A barata do Chimarrão não(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-19 16:17:16
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Nome
Dany
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P.
Sexo
F
A barata do Chimarrão não(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-19 16:17:16
Foi difícil escolher o restaurante. Apetecia-me carne. Não me apetecia massa, apetecia-me batatas fritas e picanha. A escolha recaiu sobre o Chimarrão, pois então. Na hora de sentar, uma mesa para duas para pessoas. Nem tive tempo de sentar, estava uma barata no pão. O meu estômago levou um apertão, um grito suprimido. A empregada estava de olhos esbugalhados, nem conseguiu dizer mais nada. Viemos embora, adeus. Nem quero imaginar dar uma dentada no pão e morrer do coração. Nojo. Asae.
publicado por Tralhas às 2013-06-19 15:58:39

Recebi hoje vales de desconto para utilizar na Wells, enviado por estar registada no Clube Aptababy! Penso que devem estar registados, e enviar um email para a linha de apoio no formulário de contacto do site. Se bem que os vales são apenas válidos até 30 Junho, ficam já inscritos para próximas campanhas. Esmiuçar os descontos:
10% em todas as chupetas e biberões Avent, 20% em todos os produtos Klorane Bebé e Petit Junior, 20% em todos os produtos para bebé Oleoban, 20% em todas as chupetas NUK, 20% em todos os esterilizadores e aquecedores de biberões chicco, 20% em todos os produtos Lutsine e Eryplast, em 10% todos os biberons e chupetas bebéconfort, e 20% em todos os produtos Mustela 9 meses bebé.
Literatura/Opinião » Mist(...)
publicado por raquel às 2013-06-19 15:22:32

Título Original: Mister Gregory
Autora: Sveva Casati Modignani
Editora: Porto Editora
Páginas: 464
Sinopse:
"Aos oitenta e cinco anos, Gregorio Caccialupi passa em revista uma vida intensa marcada por contrariedades e vitórias. Para trás ficam as recordações de uma infância pobre na Itália dos anos 1930 e uma decisão que mudou para sempre a sua vida - emigrar para a América em busca de um futuro melhor.
Ambicioso e determinado, coleciona sucesso atrás de sucesso e uma série de mulheres procuram conquistar o seu coração - Florencia, o seu primeiro amor, Nostalgia, com quem se casou, e Erminia, a sua derradeira paixão. Com o decorrer do tempo, Gregorio Caccialupi torna-se Mister Gregory, dono de uma importante cadeia de hotéis, um homem rico e influente. Porém, um investimento mal calculado leva-o à ruina. Conformado com a sua vida discreta num lar de idosos, está longe de saber que um encontro inesperado lhe trará uma revelação surpreendente e a possibilidade de retomar as rédeas do seu destino.
Mister Gregory é um magnífico romance de Sveva Casati Modignani, que pela primeira vez elege como protagonista um homem: complexo, terno e fiel aos seus princípios, sedutor, esquivo e sempre irresistível."
Tens a loucura que a manhã ainda te traz
publicado por Watson. Catarina Watson. às 2013-06-19 15:06:54
estás apaixonada(o) quando pensas que não podes gostar mais de uma pessoa, e a cada dia que passa vais gostando cada vez mais.

publicado por Bolacha às 2013-06-19 13:46:49
O vento da madrugada de Abril, quase Maio, perdia a violência na claustrofobia das ruelas inclinadas do Bairro Alto. Numa dessas ruas, esquecida da mania de andar sempre de relógio a cingir o pulso esquerdo, eu encostava-me a uma porta escura, encolhida numa parede com pedaços de tinta arrancada. O estado levemente ébrio que me levava a não querer saber das horas era partilhado com um grupo de mais oito almas etilizadas que ocupavam a rua a toda a sua largura, mais uma à minha frente, segurando-me pela cintura sem que isso fosse necessário para me equilibrar. De tanta gente, recordo apenas o nome das três pessoas com as quais começara a noite na Avenida da Liberdade, agarrada um par de imperiais tão geladas quanto o metal das cadeiras da esplanada onde foram servidas, e o da Paula, o anjo do xixi.
No início de todas as cenas fundamentais e passíveis de ser contadas, embrenhei-me na confusão nocturna de mão dada a uma amiga, à procura do irmão de alguém que, por sua vez, trazia consigo um grupo de pessoas que eu conhecia ainda menos que aquelas que estavam comigo. Do ponto de encontro, que levou largos minutos a ser definido e outros quilómetros de queixume a ser encontrado, seguiram-se mais subidas e descidas pouco alegres pela calçada, àquela hora já bem regada de cerveja e de restos mal digeridos de alimentos vários, em busca da devida química que nos iluminasse a noite. Quando chegámos a um bar com álcool barato e espaço na rua para fumar com a intensidade das chaminés cinzentonas e obesas da termoeléctrica do Carregado, reparei que do grupo de dez jovens, do qual eu conseguia não ser nem a mais velha nem a mais nova, haviam apenas três gajas, eu incluída. Não duvido que foi por isso que não gastei um cêntimo naquelas horas de borga e decadência adolescente. Sentada num banco de madeira corrida, bem apertada entre a minha amiga velha e um amigo novo, os copos sucederam-se, uma mistura de shots com nomes sexuais e cervejas, até eu começar a sentir que tinha casacos a mais, mesmo estando perto da saída e a levar com o ar gelado da noite que avançava.
Encostada à tal porta, os sons das vozes e dos vómitos na rua soavam-me a música de elevador, perfeitamente irrelevantes, eu não queria dar-me ao trabalho de entender de onde vinham e de que eram feitos, apenas serviam para acompanhar o meu trajecto trôpego entre a realidade da minha prosaica existência e o torpor do álcool em doses alegres, com direito a uma ou duas lágrimas amorosas. Vou deixar alguns pormenores à imaginação do leitor mais perspicaz, mas distribuí muitos abraços e não tropecei uma única vez. Até que, na tal hora desconhecida, o belo cenário decadente foi perturbado pelo terceiro pior efeito secundário da cerveja: uma incontrolável vontade de fazer xixi, cada vez mais urgente a cada segundo que passava e que eu contava mentalmente, xixi, a palavra que por si só, repetida à exaustão para convencer a maioria de pilas da urgência de encontrar uma casa-de-banho nas ruas agora desertas e de portas fechadas, mima o som do alívio de modo tão perfeito que só aumentava a vontade de o fazer.
O grupo rendeu-se por fim à inevitabilidade do avanço do tempo e começou a descer da colina entre os queixumes de duas das suas gajas mascotes, eu, aflita e de útero inflamado a amplificar a vontade de expulsar os resíduos da cerveja, e a minha amiga, solidária e intrinsecamente histérica. A miúda que faltava seguia entre o sausage fest em que nos metêramos nessa noite, baixinha e caladinha, sem ter a necessidade de lembrar a toda a gente o seu nome, ao contrário de mim, a quem o álcool imputa problemas de identidade. Aliás, eu só soube que aquela rapariga tinha um nome quando parámos em frente à Igreja de São Roque e havia um portão verde entre mim e as escadas para as casas-de-banho públicas. O meu desespero apalpava-se com tanta facilidade quanto o volume da minha barriga, a quantidade quase sobre-humana de ureia diluída em água, a chocalhar impaciente sob a minha mão gelada e preocupada, ameaçava a fuga. Então, o anjo do xixi agarrou-me pelo braço, fez o mesmo com a minha amiga e arrastou-nos para uma travessa ali perto, façam aí que eu vejo se não vem ninguém.
O meu cubículo ficava entre uma carrinha branca e uma carrinha azul-escura a partir da qual a minha amiga se agachava em igual preparo. Eu nunca tinha conseguido fazer xixi sem o conforto de uma sanita, ou agachando-me sobre uma, toda enojada e sem querer tocar em nada nas casas de banho portáteis dos festivais, e nem nunca me tinha ocorrido que fosse capaz de mijar ao relento. Quando era miúda e ia apanhar daquelas maçãs muito verdinhas e ácidas para o pomar do meu avô materno, fazia birras monumentais por não querer agachar-me no meio das ervas de ninguém. Mas ali, atrás da carrinha, usei uma mão para me apoiar à parede que estava atrás de mim e marquei o meu território, primeiro a medo, com vestígios senhoris que não queriam aceitar o facto de serem quatro da manhã e eu estar bêbeda e ter vinte e um anos mal aproveitados por várias razões, todas tristes e inoportunas, depois com vontade. Foi naquela pose comprometedora que mandei um grito ao anjinho vigilante, uma figura magra de calças de ganga, cabelo liso e escorrido, nenhuma maquilhagem na cara ao contrário de mim, que levara meia hora a cobrir os cadáveres de borbulhas que os meus dedos têm dificuldade em deixar descansar em paz. Perguntei-lhe o nome, já todos percebemos que era Paula. Depois veio a vez de ser ela a usar o meu espacinho atrás da carrinha, claro, e eu guardei o topo da travessa enquanto, ainda levemente embriagada, começava um discurso apaixonado contra pessoas apaixonadas. Era a típica conversa de casa-de-banho mas tida no meio de uma ruela empedrada, a grande casa-de-banho de campanha que a escuridão e a necessidade tornavam suficientemente acolhedora e confortável.
Depois da experiência mictória, o grupo seguiu para Santos e daí separou-se por volta das seis da manhã, a minha consciência estava recuperada ao ponto de identificar a peça que envolvia o meu pulso esquerdo e pude ver as horas, essas e as que se seguiram enquanto o grupo original, o das cervejas na Avenida da Liberdade, acompanhava o nascer do sol caminhando ao lado do Tejo. Lembrei-me, entre duas frases ressacadas e um olhar de soslaio à fealdade da margem que se recortava do outro lado do rio, da Sylvia Plath a escrever, no seu livro danado, there is nothing like puking with somebody to make you into old friends. O xixi não é equivalente ao vómito e aquilo que partilhámos na travessa, com a bênção do São Roque e dos tipos que esperavam pacientemente pelas nossas bexiguinhas raquíticas de gaja, foi um ritual de sobrevivência que nos uniu apenas por alguns minutos. Nunca mais vi a Paula, como se percebe, mas fica aqui a devida homenagem, com quase dois meses de atraso.
http://diary_of_my_life.blogs.sapo.pt
publicado por R. às 2013-06-19 13:45:53
Conta a história que a Kiehl’s nasceu há mais de 160 anos no bairro de East Village, em Nova Iorque. A Farmácia Kiehl's original encontra-se em Nova Iorque; uma histórica loja de família localizada em "Pear Tree Corner" na 109 Third Avenue no bairro de East Village.
As fórmulas únicas são produzidas com ingredientes naturais. A marca possui uma longa herança que inclui uma variedade de conhecimentos ao nível da cosmética, farmácia e medicina, desenvolvidos e transmitidos através de gerações, sendo incorporados nas fórmulas que vendem hoje em dia. Isto foi o que aprendi no facebook da marca... no mesmo dia em que fiz um diagnóstico, sobre o meu tipo de pele, na loja da Kiehl's no Colombo. Ia a passar e li na montra que em 5 minutos me faziam um diagnóstico sobre o meu tipo de pele e me davam 5 amostras de produtos que achavam adequados para mim. Soou-me lindamente... ainda para mais a loja é apelativa. Entrei e saí fascinada e com vontade de comprar um creme, um tónico um gel de limpeza,... Trouxe as amostras e cheguei a casa com uma enorme vontade de experimentar tudo. Fiquei logo fã... logo... Corria já até ao Colombo para comprar os três produtos básicos se o meu Sistema de Três Passos da Clinique não estivesse ainda a meio. Gosto do Sistema Três Passos da Clinique, aliás como gosto em geral da marca, mas sinto que os Três Passos são muito booooorrring quando comparados com os produtos da Kiehl's. Como eu gosto de uma rotina simples aconselharam-me os três produtos da linha Rare Earth

O gel de limpeza custa 18€ e segundo me foi dito dá perfeitamente para 6 meses. O tónico - o meu favorito dos três produtos apresentados - promete matificar a pele, controlar a oleosidade, minimizar os poros e limpar profundamente a pele, graças à fórmula que com argila branca da Amazônia. O produto é bifásico e a argila fica depositada no fundo da embalagem. Por isso, antes da utilização, devemos agitar bem o produto. Como eu confessei ser muito preguiçosa e lavar a cara muitas vezes apenas com água disseram-me que caso eu, de manhã, quisesse deixar de lado o gel de limpeza por falta de tempo podia, depois de lavar a cara com água, pegas num algodão e passar o tónico para preparar a pele para mais um dia. O tónico custa 19,50€. Quanto ao creme hidratante é uma loção-gel (?) com uma textura simpática que é oil-free e que custa 24€. Em suma: fiquei completamente apaixonada pela marca. E adorei a forma como me aconselharam os produtos tendo em conta o meu tipo de pele e o facto de ser preguiçosa!
Quando o Sistema Três Passos da Clinique acabar já sei onde vou abastecer-me.

A loja do Colombo... fabulosa, right??
publicado por Dois Mundos às 2013-06-19 13:18:15
Há pessoas que nos surpreendem. Infelizmente pela negativa. De quem não estávamos à espera que o fizessem. Que consideramos como uma traição uma coisa que até não significa assim tanto. Há pessoas e pessoas. E umas escolhem ser só pessoas. No entanto a culpa, é nossa, que colocamos as nossas expectativas demasiado altas.
Evento - Lançamento do li(...)
publicado por Cláudia Oliveira às 2013-06-19 13:13:00
Ontem, o Amoreiras foi palco do lançamento do livro da Bárbara Guimarães “Páginas do Páginas Soltas”. A autora chama este livro de “biblioteca ambulante”. A característica que mais me atraiu para a compra deste livro. Lembro-me vagamente do programa, os convidados conversavam com a apresentadora durante doze minutos, todos eles levavam um livro. Um livro, a linha condutora para a conversa. A editora Guerra e Paz convidou a Bárbara Guimarães para escrever um livro, a sua resposta foi prontamente “eu não escrevo, eu leio”. Nasce assim o livro “Páginas do Páginas Soltas”. Dos 600 convidados, foram escolhidos dificilmente 30. O primeiro é o meu preferido, José Saramago. O programa da semana era gravado em duas horas. Cinco entrevistas preparadas em duas horas! Fiquei impressionada.
O convidado especial foi o marido da apresentadora Manuel Maria Carrilho. Frisou que o Bárbara gosta de conversa, de escutar, de livros. Fez referência ao livro “Elogio da Conversa” de Zeldin quando destacou as qualidades da apresentadora.
Não via a Bárbara desta forma. Tinha ideia diferente. Ela é uma diva! Uma senhora, um peso bruto num espaço simples. A forma de comunicar é elegante. O sorriso é encantador. Tudo parece demasiado fácil para a Bárbara Guimarães.
Sou bastante tímida longe da minha zona de conforto. Na hora de pedir um autógrafo a Bárbara perguntou-me “Cláudia, como vieste aqui parar?”. Respondi que tinha recebido um e-mail da editora. A Marta, a minha companhia, disse “A Cláudia tem um canal literário”. Bárbara perguntou-me como se chamava, eu respondi quase sem voz “A Mulher Que Ama Livros”. Autografou o livro, tirou uma foto comigo, agradeceu a presença. Uma simpatia!
Folheei o livro e garanto-vos que é um livro interessante, ao nível dos artistas escolhidos. Com fotos seleccionadas pela própria Bárbara. Com isto, apetece-me rever todos os episódios do “Páginas Soltas” (alguns episódios estão disponiveis no Youtube).
publicado por Ana Gomes às 2013-06-19 12:35:41
CRÉDITOS: Fotografia de Tiago Costa
Maquilhagem e Cabelos por Rute Calçada
Modelos Filipa Soeiro e Rúben Reis - da Agência Best Models
100% Cartão Continente | (...)
publicado por Tralhas às 2013-06-19 12:29:53
Atenção: Algumas pessoas receberam um Vale com 50% de desconto em Leites Aptamil nº 4 e 5. Quem tem esse vale pode conseguir HOJE 100% DESCONTO nesses Leites.
Encontrei esta info aqui: Poupança XL
E Obrigada a quem me enviou esta mensagem: Vim agora do meu continente. As bolachas infantis e os iogurtes bebé nestle não estão a fazer os 50%! reclamei no balcão e "excepcionalmente vão creditar-me no cartão mas que depois iriam colocar na loja a informação que as bolachas e os refrigerados não estavam incluídos na promoção" Avise no site pois muita gente pode ir comprar e nem dá por isso! Além de que os iogurtes diz no talão desconto em cartão mas se formos ver o valor, faz apenas 25% que já estava marcado na prateleira.(C.C.Vasco da Gama)
De lembrar que hoje no continente está com 50% em alimentação de bebé.
Kit Redução de Colesterol(...)
publicado por Tralhas às 2013-06-19 11:53:46

Parabéns! O seu pedido foi efectuado com sucesso.
Nos próximos 30 dias, irá receber em sua casa o kit de redução de colesterol Becel pro.activ.
publicado por Soraia às 2013-06-19 11:18:43
Ontem fiz manhã e saí às 16H, hoje estou de folga e amanhã só começo o meu turno às 15.30H.
São quase 48H sem fazer nada.
Que alegria.
publicado por Dri às 2013-06-19 11:12:19
E só me resta fazer uma melhora no dia 4 de Julho! Por isso as férias já estão aí a chegar!!!
publicado por Dois Mundos às 2013-06-19 10:56:02
Ame os seus pais. As vezes estamos tão ocupados com viver que nos esquecemos que eles estão a envelhecer.
Depois da bonança, veio a(...)
publicado por Carolina às 2013-06-19 09:55:43
E eu estou a ver a minha vida tão mal parada.
publicado por Tuga em Londres às 2013-06-19 09:14:37
Estou de férias! OK, aparte da troca de emails que ainda vou ter que fazer hoje de manha relacionados com umas newsletters que estão para sair, estou quase de férias. O resto deste mês vai ser praticamente todo de férias o que nao é nada mau :-) Hoje vou para Como na Itália para o Swing Crash, um festival de dança swing dos anos 30-50 que já tinha mencionado 'a uns posts atrás. Depois volto, trabalho 2 dias e vou novamente de férias para o Festival de Glastonbury.
Como sabia que ía ficar meio do mês sem estar em Londres, decidi optar por nao tirar o meu habitual passe mensal dos transportes públicos de Londres e, em vez disso, tirei dois passes semanais e a partir de sexta-feira passada carreguei o meu Oyster com £20 na esperança que aguentasse até eu me ir embora. Nao chegou.
Tinha apenas 5 dias e meio pela frente, sendo que dois deles eram fim-de-semana quando geralmente ando de bicicleta. Tentei restringir as minhas viagens de transportes públicos ao mínimo essencial, mas mesmo assim via o dinheiro a sair-me do cartão a uma velocidade abismal. É que só na viagem de metro em hora de ponta (das 6:30-9:30 e das 16:00-19:00) facilmente se gastam £2.80 viajando entre a zona 1 e 2. Geralmente faz-se uma viagem para cá e para lá, talvez se tenha que apanhar algum autocarro,... enfim, ontem voltei a ter que carregar o cartão com mais dinheiro. No total acho que vou gastar £25 por estes 5 dias e meio em que tive atenção 'as vezes que andava de transporte. Se tivesse tirado o passe (travelcard) semanal teria-me ficado em 30.40 e podia ter andado em qualquer transporte nas zonas 1 e 2 sem restrições. Assim sendo, principalmente para aquelas pessoas que costumam vir para Londres visitar por mais de 4 dias acho que sem dúvida que vale a pena comprar o passe semanal mesmo que não fiquem a semana inteira.
Dicas para que as pálpebr(...)
publicado por Joana às 2013-06-19 07:00:02
A duração da maquilhagem está intimamente ligada com o tipo de pele que possuímos, quanto mais oleosa for, mais difícil será a fixação da maquilhagem à pele e, por exemplo, apesar de possuir pele seca, as suas pálpebras podem ser oleosas, o que faz com que a maquilhagem nos olhos dure menos e tenha tendência a derreter-se mais rapidamente.
Para não correr o risco de ficar com os olhos feios e com a maquilhagem derretida, existem algumas técnicas e truques para que a durabilidade da sua maquilhagem nesta área dure muito mais sem borratar. Antes de iniciar-me nas dicas, sugiro que andem sempre com desmaquilhantes na mala, para o caso da maquilhagem começar a borratar. Aconselho as toalhitas para andar na mala, em especial as toalhitas desmaquilhantes da Roc.

Uma preparação sem falhas da pele é importantíssimo para obter um look perfeito. Esfolie a sua pele com um bom esfoliante, tonifique-a e de seguida hidrate-a. Quanto à área dos olhos, use um produto matificante para o mesmo ou então um primer específico para o caso. Depois aplique um pouco (o que sobrar no pincel) de base e de seguida aplique um pó matificante. Após aplicar tudo use um fixador de maquilhagem (recomendo vivamente o Spray Fixador de Maquiagem d'O Boticário).
Quanto ao tipo de produtos, o recomendado é usar sombras em pó, compactas ou não, invés das sombras cremosas ou líquidas, isto porque os produtos em pó fixam-se melhor nas peles e áreas oleosas do que as texturas cremosas e líquidas. Em relação a delineadores e lápis, o indicado é usar produtos que sejam à prova d'água e, depois da sua aplicação, colocar um pouco de sombra em pó por cima para fixar melhor e garantir a sua durabilidade.
publicado por Rita às 2013-06-19 06:32:18
Este chapéu não vos parece um abat-jour? Ah, ah, ah... (visto hoje na rua numa paragem de autocarro)
publicado por liz collingwood às 2013-06-19 02:18:05
ando sensivelmente revoltada com o facebook.
1º ninguém vos perguntou nada para vir com publicações da treta.
2º ninguém quer ver mamas e cu, para isso o pessoal vai ao google ou, para coisas mais "interessantes", vão ao redtube
3º pensava que os gifs já tinham passado de moda. aliás, nunca deviam ter entrado para o facebook
4º separem pessoas solteiras de pessoas comprometidas. existe uma linha, e essa linha chama-se namorado/a *grande frase, fui eeeeeeuu*
5º ninguém quer saber dos vossos pijamas fofinhos
6º não venham com tipo de chantangens, porque não funciona. like "se colocares LIKE digo-te olá no chat"
7º os LIKES nas publicações e nas fotos não vão comprar a comida de lá de casa. se vos trás felicidade, são muito tristes
8º parem com as cenas de, "quero sociolizar" ou "ninguém para falar?" ou "x pessoas on e ninguém me diz nada" comecem vocês uma conversa!
9º não me lembro de mais nada
10º era para fazer 10 cenas. quem não estiver de acordo, opa, sejam felizes ao menos, mas não estejam dependentes dele, sejam dos vossos pais pelo menos! adorava ter coragem para meter isto no facebook.
o meu blog tem alguns posts publicos. só passado algum tempo coloco-os em privado. quando quiser e tiver paciência respondo a comentários.
o título está super engraçado para este tipo de coisas. adeus
publicado por shems. às 2013-06-19 00:26:29
Encontrei isto num blog (este!) e decidi fazer. Basta por em negrito o que vos "caracteriza"
publicado por Ana Gomes às 2013-06-19 00:22:44
Terça-Feira e não há novidades na ilha. Pelo menos nada que nos chegue aos ouvidos. Do outro lado do mar sabemos que no Brasil se revoltam, e que em Portugal se revoltam também pelo que se passa por lá.
Hoje ao lanche pedimos informações a um Senhor que lá trabalhava sobre as refeições da noite, ele tentou responder, mas não nos conseguiu esclarecer. Até que acabou por nos explicar que na realidade era músico - cantava - mas como tinham entrados algumas pessoas de férias ele estava há três dias a safar o posto. Pediu desculpa por não saber responder e disse “ aqui garantem-me três refeições, por isso acaba por compensar trabalhar nas folgas.”.
Caraças... compreendem como sentimos que é também para isto que nós caminhamos? Devo sublinhar que não havia no tom do senhor qualquer tipo de apelo, ou de pedido de compaixão. Estava apenas a justificar o porquê de não nos saber responder.
A viagem está a entrar na recta final. Não viemos aqui a procurar nada. Queríamos só descansar e passar tempo juntos. Objectivo cumprido. Pelo menos é esse o sentimento que levamos. Hoje depois do dia de praia caminhámos até Santa Maria. Decidi ir espreitar a estação de serviço pela curiosidade que me caracteriza. Entrei para além de umas bolachas chamadas “LOL” tudo o que se encontrava por lá podia-se encontrar em qualquer estação de serviço da A1. Até que no meio da loja surge a mais bonita das visões... uma camisola do Benfica. Coincidência ou sugestão na marginal vimos uma série de pessoas a correr com camisolas do Glorioso. É ou não é uma belezura?
Na Sexta-Feira já regresso ao trabalho. Regresso também a uma série de coisas que tenho de ver resolvidas. Que tenho de resolver.
Vou matar saudades de pessoas que não vejo há muito tempo. Mais do que desejaríamos. Ainda não sei como organizar o dia. Ainda não sei se me meto no comboio e vou conhecer um santo diferente. Não é uma traição ao Santo Antoninho, garanto-vos. Ainda nem sequer é um plano fechado. É apenas uma possibilidade com fortes contornos de se concretizar.
E por aí? Há novidades? Espero-vos bem! Até já! *
publicado por jessica matthews às 2013-06-18 23:30:05
publicado por Inês às 2013-06-18 23:13:42
Exames? Já devem estar fartos de me ouvir dizer que não ando a estudar nada. Yup. Não me vou repetir. Hoje fui para a cidade como planeado. Da parte da manhã andei pela escola e passei também um bocado de tempo lá numa esplanada com os livros à frente. De repente, recebo uma mensagem da Amelie a dizer que vai para o Porto à tarde e se eu também quero ir. Claro que quero! Nem precisam de me fazer uma proposta dessas duas vezes. Lá me preparei para ir para a paragem esperar por um autocarro que me levasse ao Porto mas nesse momento, qual não é o meu espanto quando o Lidório vem ter comigo e ficamos juntos até às duas a namorar and stuff. Quando ele se vai embora, eu arrisco-me numa viagem como nunca antes tinha feito (assim de autocarro e sem planeamento e autorização diga-se) para o Porto e encontro lá a Amelie e um amigo dela alemão de dezoito anos que está também um ano aqui em intercâmbio, o Fabio. Passeamos um pouco e encontramos um austríaco super giro de vinte aninhos com quem o Fabio começou por pedir uma foto e depois a conversa estendeu-se bastante pois falavam a mesma língua (alemão). Acabamos todos por falar em inglês e visitar alguns pontos importantes os quatro. Foi mesmo super fixe. Os estrangeiros deixam-me mesmo feliz. A viagem de regresso foi outra coisa de espectacular. Perdi a minha camioneta por uns cinco minutitos e então fiquei entregue à sorte. Esperei meia hora por um bendito autocarro que passou e que ia para um sitio mais próximo da minha terra. Lá entrei mas o destino dele ainda era muuito longe. Felizmente nem tudo estava perdido. O último autocarro de todos ia para perto de minha casa!! Um pouco depois das oito entrei então em novo autocarro que me deixou ainda a meia hora a pé de minha casa. Não tive outro remédio. Lá caminhei e às nove cheguei a casa. Esta coisa dos autocarros e camionetas tem muitas limitações (horários e percursos e coisas que tais) mas ainda assim transmitem-me bastante liberdade e independência. Se quero ir a algum sitio, não há problema! Entro num autocarro qualquer e lá vou eu! Mais cedo, mais tarde mesmo ficando à seca eu adoro o facto de poder contar com eles para sair de casa e ir para onde me apetece estar. Claro que a minha mãe não acha grande piada a isto. Para ela eu passaria a vida em casa mas agora que sei que posso sair e desenrascar-me, só me apetece fazer isso. E pronto. Foi isto. Foi isto e não foi pouco. Amanhã tenho exame de economia à tarde. Ficamos por aqui.
publicado por Jorge Soares às 2013-06-18 22:26:56
Imagem do Público
DECLARO:
QUE estou absolutamente contra qualquer coação que limite a minha liberdade de trabalhar.
QUE, por isso, estou contra as greves, piquetes sindicais e qualquer tipo de violência que me impeçam a livre deslocação e acesso ao meu posto de trabalho.
QUE por um exercício de coerência com esta postura, e como mostra da minha total rejeição às violações dessas liberdades,
EXIJO:
1 º. QUE me seja retirado o benefício das 8 horas de trabalho diário, dado que este benefício foi obtido por meio de greves, piquetes e violência, e que me seja aplicada a jornada de 15 horas diárias em vigor antes da injusta obtenção deste benefício.
2 º. QUE me seja retirado o benefício dos dias de descanso semanal, dado que este beneficio foi obtido, por meio de greves, piquetes e violência, e que me seja aplicada a obrigação de trabalhar sem descanso de domingo a domingo.
3 º. QUE me seja retirado o benefício das férias, dado que este benefício foi obtido por meio de greves, piquetes e violência, e me seja aplicada a obrigação de trabalhar sem descanso os 365 dias do ano.
4 º. QUE me seja retirado o benefício dos Subsídios de Férias e de Natal, dado que este benefício foi obtido por meio de greves, piquetes e violência, e me seja aplicada a obrigação de receber apenas 12 salários por ano.
5 º. QUE me sejam retirados os benefícios de Licença de Maternidade, Subsídio de Casamento, Subsídio de Funeral dado que estes benefícios foram obtidos por meio de greves, piquetes e violência, e me seja a plicada a obrigação de trabalhar sem usufruir destes direitos.
6 º. QUE me seja retirado o benefício de Baixa Médica por doença, dado que este benefício foi obtido por meio de greves, piquetes e violência, e me seja aplicada a obrigação de trabalhar mesmo que esteja gravemente doente.
7 º. QUE me seja retirado o direito ao Subsídio de Baixa Médica e de Desemprego, dado que estes benefícios foram obtidos por meio de greves, piquetes e violência. Eu pagarei por qualquer assistência médica e pouparei para quando estiver desempregado/a.
8 º. E, em geral, me sejam retirados todos os benefícios obtidos por meio de greves, piquetes e violência que não estejam contemplados por escrito.
9 º. DECLARO, também, que renuncio de maneira expressa, completa e permanente a qualquer benefício actual ou futuro que se consiga por meio da greve do dia 17 de Junho de 2013.
Alice Vieira
your eyes look like coming home
gabinete de avaliação edu(...)
publicado por sienna rose às 2013-06-18 22:23:27
Trabalhas durante vários anos, porque te dizem que o teu futuro depende do que fizeres naquele preciso momento. Dizem-te que o teu progresso é comulativo, e uma desilusão não fará de ti um vencido. E dizem-te sempre que pedras no caminho deverão ser apanhadas e guardadas, para que um dia possas construir um castelo. E acreditas, na tua inocência de criança, continuando a olhar para os livros como se neles se escondessem os segredos do mundo. Porque te mentiriam eles, pensas tu, e depressa te apercebes que não teriam motivos para o fazer. É por isso que continuas a trabalhar, árdua e afincadamente, sempre de nariz enterrado nos papéis e mais papéis que alguém te disse para decorar. Os anos vão passando, o cerco apertando, e o peso da responsabilidade acumula-se a cada dia nos teus ombros, no teu peito, e respirar vai-se tornando tão difícil quando continuar a caminhar. Os dias passam mais depressa, as horas tornam-se escassas para tanto arrependimento e tanto desejo de voltar atrás. E o relógio continua, tic tac, como se fizesse troça de ti. Não olhas, continuas, contas pelos dedos os segundos que tens até à próxima batalha, e quando o sino toca, chega o nervosismo, e a confiança, e a incerteza, porque é o dia que preparaste desde aquela manhã de Setembro em que a tua mãe te deixou na escola, de bibe vestido e lancheira na mão. Disseram-te que este seria um dia muito importante, que decidiria o teu futuro. Mas não te tinham eles dito, também, que o teu progresso se ia acumulando, e que uma desilusão não fazia de ti um vencido? Enganaram-te, apercebes-te agora, enquanto olhas para as letras e imagens que alguém imprimiu para te torturar. Não sabes de que se trata; eles não facilitam. Afinal, têm falta de postos de trabalho para os licenciados, faltam-lhes aqueles sem curso nenhum, os que a sociedade vê como vencidos, mas que são, afinal, aqueles que têm uma arte indispensável, aqueles que sabem curar os soluços do cano da tua cozinha ou aqueles que sabem recuperar o móvel antigo que a tua bisavó te deixou, e que tem tanto valor sentimental. Mas lá estás tu de novo, sentado na cadeira desconfortável, enquanto duas das tuas autoridades vasculham a sala em busca de algo ilegal. Não encontram, vão sentar-se. Um tamborila com os dedos na mesa, distraído, o outro verifica os números do totobola. E tu apercebes-te que não é hora para avaliar os vícios da sociedade, e voltas a concentrar-te na tua folha em branco, ainda em branco, porque não sabes o que escrever. Querem mesmo selecionar-te, pôr-te fora da fila, querem limitar os gastos com quem ambiciona ser alguém. E tu não tens culpa, e por isso voltas a focar-te nas tuas letras, tentando recordar-te de tudo o que viste e reviste nos últimos dias, tudo o que aprendeste nos últimos anos. E quando sais porta fora, questionas-te se te terás esquecido de algo, se serás capaz, se o tempo que passaste a perder tempo foi suficiente. E, de repente, podes ter-te esquecido de uma linha, de um ponto, de uma letra. Podes não ter verificado se todas as perguntas estavam respondidas e todas as frases terminadas. Podes ter feito tanta coisa, mas afinal não fizeste nada. Afinal, o teu progresso não é comulativo, e tu eras mais feliz antes de o saber. Afinal, essas duas horas ingratas da tua vida ditarão quem serás. Está alguém ao teu lado a chorar; passas, indiferente, porque queres chorar também. Aquele rapaz ao teu lado pode perder a disciplina, ou o ano, ou o futuro, mas tu também. Porque tudo o que tu és está encerrado numa folha de papel, como se quaisquer caracteres que lá desenhes pudessem compensar todo o esforço, as lágrimas, o suor, que empregaste nos anos em que te disseram que o teu progresso é comulativo. Queres dizer, um dia, aos teus filhos, que se lixem para tudo, que não é preciso, que o progresso não é comulativo coisa nenhuma e que nada vale a pena. Mas vale. Mesmo que não valha para os outros, mesmo que para a escola que querias e a sociedade que querias não te queira também, és um vencedor. Sentaste-te naquela cadeira, mesmo quando alguém ao teu lado estava tão indiferente ao teu sofrimento que confirmava os números do totobola, encaraste isso como apenas mais uma etapa do teu progresso comulativo, e observaste os outros que desesperavam à tua volta. No entanto, chegaste ao teu próprio mundo, onde os resultados já são finalmente conhecidos e, afinal, perdeste manhãs para nada, queimaste pestanas para nada, porque nada disto reflecte o teu esforço e as tuas tentativas para melhorar a cada dia. Não. O teu progresso comulativo cai pelo chão. Nenhuma escola conceituada vai querer saber acerca dos teus dezoitos e dezanoves nos testes da tua professora rígida. Não. Vão querer saber por quanto conseguiste resistir às pressões irrealistas e dolorosas de um ministério que não quer o teu bem. Vão querer saber o resultado de uma fórmula aritmética que reproduz tudo, menos o teu progresso comulativo. Afinal, o que é isso? Nada. Tudo se resume a duas tristes horas da tua existência.
publicado por Tralhas às 2013-06-18 21:55:06

A Rita enviou-me este email: "Hoje deparei-me, quase sem querer com uma tralhinha muito boa!!
Descobri as fraldas Happyjama com 50% de desconto em cartão Continente e as de menino (4 a 7 anos) traziam ainda um vale de desconto imediato de 4€! Comecei a fazer contas: 13.59€ - 6.80€ - 4€ = 2.80€!!!!
Apeteceu-me trazer logo os pacotes todos (por acaso só havia 4 com o autocolante de desconto imediato).
Para quem tem meninos "crescidos" (o meu tem 5 anos) que ainda precisam de fralda à noite, dá muito jeito pechinchas destas.
Também podem ver este post para pedir Vales Happyjama e uma amostra.
publicado por Isabela às 2013-06-18 21:51:43
Ela provoca o macho, fazendo com que ele se sinta como uma presa fácil. No mesmo ambiente de trabalho, patrão e secretária trocam as suas posições de poder sem trocar de cadeiras. Ele observa-a a cruzar as pernas, fixando-se nos pés e nos exuberantes sapatos vermelhos que ela inocentemente calçou naquela manhã. Ele levanta-se para colocar o ar condicionado mais frio, tamanho o calor que sente. Ela aproveita o breve momento de expiação dele para abrir o botão da camisa branca social que traja, mostrando o inicio de um decote bem proporcional…ele engole em seco com tal gesto. A vontade de a jogar em cima da mesa e torna-la sua é enorme, mas os deveres profissionais estão primeiro…uma, duas, três reuniões no mesmo dia, com a diaba de sapatos vermelhos a passear o pé esquerdo na virilidade masculina, por baixo da longa mesa de madeira escura. Quando o relógio assinala as dezanove horas, o expediente termina com a secretária a arrumar o material dentro da mala e a desejar um bom serão ao patrão. Ele fica a observar o corpo voluptuoso a entrar no elevador, para logo depois tirar a gravata vermelha e servir-se com um copo de whisky, observando a cidade brilhante aos seus pés. Até sentir outro corpo encostar-se ao seu…o perfume característico invade o espaço rodeado por paredes de vidro; a gravata é usada como uma penumbra visual, onde, logo depois de ser sujeito a uma cegueira temporária, é forçado a caminhar até sentir algo macio nas costas. Os lábios dela passeiam pelo pescoço, enquanto ouve-se sussurros dos desejos carnais ali presentes. Ele sente algo gelado rodear ambos os pulsos e, logo de seguida, a gravata é retirada. Era ela, vestida com uma diminutiva lingerie vermelha, que contrastava perfeitamente com a pele albina. Ela serpenteia o corpo pelo homem aprisionado, provocando arrepios saborosos e um calor abrasador. As bocas colam-se, num beijo escaldante e terno…logo a camisa e as calças são projectadas pelo quarto escuro, bem como a ultima peça que os separa de se tornarem num só. De repente, ela encaixa-os de uma forma violenta, os quadris a chocarem fortemente, respirando irregularmente e o sobe e desce cada vez mais rápido, até que existe uma entrega total ao momento. Os olhares cruzam-se e o patrão estremece ao ver a secretária montada em si, a tomar para ela o prazer merecido. O cheiro de sexo no ar…a intensidade e insanidade do momento carnal e deveras prazeroso.
publicado por Tralhas às 2013-06-18 21:48:30

Obrigada Rui :)
"só para informar que na próxima 6ºF dia 21-06 a Zara começa as promoções."
Sabem de mais lojas que vão começar os saldos?

