publicado por Carolina às 2013-05-22 15:56:31
perfil público
Nome
Andreia
Localidade
Porto
publicado por Carolina às 2013-05-22 15:56:31
Quando for grande quero perceber a "abertura fácil" dos pacotes de leite.
publicado por Rita às 2013-05-22 14:23:41
Quero escrever mais aqui, quero mostrar-vos mais sobre mim e do pouco que faço da minha vida. A verdade é que adoro este meu espaço e desiludo-me porque não tenho tirado o melhor proveito dele, por isso mesmo me comprometo a pregar mais nesta freguesia. Não vos prometo nada de interessante mas apenas momentos, imagens e peripécias desta minha inesperada jornada que é viver.
publicado por Carolina às 2013-05-21 21:35:13
Amanhã é minha a última grande visita de estudo. E a primeira deste ano, que a minha turma ainda não tinha posto um pé fora da escola no que toca a actividades de exterior!
Como não há senão sem bela, isto de nos obrigarem a ler Saramago tinha de ter alguma coisa de positivo: vamos ao convento de Mafra! No meio de tanta descrição chata, de tanta desgraça, de tanta história e tantos, tantos homens, o convento lá se ergueu e vamos poder vê-lo com os nossos próprios olhinhos amanhã! E a famosa pedra gigante, que tem quase um capítulo inteiro naquele livro em sua honra (e sim, já nos prepararam para a desilusão: a pedra, no fim de contas, não é assim tão grande).
Já fiz rissóis e patinhas de caranguejo (coisa que faço uma vez ao ano, que nesta casa não se comem fritos), sandes e essas comidas anti-dieta que se costuma levar nestas visitas. Devo confessar que me sinto um bocado miúda com isto tudo, como se fosse a minha primeira vez nestas andanças; na verdade, é o contrário: estou assim por ser a última. Nestes últimos dias, apesar da carga de stress e exaustão, quero ser como uma esponja e absorver tudo o que possa. E conviver e desfrutar da companhia de tudo e de todos os que me rodeiam naquela escola. Sei que vou ter saudades. Há que aproveitar.
Depois conto como foi e, se for caso, mostro fotos. Me esperem!
Homens só de longe (ou de(...)
publicado por Carolina às 2013-05-21 18:05:33
Infelizmente, já não sou da época dos meus irmãos - nunca brinquei na rua com os meus amigos, nunca fui para casa somente ao cair da noite, nunca andei livremente pela rua aos 7, 8 anos de idade. Eu sou da época das televisões - da Madeleine McCann, da Natacha Kampusch, das três mulheres presas num sótão em Cleveland... Sou da altura das Mentes Criminosas e do CSI, tudo óptimo para dar ideias para quem precisa delas. E isso, quer queiramos quer não, influencia-nos.
Não que antes não houvesse loucos, sádicos e assassinos - simplesmente não havia a projecção que há agora. E isso deve ter criado um medo inconsciente em mim de que só dou conta em algumas situações. Da mesma forma que tenho fobia de médicos sem ter tido um episódio dramático, tenho uma desconfiança imensa (em alguns casos mesmo medo) nos homens em geral. Eu sou mesmo menina para não entrar numa loja quando vejo que só há um lojista e este é homem; odeio quando entram homens no elevador quando eu estou lá dentro; e sempre me fez aflição pensar em ter um homem como instrutor. Basicamente, estar sozinha com pessoas do sexo masculino em sítios fechados e preferencialmente pequenos deixa-me tudo menos confortável.
O pior é que, estas duas semanas, a minha instrutora vai de férias. E, lamento, há uma verdade quase indiscutível: as mulheres são umas cabras umas para as outras, más como as cobras... mas entre isso e estar num habitáculo com um homem que não conheço de lado nenhum, prefiro estar com as da minha espécie. A questão é que, à falta dela, não tenho escolha e vou mesmo ter meia dúzia de aulas com um instrutor, o que me tem andado a apoquentar, tenho de admitir. No fim, até devo gostar, mas até lá sofro por antecipação, especialidade aqui da casa.
(E sim, já sei, sou uma pessoa estranha... mas que raio querem que eu faça?!).
publicado por Vitor às 2013-05-21 11:05:43
publicado por Carolina às 2013-05-20 17:27:55
Algo de bom nestas semanas nada pacíficas para mim! Não preciso de óculos! Nem de lentes! Nem de nada nos meus olhinhos que todos dizem ser meio chinocas! Acho que foi a primeira consulta, em toda a minha vida, em que saí satisfeita!
De facto, e como já tinha constatado, o meu olho direito não vê assim tão bem - embora pouquinho, tenho míopia e astigmatismo. Mas também não é assim tanto como a enfermeira disse (eu bem avisei!)! O médico foi sensato e disse que se eu não tinha dificuldades em ver, nem dores de cabeça e essas coisas chatas, não era preciso andar com o peso dos óculos em cima do nariz. Se um dia for preciso, assim será.
O oftalmologista sempre foi dos médicos que mais tolerei por não ser muito invasivo - e porque, simplesmente, não me assustava assim tanto (estas coisas não se explicam, pronto). Correu tudo bem, o senhor era simpático e, acima de tudo, o diagnóstico não foi assim tão mau! Uffa!
publicado por Carolina às 2013-05-19 20:43:21
Antes de mais e de qualquer post que possa fazer, não posso deixar de festejar o meu título, o nosso título. Tenho de admitir que não fiz grande festa, porque, para mim, o campeonato ficou ganho na jornada passada e com um sabor bem mais especial. Não sou pessoa de ir para os Aliados festejar, que aquilo é demasiado grito e confusão para mim, mas estou lá em espírito.
Sou sócia do meu clube de coração já vai fazer dez anos, e estes anos resumiram-se a alegrias, de uma forma geral. Acima de tudo, vejo-o como um dos pontos altos da minha cidade, que cada vez mais é ofuscada pelas luzes da capital. Tenho muito orgulho de onde sou, de onde nasci e do clube a que pertenço - independentemente de tudo o que digam (o que somos, o que deixamos de ser ou o que fazemos)! Parabéns Porto <3

http://apenasrespira.blogs.sapo.pt
publicado por Beatriiz às 2013-05-19 12:33:39
A brisa teimava em desprender-lhe o cabelo, soltá-lo num sopro de vento mais forte que se avizinhasse, para que dançasse sobre o olhar atento daquela manhã primaveril.
Contudo, ela continuava imune a este pequeno detalhe da natureza, o seu olhar debroçava-se agora sob o horizonte onde demoradamente pensava no que faria daí em diante. Parecia uma questão cheia de reversos, não encontrava uma única resposta que a fizesse sentir determinantemente confiante para seguir com a sua escolha. E assim, passaram-se minutos, horas...
O sol já ia alto, iluminando o rosto daquela jovem tão invulgar que se perdia entre pensamentos. O sol deixou-se pousar sobre ela, aconchegando-a no calor do dia como se isso lhe retirasse o peso das suas decisões ou pelo menos a frieza das mesmas.
Luke Sital-Singh - Fail F(...)
publicado por Matt Xell às 2013-05-18 22:40:51
Outra música que ouvi na Anatomia de Grey.
Por vezes, não conseguimos aguentar o facto da pessoa de quem gostamos parecer que não se importa com as coisas que fazemos por ela.
Sentimos que não conseguimos chegar a ela e que estamos a perder a ligação que tínhamos com ela.
Fomos importantes para ela no passado, mas agora sentimos que ela está a afastar-se de nós.
Fizemos tudo por ela, mas parece que não é suficiente. E vemos nos olhos dela, que a única coisa que podíamos fazer seria deixarmos de ser quem somos por ela.
E só sentimos que por mais que façamos, que ela está a afastar-se de nós lentamente...
"This is getting hard to bear
Face it i'm not getting through
I don't even think you care,
All the things I won/want for you
I have been your champion
So why do you walk away
I bought you the sky
And the oceans too
By the look in your eye
The only thing I couldnt do
Is fail for you
Don't ask me to fail for you
My neck is so weighed down with gold
My glory always on display
Strangers in the street dig holes (or behold)
And you just turn your head away
I will be your victory
And still you walk away..."
publicado por Carolina às 2013-05-18 16:59:53
Quando, há coisa de dois meses, o meu anel/aliança de filigrana partiu, decidi que iria ser uma pessoa normal e deixar de comprar anéis deste género para mim própria; porque, afinal de contas, já estava em tempo de alguém me dar os anéis em forma de compromisso em vez de ser eu a oferecer a mim própria.
Mas a verdade é que sentia falta do meu anelzinho que me acompanhou durante uns dois anos e borrifei-me para a treta de ser eu a dar-me a aliança (até porque se for a esperar que me ofereçam, pelo andar da coisa, bem que vou passar anos sem ter anéis nos dedos). Já me tinha apaixonado pelo que queria quando fui com a minha mãe comprar a minha prenda de aniversário e, felizmente, dois meses depois, o dito ainda lá estava na ourivesaria à minha espera. Ontem fui à baixa e trouxe-o para casa, já com ele enfiado no dedo. Ainda solteira, claro - mas pelo menos mais adornada e completa do que antes.
publicado por Carolina às 2013-05-18 11:53:10
publicado por Carolina às 2013-05-17 19:41:49
Hoje estava a sentir-me horrível a passear na baixa. Estava com o cabelo na sua forma original (ou seja, encaracolado, por esticar), o que detesto profundamente; estou vestida de uma forma muito mais desportiva que o normal, com um camisolão que comprei em Barcelona por causa do frio que se fez sentir ao longo de dia; e, ainda por cima, ando a sentir-me mais cheiinha do que devia. Portanto, para mim, estava horrível.
E enquanto meditava na minha maldita apresentação, olhava para as outras pessoas - e apercebi-me que não tenho nenhuma noção de como as pessoas me vêem a mim. Quer dizer, eu olho para alguém mais gordinho e pergunto-me "mas será que eu sou assim?". Não percebo muito bem como é que alguém que se vê ao espelho todos os santos dias pode ter dúvidas destas, mas a verdade é que as tenho a uma escala enormíssima. É claro que tudo é relativo, que há opiniões diferentes, mas acho que há um senso comum mais abrangente. Eu estou sempre muito mais certa das minhas capacidades intelectuais do que físicas - eu consigo acreditar em mim mesma no que toca a coisas que envolvam a cabeça, mas tudo que meta a aparência... cof cof. Se há dias em que até me acho bonita, há dias em que me acho um horror (hoje!) - mas o que os outros pensam, não faço a mais pequena ideia (se pensarmos bem, também não dou muito espaço para ninguém se expressar, mas pronto); se há dias em que olho ao espelho e acho que até nem preciso de emagrecer mais, há outros em que me sinto uma baleia (hoje!) - e os outros, acham-me uma baleia?
Eu, para além de não saber o que os outros acham, não sei o que achar de mim mesma - e a minha falta de noção é tão grande que nem sequer arranjo termos de comparação com outras pessoas, para me poder "visualizar" de alguma forma. Mulheres têm destas coisas...
publicado por Carolina às 2013-05-16 21:35:19
Até ao ano passado, o meu pai passava a vida a falar nas saudades que tinha de Paris, das ruas, das noites,... Em Abril lá fomos nós passar três dias à capital francesa e eu, de tanto que tinha ouvido falar, acho que fiquei um pouco desapontada. Diria que é impossível achar Paris uma cidade feia - tem monumentos estonteantes e em cada canto -, mas atribui a minha falta de "entusiasmo" ao facto de, mesmo não estando à espera, ter as expectativas demasiado altas e ter ido com os meus pais (não desprezando a companhia deles, que adoro, mas suponho que Paris com um namorado seja ligeiramente diferente).
Passado pouco mais de um ano de ter lá estado, tenho eu saudades. Percebi que Paris se enraizou em mim, mesmo sem eu ter dado por ela. E, curiosamente, lembro-me muitas vezes de um passeio nocturno que dei com o meu pai pelas ruelas da capital - acho que é essa a essência da cidade. Muito para além da Torrei Eiffel e do Arco do Triunfo, é todo um ambiente diferente e que, diria, trás muito da Belle Époque aos dias de hoje.
Continua a não ser a minha cidade, a não representar o meu eu mais profundo, mas percebo agora que foi um sítio que me conquistou ao longo do tempo e não naquele momento (como Barcelona, por exemplo). Acho que embelezo aqueles dias no meu pensamento, juntando-lhes as músicas e as cores que mais se lhes adequam. Dentro de mim, Paris é cada vez mais bonito e espero lá voltar dentro em breve.

publicado por Carolina às 2013-05-16 19:11:28
Só eu sei há quanto tempo estou para dizer isto: finalmente agarrei-me a um livro!
Algures no Natal, se não me engano, "A Sombra do Vento" de Carlos Ruiz Zafón chegou-me pelo correio como prenda de uma amiga (obrigada C.!) que fiz por estas bandas. Na altura estava a ler outra coisa e, entretanto, meteu-se o Memorial, de qual eu tive a indecência de dizer que "se lia bem". De facto, eu já não me lembrava do sabor e do prazer proporcionado por um bom livro.
Para dizer a verdade, comecei a ler este livro porque precisava algo com que entreter a cabeça, e bem sei que um bom livro é a formula mágica para todas as preocupações se desvanecerem por uns bons bocados. Também já estava cansada de me sentir obrigada a ler a obra de Saramago. Porque, se por um lado, acho o livro mais fácil de ler que "Os Maias", que se dá no 11º ano, por outro estava a lê-lo por pura obrigação. Eu nunca gostei da pessoa que Saramago mostrava ser - das várias entrevistas que li e vi - e já conhecia a sua escrita, tendo em conta que li meia dúzia de páginas do "Ensaio Sobre a Cegueira" e um bom bocado d'"As Intermitências da Morte". E não gosto. Não gosto daquela forma peculiar de escrever, que para mim é uma pura maneira de se querer destacar ainda mais dos outros escritores, quase que como uma concorrência desleal. É claro que a minha opinião de pouco ou nada serve, tendo em conta que o senhor foi o vencedor de um Nobel, mas felizmente a liberdade dá para estas coisas.
Quando me apercebi que já não teria ler mais aquele livro (pois, supostamente, já havia sido testada sobre ele), saltei para outra história e apaixonei-me. Devia acabar de ler o Memorial, devia interromper a leitura d"A Sombra do Vento" e, com azar, a minha nota de português sairá prejudicada. Mas, lamento, nada me arranca este livro enquanto não o acabar. A paixão é assim, desmesurada. Mesmo no campo dos livros.
publicado por Carolina às 2013-05-15 22:12:11
Ando entrar numa rotina depressiva de casa-escola/escola-casa/casa-condução/co
Como tal, amanhã, único dia desta semana livre da condução, pensei em fazer algo que não faço há meio século: ir ao cinema. Acho que o Gatsby espera por mim. Eu e ele, na sala de cinema mais próxima.

Falling from the sky that(...)
publicado por coraline às 2013-05-15 18:20:57
Médico puxa médico (ou co(...)
publicado por Carolina às 2013-05-15 18:08:54
Hoje fui ao centro de saúde, basicamente, para marcar o ponto. Já não punha lá os pés há uns dois anos e tinha mesmo de ser, senão perdia a médica de família. Aproveitei e levei os papéis dos pré-requisitos para a faculdade, tendo em conta que o curso que quero mos pede.
Eu, para além de odiar médicos, não gosto daquela senhora de forma particular - apesar de que hoje, tenho de dar a mão a torcer (o braço é pedir demasiado), até nem foi muito mal. Queixa-se sempre que as minhas tensões estão altas - o que não admira, porque sempre que entro naquele sítio fico uma pilha de nervos mal me vejo envolvida por médicos, doenças e enfermeiros - e faz-me sempre as mesmas perguntas irritantes para eu lhe dar precisamente as mesmas respostas. Mas lá me assinou os papéis. Só faltava uma coisa: a acuidade visual.
Muito rapidamente, lá fiz o teste das letrinhas. Comecei bem, com o olho esquerdo, onde tenho 100% de visão. Passei rapidamente para o olho direito, sem dar tempo suficiente para focar, receio, e dá-me uns míseros 70%, quando, para os requisitos, é exigido pelo menos 80% em cada olho (que eu acho que tenho, porque sou teimosa e acho que vejo perfeitamente bem). Ela preencheu aquilo, mas mal saí da consulta vi-me com outra marcada para o oftalmologista na próxima segunda-feira. Nada melhor para piorar uma semana que já estava a ser maravilhosa. E eu vou usar óculos... o tanas, sim? Era o que mais me faltava, caraças.
publicado por Carolina às 2013-05-14 19:22:53
Só vejo um amontoado de coisas a acontecer num período de tempo mínimo. Eventualmente, cansamo-nos. Hoje foi o dia - e algum haveria de ser. Que deite tudo cá para fora agora, que tenho muitos mais dias pela frente e esta será a minha última semana de sossego até às férias (aquelas a sério, em que os exames já passaram). A colapsar, que seja em dia de folga.
publicado por Carolina às 2013-05-14 18:24:10
Eu adoro o Miguel Esteves Cardoso. Adoro. Mas posso já dizer que nunca li um livro dele de uma ponta à outra - tenho três, dois comprados por mim, sendo estes de crónicas. São o tipo de livro que eu gosto de ter na prateleira e, de vez em quando, (re)ler duas ou três crónicas para me inspirar. O mesmo que faço com o Desassossego de Pessoa, por exemplo. E esses momentos sabem-me mesmo pela vida.
Acho que o primeiro texto que li deste senhor foi este aqui, que me deixou estonteada. Li-o tantas vezes, para mim ou em voz alta, que há partes que já me saem naturalmente sem olhar para as letras. A partir daí foi sempre à descoberta de novos textos, e fui encontrando ao longo dos tempos excertos maravilhosos escritos por ele.
Mas, de tanta coisa boa, só há uma coisa que me irrita: as asneiras. É que se ainda tivessem no conteúdo do livro (que estão, no caso d'"O Amor é Fodido", em grandessíssima escala)... mas estão mesmo no título (como se pôde ver). O último livro dele, que está nas montras e prateleiras principais de todas as lojas chama-se.... tcharan... "Como é Linda a Puta da Vida". E sim, isto pode mostrar uma posição de irreverência, de aproximação ao público e uma demonstração de que a leitura é para todos... mas é, simplesmente, a vulgarização de algo que não é bonito e que não fica bem a alguém que escreve coisas tão, tão bonitas quanto acertadas (a maior parte das vezes). O MEC, para mim, é um dos melhores escritores portugueses da actualidade - mas ninguém é perfeito...
publicado por Carolina às 2013-05-13 22:38:07
Escreveu Miguel Esteves Cardoso em "Explicações de Português":
"Nunca vou ao fim das coisas. Tudo começa. Nada acaba. Eu não deixo. No meu sonho, tudo continua, tudo se repete, mesmo que seja preciso interrompe-las de vez em quando. Tenho medo que acabem. Por que é que se hão-de levar as coisas ao fim?"
Resta-me dizer: somos dois, Miguel, somos dois...
publicado por Carolina às 2013-05-13 19:51:10
Eu sou daquelas pessoas mesmo, mesmo chatas e que os colegas normalmente odeiam, que fica chateada com certas notas, mesmo estas sendo "altas". Não é por mal, não é para fazer chacota de quem teve 12 e acha muito bom - é porque, para os meus objectivos, não basta!
E hoje foi daqueles dias em que eu disse trinta por uma linha, cinquenta mil asneiras e praguejei sem fim por causa de um 17. A português. E porquê um 17 a português, quando o que eu queria era um 19?! Por causa da gramática, pois claro! Perdi dois valores e meio à custa dela, sendo que se tivesse acertado, o meu teste arredondaria para 20! 20! E eu perdi um vinte por causa do meu típico calcanhar de Aquiles que teimo em não atinar.
É incrível a minha capacidade de errar coisas naquele grupo. Inacreditável. E o pior é que quando, em casa, vou revendo as coisas, até me dá a ilusão de as perceber. Ah e tal, sim, sem dúvida, isto é uma oração subordinada relativa restritiva e isto um modificador frásico. Pois. Chego lá e é o desastre que se vê.
Sem dúvida que o meu estudo para o exame de português vai ser maioritariamente centrado nesta vertente da matéria. Vai ser passar os olhos por Pessoa e Memorial e depois chatear-me com algo a que nunca dei importância também porque nunca cheguei a perceber. Odeio aquilo. Mas a verdade é que na prova final não posso fazer a borrada que tenho feito. É pró' vinte, pá.
publicado por Carolina às 2013-05-12 23:46:46
(apesar de ter cara, mas deixem lá), mas algo me diz que o dia de amanhã não vai ser fácil. Bora respirar fundo e ver se durmo alguma coisa de jeito.
publicado por Carolina às 2013-05-12 19:29:36
Enquanto lhe dava banho:
- Tili, é mesmo a sério que não tens namorado?
- Sim, porquê?
- Porque tens de arranjar um.
- Tenho?
- Tens... para ter filhinhos e eu ter com quem brincar.
- Mas eu ainda sou muito nova para ter filhos.
- Hum, pois... Primeiro casas. Depois tens filhos. E pronto.
Estou a começar a fazer teorias da conspiração... até a minha sobrinha, pá!
publicado por Carolina às 2013-05-12 14:06:59
Acredito que tenham estranhado o facto de não ter comentado as minhas aulas de condução: disse que começavam no inicio do mês e, até agora, nicles. Pois bem, quando eu não falo, é porque a coisa não correu muito bem.
Aprofundar a questão não me parece necessário, basta-me dizer que cheguei a casa, após a primeira aula, lavada em lágrimas. Ia com algumas expectativas e com a confiança que acho que é preciso ter para nos metermos no meio de matagal que são as estradas. Com o nervosismo, o não saber, a hora de ponta e o mau dia da minha professora, aquilo não podia ter corrido pior.
As últimas aulas têm sido melhores, mas a confiança que tinha evaporou-se, o que não acho que seja necessariamente bom. Ando a medo, vou para as aulas com um nervosismo que não é nada característico em mim e a antecipação faz-me sofrer. Saber que tenho aula amanhã não é sinónimo de entusiasmo mas de medo pelo que dali vem. Se antes queria a carta o mais depressa possível para poder andar à vontade, agora quero a carta para poder acabar com este misto de tormento/entusiasmo - o que, bem sei, não é uma atitude positiva. Estou só à espera que com a evolução ganhe confiança e que tudo isto passe.
Estou a esforçar-me imenso - em casa, remoendo nos procedimentos - para melhorar aquilo que está mal, e em três aulas acho que já fiz melhoras significativas. Se acho que conduzo mal? Nem por isso. Se acho que tive azar? Algum. E o pior é que a confiança não se readquire de um dia para o outro. Resta-me esperar que o tempo cure os danos. Até lá, fica um conselho de amiga: na vossa primeira aula, quando vos perguntarem se já sabem conduzir ou alguma vez o fizeram, mesmo que mintam com todos os dentes que têm na boca, deixem uma resposta simples: "não". Sairão, provavelmente, beneficiados.
publicado por Carolina às 2013-05-12 00:11:37
Passamos de bestas a bestiais. Em que a bola entra e, um segundo depois, com um puto no colo, gritas e saltas do sofá com uma euforia que ainda não tinhas presenciado durante o dia inteiro. Em que sentes que o funeral que te fizeram durante quase uma época, é agora infundado. Em que, enquanto tu saltas, os outros caem de joelhos. Em que vês a tua vida a andar para a frente a dos outros a andar para trás. Em que tu entras numa efusão de alegria e os outros numa apatia. Tudo, tudo, tudo num segundo. O futebol é isto. Ser Portista é ainda mais.
"Nunca rias de dragões vivos."
- J.R.R. Tolkien, in "The Hobbit"
Nota: este post é para a alegria dos Portistas, não para a tristeza dos Benfiquistas. Digo-vos do coração que, honestamente, odeio o Benfica - e aquele treinador e tudo mais -, mas ao longo da vida tenho conhecido muito bons Benfiquistas, que me provaram que não se pode tomar a parte por um todo. O futebol, como tudo, é uma moeda com duas faces e nem sempre se pode sair feliz. A minha alegria é imensa, tenho quase a certeza que o campeonato é nosso, e vou festeja-lo com toda a força. Mas acreditem que já lá vai o tempo em que irritar os benfiquistas era o meu passatempo - se ainda o fosse, posso garantir que hoje teria perdido todos os meus seguidores alfacinhas.
publicado por Vitor às 2013-05-11 19:00:27

Livro: À Luz da Meia-Noite
Edição: 2013
Páginas: 176
Idioma: Português
Sinopse: Uma celebridade generosa que tudo oferecia e nada pedia em troca… até ser enganado pelos que o rodeavam. Agora Aidan nada quer do mundo ou sequer fazer parte dele.
Quando uma estranha mulher aparece à sua porta, Aidan sabe que já a viu antes… nos seus sonhos.
Uma deusa nascida no Olimpo, Leta nada sabe do mundo dos humanos. Mas um inimigo implacável expulsou-a do mundo dos sonhos e para os braços do único homem capaz de a ajudar: Aidan. Os poderes imortais da deusa derivam de emoções humanas, e a raiva de Aidan é todo o combustível que precisa para se defender…
Uma fria noite de inverno irá mudar as suas vidas para sempre…
Aprisionados durante uma tempestade de inverno brutal, Aidan e Leta terão que conquistar a única coisa que os poderá salvar a ambos - ou destruí-los - a confiança. Conseguirão triunfar sobre todos os obstáculos?
Análise:
Pode-se dizer que já sou fã dos livros da Sherrilyn Kenyon há coisa de 2 anos (se não estou em erro) e como tal, este livro não foge à regra. Já foi sendo hábito ter cada volume da saga Predadores da Noite com um dado tamanho em termos de páginas, chegando a alcançar aproximadamente as 300. Contudo, este novo livro foi como que uma desilusão não só nesse aspecto mas a nível do decorrer da acção. Passo a explicar:
Mikky Ekko - Feels Like T(...)
publicado por Matt Xell às 2013-05-11 18:42:00
Mais uma música melancólica que ouvi na Anatomia de Grey.
Por vezes, sentimo-nos sozinhos no mundo. No final do dia, sentimo-nos perdidos no desconhecido, sem ter um rumo para a nossa vida.
À noite, quando tentamos dormir no escuro, com as luzes apagadas, existe um silêncio ensurdecedor.
O nosso coração bate forte, pois sentimos uma grande necessidade de sermos amados.
Mas enquanto isso não acontece, continuamos a sangrar por dentro e a sofrer. E sentimo-nos sozinhos e pensamos se o futuro nos trará algo melhor...
"Closing up shop and locking doors
Turning up lost in some unknown
"Don't wait... ," you say.
You say "... they've gone home."
Sleep with the lights off when you're alone.
Silence so mighty you go deaf;
Bombs are going off inside your chest.
I know you wanted to be loved,
But you're bleeding left alone...
so, so, so alone...
Singing where does time go from here? "
publicado por Carolina às 2013-05-11 12:40:58
Eu não costumo falar muito de futebol excluindo em ocasiões especiais, para não dividir opiniões nem dar muito que falar. Mas hoje é um desses dias que tem mesmo de ser. Sou Porto de alma e coração e hoje vai ter de ser a valer!


