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  <title>Cartas</title>
  <subtitle>Cartas, palavras, desabafos, sobre alguém ou sobre ninguém… Este é o meu blog. Um escape sem rosto onde vou descarregar as minhas cartas (amor, ódio, reclamações)… You name’it!</subtitle>
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    <name>Ângela</name>
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  <updated>2009-10-24T03:49:13Z</updated>
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    <issued>2009-10-24T04:46:43</issued>
    <title>Ora bolas...</title>
    <published>2009-10-24T03:49:13Z</published>
    <updated>2009-10-24T03:49:13Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div&gt;Posso voltar a ter 10 anos? Nessa altura era mais fácil. Chegava ao pé do menino e gostava ou não dele, ele gostava ou não de mim, mas em menos de nada o assunto resolvia-se.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Hoje os tipos que se metem comigo são os que disparam para todos os lados e os que não disparam, já sei informação demais e já perderam a piadinha toda.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Os que realmente têm algum interesse ou têm namorada ou estão tão no mundo deles que não percebem o que se passa.&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-10-13T05:31:51</issued>
    <title>Conversa 1</title>
    <published>2009-10-23T04:34:03Z</published>
    <updated>2009-10-23T04:34:03Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div&gt;Ela- Não podes andar assim, a tua saia está curta&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Eu- (Cara de tacho!) Blá blá blá, quem fez a queixa que venha falar comigo!&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Dias depois, chegam-me ás mãos fotos da saia da menina em questão. Tão comprida que lhe mostrava as ligas&amp;hellip;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Grande c&amp;hellip;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-09-17T19:03:46</issued>
    <title>oh pra mim...</title>
    <published>2009-09-17T18:04:51Z</published>
    <updated>2009-09-17T18:04:51Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&amp;quot;Cê fica se achando não?&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Andas a caçar ratos é?&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-09-02T19:58:52</issued>
    <title>A tua presença</title>
    <published>2009-09-02T19:10:39Z</published>
    <updated>2009-09-02T19:10:39Z</updated>
    <category term="meu anjo"/>
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    <category term="tempo"/>
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    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Enquanto caminhava ouvia aquela música, sim, aquela de que tanto gostas! Caminhava pela mesma calçada de sempre com passo acelerado, como sempre, mas parei. Olhei em volta e consegui ver algo novo. Senti a tua presença. Nas coisas, nas pessoas, nos olhares, nas plantas&amp;hellip;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Não é mais do que uma presença, nem eu quero que o seja. O devaneio do pensamento só por si já assombra a minha alma vezes que chegue para correr no sentido oposto, sem olhar para trás. E é pena porque sei que um dia, não hoje, um dia, vou perguntar-me: &amp;ldquo;e se?&amp;rdquo;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Pergunto-me se será isto uma forma de amizade estranha ou se será apenas a minha cabeça liberta nos delírios da solidão, divagando sobre nevoeiro, que a luz de um qualquer dia de sol dispersa e mostra de novo o caminho real. Se é que isso existe! Pode ser um pouco de ambos e pode ser pura e simplesmente ar, zero, nada!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;E se acordar um dia para descobrir que afinal não foi nada... que não têm importância... que afinal tinha mas deixei o tempo passar depressa demais&amp;hellip; vou sorrir, só por saber que a determinada altura ainda consegui voltar a sonhar acordada com coisa nenhuma, ficar nervosa com meia dúzia de palavras. Não morri! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Apesar de todos os pontapés, não me transformei numa pedra de gelo, num calhau. Continuo a ter a capacidade e a vontade de querer sonhar e viver.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-08-28T16:50:28</issued>
    <title>O porquê?</title>
    <published>2009-08-28T15:52:00Z</published>
    <updated>2009-08-28T15:55:34Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;O objectivo é acordares todos os dias com o olhar de uma criança e o sorriso de um tolo. Viver cada dia com a leveza dos jovens anos e o conhecimento daqueles que tens.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;O objectivo deste jogo, de ver o nascer do sol e adormecer debaixo da prata da lua é o sorriso dela, os beijos dele, o perfume que fica na casa quando essa pessoa sai. O cheiro na almofada. Hmmm&amp;hellip; os momentos em que falamos com os olhos&amp;hellip; o toque da sua pele&amp;hellip;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;É saber que só a presença deixa-te com um sorriso na cara e com &amp;ldquo;aquela&amp;rdquo; paz de espírito. E mesmo quando não corre bem, ou quando ele não está, quando ela não liga, quando tu não falas, saber que seja como for, estás no seu pensamento.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;Chegas como vais, de mãos vazias, de pés descalços&amp;hellip; a diferença entre a chegada e a partida, é a beleza daquilo que levas no peito.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;È tão pouco tempo!&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;Anda cá, fala comigo e adormece no meu colo&amp;hellip; Amanhã é outro dia e eu quero acordar antes de ti só para poder guardar a doce imagem do teu rosto adormecido.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;Quero salvar-te de todas as mágoas de todos os perigos. Quero que procures os meus braços quando o mundo desabar, quero que contes com o meu sorriso quando o teu peito se encher de felicidade.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Queres algo mais doce ou mais ternurento?&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-08-24T17:38:26</issued>
    <title>Estou...</title>
    <published>2009-08-24T16:39:38Z</published>
    <updated>2009-08-28T15:56:37Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div&gt;Estou a desistir. Acreditas? Estou a desistir! As vezes surpreendo-me com a força que tenho, mas esta é uma batalha que não quero continuar a travar, uma guerra mais forte do que eu, que levanta mais barreiras do que aquelas que se possa imaginar. Uma guerra que eu não escolhi. Estou triste.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Li/ouvi algures que aos muros só servem para fazer a triagem daqueles que realmente querem algo dos que&amp;hellip;pff&amp;hellip; nem por isso.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;E será que realmente quero?&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;As ideias passam-me pela cabeça e dou por mim a olhar para o vazio, com as pessoas a perguntarem-me o que se passa&amp;hellip; Quantas vezes (risos)&amp;hellip;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Disparate.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Até parece que voltei aos 15 anos. Desta vez vai ser diferente, não se constroem castelos no ar, certo?&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-08-10T19:36:17</issued>
    <title>As mãos</title>
    <published>2009-08-10T18:37:13Z</published>
    <updated>2009-08-28T15:57:26Z</updated>
    <content type="html">&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;ldquo;Soube que ela era a mulher da minha vida quando lhe dei a mão. A determinada altura nem distinguia os dedos dela dos meus.&amp;rdquo;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-08-07T16:17:33</issued>
    <title>Cantaria toda a noite</title>
    <published>2009-08-07T15:21:25Z</published>
    <updated>2009-08-07T15:21:25Z</updated>
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    <content type="html">&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Yvwd0eLGScs&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Yvwd0eLGScs&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</content>
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    <issued>2009-08-07T15:59:28</issued>
    <title>E tu?</title>
    <published>2009-08-07T15:04:14Z</published>
    <updated>2009-08-07T15:12:50Z</updated>
    <category term="aguentas-te?"/>
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    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;Não espero que compreendas, não posso ficar. Não posso ficar apenas por ti. Não posso avançar por mim. Não posso usar das certezas empíricas que não salvaram sequer os grandes mestres, os grandes deuses, quanto mais uma comum mortal.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;Quero tanto viver até sufocar de tanta alegria, de tanta felicidade, mas não me peças em surdina, com esses olhos o que não te posso dar. Não agora, não sei se amanhã, não sei se depois. Estás disposto?&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-07-25T06:04:41</issued>
    <title>Recordações de ti</title>
    <published>2009-08-07T05:06:27Z</published>
    <updated>2009-08-07T05:37:00Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div&gt;Nos sítios que eram só nossos, passei e vi o que não desejava rever.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Senti na brisa os momentos em que me abraçavas ao observar a planície. Sentia o teu cheiro adocicado, enquanto o meu cabelo brincava com a tua barba curta. Senti uma saudade cortante da tua mão a pousar no meu rosto e percorrer num deslizar suave pelos meus lábios.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Ai por Deus, como senti a tua ausência naquele sítio que era só nosso.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;A tua presença, a tua voz, o sorriso, respirar, fios dourados de cabelo, energia e vontade de viver&amp;hellip; não sei quando os perdi, em que parte da história deixamos de ser um só. Em que parte da história fiquei a apanhar os cacos daquele que era um dos meus sonhos.&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-07-03T11:56:10</issued>
    <title>Devias Saber</title>
    <published>2009-08-07T04:57:33Z</published>
    <updated>2009-08-07T05:11:46Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div&gt;Devias saber o arrepio que me dás na espinha.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Devias saber dos dias em que acordo e és tu que vens ao meu pensamento.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Devias saber, safado, dos dias, das horas, dos minutos que conto para te ver, para te ouvir, para te falar&amp;hellip;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Devias saber como adoro beijar o teu cabelo, como adoro que adormeças encostado ao meu peito, como adoro a tua gargalhada alta, solta e livre&amp;hellip;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;hellip;devias saber, mas não vais.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Sabes porquê? Porque como já devias saber, és um sacaninha e é isto que se faz com os sacaninhas. Ficam sem saber.&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-06-30T08:00:41</issued>
    <title>Só se for já!</title>
    <published>2009-08-07T04:50:13Z</published>
    <updated>2009-08-07T05:11:03Z</updated>
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    <category term="blogosfera"/>
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    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div&gt;E pegar no nesse olhar matreiro, agarrar-me pela cintura e calar-me com um beijo?&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Só se for já!&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-04-27T11:37:21</issued>
    <title>O que não sabes</title>
    <published>2009-08-07T04:40:52Z</published>
    <updated>2009-08-07T05:10:09Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt;&amp;quot;Não nos falamos, mas sinto tanto a tua falta.&amp;quot;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-02-02T02:02:41</issued>
    <title>Meu anjo</title>
    <published>2009-08-07T04:03:41Z</published>
    <updated>2009-08-07T04:05:06Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div&gt;Olá meu anjo!&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Onde andas?&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Pergunto-me se por estes dias também sentes a minha ausência?&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;São tão mais soltos e mais leves quando estás por perto? Quero escrever-te, abraçar-te, ter-te por perto para beber do teu sorriso todos os dias. Todos os dias sentir o toque da tua pele.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Onde estás meu anjo?&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2009-01-01T00:00:02</issued>
    <title>Tu</title>
    <published>2009-08-07T03:58:11Z</published>
    <updated>2009-08-07T05:09:38Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt; Esperam-te os beijos guardados uma vida inteira, um sorriso no rosto de quem te observa ao acordar, a garantia de que, um dia de cada vez possa não ser suficiente, porque vamos querer sempre mais, e mais e mais&amp;hellip;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;Não sei como te convencer a aceitar este contrato.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify"&gt;Não sei eu própria se tenho a coragem de o tecer. Sufoca-me o medo. Sufoca-me a dúvida. Ao meu lado nem notarias que existo. Aí os meus olhos castanhos não chegariam para uma alma que rebenta pelas costuras com tanto para dar.&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;__________________&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A entrar em pés de lã na blogosfera.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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