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  <title>big ego. ♥</title>
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  <description>big ego. ♥ - SAPO Blogs</description>
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    <title>big ego. ♥</title>
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  <pubDate>Mon, 07 Jan 2013 15:47:20 GMT</pubDate>
  <title>vou sentir falta</title>
  <author>anna,s.</author>
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  <description>&lt;p&gt;Vou sentir falta disto, mas estou a pensar apagar o blog, ou pelo menos deixar de escrever por uns tempos, e o motivo é muito simples, aqui estão todos os bons/maus momentos de uma história que não deve ter mais volta (penso eu.).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;beijinhos e obrigada por todo o apoio :)&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 30 Dec 2012 23:53:19 GMT</pubDate>
  <title>miss you</title>
  <author>anna,s.</author>
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  <description>&lt;p&gt;Mais do que tudo sinto a tua falta, e sei que fui injusta em ter dito tudo o que disse e que provavelmente estás chateado, mas eu estava cansada e um pouco revoltada com o que toda a gente me diz, mas eu percebo que nunca mais me queiras falar e muito menos me ver enão sabes o quanto me arrependo por isso. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;:&apos;(&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 17 Dec 2012 23:48:55 GMT</pubDate>
  <title>:&apos;(</title>
  <author>anna,s.</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/aninhas93/fotos/?uid=QtHH7lfY4cAyy5kL6U5m&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Ba911584d/14142283_bDo2r.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;279&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 16 Dec 2012 18:21:48 GMT</pubDate>
  <author>anna,s.</author>
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  <description>&lt;p&gt;Vou chorar, vai doer, e custar, mas eu vou conseguir esquecer quem já se esqueceu de mim (...)&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 11 Dec 2012 23:39:33 GMT</pubDate>
  <title>ora ca vai</title>
  <author>anna,s.</author>
  <link>http://asmp.blogs.sapo.pt/53208.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Eu juro por tudo que tenho tentado mudar, ser mais tolerante, não discutir com ninguém especialmente contigo. Tento perceber que se não falas é porque não queres falar ou simplesmente não tens tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas às vezes &quot;salta-me a tampa&quot; e a revolta toma conta de mim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também porque toda a gente diz e, se calhar, até tem razão que tu só te estás a aproveitar de toda a situação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sabes eu só queria que tu me provasses que não, que simplesmente me dissesses &quot;Eu nao me tou a aproveitar de ti.&quot; ou se não for pedir muito um simples &quot;Gosto de ti&quot; já iria alterar toda a minha atitude no futuro, porque se isto continuar assim eu vou acabar por desistir, de me afastar completamente de ti.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 06 Dec 2012 00:50:48 GMT</pubDate>
  <title>tudo</title>
  <author>anna,s.</author>
  <link>http://asmp.blogs.sapo.pt/52880.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;‎&apos;e se eu der tudo de mim por você, você dá tudo de vc por mim?&apos;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 13 Nov 2012 22:59:30 GMT</pubDate>
  <title>lembraste?</title>
  <author>anna,s.</author>
  <link>http://asmp.blogs.sapo.pt/52581.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Lembras-te de como tudo começou? Lembras-te que, no início, era tudo inocente demais? Tu lembras-te de como nós gostávamos de ficar juntos? Da sensação de paz mútua, da saudade irracional que dava quando algumas horas nos separavam da próxima piadinha sem graça? Aliás, lembras-te das piadinhas sem graça que sempre vieram revestidas de um carinho incomum e desproporcional? Lembras-te de como nos machucamos, justamente por gostar demais um do outro? Eu lembro de tudo, de cada pequeno segundo, cada dolorosa e inesquecível memória. Lembro-me tanto que às vezes queria ser desprovida de memória – cada vez que eu olho para trás, pergunto-me o que é que nós estamos a fazer agora, e mesmo que eu evite tentar ser abalada por sentimentos nostálgicos desse tipo, eu reprimo uma lágrima. Um aperto no coração. Nunca foi fácil, muito menos certo, mas era inegável, claro, óbvio: era de verdade. Por razões que desconhecemos, nos mantivemos ligados mesmo enquanto nos feríamos e assistíamos ao massacre de perto. Tu, principalmente. Tu magoaste-me. E eu não consegui fazer mais nada além de só preservar ainda mais o que sinto por ti. Há saudade, mesmo de perto. Há dias em que não conseguimos admitir nem pra nós mesmos que, sim, nós nos amamos. Do nosso jeito masoquista e desencaixado, mas nos amamos. Tu lembras-te disso, não é? Que nos amamos mesmo que em grande parte do tempo tenhamos tudo para nos odiar. Existem ligações corporais que dificilmente se encontram em outras pessoas, existem ligações da alma que não nos permitem caminhar livremente em busca de uma história menos complicada. Eu sempre te amei profundamente, e nada me tira da cabeça que sempre houve indícios que tu me amavas também. Porque, é claro, tu lembras-te de como nossos olhares se engoliam. Foi a primeira vez, durante toda a minha vida, que alguém disse que me amava sem precisar dizer. Onde já se viu, um coração bater no mesmo ritmo de outro? &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As despedidas foram muitas, despedidas sem adeus. E chegadas sem permissão. Tu atropelas-me, rasgas-me, matas-me. E eu salvo-te, uma vez que quando tu voltas é porque precisa ser salvo, e eu ainda sou o resquício de salvação que tu tens. Um pouco de amor sincero que tu encontras. E agora, pergunto-me se tu te lembras do começo com certa saudade ou vontade de ficar. Quase pareço uma menininha apoiada sobre a ponta dos pés a olhar-te com curiosidade.&lt;br /&gt;  A gente nunca aceita o fim do que não deveria ter fim. Porque, da mesma forma que eu soube que serias tu o causador das minhas insónias e dos meus maiores sonhos quando te olhei pela primeira vez, eu sei que tu não te esvaziaste de mim. E sei que não me quero esvaziar de ti.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 23 Oct 2012 19:48:03 GMT</pubDate>
  <title>tem sido assim.</title>
  <author>anna,s.</author>
  <link>http://asmp.blogs.sapo.pt/51746.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Vai muita confusão aqui para estes lados, não sei o que hei-de fazer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;É uma mistura de “estou querendo desistir” com um “vou tentar mais um pouco”. Um “não vale a pena” com um “encontrei o amor da minha vida”. Um “não te quero mais” cheio de “não me deixe por favor”. Um “eu te amo” lotado de um “não te suporto”. É uma bagunça que faz a gente ser especial ou só mais uma ilusão. Ainda não consegui entender.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;O facto de não entender mata-me por dentro aos pouquinhos, acho que preciso de alguma luz, de um abraço, ou somente de uma palavra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 03 Oct 2012 19:35:53 GMT</pubDate>
  <title>*</title>
  <author>anna,s.</author>
  <link>http://asmp.blogs.sapo.pt/51373.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/aninhas93/fotos/?uid=28kCaL6ZEIEgcfrAbD5F&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B4e127fba/13817949_ODSzT.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;203&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 27 Sep 2012 16:03:45 GMT</pubDate>
  <author>anna,s.</author>
  <link>http://asmp.blogs.sapo.pt/51161.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Cheguei á conclusão que ás vezes é cruel amar. Dou por mim a adorar o silêncio da voz de uma pessoa e a compreender os seus gritos mudos. Dou por mim a desejar o melhor a alguém mesmo que isso implique magoar o meu coração. E sei que isso talvez seja o &quot;virar a página&quot;. Quando deixamos a vida de alguém prosseguir desejando-lhe o melhor do mundo mesmo que isso implique um afastamento entre dois corpos, estamos a mostrar o que é mudar um capítulo. Estamos a mostrar o que é amar. E acima de tudo estamos a provar que dois corpos apesar de separados estão sempre ligados pela linha do coração. E essa sim, é inquebrável.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;amo-te.&lt;/span&gt; :c&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 30 Aug 2012 15:56:36 GMT</pubDate>
  <title>e é assim</title>
  <author>anna,s.</author>
  <link>http://asmp.blogs.sapo.pt/50592.html</link>
  <description>&lt;div id=&quot;id_503f8d5bce2169283279587&quot; class=&quot;text_exposed_root text_exposed&quot;&gt;«Eu amo-te. Isso mesmo! Eu amo-te! Eu só… Eu amo-te. E tenho tentado não dizer, tenho tentado esmagar isto dentro de mim, ignorar isto... E não dizer. Mas nunca irá funcionar porque eu amo-te. Estou tão apaixonada por ti! E tu estás em mim,&lt;span class=&quot;text_exposed_hide&quot;&gt;...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt;é como se fosses uma doença. E eu estou infectada. Eu não consigo pensar em ninguém, nem em nada, eu não consigo dormir,  não consigo respirar, nem comer... E eu amo-te. Amo-te o tempo todo, a cada minuto, de cada dia… Eu… Eu… Eu… Eu amo-te!»&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;text_exposed_show&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;Grey&apos;s anatomy.&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/HXp37_0YHZs&quot; width=&quot;310&quot; height=&quot;251&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 19 Aug 2012 23:21:51 GMT</pubDate>
  <title>burrice</title>
  <author>anna,s.</author>
  <link>http://asmp.blogs.sapo.pt/50384.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Burrice, quando se cai no mesmo erro 2, 3 vezes. Quando se ilude e torna-se a iludir quando na realidade bem la no fundo se sabe que vai dar para o torto e que essa pessoa te vai fazer chorar mais uma vez num dia desses.&lt;br /&gt;Pois muito bem, o que fazer quando se quer muito falar com uma pessoa e nunca ter tema? na minha opinião seria inventar, falar de tudo ou então, do nada e não &quot;deixar de falar por uns tempos&quot; mas só me posso redimir a essa tua decisão pavorosa.&lt;br /&gt;Da ultima vez o &quot;por uns tempos&quot; durou até ao natal.&lt;br /&gt;E desta vez, digo desde já que não irei ficar a espera de voltarmos a falar, esses &quot;por uns tempos&quot; podem durar dias, meses e até anos e a vida corre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;“Tenho vontade de te chamar de idiota. Porque é isso que você é. Tá me perdendo e não percebeu ainda. Tá esperando legenda?”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;E assim vou seguir em frente, se doi? Doi, já custa muito, cansei-me.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/aninhas93/fotos/?uid=Mnuz0RyP8T3eHjkf3WwV&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B8204ce1a/13574660_d6aaY.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;391&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 22 Jul 2012 23:42:50 GMT</pubDate>
  <author>anna,s.</author>
  <link>http://asmp.blogs.sapo.pt/49964.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/aninhas93/fotos/?uid=ZsBUI31PUC9ZYNgfQUTh&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/P5b11cd75/13438087_fEh3J.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;260&quot; height=&quot;180&quot; /&gt;&lt;/a&gt;   &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;É das coisas que mais sinto falta quando estou contigo.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;É  a coisa mais simples que pode haver mas que deixa grande falta.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;Queria poder andar assim contigo pela rua, simplesmente voltar assim. &lt;strong&gt;love you.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 26 Jun 2012 18:57:45 GMT</pubDate>
  <title>quantas vezes</title>
  <author>anna,s.</author>
  <link>http://asmp.blogs.sapo.pt/49908.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Quantas vezes dás por ti a pensar naquilo que já foste e depois te tornaste? Quantas vezes olhas-te para o passado e ficas a pensar que as coisas deveriam ou podiam ter sido de outra maneira? Quantas e quantas vezes deste por ti a lembrar-te de alguém de quem não tens noticias á imenso tempo, ou de algum momento que por mais que tentes não te sai da memória e muito menos do coração? E aquelas vezes em que percorres toda a lista telefónica do teu telemóvel para ligar a alguém com que já não falas e depois acabas por não ter coragem? E quantas foram as vezes que passas-te na rua por um grande amigo de infância que ao passar por ti nem sequer te olhou nos olhos? &lt;br /&gt; É terrível, masoquista, estranho, incompreensível, inexplicável e inevitável. Por vezes, o passado mexe tanto comigo. Aquilo que fiz, o que fui, os momentos por que passei, que senti, que vivi, que me arrependi, que à coisas que voltaria a fazer  e outras não sem pestanejar. Por vezes tenho vergonha de dizer que penso no passado. Mas penso, penso muito. Todos os dias. E tenho a certeza que&lt;strong&gt; tu também. Ou pelo menos tenho esperança que sim&lt;/strong&gt;. Seria muito mau ser a única pessoa neste mundo com a atitude quase que masoquista de relembrar momentos passados, nem que seja durante um minuto do dia, todos os dias. É estranho comparar o presente com o passado. Porque não há comparação. Quando penso em certas atitudes passadas sinto que fui tão ridícula, tão diferente daquilo que sou. E como me arrependo. Eu confesso, tenho medo. Não me imagino no futuro. &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 18 Jun 2012 19:55:25 GMT</pubDate>
  <title>pois</title>
  <author>anna,s.</author>
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  <description>&lt;p&gt;Odeio o facto de ultimamente não termos tema de conversa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Odeio ainda mais não falarmos todos os dias, como antes!&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 06 Jun 2012 16:00:54 GMT</pubDate>
  <title>...</title>
  <author>anna,s.</author>
  <link>http://asmp.blogs.sapo.pt/49228.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Não ter um feitio facil é simplesmente o meu problema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Talvez por ser impulsiva, agir sem pensar, dizer coisas que não sinto, e não aceitar as respostas quando muitas das vezes não respondem ao que eu quero.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pero muito por causa de ser assim, já perdi as coisas mais importantes da minha vida por esse motivo eu tento mudar a cada dia que passa, mesmo que ninguém o tenha percebido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Peço desculpa a todos que magoei por ser assim.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 02 Jun 2012 21:24:32 GMT</pubDate>
  <title>burra!</title>
  <author>anna,s.</author>
  <link>http://asmp.blogs.sapo.pt/49116.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Sinto-me burra, vens falas fazes sentir-me bem, aliás super bem! E de repente e como já tem acontecido vais, ou seja simplesmente deixas de me falar. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&quot;Quando tiveres saudades minhas, lembra-te que eu não fui embora, tu é que me abandonas-te!&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sinto-me burra já devia estar habituada e não te ligar mais, mas... &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 30 May 2012 13:42:07 GMT</pubDate>
  <title>1 ano.</title>
  <author>anna,s.</author>
  <link>http://asmp.blogs.sapo.pt/48785.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Hoje faz um ano que tudo acabou, faz um ano que tudo mudou, faz um ano em que tudo foi horrível e que ouvi palavras que doeram mais do que o próprio fim.&lt;br /&gt;Nem sabes o quanto me fazes falta, o quanto eu &lt;span style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;ainda gosto de ti.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Não sabes como é acordar e &lt;span&gt; lembrar-me de mim sem ti, de nós, do nosso primeiro beijo, da nossa primeira troca de olhares, do nosso primeiro toque, das nossas primeiras discussões, dos nossos momentos sozinhos, dos nossos momentos felizes e menos felizes, lembro-me das brincadeiras, das cocegas e cada momento passado ao teu lado, um por um. Lembro-me tão bem das tuas palavras , lembro-me de como tudo começou e de como não queria imaginar como tudo isso iria acabar, e agora ainda dói tanto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span&gt;Quero  sempre lembrar-me do primeiro beijo , mas nunca recordar o último.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 15 May 2012 20:45:26 GMT</pubDate>
  <title>imissyou</title>
  <author>anna,s.</author>
  <link>http://asmp.blogs.sapo.pt/48456.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Sinto a tua falta, é verdade. Não queria mas sinto.&lt;br /&gt;Sinto falta de te abraçar, de te ter fixamente a olhar para mim e de olhar para ti também nos olhos, sinto falta do teu beijo, dos teus braços, das tas mãos, do teu corpo junto ao meu.&lt;br /&gt;Sinto muito a tua falta aqui ao pé de mim, apenas sinto a tua falta, até demais. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #ff0000;&quot;&gt;ly.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 30 Apr 2012 19:13:10 GMT</pubDate>
  <title>se fosse simples</title>
  <author>anna,s.</author>
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  <description>&lt;p&gt;Gostava de ter a sorte de algumas pessoas, ter a família unida e perfeita, ter um namorado chamado &quot;príncipe encantado&quot; os melhores amigos do mundo, e acordar sempre com um sorriso por estar no mundo das histórias infantis.&lt;br /&gt;Ultimamente tem estado tudo no chamado caus, numa semana estive doente e ao mesmo tempo problemas com os meus pais.&lt;br /&gt;Os problemas do costume, mas um, o relacionado com o meu pai está cada vez mais a piorar-se.&lt;br /&gt;Por outro lado há o assunto &lt;span style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;b. &lt;/span&gt; por mais que tente não me sai da cabeça e como me sinto bem quando falamos e como sorrio para o telemóvel como uma &quot;doida&quot; quando recebo uma mensagem e vejo que é tua, como me sinto decepcionada quando não me ligas nenhuma, quando não me procuras ou seja, quando não falamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 23 Apr 2012 20:58:29 GMT</pubDate>
  <title>imiss</title>
  <author>anna,s.</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Vai lá ler as conversas,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Vai lá ver as fotos,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Vou lá sentir saudades, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Sou mesmo idiota.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/aninhas93/fotos/?uid=1pVMw8jm7d8Oopy3NIFM&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;&quot; src=&quot;http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Pd609005d/11491505_d9jyl.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;260&quot; height=&quot;245&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span&gt;I miss. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 18 Apr 2012 20:20:12 GMT</pubDate>
  <title>!</title>
  <author>anna,s.</author>
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  <description>&lt;p&gt;&quot;&lt;span&gt;Mas eu sinto, sabe? Sinto muito as coisas. Tudo, todos. Mesmo que eu tente esconder, mesmo que eu tente não me mostrar. Mesmo que eu disfarce. Eu sinto tudo demais. E é por isso que às vezes as coisas doem tanto.&quot; &lt;span style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;pai!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 14 Apr 2012 22:09:58 GMT</pubDate>
  <author>anna,s.</author>
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  <description>&lt;p&gt;Desisto. Não posso continuar &quot;atrás&quot; de alguém que se comporta como um &quot;papa todas&quot;! Acho que se ainda houvesse sentimento pelo meio daria alguma coisa.&lt;br /&gt;Vai custar muito, mas esperar também.&lt;br /&gt;Por isso, ainda por te amar despesso-me de ti e de tudo que foi nosso. &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: line-through; font-size: x-small;&quot;&gt;adeus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 11 Apr 2012 19:26:53 GMT</pubDate>
  <title>eéisto</title>
  <author>anna,s.</author>
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  <description>&lt;p&gt;Era só para lembrar que só tens três filhos, vá quatro. E não seis!&lt;br /&gt;Que são estes que estão aqui quando estás doente e quando precisas de um abraço e não a outra.&lt;br /&gt;Que somos nós quem te conhece e quem te abraça e dá beijinhos e não estranha nem chora nem dá pontapés quando vai para o teu colo.&lt;br /&gt;Era bom que te lembrasses disso, porque nós os 3 também precisamos de ti muito mais que alguém vá precisar.&lt;br /&gt;E que os teus filhos são 3, vá quatro e não os irmãos da &quot;quarta&quot; que não são nada a ti! &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;qualquer dia desapareço da vida de todos!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 10 Apr 2012 18:42:32 GMT</pubDate>
  <title>loveyou.</title>
  <author>anna,s.</author>
  <link>http://asmp.blogs.sapo.pt/46868.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Por vezes tenho uma vontade súbita de voltar a encontrar-te, de voltar a rever aquele teu sorriso que me derretia e voltar a mergulhar no mar de histórias que conseguia ver nos mistérios dos teus olhos. Sim, aquele olhar. Aquele olhar que todos os dias me apaixonava. Dia após dia. E que me fazia sentir feliz. Cada vez mais feliz. &lt;br /&gt; Dou por mim a ter saudades do calor dos teus abraços, do conforto de te ter comigo.&lt;br /&gt; Eu sei. Eu sei que é masoquista da minha parte. Mas é mais forte que eu.&lt;br /&gt; Dou por mim a ouvir a “nossa” música. Aquela que me faz chorar. Oiço-a vezes sem conta. Porque ela conta a minha história, e a tua. A nossa. &lt;br /&gt; Hoje senti uma enorme vontade de escrever sobre ti. &lt;br /&gt; O mundo parava quando estava contigo e lembro-me que sempre que estávamos juntos dizias que me amavas. E amavas muito, agora provavelmente não amas mais. &lt;br /&gt;Lembro-me de quando dizias que só gostava de ti por causa do teu cabelo. E agora? Não tens mais cabelo igual, não tens mais um corpo igual nem o teu sorriso é o mesmo, e o que sinto está aqui.&lt;br /&gt; Deste-me tudo o que uma mulher pode pedir. Foste como amigo e namorado. Foste paixão e amor. Raiva e dor. Mágoa e felicidade. Foste lágrimas, sorrisos e muitas histórias. Foste como um conto de fadas, com muita magia… com muito amor.&lt;br /&gt; Deste-me tudo o que poderia pedir, deste-me tudo. Deste-me a ti, deste-me um mundo. Só nosso. Um mundo sem fim, onde conheci partes de mim que jamais sabia que tinha.&lt;br /&gt; Dou por mim a pensar se conheceste alguém como eu. Se viveste ou vives outra história como a nossa. Dói muito imaginar que sim porque ainda te amo. Custa-me imaginar alguém a tocar-te, a beijar-te e a saber-te de cor. Porque eu sabia-te de cor. E não me quero esquecer. Nunca me irei esquecer do bom que foi ter-te a meu lado. &lt;br /&gt; Sei que a nossa história daria um livro. Um dia escrevo-a e envio-te uma cópia. &lt;br /&gt; Sabes, tu não estás comigo mas guardo-te num cantinho do meu coração. Guardo-te num espacinho especial. No mesmo onde guardo todos os meus sonhos. Sabes porquê? Porque foste o meu sonho, a minha realidade. E os sonhos não se esquecem, muito menos aqueles que se tornam realidade. &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #ff0000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;ainda te amo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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