção. O blog está giro, gosto das cores, das fotografias profissionais, dos textos simples, das roupas caríssimas. Uma Cristina menos popular, mais chic e atenta. Vão reparar que o blog é regido por fotografias, como se tratasse de um álbum e publicidade disfarçada (como é o caso do detergente para passar a ferro). Mais do mesmo, mas a Cristina é a Cristina e não é à toa que já tem 22700 seguidores na página do blog no facebook.
Coisas de pouca amizade e(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-21 20:18:44
Sabes aquela tanga do "não me dizes nada, também não vou dizer"? Não tenho paciência. Sério. Eu sou muito directa ao assunto, se quero falar, falo. Se tiver saudades, digo olá. Se tiver algo para perguntar, pergunto. Isto, se estiver a falar de amigos, sem problemas pelo meio. E acho que tem de ser assim. Detesto aquela parvoíce do "não disseste nada, também não disse". Bora deixar essas coisas para os namorados ou assim? Nem isso, ninguém tem mais paciência para isso. Se queres ligar, liga. Orgulho dentro de uma amizade? Sério? Medo de mostrar que estás interessada? Qual é o problema? Não vejo.
Se há coisa que detesto é que tirem conclusões dos meus pensamentos sem antes falarem comigo e ajam conforme elas. As conclusões, claro.
publicado por raio-de-luar às 2013-05-21 16:02:28
Provavelmente o post (pes(...)
publicado por Gaja às 2013-05-21 15:36:25
Muito se tem falado nos últimos dias acerca da adopção por casais homossexuais. Eis senão quando me deparo com um post (isto para quem o quiser ler na íntegra) de uma jornalista do Diário Económico de seu nome Maria Teixeira Alves.
Deixo apenas algumas pérolas:
Quero também dizer que quando as pessoas dão crianças a homossexuais, estão a dar-lhe dois pais ou duas mães e não estão a pensar nas crianças abandonadas, que têm o direito de ter uns pais substitutos o mais semelhante possível com a família biológica.
E quando me vêm com aquele argumento falso de que é melhor as crianças serem adoptadas por homossexuais do que estar em instituições eu pergunto. Porquê? Porquê é que a instituição é o pior que pode acontecer à criança? São maltratados lá? As instituições maltratam as crianças? Não cuidam delas? É diferente de uma família normal? É. Mas também os pais homossexuais são diferentes de uma família normal.
Pelo menos nas instituições não correm o risco de chegarem a adolescência e serem seduzidos pelos pais.
(Nesta frase confesso que me perdi e tive de reler umas 3 vezes para ver se aquilo estava mesmo escrito)
Portanto, cara Maria Teixeira Alves, acho que precisamos de esclarecer alguns pontos de vista.
Em primeiro lugar sugiro um exercício, o de estabelecer o conceito de família normal. Sim, vamos a isso, o que será uma família normal?
Vamos levar isto ao extremo da perfeição, boa? O de visualizar um pai com 1,80m, gestor de uma empresa de sucesso, um tipo porreiro que vai jogar ténis aos fins de semana e no final da tarde ainda tem tempo de levar os putos ao cinema. A mãe, uma estampa. Um caso de sucesso no mundo da decoração. Tão perfeita que chega a meter nojo. Sempre cheirosa na hora de deitar os seus meninos nos seus berços de 1300€ (fora os 200€ gastos em tecidos estampados)
Será isto? Secalhar é.
Vamos então negar a adopção por parte de casais gordos. Boa? Que chatice...duas baleias a irem buscar os miúdos à creche. Até parece mal, ocupariam logo na totalidade o hall de entrada impedindo as "famílias normais" de caberem no mesmo.
Vamos seguir esta ordem de ideias e impedir um preto de adoptar uma menina loira. Que horror!! A menina iria ser gozada toda a vida!!
E um paraplégico? Nem pensar! Depois não poderia correr com os filhos!E uma mulher a dias? Credo! E depois na hora de dizer a profissão da mãe na sala de aula, onde todos iriam ouvir!
Continuamos? Tenho mais exemplos. Não tenho é o dia todo.
Perguntei-me ao ler o seu post, que tipo de pais você teria. Que tipo de valores lhe transmitiram (alguns estão à vista). Que tipo de amor recebeu, Maria? Recebeu? Que tipo de família seria a sua. Normal?
Perguntei-me igualmente se teria filhos, Maria. Tem? Eu tenho, um.
Comecei a imaginar um cenário, que nestas coisas é sempre bom enfiar a cabeça na gola da camisola, da nossa, e olhar bem cá para dentro, dizia eu, imaginei um cenário, o do meu desaparecimento, o do meu marido, o da família mais próxima. Todos!
E vi o meu filho sozinho. Posso jurar que visualizei um deserto....só areia, tons amarelados, algum vento. E ele ali no meio. Sozinho.
No meu imaginário tinha duas opções: o de o ver partir em direcção a uma instituição de acolhimento ou em direcção de um casal homossexual. Não demorei muito a decidir e deixei a instituição de parte. Isto porque as instituições,em parte, fazem-me sempre lembrar as creches, onde é sempre muito giro estar lá umas horas mas não há nada que pague os olhos de alegria de uma criança ao ver quem a vai buscar ao fim da tarde.
Talvez seja isso que lhe faça falta, Maria Teixeira Alves. Ver, mas ver bem, os olhos de uma criança.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-21 13:23:45
A verdade é dita em dias como o de hoje.
A paciência tem limites. Tenho mais paciência actualmente que no passado. Com os colegas, com os amigos, com o amor, família. Repetir as coisas duzentas vezes, ao longo de vários anos não é papinha fácil. A saliva não se gasta mas incomoda. A questão está, será que ninguém nos ouve? Somos seres ignorados eternamente? Só pode.
Trabalhar num lugar onde as pessoas questionam as mesmas coisas diariamente ao longo de vários meses dá cabo da cabeça mais saudável. Juro. E se isso não acontecer, a forma como olhas para essas pessoas começa no auge mas começa a diminuir no respeito. Se é que me entendes. Explicando melhor, se alguém não ouve com atenção as tuas palavras com certeza que vais ter menos vontade de falar.
E chateia.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-05-21 13:22:56
No outro dia, uma rapariga que conheço passou por mim. Notei que já longe, ela fez questão de olhar para o lado mas como eu e a minha companhia demos nas vistas, ela tem obrigatoriamente de nos cumprimentar. Fez um sorriso forçado, pior que o sorriso da funcionária do texto abaixo. Juro. Já estive várias vezes com essa rapariga e nunca nos demos lindamente mas também nunca nos odiámos. O normal. Achei a atitude tão estúpida. Ninguém é obrigado a cumprimentar seja quem for. Não existe uma lei para tal. E se for para fazer, que seja bem feito. Tipo, não te armes em estrela. O melhor truque seria levantares voo ou desapareceres debaixo da terra mas, vá, dizer um “olá” não custa assim tanto, ou custa?
publicado por Activestresss às 2013-05-21 13:09:43
Tenho medo... muito medo!
Antes do grande abalo na minha vida eu não tinha medo de nada... ou seja, tinha medo de perder os meus Pais, mas essa possibilidade estava tão afastada na minha mente que quase não sentia medo.
Depois... bem depois percebi que embora tenhamos a ideia de que somos donos de nós próprios, não estamos imunes a nada... de repente, acontece um adeus, uma partida, um acidente, algo que muda a nossa perspectiva de vida.
Perder a Mónica foi muito mais do que perder uma Filha... foi perceber que sou uma mera imortal, rodeada de gente igualmente imortal... foi perceber que por muito que se lute a batalha pode ser perdida e que apesar de termos gente que nos ama, nada nem ninguém pode fazer seja o que for para travar...
Perder a Mónica foi perceber que sou um fantoche desta vida... que não se trata de querer muito...
Antes, a palavra Lutar tinha sentido, pois dava-me a falsa sensação que era eu que decidia a minha vida... depois, entendi que não era bem assim!
Viver 32 anos a pensar que sou dona da minha vida e num segundo perceber o quanto estava enganada é um choque brutal... daqueles que deixam feridas abertas para sempre...
No dia 4 de Janeiro de 2006 conheci o Medo... aquele Medo real... e esse sentimento ficou...
Conheci também a Culpa.... aquela sensação de poder ter feito algo que mudasse todo o rumo da história...
Viver com o Medo e com a Culpa é brutal... é estar sempre com a sensação de que basta agirmos num segundo incorrectamente para tudo mudar... a nossa vida, o nosso "eu".
A Agência onde trabalhava com afinco, um local que me dava a sensação de estar segura, fechou em Novembro de 2011... e aí voltou a sensação de Medo e até de Culpa... de frustação, afinal mais uma vez a palavra Lutar deixou de ter todo o seu sentido...
Arranjei emprego logo a seguir... um emprego que não tem nada a haver comigo, um local fechado, com pessoas fechadas, com idades avançadas... tão diferente da agência. Um local onde a minha pessoa era desvalorizada onde eu era somente um número. 1 ano e meio foi bastante para me ir abaixo... afinal tinha um emprego, era paga, coisa que hoje em dia existe tanta a gente a implorar... e eu ali, a rogar pragas por aquilo que o universo me tinha propocionado... voltou a Culpa.
Há mais de 1 ano que vejo a minha Mãe a definhar... e não consigo fazer nada... a sensação de impotência é enorme.
Olho para ela e verifico que o brilho dos seus olhos perdeu-se... a força enorme, que tantas vezes me impulsionou, está a perder-se...
Está internada desde hoje de manhã, cheia do tal Medo... eu e o meu Pai perdidos, no meio desta impotência de ver quem amamos a perder o brilho... o nosso Pilar!
Fiquei em casa... não fui nem vou hoje ao Hospital... fugi somente... não quero que eles me vejam neste estado, afinal eu sou a Sandra, aquela que tem força para tudo...
Confesso que, a escrever isto, estou finalmente a chorar... coisa que já não fazia desde a partida da Alzira... julgava que já tinha gasto todas as lágrimas, que perdido a capacidade de chorar...
Tenho Medo... sinto-me sozinha e pela 1ª vez na vida sem a capacidade de Lutar, só porque descobri, nestes últimos anos, que Lutar não chega...
Preciso de um abraço, preciso que me digam que vai correr tudo bem, que é natural que tenha Medo... preciso de desnudar tudo o que me vai na alma... como o fiz aqui e agora...

