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  <title>Correio da Educação</title>
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  <description>Correio da Educação - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Sat, 29 Dec 2012 12:09:36 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Wed, 30 Jan 2013 17:00:43 GMT</pubDate>
  <title>13 anos de educação no CE</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-UTgGgygX-Ik/UMDdhr1dZ-I/AAAAAAAAIcM/M2K6TWQWqz4/s1600/logoce.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;444&quot; height=&quot;107&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O &lt;em&gt;Correio da Educação&lt;/em&gt; nasceu em maio de 1999, ainda em papel, distribuído por todas as escolas do Ensino Básico e Secundário do país. &lt;br /&gt;O mundo em que o &lt;em&gt;CE&lt;/em&gt; apareceu era muito diferente do mundo de hoje: a internet quase só existia em empresas e instituições, ainda não havia o euro, os &lt;em&gt;mass media&lt;/em&gt; predominantes eram os jornais impressos e a televisão, a A1 era a única autoestrada completa no país. Também a educação era muito diferente: o ministro da Educação era Marçal Grilo, a escolaridade obrigatória ia até ao 9.º ano, não existia a figura dos diretores de escola, nem dos professores titulares, nem a questão da avaliação docente se colocava.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Nestes quase 14 anos muita coisa mudou. A internet disseminou-se, surgiram os blogues, as redes sociais; os &lt;em&gt;media&lt;/em&gt; transferiram-se para a net. No plano da educação, passaram oito responsáveis da pasta; surgiram os manuais digitais; muitos professores viram as suas responsabilidades e encargos na escola aumentar, ao passo que outros viram-se arredados da escola.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Com a mudança dos tempos, também o &lt;em&gt;CE&lt;/em&gt; se foi adaptando: passou a ter uma versão PDF em conjunto com a edição em papel, mais tarde surgiu ainda uma newsletter eletrónica, posteriormente complementada com um blogue.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Hoje, sob a forma de blogue e de &lt;em&gt;newsletter&lt;/em&gt;, chega a milhares de professores, que complementam a informação do CE com a informação de jornais, blogues e fóruns online.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o processo de reflexão de que o &lt;em&gt;Correio da Educação&lt;/em&gt; é alvo constante levou-nos a admitir que o seu formato está desatualizado. Hoje os professores têm dezenas de fontes de informação e meios para exprimirem as suas preocupações, e pelo contrário, sentem cada vez mais dificuldade em obter material que seja adequado às suas necessidades específicas, que os ajude nas circunstâncias cada vez mais complexas da sua profissão. Por isso, foi necessário optar por uma mudança de rumo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Queremos criar meios para fazer chegar aos professores a informação de que cada um  precisa, no momento em que dela precisa. Queremos que essa informação os ajude no seu dia a dia. É nisso que queremos apostar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O &lt;em&gt;Correio da Educação&lt;/em&gt; é uma das publicações pedagógicas mais duradouras a nível nacional e teve um papel importante de comunicação e difusão de ideias entre os professores. Sentimos, porém, que está na hora de propor novas formas de comunicar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Agradecemos a confiança e a atenção que o &lt;em&gt;Correio da Educação&lt;/em&gt; despertou em cada um ao longo destes anos e fazemos votos de um &lt;em&gt;até breve&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>círculo aberto</category>
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  <pubDate>Tue, 29 Jan 2013 10:00:58 GMT</pubDate>
  <title>Educação em Portugal nestes últimos 13 anos (1999-2013)</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;1999&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://educar.files.wordpress.com/2007/02/correio.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;302&quot; height=&quot;73&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;26/04&lt;/strong&gt; – Lançamento do &lt;em&gt;Correio da Educação&lt;/em&gt;, distribuído em todas as escolas do país.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Maio&lt;/strong&gt; – Reforma do Ensino Secundário, sob a direção da Secretária de Estado, Ana Benavente, prevendo-se os agrupamentos e os contratos de autonomia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Maio&lt;/strong&gt; – O &lt;em&gt;CE&lt;/em&gt; acompanha a luta dos professores não contratados pelo direito ao subsídio de desemprego.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Junho&lt;/strong&gt; – Debate sobre os Contratos de Autonomia que o governo socialista pretende implementar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;04/10&lt;/strong&gt; – O &lt;em&gt;CE&lt;/em&gt; analisa os programas educativos dos diversos partidos candidatos às Eleições Legislativas de 99, ganhas pelo PS de António Guterres.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;25/10&lt;/strong&gt; – Eduardo Marçal Grilo passa a pasta do Ministério da Educação a Guilherme de Oliveira Martins.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outubro&lt;/strong&gt; – 20 000 professores no desemprego devido à não colocação no concurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;2000&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-NDxsLgPIpqQ/T0NXzatGncI/AAAAAAABSvM/ioxT9atLOEE/s320/Augusto_Santos_Silva.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;150&quot; height=&quot;113&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;10/01&lt;/strong&gt; – A Inspeção Geral da Educação anuncia um processo de avaliação de todas as escolas de todos os níveis de ensino até 2006.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;28/02&lt;/strong&gt; – Segundo uma empresa de encontros amorosos, um em cada trinta dos seus clientes é professor(a), sendo esta classe profissional uma das mais afetadas pela solidão.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;08/05&lt;/strong&gt; – O Decreto-Lei n.º 67/2000, que consagra a atribuição de subsídios aos professores que se encontrem desempregados, entra em vigor.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;22/05&lt;/strong&gt; – Estudantes do Secundário ocupam as ruas, contra as aulas de 90 minutos, “o numerus clausus” e o 13.º ano.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;14/09&lt;/strong&gt; – Augusto Santos Silva torna-se o novo Ministro da Educação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13/11&lt;/strong&gt; – Sabe-se que, no ano anterior, houve 3000 professores portugueses de baixa por problemas de saúde relacionados com a profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;2001&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 1px solid;&quot; src=&quot;http://www.carrickferguscollege.co.uk/wp-content/uploads/2009/11/pisa_logo.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;75&quot; height=&quot;119&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id=&quot;SAPORTECursorMarker7525&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;29/01&lt;/strong&gt; – Revisão do Decreto-Lei que define o regime disciplinar dos alunos. Dois anos e meio depois da sua aprovação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12/02&lt;/strong&gt; – O Governo quer aumentar a escolaridade obrigatória do 9.º para o 12.º ano.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11/06&lt;/strong&gt; – Anuncia-se a implementação das aulas de 90 minutos e novas regras de avaliação no novo ano letivo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;25/06&lt;/strong&gt; – A OCDE critica o envelhecimento do corpo docente português, descrevendo-o como uma “bomba-relógio”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;03/07&lt;/strong&gt; – Júlio Pedrosa é nomeado Ministro da Educação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10/12&lt;/strong&gt; – O Estudo PISA aponta um desempenho médio modesto dos alunos portugueses de 15 anos a literatura, matemática e ciências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;2002&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;04/02&lt;/strong&gt; – O CNE quer que os docentes sejam equiparados a autoridades públicas quando vítimas de crimes e agressões no desempenho das suas funções.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;06/04&lt;/strong&gt; – David Justino é o Ministro da Educação do Governo PSD/CDS.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;29/04&lt;/strong&gt; – O Ministério da Educação pondera a Gestão Flexível de Currículo e diminuir a carga horária para 25 horas semanais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;20/05&lt;/strong&gt; – Um inquérito da FNE indica que nove em cada dez docentes acredita que a disciplina aumentou nos últimos dez anos. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://newsimg.bbc.co.uk/media/images/39953000/jpg/_39953271_patricia_amos203.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;101&quot; height=&quot;76&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;03/06&lt;/strong&gt; – Patricia Amos, a mãe inglesa detida por as suas filhas faltarem às aulas, considera que mereceu ser presa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;14/10&lt;/strong&gt; – Grande polémica em torno da questão do &lt;em&gt;ranking&lt;/em&gt; das escolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;2003&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13/01&lt;/strong&gt; – Pelo Despacho 49/2002, a Secretária de Estado da Educação proíbe os alunos com menos de 18 anos de frequentarem o Ensino Recorrente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;17/02&lt;/strong&gt; – Parecer do CNE sobre as propostas do Ministério para o Ensino Secundário.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://www.bellenews.com/wp-content/uploads/2012/08/Kofi-Annan-is-quitting-as-UN-Arab-League-envoy.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;115&quot; height=&quot;171&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;24/02&lt;/strong&gt; – Kofi Annan e a UNESCO lançam a Década da Literacia das Nações Unidas, a fim de baixar os elevados índices mundiais de iliteracia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;17/03&lt;/strong&gt; – O Ministro da Educação pretende disponibilizar um guia das escolas, com resultados de exames, taxas de abandono e outras informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;2004&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;15/03&lt;/strong&gt; – O Ministro da Educação anuncia a intenção de criar provas nacionais no 6.º ano e provavelmente no 4.º ano. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;17/07&lt;/strong&gt; – Maria do Carmo Seabra é a nova ministra da educação do Governo Santana Lopes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;20/09&lt;/strong&gt; – Reporta-se um aumento da violência contra professores em 40 por cento.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11/10&lt;/strong&gt; – Os rankings de resultados de exames do jornal &lt;em&gt;Público&lt;/em&gt; voltam a dar liderança às escolas privadas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;01/11&lt;/strong&gt; – Maria do Carmo Seabra rejeita responsabilidades nos atrasos da colocação de professores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;2005&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;17/01&lt;/strong&gt; – Regista-se que as escolas secundárias portuguesas estão a perder 11 mil alunos por ano.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;31/01&lt;/strong&gt; – Ministério da Educação lança Plano Nacional de Leitura.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;14/02&lt;/strong&gt; – Escola da Ponte assina contrato de autonomia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/b25051262/7675102_b7cHe.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;182&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;12/03&lt;/strong&gt; – Maria de Lurdes Rodrigues torna-se ministra da Educação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;16/05&lt;/strong&gt; – Os resultados das provas de aferição de 2004 ficam abaixo do previsto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;2006&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;16/01&lt;/strong&gt; – O Ministério da Educação lança o Boletim dos Professores.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;06/03&lt;/strong&gt; – Aulas de substituição passam a ser obrigatórias no Ensino Secundário.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;08/05&lt;/strong&gt; – O Tribunal de Contas da União Europeia critica Portugal pela falta de uma estratégia de combate ao abandono escolar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;29/05&lt;/strong&gt; – António Nóvoa afirma, num discurso à Assembleia da República, que o mal da sociedade portuguesa é a desvalorização da cultura escolar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11/09&lt;/strong&gt; – O ministério propõe dois níveis de carreira docente: o professor e o professor titular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;2007&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;17/01&lt;/strong&gt; – É lançado o programa do Parque Escolar para renovação do património das escolas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;25/01&lt;/strong&gt; – É entregue uma petição na Assembleia da República contra a implementação da Terminologia Linguística para os Ensinos Básico e Secundário.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 1px solid;&quot; src=&quot;http://www.arnado.pt/uploads/parque_escolar_1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;362&quot; height=&quot;102&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id=&quot;SAPORTECursorMarker1225&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;11/12&lt;/strong&gt; – É instituída a figura do diretor de escola para passar a gerir as escolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;2008&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;08/03&lt;/strong&gt; – Marcha da Indignação junta cerca de 80 mil docentes em Lisboa em protesto contra as políticas educativas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;20/05&lt;/strong&gt; – O inglês passa a ser obrigatório para os alunos do 1.º ciclo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;16/11&lt;/strong&gt; – É aplicado o novo Estatuto do Aluno que revê a questão das faltas injustificadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;2009&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;16/04&lt;/strong&gt; – O ME propõe novo concurso para professor titular e melhorias na carreira docente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;28/08&lt;/strong&gt; – Os pais dividem-se quanto ao alargamento da escolaridade obrigatória para 12 anos, cujo diploma foi promulgado pelo Presidente da República.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://economico.sapo.pt/public/uploads/articles/foto_pagina/isabel_alcada2.pagina.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;161&quot; height=&quot;105&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;26/10&lt;/strong&gt; – Isabel Alçada é ministra da Educação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;24/11&lt;/strong&gt; – Os professores portugueses são os que mais pedem formação profissional no contexto da OCDE.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;22/12&lt;/strong&gt; – Isabel Alçada anuncia que o 3.º ciclo do Ensino Básico terá um novo currículo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;2010&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;08/09&lt;/strong&gt; – Duzentos e cinquenta mil computadores MG2 – um portátil ultraleve que substitui o “Magalhães” – começam a ser distribuídos a alunos do 1.º ciclo do Ensino Básico e a docentes, no âmbito da iniciativa &lt;em&gt;e.escolinha&lt;/em&gt;, que custou 50 milhões de euros.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;21/10&lt;/strong&gt; – Segundo o CNE, apenas três em cada dez alunos terminam o Secundário sem nunca terem chumbado um ano.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;31/05&lt;/strong&gt; – Escolaridade média dos portugueses é a segunda pior da OCDE.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/fc/Portatilmagalhaes.jpg/220px-Portatilmagalhaes.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;110&quot; height=&quot;97&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;29/12&lt;/strong&gt; – A partir de janeiro, o orçamento de funcionamento das escolas do Ensino Básico e Secundário é reduzido em 5,5 por cento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;07/02&lt;/strong&gt; – Segundo a FENPROF, mais de 30 mil postos de trabalho deverão ser eliminados nas escolas no ano letivo seguinte devido aos mega-agrupamentos, às alterações curriculares e à organização do ano escolar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;23/03&lt;/strong&gt; – A ministra da Educação confirma que vão encerrar 420 escolas do 1.º ciclo no ano letivo seguinte.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-p3zDp5h8Fts/TrFS1jThLpI/AAAAAAAACDg/vpCH5v0X9MA/s1600/Nuno%2BCrato.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;161&quot; height=&quot;105&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;21/06&lt;/strong&gt; – Pedro Passos Coelho nomeia Nuno Crato ministro da Educação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;24/10&lt;/strong&gt; – É divulgada a proposta inicial de alteração do Estatuto da Carreira Docente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;20/12&lt;/strong&gt; – O Governo quer punir pais por mau comportamento dos filhos na escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;2012&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;22/02&lt;/strong&gt; – As novas regras para a avaliação dos professores entram em vigor após a sua publicação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;27/03&lt;/strong&gt; – Nuno Crato afirma que no próximo ano letivo já haverá provas no 4.º ano.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;25/05&lt;/strong&gt; – Governo lança prémio para melhores escolas do país e melhores projetos educativos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;26/06&lt;/strong&gt; – Metade dos professores portugueses sofre de stresse, ansiedade e exaustão.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;29/10&lt;/strong&gt; – Estudo indica que um aluno na escola pública custa 4415 euros. No privado chega aos 4522.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>educação em debate</category>
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  <pubDate>Thu, 17 Jan 2013 10:00:50 GMT</pubDate>
  <title>Educar para conservar, pela arte</title>
  <author>Correio da Educação</author>
  <link>http://correiodaeducacao.asa.pt/296159.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://www.apecv.pt/sites/default/files/metropolis_logo.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;401&quot; height=&quot;74&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Cada vez mais se torna indispensável incutir nas crianças e jovens os valores de respeitar a natureza, incentivando-as a agir de forma a ajudar na sua Conservação. Esta formação constitui, para aqueles que se interessam por temáticas no âmbito da Sensibilização Ambiental relativas a vários aspetos da Conservação da Natureza e Biodiversidade, incluindo o papel individual e coletivo de cada um, uma oportunidade única de exploração destes temas através de uma proposta de trabalho pedagógico multidisciplinar com imagem, som e movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O workshop &lt;em&gt;Educar para Conservar, Pela Arte&lt;/em&gt; oferece aos formandos a possibilidade de integrarem a equipa de Guias / Animadores do Jardim Zoológico de Lisboa, dotando-os de ferramentas para trabalharem nas áreas de Educação Ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O curso é lecionado em colaboração com a Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual (APECV) e será acreditado para professores pelo Conselho Científico-Pedagógico de Formação Contínua – CCPFC. &lt;br /&gt;Destina-se a professores, estudantes, e profissionais das áreas de Biologia, Ambiente, Educação e outras.&lt;br /&gt;Tem uma duração de 25 horas, decorrendo a 16 de Fevereiro, 2 de Março, 7 e 27 de Abril no Jardim Zoológico de Lisboa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais informação &lt;a href=&quot;http://apecv.pt/atividades/zoo.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>agenda</category>
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  <pubDate>Thu, 20 Dec 2012 15:00:46 GMT</pubDate>
  <title>Boas férias e feliz Natal</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://presentesdenatalweb.com.br/wp-content/uploads/2011/12/vela-de-natal1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Poema de Natal&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Vinicius de Moraes&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso fomos feitos:&lt;br /&gt;Para lembrar e ser lembrados&lt;br /&gt;Para chorar e fazer chorar&lt;br /&gt;Para enterrar os nossos mortos —&lt;br /&gt;Por isso temos braços longos para os adeuses&lt;br /&gt;Mãos para colher o que foi dado&lt;br /&gt;Dedos para cavar a terra.&lt;br /&gt;Assim será nossa vida:&lt;br /&gt;Uma tarde sempre a esquecer&lt;br /&gt;Uma estrela a se apagar na treva&lt;br /&gt;Um caminho entre dois túmulos —&lt;br /&gt;Por isso precisamos velar&lt;br /&gt;Falar baixo, pisar leve, ver&lt;br /&gt;A noite dormir em silêncio.&lt;br /&gt;Não há muito o que dizer:&lt;br /&gt;Uma canção sobre um berço&lt;br /&gt;Um verso, talvez de amor&lt;br /&gt;Uma prece por quem se vai —&lt;br /&gt;Mas que essa hora não esqueça&lt;br /&gt;E por ela os nossos corações&lt;br /&gt;Se deixem, graves e simples.&lt;br /&gt;Pois para isso fomos feitos:&lt;br /&gt;Para a esperança no milagre&lt;br /&gt;Para a participação da poesia&lt;br /&gt;Para ver a face da morte —&lt;br /&gt;De repente nunca mais esperaremos...&lt;br /&gt;Hoje a noite é jovem; da morte, apenas&lt;br /&gt;Nascemos, imensamente.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>efemérides</category>
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  <pubDate>Thu, 20 Dec 2012 10:00:10 GMT</pubDate>
  <title>Ministério recua e muda outra vez regras dos exames para o ensino artístico</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://imagens4.publico.pt/imagens.aspx/379874?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=749&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;188&quot; height=&quot;125&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O Ministério da Educação e Ciência já enviou para publicação em &lt;em&gt;Diário da República&lt;/em&gt; uma portaria que altera as novas regras fixadas em Agosto passado para os alunos do ensino artístico especializado que pretendam prosseguir estudos no superior, indicou o secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho.&lt;br /&gt;Grancho indicou que para o cálculo da média de ingresso no ensino superior voltarão a ser tidos em conta os resultados obtidos na Prova de Aptidão Artística e na Formação em Contexto de Trabalho. (&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/sociedade/noticia/ministerio-recua-e-muda-outra-vez-regras-dos-exames-para-o-ensino-artistico-1577903&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Wed, 12 Dec 2012 15:00:06 GMT</pubDate>
  <title>O Mundo na Escola</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;p&gt;«O Mundo na Escola» é um programa dinamizado pelo Ministério da Educação e Ciência dedicado a diversas temáticas que, numa primeira etapa, incidirá sobre Ciência e Tecnologia, partindo-se depois para outras áreas, das artes à literatura. O objetivo é proporcionar uma oportunidade para que os alunos tenham contacto com os profissionais da área abordada, rentabilizar bons projetos já em curso e valorizar a experiência de quem no terreno tem desenvolvido as melhores práticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/fx9H1imJkcE&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para além do concurso «Saber porquê», também está programada a itinerância de exposições e «Grandes Aulas», que levarão cientistas nacionais ao contexto escolar. Mais do que uma palestra, as «Grandes Aulas» são eventos que decorrem na escola, despertando a curiosidade dos alunos para temas da ciência, de forma dinâmica e envolvente e promovendo a observação e experimentação. (&lt;a href=&quot;http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/ciencia-o-mundo-na-escola-jedi-tvi24/1400816-4071.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;TVI24&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>ciências exatas e experimentais</category>
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  <pubDate>Wed, 12 Dec 2012 10:00:37 GMT</pubDate>
  <title>Brasil deverá adiar obrigatoriedade do Acordo Ortográfico</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://imagens8.publico.pt/imagens.aspx/736998?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=749&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;187&quot; height=&quot;125&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O Governo brasileiro prepara um decreto presidencial para adiar a vigência obrigatória do Novo Acordo Ortográfico para 31 de Dezembro de 2015, afirma o senador Cyro Miranda, membro das comissões de Educação e de Relações Exteriores.&lt;br /&gt;A obrigatoriedade do Acordo em Portugal também está fixada para 2015, estando ambos os países num período de transição. (&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/cultura/noticia/governo-brasileiro-vai-adiar-obrigatoriedade-do-acordo-ortografico-para-2016-1576581&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</description>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Mon, 10 Dec 2012 15:00:13 GMT</pubDate>
  <title>Maria de Lurdes Rodrigues sobre despesa e educação</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px currentColor;&quot; src=&quot;http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/b25051262/7675102_b7cHe.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;182&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;«(...) O debate atual está marcado pela preocupação de reduzir a despesa pública mas distante do problema da qualificação dos portugueses. Podemos até duvidar que os objetivos a que se referem os quatro indicadores apresentados façam ainda parte da agenda política. Podemos perguntar-nos porque não se debate como é que, com os atuais problemas financeiros, vamos conseguir concretizar a escolaridade obrigatória de 18 anos ou como vamos renovar as oportunidades de formação para os adultos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dois tópicos que dominam o debate público são os da transferência da prestação do serviço público para instituições privadas e da transferência de parte da despesa de educação para as famílias. Os argumentos usados sublinham que a despesa é muito elevada, sobretudo na escola pública, e que esta poderia ser reduzida com a gestão privada das escolas ou com o aumento da participação financeira das famílias. O que mais surpreende nesta discussão é a forma como são ignorados os factos, a informação disponível, o conhecimento sobre os problemas e a experiência doutros países. Mas surpreende também a ausência de discurso político sobre os grandes objetivos estratégicos da educação e a forma de os atingir na atual situação de crise económica e financeira.(...)» (&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/portugal/noticia/menos-despesa-mais-educacao-1576558&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>educação em debate</category>
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  <pubDate>Mon, 10 Dec 2012 10:30:12 GMT</pubDate>
  <title>Primeiro-ministro anuncia medidas para cortes na despesa</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px currentColor;&quot; src=&quot;http://imgs.cmjornal.xl.pt/imgs/share/2012-12/2012-12-07215509_CA967162-B341-4FEB-88DD-FECB0766BF67$$738d42d9-134c-4fbe-a85a-da00e83fdc20$$47b94d5e-19ba-47b2-89ba-98cb011f189a$$img_carrouselTopHomepage$$pt$$1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;150&quot; height=&quot;198&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou que vai apresentar «até fevereiro» medidas que visam cortar quatro mil milhões de euros na despesa. Na Educação reafirmou que irá «explorar margens» para «o financiamento entre cidadãos e Estado», apesar de lembrar que já existe um &quot;esforço&quot; das famílias no pagamento do material escolar (cerca de 50 euros por aluno) &quot;não coberto pela ação social&quot;. (&lt;a href=&quot;http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?channelId=ed40e6c1-ff04-4fb3-a203-5b4be438007e&amp;amp;contentId=73fe9b92-4137-4d3f-a50a-2c6bc94e3435&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;CM&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</description>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Fri, 07 Dec 2012 10:00:54 GMT</pubDate>
  <title>Olimpíadas Nacionais de Filosofia</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://dgidc.min-edu.pt/data/dgidc/noticias/Olimpiadas_Nacionais_Filosofia/imagens/Olimpiadas_Nacionais_Filosofia_2013.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;150&quot; height=&quot;212&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A PROSOFOS, Associação para a Promoção da Filosofia, organiza as Olimpíadas Nacionais de Filosofia, que terão lugar na Escola Secundária Dr. Ginestal Machado, em Santarém, nos dias 5 e 6 de abril de 2013, cujo(s) vencedor(es) deverá(ão) representar Portugal nas Olimpíadas Internacionais de Filosofia, a realizar em Odense, Dinamarca, entre 16 e 19 de maio de 2013.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inscrições para esta iniciativa estão abertas até 11 de janeiro de 2013.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para leitura do regulamento, bem como de informações suplementares e inscrições, consulte &lt;a href=&quot;https://sites.google.com/site/prosofos/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://sites.google.com/site/prosofos/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>agenda</category>
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  <pubDate>Thu, 06 Dec 2012 15:00:23 GMT</pubDate>
  <title>Cérebro humano está a ficar menos inteligente</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://www.brainharmonycenter.com/images/brain-diagram-9.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;150&quot; height=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Um geneticista da Universidade de Stanford, nos EUA, refere que o ser humano passou por mutações genéticas que resultaram na perda de capacidade intelectual ao longo dos milénios. Segundo Gerald Cabtree, o cérebro humano precisa de milhares de genes para ser formado e simples alterações podem causar grandes problemas no processo de assimilação de conhecimento.&lt;br /&gt;O cientista que lidera um laboratório de genética salientou num estudo – intitulado «O nosso frágil intelecto», publicado na «Trends in Genetics» – que a inteligência humana atingiu seu ápice há milhares de anos, e tem diminuído desde então, porque a vida tem sido simplificado ao longo dos anos. (&lt;a href=&quot;http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=56380&amp;amp;op=all&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Ciência Hoje&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>ciências exatas e experimentais</category>
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  <pubDate>Thu, 06 Dec 2012 10:00:17 GMT</pubDate>
  <title>Verbas para escolas TEIP mais do que quadruplicam</title>
  <author>Correio da Educação</author>
  <link>http://correiodaeducacao.asa.pt/293281.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://imagens4.publico.pt/imagens.aspx/736284?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=749&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;188&quot; height=&quot;125&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O montante das verbas destinadas às escolas básicas inseridas nos chamados territórios educativos de intervenção prioritária vai quadruplicar já este ano letivo.&lt;br /&gt;A Autoridade de Gestão do Programa Operacional do Potencial Humano indicou que as escolas TEIP vão contar com 180 milhões de euros durante os anos letivos de 2012/2013 e 2013/2014. Em 2010/2011, o orçamento deste programa ficou-se nos 40 milhões de euros.&lt;br /&gt;Este projeto, lançado em 1997, conta atualmente com 104 agrupamentos, a que se irão juntar agora outros 33 na sequência da abertura do 3.º programa TEIP em setembro passado. (&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/sociedade/noticia/verbas-para-escolas-teip-mais-do-que-quadruplicam-1576277&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</description>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Wed, 05 Dec 2012 15:00:49 GMT</pubDate>
  <title>E depois do adeus?</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/P2f0620e0/8339291_KZFSf.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;95&quot; height=&quot;130&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id=&quot;SAPORTECursorMarker4750&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;* Teresa Martinho Marques&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, eu sei. Tempos difíceis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Mas não poderemos virar costas a perguntas e a reflexões que são importantes, mesmo que não pareçam prioritárias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Os Magalhães ― que nas mãos certas, nas escolas certas, com os professores certos, em projetos nacionais e internacionais e iniciativas louváveis/formação por parte da Equipa de Recursos Tecnológicos Educativos e respetivos Centros de Competência TIC espalhados pelo país, têm sido fonte de muita inovação de práticas em contexto de sala de aula ― vão desaparecer. Chegará o dia em que os últimos alunos que os têm ainda na sua posse os levarão consigo e não regressarão. Vai ser já no final do próximo ano letivo que o adeus definitivo acontecerá. O adeus gradual já está a acontecer: os alunos de 1.º e 2.º ano vivem sem eles em muitas escolas que também não tinham/têm equipamento próprio em quantidade e qualidade suficientes para permitir um trabalho regular, eficaz, mais individualizado e consistente no 1.º ciclo e pré-escolar (não esqueçamos que estão em vigor há dois anos metas TIC transversais a todos os ciclos de ensino, incluindo o pré-escolar, e que os computadores não são um luxo, mas uma ferramenta do currículo nacional).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Leitura integral&quot;&gt;As assimetrias são ainda uma realidade. Os Magalhães diluíram-nas e foi possível a muitas escolas trabalhar pela primeira vez as TIC de forma consistente e regular. Mas essas assimetrias irão emergir de novo depois do adeus. Lado a lado coexistem escolas novas e recentes com equipamento que permitirá (no 1.º ciclo e pré-escolar) continuar o trabalho já iniciado, mas são mais as escolas que não poderão fazê-lo depois dos Magalhães – agora apenas na posse de alunos dos 3.º e 4.º anos - saírem das escolas.
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O investimento que tem sido feito na formação em contexto, por várias instituições, produziu já um conjunto de profissionais com ideias, projetos e a competência necessária para utilizar os computadores de forma integrada, adequada e equilibrada nas suas aulas. Desenvolvem nos seus alunos competências várias e até mudam paradigmas (com bons resultados), levando os seus alunos a construir artefactos digitais recorrendo à programação e, com isso, elevando o conjunto de competências desenvolvidas a padrões pouco comuns para estes níveis etários. Falo da matemática e de outras áreas curriculares, mas também de competências transversais, raciocínio lógico, comunicação, resolução de problemas, rigor e disciplina do pensamento, cooperação com outros, autoestima, confiança, persistência, autonomia, comportamentos adequados no digital. Conseguem a motivação de alunos menos motivados, a alteração de comportamentos e outras mudanças importantes com reflexos diretos no desempenho dos alunos. São boas práticas, algumas delas descritas e documentadas, que podem ser replicadas ou, pelo menos, continuadas por esses professores (que naturalmente as fazem evoluir com a experiência acumulada).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Mas está a chegar o dia do adeus. Estes mesmos professores, a trabalhar em escolas de 1.º ciclo não equipadas, perguntam-me muitas vezes nos momentos de formação à qual se entregam com entusiasmo e vontade de aprender: &lt;em&gt;E depois?&lt;/em&gt; Com imensa pena, não lhes sei responder e não quero acreditar que tudo se afundará numa memória longínqua. Embora as escolas já estejam partidas ao meio, metade dos alunos com e metade sem, ainda há algum tempo para se pensar numa solução. Mas é um tempo curto que se vai esgotar rapidamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Admitindo a importância de dotar crianças/famílias de acesso às tecnologias (as polémicas associadas pouco interessam agora), seria fácil de prever que muitas escolas pouco beneficiariam a longo prazo com essa medida, como agora se constata: depois do adeus ficarão vazias de equipamento, de oportunidades e de sonhos de fazer mais e melhor, se nada mais acontecer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Talvez pior do que nunca sequer ter sonhado, é já ter saboreado o sabor doce da aventura e não poder mais reproduzi-lo com a mesma qualidade e intensidade, por falta de ingredientes essenciais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Numa altura em que  a &lt;a href=&quot;http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/ue_quer_reforco_no_ensino_de_competencias_na_1282940.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;UE quer um reforço no ensino de competências na área das TI&lt;/a&gt;, o que estaremos como país a pensar fazer no futuro, depois do adeus, nas escolas do 1.º ciclo e pré-escolar que ainda não estão equipadas de forma adequada?&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* EB 2,3 de Azeitão e CCTIC – ESE/IPS: &lt;a href=&quot;http://projectos.ese.ips.pt/cctic/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://projectos.ese.ips.pt/cctic/&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://eduscratch.dgidc.min-edu.pt/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://eduscratch.dgidc.min-edu.pt/  &lt;/a&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>teresa martinho marques</category>
  <category>artigos de opinião</category>
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  <pubDate>Wed, 05 Dec 2012 10:00:21 GMT</pubDate>
  <title>Ministério adia observação de aulas para o próximo ano</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://imagens5.publico.pt/imagens.aspx/735835?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=749&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;188&quot; height=&quot;125&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Numa circular enviada às escolas, o MEC informa que os docentes abrangidos pela obrigatoriedade da observação de aulas poderão realizá-la no próximo ano letivo e não já neste, como se encontrava estipulado. Mesmo que esta só se concretize no próximo ano letivo, os docentes terão de requerer a observação de aulas até ao final deste mês. &lt;br /&gt;A observação de aulas por um avaliador externo é obrigatória para os professores que estão no primeiro ano da sua atividade, para os que estejam nos 2.º e 4.º escalões da carreira docente, para os que se candidatam a um &quot;excelente&quot; ou que tenham tido a menção de &quot;insuficiente&quot; na última avaliação. Estes últimos não poderão adiar o período de observação de aulas. (&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/sociedade/noticia/ministerio-adia-observacao-de-aulas-para-o-proximo-ano-1576019&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Fri, 30 Nov 2012 15:00:08 GMT</pubDate>
  <title>Salman Khan e o vídeo na educação</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;p&gt;Salman Khan fala sobre como e por que razão criou uma série de vídeos educativos que oferece formação curricular completa e apela a uma revolução dos métodos pedagógicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://embed.ted.com/talks/lang/pt/salman_khan_let_s_use_video_to_reinvent_education.html&quot; width=&quot;560&quot; height=&quot;315&quot; scrolling=&quot;no&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>educação em debate</category>
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  <pubDate>Fri, 30 Nov 2012 10:00:59 GMT</pubDate>
  <title>Primeiro-ministro reconhece fim da educação gratuita</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://imgs.cmjornal.xl.pt/imgs/share/2012-11/2012-11-28231802_CA967162-B341-4FEB-88DD-FECB0766BF67$$738d42d9-134c-4fbe-a85a-da00e83fdc20$$6b424282-be00-4e87-aa40-c670fb3838aa$$img_carrouselTopHomepage$$pt$$1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;150&quot; height=&quot;198&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Pedro Passos Coelho reconheceu numa entrevista que haverá mais cortes nas prestações sociais, na Educação e na Saúde, bem como nos salários da Função Pública. O primeiro-ministro assumiu que a reforma do Estado implica um corte definitivo de quatro mil milhões de euros e deve começar pela Educação, onde há menos entraves na Constituição, abrindo assim caminho ao fim da escola gratuita e à introdução de um sistema de co-pagamento. (&lt;a href=&quot;http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/actualidade/cortes-eliminam-educacao-gratuita&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;CM&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Thu, 29 Nov 2012 15:00:33 GMT</pubDate>
  <title>O Ano de Portugal no Brasil e o Ano do Brasil em Portugal</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px currentColor;&quot; src=&quot;http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bae072ae2/9471645_UZZOw.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;110&quot; height=&quot;120&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;* Rosa Silva&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;«A língua que nos une também pode ser a língua que nos separa» foi uma das frases proferidas pela jornalista Leonor Xavier, no salão nobre do Teatro Dona Maria II, dia 6 último. Deu alguns exemplos. A palavra «canalizador» é, para nós, aquele que repara a canalização, mas para o carioca do Rio de Janeiro é um bombeiro. E citou João Cabral: «Nós com 20 palavras fazíamos um poema.»&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com graça própria e simplicidade experimentada, Leonor, também escritora, lembrou alguns grandes nomes de portugueses e brasileiros ligados pela cumplicidade fraterna luso-brasileira: Agostinho da Silva (que chegou a entrevistar), António Alçada Baptista, Millôr Fernandes, Vitorino Nemésio (e o seu &lt;em&gt;Violão do Morro&lt;/em&gt;)…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Leitura integral&quot;&gt;
&lt;p&gt;Já Arnaldo Saraiva, professor emérito da Universidade do Porto, falou das suas origens serranas, do seu primeiro contacto com o português do Brasil quando um professor lhe pediu para cantar e encantar com a sua pronúncia melodiosa. E d’ &lt;em&gt;A Flor e A Náusea&lt;/em&gt; de Carlos Drummond de Andrade que o converteram definitivamente à cultura brasileira. Para ele, todo o português devia ser brasileiro e todo o brasileiro devia ser português. E lembrou Manuel Bandeira no &lt;em&gt;Português meu avozinho,&lt;/em&gt; que fui, à socapa, bisbilhotar e maravilhei-me. Falou do António Cândido e da metáfora do arco-íris. E do Brasil que foi a maior invenção dos portugueses. Naquilo que de bom lhes levámos. E recebemos!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As relações entre Portugal e o Brasil, diz, são automáticas. Deviam ser mais ponderadas. Está bem que as telenovelas nos aproximaram daquele país. Mas ninguém no Brasil conhece telenovelas portuguesas. Parece que só interessam as relações comerciais… Da literatura portuguesa no Brasil, conhecem os clássicos: Eça de Queirós…; da atualidade: José Cardoso Pires, Inês Pedrosa, Gonçalo M. Tavares e pouco mais… A Carminho lá vai ao Brasil… Lembrei-me da Eugénia Mello e Castro…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As instituições universitárias ainda vão estreitando um pouco mais a distância. E temos o exemplo de Cleonice Berardinelli, por quem, eu própria, tenho muita estima, porque a conheci pessoalmente e me vem inspirando. Mas pouco mais. Não temos a prática do protocolo. E, quase de propósito, entrou naquele momento o embaixador do Brasil em Portugal. A quem foi feita uma saudação oficial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Leonor continuou. Os códigos de conduta entre os dois povos ainda causam muita convulsão. A história do Brasil e de Portugal tem sido feita para contar. Faz-se de boca em boca. E recorda Raúl Solnado que dizia que havia sempre algo comum entre os portugueses e os brasileiros: os nossos avós.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje vamos também acordando o passo da ortografia ao compasso da fonética. &lt;em&gt;Não é mesmo&lt;/em&gt;?&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;* Docente do Ensino Secundário&lt;/p&gt;</description>
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  <category>artigos de opinião</category>
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  <pubDate>Thu, 29 Nov 2012 10:00:22 GMT</pubDate>
  <title>3.ª Competição Internacional de Posters do ISLP </title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 1px solid currentColor;&quot; src=&quot;http://www.apm.pt/pic/_ISLPcompetionLOGO_508d5f0eb7c91.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;204&quot; height=&quot;131&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O objetivo desta 3.ª Competição Internacional do ISLP (Projeto Internacional de Literacia Estatística) é o de promover a Literacia Estatística entre alunos e professores em todo o mundo, para desenvolver os recursos desta área e reunir todos os cidadãos em torno da literacia estatística em cada país e no mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O tema da 3.ª Competição é a Agricultura, propondo-se que os alunos façam um poster sobre uma investigação estatística na área com o apoio dos professores de Matemática e de Ciências da Natureza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As inscrições estão já abertas, devendo os posters ser submetidos até 8 de março de 2013.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As regras e instruções podem ser consultadas em &lt;a href=&quot;http://www.stat.auckland.ac.nz/~iase/islp/competition-second&quot;&gt;http://www.stat.auckland.ac.nz/~iase/isl&lt;wbr /&gt;p/competition-second&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>agenda</category>
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  <pubDate>Wed, 28 Nov 2012 15:00:53 GMT</pubDate>
  <title>Livros de Camilo Castelo Branco disponíveis online.</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 1px solid;&quot; src=&quot;http://www.dn.pt/storage/DN/2012/big/ng2177672.jpg?type=big&amp;amp;pos=0&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;210&quot; height=&quot;140&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Encontram-se disponíveis &lt;em&gt;online&lt;/em&gt; doze livros de Camilo Castelo Branco, digitalizados a partir de edições que pertencem ao espólio da Biblioteca Nacional, a qual se associou à semana promovida no Centro Cultural de Belém em torno da comemoração do 150.º aniversário de &lt;em&gt;Amor de Perdição&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As obras são &lt;em&gt;A Brazileira de Prazins, A Morgada de Romariz, A Sereia, A Viúva do Enforcado, Amor de Perdição, Amor de Salvação, Aventuras de Bazílio Fernandes Enxertado, Gracejos que Matam, Lucta de Gigantes, Maria Moysés, O Esqueleto, Sentimentalismo e História&lt;/em&gt;, e podem ser descarregadas a partir do sítio &lt;a href=&quot;http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=2837944&amp;amp;page=-1&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;DN Artes&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>línguas e literaturas</category>
</item>
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  <pubDate>Wed, 28 Nov 2012 10:00:07 GMT</pubDate>
  <title>1.º Encontro Regional no âmbito da Promoção e Educação para a Saúde</title>
  <author>Correio da Educação</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_xhoZao5cK-g/TNnEg1B0r-I/AAAAAAAACho/iCxm0bkNeyE/s1600/educa%25C3%25A7ao+para+a+saude+-+Diabetes.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A Direção-Geral da Educação, em colaboração com a Direção Regional de Educação do Centro, vai promover, no próximo dia 30 de novembro de 2012, no auditório da Escola Secundária Infanta D. Maria, em Coimbra, o Encontro Regional, no âmbito da Promoção e Educação para a Saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este encontro tem por objetivo central dinamizar e reforçar o trabalho desenvolvido sobre esta área na escola e destina-se a todos os professores e diretores de escola/agrupamento e a outros técnicos que trabalhem na escola na área da educação para a saúde. O trabalho que irá ser desenvolvido terá o formato de workshops sobre as áreas de Educação alimentar, Prevenção do consumo de substâncias psicoativas, Educação sexual, Saúde mental e prevenção da violência em meio escolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inscrição pode realizar-se em &lt;a href=&quot;http://area.dge.mec.pt/rpes&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://area.dge.mec.pt/rpes&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>agenda</category>
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  <pubDate>Tue, 27 Nov 2012 10:00:03 GMT</pubDate>
  <title>I Encontro Regional de Educação da Madeira</title>
  <author>Correio da Educação</author>
  <link>http://correiodaeducacao.asa.pt/290898.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px currentColor;&quot; src=&quot;http://www.madeira-edu.pt/LinkClick.aspx?link=imagens%2fbanner200x150y.jpg&amp;amp;tabid=887&amp;amp;mid=4906&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O I Encontro Regional de Educação tem lugar nos dias 10 e 11 de dezembro próximos, integrado na Semana Regional da Pessoa com Necessidades Especiais, que decorre de 3 a 11 de dezembro de 2012, organizado pela Direção Regional de Educação, da Secretaria Regional da Educação e Recursos Humanos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Madeira Tecnopolo, no Funchal, acolhe este evento que apresenta o mote «Educação hoje: dilemas, controvérsias e desafios», com vista a proporcionar a discussão saudável numa perspetiva intercultural. Mais informação disponível em &lt;a href=&quot;http://www.madeira-edu.pt/dre&quot;&gt;www.madeira-edu.pt/dre&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>agenda</category>
</item>
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  <pubDate>Mon, 26 Nov 2012 15:00:52 GMT</pubDate>
  <title>O insustentável peso de ser </title>
  <author>Correio da Educação</author>
  <link>http://correiodaeducacao.asa.pt/290020.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: left;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Pd3098cc3/11531214_aa0I7.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;82&quot; height=&quot;130&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p id=&quot;SAPORTECursorMarker8589&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;* José Matias Alves&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há muito tempo já escrevi sobre o &lt;em&gt;insustentável peso de ser&lt;/em&gt;. O insustentável peso de ser professor numa ordem que desconfia, menoriza, oprime. O peso da sobrerregulamentação, das rotinas asfixiantes e da inércia que nos esvazia. O peso de um mandato social claramente excessivo, claramente impossível, de uma arrogância que tudo prescreve, quase tudo ignora. O peso de uma pobreza de pensamento que se diz ao serviço da democratização, da competitividade, da meritocracia, da diferenciada igualdade de oportunidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;a name=&quot;cutid1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;ljcut&quot; text=&quot;Leitura integral&quot;&gt;
&lt;p&gt;Hoje, regresso ao tema para o dizer na sua hiperbolização. Porque as escolas são agora ambientes muito mais agressivos, muito mais exigentes; porque as identidades profissionais estão agora em ferida e em risco de se despedaçarem; porque os professores estão cada vez mais entregues a si mesmos numa solidão ontológica e antológica; porque a autoridade tem maiores dificuldades de se afirmar e de exercer num quadro geral de desvinculação organizacional e profissional (não demorará muito tempo a manifestar-se a disforia de viver e de trabalhar nos &lt;em&gt;megagrupamentos&lt;/em&gt;, aparentemente uma solução que integra, articula e reforça a coesão).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, é muito mais difícil ser professor. É difícil acreditar num discurso cheio de promessas e de boas intenções. É difícil agir em contextos tão desconexos, tão centrífugos, tão enredados em múltiplas contradições. É muito mais difícil convencer os novos públicos escolares de que estudar vale a pena, que estudar compensa, que estudar é uma condição de liberdade e de sobrevivência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, os professores vivem reféns de um ideal de escola que já não existe. Reféns de uma dádiva que sempre quiseram inscrever nos seus modos solidários de agir. Reféns de uma (&lt;em&gt;des)ordem&lt;/em&gt; profissional que persiste em não ensaiar as condições de sobrevivência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É por isso que, às vezes, surge a tentação de desistir. A tentação de nos abandonarmos. Mas não nos resta outra alternativa que não seja persistir na reinvenção de dias mais claros. Persistir na procura das soluções concretas, na procura das soluções possíveis. Exigir mais de nós mesmos, mas numa lógica de construção de Comunidades Profissionais de Aprendizagem que possam tecer os laços que permitam novos exercícios de respiração. E exigir mais das famílias e dos poderes públicos. Em nome das crianças e dos adolescentes que só veem negrume à sua frente. Em nome de uma profissão que se tem de redescobrir.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* José Matias Alves é investigador, doutor em Educação e professor convidado da Universidade Católica Portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>círculo aberto</category>
  <category>josé matias alves</category>
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  <pubDate>Mon, 26 Nov 2012 10:00:56 GMT</pubDate>
  <title>Milhares protestam em Itália contra &quot;destruição da escola pública&quot;</title>
  <author>Correio da Educação</author>
  <link>http://correiodaeducacao.asa.pt/290584.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px currentColor;&quot; src=&quot;http://sicnoticias.sapo.pt/incoming/2012/11/24/italia-manif.jpg/ALTERNATES/w620/italia+manif.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;155&quot; height=&quot;87&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Milhares de estudantes, professores e sindicalistas manifestaram-se em Roma e em outras cidades italianas contra os cortes no setor da educação pública. Após diversos anos de reduções orçamentais no ensino básico e secundário, os estudantes receiam agora a aprovação pelo Parlamento de um controverso projeto-lei sobre educação que permitirá às escolas obter fundos privados em detrimento dos públicos, e reduzir o poder dos professores. (&lt;a href=&quot;http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2012/11/24/milhares-protestam-em-italia-contra-destruicao-da-escola-publica&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;SICN&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>imprensa</category>
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  <pubDate>Thu, 22 Nov 2012 15:00:59 GMT</pubDate>
  <title>Pais da Escola Soares dos Reis processam Ministério da Educação</title>
  <author>Correio da Educação</author>
  <link>http://correiodaeducacao.asa.pt/290490.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://imgs.cmjornal.xl.pt/imgs/share/2012-11/2012-11-21165121_CA967162-B341-4FEB-88DD-FECB0766BF67$$738d42d9-134c-4fbe-a85a-da00e83fdc20$$f9369087-bf33-43d5-9848-421b7c716939$$img_carrouselTopHomepage$$pt$$1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;150&quot; height=&quot;198&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A Associação de Pais da Escola Artística de Soares dos Reis, no Porto, decidiu avançar com uma ação judicial contra o Ministério da Educação, considerando ilegal a nova forma de cálculo das médias de notas dos alunos de artes que queiram ingressar este ano letivo no ensino superior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com as novas regras, os estudantes não podem candidatar-se ao ensino superior com as notas da formação em contexto de trabalho e da prova de aptidão artística, ou seja, a média das disciplinas do ensino especializado não é valorizada, enquanto no passado era. (&lt;a href=&quot;http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/pais-da-escola-soares-dos-reis-processam-ministerio-da-educacao&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;CM&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>correio disciplinar</category>
  <category>expressões</category>
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  <pubDate>Thu, 22 Nov 2012 10:00:23 GMT</pubDate>
  <title>Conselho Nacional da Educação recomenda novo quadro de responsabilidades</title>
  <author>Correio da Educação</author>
  <link>http://correiodaeducacao.asa.pt/290178.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: right;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://www.cnedu.pt/images/stories/conselheiros/Ana-Bettencourt/Ana-Bettencourt.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;80&quot; height=&quot;100&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O Conselho Nacional de Educação recomenda ao Governo que defina um novo quadro de responsabilidades entre os vários níveis da administração educacional. Uma medida que este órgão consultivo do Ministério da Educação considera que se torna mais urgente após a reorganização da rede escolar.&lt;br /&gt;Os conselheiros defendem «um inequívoco reforço das atividades de gestão pedagógica das escolas, o mais perto possível dos alunos», aplicando um projeto educativo próprio, o que dizem não estar a ocorrer no processo de concentração de escolas/agrupamento. (&lt;a href=&quot;http://economico.sapo.pt/noticias/conselho-nacional-da-educacao-recomenda-novo-quadro-de-responsabilidades_156766.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;DE&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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