Quarta-feira, 30 de Abril de 2008
Miguel Martí: Portugal e Espanha
30 Abril, 2008

Miguel Martí, até agora presidente do Direct Group | Bertelsmann em Portugal, assume a presidência do grupo em Portugal e Espanha. Haverá também mexidas na estrutura do DG em Portugal. O Direct Group engloba, em Portugal, o Círculo de Leitores, Editora Bertrand, Livrarias Bertrand, Distribuidora Bertrand, Quetzal, Temas e Debates e Pergaminho (que também inclui Arteplural Edições, Quinto Selo, Gestão Plus e Bico de Pena).

publicado por Ler às 22:24
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LER no Chiado
30 Abril, 2008

publicado por Ler às 10:38
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Terça-feira, 29 de Abril de 2008
Saramago vs. Lobo Antunes. Lobo Antunes vs. Saramago
29 Abril, 2008

Na edição impressa da LER, António Lobo Antunes é entrevistado por Carlos Vaz Marques e um dos pontos da entrevista é a sua relação com José Saramago. O autor de Memória de Elefante afirma que Saramago atirou um livro seu «ao chão» e que isso estaria documentado numa fotografia. Quem esclarece o assunto é o jornalista Frederico Duarte de Carvalho no seu blogue Para Mim Tanto Faz, que esclarece o que se passou durante uma reportagem para o antigo semanário Tal & Qual. O jornalista, vestido de Pai Natal, terá oferecido um exemplar de um livro de Lobo Antunes ao Nobel da Literatura, que o recusou. A expressão «Atirado ao Chão», do título do artigo, é uma evocação do título de José Saramago, Levantado do Chão.



Não perca a próxima edição da LER.

publicado por Ler às 07:58
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UEP deixa decisão aos associados. Mas LeYa ainda não tomou posição
29 Abril, 2008
Bruno Pacheco (UEP) considera que a «APEL se comporta como dona da feira»: «Desde 2004 que documentámos e apresentámos as nossas propostas de alternativa. Ninguém quer acabar com o modelo tradicional imposto pela APEL, dotá-lo de flexibilidade com pavilhões e zonas de lazer onde impere a diversidade... É ponto de honra o reconhecimento igualitário de organizadores» (declarações ao Correio da Manhã).
No entanto, a associação deixa aos associados «a decisão de participarem ou não na 78.º edição da Feira do Livro de Lisboa». Carlos Veiga Ferreira, presidente da UEP, resume a reunião de ontem: «O que decidimos foi que cada associado faria o que entendesse em relação à feira do livro, pelo que a UEP não assume qualquer orientação.» (declarações ao Público). João Galacho, o vice-presidente da UEP informou que a sua associação vai recolher «todas as inscrições dos membros que queiram participar na feira do livro seguindo as condições da APEL».
O Grupo LeYa reserva a sua posição oficial para mais tarde. As inscrições terminam amanhã.

Actualização: no Diário Digital/Lusa, «UEP remete para associados participação na Feira do Livro»

Editorial e posição da LER sobre o assunto.

publicado por Ler às 07:45
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LER em vídeo
29 Abril, 2008



Realização de Isabel Coutinho; o vídeo original está no seu blog Ciberescritas. A LER fica vaidosa.

publicado por Ler às 07:38
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Segunda-feira, 28 de Abril de 2008
APEL quer todos
28 Abril, 2008
APEL pede participação dos editores da UEP e do grupo LeYa: «Vimos propor que a localização e disposição dos stands, de modelo tradicional, referentes às editoras que pertencem ao grupo Leya cumpra o layout da feira, mas agregue, numa mesma zona, todos os stands que entendam inscrever»

publicado por Ler às 22:42
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Sarah Hall editada em Portugal
28 Abril, 2008

A Livros de Seda vai publicar no início de Maio As Tatuagens de Miguel Ângelo, segundo romance de Sarah Hall, finalista do Booker em 2004. O seu mais recente livro, The Carhullen Army, ganhou entretanto a edição 2007 do prémio John Llewellyn-Rhys. O jornal The Guardian publica hoje uma entrevista com a autora inglesa de 34 anos.

publicado por Ler às 17:12
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Cult books
28 Abril, 2008
O que é isso de cult books? Os críticos do jornal The Telegraph escolheram uma lista dos 50 títulos que melhor respondem a esta pergunta.

publicado por Ler às 17:03
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Pessoa entre cá e lá
28 Abril, 2008
Fernando Pessoa na origem de cruzamentos teatrais entre Portugal e França. A ler hoje no Le Monde.

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publicado por Ler às 16:51
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Marías na Real Academia
28 Abril, 2008
Javier Marías é desde ontem membro oficial da Real Academia Espanhola. Discurso do escritor espanhol (livros editados em Portugal pela Dom Quixote e Relógio d'Água) no diário El País.

publicado por Ler às 09:47
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Leituras de Musil
28 Abril, 2008
Os actores Diogo Dória e Sara Ribeiro vão ler hoje partes de O Homem sem Qualidades, de Robert Musil. Os dois primeiros volumes foram recentemente editados pela Dom Quixote, com tradução de João Barrento. O terceiro volume será publicado no início de 2009. Apresentação e leituras às 18h30, no Instituto Goethe, em Lisboa.

publicado por Ler às 09:36
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Quinta-feira, 24 de Abril de 2008
Editorial
24 Abril, 2008
Opinião

Uma parte da guerra

Francisco José Viegas [*]


A Feira do Livro de Lisboa faz parte da paisagem da cidade. Por mais que nos irritemos com a sua organização, com a sua eventual desorganização, com a chuva da primeira semana de Junho e com a repetição do seu modelo tradicional – a Feira do Livro é um momento especial do calendário da cidade.

Ao longo de 77 anos, houve polémicas que a marcaram com alguma regularidade. Essas polémicas foram inevitáveis depois da criação da União dos Editores Portugueses porque duas associações (a APEL e a UEP) passaram a disputar o mesmo território.

Durante dois anos (2006 e 2007) coube-me alguma responsabilidade na Feira enquanto director da Casa Fernando Pessoa que, de responsável pela “programação cultural” em anos anteriores passou também a entidade organizadora por delegação de competências da Direcção Municipal de Cultura. Todos os envolvidos sabiam, em Maio de 2006, que aquele era o último ano em que a Feira iria seguir o figurino tradicional ou o seu modelo histórico; APEL e UEP foram avisadas de que havia alterações em 2007.

É preciso perceber porquê. Em primeiro lugar, era preciso introduzir alterações substanciais no modelo de funcionamento da Feira – no tipo de stands, no horário, nos serviços de apoio (restaurantes, bares, locais para a imprensa, etc), na “animação cultural” e na promoção. APEL e UEP estavam de acordo nisso. Em segundo lugar, não era possível prolongar a vida da Feira com as duas associações de costas voltadas e ignorando-se com antipatia – até porque havia processos em tribunal e acusações mútuas permanentes, uma situação incomportável. Em terceiro lugar, se cabia à CML (através da Direcção Municipal de Cultura e da Casa Fernando Pessoa) um papel tão decisivo, então valia a pena tentar mudar as coisas.

Em Setembro de 2006 elaborei o primeiro documento sobre a Feira do Livro; ambas as associações concordaram com ele. Durante seis meses tentámos o acordo, que parecia impossível, entre a CML, a APEL e a UEP. Nesse tempo, e confrontados com a agonia da administração municipal (que não tinha força política, não tinha gente suficiente e, finalmente, não tinha dinheiro), fomos forçados a alterar o documento de princípio. Explica-se sumariamente o novo rumo: a CML tinha pago, pela Feira de 2006, cerca de um milhão de euros. Era um número assustador. O pavilhão central era um sovedouro de dinheiro. A Casa Fernando Pessoa disponibilizava quatro funcionários, durante largos meses, só para organizar a Feira, e durante as duas semanas em que ela durava, quase se transferia para o Parque Eduardo VII.  A “animação cultural” acabava por distrair os compradores de livros e por custar dinheiro inútil. A CML nunca obteve retorno da Feira. Por isso, alterou-se o modelo e cada um faria aquilo que sabia fazer melhor: a CML disponibilizava o espaço, pagaria licenças de ocupação, fornecia infraestruturas e policiamento, trataria da promoção e entregaria 200 mil euros às associações; com esse dinheiro, as duas associações, em conjunto, reuniriam os editores e tratariam da “animação cultural”. Foram necessárias muitas reuniões com a APEL e a UEP, em quem vi sempre vontade de colaborar. Tanto a Casa Fernando Pessoa como o Director Municipal de Cultura, Prof. Rui Pereira, apesar da desordem que na época reinava na CML, fizeram tudo o que tinham prometido. As associações entenderam-se e os processos em tribunal foram resolvidos. A Feira fez-se. Sinceramente, foi um dos melhores anos da Feira, com as duas associações reunidas. Nem choveu tanto.

Estranho, por isso, que este ano tenha regressado a balbúrdia. É um cenário novo, que tem a ver com a existência de um meio editorial forte e naturalmente ambicioso – mas que deve concorrer ao espaço público da Feira conforme as regras existentes, a menos que elas sejam alteradas em consenso. O ideal seria, evidentemente, que cada editor (e, no futuro, cada grupo editorial, uma vez que o mercado mudou) planeasse os seus stands com inteira liberdade e que o regulamento da Feira fosse mais maleável e a sua promoção mais festiva. Mas não me parece que isso seja possível em confronto. E esse confronto não é senão uma sombra de outro combate; o da guerra dentro da estrutura cooperativa. É só uma parte da poeira que anda no ar.

 

* Director da revista “Ler”

publicado por Ler às 22:09
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Feira do Livro. Reacção da UEP
24 Abril, 2008
No Público, com mais pormenores.

publicado por Ler às 22:06
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Feira do livro de Lisboa: UEP ainda não decidiu
24 Abril, 2008
A direcção da União de Editores Portugueses reuniu-se ontem à noite, depois do anúncio da decisão da Câmara de Lisboa em relação à Feira do Livro de Lisboa. E está convocada uma reunião de todos os seus sócios para segunda-feira próxima, às 17h30.

publicado por Ler às 18:04
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Feira do Livro. Reacções
24 Abril, 2008
Sobre a decisão da Câmara de Lisboa, algumas reacções, da edição de hoje do Público:

«Também não se pode dar uma licença de venda de castanhas para a mesma esquina a duas pessoas diferentes», exemplificou o vereador eleito pelo Bloco de Esquerda José Sá Fernandes.

António Costa: «O projecto da UEP foi indeferido por ser incompatível com o projecto concorrente.»

publicado por Ler às 08:19
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APEL reage oficialmente
24 Abril, 2008
Do comunicado enviado pela APEL às 23h30 de ontem:
«Lamentavelmente, e apesar dos nossos esforços, não foi possível a renovação do acordo com a UEP, que serviu de base à organização das Feiras do Livro de Lisboa e Porto de 2003 a 2007, fundamentalmente pela atitude dos que insistem numa lógica de defesa dos seus objectivos de marketing em detrimento do espírito que define a essência e a própria razão de ser da Feira do Livro de Lisboa.
Renovamos o nosso compromisso no sentido da organização da 78ª Feira do Livro de Lisboa num quadro da mais ampla participação dos editores e livreiros, independentemente da sua filiação associativa, porque, como sempre afirmámos, a Feira do Livro é da cidade, dos editores, dos livreiros, dos autores e dos leitores, devendo ser um espaço de encontro entre todos aqueles que amam o livro.»

publicado por Ler às 07:55
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Quarta-feira, 23 de Abril de 2008
UEP reúne hoje
23 Abril, 2008
A direcção da União dos Editores Portugueses (UEP) reunirá hoje às 22h00 a fim de «tomar conhecimento» da decisão da Câmara Municipal de Lisboa. Contactado pelo LERBLOG,Carlos Veiga Ferreira, presidente da UEP, anunciou «para a madrugada de hoje ou para as primeiras horas da manhã» uma reacção oficial ao despacho da vereadora da Cultura, Rosalía Vargas. O documento foi recebido na sede da UEP, por fax, ao final da tarde de hoje.

publicado por Ler às 20:30
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APEL vai convidar UEP e LeYa para as Feiras
23 Abril, 2008
Em reacção à decisão da CML sobre a Feira do Livro de Lisboa fonte da APEL afirmou ao LERBLOG que «vai convidar a todos os sócios da UEP para as Feiras de Lisboa e Porto, com uma palavra especial ao Grupo Leya, cuja participação é desejada e bem-vinda».

publicado por Ler às 20:21
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Câmara de Lisboa decide Feira do Livro (Actualização 2)
23 Abril, 2008
continuação    É ao abrigo do Despacho n.º 474/P/2007, de 20 de Agosto, publicado no Boletim Municipal n.º 705, de 23 de Agosto de 2007, que a vereadora tomou a decisão de «deferir o pedido da APEL e indeferir o pedido da UEP, nos termos em que esta o formulou».
Com este despacho, Rosalía Vargas encarregou o Director Municipal de Cultura, Rui Pereira, de iniciar os procedimentos administrativos regulares para o início dos trabalhos, cedendo o Parque Eduardo VII à associação.
Como nota final, o despacho da vereadora da Cultura assinala que o Director Municipal de Cultura «deverá, ainda, diligenciar junto da entidade organizadora pela participação abrangente dos editores e livreiros portugueses na Feira do Livro de Lisboa». Em causa estará a presença, na Feira, de autores publicados pelas editoras do grupo LeYA, caso estas se recusem a participar no evento.

publicado por Ler às 19:28
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Câmara de Lisboa decide Feira do Livro (Actualização)
23 Abril, 2008

(Última Hora 19h12) A Câmara Municipal de Lisboa decidiu atribuir à APEL a organização da Feira do Livro de Lisboa, no Parque Eduardo VII.


Tal como o LERBLOG referia ontem em primeira mão, o despacho da vereadora da Cultura da Câmara de Lisboa, Rosalía Vargas, decidia sobre a realização da Feira do Livro de Lisboa. O texto, a que o LERBLOG teve acesso considera que «no presente ano, e apesar da mediação da Câmara Municipal de Lisboa, a APEL e a UEP não acordaram na organização conjunta da 78.ª Feira do Livro», ao contrário do que acontecera no ano passado, quando as duas associações tomaram a seu cargo a Feira, sob mediação da Casa Fernando Pessoa.

A 13 de Março, a APEL solicitou à CML a «cedência da utilização do Parque Eduardo VII, desde junto à Praça Marquês de Pombal até à Av. Cardeal Cerejeira», para a realização da Feira do Livro de Lisboa. No dia 8 de Abril, a UEP pediu, por seu lado «uma das alamedas» do Parque Eduardo VII para organizar «a Festa do Livro, evento a ter lugar em simultâneo com a Feira do Livro». 

No seu despacho, Rosalía Vargas considera que «não havendo acordo entre as duas instituições e não sendo possível autorizar a ambas a utilização simultânea do mesmo espaço», a Câmara teria de decidir «com base nos critérios comuns à utilização do espaço público, deferindo o pedido que deu entrada em primeiro lugar e que corresponde à realização da Feira do Livro de Lisboa» [continua...]

publicado por Ler às 19:19
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Câmara de Lisboa decide Feira do Livro
23 Abril, 2008
(Última Hora 19h12) A Câmara Municipal de Lisboa decidiu atribuir à APEL a organização da Feira do Livro de Lisboa, no Parque Eduardo VII.

publicado por Ler às 19:12
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Wikipedia em livro
23 Abril, 2008


A Bertelsmann vai publicar a Wikipedia em livro.

publicado por Ler às 13:03
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Próxima paragem: Londres
23 Abril, 2008

Sim, já começou (mais concretamente a 15 de Abril), mas ainda há tempo suficiente (só termina a 29 de Junho) para visitar Blood on Paper: the Art of the Book, no Victoria & Albert Museum, em Londres. Exposição de arte contemporânea onde os livros são objecto principal nas mãos de Picasso, Matisse, Balthus (em cima, desenho de O Monte dos Vendavais, de Emily Brontë) Louise Bourgeois, Anthony Caro, Richard Long, entre outros.

publicado por Ler às 07:45
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Lembrete
23 Abril, 2008

A exposição José Saramago: A Consistência dos Sonhos - que passou antes pela Fundação César Manrique, em Lanzarote - é inaugurada hoje no Palácio da Ajuda, às 18h30. Presenças confirmadas do escritor e do ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro.

publicado por Ler às 07:35
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Trama de Fonseca
23 Abril, 2008
Attachment é segundo livro de Isabel Fonseca em 13 anos. Em resumo, a história de uma mulher que suspeita do marido. Nada de extraordinário, convenhamos, não fosse o caso de Isabel Fonseca viver há muitos anos com o escritor Martin Amis. O The New York Times não deixou de apontar esse pormenor.

publicado por Ler às 07:30
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A caixa de Cardoso
23 Abril, 2008
Avisa-nos o Bibliotecário de Babel: Nelson de Matos abriu uma das caixas que José Cardoso Pires habitualmente lhe oferecia (neste caso, com manuscritos e material iconográfico relativos ao romance Alexandra Alpha) diante da jornalista Isabel Coutinho, que registou o momento em vídeo.

publicado por Ler às 07:21
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Amanhã é a vez de Zenith
23 Abril, 2008
Continua o ciclo Asas Sobre a América, na Fundação Luso-Americana, em Lisboa. Amanhã, às 18h30, Richard Zenith (tradutor, poeta e ensaísta) fala sobre Walt Whitman e Fernando Pessoa.

publicado por Ler às 07:02
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Terça-feira, 22 de Abril de 2008
Hoje, lançamento da LER
22 Abril, 2008


Hoje, terça-feira, a partir das 21h30, no Belém Bar Café (junto ao Museu da Electricidade, em Lisboa), apresentação da nova revista LER.

publicado por Ler às 19:28
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Manuel Alberto Valente.
22 Abril, 2008


A partir de agora, quem quiser contactar com Manuel Alberto Valente pode fazê-lo através deste endereço de correio electrónico: mvalente@portoeditora.pt


Manuel Alberto Valente, 62 anos, foi editor nas Publicações Dom Quixote, de onde transitou para a Asa em 1991, a fim de criar a área de literatura da editora. Abandonou a Asa e o Grupo Leya em Março passado – e iniciará funções na Porto Editora a 2 de Maio próximo, como editor da área de literatura do catálogo da casa. Um projecto que lembra a sua entrada na Asa, há dezassete anos. Embora a sede da editora seja no Porto, Manuel Alberto Valente continuará a trabalhar em Lisboa.

Actualização: link na edição online do Público, notícia de Isabel Coutinho.

Entretanto, é este o comunicado da Porto Editora à imprensa:

Porto Editora cria Divisão Editorial em Lisboa

Manuel Alberto Valente será o responsável pelo projecto

Pouco mais de um ano e meio após a entrada na área da ficção, a Porto Editora anuncia uma nova etapa na sua estratégia de crescimento: a abertura de uma nova Divisão Editorial, sedeada em Lisboa, que será coordenada por um dos mais competentes e reconhecidos editores portugueses: Manuel Alberto Valente.

Este passo da Porto Editora resulta da aceitação do projecto apresentado por Manuel Alberto Valente, que assenta num forte compromisso de intervenção nas áreas não escolares, nomeadamente na ficção de autores nacionais e estrangeiros. Esse trabalho será desenvolvido com total autonomia mas em articulação com a Divisão Editorial Não-Escolar da Porto Editora, liderada por Cláudia Gomes, responsável pela publicação de 20 títulos de ficção que representam um volume superior a 200.000 exemplares vendidos.

A coordenação destas duas estruturas será assumida pessoalmente por Vasco Teixeira. O Director Editorial do Grupo Porto Editora deposita grande confiança na capacidade e experiência de Manuel Alberto Valente e da respectiva equipa, a quem serão proporcionadas as melhores condições para realizarem um trabalho de excepcional qualidade com vista a uma crescente diversificação editorial da Porto Editora, onde o sector escolar representa hoje menos de 70% do total.

A Porto Editora reforça assim o seu pólo editorial na capital, até agora dedicado exclusivamente ao livro escolar e no qual sobressai outra empresa do grupo, a Lisboa Editora. Ainda este ano serão publicados os primeiros livros da responsabilidade da nova Divisão Editorial, que aumentarão um catálogo onde se destacam títulos como A Herança do Vazio, de Kiran Desai, vencedor do Man Booker Prize 2006; D. Sebastião e o Vidente, de Deana Barroqueiro, vencedor do Prémio Máxima de Literatura – Prémio Especial do Júri, Edição 2007; ou O Tempo dos Imperadores Estranhos, de Ignacio del Valle, vencedor do Premio de la Crítica de Asturias, Premio Libro con Huella e menção especial do Premio Dashiell Hammett.

Manuel Alberto Valente, que abandonou há um mês o Grupo LEYA, foi editor e Director-Geral de edições da ASA, empresa onde, ao longo de 17 anos, criou um catálogo de referência considerado um dos maiores e mais prestigiados na língua portuguesa.

O Grupo Porto Editora atingiu, em 2007, um volume de negócios de 84 milhões de euros, correspondendo a cerca de 14 milhões de livros vendidos em Portugal e nos mercados da edição em língua portuguesa, nomeadamente nos PALP.»

publicado por Ler às 14:14
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Feira do Livro: já há proposta da CML
22 Abril, 2008
A vereadora da Cultura da Câmara de Lisboa, Rosalía Vargas, já enviou ao presidente da CML o seu parecer e correspondente proposta sobre o modo de resolver o problema da Feira do Livro de Lisboa e o conflito entre as duas associações (APEL e UEP). Aguarda-se que António Costa tome a sua decisão e a anuncie publicamente, o que, segundo fontes ouvidas pelo LERBLOG,  pode acontecer ainda hoje.

publicado por Ler às 08:10
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15. Entrevista A. M. Pires Cabral.
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17. Retratos de um Nobel.
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22. Dez escritores europeus que (já) mereciam ser traduzidos em Portugal.
23. Entrevista Mia Couto.
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25. Inéditos Vinicius de Moraes.
26. Os heterónimos de Eduardo Lourenço

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