publicado por Francis Marie às 2013-05-18 20:22:11
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Percorri o meu caminho até chegar a ti...
publicado por Francis Marie às 2013-05-18 20:22:11
Esqueci-me de dizer que esta fic vai ter subrenatural
Miriam Stewart

Jason Roberts

Violet Smith

Serena/Destiny Thomas

Estas são as personagens principais.
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publicado por DemiJonasFan às 2013-05-18 16:32:59
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publicado por Andrusca ღ às 2013-05-18 16:30:47
Capítulo 20
Último Dia de Escola * Parte 1
- O que é que estamos a fazer? – Perguntou Chelsea, a rir-se, quando Jensen a pousou em cima da cama depois de fechar a porta com o pé.
- Queres mesmo parar para pensar? – Inquiriu ele, inclinando-se na cama, apoiando-se nela com as mãos, e dando um beijo ao de leve nos lábios da rapariga.
- Bem pensado – admitiu a rapariga dos caracóis ruivos, dando-lhe outro beijo. Porém quando ele se ia deitar por cima dela, ela esgueirou-se para fora da cama e agarrou no computador portátil e em alguns filmes – O que queres ver?
Jensen suspirou e deixou cair a cabeça na cama.
- És uma mata prazeres – acusou. Chelsea apenas encolheu os ombros e ele riu-se – Escolhe tu… mas não o Titanic, por amor de Deus.
A rapariga ruiva riu-se. Era mesmo esse que ela ia escolher. Acabou por pôr uma comédia leve, e deitaram-se os dois lado a lado na cama, enquanto o computador se encontrava à frente deles, à ponta. Estavam os dois a olhar para o ecrã, mas a verdade é que nenhum deles estava a prestar qualquer atenção. Jensen divertia-se a brincar com as mãos de Chelsea, e a rapariga apenas pensava. Já se andavam a esgueirar para o quarto da rapariga em segredo, quando não estava mais ninguém em casa, há quase duas semanas. Viam filmes, riam, conversavam, trocavam um beijo ou outro. Mas Chelsea continuava sem saber o que lhe chamar. Tinham concordado em deixar que as coisas se resolvessem sozinhas, mas ela não estava segura de que por este andamento, elas se fossem mesmo resolver. Agora que Jensen andava mais carinhoso e preocupado, não tinha razões de queixa, e até gostava de estar com ele. “O suficiente para sentir saudades quando não estou”, pensou ela. Chelsea olhou para ele pela ponta do olho e viu que ainda olhava para o filme. A rapariga suspirou e ele riu-se.
- O que foi? – Perguntou-lhe.
- Nada… estava só a pensar – disse a rapariga, dirigindo agora a atenção para os seus dedos, que ainda não tinham sido largos pelo rapaz.
- Em quê?
- No final da escola – mentiu.
- Hum… sabes, também estava a pensar… - Chelsea olhou para ele e viu aquelas covinhas aparecerem-lhe nas bochechas ao mesmo tempo que um sorriso de gozo lhe invadiu os lábios. Não vinha dali coisa boa.
- O quê? – Arriscou a perguntar.
- Tu sabes, toda essa história da pureza do teu coração, pureza isto, pureza aquilo… significa mesmo o que eu penso que significa? – A boca de Chelsea abriu-se numa exclamação. Não sabia se havia de rir ou de se enfiar num buraco.
- És tão estúpido! – Gritou-lhe, dando-lhe um empurrão devagar.
- O que foi? É uma pergunta justa – defendeu-se ele.
- És tão perverso. E não tens nada a ver com isso.
- Tudo bem… e não sou perverso, estava apenas curioso.
- Só… vê o filme.
Ele riu-se e ela também não resistiu a expressar um pequeno sorriso enquanto voltavam a dirigir a atenção às pessoas no ecrã.
Sem terem intenção, acabaram por adormecer os dois, e assim ficaram por algumas horas pela tarde fora.
Richard levou a chave à porta e abriu-a, fechando-a logo em seguida. Estranhou o silêncio na casa, Chelsea, noutro dia qualquer, estaria com música alta ou então a ver televisão na sala.
- Chelsea? – Chamou ele, não obtendo resposta.
Começou a subir as escadas e entrou no seu quarto, onde deixou a sua mochila. Depois bateu à porta do quarto da irmã, mas de novo ninguém lhe respondeu. “Será que saiu?”, pensou ele. Ao abrir a porta viu o computador a passar um filme, e Chelsea adormecida de lado, abraçada a Jensen, também ele a dormir. “Mas que…?”. Richard chegou-se ao pé deles e chamou-os num tom normal, e depois um pouco mais alto, mas eles não acordavam.
- Acordem! – Gritou, fazendo com que Chelsea desse um salto enorme e Jensen quase caísse da cama – O que é que se passa?
- Credo Richard – queixou-se a irmã, esfregando um olho –, não sabes acordar as pessoas com calma?
- Porque é que ele está na tua cama? O que é que está a acontecer? – Insistiu Richard.
- Não é o que pensas – disse Jensen, com uma voz ensonada – Na verdade, eu não sei o que pensas…
- Tu estás… vocês estão… mas como? Vocês nem se podiam ver à frente – pensou Richard em voz alta – E porque é que não disseram nada? Há quanto tempo é que andas a sair com a minha irmã?
- Não é exactamente “sair” – intrometeu-se Chelsea, fazendo aspas com os dedos – Não sabemos como lhe chamar, por isso preferimos não dizer a ninguém.
- Se não é sair, é o quê? – Perguntou-lhe o irmão, voltando-se depois para Jensen – Meu, tu vê lá o que andas a fazer, esta é a minha irmã!
- Eu sei meu – disse Jensen, levantando-se da cama – Nós estamos numa fase de… de…
- Experimentações – ajudou Chelsea – E até descobrirmos o que isto é… não temos nenhum nome para lhe dar.
- Exacto – apoiou-a Jensen.
- Mas vocês… e… - Richard suspirou e abanou a cabeça – Não há quem vos perceba… nem quero saber.
Ele saiu do quarto e Chelsea e Jensen começaram a rir.
- Lá se foi o segredo – disse a rapariga.
- Podia ter sido pior… - Jensen viu as horas no despertador em cima da mesa-de-cabeceira e voltou a olhar para a rapariga – Tenho que ir, prometi à minha mãe que fazia umas coisas. Até amanhã.
- Está bem – Chelsea levantou-se da cama e puxou Jensen pela mão até ao andar de baixo. Abriu-lhe a porta e o rapaz não resistiu a despedir-se com um beijo.
- É verdade! – Disse, quando Chelsea já ia a fechar a porta – Amanhã à noite o pessoal da Universidade vai-se encontrar no Drink&Tell para festejar o fim do ano. Vem também.
- Não sei…
- Traz a Helen, e a Cassie, e quem quiseres – disse Jensen, agarrando-lhe nas mãos – Por favor, vem…
A rapariga revirou os olhos e suspirou.
- Está bem, vai-te lá embora – concordou, rindo-se. Ele sorriu e depois começou a afastar-se, a andar. Chelsea fechou a porta e depois subiu as escadas para voltar para o quarto.
❦
- Posso entrar? – Perguntou Chelsea, embaraçada, à porta da sala de aula. A sua professora de Inglês, Sra. Curtis, olhava-a e abanava a cabeça – Desculpe, adormeci…
- Nem no último dia chegas a horas Chelsea Burke – ralhou ela, suspirando alto – Entra, senta-te, vá.
Chelsea agradeceu-lhe e caminhou silenciosamente até ao seu lugar, onde se sentou e começou a tirar o caderno e o estojo de dentro da mala.
- Estás quase meia hora atrasada – observou Helen, inclinando-se para ela da mesa ao lado.
- Eu sei, adormeci mesmo – desculpou-se Chelsea. Tinha estado até tarde a ler umas notícias no computador sobre a Defensora do Oculto e quando o despertador tocou hoje de manhã, desligou-o e continuou a dormir.
- Pessoal, temos que combinar alguma coisa para festejarmos – meteu-se Tony, sussurrando também.
- Eu já tenho uma planeada. Vamos ao Drink&Tell, vai lá haver uma festa da universidade – disse Chelsea.
- Chelsea Burke! – A voz da Sra. Curtis fez-se ouvir e Chelsea assustou-se.
- Desculpe – pediu.
- Como eu estava a dizer – continuou a professora de Inglês –, foi uma honra ser vossa professora este ano, apesar de não vos ter apanhado o ano inteiro. Devo dizer que há aqui alunos com um grande potencial, e dos quais eu sei que um dia mais tarde me farão orgulhosa por ter sido uma das pessoas que os ensinou. Também sei que há pessoas – dirigiu um especial olhar a Chelsea – que devem mudar certas atitudes se esperam receber um diploma para o próximo ano. – Chelsea revirou os olhos e suspirou, ela já tinha ouvido esses discursos todos – Com sorte ainda cá estarei no próximo ano, e serei vossa professora na mesma. Se assim for, espero que as aulas corram tão bem, ou melhor, que este ano. Agora tenho umas fichas que preciso que preencham e depois podem sair.
Depois de despacharem tudo da aula, puderam sair, e as outras aulas foram também do mesmo género. Umas fichas de dados de última hora e as despedidas. Quando a campainha soou pela última vez abriu-se um sorriso nos lábios de Chelsea.
- Parabéns, sobreviveste a mais um ano lectivo – murmurou ela baixinho. Ia passar de ano, com sorte, mas ia. “Décimo segundo ano, cá vou eu”, pensou.
Foi comer um gelado com Helen e Tony e combinaram à noite encontrarem-se à porta do Drink&Tell às nove e meia, e Chelsea disse que ainda ia convidar Will e Cassie.
Quando chegou a casa, subiu para o quarto e deixou-se cair em cima da cama de costas, respirando bem devagar. Férias, finalmente. Estava livre dos trabalhos, já não tinha que se levantar cedo… tinha tudo para ser perfeito. Podia estar com Jensen… Mas mal ela sabia que não era tudo bem assim, e que as férias que a esperavam não eram de todo as que tinha planeado.
Foi preparar um lanche e quando voltou ao quarto tinha o telemóvel a tocar, e apressou-se a atender.
- A telefonar-me a esta hora? Estás doente? – Perguntou, num tom de brincadeira.
- “Que graça” – retorquiu Jensen – “Só telefonei para saber a que horas vens para o bar, não te posso ir buscar, desculpa”.
- Não faz mal, eu vou com o Richard. Combinei com o pessoal à porta às nove e meia, mas ainda tenho que falar com a Cassie e o Will.
- “Tens mesmo que convidar esse?”
- “Esse”? O Will é meu amigo.
- “Sim, o amigo que te treina e te esconde a verdade sobre quem foste”.
Chelsea riu-se.
- Estás só chateado por ele não me ter dito nada sobre ti, oh mascarado – disse ela.
- “Pois estou, e não é para estar?!” – Jensen suspirou – “Deixa lá. Vejo-te mais logo então.”
- Está bem, chato. Até logo.
- “Adeus caracolinhos” – Jensen desligou antes que Chelsea pudesse reclamar, mas na verdade a rapariga não o ia fazer. Já se estava a acostumar a ser chamada daquela maneira, ou doutras do género. E a cada dia que passava, detestava um pouco menos.
Chelsea pousou o telemóvel em cima da secretária e começou a ver biquínis nos sites das lojas a que costumava ir. Precisava de comprar uns novos para este Verão.
Quero mais do que três comentários neste capítulo, está bem? ;_;
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Atrevias-te a fazer uma t(...)
publicado por euviquetuviste às 2013-05-18 15:00:02
Indecisa no tamanho , local , ou até mesmo o que fazer numa Tatuagem ?
Tenho uma dica simples para ti
Tatuagens temporárias !
publicado por Inês às 2013-05-18 13:04:57

A vida neste mundo não é fácil, mentirosos são os que dizem para si próprios que sim, que a vida neste mundo é fácil.
Mas atravessamos dificuldades neste mundo e isso não é mentira nenhuma.
publicado por Teresa ♥ às 2013-05-18 12:49:42
Não vou fazer o mínimo esforço para me vestir ou comer. Tenho uma carrada de trabalhos para fazer assim como resumos para fazer. E a vontade não é nenhuma mas não importa... eu cá me vou arranjar. E para melhor o meu dia - cof cof - estou de mau humor e com uma dor de cabeça dos diabos. Arre!
publicado por Francis Marie às 2013-05-18 12:41:09
Acabei de publicar a introdução da minha nova fic, podem ir lá dar uma olhadela, e se gostarem acompanharem a fic, que acham? Eu iria amar! ♦ aqui ♦
publicado por Francis Marie às 2013-05-18 12:33:36
Toda a gente tem um segredo, uns são mais graves que outros, mas todos tem, mais cedo ou mais tarde esse segredo acaba por nos assombrar, às vezes até viram a nossa vida do avesso, alguma vez pensaram que esse segredo vos obrigasse a passar mais de um ano numa clinica de reabilitação, tudo por causa de um safado, a quem chamavam pai? Bem Miriam já pensou, na verdade, viveu, mas ela prometeu a si mesma que ia ser forte e ultrapassar aquele problema, mas para isso, ela tem de ser uma guerreira.
Logo à noite ponho as personagens.
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publicado por euviquetuviste às 2013-05-18 10:23:06
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publicado por Andrusca ღ às 2013-05-17 21:07:09
Como é que só tenho 2 comentários na DDO, hum? Como, leitores desnaturados? Ai...
Capítulo 10
- Tens a certeza que queres fazer isto? – Perguntou Jonah, que estava sentado na cama de Samantha, de costas para ela enquanto ela se arranjava para o grande baile.
- Tenho que o fazer, Jonah, senão o Will vai contar tudo – respondeu ela, suspirando de seguida – Já disse ao comandante que não me estava a sentir bem, e que ia ficar no quarto e não queria ser incomodada. O Samuel está na pausa, e a Samantha está… - nesse momento ela virou-se para o espelho e ficou espantada por alguns segundos. Pela primeira vez em muitos anos parecia-se com a verdadeira Samantha Kendric de Walcaster, uma verdadeira lady – A Samantha está pronta. E o Will tem o que quer, e o meu segredo continua a salvo. Já te podes voltar.
- Tratas o príncipe William por “Will”, é tão estranho de ouvir… - comentou Jonah, ao mesmo tempo que olhava para ela, ficando automaticamente boquiaberto com a beleza que tinha à frente – Uau… às vezes até me esqueço… que és uma rapariga. E uma bonita, para sermos sinceros.
Ela sorriu-lhe.
- Pareço a minha mãe – confidenciou, com uma certa nostalgia – Ela também prendia o cabelo assim…
Samantha tinha os caracóis loiros presos para trás, num carrapito, com um gancho com pedrinhas preciosas a condizer com as do vestido vermelho que William tinha mandado entregar naquele quarto, juntamente com uns sapatos pretos, de salto alto, e uma pulseira também com pedras preciosas. Agora sim, com aquela vestimenta, adornos e penteado, ela parecia alguém digno de ser da realeza.
- Bem… o baile já começou – disse Jonah – Pronta?
- Vai espreitar, para ver se vem alguém.
Assim fizeram. Jonah foi à frente e, quando o corredor ficou livre, Samantha saiu e caminharam rapidamente até à entrada para o salão de bailes, que consistia numa porta bem alta e larga, que dava directamente a umas escadas que tinham que ser descidas. Ao fim delas, o salão estendia-se, com o rei sentado num trono ao fundo da sala, juntamente com a rainha e William, e já várias pessoas a dançar. As mulheres envergavam lindos vestidos, os homens belos fatos e os soldados que não podiam pagar uma melhor vestimenta limitavam-se a usar a armadura.
Samantha estagnou à entrada, perto do lacaio que apresentava as pessoas que entravam em voz alta, e Jonah parou com ela.
- Passa-te alguma coisa?
- Vai entrando… eu vou já atrás de ti – assegurou ela, esforçando-se por sorrir. Mas, assim que ele foi apresentado como “soldado Jonah Godwyn” e desceu as escadas, voltou para trás e encostou-se à parede, vendo as pessoas a passar por si e a entrar no baile. De súbito o vestido tinha-se tornado demasiado apertado, não conseguia respirar, estava a ter um ataque de pânico – Vá lá Samantha, tu consegues, é só um baile… vá lá – repetia-se vezes e vezes sem conta.
Ao fim de alguns minutos tomou coragem e aproximou-se do lacaio e, chegando-se ao seu ouvido, apenas disse “Lady Samantha Kendric de Walcaster”. O lacaio bateu com o bastão no chão e, com a sua voz alta e grave, que persistia perante a música ambiente dos violinos, repetiu:
- Lady Samantha Kendric de Walcaster – ao dizer aquele nome, que no reino era como se fosse um tabu devido ao horror ligado a ele, todo o salão ficou em silêncio. Os homens pararam de tocar violino e o rei, anteriormente enfadado, levou os olhos até ao cimo das escadas, como todos os outros. Samantha engoliu em seco e sentiu a pressão dos olhares sobre si, porém continuou o seu caminho e andou directamente até ao rei, perante a surpresa e o choque de todos os presentes.
William saiu do seu lugar e andou até ela, parando-lhe a marcha.
- Estás linda – elogiou, dando-lhe um beijo na mão e brindando-a com um sorriso.
- Obrigado, e tu pareces-te mesmo com um príncipe – ela sorriu, e ele riu. Após trocarem um olhar, Samantha contornou-o e parou em frente ao rei, fazendo uma vénia – Vossa Alteza – cumprimentou.
Ele franziu as sobrancelhas e levantou-se, desceu os três degraus e ficou de frente a ela.
- Que brincadeira é esta, rapariga? – Perguntou, claramente perturbado – Gozar com os espíritos já perdidos não é admissível!
- Perdoe-me, rei Irinoi – disse ela, levantando-se. Foi então que ele arregalou os olhos. Ela parecia-se mesmo com a mãe –, mas não estou a brincar. Sou mesmo eu. Sobrevivi. Perdoe-me por nunca antes vos ter dito isto.
Até a maneira como ela falava, como sorria, como olhava, fazia lembrar Catherine Kendric. O seu cabelo, as suas bochechas rosadas. Irinoi perdeu a noção do decoro e, com os olhos enlagrimados, lançou-se à rapariga e agarrou-a num abraço bem apertado, apanhando todos de surpresa. William riu-se, enquanto a madrasta fez “cara feia” e as irmãs não compreendiam o que se passava.
- Como…? – Perguntou Irinoi.
- Noutra altura, hoje é uma festa. Ouvi dizer que queria uma mulher para casar com o Will – brincou ela.
- Estás-te a disponibilizar? – Ela riu-se e corou, ao mesmo tempo que William também o fez.
- Não, ainda sou nova.
- Parece destino, ele diz o mesmo – e então, ao perceber que toda a gente permanecia quieta, Irinoi voltou-se para os convidados e sorriu – Hoje aconteceu um milagre! A família voltou para casa! Temos mais um motivo pelo qual celebrar! Toca a tocar a música, toca a dançar e a comer e a beber. Hoje não há lugar para tristezas!
Tal como ordenado, a música voltou a soar pelo salão, e as danças prosseguiram de onde tinham parado. Samantha fez uma vénia e preparava-se para se afastar e se misturar na multidão, quando William lhe agarrou pela mão.
- Então e a minha dança? – Perguntou-lhe, com um sorriso encantador.
Ela respirou fundo. “O mais difícil já passou”, tentou convencer-se, sem saber ainda do que estava para vir.
- Vamos, vamos ver quão bem sabes dançar Will.
Ele sorriu em jeito de desafio e levou-a até à zona destinada à dança. Colocou-lhe uma mão na cintura e começaram a dançar ao som da melodia. Aos poucos os outros pares foram-se desviando, deixando-os apenas aos dois a dançar. Uns iam comentando o facto daquela rapariga tão misteriosa ter aparecido e parecer tão familiar com o rei e o príncipe, ignorando a sua identidade; outros admiravam-lhe a beleza; outros, conhecedores de quem era, davam graças por estar viva ou lamentavam esse mesmo facto, sendo crentes numa certa “maldição dos Kendric” e incapazes de acreditar que ela poderia ser feliz algum dia.
- Está toda a gente a olhar para nós – comentou Samantha, um pouco embaraçada.
- Deixa que olhem. Tu mereces. Estás deslumbrante.
Bem até agora parece que tudo correu bem...
publicado por AnaFearless às 2013-05-17 18:20:57
- Falas dele de uma maneira diferente que falas dos outros rapazes.
- Talvez porque ele seja diferentes dos outros.

um beijinho,
Annie ♥
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E assim acabou mais uma t(...)
publicado por DemiJonasFan às 2013-05-17 17:59:31
Hello readers, como estao?
E assim chegou ao fim a segunda temporada de uma das minhas series preferidas: New Girl
E verdade, a segunda serie ja terminou. Estive ontem a noite a ver o ultimo episodio e AMEI. Foi mesmo lindo a serio. E ainda bem que vai haver a terceira temporada, apesar de ser so em Setembro. Ainda falta tanto :(
Mas pronto, digamos que foi o final que eu queria, pelo menos para algumas das personagens. Sim, porque o Schmidt deixou as pessoas bastante curiosas para a proxima temporada. E os planos do Winston sao hilariantes, acreditem. A quem nao ve, recomendo, pois acho que se vao divertir bastante :D
P.S. E a minha outra serie preferida tambem esta a chegar ao fim :( E verdade, amanha ou Domingo ja devo ver o ultimo episodio do Diario do Vampiro.

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Pencil jumbo - black and (...)
publicado por euviquetuviste às 2013-05-17 17:50:48
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publicado por euviquetuviste às 2013-05-17 15:00:10
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publicado por Andrusca ღ às 2013-05-17 14:27:54
Logo posso postar Armadura do Coração ^^
Comentem.
Capítulo 19
Seguir o Destino * Parte 2
As quatro horas da tarde estavam-se a aproximar e Chelsea não conseguia esconder o nervosismo. Tinha trocado de roupa três vezes e ainda não tinha a certeza sobre se eram mesmo aquelas calças pretas e a blusa lilás que queria levar ao encontro. Encontro… ela nem sabia se era um encontro. Uma parte dela dizia-lhe que sim, mas a outra gritava-lhe que não. E ela não sabia qual delas ouvir.
- Está atrasado – proferiu, quando viu no despertador a hora mudar para as quatro e um. A campainha tocou nesse instante –, mas não muito.
Saiu do quarto e deu de caras com Richard, que ia abrir a porta.
- Eu vou – disse ela – Volta ao que estavas a fazer, é para mim. E vou sair, e não sei quando volto. Adeus.
O irmão nem teve tempo de lhe dizer nada, pois ela desceu as escadas e saiu de casa a uma velocidade considerável. Andou apressadamente até à mota de Jensen, onde o próprio já se encontrava sentado, e sentou-se atrás dele, agarrando-se nele.
- Estás a gostar disto, não estás? – Perguntou ela, ao que ele se riu. E então viu o enorme cabaz que o rapaz tinha no braço – O que é isso?
- Não é óbvio? – Perguntou ele, enquanto punha a mota a funcionar.
- Já me estou a arrepender – murmurou a rapariga entre dentes.
Jensen conduziu por alguns minutos, e estacionou perto do parque de merendas de Diamond City. Os dois começaram a caminhar até lá em silêncio, e quando encontraram um sítio com relva e à sombra de uma árvore, Jensen estendeu uma toalha grande no chão e lá colocou uma garrafa de Coca-Cola, uma torta, e uma caixa de plástico com morangos.
- O que estás a tentar fazer? – Perguntou a rapariga, sentando-se numa ponta da toalha, de frente para ele.
- É o que mais gostas, certo? Torta de chocolate, morangos… Coca-Cola – disse ele.
- Nem sabia que sabias isso…
- Porque é que saíste tão à pressa de casa? Parecia que estavas desejosa para sair de lá – reparou ele.
- O Richard ia abrir a porta… se ele te visse, ou melhor, se me visse a sair contigo… ele ia começar a pensar coisas, e… tu sabes.
- Não contaste ao teu irmão
- O que é que era suposto dizer? – Lamentou Chelsea – Que vou a um encontro com um tipo que odiava na semana passada? Quer dizer… isto é um encontro? Porque sinceramente não sei…
- Faz sentido.
Começaram a comer e passado um bocado de tempo começaram a rir com as lembranças de várias batalhas que já lutaram juntos. Houve coisas bem ridículas, não o podiam negar. Chelsea já estava a ficar com dores de barriga de tanto rir quando comeu o último morango e respirou fundo. Contrariamente a todas as expectativas, estava-se a divertir.
- Isto está tudo fabuloso – elogiou Chelsea, enquanto respirava fundo e observava cada traço da face de Jensen, sem que ele reparasse. Quando ele a olhou, ela desviou o olhar.
- Obrigado – disse o rapaz.
- Não pensava que a tinhas em ti – Jensen franziu as sobrancelhas, não vinha dali coisa boa, mas mesmo assim decidiu arriscar.
- O quê? – Perguntou.
- Simpatia – Chelsea riu-se e deitou-lhe a língua de fora, e Jensen abanou a cabeça e suspirou.
- Tinhas que estragar tudo, não tinhas Cabeça de Fósforo? – Perguntou, agora quem se ria era ele.
- Não me chames isso – disse Chelsea, já séria. Ela odiava aqueles nomes, ele sabia-o bem.
- Porquê? É um nome carinhoso – afirmou Jensen.
- Jensen, a sério – pediu ela, fazendo beicinho.
Jensen riu-se.
- Obrigado por teres vindo comigo hoje – disse ele, um bocado sem jeito.
- Que mais teria eu para fazer num domingo à tarde? – Chelsea revirou os olhos, e Jensen pressionou os lábios.
- Sair com o PJ? – Chelsea olhou para ele em choque.
- Como é que tu… estavas a espiar? – Perguntou ela, incrédula.
- Não, ia buscar um copo de água à cozinha e acabei por ouvir a pergunta. E depois quis saber a resposta… não devia ter ouvido atrás da porta, desculpa…
Mais uma vez, Chelsea soltou uma gargalhada sonora.
- Até ficas engraçadinho quando coras – disse ela, fazendo com que Jensen corasse um pouco mais.
- Nunca ninguém se queixou do meu nível de graça – brincou.
Chelsea parou de rir. Sim, para ter tantas namoradas como tinha, tinha que ter alguma graça. Esse sempre fora um dos motivos pelos quais ela não lhe dava muita confiança. Nunca estava com a mesma rapariga mais do que uma semana.
- Sim, tenho a certeza que as peruas com que andas te acham imensa – murmurou.
- Senti ciúmes? – Perguntou ele, sentindo-se importante.
- Não…
- É engraçado, conhecemo-nos há séculos e nunca falámos de namoros…
- Isso não é bem verdade. Lembras-te de quando começaste a insultar o John enquanto eu estava a sair com ele? Estávamos na cozinha, e eu estava a fazer um bolo, e enervei-me tanto contigo que…
- Despejaste a farinha toda para o chão – riram-se.
- Continuei a encontrar farinha por todo o lado nas três semanas seguintes.
- Foi hilariante.
- Foi horrível! – Chelsea parou para pensar e viu as horas no ecrã do telemóvel. Seis horas, daí a pouco o sol começaria a desaparecer.
- Posso-te perguntar uma coisa? – Perguntou o rapaz, abanando a cabeça para que os cabelos negros lhe saíssem dos olhos.
- Diz.
- Se não tivesses descoberto que eu sou o rapaz mascarado… o que é que tinhas feito?
- Não sei… eu queria descobrir quem ele… tu, eras. Acho que me deixei afeiçoar demais…
- Eu acho que é como a Guardiã disse… já vem de outra vida. É o destino.
- E tu acreditas nisso? – Chelsea sentiu um aperto no peito. Ela continuava apaixonada pelo rapaz da máscara, e agora que sabia que ele era Jensen, os sintomas também já se deixavam aparecer quando ele chegava ao pé dela, mas ela tentava lutar pelo simples facto de se tratar dele.
- No destino? Acho que já vi demasiadas coisas inacreditáveis para não acreditar nisso – disse ele, observando-a com cuidado para ver a sua reacção.
Ela suspirou e olhou para o céu, fazendo um certo trejeito com o lábio.
- Onde é que queres chegar? – Perguntou, ainda a observar as poucas nuvens que se faziam notar.
- O que quero dizer é… eu também gosto da Defensora do Oculto. E se ela és tu então… acho que quer dizer que gosto de ti.
- Acho que tens razão… mas ainda não me disseste onde queres chegar.
- Eu gostava de tentar… se tu quisesses.
Chelsea olhou para ele e respirou fundo. O seu coração gritava-lhe para dizer que sim, a razão implorava-lhe que não aceitasse. Tinha o pressentimento que ainda ia sofrer muito com toda esta história. Afinal, se a antiga Defensora e o antigo Byron não ficaram juntos, é porque não estavam mesmo destinados, certo?
- Está a ficar tarde… - murmurou a rapariga, vendo a desilusão instalar-se na face do rapaz. Mas mesmo assim ele disfarçou e sorriu.
- Pois está… vamos lá, eu levo-te a casa.
Levantaram-se e começaram a arrumar as coisas, para em seguida seguirem caminho. Jensen deixou a mota estacionada à entrada e acompanhou Chelsea até à porta, onde ela parou e se virou para ele.
- É um bocado difícil seguir o destino – murmurou a rapariga, enquanto pontapeava uma pequena pedra que se encontrava solta na calçada, ainda a pensar sobre a proposta do rapaz enquanto estavam no parque de merendas.
- Mas é ainda mais difícil lutar contra ele – pensou o rapaz em voz alta, o que fez com que rapariga olhasse para ele e corasse levemente. Ela já não sabia o que pensar, já não sabia o que sentir nem o que se passava com ela. Mas Jensen já o tinha aceitado. Agora via claramente que armar tantas brigas com ela era apenas uma maneira de tentar chegar a ela. Jensen já tinha percebido que, realmente, o sentimento sempre esteve com eles.
- Então devíamos deixar as coisas andar à medida que têm que andar – propôs a rapariga, sorrindo levemente.
- Concordo – afirmou o rapaz.
- Vês? – Perguntou ela, num tom espantado – Acabámos de concordar nalguma coisa.
O rapaz riu-se e abanou a cabeça.
- Até amanhã, caracolinhos. – Despediu-se, dando-lhe um beijo na pontinha do lábio e seguindo depois para a sua mota, na qual se foi afastando. Chelsea respirou fundo para tentar acalmar o ritmo cardíaco. “Isso não foi levar as coisas devagar”, pensou, “Caracolinhos… ah, que se lixe, ele nunca vai parar, por isso para quê reclamar? É um nome carinhoso…”.
publicado por jessica matthews às 2013-05-17 14:04:27

Eu sei que não tenho andado por aqui nem respondi aos comentários, mas andei ocupada.
Hoje tive intermédio de Biologia e até era fácil, estou a espera que os critérios saiam para ter uma ideia de quanto vou ter. 9.5 chega...
É verdade, não vou a Paços porque não há bilhetes, o Paços de Ferreira mandou 200 e tal para o Porto e isso nem para metade da claque dá portanto... Avenida dos Aliados :)
Vou ter com o meu primo, até logo meninas.
xoxo,
Jessie
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publicado por euviquetuviste às 2013-05-17 10:00:09
publicado por Inês às 2013-05-16 22:49:44

Seria suposto que nos lembrassemos de cada um dos nossos momentos, deveríamos lembrarmo-nos. No entanto, alguns parecem tão distantes do presente que nem consigo ter certeza de que foram a realidade um dia.
Devíamos relembra-los e inventar outros novos, juntos.
O que achas disso?
publicado por Inês às 2013-05-16 22:37:31

Se te fui dada por Deus, se me foste dado por Deus, não reclames, não reclames nem te admires que te persiga para todo o lado, fugir de ti torna-se fugir de mim própria e isso destrói-me, não posso fazer isso.
publicado por Inês às 2013-05-16 22:13:39

Por que raio não consigo eu dizer-lhe...
Para o meu subconsciente tudo é tão óbvio, mas nesta supreficialidade de vida tudo parece tão sem sentido.
Terei de ser eu a tentar desta vez?
Que fique escrito que não está a ser fácil, até ao ponto de ponderar ter de ser a primeira a declarar isto que sinto.
publicado por Inês às 2013-05-16 22:10:24

Tenho me esquecido de cuidar de mim própria ao máximo, aliás, isso é algo que considero ser bastante fácil de tomar parte da minha realidade. Infelizmente.
publicado por Inês às 2013-05-16 21:33:51

Eu passei a noite passada inteira a pedir por nós, por mim e por ele, a Deus, dormi apenas uns vinte minutos, quando já passava das seis e meia da manhã.
Teve algum resultado, impensável será dizer que não teve.
Estivemos ligados, mas agora, com o ambiente que se instalou durante o nosso dia, influenciado por pensamentos adversos de negativismo e falta de coragem, agora parece-me termos voltado a outra espécie de estaca zero.
Porquê? Será assim tão dificil assumirmos o que no fundo é o que realmente sentimos?
publicado por Soph às 2013-05-16 20:19:15
Sou só eu que sou completamente influenciadaaaa pelo tempo?
Esteve um dia de porcaria na minha zona, escuro e a chover, e agora ao fim da tarde quando saí das aulas ficou solinho.
E eu que estava desmotivada com tudo, com a saude, dinheiro, vida, pessoas, fiquei feliz e tudo passou a correr melhor.
O sol deve ter mesmo um efeito tranquilizante.
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publicado por Andrusca ღ às 2013-05-16 19:10:25
Capítulo 19
Seguir o Destino * Parte 1
- E depois o que se passou? – Perguntou Cassie, excitada.
Chelsea suspirou e chegou-se à amiga, descansando da tarefa que estava a fazer. Levou as mãos à cintura depois de ter atado melhor o seu rabo-de-cavalo e deu um pontapé numa pedra solta que se encontrava perto delas.
- Chelsea, estamos a treinar – queixou-se Will.
- Tu cala-te, que ainda estamos chateadas contigo – disse Cassie, com cara de má – Não acredito que não lhe disseste isso. O amor da sua outra, e possivelmente desta, vida está mesmo ao lado dela, e tu ficas calado. Que tipo de amigo é esse?!
- Oh… o Will é um querido… - disse Chelsea, sarcástica – Depois o outro Guardião, Oyuan, apareceu. E começou a dizer à Clayde que não nos devia ter contado nada, porque agora a história podia-se repetir, e blá, blá, blá, e depois o Jensen gritou com ele e eu disse que ele não tinha o direito de nos esconder este tipo de coisas – Chelsea contava tudo, tintim por tintim, a Cassie, do que se tinha passado no dia anterior, enquanto tentava ao máximo não deixar escapar nenhum pormenor – E depois ela continuou a dizer-nos que estamos destinados a estar juntos, e a contar como o nosso amor salvou o mundo, e… E depois, quando fomos levados de novo para o parque, sabes o que ele me perguntou?
- O quê? – Perguntou Cassie.
- Sim, por favor, falem como se não estivéssemos ocupados nem nada – as duas ignoraram o comentário do rapaz loiro.
- Se devíamos falar sobre o assunto. Eu perguntei-lhe sobre o quê, e ele disse sobre o facto de estarmos destinados… achas normal? – Chelsea disse isto tão depressa e tão indignada que por momentos a rapariga dos piercings achou que não ia conseguir continuar a conversa sem se rir. Mas enganou-se, conseguiu aguentar-se.
- E tu?
- Eu não sei, eu disse-lhe que não conseguia pensar nisso agora. A sério… já não era estranho o suficiente ser uma rapariga que combate demónios? Agora o meu príncipe encantado… o meu salvador… é o Jensen?! Ele, entre todos os outros? Não soube o que pensar, claro que não podia dizer que sim, que devíamos falar sobre o assunto.
- Mas gostas dele?
- Quem se importa?! – Disparou Will, dando um murro numa árvore e bufando. Ele só queria treinar a Defensora, só a queria preparar para a Escuridão, nada mais – Tu tiveste sorte ao matares o Kayor, sabes disso? Sorte! Se não treinares, vais morrer. Inevitável. Parem de fofocar!
De novo, foi ignorado, e as raparigas continuaram como se ele fosse invisível e mudo.
- Não… - Chelsea foi rápida na resposta, e Cassie deitou-lhe um daqueles olhares que apenas as melhores amigas podem fazer umas às outras, por já se conhecerem bem demais. Chelsea revirou os olhos – Quer dizer, eu gosto do rapaz mascarado, mas agora que sei que é o Jensen, que dizer… é o Jensen, e eu nunca gostei dele… nunca, nunca. Estou confusa, esta situação está toda de pernas para ao ar e… estou confusa.
- Eu acho que tu gostas dele…
- Eu não gosto dele. Ele é o Jensen, por amor de Deus. Se soubesses metade das coisas que ele já me fez… é tão irritante. Oh Deus, e já o beijei uma vez…
- E não queres repetir? Sabes Chels, ele é um tipo bastante atraente…
- Sim, e chato, e convencido, e mais chato – ela não negava que ele era o tipo de rapaz com que muitas suspiravam, era um facto, não havia negação a fazer, por isso preferiu sobressaltar-lhe os defeitos.
- Já te ocorreu que ele pode ser assim para captar a tua atenção? – Cassie parecia completamente convencida da situação.
- Essa deve ser a pior suposição de sempre – disse Jensen, que apareceu por detrás de uns arbustos com uma cara de espanto.
- Mas o que é que estás aqui a fazer?! – Perguntou-lhe Chelsea, rapidamente.
- Oh perfeito, já estou a ver que o treino foi à vida – reclamou Will, ao agarrar na sua mochila – Quando o circo acabar, liga-me.
E começou a afastar-se, perante o olhar dos outros três. “Isto não é normal”, pensou Chelsea.
- Como é que vieste aqui parar? – Insistiu a rapariga dos caracóis ruivos com Jensen.
- Segui-te – disse ele, descontraindo.
- Então estás aqui deste… que chegámos? – Meteu-se Cassie.
- Sim. Vocês raparigas falam demais, sabiam? – Ele aproximou-se de Chelsea e cruzou os braços – Então é aqui que a Defensora do Oculto treina… sabes, tens estado a evitar-me.
- Não tenho nada – defendeu-se ela, fingindo-se chocada – Nós descobrimos as coisas ontem, e hoje tive aulas… como é que te estou a evitar?
- Viste-me a caminho da escola e correste. Tipo… mesmo rápido – disse o rapaz.
- Está bem… claramente que não faço nada aqui. Divirtam-se, treinem, façam… qualquer coisa. Adeus Chels – disse Cassie, que se levantou da pedra e desapareceu também entre o arvoredo.
- Perfeito! – Exclamou Chelsea, irónica – É incrível como consegues sempre estragar tudo. Como é que vou treinar agora? Afugentaste toda a gente!
Jensen riu-se e pôs-se à frente dela, de mãos abertas na sua direcção.
- Usa toda a tua força – disse-lhe, em tom de desafio.
Chelsea respirou fundo e depois deu um murro numa das mãos de Jensen, o que fez o rapaz rir-se.
- A sério? Como é que ainda estás viva? – Brincou ele.
Chelsea concentrou-se e uma força invisível mandou o rapaz contra uma árvore, deixando-o cair para o chão em seguida. Ele levantou a cabeça do chão e olhou para a rapariga, enquanto a abanava.
- Isso é batota – declarou, acerca de ela ter usado os poderes.
- Se salvar a minha vida… não me podia importar menos – disse ela, que, após agarrar no seu casaco, começou a caminhar para fora do bosque em direcção a casa.
O rapaz ainda ficou sem reacção algum tempo enquanto a observava a afastar-se, e passado poucos segundos esboçou um pequeno sorriso. Agora que sabia a identidade da Defensora, e que sabia quem foi no passado e o que tem que fazer, tudo fazia mais sentido. Bem, quase tudo. A parte de estar destinado à rapariga dos caracóis ruivos ainda não lhe tinha sido completamente entendida. Mas já estava a começar a ver. Agora ele conseguia ver claramente a rapariga por quem se começou a apaixonar, espelhada na que irritou e brincou durante tantos anos.
❦
Sábado tinha chegado, e Chelsea tinha decidido passar o dia em casa. A manhã passou-a a estudar, para ver se não tirava tantas negativas. E à tarde, enquanto os amigos de Richard e ele estudavam no quarto para os exames da universidade, ela tinha o computador portátil em cima da cama e via um filme deitada de barriga para baixo. Estava a meio de uma das muitas gargalhadas que o filme cómico lhe estava a causar, quando lhe bateram à porta. Ela parou o filme e disse para entrarem, ao mesmo tempo que se sentava na cama à chinês.
- Que andas a fazer? – Perguntou PJ, sorrindo-lhe e deixando a porta apenas encostada.
- Estava a ver um filme… como vai o estudo?
- Difícil… é difícil concentrarmo-nos quando só ouvidos gargalhadas – Chelsea corou, mas no fim acabou por se rir.
- Desculpa – pediu.
Houve um momento de silêncio. PJ não estava certo do que ia dizer, não sabia bem se fazia sentido ou não, sentia-se confuso apenas.
- Tu… - PJ sacudiu o cabelo com a mão, um pouco embaraçado, o que era raro acontecer – Queres ir sair comigo, um dia destes?
- Nós saímos o tempo todo – noutros tempos, Chelsea teria logo pensado noutra maneira de ver a pergunta, mas desde os últimos acontecimentos que tem estado meio distraída perante tudo.
- Não, eu quis dizer… só nós, como… um encontro? – Chelsea arregalou os olhos e ficou de boca aberta algum tempo, formulando depois um sorriso algo tímido, ignorando por completo que por detrás da porta do quarto, a ver através da parte que estava aberta, Jensen os observava com o coração nas mãos.
- PJ eu… devo estar a perder o juízo – murmurou ela, deixando PJ confuso – Na verdade, desde que te conheço que queria que me perguntasses isso, sabes? Mas acho que não tinha razões para isso. Nós conhecemo-nos todos desde sempre, crescemos todos juntos. Do nosso grupinho, tu foste sempre o qual de quem gostei mais – Jensen, do outro lado da porta, sentia-se a perder o controlo, e cerrou os punhos com bastante força, enquanto PJ se preparava para interromper a amiga. Não percebia o porquê daquilo o incomodar tanto, mas a verdade é que era quase insuportável.
- Era um pouco estranho gostares do Jensen, considerando tudo – disse ele, o que fez aparecer um sorriso irónico nos lábios de Chelsea. Pois, ela também pensava isso.
- Mas o que acontece é que nós… Eu gosto muito de ti. Adoro-te, mas… não estou apaixonada por ti. E tu não estás apaixonado por mim – continuou a rapariga, apanhando ambos os rapazes de surpresa – Nós somos familiares, temos aquele carinho especial. E só recentemente é que percebi que o que sinto por ti se aproxima muito do que sinto pelo meu irmão, percebes? Somos amigos há tanto tempo que acho que o devíamos a nós próprios tentarmos algo mais, entendes? Mas não devemos. És como meu irmão.
PJ sorriu, sim, ele percebia. Ele sentia-se também dessa maneira. Chelsea sempre fora importante para ele, mas nunca além de uma grande, grande, amiga.
- Sim, percebo – disse ele, sorrindo. Jensen, de fora do quarto, deu por si a respirar fundo e a parar de fazer força de punhos cerrados, e a perceber a quantidade enorme de ciúmes que o tinha atingido – Desde quando é que ficaste tão sábia, pequena?
Chelsea riu-se.
- Sempre fui, mas é segredo – disse ela, pondo o dedo ao lado do nariz em seguida e fazendo um pequeno: - Shh.
PJ riu-se, e Jensen decidiu ir fazer o que tinha saído do quarto de Richard para ir fazer: ir à cozinha.
Depois do amigo voltar ao estudo Chelsea suspirou e levantou-se, caminhando lentamente até à janela. Saiu e sentou-se com as pernas encolhidas no telhado, a pensar. “Recusar o PJ… se me contassem que isto ia acontecer ia dizer que era uma anedota”, pensou ela. Mas até para sua surpresa, não lamentava de o ter feito.
Quando deu por si já começava a escurecer e já se sentia um certo frio na rua. Tinha acabado de retornar ao quarto quando a porta se abriu e de lá viu aparecer Jensen.
- Eu bati – defendeu-se logo ele, pondo as mãos no ar como se estivesse a render-se.
- Não ouvi – disse a rapariga, calmamente – Precisas de alguma coisa?
- Sim – ele confirmou, mas depois calou-se, o que fez Chelsea ficar um pouco confusa.
- Estás à espera que pergunte? – Perguntou ela.
- Amanhã, quatro horas, venho-te buscar. Não há maneira de não aceitares – disse ele muito depressa.
- E vais-me levar…
- Amanhã vês. Tenho que ir, o PJ está à espera lá em baixo. Até amanhã caracolinhos.
- Até… - Jensen fechou a porta e Chelsea suspirou – amanhã. Mas o que será que aquele está agora a planear?
Ela não gostava da ideia. Não gostava mesmo nada.
Desculpem não ter postado ontem.
Vamos ver o que sai daqui... comentem!
publicado por Francis Marie às 2013-05-16 19:06:24

Hoje uns rapazes da minha turma encontraram uma foto minha do sexto ano, e com eu era nessa altura? Gorda.
Eles começaram a gozar comigo a dizer que eu precisava de ir para o peso pesado e essas coisas todas, custou-me tanto ver aquela cena, o pior deles todos foi o P., mas ele também estava lá, a rir-se de mim, a fazer com que eu estivesse a recordar memorias passadas, o sofrimento que eu passei no sétimo para perder aquela barriga, e mesmo assim ficar com ela, mais pequena, mas ainda me considero gorda, cada vez odeio mais aqueles rapazes, odeio mesmo!
ps: Hoje ouve uma ação de sensibilização "Tudo contra a droga" e posso dizer que me sensibilizei, não chorei porque não gosto de o fazer em publico, porque me sinto fraca, mas eles conseguir alcançar o objetivo, pelo menos comigo...
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Lipstick Series - Aprovei(...)
publicado por euviquetuviste às 2013-05-16 11:00:21
Sabias que se não usares um pincel de lábios para o baton , irás perder cerca de 20% do produto ?
AHH , pois ! Aposto que não sabias !
Com um pincel , além de teres mais precissão , ainda podes chegar a cantos que normalmente não chegarias pinta os lábio no modo tradicional !


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publicado por Andrusca ღ às 2013-05-15 21:36:52
Ainda pensei em postar o capítulo, mas como só pouca gente é que leu o anterior, vou deixar um sneak peek e amanhã logo se vê.
Também têm Armadura do Coração postada ;)
- Chelsea, estamos a treinar – queixou-se Will.
- Tu cala-te, que ainda estamos chateadas contigo – disse Cassie, com cara de má – Não acredito que não lhe disseste isso. O amor da sua outra, e possivelmente desta, vida está mesmo ao lado dela, e tu ficas calado. Que tipo de amigo é esse?!
- Oh… o Will é um querido… - disse Chelsea, sarcástica – Depois o outro Guardião, Oyuan, apareceu. E começou a dizer à Clayde que não nos devia ter contado nada, porque agora a história podia-se repetir, e blá, blá, blá, e depois o Jensen gritou com ele e eu disse que ele não tinha o direito de nos esconder este tipo de coisas – Chelsea contava tudo, tintim por tintim, a Cassie, do que se tinha passado no dia anterior, enquanto tentava ao máximo não deixar escapar nenhum pormenor
(...)
- Como é que vieste aqui parar? – Insistiu a rapariga dos caracóis ruivos com Jensen.
- Segui-te – disse ele, descontraindo.
- Então estás aqui deste… que chegámos? – Meteu-se Cassie.
(...)
– Queres ir sair comigo, um dia destes?
- Nós saímos o tempo todo – noutros tempos, Chelsea teria logo pensado noutra maneira de ver a pergunta, mas desde os últimos acontecimentos que tem estado meio distraída perante tudo.
- Não, eu quis dizer… só nós, como… um encontro? – Chelsea arregalou os olhos e ficou de boca aberta algum tempo, formulando depois um sorriso algo tímido
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publicado por DemiJonasFan às 2013-05-15 18:14:30