publicado por Inês às 2013-06-19 18:04:46
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publicado por Inês às 2013-06-19 18:04:46
Há de chegar a altura em que me aperceba que tenho de começar a fazer médias, procurar cursos e as suas provas de ingresso e tomar decisões.
A barata do Chimarrão não(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-19 16:17:16
Foi difícil escolher o restaurante. Apetecia-me carne. Não me apetecia massa, apetecia-me batatas fritas e picanha. A escolha recaiu sobre o Chimarrão, pois então. Na hora de sentar, uma mesa para duas para pessoas. Nem tive tempo de sentar, estava uma barata no pão. O meu estômago levou um apertão, um grito suprimido. A empregada estava de olhos esbugalhados, nem conseguiu dizer mais nada. Viemos embora, adeus. Nem quero imaginar dar uma dentada no pão e morrer do coração. Nojo. Asae.
Evento - Lançamento do li(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-19 13:13:00
Ontem, o Amoreiras foi palco do lançamento do livro da Bárbara Guimarães “Páginas do Páginas Soltas”. A autora chama este livro de “biblioteca ambulante”. A característica que mais me atraiu para a compra deste livro. Lembro-me vagamente do programa, os convidados conversavam com a apresentadora durante doze minutos, todos eles levavam um livro. Um livro, a linha condutora para a conversa. A editora Guerra e Paz convidou a Bárbara Guimarães para escrever um livro, a sua resposta foi prontamente “eu não escrevo, eu leio”. Nasce assim o livro “Páginas do Páginas Soltas”. Dos 600 convidados, foram escolhidos dificilmente 30. O primeiro é o meu preferido, José Saramago. O programa da semana era gravado em duas horas. Cinco entrevistas preparadas em duas horas! Fiquei impressionada.
O convidado especial foi o marido da apresentadora Manuel Maria Carrilho. Frisou que o Bárbara gosta de conversa, de escutar, de livros. Fez referência ao livro “Elogio da Conversa” de Zeldin quando destacou as qualidades da apresentadora.
Não via a Bárbara desta forma. Tinha ideia diferente. Ela é uma diva! Uma senhora, um peso bruto num espaço simples. A forma de comunicar é elegante. O sorriso é encantador. Tudo parece demasiado fácil para a Bárbara Guimarães.
Sou bastante tímida longe da minha zona de conforto. Na hora de pedir um autógrafo a Bárbara perguntou-me “Cláudia, como vieste aqui parar?”. Respondi que tinha recebido um e-mail da editora. A Marta, a minha companhia, disse “A Cláudia tem um canal literário”. Bárbara perguntou-me como se chamava, eu respondi quase sem voz “A Mulher Que Ama Livros”. Autografou o livro, tirou uma foto comigo, agradeceu a presença. Uma simpatia!
Folheei o livro e garanto-vos que é um livro interessante, ao nível dos artistas escolhidos. Com fotos seleccionadas pela própria Bárbara. Com isto, apetece-me rever todos os episódios do “Páginas Soltas” (alguns episódios estão disponiveis no Youtube).
publicado por vera às 2013-06-19 01:23:53
aqueles que usavam os hashtags para achincalhar e agora aquilo é mesmo uma cena ! existe ! e as pessoas usam-nas !
publicado por vera às 2013-06-19 01:21:36
publicado por alexis às 2013-06-18 17:19:51
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-18 13:44:46
Comprei no Clube Fashion um voucher para uma consulta styling por 14 euros. A esta hora ainda podem aproveitar a campanha. É essencialmente para quem tem muita roupa e não sabe o que vestir. Tipo, para metade do mundo feminino. A sessão inclui um lookbook (com sugestões de looks para o dia a dia). Sempre tive curiosidade em relação ao funcionamento destas consultas. Espero trazer boas dicas para o meu dia-a-dia porque estou farta de abrir o armário e pensar “tanta roupa e nada para vestir”. Junto o útil ao agradável, matar a curiosidade e aprender alguma coisa.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-18 13:42:00
Eu e a Keep Calm And Write vamos ao lançamento do livro da Bárbara Guimarães. O livro reúne trinta entrevistas de artistas portugueses. Saramago, Valter Hugo Mãe, Pepetela, Gonçalo M. Tavares. Fiquei interessada neste livro assim que vi o anúncio do mesmo. Tem Saramago, eu quero. Adoro livros com entrevistas a escritores.
Dentro de dias haverá passatempo no blogue com oferta deste livro. Também vou fazer vídeo para falar um bocado das entrevistas e da edição.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-18 13:41:05
Metade dos alunos disse que o exame foi fácil. No meu tempo até suávamos. Hoje em dia não é igual, mas o alívio é maior. Valeu o esforço, valeu a pena estudar para um exame enfrentar. Os alunos estão indignados, acho muito bem que lutem pelo que têm direito, enfrentem o sistema com muito respeito. Saiu Fernando Pessoa para celebrar os 125 anos do poeta. Dá cabo da cabeça de quem estuda, estou certa. Parabéns pelo esforço, a todos os alunos que se aplicaram, o vosso futuro não está garantido, ficam avisados.
publicado por alexis às 2013-06-18 11:41:17
Às vezes sinto que necessito que mudar de ares, que demasiadas pessoas conhecem o meu cantinho e por causa disso não me sinto à vontade para escrever tudo aquilo que penso. Um dos meus objectivos após acabarem os meus exames é ganhar coragem para arranjar uma nova casa, decente e bonitinha, sem que meio mundo saiba que aquele é o meu blog.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-18 10:32:27
As fashionistas estão a comprar as alpercatas todas do Pão de Açúcar/Jumbo. Custam cinco euros, existem em diversas cores e são super estilosas, como andam a divulgar por aí. Aliás, quem comprar três está no auge do estilo. E ainda poupa vários euros para beber café e fazer madeixas loiras. Ter estilo é saber juntar peças baratas com peças baratas. A Zara é barata. Não é? A Dolce e Gabbana é cara. Não é? A Cristina Ferreira usa, mas as fashionistas acham que ela não tem estilo. Estilo têm elas que usam Zara e compram alpercatas no Jumbo, misturam tudo e ficam um má-xi-mo queridas. Más-línguas não chegam a contas bancárias. Adiante, não quero ficar para trás no sistema da moda porque a moda é super mega importante na vida das pessoas. Aliás, no meu funeral o representante da Mango vai vestir-me da cabeça aos pés. Vou linda para o inferno. Cheia de pinta com alpercatas do Jumbo. As pessoas acreditam em tudo o que lhes dá jeito à carteira, não condeno. Posso ser sincera? Deixa estar. Daqui a uma semana vou ter um par nos pés, vou rir-me da minha figura. Um riso sem mexer os lábios por causa das rugas.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-17 19:09:53
Tenho links de alguns blogs na barra inferior da página. Também uso o The Old Reader para substituir o querido Reader do Google. Uma porcaria. A página nunca actualiza os blogues, marca como lidos os blogues que ainda não li. Sinto-me injustiçada. Parece que vou ter de voltar ao modo antigo, ter os links no blogue. O Reader era perfeito, com a sua partida destruiu o meu mundo organizado da blogoesfera. Estou extremamente desolada e com mais tempo para ler outras coisas.
Fotografa a comida, depoi(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-17 17:00:16
Estou para descobrir o fascínio português de tirarmos fotos a comida. Mais estranho ainda é a publicidade aos perfumes.
Diariamente vejo fotos de comida. Eu própria tiro fotos à comida. Por vezes, esqueço-me. Quando me lembro só restam as migalhas. Não sei qual é o objectivo. Talvez colocar água em bocas alheias. “Toma toma, estou a comer isto enquanto tu estás a comer sopa ou peixe cozido com batatas”. Não sei muito bem qual é a ideia. Talvez seja só para mostrar que somos pessoas de bom alimento, por sua vez, pessoas dadas ao trabalho. Quem come bem, é bom para trabalhar. É o que diz a minha mãe. Não! Já sei! É para verem que somos mulheres prendadas e tratamos bem o marido. Também já ouvi dizer que um homem seduz-se pela boca. É assim, não é? É para provar às outras mulheres, as mulheres sempre elas, “sou uma dona de casa excelente, o meu marido é mais feliz que o teu”. Não sei, sou eu a divagar. Talvez nos achem pessoas dadas à vida boa. “Aqueles é que sabem viver”.
Adoro divagar. Adoro comer. Adoro fotografar coisas. Os pratos elaborados são os meus preferidos porque dão uma foto mais bonita. Dispenso ver fotos de pão com manteiga ou cereais chocapic. Juro que as há. Gosto de saber o que os outros comem, mas evito fotos dessas quando estou em crises de ansiedade. Há que ter cuidado, né? Ver fotos de vernizes não me dá vontade de pintar as unhas como se não houvesse amanhã. Ver fotos de comida dá vontade de comer. Dá vontade de ir a um restaurante. Dá vontade de abrir o frigorifico e comer tudo. Falo por mim. Quando vejo fotos de comida só penso “ando eu a comer atum com batata”. A comida é um dos melhores prazeres da vida. Os olhos também comem, a barriga começa a resmungar. “O que faço para o jantar?
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-17 13:47:20
Gosto de comprar congelados. Pela facilidade de cozinhar, pelo pouco tempo que gasto à hora de almoço. Sobretudo por isso. Obviamente, que não troco um prato cozinhado na hora por um congelado mas às vezes a minha hora de almoço pede um congelado. Compro imensas lasanhas, rissóis, filetes de pescada e douradinhos. Tento evitar as refeições pré-congeladas. Não sou compradora de bacalhau com natas congelado, mas já comi frango com caril e arroz. Existe cada vez mais produtos à nossa escolha. Ótimo. A confusão com a lasanha e a carne de cavalo mexeu comigo naquele tempo mas passou. Aliás, já nem me lembrava.
Recentemente, descobriram que o bacalhau com natas do Jumbo não tem bacalhau, tem peixe-caracol, é proibida a sua venda em Portugal. Acho hilariante este tipo de coisas só serem descobertas agora. Os produtos alimentares não passam por certificados de qualidade? Aqueles carimbos na caixa que nos transmitem segurança em relação ao que estamos a comprar são falsos? Onde está o erro? Nas fábricas ou na fiscalização das mesmas? Os supermercados não sabem aquilo que vendem? Onde começa o perigo? Inúmeras questões podem ser levantadas.
Preferia ter uma horta e gado mas na minha varanda não tenho espaço. A minha hora de almoço também não me deixa ser original na hora de cozinhar. O meu bolso não me deixa ir comer a um restaurante todos os dias. A vida é a correr. Tentamos confiar, como dizem as músicas da publicidade, mas cada vez é mais difícil sabe o que andamos a comer. Está complicado. A mentira devia ser condenada, não basta retirar os produtos e fazer notícia. Alguém devia responder por isto.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-16 21:07:54
O Miguel já tinha sugerido a ideia num jantar em minha casa mas ninguém fez caso. Depois da leitura do livro "O Clube dos Poetas Mortos" fiquei com vontade de criar o meu próprio Clube de Leitura. Hoje, quando estávamos a beber chá decidi perguntar ao O Informador e ao Miguel o que achavam da ideia de termos um Clube de Leitura. Eles aceitaram! A ideia é escolher um livro por mês de acordo com um tema sugerido para o mês em causa. Vamos começar em Julho, o tema é Literatura Angolana. O livro escolhido foi "A Vida no Céu", o seu último lançamento. A ideia é lermos o livro durante o mês de Julho e juntarmos-nos para debatermos a leitura. Mais que isso, é criar um ambiente confortável, com boa bebida e comida e falarmos em livros. Lermos poesia, quem sabe. Ler textos escritos por nós. E claro, em conjunto descobrirmos novos autores. O encontro será filmado (em principio) e colocado no canal A Mulher Que Ama Livros. Quem quiser participar também o pode fazer, basta ler o livro escolhido e participar no debate com comentários, vídeos, textos. Estou feliz! Vou ter o meu Clube de Leitura.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-16 21:05:08
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-16 12:02:30

publicado por vera às 2013-06-16 01:58:59
volta e agarra a minha mão como fizeste, foi aí que decidi que não eras um palerma de todo.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-15 21:15:22

Estou cada vez mais interessada em ler livros thrillers. Por isso comprei "O Suspeito" do Michael Robotham na versão livro de bolso por 7.50€. Li no blogue da Lénia a sugestão, sendo ela admiradora do género, não hesitei. Comprei na Feira do Livro. Hoje levei-o para a praia e li cem páginas de enfiada. A escrita é muito boa, a história é envolvente, tem personagens muito bem construídos. O trama começou a aquecer, o corpo de uma mulher foi encontrado esquartejado ( reparem na capa do livro). O nosso herói/personagem principal é um psicólogo, com clientes bem carismáticos. Para já, estou a gostar muito.
publicado por alexis às 2013-06-15 13:15:57

Ontem a noite para descansar um pouco destas últimas semanas aproveitei para ver um filme, o escolhido foi The host. Já tinha lido o livro à bastante tempo, ainda a saga twilight estava no seu auge, no inicio custou-me a ler,mas depois acabei por gostar muito do livro. Gostei de ver o filme e de ver que aquilo que eu imaginava na minha cabeça não era assim tão diferente das paisagens e locais que eu vi ontem a noite no filme. Foram duas horas bem passadas!
publicado por vera às 2013-06-14 23:31:43
publicado por vera às 2013-06-14 23:30:03
publicado por raspberry às 2013-06-14 18:50:13
Agora que tenho o tempo mais livre, estou a preparar-me para um novo projecto (já falei aqui). Estou quase a terminar e depois apresento. Alguém faz ideia do que é?
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-14 11:02:09
Quando era mais nova tinha uma amiga que adorava a Princesa Diana. Ele recortava tudo sobre a Princesa Diana e os dois príncipes. Na altura, ela sonhava com o Harry e um cavalo branco. Chegou a confidenciar ao grupo feminino que estava apaixonada. Onze anos, gente. Uma vez fui lanchar à casa dela e ela mostrou-me, entre bolos e bolinhos, a sua caixa de bolachas com imensos recortes da família real. Lembro-me de ter ficado a pensar nisso durante bastante tempo. Aliás, marcou-me porque ainda me lembro. Não lia revistas Jet Set, conhecia pouco ou nada. Ela falava na Princesa Diana como se a conhecesse. Uma menina que adorava Barbies. Uma colecção gigante. Nunca tive uma Barbie, lembro-me de nunca achar piada. Nem aos póneis. A minha amiga era muito mais sonhadora que eu. E eu era sonhadora. Sou eu a falar, olhando para trás. Só comecei a achar piada aos homens quando o Bon Jovi, aquele homem com ar bad boy apareceu na minha vida. Apareceu via papel na Super Pop e/ou Super Jovem. Nessas revistas o Príncipe Harry não aparecia muito. Não me recordo. A infância é influenciada pelas revistas que lemos? Talvez. (Um amigo meu tinha sempre a revista Caras em casa quando era mais novo e hoje só lê livros de Rainhas e Reis). Agora imaginem o desgosto desta minha amiga quando soube da morte da Princesa Diana. Ficou logo a perceber que a vida não é cor-de-rosa, as princesas, ao contrário dos filmes da Disney, também morrem. Nunca conheci nenhum famoso “intimamente”, excepto a Kardashian por causa do seu programa e redes sociais. Sou curiosa mas não tenho paciência para biografias. Sou mega admiradora do Saramago mas não colecciono tudo sobre ele. Talvez tenha feito isso com algumas fotos do Bon Jovi e do Leonardo DiCaprio mas nem sequer queria saber o aniversário deles. Não guardava nada numa caixa. Não suspirava. Beijava o caderno com beijos minúsculos e não é nada que me orgulhe. A maior desilusão famosa que tive foi do Robbie Williams. Eu era doida por ele até ao momento que li algo relacionado com drogas e prostitutas. Foi nesse preciso momento que os famosos, as estrelas, as luas e os girassois deixaram de ser príncipes e passaram a ser pessoas com a puta da sorte que eu não tive.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-13 22:37:17
Quantos somos com inspiração para dar e vender? Muitos, um conjunto de pessoas cheias de vontade de dar a sentir o que está a sentir. Empolgadas com a vida, com o azul do céu, com o brilho do mar.
Deslumbradas com o que ouvimos, queremos contar. Mostrar, mostrar-nos. Quantos de nós tem um blog e quer leitores? Todos, excepto os blogues privados. Mesmo os blogues secretos, querem ser lidos por pessoas secretas. E receber um olá, pequeno olá que nos liga. Quantos de nós andamos agarrados ao mesmo assunto, com a mesma ideia ou uma opinião ligeiramente diferente? Temos tanto para falar, contar, dizer. Existe algo que se infiltra e nos faz escrever. Comigo acontece. Só penso em contar, dizer, amanhã, hoje, amanhã. Sem um propósito, excepto aquele olá que ficou por dizer. E calar? Quantas vezes nos calamos com vontade de gritar. Escrevemos ,apagamos, escrevemos, publicamos. Apagamos, tudo outra vez. Existem coisas que não podem ser ditas. As palavras ferem, o olhar colocado às palavras encontra feridas. Neste momento, alguém quer ler algo. Na esperança de ser mais um, de ser mais dois. De ser. De encontrar algo em contrário para ter com quem debater. Quantos de nós escrevemos e não pensamos no que estamos a fazer? Quero parar com isso. Quero encontrar os meus motivos. Definir o que quero escrever. Quero ter algo para dizer, quero o meu pequeno olá. Só assim vale a pena.
publicado por raspberry às 2013-06-13 22:27:18
Uma das razões pelas quais nunca tive o mínimo interesse em publicar fotos minhas aqui foi porque não queria nem quero que as críticas feitas ao trabalho que aqui faço fossem associadas á minha imagem. Não no sentido de não querer que saibam quem sou ~ também~ mas essencialmente porque apercebo-me muito de situações em que o trabalho de determinado artista está a ser criticado não só pelo trabalho em si mas pelo seu aspecto físico. E não de há muito tempo temos aqui o Justin Bieber e antes de mais fica aqui que eu não sou fã dele nem deixo de ser, além de dizerem que ele canta mal porque isto e aquilo dizem que "ele parece uma gaja" "canta como uma gaja até parece uma gaja" "ele é feiíssimo" ( a meu ver prejudicava-o a música demasiado comercial , de momento já não estou a par do seu trabalho porque para além de não ver canais de música na televisão, o que via é praticamente canal de séries e programas sem grande interesse). Ora bem, se fosse um gajo qualquer a andar na rua ninguém teceria comentários destes mas pronto, o povo gosta é de criticar. Da mesma forma que muitas vezes por exemplo uma pessoa não tem jeitinho nenhum para o que faz e só por ter uma carinha laroca todos se esquecem do que se passa.
Pronto, aqui fica a minha explicação. Não estou a dizer que me acho bonita/feia mas apenas quero que enquanto eu escrever que só a minha escrita sirva de elemento de "avaliação" e tal como eu aposto que há muitas mais pessoas e isto deve-se a um simples problema: não saber diferenciar as coisas, não saber separar o aspecto da pessoa do seu trabalho.
publicado por alexis às 2013-06-13 21:25:28
Alguém me consegue explicar como se gosta de embriologia e histologia animal? é certo que até tem partes da matéria que são interessantes, mas é tão chato estudar aquilo, o estudo torna-se ainda pior quando quando está um linda lindo e se vêm o dia todo famílias a passear pela avenida e se ouve o barulho das festas.
Desejem-me sorte para o exame de amanha que eu vou precisar!
E bom estudo para quem vai ter exame!
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-13 20:47:10
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-13 13:54:06

Quando duas pessoas se deixam de falar durante semanas e semanas um buraco gigante é cavado entre elas. Separam-se, os braços esticam, os dedos não se conseguem tocar. Conversas paralelas, sem a verdade aguentar. Já tentei juntar as vozes mas fingem não ver. Preferem o orgulho, ao voltar a ter o que não souberam manter. Palavras duras foram ouvidas, muito sentidas. O ambiente está de cortar à faca, não sei o que faça. Nem bom-dia dizem, nem precisam. O dia não é bom, com duas pessoas a cavar cada vez mais fundo a sua própria justiça injusta. Lamento, lamento imenso. Felizmente não sou assim, mesmo com o coração tenso. Prefiro uma palavra pequena e curta, que um adeus todos os dias. A vida merece mais que um castigo imposto por nós. Ainda acabamos sós. Sós, sem eles. Os outros.
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-13 13:47:11
Não vos passa pela cabeça quem vai editar um livro. Eu sei e quero contar. É a Barbara Guimarães, é ela quem vai publicar. O livro chama-se “Páginas do Páginas Soltas”, um livro de paixões. Entrevistas a 30 figuras da nossa cultura portuguesa, cheio de emoções. Fiquei muito curiosa em relação a este livro, quero adquirir. O lançamento é dia 18 de Junho na Bertrand Amoreiras, alguém quer ir?
Páginas do Páginas Soltas
Bárbara Guimarães
150x230
264 páginas
14,99 €
Nas livrarias a 12 de Junho
Guerra e Paz|Clube do Livro SIC
É mais do que um livro, é uma aventura. Bárbara Guimarães desafiou e entrevistou alguns dos melhores espíritos do nosso tempo. Conversou com grandes escritores, pintores, músicos, os nossos melhores artistas. Cada um trouxe os livros que mais os apaixonaram.
Sinopse
Das conversas nasce um extraordinário alimento para o espírito. Por exemplo, José Saramago, Bernardo Sassetti, Graça Morais falam e oferecem-nos armas para sermos mais humanos, para sermos mais livres, para sabermos e podermos sonhar. Páginas do Páginas Soltas reúne as entrevistas de 30 grandes personalidades.
É um livro indispensável para os leitores de Gonçalo M. Tavares ou Valter Hugo Mãe. Um livro indispensável para quem ouve Sassetti, para os espectadores dos filmes de Fernando Lopes.
«Que livro é este?», perguntou-se Bárbara Guimarães, a sua autora. Ela mesmo nos esclarece: «Gosto de pensar que este livro é uma biblioteca ambulante.» É uma caverna de Ali Babá: estão aqui guardados, como se fosse uma memória riquíssima, os livros que os grandes escritores e artistas roubam ou dão uns aos outros. Este é um livro onde se pode viver.
Biografia da autora
Bárbara Guimarães é, há vinte anos, um dos símbolos mais prestigiados e queridos da televisão portuguesa. Começou na Informação e foi pivot do telejornal da TVI. Depois, entregou a carteira de jornalista e, na SIC, abraçou a apresentação de programas de entretenimento, como Chuva de Estrelas, Furor e os Globos de Ouro.
Bárbara Guimarães sempre quis que os seus programas na televisão não se resumissem a um mero passatempo. Deu cabo da cabeça de directores de programas, forçando-os a sair do simples entretenimento. Fez os Duetos Imprevistos, com António Vitorino de Almeida, e apresentou magazines culturais como Sociedade de Belas Artes e programas de entrevistas como Oriente. Foi na SIC Notícias que desenvolveu o conceito, a escrita e a autoria de Páginas Soltas, o programa que está na origem desta obra. Este seu livro é um acto de justiça: fixa no papel impresso a paixão de Bárbara Guimarães pelos grandes romances e pela aventura intelectual que a verdadeira leitura representa.

