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  <title>Homo Economicus</title>
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  <description>Homo Economicus - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Fri, 07 Nov 2008 16:22:51 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Fri, 07 Nov 2008 16:15:10 GMT</pubDate>
  <title>A bofetada de luva branca de Obama</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
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  <description>&lt;p&gt;A eleição de Obama foi uma bofetada de luva branca para a extrema-direita que depois de chocada por saber que entre os &amp;quot;puros&amp;quot; também existe alcool, homosexualidade, prostituição, droga e tudo o resto que existe onde existem pessoas, agora vêm um &amp;quot;não-branco&amp;quot; ser eleito presidente dos EUA. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também para a extrema-esquerda (PCP e BE) a vitória de Obama o foi, ao demonstrar a superioridade moral e não só da democracia americana em particular e das democracias em geral em relação às mesquinhas ditaduras opressivas que ainda agora defendem, mesmo por detrás da grande fraude que é dizerem-se &amp;quot;defensores da democracia&amp;quot;. A vitória de Obama também é uma derrota da extrema-esquerda dado que com MacCain tinham sempre alguém que atacar ou desculpar as asneiras próprias. Por exemplo, que desculpas haverá para a miséria em Cuba quando o &amp;quot;bloqueio&amp;quot; (entre aspas dado que muitos estados dos próprios EUA já comercializam com Cuba) for oficialmente terminado ?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os que pensam que com Obama os EUA se vão tornar &amp;quot;socialistas&amp;quot; (no sentido da extrema-esquerda) lembrem-se que Obama para aplicar o que promete precisa de manter bem viva a economia de mercado que gera a riqueza de onde pode recolher impostos, pelo que nem chegará aos níveis da social-democracia na Europa em termos de intervenção governamental, aplicando apenas as correcções pontuais que sempre foram necessárias nos países onde a liberdade económica implica por vezes o surgir de crises económico-financeiras pontuais e cujo impacto no médio e longo prazo é praticamente nulo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o choque maior será quando verificarem que Obama no fundo defenderá naturalmente em 1º lugar os interesses dos EUA em termos economicos, políticos, militares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espera-se que não seja um fraco como Carter.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>obama</category>
  <category>eua</category>
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  <pubDate>Mon, 01 Sep 2008 09:05:11 GMT</pubDate>
  <title>Por cá e por lá depois das férias</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
  <link>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/34233.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Depois de alguma ausência está na altura de comentar algumas das coisas que têm acontecido neste mundo em geral e no nosso Portugal em particular.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Por lá ...&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de cair na armadilha do urso russo, intervindo na Osséssia do Sul contra os separatistas de uma forma mais musculada, os georgianos viram os russos fazerem o que sempre quiseram, invadirem a Geórgia. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quais os objectivos dos russos com esta invasão ? Para lá de quererem tentar recriar o antigo império soviético cuja desintegração foi o maior erro do séc. XX segundo Putin, querem ter a exclusividade do fornecimento de petróleo e gás natural à Europa, tornando-a completamente dependente a partir daí dos desejos russos. A Geórgia tem já e vai ter mais pipelines que limitam essa exclusividade de fornecimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O maior problema que a Europa e o Mundo têm com os russos é que actualmente temos uma Rússia em que a adopção pela economia de mercado e as vendas energéticas permitiram criar muito mais riqueza que no regime soviético e que poderá ser canalizada para fins militares, a par de uns tiques imperialistas soviéticos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Patético é verificar a simpatia dos comunistas portugueses pelos avanços russos. Esquecem que a Rússia actual não tem nada a ver em termos de regime sócio-económico com o socialismo ou comunismo da ex-URSS, fazendo o seu capitalismo os EUA parecerem um Estado social. Mas coitados, na falta de melhores notícias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br type=&quot;_moz&quot; /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Por cá&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Criminalidade&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este aumento de criminalidade cria a necessidade de fortes medidas de contenção. A maior criminalização do uso de armas e o reforço dos meios e processos das autoridades é um primeiro passo mas provavelmente terá que ser reforçado para evitar que a extrema-direita venha captar os votos dos mais receosos que esperam milagres.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Verifica-se também que muitos dos criminosos são &amp;quot;repetentes&amp;quot; e mesmo depois de presos voltam à criminalidade mal são libertos. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos EUA a partir de 3 detenções por criminalidade, a quarta detenção leva a prisão perpétua por se considerar que o delinquente &amp;quot;não tem cura&amp;quot;. Cá isso será impossível mas talvez um agravamento de penas o permita afastar da sociedade como se deseja, dado que se tornou um perigo para a mesma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Tribunais&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Curiosamente poucos contestaram a notícia e editorial do Expresso que refere o facto de os juízes estarem a aplicar pouco a prisão preventiva porque &amp;quot;não querem&amp;quot;, libertando delinquentes que poucas horas depois voltam a praticar actos criminosos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Parece que tudo como forma de &amp;quot;vingança&amp;quot; sobre o Governo por cortes nas suas benesses e privilégios, que eram insustentáveis sem aumento de impostos dos portugueses e que impedem mesmo a diminuição dos mesmos. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na minha opinião qualquer profissional de qualquer classe que é remunerada pelo erário público e usa a sua posição para chantagear o Estado e no fundo os portugueses, para manter ou aumentar as suas benesses e privilégios, deve ser expulso da profissão e sempre que tal se justifique, responsabilizado judicialmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;CGTP&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A CGTP só nos apresenta surpresas. Depois de se saber que também utiliza recibos verdes nas condições que tanto critica aos outros, agora sabe-se que cobra 10% das indemnizações recebidas pelos trabalhadores nos despedimentos colectivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ou seja, para terem mais receitas é do seu interesse que haja mais conflito social, mais encerramento de empresas o que a beneficia financeiramente e beneficia politicamente o PCP. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado o sindicato comunista dos professores vem sugerir a &amp;quot;solução&amp;quot; para o excesso de professores. Para eles &amp;quot;basta&amp;quot; diminuir o número de turmas por professor... E já agora o número de alunos por turma. Nós já temos um dos melhores rácios da OCDE entre número de professores e número de alunos mas nada como aplicar as sugestões do sindicato para criar empregos artificiais à custa dos impostos dos portugueses...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É bom que quem tire cursos com o objectivo de ser professor tenha em consideração que, tal como em todas as outras profissões, o emprego não é garantido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;</description>
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  <category>rússia</category>
  <category>educação</category>
  <category>cgtp</category>
  <category>tribunais</category>
  <category>criminalidade</category>
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  <pubDate>Mon, 14 Jul 2008 10:22:53 GMT</pubDate>
  <title>A verdade dos factos</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
  <link>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/33986.html</link>
  <description>&lt;p&gt;O prof. de Economia César das Neves apontou mais uma vez a verdade nua e crua do nosso país por muito que tal desagrade aos corporativismos e também à extrema-esquerda (PCP/BE) que tudo prometem porque não pensam vir a governar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Basta ler ...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;br type=&quot;_moz&quot; /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;... Portugal tem um grave problema que o Governo prometeu resolver. Os principais grupos profissionais, que dão excelentes contributos ao País, ganharam nos finais do século passado um excesso de peso financeiro que asfixia a sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quer o défice orçamental quer a estagnação da economia estão ligados a esta questão. É preciso reduzir as regalias e remunerações dessas corporações sem as ofender ou hostilizar. Tal função, que nunca seria fácil, foi abordada pelos ministros de forma lenta e hesitante, para agora começar a ser abandonada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
... Portugal não conseguirá enfrentar os desafios da globalização e relançar o desenvolvimento enquanto não lidar com este desequilíbrio interno. Não se trata de oprimir médicos, professores, juízes, funcionários ou polícias, mas de alinhar os seus benefícios com os respectivos contributos para o bem comum. As regalias de que gozam podem ser desejáveis em abstracto, mas ainda não são sustentáveis. Se o aparelho económico ceder debaixo do seu peso, todo o sistema colapsa. Neste momento ainda não cai, mas geme sem conseguir crescer. O próprio interesse dessas corporações exige um equilíbrio realista.&amp;quot; &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: smaller;&quot;&gt;in DN-140708&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;br type=&quot;_moz&quot; /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: smaller;&quot;&gt;http://dn.sapo.pt/2008/07/14/opiniao/a_g&lt;wbr /&gt;overnamental_oposicao_governo.html&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>corporativismo</category>
  <category>reformas</category>
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  <pubDate>Fri, 27 Jun 2008 17:26:04 GMT</pubDate>
  <title>Facilitismos</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
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  <description>&lt;p&gt;No momento em que o mundo é cada vez mais exigente e competitivo, o facilitismo dos vários exames a nível nacional foi o pior exemplo a dar aos jovens. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Serve para melhorar estatísticas e prejudicar os melhores alunos. Desincentiva o profissionalismo dos professores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É um erro político crasso porque afasta os que votam num partido pelo rigor do Governo não atraindo ninguém que vê no facilitismo apenas jogada política.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>educação</category>
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  <pubDate>Mon, 16 Jun 2008 18:12:00 GMT</pubDate>
  <title>O Tratado de Lisboa. O Terrorismo Social</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
  <link>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/33337.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;Tratado de Lisboa&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As causas para o &amp;quot;Não&amp;quot; de menos de 1 milhão de irlandeses ao Tratado de Lisboa foram uma mistura de política interna e mentira. Era essa a razão porque partidos como PNR, PCP ou BE queriam o referendo cá. Entre a mentira e a demagogia esperavam a abstenção milagrosa para poderem &amp;quot;cantar vitória&amp;quot;. Na Irlanda foram os problemas económicos recentes mais mentiras do género &amp;quot;com o Tratado de Lisboa será obrigatório o casamento entre homosexuais, aborto e os irlandeses teriam que ir para a guerra&amp;quot;. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já anteriormente com o Tratado Constitucional nos casos de França e Holanda andou-se pelo mesmo, o referendo era forma de criticar a situação do país a que se atirou mentiras para aumentar a probabilidade do &amp;quot;não&amp;quot;. Uma delas no caso da França era que com o Tratado Constitucional a Turquia passava a pertencer automáticamente à UE. Falso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cantaram vitória em Portugal partidos da extrema-esquerda como o PCP e o BE e da extrema-direita como o PNR. Os primeiros se pudessem tiravam-nos da UE para nos colocarem na Comecom (espécie de UE dos países comunistas) que desapareceu dado o fracasso do comunismo. As ideologias representadas pelos 3 partidos, comunismo, fascismo e nacional-socialismo (nazismo) também preferiam uma Europa fraca de 27 países cada um por si, para nos problemas tentarem implementar as respectivas ditaduras e refazer aquilo que fizeram nos anos 40 e quem sabe se ainda continuaria caso Hitler não tivesse estragado tudo com a invasão da URSS. Repartição dos países europeus entre comunistas, fascistas e nazis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espera-se que a ratificação continue nos restantes países. A Europa não pode ficar ingovernável e à mercê de menos de 1 milhão de irlandeses, a maior parte dos quais votou &amp;quot;Não&amp;quot; por razões que nada tinham a ver com o Tratado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois de 26 países ratificarem a &amp;quot;bola&amp;quot; está na Irlanda. Arranja solução ou deixa os restantes países continuarem o percurso para uma Europa forte, governável e com peso internacional em vez de um conjunto balofo de mais de 2 dezenas de países.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Terrorismo Social&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assistimos a actos criminosos de uma classe profissional como forma de chantagem, em nome dos seus patrões, para sacarem dinheiro dos impostos dos portugueses para manterem os seus lucros. A subida dos combustíveis é para ficar, podendo mesmo aumentar a médio ou longo prazo com o aumento de procura de países como a China ou Índia e mesmo todos os restantes países em desenvolvimento. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Estado não pode subsidiar cada sector que fica afectado pela subida das suas matérias-primas. A partir daí todos os sectores afectados pela subida dos combustíveis, gás, electricidade ou outras matérias primas faziam terrorismo social como assistimos para ter subsídios que saiem dos bolsos dos portugueses. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A extrema-esquerda lírica ou hipócrita (PCP e BE) só &amp;quot;exige&amp;quot; ajudas ao sector, sem saber nem dizer bem quais, por saber que é impossível subsidiar um sector por uma mudança estrutural. E como pedem para subsidiar estes e todos os outros, mas também impostos mais baixos, reformas e salários mais altos, mais despesa do Estado, desemprego mais baixo, inflação mais baixa, juros mais baixos, etc., etc.,  (é só pedir), já só os pouco informados vão nos cantos da sereia. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao Estado pede-se o que não fez desde o início. Maior firmeza a actos de terrorismo social deste calibre e não ceder a chantagens. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Governo não foi firme e cedeu parcialmente. Talvez por andar durante a crise o que fazer para perder menos. Acabou de perder aqueles que querem a segurança do país em todos os aspectos e não ganhar nada.&lt;/p&gt;</description>
  <comments>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/33337.html</comments>
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  <category>camionistas</category>
  <category>terrorismo social</category>
  <category>tratado de lisboa</category>
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  <pubDate>Mon, 02 Jun 2008 17:02:07 GMT</pubDate>
  <title>Racismos, xenofobias e outras mostras de tacanhez</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
  <link>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/33182.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Da África do Sul à Itália, quando as dificuldades de um país apertam por culpa própria é sempre mais fácil arranjar bodes expiatórios, preferenciamente mais fracos e indefesos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na África do Sul são uns animalecos negros que agridem e assassinam imigrantes indefesos, por muito que se ponha em causa a legalidade da sua presença no país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Itália são uns animalecos brancos que agridem imigrantes ou têm intenções de o fazer, no que vergonhosamente têm o conluio tácito de um governo populista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas da Suiça vem a bofetada de luva branca à extrema-direita populista, com os suiços a dizerem não a um possível aumento das dificuldades de naturalização para os imigrantes residentes no país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda há esperança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>xenofobia</category>
  <category>racismo</category>
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  <pubDate>Mon, 02 Jun 2008 16:39:11 GMT</pubDate>
  <title>Os combustíveis e a demagogia parola</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
  <link>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/32810.html</link>
  <description>&lt;p&gt;As subidas dos combustíveis devem-se a subidas do preço do petróleo que se devem à antecipação de forte crescimento da procura por parte de países como a China e Índia. Estas subidas levarão a que os recursos se tornem escassos sem novas explorações que são cada vez mais difíceis de encontrar e mais caras de explorar, falta de refinarias e tempo para isso tudo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que se vai passar é que os preços vão continuar a subir até que a procura comece a descer, seja por poupança, energias alternativas, etc., etc. Baixar os IVAs ou outros impostos apenas fará com que os preços ao consumidor baixem no curto prazo e a procura não desça devido a essa descida artificial de preços. Os mercados petrolíferos o que vão fazer é aumentar ainda mais o preço do crude para aproveitar essa descida artificial de preços ao consumo. Um pouco como quando o preço das habitações sobe quando descem as taxas de juro, anulando ou quase os benefícios dessa descida. Só que, adicionalmente, o preço dos combustíveis voltará a subir e os Estados ficarão sem largos milhões de euros de impostos sendo obrigados a cortar nas despesas do Estado para não agravar os défices, agravando ainda mais a situação do país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E a opinião dos especialistas na área não anda muito desta, como o último Expresso revelou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O resto é tudo demagogia parola. O &amp;quot;se nós governassemos os combustíveis baixariam&amp;quot;  prometida pela extrema-esquerda é pura aldrabice, não há almoços grátis e a &amp;quot;pancada&amp;quot; acabaria por existir acabando todos os portugueses, incluindo os mais desfavorecidos, por pagar com os seus impostos a descida artificial do preço dos combustíveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o mais triste é a demagogia barata do partido mais à direita do Parlamento, dado que a nova líder do PSD já disse que não ia em cantigas. O CDS-PP representa a Direita parola, que quer mercado, mercado, mercado mas quando vêm as dificuldades quer Estado e mais Estado para ajudar com subsídios e outras benesses.&lt;/p&gt;</description>
  <comments>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/32810.html</comments>
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  <category>combustíveis</category>
  <category>direita esquerda</category>
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  <pubDate>Thu, 15 May 2008 18:35:49 GMT</pubDate>
  <title>O Estado da Economia</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
  <link>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/32519.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Como se esperava já há algum tempo, vieram hoje as más notícias com a previsão de crescimento do PIB a descer de 2,2 para 1,5% do PIB.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espera-se que mesmo nesta situação o Governo esqueça os eleitoralismos e continue no caminho das reformas e contenção orçamental necessários para não se estragar mais uma vez o que foi feito até agora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta quebra do crescimento do PIB era esperada.  Por um lado  a actividade cíclica da economia tem levado que de 7-8 anos em 7-8 anos o crescimento do PIB abrande notóriamente ou se torne mesmo negativo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este ano tem-se uma crise internacional que está a fazer cair o maior motor do crescimento do nosso PIB, as exportações. O investimento privado não arranca por fraca procura interna e agora quebra na procura externa. O governo a braços com o défice ainda elevado não pode aumentar a despesa. Tudo somado é o que temos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os portugueses, já apertados com o despesismo e respectivos créditos dos últimos anos, a que se junta aumento dos juros do crédito da casa, aumento dos combustíveis e aumento de alguns bens alimentares não podem aumentar o seu consumo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ou seja, uma situação complicada a nível económico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que se pode fazer ? &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;. Baixar impostos aumentaria o défice do Estado com todas as consequências negativas para o país, desde o perigo de perda de transferências de subsídios da UE à perda de credibilidade de Portugal perante a Europa. Mesmo assim temos mais folga do que nos últimos 30 anos. Mas nada garante que uma baixa de impostos como o IRS ou IRC, a fazer efeito apenas daqui a um ano, tivesse grande influência no consumo dos portugueses como seria necessário para o país crescer. E o IVA já vai descer, não sendo de esperar grande impacto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;. Aumentar salários a meio do ano como alguns milagreiros da extrema-esquerda comunista defendem apenas levaria a maior défice o que levaria a mais cedo ou mais tarde impostos mais elevados, as empresas nacionais a ficarem em dificuldades e perderem competitividade e, aumentando os salários sem aumento de produtividade, apenas faria a inflação subir mais ainda anulando qualquer aumento salarial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;. Criar &amp;quot;políticas de emprego&amp;quot; ? O Banco de Portugal demonstrou por A + B que as &amp;quot;políticas de emprego&amp;quot; dos sucessivos Governos apenas fazem gastar centenas de milhões do erário público sem impacto que se veja na taxa de desemprego. E criar falsos empregos apenas cria aumento de procura o que sem aumento de oferta leva a subida da inflação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;. Descida das taxas de juro, aumentando o rendimento disponível das famílias com créditos à habitação depende do Banco Central Europeu. E este também tem cuidado com a inflação, caso contrário o que se ganharia com a descida dos juros era &amp;quot;comido&amp;quot; pela subida da inflação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não há soluções fáceis, ou não haverá soluções interventivas eficientes. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O abrandamento nacional e internacional levará por exemplo à descida das matérias-primas entre outros factores o que, embora com custos, será a forma mais saudável de ajustamento da economia portuguesa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Santos milagreiros e despesistas aliviavam nos meses mais próximos e enterravam-nos ainda mais por muitos anos a seguir. O que também é objectivo desses santos milagreiros. Quanto pior o país mais eles se regozijam, no sonho utópico de ainda poder implantar no país uma ditadura do proletariado, estilo Cuba ou ex-URSS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que se saiba nunca foi característica das economias comunistas passadas e presentes a pujança económica e a riqueza dos seus habitantes. São &amp;quot;saudáveis&amp;quot; na mediania a mediocridade trocando baixa inflação por preços controlados com filas para os bens essenciais e falta dos mesmos, ou oferecendo igualitarismo com salários de miséria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso nada de ilusões.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>economia portuguesa</category>
  <category>economia</category>
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  <pubDate>Mon, 12 May 2008 10:45:59 GMT</pubDate>
  <title>Por cá e por lá, felizmente as coisas a mudarem</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;Em Portugal&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Portugal a nova &amp;quot;lei do trabalho&amp;quot; procura trazer maior flexibilidade que permita não só maior competitividade das empresas portuguesas mas também aumentar a capacidade de atrair investimento estrangeiro. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Felizmente uma sondagem apresentada pelo Correio da Manhã mostra que &amp;quot;&lt;i&gt;... De acordo com uma sondagem da Aximage, 52,2 por cento os portugueses dá o seu &amp;lsquo;sim&amp;rsquo; à adaptação dos horários de trabalho às necessidades das empresas.&lt;/i&gt;&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As mentalidades estão a mudar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Na Sérvia&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Sérvia os ultranacionalistas que representam o pior dos nacionalismos e extremismos europeus foram derrotados. Com efeito o partido de Tadic e aliados deverão conquistar 39 por cento dos votos contra 28,9 por cento dos nacionalistas de Tomislav Nikolic. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ganhou o ideal pró-europeu e menos beligerante em relação ao problema do Kosovo, o que só pode ser bom para a Europa embora cause muitos engulhos na extrema-direita europeia.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>sérvia</category>
  <category>nacionalismos</category>
  <category>lei do trabalho</category>
  <category>portugal</category>
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  <pubDate>Fri, 09 May 2008 19:04:23 GMT</pubDate>
  <title>Justiça Desportiva</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
  <link>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/32056.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Ficará para a História do futebol português e não poderá ser apagado o facto de se ter punido por corrupção desportiva 3 clubes da Primeira Divisão, o FCPorto, o União de Leiria e o Boavista, este último descendo mesmo de divisão. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Independentemente das penas provou-se que estes 3 clubes corromperam árbitros para manipular os resultados dos jogos, o que é uma vergonha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também se vê que foi por uma questão de pormenor ou dificuldade em provar e nada mais que o FCPorto não acompanhou o Boavista na descida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto ao &amp;quot;líder&amp;quot; mais conhecido, Pinto da Costa, provou-se quem é este dirigente em termos de honestidade ou falta dela, e a sua ligação a actos de corrupção que se conhecem, por muitas desculpas que tenha dado. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se o FCPorto até podia ser campeão sem actos ilegais, tal apenas prova a estupidez e menoridade deste dirigente do FCP.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que manchou de uma forma indelável este clube.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>fcp</category>
  <category>futebol</category>
  <category>corrupção</category>
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  <pubDate>Thu, 24 Apr 2008 17:12:53 GMT</pubDate>
  <title>Perseguição política ou criminalidade</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
  <link>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/31755.html</link>
  <description>A extrema-direita encontra-se em tribunal. Um dos argumentos da defesa é que estão em tribunal por razões políticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade estamos a falar de acusações de mera criminalidade comum. &lt;br /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&amp;quot;Com efeito, os 36 arguidos são acusados de detenção de arma proibida, ofensas à integridade física, ameaça, dano, introdução em local vedado ao público, instigação pública ao crime, coacção e sequestro, mas também da prática de crimes de discriminação racial e instigação ao ódio racial.&amp;quot;&lt;/span&gt; in Correio da Manhã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 2 últimos crimes até podiam no âmbito da argumentação anormal da defesa &amp;quot;invocar&amp;quot; o direito à liberdade de expressão ou parvoíces semelhantes. Mas o resto são pura e simplesmente crimes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os camaradas russos vão no mesmo caminho. Basta ler o que apareceu no Diário Digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot; class=&quot;tituloArtigo&quot; style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&amp;quot;Rússia: Skinheads mataram ou feriram 40 pessoas em 3 meses&lt;br /&gt;             &lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;leadArtigo&quot; style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Igor Sundiev, chefe do Instituto de Investigação do Ministério do Interior da Rússia, anunciou hoje que cerca de 20 pessoas foram detidas, em Moscovo e arredores, este ano, por terem participado em ataques racistas.&lt;/span&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; «Entre Dezembro e Março, cabeças rapadas, em Moscovo e nos arredores, mataram ou feriram gravemente 40 pessoas», precisou ele numa conferência de imprensa, realizada na capital russa. &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; Alexandre Brod, director do Gabinete para os Direitos do Homem de Moscovo, diz que esse número é de 49 pessoas. &lt;/p&gt;
&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Igor Sundiev afirmou que os cabeças rapadas realizam as suas acções através de concentrações repentinas: «Por exemplo, combinam encontrar-se na estação de metro Akademitcheskaia e avançar até determinado lugar. Espacam ou matam à facada a primeira pessoa não eslava que encontram e dispersam. Os participantes do ataque nem sequer se conhecem uns aos outros». &amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavras para quê ?</description>
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  <category>extrema-direita</category>
  <category>skinheads</category>
  <category>criminalidade</category>
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  <pubDate>Tue, 22 Apr 2008 19:23:36 GMT</pubDate>
  <title>Boas Notícias</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
  <link>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/31682.html</link>
  <description>Algumas boas notícias para o país nesta semana que decorre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;PSD&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Será sempre o partido de alternativa democrática ao PS e vice-versa. Pelo que a possível futura liderança de Manuela Ferreira Leite só poderá ser boa para o país. Aumenta a &amp;quot;concorrência&amp;quot; saudável entre Governo e Oposição no que diz respeito à governação do país. &lt;br /&gt;Por outro lado evita o desvario de um PSD fraco sem constituir alternativa e de um PS demasiado &amp;quot;espalhado&amp;quot; ideológicamente, dando margem de manobra à estrema-esquerda das &amp;quot;ditaduras do proletariado&amp;quot; que caso implementassem o &amp;quot;socialismo real&amp;quot; no país nos transformariam numa Cuba ou naquilo a que fugiram os países do leste europeu, o miserabilismo sócio-económico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Extrema-esquerda extremista e terrorista&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os diversos grupos mais extremistas e terroristas da extrema-esquerda foram impedidos de se manifestar no 25 de Abril &amp;quot;contra a polícia&amp;quot;. Polícia essa que no último 25 de Abril os impediu de causar ainda mais destruição na baixa. Espera-se que a polícia este ano actue novamente à altura dos acontecimentos com a firmeza necessaria contra a delinquência terrorista.</description>
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  <category>psd</category>
  <category>extrema-esquerda</category>
  <category>terroristas</category>
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  <pubDate>Thu, 17 Apr 2008 18:43:01 GMT</pubDate>
  <title>Neste país ...</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
  <link>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/31428.html</link>
  <description>As últimas novidades neste país não deixam de nos espantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Educação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Professores, associações de professores, sindicatos, anda agora tudo às &amp;quot;turras&amp;quot;. E porquê ? Porque os &amp;quot;srs. professores&amp;quot; pensavam que com a manif dos 100 mil estava o caso arrumado e já não haveria avaliações nem limitações nas subidas mantendo-se no essencial tudo na mesma. Os sindicatos percebendo que os portugueses já estão contra o corporativismo do &amp;quot;tudo na mesma&amp;quot; dos profs preferiram ceder algo a darem pontos ao Governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Emprego e greves&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Somos o país que teve a originalidade de quando a Opel anunciou que provavelmente iria sair de Portugal por a fábrica não ser competitiva em termos de custos (devido às cedências a pressões sindicais dos anos anteriores), o melhor que os sindicatos fizeram na altura foi convocar greves dos trabalhadores da fábrica...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora o que temos ? Quando se procura flexibilizar uma lei do trabalho que parou nos anos 70 e que é a principal causa da proliferação de recibos verdes a CGTP com a cassete comunista do costume convoca manifs pela manutenção da actual lei que causa mais danos do que benefícios aos trabalhadores sendo apenas dogmáticamente &amp;quot;correcta&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto o jornal Oje fala de outros &amp;quot;exemplos&amp;quot;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Os trabalhadores da Delphi, a negociar rescisões dado que a fábrica fechar, ameaçam &amp;quot;formas de luta mais rígidas&amp;quot; ... o que deve preocupar muito a Delphi que pode dar dessa forma apenas as indemnizações legais, bem menores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Os trabalhadores da Sisaqua em Sines querem manifestar-se contra a suspensão de 7 trabalhadores que davam faltas injustificadas. Ou seja, para estes iluminados o trabalhador deve poder &amp;quot;baldar-se&amp;quot; sempre que lhe apetecer e a empresa aceitar e mais nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim ...&lt;br /&gt;&lt;br style=&quot;font-weight: bold;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Folclóricos, marginais e terroristas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Entretanto no 25 de Abril grupelhos marginais que andam entre os punks, os rastas e os ocupas e que há alguns meses fizeram estragos na baixa de Lisboa associados a terroristas como os que destruiram um campo de milho há poucos meses querem manifestar-se contra a &amp;quot;agressão policial&amp;quot;. O que se espera destes grupelhos marginais ? Vão provocar e causar destruição em Lisboa para serem, e bem, perseguidos e punidos pelas forças policiais e assim poderem vitimizar-se. Esperemos que as nossas autoridades estejam à altura e ponham estes grupelhos de delinquentes na ordem.</description>
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  <category>marginais</category>
  <category>terroristas</category>
  <category>trabalho</category>
  <category>educação</category>
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  <pubDate>Mon, 31 Mar 2008 10:05:48 GMT</pubDate>
  <title>A nossa economia e a nova Cuba</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
  <link>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/31145.html</link>
  <description>&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Défice de 2,6%&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O défice de Estado em Portugal atingiu o valor mais baixo desde o 25 de Abril. O valor de 2,6%, atingido com base num Governo que tomou as medidas impopulares qb e nos portugueses que mesmo com os naturais protestos começam a perceber que pura e simplesmente o Estado não pode gastar mais do que recebe consecutivamente sem ter que aumentar ainda mais os impostos, permitiu uma baixa do IVA de 21% para 20%.  Esta baixa do IVA, mais do que aumentar o poder de compra dos portugueses, insere-se numa política de gestão de expectativas económicas procurando criar algum optimismo nos consumidores que permita uma maior recuperação económica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas se espera que baixas anunciadas de impostos no ano eleitoral não impeçam aquele que é o objectivo para 2010, um défice de apenas 0,4%, e posterior equilíbrio das Finanças Públicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E porquê esta &amp;quot;obsessão&amp;quot; com o défice ? Porque tal como famílias e empresas, o Estado não pode estar indefinidamente a gastar mais do que recebe.  Verifica-se também que países com contas públicas equilibradas aguentam de melhor forma os ciclos económicos negativos. Se a economia abranda ou se aproxima da recessão um país com contas públicas equilibradas tem maior margem de manobra para investir na recuperação económica criando algum défice do que um país que tenha já défices elevados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Espanha que atingiu mesmo um superavit do Estado continua a ser vista pelos portugueses como exemplo a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Cuba&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Entretanto Cuba está a mudar para gáudio de muitos e engulho dos mais puristas. Raul Castro depois de ter afirmado que ia reformar um Estado despesista e burocrático, trouxe &amp;quot;novidades&amp;quot; que nas economias capitalistas incluindo a portuguesa já é dado como adquirido há anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que &amp;quot;novidades&amp;quot; temos ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Os cubanos para além de poderem agora adquirir computadores e leitores de DVDs, também podem vender televisores de 19 e 24 polegadas, panelas de pressão, bicicletas eléctricas, alarmes de automóvel e microondas.Terão acesso a um segundo grupo de produtos, como sistemas de ar condicionado, em 2009, e, caso a rede eléctrica o permita, poderão comprar torradeiras e fornos eléctricos em 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Podem adquirir telemóveis mas a pagar com &amp;quot;peso convertível&amp;quot; que vale 24 vezes o peso &amp;quot;normal&amp;quot; que miserávelmente recebem e que equivale em média a menos de 20 euros por mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Mas num rasgo de generosidade permite agora aos cubanos que possam entrar em hotéis internacionais os quais anteriormente só eram acessíveis aos estrangeiros de visita a Cuba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raul Castro começou a perceber que se tiver que vir a deitar a &amp;quot;pureza comunista&amp;quot; para conseguir ter uma economia &amp;quot;à Flórida&amp;quot;, todos ficam a ganhar.</description>
  <comments>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/31145.html</comments>
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  <category>cuba</category>
  <category>défice</category>
  <category>iva</category>
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  <pubDate>Wed, 19 Mar 2008 19:09:47 GMT</pubDate>
  <title>O nosso sindicalismo</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
  <link>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/30895.html</link>
  <description>Palavras para quê ? Um editorial no DN de hoje sobre o &amp;quot;sindicalismo&amp;quot; nos CTT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;strong style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; A greve convocada para hoje e amanhã por quatro dos 13 sindicatos dos Correios &lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; é um triste anacronismo, um pedaço do primeiro quartel do século XX que chegou intacto ao século XXI. Para começar, a fragmentação por 13 sindicatos dos 15 mil trabalhadores dos CTT só interessa aos 200 burocratas que são pagos pela empresa para serem sindicalistas.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; Os Correios são um grupo de capitais públicos que se habituou a actuar num ambiente ultraprotegido, quase monopolista, mas que tem de se preparar para sobreviver em condições adversas, num sector ameaçado pelas novas tecnologias e pela concorrência dos privados.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; Não faz sentido que os CTT continuem a gastar anualmente 3,4 milhões de euros a pagar a 200 dirigentes sindicais, cem profissionais do sindicato a tempo inteiro e outros cem a tempo parcial. &lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; Não faz sentido que os 28 mil dias/ano de trabalho que não são trabalhados pelos sindicalistas sejam mais do que os 26 mil dias que não são trabalhados por razões sociais - licenças de maternidade, paternidade, luto, casamento, horas de estudo, etc.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; Não faz sentido uma greve que tem como único objectivo preservar a quantidade de dirigentes sindicais pagos pela empresa para o serem, feita contra uma administração que aceita continuar a pagar a 38 sindicalistas a tempo inteiro, apesar de o Código do Trabalho apenas a obrigar a manter nove sindicalistas profissionais.&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;in DN - 190308&lt;br /&gt;</description>
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  <category>sindicalismo</category>
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  <pubDate>Wed, 12 Mar 2008 09:16:25 GMT</pubDate>
  <title>Professores</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
  <link>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/30636.html</link>
  <description>Sobre as manifs e protestos dos professores nada como o comentário do Prof. César das Neves publicado no DN do passado dia 10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto depois da Fenprof ter dito públicamente que não negociaria com esta equipa ministerial, eis que terça-feira aparece com se nada fosse no ME falando do processo negocial, que consiste no Governo permitir que as avaliações sejam feitas até 2009, que alguns indicadores de avaliação possam ser posteriormente ajustados mas mantendo o essencial: quotas nas subidas na carreira, avaliações para as mesmas e os professores titulares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais as razões para esta mudança ? Informação. Sondagens de que podendo ter 100 ou 150 mil professores em luta, os restantes portugueses estavam contra as manifs e protestos, principalmente da forma como foram sido feitos. Ou seja, os protestos dos professores estavam a transformar-se na &amp;quot;Marinha Grande&amp;quot; do Governo. E porquê ? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Começa nos Pós e Contras a arrogância dos profs com o &amp;quot;somos todos bons&amp;quot; e a mentira descarada e confessada de um docente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Continua com as pressões caluniosas à entrada de reuniões partidárias;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. As manifs regionais e a de 8 de Março basearam as &amp;quot;palavras de ordem&amp;quot; no ataque pessoal à ministra sendo as entrevistas a diferentes professores nas manifs um desastre para a classe. Comparativamente desde 5ª feira a ministra manifestou uma serenidade e capacidade de resposta elogiada globalmente; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. No início da &amp;quot;semana do luto&amp;quot;, vê-se na TV profs vestidos com camisolas negras, preparadas e pagas, e até a incentivar alunos (!) a gritarem contra a ministra;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. A notícia de que milhões de euros iam ser pagos a profs porque profs faltam só agradou aos profs;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. A quase unanimidade de analistas de vários quadrantes sobre a necessidade de se manterem as reformas na educação mesmo que o partido do governo perdesse as eleições;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. A mensagem transmitida pelos profs nas manifs e diferentes foruns da imprensa de que não querem a avaliação ou querem &amp;quot;avaliação&amp;quot; desde que todos subam na carreira, e que não confiavam nos colegas titulares para avaliações;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Os comentários dos profs e seus &amp;quot;companheiros de luta&amp;quot; em foruns de imprensa que andam entre a ofensa e calúnia pura e simples a quem os colocava em causa, aos ataques político-partidários mais ou menos ofensivos mostrando que apenas votavam em quem lhes permitisse continuar na mesma e bem. Também ataques aos colegas titulares e ausência de sugestões de modificação do modelo de avaliação revelando que no fundo não querem nada que os impeça de subir a todos ao topo; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Greves ou manifs adicionais a partir de agora, podendo prejudicar os alunos, apenas faria mpiorar a imagem dos profs com o risco de beneficiar o Governo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. Acrescente-se o risco de na campanha eleitoral de 2009 o Governo poder vir com gráficos muito bonitos mostrando por A+B a necessidade de reformar o sistema de ensino e  avaliar os professores .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí tem-se o voltar da Fenprof ao diálogo com o ME poucos dias depois de ter dito que nunca mais o faria. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&amp;quot;    	&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;arial_azul_escuro&quot; style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;strong&gt;NÃO BASTA TER RAZÃO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div class=&quot;arial_10_encarnado&quot; style=&quot;margin: 10px 5px; padding: 10px; background-color: rgb(241, 241, 241); width: 262px; font-style: italic;&quot;&gt;
&lt;p&gt; 	&lt;/p&gt;
&lt;span class=&quot;arial_8_cinzaclaro&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;João César das Neves&lt;br /&gt;professor universitário&lt;br /&gt;naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 10px auto; width: 262px; text-align: center;&quot;&gt;                                    &lt;br /&gt;      &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
  
&lt;div style=&quot;padding: 0pt 0pt 10px 10px; clear: left;&quot; class=&quot;arial_noticias_artigo&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; Os professores estão de novo em guerra. Como todos os antecessores, a senhora ministra da Educação é a pessoa mais enxovalhada e insultada do País. Ouvindo as queixas, tem de se dizer que em muitas coisas os professores têm razão. O ministério, mais uma vez, atrapalhou tudo. Mas isso não chega como justificação.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; Todos os que gritam na televisão e escrevem enfurecidos são mestres, uma referência da juventude. Com que cara, no dia seguinte, vão enfrentar uma turma de alunos? Que respeito granjeiam depois de tais excessos? A coisa fica pior ao saber-se que um dos temas em discussão é a avaliação do desempenho. Deve ser divertido para um aluno, que é classificado pelos mesmos docentes sem poder protestar ou indignar--se, ver os seus tutores berrar de indignação por serem avaliados. Se o que os stores fazem é tomado como exemplo, os exames e pautas deste país passarão a ser muito mais coloridos e animados.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; Os professores afirmam que são a favor da avaliação, mas contra esta avaliação (declaração da Fenprof de 15 /10/2007). Essa é há séculos precisamente a posição dos alunos. Todos os estudantes são favoráveis às notas e descontentes com a que receberam. Os testes são sempre difíceis, as datas sempre inconvenientes, os professores sempre injustos. Mas é preciso aguentar com cara alegre.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; Agora, com o feiticeiro a sofrer o feitiço, as coisas podem mudar. Se houvesse vergonha, muitos teriam dificuldade em encarar a turma depois de tais atitudes públicas.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; Até porque, na catadupa de razões, algumas deixam bastante a desejar. Quantas das críticas (arbitrariedade, influências, burocracia) não são plausíveis em todas as classificações, por exemplo na que eles fazem dos jovens? E, pior, a avaliação proposta é muito mais mansa que a dos alunos. Começa por uma ficha de auto-avaliação (que os educandos adorariam preencher), seguida da opinião do professor titular coordenador e do conselho executivo. O carinho com eles é muito superior ao deles com a malta.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; Outra queixa pungente é a existência de quotas para acesso a professor titular, pelo que &amp;quot;só conseguirá sê-lo (por muito bom que seja) por morte ou aposentação do seu par&amp;quot; (ver Avaliação de desempenho. Pormenores... em www.fne.pt).&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; Mas essa é desde sempre a situação dos quadros académicos.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; Na universidade, quando o departamento está cheio, só se acede a professor associado ou catedrático por saída de alguém. Dado o escandaloso excesso de professores no País, a quota é bem compreensível. Se a &amp;quot;motivação pela Excelência esbarra com um muro denominado &apos;quota&apos; &amp;quot; &lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;(loc. cit.)&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;, é porque não se sabe o que seja uma genuína vocação educativa.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; Nas universidades, entretanto, a vida não está pacífica. O Ministério da Tecnologia, Ciência e Ensino Superior publicou um estudo sobre a empregabilidade dos vários cursos superiores. O presidente do Conselho de Reitores criticou fortemente essa medida a partir de certos reparos técnicos (Lusa, 28/Fev.). Também tem razão, porque empregabilidade é difícil de medir, embora mesmo mal calculado, esse indicador não deixe de ter significado.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; A declaração termina com uma frase notável: &amp;quot;Serão empregadores muitas vezes com a quarta classe que vão decidir quais as políticas e quais as instituições válidas no ensino superior em Portugal?&amp;quot; (Lusa, 28/02/2008).&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; É verdade. Porque essas pessoas são a realidade, e os cursos válidos deste país têm de se defrontar com a realidade.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; Os médicos tratam pessoas com a quarta classe, os advogados defendem- -nas, os engenheiros fazem-lhes casas. As pessoas com a quarta classe são os clientes e utentes que avaliam o que valem os profissionais formados nas instituições válidas. Se as tais instituições válidas não passam esse teste, onde está a sua validade?&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; Os empregadores com a quarta classe conhecem melhor a sua empresa e mercado que os catedráticos, até de Economia como eu. Quando não contratam os licenciados, eles lá sabem porquê.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; Os professores são uma referência nacional. Têm de sair da torre de marfim das escolas e privilégios e enfrentar o mundo.|&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;in DN 10-03-08&lt;/div&gt;</description>
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  <category>avaliações</category>
  <category>educação</category>
  <category>sindicatos</category>
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  <pubDate>Wed, 27 Feb 2008 11:18:12 GMT</pubDate>
  <title>Fica-se espantado</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
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  <description>Por cá e por lá fica-se admirado com o que vai acontecendo no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Por cá&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os professores mostraram mais uma vez no Prós e Contras que são contra qualquer reforma do ensino embora com uma linguagem para tentar fazer dos portugueses estúpidos. Eles são :&lt;br /&gt;. Contra a nova gestão das escolas que pura e simplesmente responsabilizará quem as dirige e naturalmente quem lá trabalha.&lt;br /&gt;. Contra as avaliações com desculpas que vão desde a &amp;quot;complexidade&amp;quot; do processo (coitados, são incapazes para algo que seja muito complexo) à &amp;quot;incapacidade&amp;quot; de avaliarem colegas (mas que diriam se o Ministério da Educação mandatasse avaliações externas). Mas a pérola vem daquela &amp;quot;loura&amp;quot; que diz que os professores &amp;quot;são todos bons&amp;quot;. Claro, nesse caso para quê avaliar, são 150 mil da fina nata. &lt;br /&gt;. Contra as quotas para titular. Claro, não havendo quotas todos iam a titular e ao topo da carreira tornando inúteis as avaliações, como tem acontecido até agora. Estranhamente um professor que era contra os professores titulares era ... professor titular.&lt;br /&gt;. Contra tudo isto temos o sindicato comunista a fazer a única coisa que sabe fazer, procurar em tribunal bloquear processos de avaliação.&lt;br /&gt;. Mas a pérola viria das aulas de substituição, com o mesmo sindicalista a vangloriar-se que os portugueses iam pagar dos seus impostos as consequências dos professores se baldarem às aulas. E estes a esfregarem as mãos de contentes com o novo negócio do &amp;quot;agora faltas tu, agora falto eu&amp;quot;.&lt;br /&gt;. Dizem que os professores andam com ansiedade. Claro, acabou o ambiente de compinchas irresponsáveis e passou-se para um ambiente de se saber quem serão os bons e maus professores e concorrência pela competência como no restante mundo civilizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Por lá&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Até o &amp;quot;irmão Castro&amp;quot; que sucedeu a Castro vem dizer que Cuba vai reformar de alto a baixo o Estado acabando com burocracias excessivas e óbviamente com empregos em excesso e gastos em excesso. O camarada Jerónimo deve ter tido um desmaio ao ouvir isto.</description>
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  <category>cuba</category>
  <category>ensino</category>
  <category>reformas</category>
  <category>professores</category>
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  <pubDate>Thu, 21 Feb 2008 14:41:49 GMT</pubDate>
  <title>Lá e cá</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
  <link>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/30190.html</link>
  <description>Duas notícias interessantes lá fora e cá dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Cuba&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Acabou Fidel, viva o mano do Fidel. Fidel acabou o que era natural dada a idade. A única questão será se o novo Presidente cubano abrirá mais depressa ou mais devagar o país ao mundo, ou se teremos também que esperar pelo abandono do irmão para termos democracia em Cuba. O que o novo Presidente dos EUA fizer também é uma incógnita mas quanto mais abrirem a Cuba maiores possibilidades existirão que os ventos da democracia provoquem mudanças na ilha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem quiser visitar um país com um dos últimos regimes comunistas do mundo, quase que parado nos anos 50-60, é agora. Depois disso e com a modernização que ocorrerá, Cuba perderá alguma da sua piada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Desigualdades Sociais em Portugal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Um estudo veio dizer o óbvio, &amp;quot;o principal factor de desigualdade salarial continua a ser a educação&amp;quot;. Se em Portugal o nível educacional está abaixo dos restantes países europeus, naturalmente as desigualdades sociais serão maiores. Nada de conspirações de governos, patronatos, etc. mas sim consequência de mais ou menos educação principalmente numa sociedade cada vez mais da informação, do saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os problemas da educação não se resolvem em dois dias e haverá um período em que as diferenças entre níveis educacionais da população portuguesa só terão tendência para se agravar independentemente do Governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma novidade, apenas &amp;quot;trama&amp;quot; certas forças políticas fora do poder que gostam de acusar os diversos Governos pelo  aumento das desigualdades sociais.  &lt;br /&gt;&lt;br style=&quot;font-weight: bold;&quot; /&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot; class=&quot;tituloArtigo&quot; style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&amp;quot;Portugal: Desigualdades sociais são as mais elevadas Europa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;             &lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;leadArtigo&quot; style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;As desigualdades sociais em Portugal são as mais elevadas da Europa e devem-se, sobretudo, ao fosso entre salários determinados pelo nível de educação, disse hoje o investigador do Instituto Superior de Economia e Gestão, Carlos Farinha Rodrigues.&lt;/span&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; «As desigualdades, quando se agravam resultam mais de um aumento dos salários mais elevados do que de uma contenção dos salários mais baixos», afirmou em declarações à Lusa. &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;A questão das desigualdades na distribuição dos rendimentos em Portugal é o tema de uma interpelação ao Governo que o Bloco de Esquerda fará hoje na Assembleia da República e que conta com a presença do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos. &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;O Bloco de Esquerda (BE) acusa o primeiro-ministro, José Sócrates, de ter aumentado a injustiça em três anos de governação e promete confrontar o Governo com esse «défice social» na interpelação ao Governo. &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Para o investigador do ISEG, «um dos principais motores de desigualdade em Portugal continua a ser a desigualdade salarial», acrescentou. &lt;/p&gt;
&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Segundo Carlos Farinha Rodrigues, que tem estudos publicados sobre a distribuição do rendimento, desigualdade e pobreza em Portugal, o principal factor de desigualdade salarial continua a ser a educação. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; «Há uma forte discriminação a nível salarial devido ao nível educacional», afirmou.Carlos Farinha Rodrigues afirma que a solução passa «pela complementaridade de várias medidas», mas defende que Portugal só conseguirá «reduzir a desigualdade e a pobreza, apostando fortemente na educação».&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), de Janeiro deste ano, com base no Inquérito às Condições de Vida e Rendimento, realizado em 2006, existe uma acentuada desigualdade na distribuição dos rendimentos em Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Os dados referem que o rendimento dos 20 por cento da população com maior rendimento é 6,8 vezes o rendimento dos 20 por cento da população com menor rendimento, tendo descido dos 6,9 nos dois anos anteriores (Rácio S80/S20).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; O coeficiente de Gini, indicador de desigualdade na distribuição do rendimento que varia entre zero - quando todos os indivíduos têm igual rendimento - e 100 - quando todo o rendimento se concentra num único indivíduo - tem-se mantido também inalterado em Portugal nos 38 pontos desde 2004.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Face à Europa, e segundo os dados referentes a 2005, Portugal registava um rácio S80/S20 de 8,2 e a média da União Europeia a 25 Estados-membros era de 4,9.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Quanto ao coeficiente de Gini, Portugal situava-se em 2005 nos 38 pontos face aos 31 pontos da média europeia, sendo ainda o valor mais elevado da Europa.&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;in Diário Digital 20-02-08&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;/span&gt;</description>
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  <category>cuba</category>
  <category>desigualdades sociais</category>
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  <pubDate>Sun, 10 Feb 2008 13:44:35 GMT</pubDate>
  <title>Mudança partidária ?</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
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  <description>As últimas notícias no sistema partidário parecem indicar que poderão acontecer mudanças a prazo no sistema partidário. Manuel Alegre, o poeta da esquerda que quer &amp;quot;políticas de esquerda&amp;quot; sem nunca referir como as iria pagar porque milagres não há, pensa em criar um novo partido para defender as utopias impraticáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal poderia mudar o sistema político-partidário de uma forma similar ao previsto pelo Expresso há alguns anos. De um extremo um novo partido com o CDS-PP associado à ala liberal do PSD (Santana Lopes e similares). Do outro uma esquerda folclórica entre o partido de Manuel Alegre e o PCP/BE, com o primeiro a tirar votos à esquerda do PS mas também aos dois últimos partidos. Quem sabe um novo partido global da esquerda com esses três, o partido das &amp;quot;políticas de esquerda&amp;quot;, um partido de protesto dado que no Governo todos sabem perfeitamente que nunca poderiam implementar as &amp;quot;políticas de esquerda&amp;quot; sem os impostos terem que subir em espiral.  Ou melhor, os mais utopistas por apenas sonharem e pouco saberem de fazer contas talvez não o saibam. E no meio um partido centrista de matiz  social-democrata de mercado com pouco Estado abrangendo a social-democracia do PS e PSD .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se esta situação por um lado iria esclarecer os verdadeiros projectos e programas dos partidos, por outro lado criaria um grande partido centrista com os partidos à esquerda e direita a radicalizarem posições. Ou seja, deixaria de haver alternativa dado que era pouco provável que os partidos dos extremas se coligassem. No fundo uma mexicanização do país o que não era nada saudável.</description>
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  <category>partidos políticos</category>
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  <pubDate>Sat, 09 Feb 2008 20:21:02 GMT</pubDate>
  <title>Reformas e medo delas</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
  <link>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/29498.html</link>
  <description>Todos os portugueses se queixavam de que o país estava ingovernável, sem autoridade. De que o despesismo do Estado era insustentável (défice a ficar próximo dos 7%) e os impostos desta forma teriam que continuar a subir e não a descer. Quando se começaram as coisas a fazer, vêm os queixumes do costume. Muito portugueses que não querem Estado nem impostos depois querem todas as benesses que o mesmo lhes proporciona. Já nem se falando da reacção idiota à acção da ASAE no cumprimento da lei ou dos fumadores que se acham no pleno direito de encher e matar 3ºs com o seu fumo (considerando os não-fumadores os marginais e inadaptados) para além de se acharem no direito de sacarem dinheiro dos nossos impostos para lhes curar o cancro de pulmão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na Saúde uma reforma da rede de SAPs e urgências feita por uma comissão técnica é rejeitada por aqueles da população que erradamente queriam uma falsa urgência em cada esquina por se sentirem erradamente mais seguros, enquanto os médicos também andam descontentes dado que certos &amp;quot;SAPs e urgências&amp;quot; lhes permitiam trabalho e horas extraordinárias sem muito trabalho, com por vezes 1 a 2 clientes com uma gripe ou pouco mais por noite. Um sistema insustentável em termos de saúde pública e em termos financeiros mas que até aqueles que querem descer impostos defendem, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- No Ensino os professores procuraram e procuram travar tudo o que faça o simples: pô-los ao mesmo nível dos restantes europeus em termos de profissionalismo e rendimentos tendo em conta as disponibilidades do país e os resultados da educação. Pequenas coisas se quer como fazerem aulas de substituição como &amp;quot;lá fora&amp;quot;, serem avaliados como &amp;quot;lá fora&amp;quot;, etc., etc. Mas em vez disso querem insistir em ser TODOS iguais, todos subirem automáticamente, terem avaliações como até agora, uma autêntica fraude. Temos perto de 180 mil professores a quererem chegar automáticamente ou com poucas chatices ao topo da carreira para ganharem mais de 50 mil euros por ano. É  a 3ª remuneração mais alta da OCDE em relação ao PIB (somos 25º em 30 países em PIB per capita ) e mesmo em valores absolutos em 12º à frente de países como Inglaterra, Grécia, Itália, Países Nórdicos, etc., etc. E os portugueses que paguem que os resultados como sabemos são ... &amp;quot;excelentes&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quanto às grandes Obras Públicas, se o aeroporto depois de estudos durante perto de 40 anos parece que vai iniciar-se, mesmo com uns patuscos a querer que mantivessemos um aeroporto no meio da capital com todos os inconvenientes de tal, agora andamos às voltas com as pontes. O TGV por outro lado se os autarcas pudessem ia parar em todas as autarquias possíveis e imaginárias mesmo andando às voltinhas pelo país. Para já nem falar dos patuscos, principalmente do norte, que achavam que o TGV devia vir num trajecto a sul do Tejo pelo que a passagem pela capital seria um desvio adicional. Ou seja, quem viesse do Porto por TGV não ia ter a Lisboa mas a Alcochete e depois fazia marcha-atrás ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tristezas e mais tristezas que mostram que é por estas e por outras que estamos cada vez mais na cauda da Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou será que somos tão idiotas que pensavamos que as reformas, que sempre foram exigidas por todos, eram para aumentar ainda mais as benesses para todos num despesismo insustentável enquanto em simultâneo os mesmos exigiam ... descida de impostos ?</description>
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  <category>tabaco</category>
  <category>reformas</category>
  <category>educação</category>
  <category>saúde</category>
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  <pubDate>Wed, 30 Jan 2008 11:35:42 GMT</pubDate>
  <title>Saúde</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
  <link>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/29402.html</link>
  <description>Saiu Correia de Campos, entrou Ana Jorge&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a reforma em curso deve continuar e felizmente parece que a nova ministra a apoia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, porque foi planeada por profissionais competentes do sector da Saúde, estando o Governo a implementá-la. Aí Correia de Campos foi em termos políticos e de comunicação menos competente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo porque acaba com a palhaçada das falsas urgências e similares a cada porta, sem eficácia nenhuma no auxílio aos casos mais graves e um sorvedor de dinheiro dos portugueses tendo em conta o número de atendimentos e as horas extraordinárias pagas a quem pouco tinha que fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se dizer, até a Ordem dos Médicos está contra. Lembrar que estas medidas cortam na &amp;quot;boa vida&amp;quot; de muitos médicos que na rede de saúde antiga e nestas situações recebiam muito não tendo muito que fazer. Por outro lado a Ordem em geral mas o seu máximo dirigente em particular não perdoam a instalação de sistemas de controle de presença biométricos que estão a demonstrar a balda que era em horários e pagamento de horas extraordinárias aos médicos nos hospitais e centros de saúde, e por outro lado é um derrotado no referendo à interrupção voluntária da gravidez e nunca conseguiu lidar com a derrota.</description>
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  <category>saúde</category>
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  <pubDate>Sun, 27 Jan 2008 22:42:56 GMT</pubDate>
  <title>O seguro de vida de Sócrates</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
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  <description>Sócrates e o seu Governo têm sorte de terem a oposição que têm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um dirigente do partido de alternativa vem dizer :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&amp;quot;Sábado à noite, em Castro Marim, o líder do PSD/Algarve, Mendes Bota, comparou a ASAE à PIDE, acusando aquele organismo de perseguir os cidadãos.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-style: italic;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;«Salazar tinha a PIDE, agora temos uma ASAE, uma polícia que persegue os cidadãos e uma máquina fiscal que persegue as pequenas e médias empresas», afirmou.&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;. Está a dizer que a lei não é para cumprir;&lt;br /&gt;. Está a dizer que as empresas por serem PMEs, não devem ser apanhadas se fugirem ao fisco. Já agora, que ninguém seja perseguido. Dessa forma os cumpridores pagam mais impostos para compensar os faltosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O português no seu pior. Sempre protestamos porque ninguém cumpre a lei. Se começa a fazer-se para que as leis se cumpram, atacamos as autoridades, coitadinhos dos &amp;quot;perseguidos&amp;quot;, que na prática são aqueles que cometem ilegalidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito português e muito idiota.&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;/span&gt;</description>
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  <category>psd</category>
  <category>asae</category>
  <category>sócrates</category>
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  <pubDate>Tue, 22 Jan 2008 19:33:31 GMT</pubDate>
  <title>O nacional-porreirismo</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
  <link>http://homoeconomicus.blogs.sapo.pt/28891.html</link>
  <description>Os portugueses sempre foram uns grandes adeptos do nacional-porreirismo. Protestamos pela &amp;quot;balda&amp;quot; do país, que ninguém cumpre a lei, que ninguém é responsável, mas mal são tomadas medidas para evitar essas situações, somos logo contra quem quer colocar alguma ordem nas coisas ou exigir responsabilidades. Basta ver dois casos dos muitos que por aí há :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;ASAE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Veio por ordem no regabofe português contra o qual todos protestavam. Agora são criticados por ser muito &amp;quot;duros&amp;quot; e outras asneiradas do género ao ficarmos com pena dos &amp;quot;coitadinhos&amp;quot; que são, e bem, apanhados nas malhas da lei. Até o partido &amp;quot;da lei e ordem&amp;quot;, o CDS-PP agora é contra a ASAE. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É deixá-los pousar e esperar que não volte na área de intervenção da ASAE o &amp;quot;nacional-porreirismo&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Exames para professores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Basta ler o que veio hoje no Correio da Manhã:&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;font size=&quot;2&quot; style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;a&quot;&gt;Para Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, &amp;ldquo;todo o estatuto de carreira docente está construído para que o ministério veja num grupo de professores os carrascos dos outros docentes. Em 90 minutos, num qualquer azar, o jovem é eliminado&amp;rdquo;, diz o sindicalista, sublinhando que quem sai da faculdade é já sujeito a quatro obstáculos: &amp;ldquo;A avaliação da formação científica, no estágio profissional, como contratados e quando entram para os quadros e, passadas estas três etapas, quando estão sujeitos a um período probatório.&amp;rdquo; A nova prova traz &amp;ldquo;a certeza de que milhares de jovens são eliminados&amp;rdquo;.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem vindos ao mundo real. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo real os alunos a vários níveis têm exames em que &amp;quot;com azar&amp;quot;, chumbam. Talvez por isso muitos dos professores do primário secundário sejam contra exames ou avaliações similares que demonstrem que o rei vai nu. Mas existem também provas para candidaturas a pós-licenciaturas, à entrada em empresas,  etc., etc., etc. E em que todos podem ter &amp;quot;azar&amp;quot; ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque as coisas são simples. O sistema de educação básico e secundário está caótico, é despesista e com resultados entre o medíocre e o mau. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo tinha que se mudar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muda-se o estatuto da cadeira docente para evitar o insustentável &amp;quot;nós professores somos TODOS excelentes e porreiros, queremos subir na carreira sem chatices, estar o mínimo de tempo nas escolas e reformar cedo&amp;quot;  e a Fenprof protesta. Fez em alguma altura alguma sugestão para mudar o estado insustentável das coisas ? ZERO. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muda-se o insustentável sistema de gestão das escolas, no mínimo para evitar o modelo colegial e irresponsável que tem sido um falhanço, criando entre outras coisas um director de escola que é responsável pelo que acontece na mesma, a Fenprof protesta. Fez em alguma altura alguma sugestão para mudar o estado insustentável das coisas ? ZERO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora os exames, para evitar que continue como até agora em que qualquer um com uma licenciatura e pouco mais se arvorava professor com os resultados que conhecemos. Alguns estudos provaram que alguns professores não só davam mal a matéria como a conheciam mal e nem sabiam fazer os exames nacionais (isto na área de matemática). A Fenprof protesta. Fez em alguma altura alguma sugestão para mudar o estado insustentável das coisas ? ZERO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudanças estão a ser feitas. Para melhor, pior, logo se verá. Mas mesmo agora surge alguma sugestão dos sindicatos para melhoria do sistema educativo ? ZERO. As negociações cingem-se aos sindicalistas &amp;quot;exigirem&amp;quot; que nada mude, que os &amp;quot;direitos&amp;quot; se mantenham. Os &amp;quot;direitos&amp;quot; que apenas levaram à péssima situação do ensino português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
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  <category>asae</category>
  <category>educação</category>
  <category>nacional-porreirismo</category>
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  <pubDate>Sun, 20 Jan 2008 23:34:40 GMT</pubDate>
  <title>E viva a &quot;Revolucion&quot;</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
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  <description>A Venezuela começa a dar passos largos rumo ao socialismo e a uma sociedade socialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começa pela falta de bens alimentares ... e o resto virá naturalmente. Nem com petróleo...&lt;br /&gt;
&lt;h2 style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&amp;quot;Leite, farinha, arroz e frango «desapareceram»&lt;/h2&gt;
&lt;div id=&quot;dd&quot; style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;data&quot;&gt;2008/01/20 &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;res&quot; style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;

Venezuela: problemas de abastecimento alimentar intensificaram-se&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;clrl&quot; style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; &lt;/div&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Os problemas de abastecimento alimentar intensificaram-se nas últimas semanas, com o desaparecimento das prateleiras dos supermercados de produtos como o leite, queijos, ovos, açúcar, farinha de trigo, frango e ovos, entre outros, noticia a Lusa. &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; A agravar a situação, quando alguns destes produtos reaparecem momentaneamente, os preços de venda são superiores aos fixados pelo Governo, nalguns casos são 40 por cento mais altos que em Dezembro de 2007, altura em que a inflação acumulada, segundo o Banco Central da Venezuela, atingiu os 22,5 por cento.&amp;quot; &lt;/p&gt;
in portugaldiario.iol.pt&lt;br /&gt;</description>
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  <category>venezuela</category>
  <category>revolução</category>
  <category>socialismo</category>
  <category>chavez</category>
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  <pubDate>Fri, 18 Jan 2008 16:48:52 GMT</pubDate>
  <title>Boas notícias, más notícias e ironias do destino</title>
  <author>HomoEconomicus</author>
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  <description>Tivemos ultimamente vários tipos de novidades por este país ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As boas notícias vêm da nova lei eleitoral autárquica. Quem vencer para uma Câmara forma &amp;quot;governo&amp;quot; com pelo menos a maioria dos vereadores. Desta forma não haverá desculpas sobre quem foi causador dos problemas da autarquia. Actualmente era como ter num Governo ministros do PS, PSD, PCP, CDS, BE o que faria que com a confusão todos se podiam tirar de responsabilidades, incluindo o primeiro ministro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As más notícias vêm do aparente recuo da lei anti-tabaco em relação as discotecas. É uma asneira política e o princípio de todas as cedências... Guterres começou a cair quando recuou numa legislação do alcool no trânsito mais rigorosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ironias vêm de que os pequenos partidos em risco de extinção poderão ser salvos pelos partidos que eles mais odeiam, os partidos &amp;quot;do sistema&amp;quot;, PS e PSD. Se coitados, pode-se dar a mão temporáriamente, deve legislar-se de forma a que deixem de ser partidos com todas as benesses pagas com o nosso dinheiro e passem a movimentos a partidos que em 2 legislativas seguidas tenham abaixo de x% de votos.</description>
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  <category>lei autárquica</category>
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