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  <title>Além do Virtual</title>
  <subtitle>existe sempre alguém &#13;
&#13;
...passo e fico como o universo...</subtitle>
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  <updated>2013-06-03T23:24:05Z</updated>
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    <issued>2013-06-03T23:45:30</issued>
    <title>VI BTT Cidade Ferroviária - Entroncamento</title>
    <published>2013-06-03T23:24:05Z</published>
    <updated>2013-06-03T23:24:05Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Começando pelo fim...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Organização - Excelente&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Condições e infraestruturas - Excelentes&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Colaboradores e Apoios - Excelentes&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abastecimentos - Excelentes&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sinalização e Segurança - Excelentes&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Percursos, trilhos e single track´s - Excelentes&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Almoço e confraternização - 5 Estrelas!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim...tudo excelente, ou não tivesse o Grupo Cicloturismo Barquinhense a sua marca neste evento!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para os dois percursos de 25 e 50 Km contou-se com cerca de 160 atletas. Manhã de sol atrevido, num céu limpo e de azul intenso, antevendo-se, desde cedo, o "braseiro" que seria a tarde... Nada que assustasse os participantes e que a fesquidão de muitos trilhos atenuou. Entre madressilvas floridas, alecrim e poejo, subiu-se, desceu-se e rolou-se descontraidamente; poder-se-ia apelidar este passeio de "Rota dos Aromas".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto a mim, que pouca experiência tenho nas "pedaladas" não hesito em o eleger como um dos passeios mais agradáveis para pedalar e desfrutar da traquilidade e beleza que a Mãe Natureza oferece; recomenda-se a todos, iniciantes e "pedais de fundo".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os locais selecionados são soberbos em termos paisagísticos (nomeadamente a Quinta do Marquês, os campos de aveia e malmequeres, ou as manchas de pinhal bravo, exalando aquele aroma a resina e caruma, que as temperaturas de verão intensificam) e os trilhos mais técnicos são equilibrados. Descobre-se ainda uma vida animal diversa, que se surpreende num voo fugitivo, ou numa corrida desenfreada até ao abrigo mais próximo; E aquela que não se vê, ouve-se e tenta-se adivinhar...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sem dúvida, este foi um evento que aliou de forma sublime o Desporto e a integração na Natureza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há muito tempo que não partilho sentimentos e emoções despertados em eventos desportivos. Não que os esqueça tão facilmente que impeça  o seu registo. Não que...Não. Apenas ando a "correr" por outros motivos. Como todos. Ou pelo menos, como alguns. Aqueles que teimam em manter-se vivos porque a "inatividade pertence ao túmulos"; ainda que escapem desabafos do género "estou de rastos". Melhor, "Estou a deixar rastos", marcas e  memórias que, um dia dirão por mim, "Sim. Ela esteve aqui".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=33UcE9AT4k7iS2FCSofr"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B2f13afa3/15069389_zYcSz.jpeg" alt="" width="500" height="333" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=qaEluZW9YsWmFzATUZ4g"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bb4143cc8/15069395_FDqNR.jpeg" alt="" width="500" height="333" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=m5etQYf3ScLuzsddYZBn"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B4b147e1a/15069400_Ch5Ge.jpeg" alt="" width="500" height="333" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=1O3rzm8OhOML7LwrZWHN"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B2013251c/15069401_UK2cW.jpeg" alt="" width="500" height="333" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-04-30T20:08:34</issued>
    <title>Almourol à Vista - Uma prova vista de dentro (parte II)</title>
    <published>2013-04-30T19:58:01Z</published>
    <updated>2013-04-30T19:58:01Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Há dias especiais. Há dias perfeitos. Há dias que, de tão perfeitos e especiais se tornam dias inesquecíveis.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"Almourol à Vista" aconteceu num dia perfeito e marcou um dia especial. São estas marcas gratificantes que permanecerão na memória e suavizarão os olhares do passado, quando num futuro (próximo ou distante) os "pedais" jão fizerem parte do dia-a-dia, ou as sapatilhas se descobrirem arrumadas a um canto e gastas pelos trilhos percorridos, ou as distâncias vencidas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Se a descoberta do "mundo da corrida" me revelou um "novo mundo", aquele mundo sonhado de "ninguém ficar para trás", o "mundo dos pedais" foi a sua confirmação. A solidariedade é possível; a entre-ajuda é real; a felicidade pelo sucesso do outro é genuína.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Corridas e pedaladas concretizam o imaginário, quase não ousado, e o utópico raiando as franjas do transcendente, de que o ser humano é por natureza bom e gregário. A competição connosco mesmo leva-nos a limites de capacidades desconhecidos e a superação de dificuldades, julgadas limitadoras. A própria vida se encarrega de nos darmos a conhecer, intimamente, numa relação do "eu com o próprio eu" que &lt;em&gt;alguns&lt;/em&gt; consideram eterno desconhecido...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E como se fossem precisos mais testes... Testo-me, agora, em outra modalidade. Sem outras pretensões além da fruição do prazer em murmurar "eu sou capaz". Como sempre. Como antes. Importa somente viver, sentir e sonhar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No meu "posto de comando" (como gosto de lhe chamar) gritei inúmeras vezes "Parabéns! Boa prova! Força! Está quase!". São estes e outros estímulos que nos incentivam a progredir. São estes estímulos que gosto de ouvir, quando o suor, por vezes, o sangue de uma queda, ou as quase lágrimas do esforço, ameaçam dominar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não pedalei no "Almourol à Vista". Eles partiram e eu fiquei, mas um pouco de mim, pedalou com cada um deles...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=8gY9juIJ4YZNyJhL0h7Q"&gt;&lt;img style="border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0b1499e3/14922041_E065U.jpeg" alt="" width="334" height="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=ppGgnsB4CSR2DM45l4fv"&gt;&lt;img style="border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5f131e26/14922066_pYcwE.jpeg" alt="" width="500" height="334" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=7G7pMbilZg5FngLRrRu9"&gt;&lt;img style="border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B3b138268/14922063_K1KE1.jpeg" alt="" width="333" height="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-04-29T18:18:28</issued>
    <title>Almourol à Vista - Uma prova vista de dentro (parte I)</title>
    <published>2013-04-29T23:28:40Z</published>
    <updated>2013-04-29T23:28:40Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Domingo, 28 de abril, Vila Nova da Barquinha&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Organizado pelo Grupo de Cicloturismo Barquinhense decorreu a 6ª Edição do "Almourol à Vista", um Passeio/Maratona BTT com o Tejo e as suas margens  como cenário.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como todos os apontamentos das provas em que participo, este não é um relato técnico nem profissional, mas o testemunho pessoal de uma recente amante da modalidade. Escapa-me, ainda, a terminologia própria, aquela linguagem específica que os "mais entendidos" adotam, pelo que os conceitos empregues podem não corresponder ao significado mais correto; são estes ruídos comunicacionais que deverão ser justificados face à imaturidade da prática.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como em todas as provas, também nesta predomina a emoção de "estar aqui" e não a objetividade em si...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E nada melhor para começar, que recorrer às palavras com que, por hábito, se costuma terminar... Parabéns! Parabéns à organização. Parabéns aos voluntários. Parabéns aos colaboradores e apoiantes. Parabéns aos participantes. O evento trouxe vida, cor, alegria e desportivismo à região. Reforçou a capacidade organizativa e a mobilização de recursos e "boas vontades" de um pequeno (grande) clube. Foi (é em cada ano) um contributo para a afirmação da região, deste território tão encastrado nas margens do Tejo, no panorama dos desportos (e do Turismo) em Natureza. Fomenta o prazer da vida ao ar livre e da adoção de hábitos saudáveis. Promove o desporto, o respeito pela natureza, pelo ambiente e seus ecossistemas. Por um dia de grande valorização pessoal, bem hajam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cedo, bem cedo se abriram as portas do Secretariado da prova nas Piscinas Municipais da Moita. Dorsais levantados. Bolinhos, café e sumo tomados. Atletas alinhados e soa a partida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foram cerca de 600 os que se distribuíram pelos percursos de 35 ou 70 Km. Com um grau de dificuldade média, atribuído pela organização, partiu-se à descoberta (sim, que em cada ano, há sempre um trilho diferente) do verde e do azul...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trilho da Azenha... com o canto da água do regato e a fresca sombra dos vales...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trilho dos Pinheiros...com o aroma da caruma e o abraço das copas...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trilho do Castelo...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trilho da Água...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trilho dos Espargos...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trilhos, trilhos...pontes...escarpas...e...estradõe&lt;wbr /&gt;s...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=1DzBPHzkHbscO2EKNHih"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B7913ef00/14919971_dpppJ.jpeg" alt="" width="500" height="332" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=diZTgRM235BwUUO0U7nP"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B2f1479be/14919990_4cEUE.jpeg" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=Nzzch1kjHoqijZt3Va0w"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B3514d726/14919992_DPGCE.jpeg" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Autoria Pedro Gonçalves&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=76bVPDu6ZEONsiThURid"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bea13d9a4/14919993_3LaLa.jpeg" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Autoria (Desculpem, mas nãome lembro)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=UbVleyNZg3FZoYssNtMP"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B6c148393/14919996_8rc8j.jpeg" alt="" width="218" height="121" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; E claro, de Carlos Vitorino!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="https://docs.google.com/spreadsheet/ccc?key=0ArQwsOjkVD7sdDN5azloN0RKNjhVaF9zaW5tWXpOaVE#gid=0" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fotos, milhares de fotos em&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;https://www.facebook.com/groups/16641018&lt;wbr /&gt;6734054/?hc_location=stream&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;https://plus.google.com/photos/101350236&lt;wbr /&gt;941001412187/albums/5872321461887150945&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-04-01T18:54:50</issued>
    <title>25º Grande Prémio da Páscoa de Constância</title>
    <published>2013-04-01T18:25:58Z</published>
    <updated>2013-04-01T18:25:58Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=ZQDAdD69mHnvS8wvNT1l"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B401445d0/14810254_n1S1Q.jpeg" alt="" width="500" height="375" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=GCLzTCyemyE32EUeZnpl"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B251490dc/14810298_cbJaz.jpeg" alt="" width="500" height="375" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=kpoHNWtNcKBlIA6k78Ya"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0413ded3/14810305_besbr.jpeg" alt="" width="500" height="375" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=TRRy8rZV5rfnT4Q9kbN4"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bdc1477e0/14810308_EE4n6.jpeg" alt="" width="500" height="375" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=SLs4H0bJSfUMkJjLJJ1a"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc4137b99/14810313_NRwAJ.jpeg" alt="" width="500" height="375" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de muito tempo sem participar em provas de atletismo, corri o Grande Prémio de Constância. Um ritual desde que a minha filha partiu. Eu e um grupo de amigos corremos em sua memória, aqui, na Vila Poema que é a sua última morada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O tempo pouco importa...O tempo nada significa...Permanecem os ecos dos passos, ao longo do Zêzere, num dia ensolarado. Um dia risonho, tal como ela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;10Km em 1h 04 min e 20 seg.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-03-22T22:02:29</issued>
    <title>A necessidade de constâncias e a constância dos ritos</title>
    <published>2013-03-22T22:52:31Z</published>
    <updated>2013-03-22T22:53:10Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;"Meu caminho pode não ser o teu caminho. Contudo, juntos marchamos de mãos dadas" Khalil Gibran&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Há muitos caminhos. Demasiados, quando a doença responde por um único nome: cancro. O meu caminho pode não ser o teu caminho, mas na partilha deste terrenos desconhecido, qual demónio sanguinário, atenuam-se alguns receios. Outros nem tanto. Precisamente porque existem muitos caminhos e, ainda mais, perguntas por responder.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Os medos enfrentam-se. Não se desvanecem apenas porque se foge, ou desvia a atenção. Continuam lá. Latentes, silenciosos, terríveis. "Quebrar o silêncio" (LPCC) é desvendar alguns trilhos do caminho desconhecido que só se faz percorrendo. Alguns quebram o silêncio, desde a primeira hora. Outros permanecem em silêncio, mesmo para além da "hora"...&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;O mistério da morte continua por revelar. O mistério da vida revela-se a cada passo. E na vida, a necessidade de segurança, de certezas, ainda que, apenas o certo, seja somente incerteza, impera.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na fragilidade humana, no imediatismo tangível, ou no desconhecido intangível, existe a necessidade de algumas constãncias. Ainda que se necessite na mesma proporção de desafios e projetos. De partidas e chegadas. De portos de abrigo, após batalhas travadas; com o "eu", ou com os "outros". Existe a necessidade de raízes, de símbolos, de ritos e rituais que nos remetam para o lugar aonde pertencemos, para a família de onde provimos, para o espaço a que chamamos lar. Por isso, celebramos datas e momentos. Por isso, comunicamos através de símbolos. Por isso, assumem importância os memoriais. Estes são uma forma encontrada para fazer presente quem partiu. Os memoriais podem expressar-se em melodias, em poesia, em qualquer forma de expressão, ou simplesmente, em passos de corrida.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Margaret partiu, mas ficou a necessidade da sua presença. Ficou a necessidade de recordar a sua luta, a constância da sua determinação de viver e vencer. Não houve, nem há lugar à cedência ao fracasso, à desistencia, à incapacidade. Quando a doença lhe roubou "os passos", decidi que os meus &lt;em&gt;passos&lt;/em&gt; seriam também os dela. Desde há 5 anos que o faço. Tenciono continuar a fazê-lo. No início foram poucos os que me acompanharam. Hoje, muitos me dizem "corro com ela no pensamento".&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Não poderia celebrar a Páscoa sem correr "em nome da Margaret". Dias antes de partir, confidenciou-me um sonho que tivera. Dançava... &lt;em&gt;"E sabes, mãe, a sensação melhor que tive? Foi a de me sentir de pé".&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; E de pé, de corpo e espírito vou correr em Constância em tua memória. Por ti e por todos aqueles que sabem "morrer de pé." Por todos aqueles que sabem "viver de pé". Com desassombro. Com transparência. Com coragem. Com honestidade. Sempre de pé, porque a vida não nos derruba. E a morte não nos faz esquecer a constância da necessidade de manter viva a tua memória.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Sempre de pé. E em passos de corrida, porque a única paragem será a derradeira. Até lá, temos muitas "Metas" para chegar e muitas "Provas" a vencer.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=4EKSk24Jl4oykCMNKqWH"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B8813262c/14766675_36h2E.jpeg" alt="" width="320" height="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-08-20T00:12:35</issued>
    <title>Missa em memória da Margaret (Margot)</title>
    <published>2012-08-19T23:16:51Z</published>
    <updated>2012-08-27T14:33:46Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Dia 30 de agosto, 19 horas, na Igreja Matriz de Constância, dia do seu aniversário e véspera do 5º ano do seu falecimento, será celebrada missa em sua memória.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem se quiser associar nesta oração, será bem vindo. Quem o desejar poder trazer uma rosa vermelha ou cor de champanhe para colocar na sua sepultura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Obrigada a todos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=OZlh7M3OPpRA0BJruwjO"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/G60117b9c/13574619_QJK20.jpeg" alt="" width="696" height="572" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-07-14T23:04:02</issued>
    <title>Fado, sentido da Vida</title>
    <published>2012-07-14T22:16:18Z</published>
    <updated>2012-07-14T22:16:18Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Entra pela janela os acordes dolentes do fado de Coimbra. Um "Rouxinol" canta a angústia de uma voz que se vai calando. Nas notas amarguradas da guitarra que chora, uma outra voz se vai apagando... Um Rouxinol que luta por um último suspiro de vida. Como se na noite escura procurasse um galho para abrigo do sofrimento que o envolve. É um Rouxinol que tem nome de Mãe. E aqui, longe e só, se procura estar perto, no desabafo das palavras e na união do pensamento que parte, em busca das memórias que ficam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Breves momentos estes que transformam o trinado alegre das aves, em lamentos contidos de dor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Procura-se sentido no fado, mas que sentido buscar neste fado do destino?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Debruçada no portão acenava uma despedida que não sabia tão perto. Um adeus que não adivinhava tão rápido. Uma luta entre o ir e o ficar, neste recanto de dor. E nasce de novo o "porquê"? Porque não ir apenas em paz?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vida. Morte. Entre elas o fado...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E como em todos os fados, a solidão é a marca que teima em ficar. Só. Eu. Ela. Porquê?&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-05-02T22:19:50</issued>
    <title>1ª Estafeta Avieira</title>
    <published>2012-05-02T23:05:14Z</published>
    <updated>2012-05-14T13:07:05Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=mJ7DVoewjbfmkBt4BdLb"&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Gdf09f316/11917557_jJOhA.jpeg" alt="" width="606" height="909" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Dia 1 de maio. Dia do Trabalhador. Dia de todos os trabalhadores; daqueles que lutam diariamente pelo "pão para a boca" e daqueles que já lutaram por ele. Sem desistir; sem baixar os braços; antes erguendo-os, perante as adversidades da vida, das más condições, da opressão, ou da exploração. É em homenagem aos trabalhadores de hoje e aos que atribuíram significado a este dia, que o 1º de maio se assinala, um pouco por todo o lado. Também em lugares "perdidos" no tempo, que apenas a memória e o esforço de preservação da cultura dessas comunidades, mantém vivos, ou teimam em reavivar e reviver. Tal como na "Barreira da Bica".&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Integrada nas comemorações do 3º Dia do Avieiro, decorreu ontem, dia 1 de maio a 1ª Estafeta Avieira. Organizado pela Associação para a Promoção da Cultura Avieira, o CCD o Alvitejo, o Industrial Desportivo Vieirense e as Juntas de Freguesia de Vale de Figueira e de Vieira de Leiria este evento desportivo uniu dezenas de atletas, ligando num percurso d&lt;span class="text_exposed_show"&gt;e 95 Km a Praia da Vieira e a Barreira da Bica. As equipas eram constiruídas por onze elementos, realizando percursos que variaram entre o mais pequeno da Praia da Vieira a Vieira (3 km), a percursos de 10 ou mais km.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;Barreira da Bica, na freguesia de Vale de Figueira, é um lugar idílico, de um verde intenso na confluencia do Alviela com o Tejo. Aqui, existiu, em tempos não muito recuados, uma aldeia Avieira. Uma das muitas dezenas ao longo dos rios. Presentemente, aqui, placas identificativas assinalam o sítio exato onde existiam as "barracas" - termo com que os avieiros designavam as casas palafíticas que construíam para fugir à impetuosidade das águas, sobretudo em época de cheias - e o nome dos seus habitantes. A vida que inicialmente, aquando da sua migração da Vieira para as águas do Tejo e do Sado, a partir do século XIX,  era confinada ao espaço barco onde "nasciam e morriam", foi gradualmente instalando-se nas margens; as barracas cederam, pouco a pouco lugar às "casas" de madeira assente em estacas. O nosso imagético de  "barraca" contrasta em muito com o colorido intenso das mesmas. Mas agora, importa sobretudo dar "corpo" aos passos corridos num percurso simbolicamente batizado de "Estafeta Avieira".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;Antes de se instalarem de forma permanente nas margens do Tejo e do Sado, os avieiros realizavam este percurso sazonal de ida e volta, partindo da Vieira quando os rigores do inverno e a bravura do mar lhes dificultava as artes de pesca, e quantas vezes roubando-lhes a vida, vindo procurar nas águas mais calmas dos rios o sustento. Partiam depois para a praia de origem. Constituíram comunidades de uma cultura vincada, própria, a qual (roubando as palavras de Alves Redol) poderíamos comparar ao povo cigano, nómadas em terra. Os avieiros eram "ciganos do rio". &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;Foram ficando...E ficaram as marcas da sua cultura...E essa cultura é parte integrante da nossa identidade, "povos" da Lezíria e da Borda d´Água.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;A Cultura Avieira está em fase de constitiição de Candidatura a Parimónio Nacional e Imaterial da Unesco. "Descoberta" há alguns anos através de uma investigação no campo académico, rapidamente extravasou os limites desse estudo, agregando a si diversas áreas, entidades, associações e instituições. É um projeto de afetos e um projeto cativante. Cativa pela singularidade do seu objeto. Cria afetos pelos laços que se estabelecem e pela experiência completa de reviver os tempos árduos, mas simultaneamente felizes do povo avieiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Estafeta, uma prova desportiva por etapas, privilegia o sentido de grupo, da luta da equipa pelo mesmo objetivo. Tal como os avieiros. Eram um grupo. Eram uma família. Eram uma comunidade. Hoje, tal como ontem, este sentido permanece, embora as condições de vida se tenham alterado. E para que esta cultura tão própria não morra, se passa "testemunho", se divulga e se preserva.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na prova, o Testemunho passado de mão em mão, chegou à Barreira da Bica. Era um remo. Apenas um pequeno remo de madeira, réplica dos remos das bateiras&lt;span class="text_exposed_show"&gt; que as mãos calejadas das mulheres avieiras manobravam.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um prova em tudo simbólica, num dia igualmente simbólico de reencontro de avieiros, de convívio, de partilha e de reflexão. De renovação do firme propósito de fazer reviver a cultura dos "ciganos do rio". Para que a sua "vida" não morra e não morrendo, enriqueça a vida de todos quantos vivem. Hoje, amanhã e no futuro distante...&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No próximo ano, a 2º Estafeta Avieira decorrerá, provavelmente, no sentido inverso "Barreira da Bica", ou outro lugar avieiro (Patacão, por exemplo) até Vieira de Leiria. Quem sabe, as duas equipas deste ano poderão ser multiplicadas por muitas outras. Gente amante do atletismo e apaixonada pelo nosso património, tangível e intangível.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Já nos imaginámos a fazer uma corrida de regresso ao passado? Pois foi o que aconteceu, ontem. Regressámos ao passado através dos passos de corrida dos atletas e de muitas outras atividades que não cabem, propriamente, numa crónica de corrida de&lt;span class="text_exposed_show"&gt; uma pseudo atleta, emocionada na linha da Meta e de uma apaixonada &lt;span class="text_exposed_show"&gt;pelos pescadores de Borda d´Água, &lt;/span&gt;na linha de Partida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A todos os elementos organizadores e aos que apoiaram a sua concretização, sem esquecer o imenso trabalho voluntário desenvolvido, um agradecimento especial. Permitam sublinhar a ação dinamizadora do senhor José Gaspar, de Vale de Figueira e membro da Associação para a Promoção da Cultura Avieira.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Decorreu tudo (e foram várias as atividades) de forma excecional. Os sentimentos recorrentes eram "estou feliz" e "acredito no renascimento da cultura dos meus avós, dos meus pais e na recordação da minha meninice"&lt;span class="text_exposed_show"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Barreia da Bica não é só frescura, água e verde. Neste dia, foi corrida, peixe frito e pão caseiro, vinho tinto e muitas histórias de sorrisos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=gr9yOSzlAlYqjZWBaDuJ"&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Ba509db7b/11917461_IOlep.jpeg" alt="" width="500" height="334" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Parabéns aos atletas. Parabéns à Organização. Reconhecidamente gratos aos apoios e patrocínios. Para o ano haverá mais! Contem comigo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=myMSWCqMzW9u7Lh0U31Z"&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Ba509c10d/11918133_47eec.jpeg" alt="" width="500" height="334" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-03-31T15:22:56</issued>
    <title>Um férreo abraço</title>
    <published>2012-03-31T14:24:58Z</published>
    <updated>2012-03-31T16:24:36Z</updated>
    <content type="html">&lt;div id="id_4f771299426a54569863203" class="text_exposed_root text_exposed"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=3Y2pAkL4UPLvpRfINjev"&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bf908d1bd/10956043_GKHzK.jpeg" alt="" width="320" height="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Emblemático é o Castelo. Emblemático será o enquadramento "cénico" de recriação medieval que alunos e professores da Escola Luís de Camões de Constância levarão a cabo, no próximo dia 1 de abril, à passagem dos atletas participantes na 3ª edição dos Trilhos do Almourol, por esta sentinela de pedra.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; O Castelo de Almourol situa-se no concelho de Vila Nova da Barquinha num ilhéu ro&lt;span class="text_exposed_show"&gt;choso no leito do Tejo, nosso rio. Em tudo faz apelo ao imaginário; as lendas que o envolvem; a paisagem verde e o matiz azul das águas; as aves que esvoaçam; as distantes notas sarracenas e as lutas da reconquista.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Um pouco acima desta linha de água, outrora estrada líquida, uma linha férrea que&lt;br /&gt; liga rapidamente a capital ao coração do Ribatejo e da Beira Baixa. Uma linha que parte daquele que é o maior entroncamento de vias férreas do país e, por isso mesmo, terá dado origem à cidade do Entroncamento. Entroncamento, concelho vizinho, daquele que ostenta a jóia de todos os castelos templários.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; A imagem desta cidade está ligada aos "fenómenos", uma criação imagética com um&lt;br /&gt; misto de verdade e aos caminhos de ferro. Se é verdade que o concelho possui um&lt;br /&gt; micro clima, solos "estranhamente" férteis e uma hidrografia generosa, não é menos verdade que possui no seu reduzido território um património natural, circundante, de grande beleza, sítios arqueológicos (nas imediações) que remontam ao Paleolítico Inferior (como é o caso da Ribeira da Ponte da Pedra) e um Museu único no género, com diversos núcleos museológicos espalhados pelo país - Museu Nacional Ferroviário.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Mas o Entroncamento não é só a "terra dos fenómenos" ou a "terra dos comboios".&lt;br /&gt; Seja como for, tanto uma como a outra temática poderiam estar na origem da criação&lt;br /&gt; de um Parque Temático que atraísse, quer turistas nacionais, quer estrangeiros, mercê da sua localização privilegiada, das excelentes acessibilidades e do contexto atual de tendência de crescimento no setor turístico.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Porém, isto é apenas uma divagação...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Certo, certo é que o Entroncamento, no próximo fim de semana atrairá muitas centenas de visitantes, entre atletas, família e amigos que, motivados por um grande &lt;br /&gt; acontecimento desportivo, por aqui permanecerão. Turismo Desportivo. Pois seja. &lt;br /&gt; Turismo Desportivo, outra forte possibilidade de afirmação, ou não fosse de ano para ano, os Trilhos do Almourol o sucesso que tem sido.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Promovido pelo CLAC (Clube de Lazer e Aventura e Competição), os Trilhos do Almourol integram um conjunto de três provas, entre a Maratona de Trail, os Mini Trilhos, num percurso de 21km e uma caminhada de 14 Km. Devem o seu sucesso, não só à beleza paisagística em si e ao enquadramento cultural criado, mas também &lt;br /&gt; (ou será sobretudo?) à excelente organização dos sues mentores.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Nada é deixado ao acaso e tudo é (e está) previsto nos mínimos pormenores Porque os detalhes podem ditar a fidelização dos participantes, o CLAC, aposta no rigor do planeamento e da execução, nos apoios e, sobretudo, na entrega dos seus atletas a esta "causa".&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; A toda a organização desejo a continuidade do sucesso alcançado nas anteriores edições. Felicito a equipa pela dinâmica, pela promoção do desporto e da região.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Um destaque especial ao José Brito e à Otília Brito; bem hajam pelo trabalho desenvolvido, pela capacidade de envolver e agregar vontades.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Boas corridas!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; No próximo fim de semana, saibamos todos, entroncamentenses, dar um férreo abraço aos que nos visitarem. No sorriso, na palavra, na informação, no acolhimento. Saibamos receber. À chegada, "seja bem vindo"; à partida "volte sempre". E provavelmente, voltarão...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="text_exposed_root text_exposed"&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="fbPhotoSnowliftTagList" class="fbPhotoTagList"&gt;&lt;span class="fcg"&gt;  &lt;span class="fbPhotoTagListTag withTagItem tagItem"&gt;&lt;a id="js_50" class="textTagHovercardLink taggee"&gt;(a foto magnífica foi roubada a um amigo, que espero possa fazer muitas outras, no dia 1)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2012-02-17T16:19:25</issued>
    <title>GRANDE PRÉMIO DA PÁSCOA DE CONSTÂNCIA 2012</title>
    <published>2012-02-17T16:21:25Z</published>
    <updated>2012-02-17T16:21:25Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Carta aberta ao Presidente da Câmara e um apelo a mais manifestos, junto dos mesmo através do email geral@cm-constância.pt&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Exmº Sr. Presidente&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="ecx" style="font-size: small;"&gt;Foi uma consternação quando soube, hoje, que o Grande Prémio da Páscoa de Constância tinha sido cancelado. Telefonei de imediato e ouvi a sua confirmação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Uma opção inscrita nas contenções orçamentais&lt;span class="ecxtext_exposed_show"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span"&gt;&lt;span class="ecxtext_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span"&gt;&lt;span class="ecxtext_exposed_show"&gt;Uma das provas mais emblemáticas, sem dúvida, do nosso calendário desportivo, não só pela envolvente paisagística, mas também pela quadra e pela afetividade com que todos os praticantes de atletismo, desde os mais jovens aos "resistentes" com muitas rugas no rostos, eram acolhidos na Vila Poema. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span"&gt;&lt;span class="ecxtext_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span"&gt;&lt;span class="ecxtext_exposed_show"&gt;Contava mais de duas décadas... &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span"&gt;&lt;span class="ecxtext_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span"&gt;&lt;span class="ecxtext_exposed_show"&gt;Permita-me que, além de manifestar a frustração pelo cancelamento enquanto amante da modalidade, expresso a minha tristeza pelo imenso significado afetivo que correr em Constância, em memória da minha filha significava para mim. Algo irrisório, é certo para os demais, mas não para o grupo que anualmente me acompanhava nesta homenagem. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span"&gt;&lt;span class="ecxtext_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span"&gt;&lt;span class="ecxtext_exposed_show"&gt;Apelo a que o Grande Prémio da Páscoa de Constância se realize. A não se realizar, deixará um vazio imenso no quadro do atletismo nacional. Uma tradição que importa manter. Um evento desportivo que pela sua importância, marca e originalidade integra o nosso património e a identidade de Constância.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span"&gt;&lt;span class="ecxtext_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span"&gt;&lt;span class="ecxtext_exposed_show"&gt;Em meu nome e no de muitos atletas com quem tenho falado, julgamos que a inscrição sob um determinado preço, poderia ajudar a colmatar as despesas inerentes e, por ventura, reverter a decisão tomada. É esse o meu apelo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span"&gt;&lt;span class="ecxtext_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span"&gt;&lt;span class="ecxtext_exposed_show"&gt;Não deixe que o Grande Prémio de Constância morra. Há tradições indissociáveis das festividades do concelho e de Nossa Senhora da Boa Viagem. Esta é uma delas. Constância é poema, mas também é arte, beleza e desporto. A sua identidade é a constância de ser Constância.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span"&gt;&lt;span class="ecxtext_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span"&gt;&lt;span class="ecxtext_exposed_show"&gt;Com os melhores cumprimentos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span"&gt;&lt;span class="ecxtext_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="ecxApple-style-span"&gt;&lt;span class="ecxtext_exposed_show"&gt;Ana Paula Pinto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2011-12-25T23:31:23</issued>
    <title>Trilhos do Almourol</title>
    <published>2011-12-25T23:32:23Z</published>
    <updated>2011-12-25T23:34:56Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Inscrição feita! Agora é treinar :-)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=StmyZq68oG18yZllpupp"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5207cd8f/9813882_UkMk9.jpeg" alt="" width="400" height="199" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;1 de Abril de 2012&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:alemvirtual:75094</id>
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    <issued>2011-12-18T20:30:58</issued>
    <title>Votos de Boas Festas</title>
    <published>2011-12-18T21:18:08Z</published>
    <updated>2011-12-18T21:28:09Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;A importância das coisas é sempre relativa. A interpretação de palavras, gestos ou ações dependem, em muito, do contexto e da carga afetiva e emocional com que se percecionam e se lhes atribui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há meses que não escrevo nada nos blogs. No entanto, verifiquei que, intencionalmente, ou não, muitas pessoas continuam a "visitar" este espaço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A todos os que de alguma forma interagem comigo quero expressar votos de Boas Festas. Que esta quadra natalícia (independentemente do seu significado religioso, que será o que cada um quiser que seja) marque positivamente a todos. Seja oportunidade de reflexão, de renovação e construção de novos caminhos e novos rumos, pessoal, familiar e socialmente; que as vivências menos boas, constituam oportunidades de melhoria e delas saibamos retirar o que de bom possam ter significado; que, cada um de nós, encontre a motivação no seu íntimo e no seio do seu núcleo para seguir novos ou antigos projetos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por mim, agradeço o apoio dos amigos mais, ou menos chegados do "mundo da corrida" que, ainda que dele me tenha afastado, não se afastaram de mim. Não faço promessas vãs de regresso aos treinos e às corridas, mas fica a intenção de encerrar um ano "velho", começando novos projetos. Termina 2011 com poucas participações em provas, mas começará 2012 com um outro significado e, quem sabe, mais um recomeço. Insistir, persistir e não desistir, um lema para tudo na nossa vida. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Boas corridas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Festas Felizes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=1W8P2sbEmEviHoJRvanE"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0907f0c2/9728274_ZJPlz.jpeg" alt="" width="500" height="375" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-10-27T00:16:47</issued>
    <title>Amigos para sempre</title>
    <published>2011-10-26T23:29:11Z</published>
    <updated>2011-10-26T23:30:28Z</updated>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/koSEfJeq6yU" width="456" height="399" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;
&lt;div id="watch-description-clip"&gt;
&lt;div id="watch-description-text"&gt;
&lt;p id="eow-description"&gt;Andre Rieu - Amigos para siempre 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Friends for life, composed by Andrew Lloyd Webber 1992)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I don't have to say&lt;br /&gt;A word to you&lt;br /&gt;You seem to know&lt;br /&gt;Whatever mood&lt;br /&gt;I'm going through&lt;br /&gt;Feels as though&lt;br /&gt;I've known you forever&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;You can look into my eyes and see&lt;br /&gt;The way I feel and how&lt;br /&gt;The world is treating me&lt;br /&gt;Maybe I have known you forever&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigos para siempre&lt;br /&gt;Means you'll always be my friend&lt;br /&gt;Amigos para siempre&lt;br /&gt;Means a love that cannot end&lt;br /&gt;Friends for life&lt;br /&gt;Not just a summer or a spring&lt;br /&gt;Amigos para siempre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We share memories&lt;br /&gt;I won't forget&lt;br /&gt;And we'll share more,&lt;br /&gt;My friend,&lt;br /&gt;We haven't started yet&lt;br /&gt;Something happens&lt;br /&gt;When we're together&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;When I look at you&lt;br /&gt;I wonder why&lt;br /&gt;There has to come&lt;br /&gt;A time when we must say goodbye&lt;br /&gt;I'm alive when we are together&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigos para siempre&lt;br /&gt;Means you'll always be my friend&lt;br /&gt;Amigos para siempre&lt;br /&gt;Means a love that cannot end&lt;br /&gt;Friends for life&lt;br /&gt;Not just a summer or a spring&lt;br /&gt;Amigos para siempre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I don't have to say&lt;br /&gt;A word to you&lt;br /&gt;You seem to know&lt;br /&gt;Whatever mood&lt;br /&gt;I'm going through&lt;br /&gt;Feels as though&lt;br /&gt;I've known you forever&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;You can look into my eyes and see&lt;br /&gt;The way I feel and how&lt;br /&gt;The world is treating me&lt;br /&gt;Maybe I have known you forever&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigos para siempre&lt;br /&gt;Means you'll always be my friend&lt;br /&gt;Amigos para siempre&lt;br /&gt;Means a love that cannot end&lt;br /&gt;Friends for life&lt;br /&gt;Not just a summer or a spring&lt;br /&gt;Amigos para siempre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Instrumental)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;When I look at you&lt;br /&gt;I wonder why&lt;br /&gt;There has to come&lt;br /&gt;A time when we must say goodbye&lt;br /&gt;I'm alive when we are together&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigos para siempre&lt;br /&gt;Means you'll always be my friend&lt;br /&gt;Amigos para siempre&lt;br /&gt;Means a love that cannot end&lt;br /&gt;Friends for life&lt;br /&gt;Not just a summer or a spring&lt;br /&gt;Amigos para siempre&lt;br /&gt;Amigos para siempre&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id="watch-description-extras"&gt;
&lt;ul id="eow-tags" class="watch-info-tag-list"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/koSEfJeq6yU" width="420" height="315" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:alemvirtual:74738</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://alemvirtual.blogs.sapo.pt/74738.html"/>
    <issued>2011-10-05T20:07:10</issued>
    <title>1º Passeio BTT - CADE Entroncamento</title>
    <published>2011-10-05T20:16:26Z</published>
    <updated>2011-10-08T15:01:27Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=3VwBcKP1jkHA96k47J3W"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc407230e/9245171_IsAiC.jpeg" alt="" width="500" height="375" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este foi o meu dorsal. Uma recordação a arquivar no álbum de memórias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=VazLyyE8U4AdC9QR2FQv"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5a07aa31/9257167_HpngC.jpeg" alt="" width="500" height="374" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Organizado pelo CADE (Clube Amador de Desportos do Entroncamento, Secção de BTT), teve lugar o 1º Passeio BTT.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;À organização, desde já, sinceros parabéns. O percurso estava bem marcado. O apoio foi excepcional. A segurança, uma prioridade. Os abastecimentos bem colocados e bem "guarnecidos", facto que é ainda mais digno de registo se atendermos a que as inscrições para as provas foram totalmente gratuitas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Pela manhã magnífica que proporcionaram a todos os participantes (atletas, famílias, crianças e jovens e a estreantes como eu), bem hajam. Sem dúvida que o Clube, através da promoção do BTT e, de uma maneira geral, da promoção de hábitos de vida saudável, motivando para esta prática desportiva alcançou plenamente os seus objectivos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Esta é uma zona bonita, com uma mancha florestal que vai resistindo ao flagelo dos incêndios. Possui trilhos diferentes e variados no seu grau de dificuldade técnica. Aconselha-se a sua descoberta...&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Lamento não referir o nome dos atletas classificados nos primeiros lugares das diferentes provas,  mas os resultados, certamente poderão ser consultados no site do CADE &lt;a href="(http://www.cade.pt/)"&gt;(http://www.cade.pt/)&lt;/a&gt; ou em &lt;a href="http://bttcadeentroncamento.blogspot.com/"&gt;http://bttcadeentroncamento.blogspot.com/&lt;wbr /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=k7iNSCDVN5wav4unjzIE"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bb907a24d/9245337_P9cqZ.jpeg" alt="" width="354" height="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vivi uma experiência fantástica! Fabulosa! Não imaginava que, além da corrida, outra modalidade desportiva me proporcionasse esta sensação tão intensa de prazer. O contacto com a Natureza é profundamente revigorante...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recordo-me de, certa vez, teria eu cerca de 16 ou 17 anos, descia velozmente na minha Sirla lilás uma estrada de terra, num lugar chamado Vale de Poços, quando, não atenta a um cruzamento, esbarrei contra uma motorizada que subia, oculta pela curva que existe naquele lugar. O senhor ficou cheio de escoriações e eu, com tamanha vergonha, que nunca mais repeti uma experiência de duas rodas. Aquele arrojo a pedalar perdeu-se no tempo...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voltando ao presente... Um desafio é sempre uma tentação. Neste caso, a tentação era pedalar 25 Km e o desafio colocado a mim mesma. de mim para mim. Parecia fácil...teria alguns dias (julgava eu) para treinar...Nada como experimentar...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim foi, ou quase... e treinos, zero! Bicicleta emprestada na véspera por um...calções e outros apetrechos por outro...capacete por um outro...enfim, tudo emprestado. De minha propriedade só a loucura (diria alguém) de me meter nestas andanças...melhor dizendo, pedaladas!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contando o percurso da prova (25 Km) e a distância de ida e volta de minha casa ao local de partida/chegada, fiz um total de 32Km, 690m. Pedalei algumas vezes e passeei os 18 quilos da bicicleta outras tantas. Tecnicamente não caí, mas nem por isso deixei de "sentir o contacto" com as silvas e os seixos dos trilhos. Orientei mal a bicicleta, escolhendo os piores locais para passar; as mudanças foram uma "carga de trabalhos"; os medronhos uma tentação para comer, mas em contrapartida, o grupo que me acompanhou nunca deixou de incentivar e dizer que estava no "bom caminho". A companhia do Rafael, do filho Ricardo e dos dois elementos da organização que fechavam esta prova foram determinantes para que chegasse ao fim, feliz, inteira e com vontade de repetir. Assim, haja bicicleta e vontade de esmurrar o nariz...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-09-06T22:56:25</issued>
    <title>I Trilhos dos Templários</title>
    <published>2011-09-06T22:03:13Z</published>
    <updated>2011-09-06T22:03:13Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=4mfT31Wv8mFZtzjfustu"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B6d0746b2/9053779_niq58.jpeg" alt="" width="500" height="334" /&gt;&lt;/a&gt;NO AQUECIMENTO&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=ZwIapyZ3Cfb8ikqOFSnD"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B81077b1c/9053780_TJ027.jpeg" alt="" width="500" height="334" /&gt;&lt;/a&gt;PARTIDADA PROVA&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=731Gjb9r18KzI7AnuMjm"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B2207e081/9064487_HsN3H.jpeg" alt="" width="333" height="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Numa subida&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=hRwqEP5dQH0vzoe5Z99p"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd1078fb3/9064490_ife8P.jpeg" alt="" width="500" height="335" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quase na Meta&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;15 km, lindos, lindos...numa rota de História, Lendas e Mistérios...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deu-me quase tanto prazer escrever sobre isso, como correr nestes trilhos...o prazer da corrida permanece...as palavras apagaram-se:-)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1h 51 min 45 seg&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://trilhosdostemplarios.blogspot.com/"&gt;http://trilhosdostemplarios.blogspot.com/&lt;wbr /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Parabéns a todos os participantes. Parabéns à organização. Posso repetir? :-)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-08-31T23:43:39</issued>
    <title>I Trilhos dos Templários</title>
    <published>2011-08-31T23:07:04Z</published>
    <updated>2011-08-31T23:07:04Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=6Z1zZzup2wfTfCO8JYAp"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor; margin-right: auto; margin-left: auto; display: block;" src="http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd107238c/9026047_qo8zj.jpeg" alt="" width="188" height="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=F7QwWmbHNbQlGZjcmPNT"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Ba1075361/9026051_RZc0Y.jpeg" alt="" width="464" height="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os Templários têm inspirado muitas corridas...ao lendário tesouro... ao misticismo...ao esoterismo...à busca do Santo Graal...a ligações mais ou menos plausíveis, mais ou menos credíveis...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Certo, certo é que estamos na "Rota Templária"; e certo, certo é que se realizará, no próximo domingo uma corrida que promete ser um êxito: I Trilhos dos Templários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não sei se vou, mas inscrevi-me. E agrada-me ver o meu nome na lista...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(a T-shirt é um bom incentivo, não é?)&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-08-30T14:56:08</issued>
    <title>Uma vida de ternura</title>
    <published>2011-08-30T13:59:31Z</published>
    <updated>2011-08-30T13:59:31Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Ana Margaret Pinto Cotovio Dias Martins (Margot), 30.08.83 a 31.08.07&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=qDmHpR6ufB6rJTFvK15D"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B7407920c/9016432_Nbz6H.jpeg" alt="" width="375" height="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não morreste, apenas deixaste de ser vista. Vives para sempre no coração de quem te ama.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, num lugar, que não sabemos onde fica, continuas a espalhar sorrisos e a velar por nós.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em todos os momentos que recorremos à tua intercessão junto de Jesus, sentimos a ternura do teu amparo. Tornaste-te&lt;br /&gt;uma “estrelinha” que brilha, iluminando o caminho dos que ainda percorrem estes trilhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recordamos-te com saudade, mas sempre “com um sorriso no rosto” como dizias, tantas vezes e com a força que nos ensinaste a ter.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não importa o tempo que passa. Nunca te esqueceremos. Em breve, voltaremos a abraçar-nos. Até lá, unimo-nos em oração, não por ti, que alcançaste a Luz Eterna, mas por nós que aguardamos, nas trevas da vida terrena. Na certeza da tua glória na Casa do Pai, dizemos apenas “até à vista”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Parabéns, Filhota!&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-08-20T23:11:41</issued>
    <title>Missa em memória da Margaret (Margot)</title>
    <published>2011-08-20T22:28:17Z</published>
    <updated>2011-08-21T13:01:59Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer" style="float: left;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=N3bKa3RZ8tcfnes35BPz"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B57076473/8971547_NaOTc.jpeg" alt="" width="348" height="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Quase 4 anos...Quatro anos sobre o último teu aniversário de nascimento. Esse é que importa. Entre esse dia e o dia do teu falecimento decorreu a tua vida. Uma vida de 24 anos. Exigente, inconformada, lutadora. Aliaste a beleza à inteligência. A sensibilidade e a emoção, à razão. Foste Luz. Foste Paz. Foste Martírio. Foste Paixão. Poucos estiveram à tua altura. E foi assim, linda e meiga que partiste. Com um sorriso no rosto e a ternura no olhar. Repousas em tons de azul, porque tu foste (e és) uma Estrelinha Azul, que partiu cedo em busca do seu lugar no céu. Junto do Pai, tu brilhas e velas por todos nós.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Dia 31 de Agosto completam-se quatro anos sobre esse dia da partida. Deixaste muitas saudades em todos quantos te conheceram.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Dia &lt;strong&gt;2 de setembro, pelas 19h 15 min, em Constância&lt;/strong&gt;, na Igreja Matriz, será celebrada missa em tua memória. A todos os amigos que queiram e possam estar presentes, nós ficaremos gratos por, em conjunto, recordá-la e dizer alto o seu nome.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Menina-mulher, tanto nos ensinaste!&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A&lt;em&gt;s coisas vulgares que há na vida&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Não deixam saudades&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Só as lembranças que doem&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ou fazem sorrir&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Há gente que fica na história&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;da história da gente&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;e outras de quem nem o nome&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;lembramos ouvir&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;São emoções que dão vida&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;à saudade que trago&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Aquelas que tive contigo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;e acabei por perder&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Há dias que marcam a alma&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;e a vida da gente&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;e aquele em que tu me deixaste&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;não posso esquecer"&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ninguém pode esquecer...&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Amo-te, filha&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p id="SAPORTECursorMarker9216"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p id="SAPORTECursorMarker3715"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-08-17T22:29:24</issued>
    <title>*(^_^)*</title>
    <published>2011-08-17T22:06:15Z</published>
    <updated>2011-08-17T22:06:15Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;47 minutos!&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Depois de quase quinze dias sem correr, o treino de hoje foi duro. É certo que, durante estes últimos dias, fiz algumas caminhadas. Subidas acentuadas, descidas abruptas, quilómetros sob um sol quente. Mas caminhar não é a mesma coisa, se bem que os músculos se tenham ressentido e acusado o esforço. O objectivo também não era treinar. Era apenas descobrir, desfrutar, viver intensamente a paisagem que se oferecia diante dos olhos. Senti-la. E sentia. Como a senti! Imensa. Deslumbrante. Contrastante. Ora verde e fresca. Ora seca e árida. Em comum, o azul do céu confundindo-se com o azul do mar.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Subi acima das nuvens. Vi-as surgir do nada. Subiam do mar. Ganhavam forma trepando a montanha. Envolviam-na e corriam na outra vertente, encosta abaixo. Engrossavam tornando a luz do dia difusa, como um banco de nevoeiro. Uns metros à frente, os raios de sol. Atrás, num cume próximo o calor constante, mas aqui, neste ponto rasgado do maciço, o ar arrefecia rapidamente; a vegetação brilhava em pérolas de água; e o vento irado levantava-se em rajadas, talvez em protesto contra os assaltantes que aqui se aventuravam.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Desci em direcção ao mar. Serpenteando as montanhas em voltas rápidas como abraços dados de fugida.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Voltei a subir. De repente, a paisagem muda. De verde luxuriante transforma-se em tons ocres, cinzas e negros. A rocha escarpada ostenta as diferentes camadas de rocha e sedimentos, ilustrando o seu processo de formação. A grandeza das escarpas acentua a pequenez e a fragilidade da pessoa. Imponentes erguem-se sobranceiras ao mar. Abismos profundos que estonteiam o olhar. E eu ali, olhando, absorvendo a limpidez do meio, a pureza do ar, o silêncio envolvente.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;...&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Caminhei...&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Hoje corri. Amanhã voltarei (certamente) a correr. Trago em mim um pouco daquela magia. Momentos mágicos que se revivem correndo...&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-08-03T21:13:10</issued>
    <title>Por aqui...</title>
    <published>2011-08-03T21:43:28Z</published>
    <updated>2011-08-03T21:43:28Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Sente-se o hálito quente da Terra como se estivesse prestes a vomitar fogo. Aquele fogo que lhe arde nas entranhas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No pico do Verão, os campos secos abrem-se gretados, o pó solta-se nos desenhos caprichosos que as últimas chuvas desenharam. O pinhal liberta um cheiro intenso a seiva e a caruma. As urzes, despidas do roxo anterior, resistem à inclemência do sol de estio. Aqui e ali, ainda persistem pequenas ribeiras e essas são a nota fresca num mundo que parece abrasar. Adivinham-se pela linha verde de silvados e erva viçosa. Contrastam com a secura instalada ao redor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Este tem sido um Verão ameno, ventoso, estranhamente "temperado" numa zona habitualmente quente e seca. Mas o Verão nem sempre veste a roupa de mendigo. Por vezes, nasce orgulhoso, soberbo e, de rompante, apresenta-se em dias tórridos que me recordam o tempo de infância.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em gaiata, o sol começava tímido no mês de Maio fazendo os campos cobrirem-se de "azedas" e malmequeres e, pouco  pouco, intensificava-se até se tornar abrasador no mês de Agosto. Depois, em Setembro amenizava nas primeiras chuvas e em Outubro despedia-se em dias cinzentos. Nessa altura, regressava à escola e esperava o prenúncio do bom tempo e das brincadeiras ao ar livre, que associava ao mês de Maio. Se, por acaso, Maio vinha rabugento com relâmpagos e trovões, refugiava-me nos braços da minha mãe, ou da minha irmã mais velha. Apaziguada a fúria da trovoada, regressava à brincadeira com a Luzinha, a Lurdinhas, a Blita e a Leninha, já esquecida do tormento anterior.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Agora não é assim. Ou pelo menos acho que não é assim. As memórias, por vezes, turvam-se e esbatem-se. As recordações imprimem uma continuidade que nem sempre será fiel à realidade. Tendemos a generalizar o que foi apenas momentâneo. São momentos que marcaram, por isso se destacam de todos os outros. Gosto do mês de Maio. Nunca gostei do mês de Agosto.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Hoje foi um dia de Verão. Daquele Verão quente de outros tempos (começo a ficar saudosista, sentimento marcadamente próprio da meia idade, para não dizer da terceira idade, já que não gosto de "ordinarices" Primeiro, segundo, terceiro, só na Meta faz sentido e a mim basta-me lá chegar).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Corri. 1h 03 min. Ainda longe de treinos regulares, mas com alguma vontade de recomeçar. A estrada de asfalto acompanha-me quase todo o percurso, mas ao lado corre o pinhal comigo. De vez em quando, piso algum trilho mais aberto. Lanço mão de umas amoras pequenas e definhadas, mas sinto-me como se tivesse assaltado uma quinta. Traquina corro com um sorriso mais largo que os passos que consigo dar. Ainda assim,  penso estar no bom caminho. Rumo certo de quem quer correr com rumo...&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-07-27T19:44:15</issued>
    <title>De rastos como um cão...</title>
    <published>2011-07-27T19:14:46Z</published>
    <updated>2011-08-05T23:33:22Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Como cão que é, claro! Não eu, mas ele. Chama-se Dharma. Tem um focinho "aterrador" com um olhar de uma imensa ternura. "Casca grossa" como a "dona". Por outras palavras, a brutalidade é mais aparente. Por fora parece bicho ruim. Por dentro, o bicho, em vez de coração, deve ter um favo de mel. O que de mais agressivo faz na vida é chorar como uma criança se, por acaso, fica só. Raio de cão este!&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Adiante...&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Já era tempo de voltar a correr. Hoje, pela manhã, ocorreu-me a brilhante ideia de arranjar companhia. Indecisa deixo passar algum tempo. O sol vai tomando força. A temperatura aumenta. Ora... nada que não seja suportável. Olho várias vezes para o cão.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Vou buscar a trela e os seus acessórios. Mal levanta a cabeça, dorminhoco. Pensando que vai dar apenas um passeio, decide-se a erguer, ainda meio trôpego; Abana o rabo satisfeito e olha para mim, como se visse a Madre Teresa de Calcutá (sem a mais leve ofensa, já que admiro porfundamente a sua obra e sou cristã, católica e assumo em todo o lado a minha fé).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A primeira meia hora foi fantástica. Eu sentia-me leve. Sem treinos dignos de registo, estava admirada comigo mesma. O cão, esse com menos treinos ainda, parecia não perceber que o ritmo se deve manter. Mas não. Puxava com força e corria feliz. Eu mal o podia acompanhar. Comecei, entretanto, a ouvir uma respiração ruidosa e ofegante. A língua atirada para um lado aumentava de tamanho a olhos vistos. Temi que arrojasse no chão. Tínhamos passado há uns minutos atrás pela zona relvada do Complexo Desportivo, onde os aspersores regavam a relva. Na altura pensei que, ao regressar aí nos iríamos refrescar. Eu e o Dharma. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O ritmo do cão decrescia, até já não passar de um andar arrastado. Fez menção de parar, várias vezes. Incentivei-o a prosseguir. Até ao limte das suas forças (que são muitas).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao aproximarmo-nos, de novo, da zona relvada, mais fresca e aprazível, o pobre do bicho já caminhava lentamente. Arrastava-se com esforço. Resolvi andar. Solidariamente com ele, lá chegámos. mas os repuxos já não deitavam uma gota que fosse. Que decepção.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Eis-nos com os pés na relva. Molhada, encharcada, em alguns pontos. Foi demais para o bicho. Desistiu. Mandou-se para chão e aí ficou, patas esticadas, como frango no churrasco. Bebeu das poças de água que se tinham formado. Arrastou-se escassos centímetros para beber de novo. Os meus pés afundavam-se na água e os meus lábios abriam-se num enorme sorriso. Maior ainda que o dele. Aquela boca escancarada; os olhos suplicantes; o pedido mudo "Deixa-me aqui. Estou de rastos como um cão"...&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;E eu deixei...por longos minutos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas tínhamos de chegar a casa. Pata aqui, pata ali, pata acolá... tropeções nas escadas. Engano na porta (queria entrar logo para o 1º andar). Por fim, a salvo! Fugiu de mim como Diabo da Cruz. Foi a minha vez de me arrastar. Melhor, de me arrastar porque o arrastava a ele até à banheira. Bem o puxei e empurrei. Pesa quase tanto como eu e, uma corpo em recusa, pesa ainda muito mais! Enfim, lá colaborou e saltou para dentro. Chuveirada no Dharma... Sacudidelas que me encharcaram... Inundações como se um cano tivesse rebentado...&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;E a esta hora ainda o pobre do cão está na posição "frango no churrasco".  &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Corridas? Bahhh...não me revelo interessado....&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=dPvwEIhzS05SQNzsVOwU"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B17073d69/8869927_NI0Bv.jpeg" alt="" width="500" height="335" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Dharma e o seu super sorriso (antes da corrida, evidentemente)&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-07-12T14:59:48</issued>
    <title>De olhos postos no rio - eXmotiON . 2011 - Abrantes</title>
    <published>2011-07-12T14:32:44Z</published>
    <updated>2011-07-29T18:31:01Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Uma propriedade rural acolheu o II Acampamento eXmotiOn 2011, Juventude Popular, organizado pelo Bruno e Thomas Matafome. Dois jovens dinâmicos que induzem dinamismo, motivam e cativam. Vale a pena "alinhar" com eles! Ficamos enriquecidos pela partilha de experiências e surpreendidos com tanto que o jovens têm para nos dar. Com este grupo, o companheirismo, o sentido social, os valores tradicionalmente defendemos e a alegria imensa de viver, fascinam-nos. Reforçam a vontade de acreditar que o amanhã será, certamente, um futuro de certezas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O local é paradisíaco. Recantos deste Portugal interior, de contrastes entre o tom ocre da terra, o azul profundo da água e o verde eterno dos campos. Cheira a seiva de pinheiro e a caruma seca no chão; a sobreiros e a amoras maduras que se oferecem às mãos ávidas e tingem a boca de um roxo quase negro. Cheira a lodo que vem do rio. É um mundo de aromas que se misturam. Um mundo de cor e de frescura. A tranquilidade da vida calma feita ao ritmo da natureza. Absorve-se como este ar que dizem “forte”. Respira-se serenidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Oferecem-se inúmeras atividades. A maior parte, desportos aquáticos, desde a canoagem ao pólo. Podia, igualmente, optar pelo descanso na quinta. Caminhar pelos trilhos ou aventurar-me na solidão aparente da floresta.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fala-se, no grupo, de vida selvagem, mas também dos rebanhos aos cuidados do pastor. Contam-se incursões de javalis às hortas em quintas vizinhas. Ouço o canto de inúmeras aves que não distingo. Algumas, ocultam-se entre as copas das árvores, outras cruzam audazes o meu caminho. Destacam-se os altos ninhos das cegonhas, a majestade do seu voo elegante e os ensaios tímidos dos mais jovens. Recordo-me da cor rosada dos flamingos, mais perto da foz, e do branco imaculado das garças, a montante. Decido que, numa outra vez, irei observar a vida das aves. Hoje, quero viver o rio por dentro. Dentro da água, dentro de si.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os jovens montaram tendas junto de uma lagoa que as nascentes alimentam todo o ano. Mais abaixo, num desnível acentuado, corre o rio. Num futuro próximo, poderei ocupar uma das casas palafíticas de madeira que aqui se irão construir. Dormirei de olhos postos no rio.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A tarde está quente. Sopra uma brisa suave. O céu, de tão azul, tornou a água quase platinada. Uma das infinitas variações de cor que oferece um rio sempre diferente.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os jovens dividem-se por duas carrinhas de apoio. Subo para um jipe que aguarda e parte-se para mais longe. Atrás, levanta-se uma nuvem de poeira que torna difuso o caminho. À frente, a nitidez dos contornos da aventura que aqui iniciava. Ia fazer canoagem.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Parámos numa enseada, uns bons quilómetros depois.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Alinham-se as canoas. Agrupam-se os pares. Aperta-se o colete. Pega-se na pagaia. Ouvem-se as instruções dos monitores. E partimos. Deslizamos suavemente no rio. E é nesse momento, quando se vê o rio de “dentro” que a beleza do seu leito e o encanto das suas margens se revelam.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Neste percurso, o Tejo nem sempre corre aberto nos campos. Nem sempre os salgueiros o aconchegam nos seus braços. Nem sempre as suas águas desnudam os seixos redondos do fundo. Surpreendentemente, o rio afunda-se em abismos de zonas escuras. Outras vezes, trava uma luta contra rochas pontiagudas, ou enreda-se em remoinhos estranhos. Revolto, parece correr contra o próprio destino que o aguarda na foz. Nestes pontos, rochas escarpadas e abruptas descem até ao rio. Sem margens suaves para se alargar, aperta-se nesses corredores de pedra.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As canoas saltam e sua progressão lenta, cede lugar a uma rápida descida. Salpicos refrescam o corpo, ou massas de água atingem-nos de rompante. Depois, tão depressa como se iniciou, tudo volta a ficar sereno. De novo, as pagaias impulsionam delicadamente a canoa. Em movimentos ritmados progride-se rio abaixo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Olho para trás. As canoas reagrupam-se. São pinceladas coloridas como pingos de tinta caídos na água.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O sol começa a descer no horizonte. O rio assume tonalidades fortes de azul e prata. A luz refletida, ofusca o olhar.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao entardecer, as aves regressam aos ninhos em chilreios estridentes. Nos mouchões, para os lados de Salvaterra, será a hora de milhares de garças brancas se empoleirarem nos ramos onde pernoitam. Mais à frente, flamingos rosados procurarão a última refeição do dia. Toda a Natureza descansará nos tons púrpuras da tarde. E o rio, pouco a pouco voltará a encerrar os seus segredos aos visitantes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No dia seguinte, experimentarei uma sessão de esgrima. Mas isso será uma outra história, também ela de olhos postos no rio. Por hoje, depois do convívio ao jantar, deixo-me envolver pela escuridão da noite. Olho para o céu de um negro profundo, tão cintilante de estrelas como nunca tinha visto. É o céu que se vislumbra longe das luzes artificiais dos candeeiros das ruas. Aqui, há apenas paz e a ilusão de se poder tocar no firmamento; E a certeza do rio que corre perto.  &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ana Paula Pinto&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Julho de 2011&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=f6JJLo1q8872IjmeaQN6"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B8906fdfa/8790883_RI6wz.png" alt="" width="425" height="319" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=VYKrFRN9H3ytstz5UpaM"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B7d06068b/8790889_ooZsA.jpeg" alt="" width="500" height="333" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=8zuIKZBurtfWd4OaZbgJ"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0506b1c1/8790943_4YL5v.png" alt="" width="485" height="362" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=ZZEODTfPWVrrg8YN1u0y"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B67069733/8790967_bIJS9.jpeg" alt="" width="500" height="333" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=ABsqrzdc6YZ7G5NZBQZu"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bed060451/8790911_0N7TJ.jpeg" alt="" width="500" height="333" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-05-29T15:55:31</issued>
    <title>7ª Edição da Corrida das Pontes</title>
    <published>2011-05-29T16:04:23Z</published>
    <updated>2011-05-29T16:04:59Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer" style="text-align: center;"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=Z3rRZbKH1nDig6mUzjf3"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Be6060fac/8560553_pC27v.jpeg" alt="" width="419" height="295" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É uma prova que gosto de fazer. De ano para ano, mais e mais atletas se rendem ao vale do Sorraia e aos encantos de correr olhando os campos de arroz e as cegonhas em busca de alimento nas terras férteis e escuras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não sei quantos eram este ano. Mas éramos muito. Uma mancha colorida atravessava as pontes, outrora cinzentas e agora pintadas de um laranja vivo e brilhante. Uma nota de cor nesta terra ribatejana de rosto voltado para a calmaria do Alentejo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Clube de Atletismo do Sargento da Armada classificou-se em 5º lugar, por equipas, e alguns colegas meus nos primeiros lugares dos seus escalões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mal terminou a prova deixei Coruche e, com pena minha, o convívio que, habitualmente, fazemos. Cheguei quase na hora de Partida e parti mal tinha chegado à Meta. Porém, durante a prova, tive tempo para "pôr a conversa em dia"...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que alegria quando nos reencontrámos! Há muito tempo que não corríamos juntos. Como no rosto de crianças que se juntam para brincar, abre-se em nós um sorriso que não cabe em palavras...Além de todas as cores em movimento, tem a cor da amizade...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fiz aquilo que atleta nenhum deve fazer; da prova fazer um treino. Porém, se não fosse o pretexto desta prova teria passado mais um dia, a juntar a muitos outros, sem correr. Assim, durante 1h 02 min, corri em ritmo muito lento. Renasceu aquela sensação imensa de liberdade, de pertença a um outro mundo. Um mundo mais simples, mais solidário e afectivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Corre-se por muitos motivos. Motivamo-nos porque corremos. As palavras dispensam-se no prazer de uns passos de corrida. O olhar regista a beleza da paisagem. O coração grava mais umas memórias. Corro com a "minha sombra", mas também corro sozinha. Em cada passo o meu mundo. Ao lado corre um mundo diferente. Em comum, uma amizade imensa e a afinidade da corrida. Juntos voamos com as cegonhas. Olhamos os campos do alto. Sem esforço cruzamos os ares, em gestos graciosos de asas pretas e brancas. Somos livres. Somos gente e somos aves. Somos terra e alimento. Somos água e somos vida. Somos lodo e somos verde. Somos apenas pessoas felizes...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pergunta-me por trails. A juntar àqueles que conhecemos, outros em "Primeira Edição". A montanha é diferente da estrada. Sem dúvida que a prefiro, mas este ano...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não importa. Nem sequer quantas vezes vou correr. Cada vez é única. E cada vez que corro, sou uma cegonha neste céu, ou uma gaivota no mar que deixei para trás...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando não corro, sou muito menos; quase nada. E quando eu deixar de correr, sei que outros o farão por mim...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-05-25T13:38:40</issued>
    <title>A Ponte para a Eternidade</title>
    <published>2011-05-25T12:59:27Z</published>
    <updated>2011-05-25T12:59:27Z</updated>
    <content type="html">&lt;div class="title"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: small;"&gt;“ Não sei onde estás, mas vives algures neste planeta e, um dia, tu e eu vamos tocar neste portão onde toco agora. A tua mão tocará nesta madeira, &lt;em&gt;aqui!&lt;/em&gt; Depois, atravessá-la-emos e transbordaremos de futuro e de passado, e seremos um para o outro como nunca ninguém foi. Não sei porquê não nos podemos conhecer agora. Mas, um dia as nossas perguntas serão respostas e seremos surpreendidos por algo tão brilhante… e cada passo que dou é um passo mais numa ponte que temos de atravessar para nos conhecermos. Depressa, por favor!”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="title"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div class="posttext"&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;(A Ponte para a Eternidade – Richard Bach)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=iOq9BgzIhp58nagtaE1T"&gt;&lt;img style="border: 0px;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B2006d937/8541581_BGJh6.jpeg" alt="" width="500" height="375" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2011-05-23T22:03:46</issued>
    <title>Canoagem</title>
    <published>2011-05-23T22:43:24Z</published>
    <updated>2011-05-25T12:20:57Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;Não corri, mas remei.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Esta foi a minha primeira experiência em canoagem no Tejo. Já tinha descido o Zêzere, desde a barragem do Castelo de Bode até Constância. Um rio cristalino e fresco, com margens verdes e pequenos rápidos com seixos redondos e rochas pontiagudas. O Zêzere é um rio impetuoso como um jovem. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas o Tejo é o "nosso rio". Foi numa vila ribeirinha que nasci. O rio é como as raízes que nos fixam à terra; é a ligação que permanece de uma memória quase colectiva, de um passado local construído em torno do rio. Do rio e da labuta da população nas suas águas, tantas vezes traiçoeiras...mas isso é uma outra &lt;em&gt;estória&lt;/em&gt;...&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O dia nasceu esplêndido. Céu azul, sol intenso e uma brisa fresca agitando os salgueiros...uma cumplicidade vivida entre a água corrente e a folhagem que nela mergulha. A intimidade de uma canção em notas de suaves mumúrios... e neste quadro de azul e verde, as canoas coloridas deslizando rio abaixo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Partida de Constância, ainda no Zêzere, para logo nos lançarmos nos braços do Tejo. Olha-se Constância, da confluência, onde um e outro rio se unem e, abraçados, partem em direcção ao oceano, bem longe, para lá da &lt;em&gt;barra&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;É a sedução do encontro dos dois rios.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fica para trás a Vila Poema e rema-se alegremente em direcção a uma outra vila, igualmente florida, Tancos. Antes, uma paragem numa praia de seixos, aos pés de uma terra com o nome do "Ribatejo" - Praia do Ribatejo, outrora Paio de Pele.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A corrente é forte. Remar torna-se fácil. Avançamos depressa demais. Chegamos ao Castelo de Almourol. Surge altaneiro com aquele ar de mistério, de lendas mouras e princesas encantadas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Com as canoas em segurança na estreita língua lodosa, subimos à pequena ilha. Abunda vegetação característica do norte de África, como há centenas de anos atrás. E mais uma vez, parece que mergulhamos, não nas águas frescas do Tejo, mas no próprio tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ergue-se entre rochas com torres adossadas, quase descendo junto à margem, e uma Torre de Menagem quadrangular, de onde se lança o olhar num deleite paisagístico, num espaço verde a perder de vista.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;É o assalto moderno ao romantismo do castelo. Uma invasão pacífica e maravilhada por percorrer páginas de história feita pedra.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Voltamos ao rio e à última etapa. O sentimento de que tudo estava a acontecer depressa demais. Queria que durasse mais, que se prolongasse a união com o rio, mas eis-nos chegados aos cais do Parque Almourol, em Vila Nova da Barquinha, onde a aventura náutica terminaria.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Lá, espera-nos uma equipa que tinha confeccionado um manjar digno deste reviver o passado, quase uma refeição medieval, servida com simpatia e muito condimento. Como nos tempos em que as especiarias e as ervas aromáticas eram produtos finos que as rotas das Índias traziam para as ricas mesas medievais... Uma sopa de peixe com coentros; um porco no espeto regado com ervas do campo e fatiado pouco a pouco (como num filme gaulês). &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Depois do almoço, o convívio prolongou-se entre o descanso nas esplanadas do parque e umas brincadeiras com bola.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um dia memorável. Um dia a repetir. Uma atracção pela água que não se pode negar.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A empresa organizadora do evento merece os maiores elogios. Tudo foi acautelado; cumpridas todas as regras de segurança. Antes da saída, a verificação do equipamento; as explicações técnicas; dois monitores seguiam à frente do grupo, outro fechava este "cortejo".&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Tudo muito bem organizado e preparado nos mínimos pormenores para que os participantes se sentissem felizes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Não foi uma epopeia épica, mas foi uma aventura que compensou, em abundância de emoções e descobertas, a tristeza de não ter corrido.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No sábado não corri. No sábado remei. E podem crer que adorei.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Foi magnífico. Recomenda-se.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O rio e as suas oportunidades de turismo, de lazer, de aventura e de cultura são inesgotáveis. Venham à sua descoberta. Revitalizar, promover o Tejo como elemento turístico é, e deve continuar a ser, a aposta destas comunidades.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os tempos mudaram. A forma das populações se relacionarem o rio também. Mas continua a ser uma fonte inesgotável de oportunidades promotoras e de requalificação e melhoria nas condições de vida. Tejo é um produto turístico que importa fazer crescer...&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bde063cab/8532227_SWvFZ.jpeg" alt="" width="500" height="376" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; (antes da partida em Constância - Zêzere)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=YMN9a5JzfwINrghSrtus"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc60611c5/8532233_TAtet.jpeg" alt="" width="500" height="376" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=UzH4j6Ff8I49D4tAGN3Z"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B3c06953f/8532236_vNdG8.jpeg" alt="" width="500" height="376" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;(com monitores AVENTUR, numa praia entre Constância e Tancos)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=8Phh3ChwzRNnuBME9S72"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bf706b6f2/8532240_UASlf.jpeg" alt="" width="500" height="376" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=eZF0Mu5ZgGj25WlkRAYn"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bf006afaf/8532242_ZpK3R.jpeg" alt="" width="500" height="376" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=34uSk5Hcz0QzV6lTTaL1"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5206a4b1/8532243_A1bdA.jpeg" alt="" width="500" height="376" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; (Castelo de Almourol, visto do lado esquerdo do rio)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=Tr2Iz0CyrJVz3PeRDvne"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bbb063a18/8532247_48SzP.jpeg" alt="" width="500" height="376" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; (vista do castelo; ao fundo, Tancos; depois da curva, será Barquinha)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alemvirtual/fotos/?uid=KGG89UI7Z8mD0FeR3n8g"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bbb0616c3/8532255_hgjTp.jpeg" alt="" width="500" height="376" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; (Chegada ao Parque Almourol - Barquinha)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;continua...&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</content>
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