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  <title>Cigarettes &amp;amp; Chocolate Milk</title>
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  <description>Cigarettes &amp;amp; Chocolate Milk - SAPO Blogs</description>
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    <title>Cigarettes &amp;amp; Chocolate Milk</title>
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  <pubDate>Mon, 14 May 2012 20:10:00 GMT</pubDate>
  <title>Satisfação.</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>&lt;p&gt;Cada vez mais me convenço que não há nada neste mundo que nos faça sentir melhor que ajudar os outros. Isso sim, tem o poder de nos fazer sentir úteis, de nos permitir mostrar que realmente amamos o próximo. Nada acontece por acaso, se o Universo me pôs no vosso caminho é porque eu vou poder ajudar-vos. Vamos ter fé.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 04 May 2012 10:13:21 GMT</pubDate>
  <title>Recordes da gripe e rinite alérgica</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>1º - Não saio de casa há 4 dias&lt;br /&gt;2º - Tenho o mesmo maço de tabaco há 5 dias&lt;br /&gt;3º - Estoirei 30 euros sem sair de casa&lt;br /&gt;4º - Dei cabo de 5 maços de lenços de papel em 4 dias&lt;br /&gt;5º - Se chegar a domingo com o nariz inteiro vai ser mais um recorde...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por falar em recordes, dava jeito que o Pingo Doce recuperasse da invasão de 2ª feira e começasse a repor os stocks... pelo menos dos lenços e do halibut para o nariz, vai ser a primeira coisa que vou fazer quando sair de casa... ai vai vai.</description>
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  <pubDate>Wed, 21 Dec 2011 21:31:35 GMT</pubDate>
  <title>Natal</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>&lt;p&gt;O meu último Natal foi em 2008. Desde então não sinto o Natal. Não sinto o espírito natalício. Olho mais ao dinheiro que me falta na carteira do que à adequação dos presentes que compro. Maior é o frete de fazer a árvore de Natal. Este Natal é igual a... faltarem 3 dias para ir para fora. Este Natal não é sobre a família, não vamos estar todos juntos (mesmo que estejamos à mesa vão faltar os meus 2 amores). Não vamos curtir a troca de presentes com direito a gorro de Pai Natal à 00h. Nem sequer vamos estar juntos à 00h. A essa hora já devo estar na disco. Pois, vou pra disco. Ou isso ou ver o &quot;Sozinho em Casa&quot; pela 28ª vez. Com sorte via a Casa dos Segredos (aposto que a TV vai estar sintonizada nisso). Agora a questão que eu coloco sucessivamente na minha cabeça desde há 1 mês é: será que vou sentir o Natal outra vez como antes? Ou será que morreu como era? O Natal era a época do ano de que mais gostava. Por tudo, não só pelos presentes, mas por tudo. O cuidado que tinhamos a enfeitar a casa, a ânsia pela 00h, os teatrinhos e companhias para passar o tempo, o avô com sono a refilar, a minha mãe com stress porque sim, o meu pai como se não fosse nada com ele e isto passa-me tudo ao lado mas é brutal receber meias pretas e garrafas de whiskey, a Jão sempre comigo, a avó e a tia a ajudarem na cozinha. E estavamos todos juntos e aquele era um momento mesmo fixe. Depois punha os presentes todos em cima da cama, ficava a olhar para tudo e grande parte da vida pensei que faltava o 120º presente que tinha pedido, nos últimos anos sentia-me mesmo completa (vá lá, passou com a idade). E passei 20 e tal anos assim. E adorava. A verdade é que eu conseguia estar à mesa e pensar nos que não tinham família com quem jantar, ou estavam afastados da família, pessoas que aprenderam a renegar o Natal para sofrerem menos nesta época. Porque o Natal está para essas pessoas como o Dia dos Namorados está para os solteiros, não me lixem. E este ano sinto que o Natal não me pertence. Este Natal não é meu. Não o preparei, não o recebi, vão ser 30 minutos e um até pró ano. E será que pró ano de facto ainda estamos cá todos? O Natal não se pode adiar. Se o Natal é família... se a minha família este ano está maior do que nunca... Bom não percebo nada disto. Ia escrever 1 frase e acabei com um testamento. Venha o ano novo que deste já estou farta. E pró ano, o Natal logo se vê!&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 01 Sep 2011 21:15:53 GMT</pubDate>
  <title>worlds collide</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>&lt;p&gt;Back when we were young&lt;br /&gt;We ran into the sun&lt;br /&gt;It&apos;s like we fell apart&lt;br /&gt;Yes you stole my heart&lt;br /&gt;I searched these wasted years&lt;br /&gt;To wipe away the tears&lt;br /&gt;As my heart began to crack&lt;br /&gt;We can&apos;t go back&lt;br /&gt;I can hardly speak&lt;br /&gt;When you&apos;re in front of me&lt;br /&gt;I can&apos;t breathe&lt;br /&gt;Two paths that would not cross&lt;br /&gt;You left me feeling lost&lt;br /&gt;But I love you just the same&lt;br /&gt;Let the magic rain&lt;br /&gt;With a blanket made of stars&lt;br /&gt;To wrap the both of us&lt;br /&gt;As we fell into the light&lt;br /&gt;Our worlds collide&lt;br /&gt;Yes that&apos;s the way that our worlds collide&lt;br /&gt;Here I am and here I stand&lt;br /&gt;Our worlds collide&lt;br /&gt;And I would wait for you&lt;br /&gt;And I&apos;d wait forever too&lt;br /&gt;You&apos;re in, you&apos;re in my heart&lt;br /&gt;It&apos;s true.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 01 Sep 2011 19:06:45 GMT</pubDate>
  <title>Day dreaming.</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>&lt;p&gt;I look into the past and I see your eyes. I look into your eyes and I see my future. &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 11 Aug 2011 18:54:15 GMT</pubDate>
  <title>4m :D</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/niamh/fotos/?uid=7wBAwtzuOIlfFYG208zV&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Be407c1bd/8931053_yZgzQ.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;374&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>amor</category>
  <lj:mood>palpitante</lj:mood>
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  <pubDate>Thu, 04 Aug 2011 21:03:58 GMT</pubDate>
  <title>If you really knew me...</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>&lt;p&gt;... sabias que utilizo o riso para esconder a tristeza que por vezes sinto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que preciso de estar só de vez em quando para não me esquecer de quem sou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que tenho necessidade de fazer piadas sobre tudo e todos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que preciso de ser apreciada pelo meu trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que preciso dormir 8 horas para me sentir bem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que não gosto que me vejam chorar, sinto-me ridícula.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que sinto necessidade de ser protegida embora não o reconheça.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que não gosto de mostrar as minhas fragilidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que adoro mimos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que gosto de presentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que não gosto de lavar o carro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que adoro desenhar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que nego à partida &quot;ciências&quot; que desconheço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que a minha parte favorita do dia é depois de jantar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que adoro o silêncio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que tenho necessidade de rir às gargalhadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que só consigo estar calada ao pé de alguém quando me sinto confortável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que só falo dos meus sentimentos quando são sinceros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que odeio mentiras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que não suporto pessoas mal formadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que não gosto de animais dentro de casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que adoro chocolate.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que sou alérgica ao pó.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que preciso de escrever.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que não gosto de magoar mas não sei ser hipócrita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que não sei lidar com a rejeição.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que sei perdoar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... sabias que...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... if you really knew me... &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;... saberias que este post não é para ti; é para mim. &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 17 Jun 2011 23:10:05 GMT</pubDate>
  <title>Recordar</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>&lt;p&gt;Às vezes é preciso olhar para trás para darmos valor ao que temos no presente. Hoje fiz isso. Sinto-me bem... :)&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 17 Jun 2011 21:04:59 GMT</pubDate>
  <title>Lost in Space</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>&lt;p&gt;É engraçado como em tão pouco tempo começamos a amar alguém. A ideia que eu tinha era de que primeiro tinhamos de conhecer a pessoa muito bem, passar por muitas situações com ela, testá-la em todas as ocasiões para depois decidirmos se eram merecedoras ou não do nosso amor. Afinal não é bem assim. O amor tem vontade própria. O amor que ontem era uma amizade, era uma presença num café, uma dança numa pista, um olhar terno, ganha asas e transforma-se. Eu nunca tinha sentido isto assim. A partir do ano 0 apaixonei-me inúmeras vezes, por inúmeras pessoas e por elas nunca foi amor. E eu desculpava por ser sempre fogaz e passageiro. Era paixão, não era amor. Era brincadeira, era conversa fiada, era físico, era tudo mas não era amor. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois tu chegaste. Aproximaste-te. Afastei-te. Tinha medo. Mas tu insististe. Abraçaste-me. Acarinhaste-me. Disseste &quot;está tudo bem&quot;. E eu não te conhecia e acreditei. E continuo a acreditar, porque tu estás sempre pronto para me dizer &quot;está tudo bem&quot;. E não faz mal ter fantasmas, todos temos, eu não sou igual a ele, a nossa relação não é assim, e acima de tudo &quot;nós temos pernas para andar&quot; e eu que só queria baby steps imagino-me contigo sempre no para sempre que aprendi que não existe mas no qual os teus olhos me fazem acreditar novamente. A estabilidade da tua voz contrasta com a tua mão a percorrer o meu corpo, cuidadosamente, magicamente. E eu que pensei que nunca mais voltaria a olhar para o amor na 1ª pessoa aqui estou com tão pouco tempo de existência a senti-lo a transbordar pelos meus poros, a fluir-me os pensamentos, a fazer-me viajar até ti.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Houve um tempo em que pensei que talvez fosse eu o problema. Que não merecia ser feliz. Que tinha tido uma oportunidade e acabou. E olho à minha volta e os olhares invejosos transtornam-me. Porque agora é a minha vez outra vez. Porque estive 3 anos sozinha à espera do meu amor e ele veio para mim e veio para ficar. E eu não vou deixar que nada nem ninguém acabe com esta felicidade que é só nossa. Vou estar atenta, vou ser flexível, vou ser tudo aquilo que já comecei a ser porque nos encontramos, porque nos merecemos, porque somos felizes... eu e tu. E a realidade é que ouvi uma música antiga e pensei em ti. Porque com tão pouco tempo de existência o nosso amor já me faz sentir no espaço e sem ti eu sinto-me perdida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sometimes I get tired of this me-first attitude &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;You are the one thing that keeps me smiling &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;That&apos;s why I&apos;m always wishing hard for you&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&apos;&lt;strong&gt;Cause your light shines so bright &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;I don&apos;t feel no solitude &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;You are my first star at night &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I&apos;d be lost in space without you &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;And I&apos;ll never lose my faith in you &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;How will I ever get to heaven, if I do &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Feels just so fine &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;When we touch the sky me and you &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;This is my idea of heaven &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Why can&apos;t it always be so good? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But it&apos;s all right, I know you&apos;re out there &lt;br /&gt;Doing what you&apos;ve gotta do &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;You are my soul satellite &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I&apos;d be lost in space without you&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;And I&apos;ll never lose my faith in you &lt;br /&gt;How will I ever get to heaven, if I do &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 28 May 2011 15:25:19 GMT</pubDate>
  <title>Your eyes = the world</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>&lt;p&gt;You know you are in love when you see the world in his eyes and his eyes everywhere in the world...&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 28 May 2011 13:59:52 GMT</pubDate>
  <title>Anita vai ao supermercado</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>&lt;p&gt;Já há algum tempo que pensava nisso. Vontade não me faltava mas confesso que a ideia de o concretizar me trazia alguma vergonha. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entrei na superfície comercial com muita coisa na lista e aquilo era, mais uma vez, &quot;só se desse&quot;. E naquele dia, de facto, deu - estava sozinha, estava na área certa do supermercado, tinha tempo para escolher e o supermercado estava praticamente vazio. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pus aquela cara de &quot;sou tão independente que ando sempre com isto no porta-luvas&quot; e fiquei sensivelmente 10minutos em frente ao expositor. Marcas, cores, feitios... era toda uma vasta panóplia por onde escolher e tinha de escolher bem porque trata-se de produtos premium (tanto no preço como na utilização). &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de uma longa e dolorosa escolha, agarrei no produto e fiz uma sanduiche entre outros produtos para esconder de olhares alheios. Escolhi a caixa mais recatada e avancei sem nunca colocar as compras na passadeira. Tudo estava a correr às mil maravilhas, estava certa de que tinha escolhido bem e que me tinha conseguido safar dos olhares agudos e comentários démodé. À minha frente estava uma rapariga da minha idade e atrás de mim zero, zero pessoas, ninguém... mais 2 ou 3 minutos e estava safa. Pois heis que a rapariga que estava à minha frente trabalhava no supermercado e esteve 10minutos em conversa com a moça da caixa permitindo que se acumulasse mais 3 ou 4 pessoas na minha fila, inclusivamente um velho... repito, um VELHO, imediatamente atrás de mim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Preferi manter tudo na minha sanduiche imaculada e quando a moça da caixa passou os últimos artigos da rapariga que estava à minha frente decidi então por tudo em cima da passadeira. Tudo corria bem quando, de repente, a moça da caixa passa o meu artigo secreto pelo código de barras pensando que pertencia à rapariga da frente. A rapariga começou a gritar &quot;ISSO NÃO É MEU&quot; e eu a gritar &quot;ISSO É MEU&quot; e moça da caixa a gesticular com o artigo na mão e o velho atrás de mim a olhar-me como se naquele instante eu tivesse morto alguém e as pessoas na fila já impacientes a tentarem perceber o que é que causou tanta confusão. Enfim... senti-me uma miúda de 15 anos no mundo dos adultos. Depois chamaram a gerente ou uma caixa sénior, não percebi bem (aquelas que andam sempre com cartões na mão a corrigir a porcaria que os estagiários fazem) para retirar o produto da conta da outra rapariga. E com isto o meu segredo ficou exposto sensivelmente 5 minutos e amachucado. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando finalmente chegou a minha vez, pedi imediatamente um saco, paguei e pisguei-me. Eu já sabia que não ia ser fácil. Tenho de começar a encomendar estas coisas pela internet para um codex altamente anónimo. &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 08 May 2011 00:25:28 GMT</pubDate>
  <title>Felicidade</title>
  <author>Niahm</author>
  <link>http://5pinkbullets.blogs.sapo.pt/45590.html</link>
  <description>&lt;p&gt;A felicidade é nossa. Esconde-se nos teus olhos, nos teus beijos, no teu carinho quando me tocas. Revela-se na nossa cumplicidade, nos risos que partilhamos, na novidade que é cada dia passado a teu lado. Encontrei-te finalmente. És tudo o que sempre sonhei revestido da mais bonita forma, gentil, doce, sincera. E contigo veio a felicidade. Fica... fica mais um dia... cada dia. :)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Frase Nicola: um dia posto uma foto nossa no meu blog. hoje é o dia? &lt;/p&gt;</description>
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  <category>amor</category>
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  <pubDate>Sat, 09 Apr 2011 12:49:13 GMT</pubDate>
  <title>Portões do céu</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>&lt;p&gt;Hoje, pela primeira vez, senti necessidade de vos visitar. Nunca antes tinha tido vontade mas hoje desde que acordei não pensava em algo mais que não vocês. E fui. Estacionei o carro, nervosa. Entrei a medo pelo portão enorme que tranca a vida dos que lá moram e não os deixa passar cá para fora, para o mundo real. Primeiro fui vê-lo. Subi sentindo firmemente cada passo que dava, os pés colados ao chão e eu bem que tentava andar mas cada passo parecia carregar consigo um peso enorme. Finalmente cheguei ao número do local. Para eles não passas de um número, para nós foste durante toda a vida o nosso querido. Aproximei-me de ti e vi a tua fotografia. Sorri para ti. Disse-te o quanto te adoro e sinto a tua falta, mas tu não respondeste. Virei costas e um raio de sol saiu por entre as núvens carregadas e eu percebi o beijo que me deste na face. Senti-me bem. Sorri novamente e desci para vê-la. Não a encontrava, comecei a desesperar e entrei numa busca incessante porque não podia sair dali sem falar com ela. Finalmente encontrei-a e entrei num pranto quando vi o seu nome lapidado. Não tive hipótese de me despedir quando partiste. Nunca acreditei realmente que tivesses partido mas quando vi ali estampado o teu nome percebi que tinha acontecido, que foi verdade, que já não estás entre nós e deu-me uma revolta tão grande. Porque partiste sem dizer adeus? Cuidaste de mim quando não sabia ainda andar, falar, estiveste sempre presente naquela casa, naquele espaço que só me traz boas recordações e agora não estás lá, foste embora e não disseste adeus. Chorei pela primeira vez a tua ausência e não a tua partida. Falei contigo por breves instantes, espero que cuidem um do outro e aí de cima que cuidem de nós. Quando sai novamente pelos portões trazia comigo uma tranquilidade estranha, algo que não sentia há muito tempo e percebi que vocês estavam comigo naquele momento a dizer-me para estar em paz porque vocês também estão. Adoro-vos, nunca vos vou esquecer.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 04 Apr 2011 21:12:42 GMT</pubDate>
  <title>5 birthdays blogging </title>
  <author>Niahm</author>
  <link>http://5pinkbullets.blogs.sapo.pt/45134.html</link>
  <description>&lt;p&gt;﻿&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;date&quot;&gt;&lt;strong&gt;Quinta-feira, 5 de Abril de 2007&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;title&quot;&gt;Happy birthday to me!&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://bp3.blogger.com/_xWnUIpG4BdY/RhU5Z_05xOI/AAAAAAAAC7I/mAqHEEPd15w/s1600-h/600px-US_24_svg.png&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5050005675958715618&quot; src=&quot;http://bp3.blogger.com/_xWnUIpG4BdY/RhU5Z_05xOI/AAAAAAAAC7I/mAqHEEPd15w/s200/600px-US_24_svg.png&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Declaro aqui, solenemente, que com 24 anos tenho tudo: a minha família está bem e de saúde, os meus amigos estimam-me e mimam-me, o meu namorado ama-me, sou licenciada, tenho emprego e acabei de atingir o meu primeiro objectivo pós-faculdade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aos 24 anos, sou feliz. Fica aqui declarado para a posterioridade e para a eternidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot;The secret of staying young is to live honestly, eat slowly, and lie about your age.&quot; - Lucille Ball&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;﻿&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;date&quot;&gt;&lt;strong&gt;Domingo, 6 de Abril de 2008&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;title&quot;&gt;25&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;posttext&quot;&gt;
&lt;p&gt;&quot;O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis!&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fernando Pessoa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Obrigada a todos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;date&quot;&gt;&lt;strong&gt;Terça-feira, 6 de Abril de 2010&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;title&quot;&gt;27&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;.Stronger.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;.Smarter.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;.Happier.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;..and *older* too :)&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 04 Apr 2011 20:47:17 GMT</pubDate>
  <title>28</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>&lt;p&gt;Como era bom ser pequenina e não ter preocupações. Como era bom ter a minha familia toda unida e com saúde a proteger-me, educar-me, cuidar de mim. Todos os dias eram novidade, cada cheiro, cada sabor, cada raio de sol que me tocava a face era uma experiência nova e diferente. Tenho saudades desses tempos que cada vez estão mais longe, que a cada dia que passa esqueço um bocadinho. Tudo o que vivi durante 27 anos e me tornou a pessoa que hoje sou é para ser relembrado mas às vezes não consigo recordar apenas o que é bom e dou por mim a ter recordações tristes, lamentáveis. Entristece-me recordar as pessoas que me fizeram mal. Não percebo porque me fizeram mal. Por mais anos que viva nunca vou perceber a raça humana e sede estúpida de magoar os outros sem dó nem piedade, sem lembrar que estes são seres humanos e como tal não podem ser perfeitos. Entristece-me saber que também eu já magoei alguém mas acredito piamente que nunca fiz mal a ninguém intencionalmente. No meu coração crescido procuro o perdão a estas pessoas. Não encontro. Sei quem são, um por um, desde que não passava de uma magricela de franja e botas ortopédicas, quem é que me fez mal. Sei exactamente o que disseram, consigo recordar as palavras uma a uma, os olhares de medo, de ódio, de desprezo. Quero esquecer esses episódios. Quero 27 anos de amizades eternas, de protecção, de carinhos, de amor, de felicidade, de saúde. Amanhã quero receber os parabéns de quem realmente celebra a minha existência, de quem me ama, de quem simpatiza comigo, de quem nunca me faria mal porque acha que não mereço. Todos os outros, prinicpalmente os que acham que esqueci, podem guardar as suas palavras vazias, não serão bem vindas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quase parabéns a mim, 28ª celebração da pessoa que sou.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 14 Feb 2011 22:11:18 GMT</pubDate>
  <title>Happy Valentines :)</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/QCtQfVe8AmRZEUNUH1ks&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/b5506a146/8017022_UD4F8.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 01 Feb 2011 10:49:54 GMT</pubDate>
  <title>Letters to Heart</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>&lt;p&gt;Dear Heart,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fall in love only when you&apos;re ready, not when you&apos;re lonely.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Truly yours,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;G.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 18 Jan 2011 22:51:16 GMT</pubDate>
  <title>És podre.</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>&lt;p&gt;Odeio pessoas pobres de espírito, podres de raíz, sem princípios. Não lido bem com ganância, nunca aspirei ter mais do que conseguir por mim própria, nunca pedi que algo me caísse do céu nem trocava o amor da minha família por dinheiro algum. Quanto mais sei mais nojo tenho destas pessoas que cospem no prato onde comem para poderem &quot;subir&quot;. Nunca te tive como alguém assim. Hoje acho-te igual a eles, pior ainda talvez, por te seguires por conselhos assim e teres em pessoas podres os teus ideais de ser humano. Quanto mais sei mais desejo esquecer. Estás a morrer, deixaste-te corromper, és podre.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 12 Jan 2011 19:24:43 GMT</pubDate>
  <title>Ode às relações construídas no consultório</title>
  <author>Niahm</author>
  <link>http://5pinkbullets.blogs.sapo.pt/43786.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Escrevo uma ode em jeito de sátira (ou será sátira em jeito de ode) ao amor construído nos consultórios dos psicólogos e psiquiatras pelo mundo fora. É curioso como hoje em dia, por tudo ou por nada, as pessoas se auto-intitulam de &quot;deprimidas&quot;, facto que e ainda mais curioso é, acaba por ser posteriormente comprovado pelos médicos psicólogos e psiquiatras que aumentam substancialmente os seus cachés com esta doença do século XXI - sim, porque duvido que antigamente as pessoas tivessem depressões até porque simplesmente não tinham tempo para pensar que estavam deprimidas e aí referia-se apenas, aquando de uma quebra de auto-estima, o &quot;sinto-me ligeiramente em baixo&quot;. Hoje em dia há tempo para pensar em depressões, há tempo para se estar deprimido e ainda melhor, as relações que não encontram tempo para serem vividas e geridas no dia-a-dia acabam por serem construídas e/ou mantidas nos consultórios dos psicólogos/psiquiatras (adiante mencionado como apenas &quot;consultório&quot;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O indivíduo reconstrói-se no consultório à procura de respostas que deveriam ter sido dadas e procuradas ao longo da sua existência no mundo e, das duas hipóteses acontece uma pelo menos: a) o indivíduo conhece a sua cara-metade no consultório enquanto está à espera de ser atendido; b) o indivíduo é levado pela sua cara-metade, também ela em depressão, para o consultório. Encarando que na hipótese a) o indivíduo pode apresentar inúmeros motivos que o levem até ao consultório, vou centrar-me na hipótese b) que é, sem dúvida alguma, um mimo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deste modo, mesmo que o indivíduo não apresente quaisquer sinais de depressão acaba por ser motivado pelo seu parceiro à visita semanal ao consultório e assim constrói-se uma dinâmica relacional inquebrável e um rito semanal como poderia ser, uma ida ao cinema ou um jantar romântico, por exemplo. A única diferença será que nestas duas últimas situações o casal é obrigado a relacionar-se sem a ajuda de um terceiro elemento e isso pode ser difícil, especialmente para quem não tem capacidades comunicacionais ou as tem pouco desenvolvidas. Já no consultório, quem inicia a conversa é o médico, que funciona enquanto moderador da conversa e finda a consulta termina também a conversa semanal entre o casal. E está feito! No decorrer dessa semana ou não é preciso conversar mais ou recorda-se o que foi conversado na terapia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É impressionante o pouco esforço que se injecta nas relações. Ainda mais impressionante são as desculpas dadas entre casal para justificar que uma relação não funcione. O fácil é qualificarmo-nos como deprimidos e escondermo-nos na penumbra da depressão como motivo para não nos esforçarmos para sair da cama, para viver a vida, para fazermos alguém feliz ou simplesmente para sermos felizes. Há relações tão frágeis que não sobrevivem sozinhas, assim como há pessoas demasiadamente fracas que não sabem estar sozinhas. Mas estar sozinho não é sinónimo de ser infeliz porque a nossa felicidade jamais vai depender de terceiros, depende de nós próprios e de mais ninguém.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 08 Jan 2011 12:33:28 GMT</pubDate>
  <title>Coisas a não mudar em Portugal na opinião de um British</title>
  <author>Niahm</author>
  <link>http://5pinkbullets.blogs.sapo.pt/43667.html</link>
  <description>&lt;p&gt;1. &lt;strong&gt;A ligação inter-geracional&lt;/strong&gt;. Portugal é um país em que os jovens e os&lt;br /&gt;velhos conversam - normalmente dentro do contexto familiar. O estatuto de&lt;br /&gt;avô é altíssimo na sociedade portuguesa - e ainda bem. Os portugueses&lt;br /&gt;respeitam a primeira e a terceira idade, para o benefício de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;strong&gt; O lugar central da comida na vida diária.&lt;/strong&gt; O almoço conta - não uma&lt;br /&gt;sandes comida com pressa e mal digerida, mas uma sopa, um prato quente etc,&lt;br /&gt;tudo comido à mesa e em companhia. Também aqui se reforça uma ligação com a&lt;br /&gt;família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. &lt;strong&gt;A variedade da paisagem.&lt;/strong&gt; Não conheço outro pais onde seja possível ver&lt;br /&gt;tanta coisa num dia só, desde a imponência do rio Douro até à beleza das&lt;br /&gt;planícies  do Alentejo, passando pelos planaltos e pela serra da Beira&lt;br /&gt;Interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. &lt;strong&gt;A tolerância.&lt;/strong&gt; Nunca vivi num país que aceita tão bem os estrangeiros. Não&lt;br /&gt;é por acaso que Portugal é considerado um dos países mais abertos aos&lt;br /&gt;emigrantes pelo estudo internacional MIPEX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. &lt;strong&gt;O café e os cafés.&lt;/strong&gt; Os lugares são simples, acolhedores e agradáveis; a&lt;br /&gt;bebida é um pequeno prazer diário, especialmente quando acompanhado por um&lt;br /&gt;pastel de nata quente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. &lt;strong&gt;A inocência.&lt;/strong&gt; É difícil descrever esta ideia em poucas palavras sem&lt;br /&gt;parecer paternalista; mas vi no meu primeiro fim de semana em Portugal, numa&lt;br /&gt;festa popular em Vila Real, adolescentes a dançar danças tradicionais com&lt;br /&gt;uma alegria e abertura que têm, na sua raiz, uma certa inocência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. &lt;strong&gt;Um profundo espírito de independência.&lt;/strong&gt; Olhando para o mapa ibérico parece&lt;br /&gt;estranho que Portugal continue a ser um país independente. Mas é e não é por&lt;br /&gt;acaso. No fundo de cada português há um espírito profundamente autónomo e&lt;br /&gt;independentista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.  &lt;strong&gt;As mulheres. &lt;/strong&gt;O Adido de Defesa na Embaixada há quinze anos deu-me um&lt;br /&gt;conselho precioso: &quot;Jovem, se quiser uma coisa para ser mesmo bem feita&lt;br /&gt;neste país, dê a tarefa a uma mulher&quot;. Concordei tanto que me casei com uma&lt;br /&gt;portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9.  &lt;strong&gt;A curiosidade sobre, e o conhecimento, do mundo.&lt;/strong&gt; A influência de &quot;lá&quot; é&lt;br /&gt;evidente cá, na comida, nas artes, nos nomes. Portugal é um pais ligado,  e&lt;br /&gt;que quer continuar ligado, aos outros continentes do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10.  &lt;strong&gt;Que o dinheiro não é a coisa mais importante no mundo.&lt;/strong&gt; As coisas boas&lt;br /&gt;de Portugal não são caras. Antes pelo contrário: não há nada melhor do que&lt;br /&gt;sair da praia ao fim da tarde e comer um peixe grelhado, acompanhado por um&lt;br /&gt;simples copo de vinho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;http://economico.sapo.pt/forumbolsa/inde&lt;wbr /&gt;x.php?topic=28597.0&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até me babo..... :)&lt;/p&gt;</description>
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  <lj:mood>português</lj:mood>
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  <pubDate>Tue, 04 Jan 2011 23:22:30 GMT</pubDate>
  <title>Espero por ti</title>
  <author>Niahm</author>
  <link>http://5pinkbullets.blogs.sapo.pt/43288.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;“Espero por ti porque acho que podes ser o homem da minha vida. E  espero por ti porque sei esperar, porque nos genes ou na aprendizagem da  sabedoria mais íntima e preciosa, há uma voz firme e incessante que me  pede para esperar por ti.´ - MRP&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 14 Dec 2010 21:31:26 GMT</pubDate>
  <title>N.A.T.A.L.</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>&lt;p&gt;Este Natal relembro todos os que partiram da minha vida em 2008, 2009 e 2010. É um Natal mais pobre, sem magia, sem alegria. Começo a pensar que nunca mais o Natal vai ser como era. De ano para ano tenho vindo a perder tanta gente... Para 2011 quero reconstruir. Já não há mais muros para derrubar. Mais um ano em que o Natal passa e eu não o sinto como tal. Acho que cresci, infelizmente, cresci.&lt;img src=&quot;file:///C:/Users/JOANAB%7E1/AppData/Local/Temp/moz-screenshot.png&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 06 Oct 2010 15:52:57 GMT</pubDate>
  <title>Um dia vou escrever um livro e este será o início...</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>&lt;p class=&quot;UIIntentionalStory_Message&quot;&gt;&lt;span class=&quot;UIStory_Message&quot;&gt;If  i had the time i would write a love song, i would sing a love story, i  would live a dream and dream a life. I&apos;m lacking the time, i have the  perfect notes, the perfect characters, i have it all.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>amor</category>
  <lj:mood>desiludida com a vida</lj:mood>
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  <pubDate>Fri, 03 Sep 2010 13:25:37 GMT</pubDate>
  <title>Como é que se esquece alguém que se ama?</title>
  <author>Niahm</author>
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  <description>&lt;p&gt;Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou de coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As pessoas magoam-se, separam-se, abandonam-se, fazem os maiores disparates com a maior das facilidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando já é tarde para voltar atrás, percebe-se que há esquecimentos tão caros que nunca se podem pagar. Como é que se pode esquecer o que só se consegue lembrar! Aí está o sofrimento maior de todos. Aí está a maior das felicidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;[Miguel Esteves Cardoso, Último Volume,1991]﻿&lt;/p&gt;</description>
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  <category>amor</category>
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  <pubDate>Sun, 22 Aug 2010 01:23:50 GMT</pubDate>
  <title>Tiro ao alvo</title>
  <author>Niahm</author>
  <link>http://5pinkbullets.blogs.sapo.pt/42297.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Não é justo. És a pessoa a quem dou mais de mim, mais atenção, mais mimo, mais conversa, mais do meu tempo, de quem sou... e mesmo assim isso não é suficiente. Por ti mudei a minha maneira de ser, de exteriorizar até o pior dos sentimentos... sempre te expliquei com calma até a mais fútil confusão. Nunca fui assim com ninguém... nem com a única pessoa que me amou verdadeiramente... estou farta de aprender com os erros. Por uma vez na vida eu queria mesmo acertar.&lt;/p&gt;</description>
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