publicado por :: Drii às 2013-05-19 23:39:45
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carla gonçalves
publicado por :: Drii às 2013-05-19 23:39:45
esta semana aconteceu o s(...)
publicado por :: Drii às 2013-05-19 23:31:29
oi, oi, oi minha gente ! esta semana foi totalmente superior á anterior. para começar, fui a casa da sarinha na quarta e amei ! a casa dela é tão linda *-* parecia uma casinha de bonecas e o almoço foi optimo - sara, prepara-te para ovos ! ah se estiveres a ler isto, estou sem mensagens, mas queria pedir se dava para irmos a nossa casa na setxa, amanha explico melhor.
ontem, estive com o francisco e foi bom, mas melhoro quando o meu pai propos ele ficar a dormir em minha casa ! foi optimo estar com ele neste fim-de-semana. agora, tenho muitas saudades dele e a contar os minutos para terça ! te amo mô
publicado por inês oliveira às 2013-05-19 03:42:09
Num momento temos tudo, no momento a seguir não temos nada. Por momentos acreditámos que pudesse durar, mas no momento seguinte já nada existia. Cada um seguiu a sua vida. Ou tu seguiste a tua, porque eu continuo à espera que um dia dê certo, ainda creio na mínima possibilidade que vás abrir os olhos e perceber que eu era a tal. Nunca fui boa a demonstrar sentimentos e sou orgulhosa demais para admitir que tenho saudades tuas, saudades dos velhos tempos, saudades do que éramos, saudades do que tínhamos. Nunca te disse o que ia no meu coração, nem nos meus pensamentos, mas se o fizesse, teria feito alguma diferença? Será que nem a distância teria impedido o que eventualmente poderíamos ter? O meu maior erro não foi ter-te amado ou sofrido por ti. O meu maior erro foi quando pus o meu orgulho de lado por ti e tu a mim nada deste. Se custa saber que ainda gosto de ti, penso em ti, tenho saudades tuas e sofro por ti? Custa, mas custa ainda mais saber que abri o jogo contigo e tu não quiseste saber. Too late.
publicado por sara folhas às 2013-05-18 21:51:46
este texto é o elogio à pessoa eterna. é isso que és para mim. não és um caso perdido, não és uma miúda triste e doente, muito menos uma pequena princesa sem destino. se o dois-três-três não fosse apenas uma piada estúpida, responderia isso quando me perguntam um número que gosto. o impacto que tiveste na minha pessoa foi de maior intensidade do que a que imaginas. é bom pensar no mar e na praia e na areia e em todas aquelas rochas e ondas e raios de sol que ninguém nunca viu. devias sair mais, devias ir ao mar, á praia, á areia. devias pensar menos nas coisas. ia ajudar-te a pensar menos nas coisas se pudesse. a única coisa que fiz de bem aqui na terra foi ajudar-te e abraçar-te, por muito que tenham sido poucas vezes. gostava que estivesses mais perto. mas estás ao pé do mar e da praia e da areia! e um dia eu também vou apreciar esse espectáculo que é a natureza contigo. e nesse momento, não vai importar que os nossos pulsos estejam arco-íris e os nossos pulmões tão negros que não haverá volta a dar. vai ser tão bonito, que se tudo acabasse ali, naquele instante, teria tudo valido a pena.
porque fizeste coisas boas nesta vida. e quando pensares que não, volta a ler isto e lembra-te que, apesar de não ser muito importante, me ajudaste a mim, me mudaste a mim. tudo que fizeste teve relevância. és um caos, estás um caos, eu sei que és, eu sei que estás. mas isso não implica que eu não saibas mais viver, e não devas mais viver. os desastres são das coisas mais bonitas. é tudo uma complicação, mas pelo menos é complicado á tua maneira.
e vais sobreviver e vais rir e as coisas vão ficar melhores e voltar a piorar mas daqui a cinco anos e não te vais lembrar daquela vez em que pensaste que seria o fim. vais sorrir e sentir-te ainda mais forte. tu sobreviveste até agora, depois de toda a merda. tu vais sobreviver. eu acredito.
publicado por sara folhas às 2013-05-18 20:12:13
trocas as mãos pelos pés, não sabes bem por onde andas e tens uma certa dificuldade em percebes porque é que aqui estás e qual é o teu papel. eu percebo isso. segues ''a lei do menor esforço'', e só fazes o que és obrigado a fazer. não vais para além disso, e na tua cabecinha nem havia razão para o fazer, seja lá o que for. és incompreendido pelas pessoas, mas parcialmente, na minha opinião, isso acontece porque nunca ninguém te ouvi falar. quando te conheci achei-te piada, havia uma certa ironia na tua voz que me atraía, cada vez mais. achei isso apenas o começo, e que por detrás dessa tua faceta hilariante vivia uma pessoa que mal podia esperar para ter alguém com quem partilhar ideias, opinar. não pude ser isso para ti infelizmente, e acho que também ainda não encontraste ninguém para ocupar essa posição. considero-te na verdade uma pessoa um pouco perdida, mas sem qualquer noção do seu verdadeiro valor. tens noção das coisas. mas não corres atrás delas. tal como eu não corri atrás de ti, e talvez seja um disparate perder esta oportunidade de me aproximar, mas não vou correr atrás de ti.
não fazes ideia de como na verdade o teu sorriso é contagioso. tens uma posição elegante e é na verdade confortável olhar para ti. olhas para o telemóvel na esperança de encontrar uma mensagem da rapariga dos teus sonhos. contradizendo o que disse antes, tu não tens mesmo noção. tudo em ti é simétrico, a tua magreza acentua-se bem e não te imaginava de outra maneira, não gostava de ti de outra maneira. acorda para a vida, meu. todos te querem bem, todas as raparigas que nem conheces te querem bem. eu quero-te bem. não me vou aproximar mais porque não seria justo fazer isso a mim mesma. só queria ajudar. e acredita que mereces ajuda. vais longe. se pudesse ia contigo.
publicado por Lúcia Ribeiro às 2013-05-18 05:54:32
publicado por sara folhas às 2013-05-16 21:55:17
gostava mesmo de poder ajudar. e acredita que todos os dias vou dormir com o pensamento de que amanhã vou ajudar, não só a ti, mas a todos. porque ser parte da sociedade é mesmo isso, ajudar. mas depois acordo no dia a seguir e é uma correria, nem me dão tempo para pensar nas coisas como deve ser. sei que odeio as coisas mas não tenho tempo para me mentalizar do porquê, então saio de casa estúpida, com o ''odeio-vos'' na ponta da língua. vejo o gonçalo e a soraia no autocarro e finjo que me apetecia mesmo vê-los, mas não. porque são as primeiras pessoas que vejo, e as que não posso de maneira nenhuma evitar, por muito que goste deles. chego á escola e são todos os dias a mesma merda. raramente há coisas novas. o tiago cardoso é muito querido e em geral a turma é nice, mas é sempre a mesma merda, nunca sabem inovar um bocadinho. os intervalos são sempre a mesma merda! não consigo ajudar, não consigo ajudar porque a essa hora ainda nem a mim mesma eu consegui desencadear, ainda não consegui ''estar bem''. é tudo uma farsa. acho-me muito linda em casa ás vezes até ver uma pessoa, seja ela qual for. e fico fria e até finjo que estou muito lindinha e feliz, mas não. ver o luís é merda, ver todas as opotunidades que não vou ter com o luís é merda. e o mesmo com eles todos, por muito que diga que isso não me magoa minimamente. é ridículo o quão eu queria ajudar-te, mas eu não consigo, porque nem eu consigo ou quero ser ajudada, só quero que me deixem em paz. mas que me deixem em paz contigo, com o carlos ás vezes, com a diana ás vezes, com o luís raramente, com as pessoas ás vezes. não consigo fazer nada a 100%. desculpa.
publicado por Lúcia Ribeiro às 2013-05-16 21:04:33
Sabes quando desejas por tudo ver uma pessoa e depois de a veres desejavas não a teres visto? Pois é assim que me sinto. Não imaginas o quanto eu te odeio, ainda por cima odeio-me mais porque ainda te amo, tu não me mereces e eu sei disso, mas às vezes dá aquela saudade, aquela vontade de te ter por perto, aquele desespero enorme de te abraçar e é aí que pareço que vou morrer, só me apetece chorar e parece que ao mesmo tempo as lágrimas não saem, porque não choro só de saudades, nesse choro acrescenta-se mais um pouco de odio por ele e por mim própria, sinto-me a pessoa mais estúpida e mais sozinha no mundo, porque apesar de saber que há pessoas que me amam, ele simplesmente ignora-me. E eu fico tão mal pois ele não é qualquer um, ele é a pessoa que me amou, a pessoa que eu amei e amo. Opá odeio isto, odeio o facto de me sentir uma merda e ainda por cima odeio o facto de ter de fingir que está tudo bem quando não está, sair por aí com um sorriso que não é meu.
Falling from the sky that(...)
publicado por coraline às 2013-05-15 18:20:57
publicado por Lúcia Ribeiro às 2013-05-14 21:12:27
QUERO DESAPARECER PARA SEMPRE!
publicado por :: Drii às 2013-05-14 20:52:07
eu : hoje não fomos ver o mar ...
ele : aqui é um bocado difícil de ver o mar, dri.
eu : tu sabes o que quis dizer.
ele : aquilo é o rio, não é o mar.
eu : a tua sorte é que eu te amo.
hoje fomos passear para Belém. deitamo-nos na relva, demos a mão, demos beijinhos e abraços e dissemos o quanto amava-mos o outro. foi bom e tinha saudades de passear contigo. quero mais. fico á tua espera.
publicado por Anabella às 2013-05-14 09:38:11
Como estou num Curso Profissional, obrigatóriamente tenho que fazer as horas das disciplinas e agora encontro-me numa sala de aula (Técnicas de Acolhimento Turístico) e estiou a fazer um trabalho de Geografia para aumentar a minha nota para 20 em vez de ficar com o 18 xD.
Não que mes esteja a queixar que isto me está a ajudar nas outras disciplinas mas que é um pouco chato o meu horário agpra ter buracos e ver esta stora (que não chega a ser - nem de perto!- uma das minhas favoritas) de Terça a Sexta-feira, mas acho que isto é preferivel a vir durante as minhas horas de estágio... basicamente estou no purgatório...

isto deixa-me triste, mas(...)
publicado por :: Drii às 2013-05-13 16:26:54
é tão triste quando não te consegues identificar com alguém que era suposto faze-lo com facilidade.
momento fofinho do meu ir(...)
publicado por :: Drii às 2013-05-11 21:23:22
bernardo : mana, cortei o cabelo !
eu : oh meu deus, pareces o gil !!
bernardo : qual gil ?
eu : aquele boneco azul que tem uma fundação.
bernardo : é nestes momentos que eu começo a acreditar que fui encontrado no caixote do lixo, como me dizias.
eu : porque ?
bernardo : porque até isso era melhor do que partilhar genes como os teus.
eu : és bué parvo ...
bernardo : eu também te adoro, maninha !
(abraço)
publicado por Anabella às 2013-05-10 15:55:38
Combinadíssmo! :D
Este ano (a gala já está em andamento :p) vai ser a 07.06 e apenas de preciso de me preocupar com o vestido o que simplesmente é o que me está a pôr os nervos em alta! :s Ainda não sei o que vou vestir e para encontrar algo que me sirva tou mesmo a ver que vai ser difícil o.O mas já tenho os sapatos! ahah
E também já tenho Padrinho :b vai ser o M. x3
Mas acho que me vou tornar na Cinderela ;3

«Eu preciso de Alguém que(...)
publicado por :: Drii às 2013-05-08 22:43:09
publicado por :: Drii às 2013-05-08 22:35:29
ás vezes sinto que estou a voltar ao que era. muitas vezes, vejo-me em frente ao espelho especada a olhar para a minha figura, oiço-me a queixar-me, a chamar-me os piores nomes do mundo e quando dou por mim, já tenho lágrima no rosto. vou involuntariamente até á casa-de-banho e volto a olhar-me ao espelho, como antes fazia antes de cometer mais um erro da minha infinita lista. hoje sei dizer «não» a mim antes de voltar a faze-lo. lembro-me da noite em que lhe contei, lembro-me da promessa que fiz. «tens de ser mais forte ... mas a forma como te sentes não ajuda, não é ? eu sei ...»
não me posso deixar ser aquilo que fui. não me posso voltar a magoar daquela maneira.
publicado por Lúcia Ribeiro às 2013-05-07 02:54:57
"Não vale a pena. Foste apenas mais uma. Foste mais uma a quem ele sorriu. Mais uma a quem ele olhou nos olhos. Foste apenas mais um número. Foste apenas mais uma que chorou por ele. Portanto não lhe faças mais favores. Por muito que penses que não és capaz, deixa de ser... Apenas mais uma no seu dia!
Apaga as musicas tristes e limpa as lágrimas querida. Um sorriso fará o resto. Mas não penses que é fácil. Eu sei que não é. Não quando foste apenas mais uma..."
- Lace (http://tearsofchocolate.blogspot.pt/)
publicado por Anabella às 2013-05-06 21:15:57
Capítulo XVII
“Pai, apresento-te a Mafalda”
Mais uma semana se tinha passado e Gonçalo ainda não dissera à namorada de que o pai a queria conhecer. Conhecer a rapariga que tinha mudado o seu filho. Estavam sentados num dos bancos do campus e Mafalda remexia nos cabelos de Gonçalo que tinha a sua cabeça ao colo da loira.
- O que tens planeado para este fim-de-semana? – Mafalda ficou a pensar sobre o assunto.
- Nada, tens alguma coisa em mente?
- Várias... – disse que um olhar travesso. – Mas agora, a sério. – Gonçalo levantou-se e agarrou nas mãos da namorada. – Quero que venhas a minha casa jantar... e que conheças o meu pai. Ele à uma semana que me anda a chatear para te conhecer... e como a Júlia já te conhece...
- Conhece?
- Sim, ela viu-te a sair de casa e quase que a correres para o elevador quando dormiste lá... – Mafalda corou. – E como ela já te conhece, o pior já passou. – Ambos se riram. – Então, vens? – Mafalda ficou a pensar. Conhecer o pai de Gonçalo? Ela ficava nervosa ao pensar sobre isso.
- Ah... acho que sim. O que pode correr mal? – Gonçalo sorriu e beijou a sua namorada.
Isto vai correr mal! Mafalda procurava no seu roupeiro freneticamente pelo seu vestido preto, mas não o encontrava em lado nenhum. Alguém bateu à porta e a avó gritou que era Gonçalo. Ele pediu licença a Eduarda para ir ter com Mafalda até ao quarto da mesma e seguiu. Quando entrou, viu que a loira estava a entrar em parafuso.
- O que se passa?
- Não tenho nada para vestir! – Ela continuava a procurar freneticamente pelo roupeiro. Gonçalo abraçou pela cintura e apoiou o seu queixo no seu ombro, isso pareceu fazer com que o corpo de Mafalda relaxasse.
- Respira fundo e deixa-me ver o que a minha princesa tem para aqui. – Ele olhou e algo lhe puxou a atenção, era um vestido vermelho, mas esse era muito vistoso, não queria que o pai se babasse para cima da sua namorada. Voltou a dar uma segunda vista de olhos e viu uma túnica branca. – E que tal aquela túnica branca? – Mafalda afastou-se dos seus braços e tirou a túnica de dentro do roupeiro e sorriu.
- Sim, com as minhas calças pretas e as minhas botas. – Ela olhou para Gonçalo. – Muito bem. – Ela beijou-o e pousou a túnica em cima da cama, foi a uma gaveta e tirou de lá umas calças de ganga pretas justas e debaixo da cama tirou umas botas. Tirou as calças de fato de treino e vestiu, sempre com os olhos de Gonçalo colados a cada movimento seu. Apanhou o seu cabelo numa trança à francesa. Gonçalo ficou boquiaberto enquanto a viu fazer a trança. A maneira de como ela o fizera, parecia ser a coisa mais fácil do mundo.
Quando a rapariga ficou pronta, foram para o carro de Gonçalo que não seguiu para sua casa, o que Mafalda achou estranho.
- Nós já passamos pela tua casa...
- Nós não vamos jantar a minha casa – Mafalda ficou pálida.
- E deixaste-me vir assim vestida!? Eu pensava que era em tua casa! – Mafalda começou a stressar, o seu rosto ficava cada vez mais vermelho, ela não estava a respirar.
- Mafalda respira! – Ela deu grandes golfadas de ar. – Estás óptima. Vamos a um pequeno restaurante, nada mais... até podias ir de fato de treino que estás linda na mesma! – Mafalda sorriu com a tentativa do namorado para a acalmar. Quando chegaram ao restaurante, Mafalda viu que ficava no Campo Pequeno, só o ordenado de um mês dela não dava para jantar aqui.
Gonçalo falou com o empregado e perguntou pela sua mesa, onde o seu pai já lá estava. Um homem nos seus quarenta anos levantou-se com um sorriso afável, mas com os olhos quem um falcão. Mafalda sentia-se como se estivesse a ser avaliada, afinal, se ele não gostasse dela, geraria mais confusão entre o namorado e o seu pai e ela não queria isso.
- Pai apresento-te a Mafalda.
- É bom conhecer-te. – Disse José enquanto apertava a mão a Mafalda.
- Igualmente. – Gonçalo puxou a cadeira para que a namorada se sentasse e sentou-se no seu lado esquerdo, ficando com o seu pai no seu lado direito, ficara no meio e quando olhou para o pai, sabia que ele não iria fazer desta uma noite fácil.
Na altura de fazer os pedidos, ficara um pouco silêncio, mas José estava pronto para saber se Mafalda apenas andava com o filho pelo dinheiro.
- Então Mafalda, que curso está a tirar? – Fez o seu melhor sorriso.
- Medicina dentária, o mesmo que o Gonçalo.
- Estão no mesmo ano?
- Sim.
- E como é que o meu filho, que é uma cabeça de vento – Gonçalo revirou os olhos – a conheceu?
- Ah... ele tem uma forma... peculiar de começar uma conversa e eu não gostei muito da maneira de como ele falou... – Mafalda olhou para Gonçalo com um sorriso.
- Sim, mas eu depois acabei por te dar a volta.
- Será? – Disse Mafalda. José conseguia ver que o filho estava genuinamente feliz com aquela rapariga e seria uma pena se ela acabasse por não ser o que demonstra.
- E como foi para pagar a universidade, a crise ataca todos... – José não arranjara maneira de ser mais subtil.
- Pai! – Gonçalo não gostou do tom que o pai usou e sabia que dali vinha coisa má.
- É uma pergunta inocente. – Disse num tom inofensivo.
- Entrei com uma bolsa de estudo – os olhos de Mafalda tinham-se tornado um pouco mais duros, como Gonçalo, sabia como a conversa iria terminar. – Também tenho um trabalho, para que a minha avó não tenha as despesas todas. – José entrelaçou os dedos em cima da mesa e fitou Mafalda directamente nos olhos. A simpatia já tinha evaporado e agora apenas se via pura desconfiança no olhar de José.
- Porque estás com o meu filho? Porque o amas ou amas o dinheiro?
- Pai, mas o que é que estás a fazer?! – As pessoas que estavam nas mesas mais próximas olharam, pois o tom de Gonçalo não tinha sido propriamente baixo.
- Sim eu amo-o. – Gonçalo olhou para Mafalda com um brilho nos olhos. – E se me dão licença, acho que este jantar não irá correr muito bem...
- De facto – interrompeu José. Mafalda mordeu a língua para não fazer um escândalo.
- Adeus Sr. Gomes. – Olhou para Gonçalo com uma expressão mais suave. – Gonçalo vemo-nos segunda-feira. – Agarrou na sua mala e começou a andar para a saída.
Gonçalo ficou sem reacção durante alguns segundos, mas logo foi atrás de Mafalda ignorando quando o pai o chamou.
- Mafalda! – Ele não a viu e começou a correr até ver uns cabelos loiros, os seus ombros iam descaídos. Correu e quando chegou perto dela, viu que a loira chorava. – Eu não sei o que lhe passou pela cabeça.
- Gonçalo...
- Não, não ligues ao que ele diz, ele consegue ser uma grande... ignorante – Mafalda viu que Gonçalo se controlava, afinal estava a falar do seu pai, por mais que eles discutissem, era seu pai. – Vamos para casa?
- Podemos passear um bocadinho?
- O que a minha namorada quiser. – Beijou-a e num passo vagaroso, voltaram para o carro, Gonçalo guiou até à Expo, onde andaram de mãos dadas junto ao rio.
- Tenho uma surpresa para ti. – Gonçalo tirou uma venda do seu bolso e Mafalda olhou para ele. – Confias em mi?
- Teoricamente... – ele acenou e aproximou-se e beijou-lhe a base do pescoço e sentiu a rapariga a estremecer debaixo do seu toque e quando ele lhe colocou a venda, ela não disse e deixou que ele a guiasse.
publicado por :: Drii às 2013-05-06 14:56:34
eu : amanhã começa a minha dieta. é desta !
(no dia seguinte)
eu a comer um gelado : fuck, estava de dieta ...
