<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<!---->
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
  <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:alavradeira</id>
  <title>A Lavradeira</title>
  <subtitle>A talho de foice...</subtitle>
  <author>
    <name>MJ Cardosa</name>
  </author>
  <link rel="alternate" type="text/html" href="http://alavradeira.blogs.sapo.pt/"/>
  <link rel="self" type="text/xml" href="http://blogs.sapo.pt/users/alavradeira/data/atom"/>
  <updated>2012-09-03T12:58:26Z</updated>
  <link rel="service.feed" type="application/x.atom+xml" href="http://blogs.sapo.pt/users/alavradeira/data/atom" title="A Lavradeira"/>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:alavradeira:3564</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://alavradeira.blogs.sapo.pt/3564.html"/>
    <issued>2012-09-03T13:52:20</issued>
    <title>Quem não tem vergonha todo o mundo é seu! </title>
    <published>2012-09-03T12:58:26Z</published>
    <updated>2012-09-03T12:58:26Z</updated>
    <category term="famintos"/>
    <category term="muitíssimos"/>
    <category term="subvenções"/>
    <category term="níquel"/>
    <category term="letargia"/>
    <category term="&amp;quot;fartazana&amp;quot;"/>
    <category term="sopa dos pobres"/>
    <category term="manjedoira"/>
    <category term="laparoto"/>
    <category term="empanzinam"/>
    <category term="refinadíssimo"/>
    <category term="sopa do sidónio"/>
    <category term="cueiros"/>
    <category term="vitalícias"/>
    <category term="indigentes"/>
    <category term="jotinha"/>
    <category term="legião"/>
    <category term="entronizar"/>
    <category term="remédios"/>
    <category term="falência"/>
    <category term="esbulhados"/>
    <category term="abjecta"/>
    <category term="serviço nacional de saúde"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Não passo de uma ignara em matéria de eleições no vigente sistema eleitoral português. Não é por isso que fico menos atónita com a desvergonha que grassa, despudoradamente, nesta coutada chamada Portugal, em que umas largas centenas (ou milhares??) de políticos e ex-políticos, de pacotilha, que, sem o menor rebuço, ("partem e repartem e... quem não fica com a melhor parte, é tolo ou não tem arte"), se sentam à manjedoira do orçamento onde se empanzinam com as chorudas e vitalícias subvenções.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É-lhes indiferente que os portugueses, os verdadeiros nativos, vivam a mais abjecta letargia, esbulhados, por &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;quem se arroga&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;o "direito"(??)de nos considerar pagadores de impostos, até ao último níquel, elevados à miserável classificação de indigentes. Não importa que &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;muitíssimos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; portugueses fiquem sem casa para se abrigarem e às suas crias; não importa que fiquem sem trabalho por falência dos seus empregadores! Até podem sobreviver na caridade, da "Sopa dos Pobres", ou do "Sidónio"?? Onde está a diferença??!! São a legião, irreversível, dos famintos!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que importa que os nossos idosos morram sós ou vivam num aviltante abandono? O "Serviço Nacional de Saúde" não mais é a "Caixa de Previdência" para prover à "fartazana", as "&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;chorudas reformas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;"(??) dos idosos, que granjearam este estatuto, ainda no tempo da "outra senhora"!! Não lhes sobeja dinheiro para os remédios? Ora...que mais querem? Tratem de economizar! &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;O Laparoto&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;não está disponível para abrir os cordões à bolsa. Esta medíocre figura, que ainda de &lt;span style="color: #ff0000; text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;cueiros&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, já se pavoneava pelos corredores do Partido, pouco dado às matemáticas e a outras disciplinas, mal se viu entre gente grada, influente, logo se forjou um &lt;span style="color: #ff0000; text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;Jotinha&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Ele sabia como tirar dividendos para, mais tarde, se alcandorar e acolitar de"figuras de proa" que o ajudariam a"entronizar", para infelicidade de todos nós, pagantes. Levado ao colo pela &lt;span style="color: #ff0000; text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;condenável incompetência&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;de quem o precedeu e pela estúpida ignorância de quem o escolheu, porque acreditou num &lt;span style="color: #ff0000; text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;refinadíssimo aldrabão&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lamentavelmente, paga o justo pelo pecador! Maldigo o método de&lt;span style="color: #ff0000; text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt; Hondt&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, cuja fórmula eleitoral ajuda ao desgoverno; que promove gente medíocre à figura de primeiro-ministro, a qual nos impinge aspirantes fantoches a candidatos de duvidosa aptidão. Incumpridores, iletrados, com falsas habilitações académicas. Vêm predispostos à subserviência, à cega obediência ao poder financeiro, disponíveis para legislar em proveito próprio e dos da sua igualha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não importa o perfil! O povo não é para considerar como o detentor de direitos. A agricultura sofre (sofreu) grandes prejuízos por causa das catástrofes naturais? E, dai? Não tem que esperar grandes favores! A super ministra tem soluções irrecusáveis. Porque não a "dança das chuvas" ou uma novena a Nossa Senhora de Fátima? A pesca está em declínio? Ora.. que esperem por Bruxelas! A super poderosa ministra, com o seu discurso alegórico, (tão bem falante... tão entendida em hortaliças, até me faz acreditar que tem o curso de"regente agrícola", tirado na escola agrícola de Santarém), não terá dificuldade em trazer de Bruxelas uma "mão-cheia de nada" para os nossos produtores, os quais podem estar a morrer à míngua, mas ainda matam a fome a muita gente. Como se lamenta a falta de um referendo, vinculativo, para escolhermos o modelo de governação, o limite máximo de deputados e que fossem sujeitos a escrutínio por meio de voto directo, sem a intervenção dos partidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por mim sou uma indignada, não reconheço legitimidade ao poder político! Esta gente deveria ser fiscalizada, preventivamente, antes de se submeter a eleições. Mais: o povo deveria ser representado por quem o defendesse democraticamente, respeitando o interesse nacional e qualquer programa eleitoral deveria ser escrutinado antes de quaquer tomada de decisão. Nunca umas eleições ditas "democráticas" vinculariam um programa de um qualquer partido sem recurso ao referendo, a nível nacional. Quem disse a estes mentirosos que a EDP, a RTP, a REN e muitas  outras empresas com capital do estado, teriam que ser alienadas ao capital estrangeiro, vendidas a "patacos"???. Quem é o sr. Relvas e o sr. Coelho para decidirem os destinos de um Povo que vai empobrecendo dia a dia, vendo desbaratar o património português, conquistado com os nossos impostos?? Porquê a mordaça, meus senhores?? Será que, em Portugal, continuamos a ser um Povo de"brandos costumes"?? &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quero que os nossos filhos e netos nos &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;reabilitem&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;e devolvam a liberdade a este abençoado "recanto" português.    &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:alavradeira:3243</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://alavradeira.blogs.sapo.pt/3243.html"/>
    <issued>2012-07-25T23:22:59</issued>
    <title>À mulher de César não lhe basta ser séria... É preciso parecê-lo!</title>
    <published>2012-07-25T22:44:43Z</published>
    <updated>2012-07-25T22:44:43Z</updated>
    <category term="calendas gregas"/>
    <category term="licenciaturas"/>
    <category term="prebendas"/>
    <category term="políticos profissionalizados..."/>
    <category term="à mulher de césar..."/>
    <category term="eleições autárquicas 2013"/>
    <category term="miguel relvas"/>
    <category term="novena"/>
    <category term="superministério"/>
    <category term="blá...blá...blá! dança da chuva"/>
    <category term="deputados"/>
    <category term="jotas"/>
    <category term="assembleia república"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Até agora já se consumiram rios de tinta por via da mais veloz licenciatura, conferida por uma universidade portuguesa, privada, a um dos políticos mais profissionalizados, da nossa praça! Foram gastas horas e horas de antena, nos meios audiovisuais, dando &lt;strong&gt;que falar&lt;/strong&gt; num tal &lt;strong&gt;&lt;span style="color: #ff6600;"&gt;grau académico&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, tão peculiar, que só terá similitude com &lt;strong&gt;outra&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;licenciatura&lt;/strong&gt;,&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;concluída num certo domingo (??). Começar na política, na idade dos &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #ff0000; text-decoration: underline;"&gt;cueiros,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; só traz vantagens! Não há &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #ff6600; text-decoration: underline;"&gt;Jota &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;que se preze, que não tire dividendos por ingressar, ainda tão jovenzinho, num &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;ofício&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; que lhes abrirá dezenas de portas, para altos cargos e rendosas prebendas! &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Uns chegam a primeiros-ministros, outros a ministros de estado; há os que se esgatanham para chegar a deputados... e conseguem! A militância é tal que acabam por fazer carreira, com um pé dentro da Assembleia da República e outro fora, gerindo hábilmente e em simultâneo, os seus bem sucedidos negócios. A esmagadora maioria nem bota discurso: nos debates quinzenais, de triste figura e má memória, a gente só ouve uns quantos dizerem: "muito bem, muito bem... Aplaudido"se e quando apoiam o governo, ou no apoio... à própria oposição! Estão lá apenas para fazerem número e para serem um sorvedoiro dos nossos impostos. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ninguém de boa-fé acredita em discursos demagógicos, tais como: "estou-me nas tintas para as eleições... blá...blá...blá!! O nosso interesse é para defender  Portugal". &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;Me engana, que eu gosto!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Deixemo-nos de hipocrisia: &lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;À mulher de César não lhe basta ser séria. É preciso parecê-lo! &lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;Em todos os momentos da nossa vida: desde terminar uma licenciatura conforme o regulamento, até à mais escrupulosa prática governativa! E depois... temos ministros (quem nos acode?!) - ó senhora ministra da Agricultura, por favor, tenha o bom senso de &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;pedir já a&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; demissão!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; A senhora não percebe nada de "horta". Meu Deus, então agora... que os incêndios deixaram os nossos agricultores na maior miséria, de mão estendida à caridade! Ah, pois...! Bem podem ficar sentados, à espera que lhes chegue alguma ajuda do seu "super ministério"! Nós sabemos que a senhora ministra lhes vai sugerir a&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt; "dança da chuva"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; ou umas "novenas", a Nossa Senhora de Fátima, para amenizar os prejuízos, causados  por tantos incêndios! &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;E o ministro da economia... Álvaro Santos Pereira? Este senhor ministro vai tentar reunir um &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;punhado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;(!?)de subsídios (de onde...??), para "distribuir" aos pobres agricultores (cada vez mais pobres), durante as &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000; text-decoration: underline;"&gt;calendas gregas (!!??)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. O povo é simples, mas não é tão estúpido como o pretendem considerar... Aos poucos fará a sua cobrança. As eleições autárquicas aproximam-se; &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;Outubro de 2013 chega num ápice&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Temos pena que haja muitos cidadãos com a  &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #ff0000; text-decoration: underline;"&gt;memória curta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:alavradeira:2999</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://alavradeira.blogs.sapo.pt/2999.html"/>
    <issued>2012-05-23T06:42:13</issued>
    <title>O seu... a seu dono?! Ou... dois pesos e duas medidas??!!</title>
    <published>2012-05-23T05:42:41Z</published>
    <updated>2012-05-27T00:54:06Z</updated>
    <category term="ministra da agricultura e do ambiente"/>
    <category term="linha do tua"/>
    <category term="património mundial"/>
    <category term="petição"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Sempre pugnei pela igualdade de direitos entre homens e mulheres. A par disso, considero que algumas mulheres foram talhadas para funções da maior importância, em benefício da sociedade. E, felizmente, não faltam bons exemplos! Porém, &lt;strong&gt;Não&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;quem&lt;/strong&gt; me traz aqui, hoje: a&lt;strong&gt; super ministra&lt;/strong&gt; da Agricultura e do Ambiente!! Ainda está para nascer, homem ou mulher, com o desembaraço e a clarividência do nosso rei D. Dinis, «O Lavrador».&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Faz-me «urticária» saber (nos &lt;em&gt;&lt;strong&gt;mass media&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;), da insensibilidade e desinteresse do(s) governo(s), e seus ministros, pela &lt;strong&gt;saúde do Planeta&lt;/strong&gt;, particularmente em Portugal!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é admissível &lt;strong&gt;tanta indiferença, tanta ignorância&lt;/strong&gt;, sobre o Vale e a «Linha do Tua»!! E depois não se respeita a vontade das suas gentes, não se dá crédito às petições [assinadas por milhares de pessoas (nacionais e estrangeiros) endereçadas aos órgãos de soberania]! Importa(??!!), muito mais, o projecto da barragem de Foz Tua, já em construção. O governo (a ministra do Ambiente) faz «ouvidos de mercador»! Nem se apressa a dialogar com os movimentos de defesa do Vale do Tua, meus senhores! Estes tecnocratas neoliberais só conhecem o meio citadino, universitário, que nada tem a ver com o mundo rural, repleto de imagens graciosas, paisagens deslumbrantes, que nos maravilham.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Surpreendente foi a pressa com que se abandonou (ou suspendeu?!) o projecto do traçado de Alta Velocidade, entre Portugal e Espanha sem olhar a despesas (e indemnizações?!).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cada vez me bato mais pela figura do referendo: «direito que assiste aos cidadãos de se poderem pronunciar sobre certos assuntos de interesse nacional ou local». Razão mais do que justificada, para que as gentes do Alto Douro e Nordeste Transmontano fossem a referendo, dizer de sua justiça: «para cá do Marão, mandam os que cá estão»! Seria um atentado ao nosso Património Mundial, levar por diante, a construção desta Barragem. Urge mandar parar as obras do Tua! A bem da Natureza, a bem do nosso Património!!!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;     &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:alavradeira:2784</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://alavradeira.blogs.sapo.pt/2784.html"/>
    <issued>2012-05-18T03:51:07</issued>
    <title>Quem muito fala pouco acerta! Medina Carreira,as Novas Oportunidades-ParteIII </title>
    <published>2012-05-18T04:18:58Z</published>
    <updated>2012-05-19T10:57:33Z</updated>
    <category term="iliteracia"/>
    <category term="b.itinerante gulbenkian"/>
    <category term="h.sete ofícios"/>
    <content type="html">&lt;p&gt; Continuação...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por mais repúdio (ou aversão?!), que tenda a exprimir nos seus arrazoados, tendenciosamente contundentes, o senhor que se segue (leia-se, o douto professor universitário, Medina Carreira), nunca teve, por certo, o magnífico prazer de narrar a sua história de vida, relacionando-a,  simetricamente, com os conteúdos de um &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"RVCC-Secundário",&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; como eu o fiz, com grande aprazimento, enquanto Formanda das &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Novas Oportunidades.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Dr. Medina Carreira é o &lt;em&gt;&lt;strong&gt;homem dos sete ofícios&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; mas, em nenhum momento saberá avaliar (&lt;strong&gt;ponho até as mãos no fogo&lt;/strong&gt;) a emoção de quem &lt;strong&gt;suou&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;as estopinhas&lt;/strong&gt; para aqui chegar! Não passo duma simples campónia, que deve muito, do pouco que sabe, à mensal visita daquela carrinha &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Citroen Hy,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; de cor cinzenta, que estacionava no adro da igreja, da minha linda aldeia, ali na Beira Litoral. Nem mais: a &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Biblioteca Itinerante da Fundação&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Calouste Gulbenkian&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;! Graças à generosidade do &lt;strong&gt;grande filantropo&lt;/strong&gt; Gulbenkian, tive (tivemos) acesso ao maravilhoso mundo dos livros e uma singular oportunidade de reduzirmos a nossa &lt;strong&gt;iliteracia&lt;/strong&gt;.  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com recurso a outras oportunidades [&lt;strong&gt;o sol quando nasce Não é para todos, &lt;/strong&gt;por isso o Dr. M. Carreira é tão solicitado &lt;strong&gt;(quanto vale??!!) &lt;/strong&gt;e tão sagaz], não lhe tem faltado ocasião para zurzir a torto e a direito, para não dizer a &lt;em&gt;&lt;strong&gt;esmo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;! Há quem goste e há quem não goste! Não tem a minha simpatia. Voltaremos ao assunto: tem pano p'ra mangas!! &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Continua...&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:alavradeira:2384</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://alavradeira.blogs.sapo.pt/2384.html"/>
    <issued>2012-05-15T17:55:40</issued>
    <title>"Vozes de burro não chegam ao céu"</title>
    <published>2012-05-15T19:32:04Z</published>
    <updated>2012-05-15T19:32:04Z</updated>
    <category term="ministra justiça"/>
    <category term="ex-bastonários"/>
    <category term="oa."/>
    <category term="marinho pinto"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Sempre tive em grande conta A. Marinho e Pinto, actual bastonário da Ordem dos Advogados, inclusive quando este era tão-somente um singular jornalista e notável comentador televisivo! Tenho absoluta certeza, de que não estou sozinha na valorização que lhe outorgo: seremos alguns milhares de anónimos adeptos, que nos identificaremos com a sua opinião, sempre que aquele seja instado (ou não), a expor o seu fundamentado juízo sobre a actualidade político social, dentro do contexto que abrange este nosso &lt;strong&gt;pequenino e miserável  rincão.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Como cidadã, sinto-me &lt;strong&gt;representada nas suas corajosas mensagens&lt;/strong&gt;, cirurgicamente dirigidas à classe que menos agrada (a mim, absolutamente nada!!), aos portugueses: a &lt;strong&gt;classe política&lt;/strong&gt;! Pena que nós, pobres e espoliados contribuintes, não tenhamos &lt;strong&gt;tempo de antena&lt;/strong&gt;, nem visibilidade, perante os &lt;em&gt;&lt;strong&gt;mass media&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, para juntarmos a nossa &lt;strong&gt;voz&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;vozes&lt;/strong&gt;) à de A. Marinho e Pinto e reclamar, de nossa justiça! Pudera! Que retorno teriam as televisões privadas (ou a pública?!), se nos permitissem falar do nosso descontentamento pelo despótico e abusivo aperto financeiro, para cujo atoleiro nos empurrou esta insensível classe &lt;strong&gt;neo liberal e tecnocrata&lt;/strong&gt;?? Que nos desapossa do &lt;strong&gt;direito&lt;/strong&gt; à saúde... com dignidade, do &lt;strong&gt;direito&lt;/strong&gt; natural à educação, do acesso ao &lt;strong&gt;bom direito&lt;/strong&gt;?! Tudo gira em torno de vantagens, benefícios ou polémicas que possam &lt;strong&gt;atraír audiências&lt;/strong&gt;. Não seríamos nós, ignotos e ignaros, que despertaríamos o interesse dos&lt;em&gt;&lt;strong&gt; media&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, pois claro!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além do &lt;strong&gt;adágio&lt;/strong&gt; que dá titulo a este "post" obrigo-me a citar, &lt;strong&gt;de autor desconhecido:&lt;/strong&gt; "o talento assusta"; "é pecado fazer sombra a alguém até numa conversa social". E a rematar, de Nelson Rodrigues - dramaturgo, cronista e escritor brasileiro (1912 - Recife; 1980 - Rio de Janeiro) " Finge-te de idiota, e terás o céu e a terra" &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Quanto a António Marinho e Pinto só lhe posso rogar, como cidadã, que continue a representar-me (nos) com toda a coragem e brilhantismo como  sempre o fez. Não se arrependa... nunca!! "Vox populi, vox Dei"!!&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:alavradeira:2198</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://alavradeira.blogs.sapo.pt/2198.html"/>
    <issued>2012-05-13T09:19:37</issued>
    <title>Ninguém sobe ao céu sem escada!</title>
    <published>2012-05-13T05:23:22Z</published>
    <updated>2012-05-13T05:23:22Z</updated>
    <category term="passos coelho"/>
    <category term="polémica"/>
    <category term="desemprego"/>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pedro Passos Coelho, enquanto profissional da política, nunca me suscitou grande simpatia nem estimulou a minha curiosidade pela sua personagem [leia-se... que não é o único]. De repente, dei por mim a ler uns retalhos da "&lt;strong&gt;sua interessante biografia&lt;/strong&gt;"(!!??), por conta das suas atabalhoadas declarações de que «estar desempregado não pode ser, para muita gente, como é ainda hoje em Portugal, um sinal negativo».&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, com certeza! «Despedir-se ou ser despedido não tem de ser um estigma, tem de representar também uma oportunidade para mudar de vida (...)». Como ele próprio fez, não é verdade?? De tenra idade, inscreveu-se num "clube"(??) onde conheceu &lt;strong&gt;&lt;em&gt;um tipo que estava ligado ao PSD e que fazia uns campeonatos de king e sueca. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Daí a saltar para &lt;em&gt;&lt;strong&gt;uma lista da comissão política concelhia&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; , foi um &lt;strong&gt;vê-se-te-avias&lt;/strong&gt;!! Logo, logo "adquiriu" o estatuto de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;observador,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; no &lt;em&gt;&lt;strong&gt;congresso&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; à liderança de uma figura grada do &lt;em&gt;&lt;strong&gt;PSD.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Convenhamos que não me apetece &lt;strong&gt;reescrever&lt;/strong&gt; (quem... eu??), o percurso político-profissional (a dita biografia), de Passos Coelho para concluir que, também ele, de "muleta" em "muleta" foi "agarrando" as &lt;em&gt;&lt;strong&gt;«novas oportunidades da sua vida»&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; para não cair no desemprego!! E aos 37 anos de idade licenciou-se em Economia, numa Universidade privada. [Coisa que alguma vez me fora permitido, nem mesmo quando me candidatei a uma bolsa de estudo da Gulbenkian, que me foi recusada, porque era filha de gente pobre (no tempo de Azeredo Perdigão, presentemente vive-se o mesmo drama, ser-se pobre era como ter um ferrete). Não resisto a citar George Orwell: " todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros"].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E depois abriram-se-lhe novos horizontes: adoptou uma &lt;em&gt;&lt;strong&gt;«cultura de risco»,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e aproveitou &lt;em&gt;&lt;strong&gt;«uma oportunidade para mudar de vida».&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Convenceu uns largos milhares de &lt;strong&gt;pacóvios&lt;/strong&gt; a &lt;strong&gt;entronizá-lo&lt;/strong&gt; como primeiro-ministro.&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:alavradeira:2046</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://alavradeira.blogs.sapo.pt/2046.html"/>
    <issued>2012-05-12T17:31:11</issued>
    <title>Diz o roto ao nu: porque não te vestes tu ...??</title>
    <published>2012-05-12T00:55:17Z</published>
    <updated>2012-05-12T00:55:17Z</updated>
    <category term="democracia"/>
    <category term="provérbios"/>
    <category term="deo"/>
    <category term="pec iv"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Os debates quinzenais, na assembleia da República, têm o desmerecimento de me provocarem "brotoejas" quando (às vezes malbarato algum do meu "utilíssimo tempo de dona de casa, desesperada"), dou ouvidos, principalmente, às contendas entre o chefe do Governo e o &lt;strong&gt;maioral&lt;/strong&gt; da facção partidária, da Oposição. Bem vistas as coisas temos ali "farinha do mesmo saco"! Que diferença faz se, em tempos anteriores, houvera um "PEC IV" e nos últimos quinze dias se lhe sucedeu um "DEO", um e outro &lt;strong&gt;extemporâneos &lt;/strong&gt;(??), sem respeito pelo parlamento e seus ocupantes!?? Quando os "actores políticos" se revezam, os comportamentos e os discursos apenas mudam de bancada! Quanto ao mais todos se regem pela mesma cartilha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos meus verdes anos (ainda jovem, na casa dos vintes), ouvi pela primeira vez a palavra "&lt;strong&gt;democracia&lt;/strong&gt;" (só depois de Abril de 1974)! Tratei logo de buscar nos manuais a sua significação. Nunca tal auscultara, desde que me conhecera como gente, porque, longe da grande urbe, nada e criada no meio rural, aquele era um vocábulo ignorado ou proscrito. Numa total ingenuidade, no decurso de tanta euforia, dei por mim a acreditar que íamos viver no &lt;strong&gt;&lt;em&gt;melhor dos mundos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;! Depressa a crença e o entusiasmo se dissiparam como &lt;em&gt;&lt;strong&gt;sol de pouca dura&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Pudera... a política profissionalizada e a casta de profissionais do mesmo ofício, lançam o descrédito na &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Democracia!!! &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:alavradeira:1623</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://alavradeira.blogs.sapo.pt/1623.html"/>
    <issued>2012-05-09T19:34:53</issued>
    <title>Resumo do meu RVCC para o Prof.Medina Carreira Ler e Aprender- Parte II</title>
    <published>2012-05-09T18:37:41Z</published>
    <updated>2012-05-09T18:37:41Z</updated>
    <category term="novas oportunidades"/>
    <category term="medina carreira"/>
    <category term="provérbios"/>
    <category term="rvcc"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Continuação...&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Inscrever-me nas Novas Oportunidades foi uma corajosa atitude: no meu grupo era a mais velha das(os) formandas(os). Logo, por aí, remocei! Quanto aos conteúdos, foi-me exigido muito trabalho em pesquisas, em compreensão e faculdade de ajuizar. Confesso-te, minha fiel companheira, que não foi nada fácil. Mas... muitíssimo importante! Alguma cultura assimilei e foi muito proveitoso: aprendi coisas novas, bastante interessantes que, sem estas condições, não teria tido essa bendita oportunidade de me valorizar. &lt;strong&gt;Hélas! "É melhor saber coisas inúteis do que não saber nada" Séneca (filósofo romano e estilista literário-Córdova, 4a.C.- Roma, 65d.C.)&lt;/strong&gt; [Esta assenta-lhe que nem uma luva, Prof. Medina Carreira! Sim, dirijo-me ao senhor Professor e à sua provecta idade] A propósito aqui vai um provérbio muito falado na minha Beira Litoral (sou coleccionadora de provérbios, tenho um pequeno adagiário manuscrito que reuni, de memória): "quanto mais se vive mais se aprende". Sorte a do senhor Professor, porque se pode permitir falar..., falar..., comentar..., escrever... e criticar... mas, obra feita nestes últimos anos, pode indicar-nos &lt;strong&gt;qual e onde!!??&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Aproveitando o embalo vou pedir à minha amiga e confidente &lt;strong&gt;folha de papel&lt;/strong&gt; (já nos tornámos íntimas), que lhe confidencie porque o meu &lt;strong&gt;Portefólio&lt;/strong&gt; é tão importante para mim: passei muitas noites em claro, tal era o meu entusiasmo, nas pesquisas e desenvolvimento do trabalho, com prejuízo do meu descanso e do de alguns elementos da minha família; e sem &lt;strong&gt;Ba-to-ta&lt;/strong&gt;!! Mais... caro Professor: não posso permitir-me a veleidade de me enfunar por ter feito um curso nas &lt;strong&gt;Novas Oportunidades&lt;/strong&gt; (eu ouvi, na televisão, o senhor Professor classificar o programa de "trafulhice" e "aldrabice"), porque eu sou uma pobre ignorante... uma campesina que não teve acesso a um ensino altamente classificado, nem a empregos principescamente remunerados.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; Minha boa amiga, porque o ilustre comentador é figura pública, até nós sabemos que nasceu em Bissau, em Janeiro de 1931 e apresenta um invejável currículo. Ainda assim, por hipótese, estará longe de conhecer (??) a realidade do mundo rural, as suas virtudes, necessidades, usos e tradições. Atrevo-me a pedir-te, &lt;strong&gt;minha fiel mensageira&lt;/strong&gt;, que leves um recado meu ao proeminente pedagogo, com umas despretensiosas perguntas (aliás, não passam de termos e expressões insertas no meu Portefólio), fáceis de esclarecer, sem recurso a qualquer &lt;strong&gt;manual&lt;/strong&gt;, isto é, &lt;strong&gt;sem&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Ba-to-ta!! &lt;/strong&gt;Então comecemos: o que é um "cômaro"? E uma "maracha"...? O que são "curjidades"? O que é "derramar"?, como se faz o "tabique"?, um "posseiro" ou "pessieiro" de verga e para que serve? E como se faz um baraço, de que material é feito e que utilidade tem ?? Já ouviu falar em "curgil"? Ora, ora... isto são apenas minudências!! &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; Continua...&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:alavradeira:1447</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://alavradeira.blogs.sapo.pt/1447.html"/>
    <issued>2012-05-02T15:00:27</issued>
    <title>Resumo do meu RVCC para o Prof. Medina Carreira Ler e Aprender - Parte I </title>
    <published>2012-05-09T03:25:18Z</published>
    <updated>2012-05-09T18:33:17Z</updated>
    <category term="novas oportunidades"/>
    <category term="medina carreira"/>
    <category term="rvcc"/>
    <content type="html">&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt; Minha cara folha de papel,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;dei a preferência de te adoptar (não pactuo com o acordo ortográfico, coisíssima nenhuma!!) como &lt;strong&gt;amiga, confidente e conselheira&lt;/strong&gt;. Hoje, a minha escolha determinou que te elevasse à categoria de &lt;strong&gt;confidente&lt;/strong&gt;. Ah... porém, devemos celebrar um pacto de &lt;strong&gt;lealdade&lt;/strong&gt;, do qual espero que subscrevas esta cláusula: &lt;strong&gt;sermos mutuamente honestas e nunca nos traírmos. &lt;/strong&gt;Obrigada! Eu sabia que me aceitarias. Fico-te grata por me admitires no teu círculo e aprovares este nosso contrato!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quero pedir-te que sejas tolerante comigo porque é a primeira vez que me vejo nestas andanças. Estou a dar os primeiros passos na concepção de um "Blogue". Precisa de ser aperfeiçoado, e sê-lo-à... com certeza! Feito o intróito, vamos ao título que nos serve de tema: em rigor quero tão-somente simbolizar-te, como fiquei contente porque me atrevi a terminar (estou tão orgulhosa!), com tão bons resultados, o meu &lt;strong&gt;RVCC&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Secundário&lt;/strong&gt;! Já ouvi... Já ouvi, minha boa amiga folhinha de papel: que deixo transparecer, à flor da pele, uma certa vaidade por ter ousado tal proeza, agora depois dos meus sessenta e poucos anos! Pois seja: aceito o teu reparo! Tu não sabes como é deprimente, depois de uma vida activa de trinta e seis anos de trabalho, fora de portas, permanecer em casa (&lt;strong&gt;garder la maison&lt;/strong&gt;...! &lt;strong&gt;Être à la maison&lt;/strong&gt;...!) é "ficar à beira de um ataque de nervos".  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Continua...&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
</feed>
