publicado por Teresa ♥ às 2013-05-18 13:45:05
perfil público
- Alee.
Seguir Perfil »Data Nascimento
29-05-1995
Sexo
F
publicado por Teresa ♥ às 2013-05-18 12:49:42
Não vou fazer o mínimo esforço para me vestir ou comer. Tenho uma carrada de trabalhos para fazer assim como resumos para fazer. E a vontade não é nenhuma mas não importa... eu cá me vou arranjar. E para melhor o meu dia - cof cof - estou de mau humor e com uma dor de cabeça dos diabos. Arre!
publicado por Carolina às 2013-05-18 11:53:10
publicado por Inês às 2013-05-18 02:38:39
Parte, parte à descoberta, dá cada passo ao ritmo do teu coração. Não te despeças de nada nem de ninguém, leva tudo mesmo sem levares nada. Vai, vai onde és feliz, e quando esse ponto não te realizar, parte de novo, mas não te contentes com um estar bem, contenta-te com o auge.
Sê não mais que tu próprio mas dá o melhor de ti em tudo o que faças. Não tenhas medo de te entregar ao mundo, o mundo irá cuidar de ti.
Luta pelo que torna mais e melhor. Perde-te. Por vezes perderes-te será positivo. Perde-te de ti mesmo nem que seja por um segundo. Perde-te no que te faz bem, no que te faz feliz e verás que te encontras.
publicado por Carolina às 2013-05-17 19:41:49
Hoje estava a sentir-me horrível a passear na baixa. Estava com o cabelo na sua forma original (ou seja, encaracolado, por esticar), o que detesto profundamente; estou vestida de uma forma muito mais desportiva que o normal, com um camisolão que comprei em Barcelona por causa do frio que se fez sentir ao longo de dia; e, ainda por cima, ando a sentir-me mais cheiinha do que devia. Portanto, para mim, estava horrível.
E enquanto meditava na minha maldita apresentação, olhava para as outras pessoas - e apercebi-me que não tenho nenhuma noção de como as pessoas me vêem a mim. Quer dizer, eu olho para alguém mais gordinho e pergunto-me "mas será que eu sou assim?". Não percebo muito bem como é que alguém que se vê ao espelho todos os santos dias pode ter dúvidas destas, mas a verdade é que as tenho a uma escala enormíssima. É claro que tudo é relativo, que há opiniões diferentes, mas acho que há um senso comum mais abrangente. Eu estou sempre muito mais certa das minhas capacidades intelectuais do que físicas - eu consigo acreditar em mim mesma no que toca a coisas que envolvam a cabeça, mas tudo que meta a aparência... cof cof. Se há dias em que até me acho bonita, há dias em que me acho um horror (hoje!) - mas o que os outros pensam, não faço a mais pequena ideia (se pensarmos bem, também não dou muito espaço para ninguém se expressar, mas pronto); se há dias em que olho ao espelho e acho que até nem preciso de emagrecer mais, há outros em que me sinto uma baleia (hoje!) - e os outros, acham-me uma baleia?
Eu, para além de não saber o que os outros acham, não sei o que achar de mim mesma - e a minha falta de noção é tão grande que nem sequer arranjo termos de comparação com outras pessoas, para me poder "visualizar" de alguma forma. Mulheres têm destas coisas...
publicado por Patrícia - Gira e na Moda às 2013-05-17 17:05:39
Antes de Vos Deixar (Befo(...)
publicado por cláudiac- às 2013-05-17 13:06:12
![]() ![]() |
Autor: Lauren Oliver
Lido em: Inglês
Sinopse:
Samantha Kingston tem tudo: o namorado com quem sonhava, três melhores amigas formidáveis e os privilégios que a sua popularidade lhe pode oferecer. Sexta-feira, 12 de Fevereiro, devia ter sido um dia igual a tantos outros. Nada faria suspeitar que iria ser o último… Mas então é-lhe concedida outra oportunidade. Durante uma semana, Samantha vai reviver o último dia da sua vida, tentando perceber os mistérios que envolvem a sua morte e descobrindo o valor de tudo o que está prestes a perder.
Opinião com Spoilers:
Uau, acabei de descobrir que há tradução deste livro. Afinal ainda há editoras a trabalhar bem... Nunca imaginei xD
Descobri a existência deste livro através da trilogia Delirium - a qual ando para ler há que tempos - e tenho a certeza que se for escrito com a mesma simplicidade que este 'Antes de Vos Deixar', vou amar os livros com toda a certeza.
publicado por Carolina às 2013-05-16 21:35:19
Até ao ano passado, o meu pai passava a vida a falar nas saudades que tinha de Paris, das ruas, das noites,... Em Abril lá fomos nós passar três dias à capital francesa e eu, de tanto que tinha ouvido falar, acho que fiquei um pouco desapontada. Diria que é impossível achar Paris uma cidade feia - tem monumentos estonteantes e em cada canto -, mas atribui a minha falta de "entusiasmo" ao facto de, mesmo não estando à espera, ter as expectativas demasiado altas e ter ido com os meus pais (não desprezando a companhia deles, que adoro, mas suponho que Paris com um namorado seja ligeiramente diferente).
Passado pouco mais de um ano de ter lá estado, tenho eu saudades. Percebi que Paris se enraizou em mim, mesmo sem eu ter dado por ela. E, curiosamente, lembro-me muitas vezes de um passeio nocturno que dei com o meu pai pelas ruelas da capital - acho que é essa a essência da cidade. Muito para além da Torrei Eiffel e do Arco do Triunfo, é todo um ambiente diferente e que, diria, trás muito da Belle Époque aos dias de hoje.
Continua a não ser a minha cidade, a não representar o meu eu mais profundo, mas percebo agora que foi um sítio que me conquistou ao longo do tempo e não naquele momento (como Barcelona, por exemplo). Acho que embelezo aqueles dias no meu pensamento, juntando-lhes as músicas e as cores que mais se lhes adequam. Dentro de mim, Paris é cada vez mais bonito e espero lá voltar dentro em breve.

http://sofargone.blogs.sapo.pt
looks like we made it, lo(...)
publicado por -A às 2013-05-16 21:34:26
Há um ano atrás eu não sabia cozinhar nenhum prato por aí além. Há um ano atrás eu não sabia esticar o cabelo correctamente. Há um ano atrás eu não sabia lutar pelos meus objectivos. Isto é aleatório; eu sou aleatória. Tu conheces-me. Não esperes de mim a monotonia, do mesmo modo que eu não esperarei de ti o romantismo típico. Verdade seja dita, tu sabes o quanto eu gozaria se assim o fosses. Há um ano atrás eu também não sabia que as lamechices são para mim um alvo a abater. Irónico, não é? Vê só o que estou a fazer: a cometer o cúmulo do que é lamechas. Mas vale a pena. Tu vales a pena. Vales tanto a pena. Eu não sou diferente de nenhuma outra rapariga de quase 18 anos, porém gostava de por vezes ser mais ingénua como outrora penso ter sido e que vejo tantas a sê-lo. Talvez não gostasses tanto de mim, se assim fosse. Quem o sabe?
Gosto tanto da tua inteligência e do teu humor. Nada tem mais sex appeal do que isso. Gosto tanto de fingir ser uma lady quando tu já ouviste os meus arrotos e ainda continuas a gostar de mim. Estás a rir-te, neste momento. “O que vale é que és engraçada”, dizes-me tu. Nunca entendi se me elogias ou ofendes com essas palavras.
Já viste como está a ficar isto? Estavas à espera de algo mais do género “obrigada por este ano de namoro em que fizemos isso, isto e aquilo”? Eu também. Porém sou aleatória. Um pouco autista, por vezes. Mas tu continuas a gostar de mim. E eu continuo a gostar de ti. Muito. Introduzindo um pouco de sentimentos aqui e acolá, lembras-te de me dizeres que esperavas ser uma boa influência para mim? E és. Acho que a maior prova de amor que alguém pode dar a outrém é fazer essa pessoa levantar o rabo da cadeira e mudar para melhor. Isso decerto que eu não teria feito há um ano atrás.
Eu não sei o futuro. Nenhum de nós o sabe. Não há nada que eu te possa prometer para além do hoje, daquilo que possuimos no presente. Não há nada que já não tenha sido dito em poemas, canções e cartas de amor vezes sem conta por este e pelo outro. É da mesma forma que não posso tomar quer os meus, quer os teus sentimentos por garantidos. Tudo é incerto; nada é permanente.
Posso, contudo, assegurar-te que, por agora, não pretendo ir a lado nenhum. Que desejo prevalecer com este sentimento que agora te tenho por quanto tempo a vida nos permitir. Que hoje te quero. Que hoje te amo. E essa, meu querido, é a maior promessa que alguma vez te poderão conceber.
Obrigada por tudo. Amo-te imenso, a sério.
P.S. – Gosto ainda mais de ti quando não me fazes cócegas e eu não espirro.
publicado por Carolina às 2013-05-16 19:11:28
Só eu sei há quanto tempo estou para dizer isto: finalmente agarrei-me a um livro!
Algures no Natal, se não me engano, "A Sombra do Vento" de Carlos Ruiz Zafón chegou-me pelo correio como prenda de uma amiga (obrigada C.!) que fiz por estas bandas. Na altura estava a ler outra coisa e, entretanto, meteu-se o Memorial, de qual eu tive a indecência de dizer que "se lia bem". De facto, eu já não me lembrava do sabor e do prazer proporcionado por um bom livro.
Para dizer a verdade, comecei a ler este livro porque precisava algo com que entreter a cabeça, e bem sei que um bom livro é a formula mágica para todas as preocupações se desvanecerem por uns bons bocados. Também já estava cansada de me sentir obrigada a ler a obra de Saramago. Porque, se por um lado, acho o livro mais fácil de ler que "Os Maias", que se dá no 11º ano, por outro estava a lê-lo por pura obrigação. Eu nunca gostei da pessoa que Saramago mostrava ser - das várias entrevistas que li e vi - e já conhecia a sua escrita, tendo em conta que li meia dúzia de páginas do "Ensaio Sobre a Cegueira" e um bom bocado d'"As Intermitências da Morte". E não gosto. Não gosto daquela forma peculiar de escrever, que para mim é uma pura maneira de se querer destacar ainda mais dos outros escritores, quase que como uma concorrência desleal. É claro que a minha opinião de pouco ou nada serve, tendo em conta que o senhor foi o vencedor de um Nobel, mas felizmente a liberdade dá para estas coisas.
Quando me apercebi que já não teria ler mais aquele livro (pois, supostamente, já havia sido testada sobre ele), saltei para outra história e apaixonei-me. Devia acabar de ler o Memorial, devia interromper a leitura d"A Sombra do Vento" e, com azar, a minha nota de português sairá prejudicada. Mas, lamento, nada me arranca este livro enquanto não o acabar. A paixão é assim, desmesurada. Mesmo no campo dos livros.
publicado por Yohanan às 2013-05-16 00:09:30
és tão misteriosa, todas elas contam tanto e tudo, mas tu não. sei mas não sei nada. não sei nada de ti, ninguém sabe nada de ti. impressionante, como? és misteriosa, tão misteriosa. - ri-me, já até meu próprio pai sempre me dissera o mesmo.
publicado por Yohanan às 2013-05-15 23:34:25
pessoa boa não é pessoa que não pratica o mal. erra inevitavelmente por ser pessoa. com o mal feito vê, apercebe-se da aberração, e pessoa boa há-de saber admitir, arrepende e talvez caia para o choro se estiver para esse lado virado, e é de seguida - há de querer e tentar fazer o bem, o melhor que ainda resta fazer. pessoa boa não é pessoa que não pratica o mal, quem não pratica o mal não é pessoa, pessoa boa há-de querer o bem. só isso, e já é tanto e tão dificil de encontrar pessoa assim. haviamos de saber porquê.
publicado por Amy às 2013-05-15 22:57:20
No meio da minha habitual rotina matinal, algo fez desaparecer a ideia de repetição.
Apareceste, avistei-te num repentino subir de olhar, não esperava ver-te e tentei fingir que nada se passava, quando espreitaste para ver o tempo de espera pelo metro subitamente olhei na tua direcção. Voltei a virar o olhar para a direcção oposta e tu recuaste.
Levantei-me do banco e vi-te a aproximares da porta para a qual me dirigia, sei que estavas ciente de que eu ali estava, disse-mos "bom dia", e eu questionava-me se ficaria por ali, no entanto eu direccionei-me para uns bancos e senti-te a caminhares na mesma direcção e a sentares-te ao meu lado, a conversa desenrolou-se.
Hoje era uma daqueles dias que eu não queria fazer a primeira aula, somente assistir por isso planeava discretamente chegar atrasada, comentei o assunto e a conversa fluía. Subimos as escadas e tu disseste "então hoje não temos de ir apressados...", ao que eu respondi "hoje não, podemos ir lentamente como tu costumas ir".
Descemos a rua e ao passarmos por pessoas que são tuas conhecidas surgiram risos suspeitos e eu que pensava que tu alí irias ficar disse-te "até logo", mas tu continuaste a caminhar atrás de mim e depois subimos as escadas lado a lado, no cima das escadas disseram "Vocês já namoram?" (sem grande expressão de espanto), e tu respondeste "então, tem de ser!", só me lembro de ficar perplexa e dizer "o quê?"...
P.S.: esta foi a 1ª conversa que tivemos a sós.
publicado por Carolina às 2013-05-15 22:12:11
Ando entrar numa rotina depressiva de casa-escola/escola-casa/casa-condução/co
Como tal, amanhã, único dia desta semana livre da condução, pensei em fazer algo que não faço há meio século: ir ao cinema. Acho que o Gatsby espera por mim. Eu e ele, na sala de cinema mais próxima.

publicado por Cate. às 2013-05-15 21:55:43
"...Passou tempo e eu não esperava que, um dia, chegasses. Mas passou tempo. Um dia, chegaste.
Caminhávamos na rua. Eu pensava em qualquer coisa que não era a ideia de chegares, como uma avalanche que arrasta tudo à sua passagem, como uma multidão a pisar cada pedaço de terra. E a rua ficou deserta quando nos aproximámos. Éramos desconhecidos no instante em que olhámos um para o outro.
Passou esse instante e, dentro de nós conhecemo-nos.
Chegaste. Eu não te esperava. Contigo trouxeste a ternura, o desejo e, mais tarde, o medo.
Chegaste e eu não conhecia essa ternura, esse desejo. Em casa, no meu quarto, neste quarto, revi os teus olhos na memória, a ternura, o desejo. E, depois, aquilo que eu sabia, o medo.
E passou tempo. Eu e tu sentimos esse tempo a passar mas, quando nos encontrámos de novo, soubemos que não nos tínhamos separado..."
publicado por Patrícia - Gira e na Moda às 2013-05-15 20:14:19
Olá meninas, como estão? O dia de hoje esteve muito mau para quem gosta de calor. Esteve imenso vento e imenso frio! Por isso parece que temos de voltar às roupas de Inverno. A verdade é que não há essa vontade, por isso temos de adaptar o nosso guarda-roupa de Inverno á alegria da Primavera. Como? Usando por exemplo as camisolas de malha com pormenores coloridos e usando por exemplo um casaco de cabedal com um vestido mais fresquinho.
Falling from the sky that(...)
publicado por coraline às 2013-05-15 18:20:57
Médico puxa médico (ou co(...)
publicado por Carolina às 2013-05-15 18:08:54
Hoje fui ao centro de saúde, basicamente, para marcar o ponto. Já não punha lá os pés há uns dois anos e tinha mesmo de ser, senão perdia a médica de família. Aproveitei e levei os papéis dos pré-requisitos para a faculdade, tendo em conta que o curso que quero mos pede.
Eu, para além de odiar médicos, não gosto daquela senhora de forma particular - apesar de que hoje, tenho de dar a mão a torcer (o braço é pedir demasiado), até nem foi muito mal. Queixa-se sempre que as minhas tensões estão altas - o que não admira, porque sempre que entro naquele sítio fico uma pilha de nervos mal me vejo envolvida por médicos, doenças e enfermeiros - e faz-me sempre as mesmas perguntas irritantes para eu lhe dar precisamente as mesmas respostas. Mas lá me assinou os papéis. Só faltava uma coisa: a acuidade visual.
Muito rapidamente, lá fiz o teste das letrinhas. Comecei bem, com o olho esquerdo, onde tenho 100% de visão. Passei rapidamente para o olho direito, sem dar tempo suficiente para focar, receio, e dá-me uns míseros 70%, quando, para os requisitos, é exigido pelo menos 80% em cada olho (que eu acho que tenho, porque sou teimosa e acho que vejo perfeitamente bem). Ela preencheu aquilo, mas mal saí da consulta vi-me com outra marcada para o oftalmologista na próxima segunda-feira. Nada melhor para piorar uma semana que já estava a ser maravilhosa. E eu vou usar óculos... o tanas, sim? Era o que mais me faltava, caraças.
Na Sombra da Vingança (Lo(...)
publicado por cláudiac- às 2013-05-15 10:51:54
![]() ![]() |
Autor: J. R. Ward
Lido em: Inglês
Sinopse:
Os romances da Irmandade da Adaga Negra, de J. R. Ward, apresentaram aos leitores um mundo diferente, criativo, obscuro, violento e completamente incrível. Agora, enquanto os guerreiros vampiros defendem a raça dos seus assassinos, a lealdade de um macho para com a Irmandade será posta à prova - e o seu perigoso sangue impuro será revelado. Caldwell, Nova Iorque, é, desde há muito, campo de batalha para vampiros e seus inimigos, a Sociedade dos Minguantes. É também o lugar onde Rehvenge demarcou o seu território como um barão da droga e proprietário de um infame clube noturno que fornece os ricos e bem armados. E é exatamente pela sua reputação sombria que ele é abordado para matar Wrath, o Rei Cego e líder da Irmandade. Rehvenge sempre manteve distância da Irmandade, apesar de a sua irmã ser casada com um dos membros. Por ele ser um symphath, a sua identidade representa um segredo mortal, cuja revelação pode levá-lo a ser banido para uma colónia de sociopatas. E enquanto as conspirações dentro e fora da Irmandade ameaçam revelar a verdade sobre Rehvenge, ele volta-se para a única luz que ilumina o seu mundo de escuridão cada vez mais profunda - Ehlena, uma vampira que nunca conheceu a corrupção que o controla - a única coisa que existe entre ele e a destruição eterna.
Opinião com Spoilers:
Hey, hey, hey! Já não tenho bem a certeza, mas creio que este é o 7º livro da Irmandade e marca a inovação das capas de série! As outras também eram muito lindinhas, mas confesso que gosto mais destas. É claro que estou a falar das capas americanas, porque as portuguesas metem medo ao susto.
547:: mais vale ficar em (...)
publicado por LostDreams às 2013-05-14 21:21:05
Quando nada há a dizer apenas nos remetemos ao silêncio, este é sempre o melhor e nunca nos trai. As palavras acabam sempre por magoar mesmo quando por vezes essa não é a intenção, são traiçoeiras e quando damos por nós estamos a dizer exatamente o oposto daquilo que queriamos. Mais vale ficar em silêncio...
publicado por Carolina às 2013-05-14 19:22:53
Só vejo um amontoado de coisas a acontecer num período de tempo mínimo. Eventualmente, cansamo-nos. Hoje foi o dia - e algum haveria de ser. Que deite tudo cá para fora agora, que tenho muitos mais dias pela frente e esta será a minha última semana de sossego até às férias (aquelas a sério, em que os exames já passaram). A colapsar, que seja em dia de folga.
publicado por Carolina às 2013-05-14 18:24:10
Eu adoro o Miguel Esteves Cardoso. Adoro. Mas posso já dizer que nunca li um livro dele de uma ponta à outra - tenho três, dois comprados por mim, sendo estes de crónicas. São o tipo de livro que eu gosto de ter na prateleira e, de vez em quando, (re)ler duas ou três crónicas para me inspirar. O mesmo que faço com o Desassossego de Pessoa, por exemplo. E esses momentos sabem-me mesmo pela vida.
Acho que o primeiro texto que li deste senhor foi este aqui, que me deixou estonteada. Li-o tantas vezes, para mim ou em voz alta, que há partes que já me saem naturalmente sem olhar para as letras. A partir daí foi sempre à descoberta de novos textos, e fui encontrando ao longo dos tempos excertos maravilhosos escritos por ele.
Mas, de tanta coisa boa, só há uma coisa que me irrita: as asneiras. É que se ainda tivessem no conteúdo do livro (que estão, no caso d'"O Amor é Fodido", em grandessíssima escala)... mas estão mesmo no título (como se pôde ver). O último livro dele, que está nas montras e prateleiras principais de todas as lojas chama-se.... tcharan... "Como é Linda a Puta da Vida". E sim, isto pode mostrar uma posição de irreverência, de aproximação ao público e uma demonstração de que a leitura é para todos... mas é, simplesmente, a vulgarização de algo que não é bonito e que não fica bem a alguém que escreve coisas tão, tão bonitas quanto acertadas (a maior parte das vezes). O MEC, para mim, é um dos melhores escritores portugueses da actualidade - mas ninguém é perfeito...
Coisas que me fazem acred(...)
publicado por Teresa ♥ às 2013-05-14 14:54:07
Eu acredito na bondade das pessoas e sei que existem heróis por aí. Vejam:
publicado por Carolina às 2013-05-13 22:38:07
Escreveu Miguel Esteves Cardoso em "Explicações de Português":
"Nunca vou ao fim das coisas. Tudo começa. Nada acaba. Eu não deixo. No meu sonho, tudo continua, tudo se repete, mesmo que seja preciso interrompe-las de vez em quando. Tenho medo que acabem. Por que é que se hão-de levar as coisas ao fim?"
Resta-me dizer: somos dois, Miguel, somos dois...
publicado por Amy às 2013-05-13 22:28:04
Durante breves segundos enquanto a minha mão direita estava pousada no corrimão do metro, a sua mão desceu do local que pousava e de leve tocou na minha, sorrateiramente e a medo retirou-se, nesses instantes de contacto senti a sua pelê a encontra-se com a minha e a repousar levemente sem consciência.
publicado por Patrícia - Gira e na Moda às 2013-05-13 21:34:45
Os bralets são um tipo de peça muito particular. Não são lingerie, mas também não são crop tops. Não são aconselháveis a todos os tipos de corpo. Na minha opinião, apenas ficam bem a quem não tem muitas gordurinhas na barriga.




publicado por Carolina às 2013-05-13 19:51:10
Eu sou daquelas pessoas mesmo, mesmo chatas e que os colegas normalmente odeiam, que fica chateada com certas notas, mesmo estas sendo "altas". Não é por mal, não é para fazer chacota de quem teve 12 e acha muito bom - é porque, para os meus objectivos, não basta!
E hoje foi daqueles dias em que eu disse trinta por uma linha, cinquenta mil asneiras e praguejei sem fim por causa de um 17. A português. E porquê um 17 a português, quando o que eu queria era um 19?! Por causa da gramática, pois claro! Perdi dois valores e meio à custa dela, sendo que se tivesse acertado, o meu teste arredondaria para 20! 20! E eu perdi um vinte por causa do meu típico calcanhar de Aquiles que teimo em não atinar.
É incrível a minha capacidade de errar coisas naquele grupo. Inacreditável. E o pior é que quando, em casa, vou revendo as coisas, até me dá a ilusão de as perceber. Ah e tal, sim, sem dúvida, isto é uma oração subordinada relativa restritiva e isto um modificador frásico. Pois. Chego lá e é o desastre que se vê.
Sem dúvida que o meu estudo para o exame de português vai ser maioritariamente centrado nesta vertente da matéria. Vai ser passar os olhos por Pessoa e Memorial e depois chatear-me com algo a que nunca dei importância também porque nunca cheguei a perceber. Odeio aquilo. Mas a verdade é que na prova final não posso fazer a borrada que tenho feito. É pró' vinte, pá.
publicado por cláudiac- às 2013-05-13 09:03:34
![]() |
Autor: Tammara Webber
Lido em: Inglês
Sem Lançamento em Portugal
Sinopse:
When Jacqueline follows her longtime boyfriend to the college of his choice, the last thing she expects is a breakup two months into sophomore year. After two weeks in shock, she wakes up to her new reality: she's single, attending a state university instead of a music conservatory, ignored by her former circle of friends, and failing a class for the first time in her life.
Leaving a party alone, Jacqueline is assaulted by her ex's frat brother. Rescued by a stranger who seems to be in the right place at the right time, she wants nothing more than to forget the attack and that night - but her savior, Lucas, sits on the back row of her econ class, sketching in a notebook and staring at her. Her friends nominate him to be the perfect rebound.
When her attacker turns stalker, Jacqueline has a choice: crumple in defeat or learn to fight back. Lucas remains protective, but he's hiding secrets of his own. Suddenly appearances are everything, and knowing who to trust is anything but easy.
Opinião com Spoilers:
Tenho tanta pena deste livro não ter publicação em Portugal. Foi sem dúvida um dos meus livros favoritos de sempre e gostava imenso de poder partilhar a minha alegria histérica com as adolescentes portuguesas.