Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008
Desmentido – e rectificação
29 Agosto, 2008

A propósito de um post publicado anteontem, José Meneses, Director de Comunicação do Grupo LeYa, informa que «a Leya não tem nem pretende vir a ter nenhuma Agência de Comunicação nos próximos tempos». Está feita a rectificação acerca da escolha da LPM como agência de comunicação do grupo.

publicado por Ler às 12:48
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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008
Leitura em dia
28 Agosto, 2008

Clube de Edimburgo venceu a edição deste ano do Penguin/Orange Broadband Reader's Group Prize.

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publicado por Ler às 15:47
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José Luís Peixoto em alta
28 Agosto, 2008

Com o fôlego da tradução de Cemitério de Pianos (Prémio Cálamo 2007), de José Luís Peixoto, a espanhola El Aleph prepara-se para reeditar Nadie nos Mira (Nenhum Olhar), Te me moriste (Morreste-me) e publicar Uma Casa na Escuridão em Outubro. Em França, a tradução de Cemitério de Pianos (Grasset) será complementada com uma edição de bolso na Folio (Gallimard). E o romance The Implacable Order of Things (Nenhum Olhar) foi seleccionado nos Estados Unidos para a lista semestral Discover Great New Writers, da cadeia de livrarias Barnes & Noble.

 

José Luís Peixoto estará presente em Setembro no Festival Literário de Brooklyn.

publicado por Ler às 15:05
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As Meninas em novo formato
28 Agosto, 2008

A Guerra & Paz vai publicar no final de Outubro uma reedição em novo formato de As Meninas, de Agustina Bessa-Luís, com pinturas de Paula Rego.

publicado por Ler às 14:55
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Quarta-feira, 27 de Agosto de 2008
Comunicação.
27 Agosto, 2008

O grupo LeYa escolheu a LPM como sua agência de comunicação.

publicado por Ler às 23:49
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Simonetta deixa Camões
27 Agosto, 2008

Simonetta Luz Afonso deixa a presidência do Instituto Camões.

publicado por Ler às 18:33
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LER 72, a entrar em impressão (2).
27 Agosto, 2008

 

Agradecendo os comentários ao anterior post sobre quem será a figura da capa da edição 72 da LER, aqui está um segundo fragmento. Aceitam-se apostas, naturalmente. Será que alguém já acertou?

publicado por Ler às 15:20
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Editora dinamarquesa interessada em The Jewel of Medina
27 Agosto, 2008

A pequena editora dinamarquesa Trykkefrihedsselskabets Library está a negociar o polémico The Jewel of Medina, de Sherry Jones, que a Random House desistiu de publicar por motivos de segurança.

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publicado por Ler às 11:52
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Ahmed Faraz [1931-2008]
27 Agosto, 2008

Ahmed Faraz, escritor e poeta paquistanês, faleceu na segunda-feira, aos 77 anos. «Era, sem dúvida, o poeta mais popular deste país. Com um grande sentido de humor e um imenso amor à vida», afirmou o seu amigo (e também poeta) Sarmad Sehbai.

publicado por Ler às 09:35
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Terça-feira, 26 de Agosto de 2008
Justiça feita a Rushdie
26 Agosto, 2008
Salman Rushdie ouviu hoje, formalmente, as desculpas de Ron Evans e da editora John Blake Publishing Ltd pela publicação de falsidades no livro On Her Majesty's Service sobre o tempo em o autor de Os Versículos Satânicos tinha protecção policial.

publicado por Ler às 15:05
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Prémios James Tait atribuídos a Rosemary Hill e Rosalind Belben
26 Agosto, 2008

Rosemary Hill, com God's Architect: Pugin and the Building of Romantic Britain (na categoria de biografia) e Rosalind Belben, com o romance Our Horses in Egypt (na categoria de ficção), venceram há poucos dias o mais antigo prémio literário britânico: o James Tait Black Memorial Prize.

publicado por Ler às 14:31
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O regresso da Rosa
26 Agosto, 2008

O novo livro de Rosa Lobato Faria, As Esquina do Tempo, é o primeiro a ser lançado pela Divisão Editorial Literária de Lisboa (DEL-L) da Porto Editora, dirigida por Manuel Alberto Valente.

 

O romance chega às livrarias a 8 de Setembro e será apresentado por Rodrigo Guedes de Carvalho quinze dias depois. Testemunho da escritora, primeiro capítulo e vídeo promocional aqui.

publicado por Ler às 08:49
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Günter Grass evita polémica
26 Agosto, 2008

Depois de Descascando a Cebola (Casa das Letras, 2007), onde confessa ter integrado as Waffen-SS, o Nobel Günter Grass afasta-se da polémica no segundo volume da sua autobiografia, segundo o jornal espanhol El País.

publicado por Ler às 08:35
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Autobiografia de Connery
26 Agosto, 2008

A esperada autobiografia de Sean Connery - Being a Scot, editado pela Weidenfeld & Nicolson - foi ontem apresentada em  Edimburgo, no último dia do mais conhecido festival literário escocês.

publicado por Ler às 08:14
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Segunda-feira, 25 de Agosto de 2008
Zimler publica livro de contos
25 Agosto, 2008

A Oceanos acaba de editar Confundir a Cidade com o Mar, de Richard Zimler - contos entre os Estados Unidos e a Europa, a Argentina e o Brasil; entre o racismo e a homossexualidade, a emigração e a dificuldade de relacionamento entre as pessoas.

publicado por Ler às 19:53
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MEC de volta
25 Agosto, 2008

«A vida come-se quando é boa; come-nos quando é má. E às vezes, quando menos esperamos, também comemos com ela.
Em Portugal, antes de todas as coisas, está o tempo. Este tempo. Este que ninguém nos pode tirar e a que os povos com tempos piores chamam, à falta de melhor, clima.
Depois, há coisas que crescem por causa do tempo. Como o tempo é bom, são boas. E como as coisas são boas, os portugueses querem comê-las. E comem-nas bem comidas, o mais perto que possam ficar da nascença. Ou da cozinha.»

 

Em Portugal não se Come Mal, de Miguel Esteves Cardoso, editado pela Assírio & Alvim, nas livrarias em Setembro.

publicado por Ler às 19:44
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LER 72, a entrar em impresssão.
25 Agosto, 2008

 

Aceitam-se apostas sobre a capa da LER. Aqui está o primeiro pormenor.

publicado por Ler às 18:33
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Assírio publica em Setembro Maria Velho da Costa e Herberto Helder
25 Agosto, 2008

«Oito anos depois de Irene ou o Contrato Social, a Prémio Camões de 2002 [Maria Velho da Costa] publica agora Myra, estreando-se como autora da Assírio & Alvim, onde se junta a Herberto [Helder], que em A Faca não Corta o Fogo – súmula & inédita apresenta, além da habitual depuração do trabalho anterior, material poético nunca antes publicado.» Texto sobre a  rentrée, assinado por José Mário Silva, na edição de Setembro da LER.

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publicado por Ler às 08:51
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Paul Auster de regresso
25 Agosto, 2008

O novo livro de Paul Auster, Man in the Dark (Henry Holt & Company), está fresco nas livrarias. Crítica no The Telegraph.

publicado por Ler às 08:41
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Diários de George Orwell
25 Agosto, 2008

Setenta anos depois. os diários de George Orwell estão a ser publicados diariamente num blogue. O The New York Times foi espreitá-los.

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publicado por Ler às 08:31
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Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008
Novo livro de Paul Theroux disponível em Setembro
22 Agosto, 2008

Crítica e extracto do novo livro de Paul Theroux, Ghost Train to the Eastern Star (Houghton Mifflin), nas livrarias a partir de Setembro.

publicado por Ler às 12:47
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Asa edita O Cantor de Tango
22 Agosto, 2008

A Asa prepara-se para lançar, em Setembro, O Cantor de Tango, romance publicado originalmente em 2004, do escritor e jornalista argentino Tomás Eloy Martínez.

publicado por Ler às 12:28
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Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008
António Cândido, intelectual do ano no Brasil
21 Agosto, 2008

O escritor António Cândido recebeu ontem, em São Paulo, o Prémio Juca Pato, atribuído pela União Brasileira de Escritores à personalidade que se destacou como intelectual no último ano.

publicado por Ler às 19:06
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Sugestões de Agosto
21 Agosto, 2008

Julie Bloom sugere, no The New York Times, seis livros publicados em Agosto nos Estados Unidos.

publicado por Ler às 18:41
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Noah Gordon e o fim dos romances
21 Agosto, 2008

O escritor norte-americano Noah Gordon (n. 1926), publicado em Portugal pela Bertrand, garante que não vai escrever mais romances. «Já não voltarei a começar um novo romance apesar de com o passar dos anos ter cada vez mais ideias, mas as minhas obras têm entre 500 e 700 páginas e seria muito aborrecido morrer e ficar pelas 250», afirmou à edição alemã da revista Vanity Fair.

publicado por Ler às 18:32
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Pré-publicação: o novo romance de João Tordo
21 Agosto, 2008

 

Estas são as primeiras páginas de As 3 Vidas, o novo livro de João Tordo, o autor de Hotel Memória. Edição da Quid Novi em Setembro.

 

«Ainda hoje, sempre que o mundo se apresenta como um espectáculo enfadonho e miserável, sou incapaz de resistir à tentação de relembrar o tempo em que, por força da necessidade, fui obrigado a aprender a difícil arte do funambulismo. Esses anos, que considero terem sido excepcionais — e, ocasionalmente, marcados por acontecimentos funestos —, deixaram-me num estado de melancolia crónica no qual, embora dele tenha procurado escapar, acabo inevitavelmente por voltar a cair. Esta melancolia, por vezes, resvala para o desespero, mas não vamos por aí; não é altura para, ao contrastar a minha existência actual com aquilo que em tempos foi, me deixar consumir pelo passado. Bastará dizer que não recordo um tempo em que a vida tenha sido particularmente feliz, mas que sou incapaz de esquecer cada hora que passei na companhia de António Augusto Millhouse Pascal.
Há dois anos, uma notícia num jornal dava conta de um leilão onde, entre outros objectos, iriam ser licitados os documentos encontrados na casa do falecido jardineiro deste homem para quem trabalhei há mais de duas décadas. Quando soube, fiquei imediatamente apreensivo e, ao imaginar as consequências, quase furioso — é inevitável que a pessoa que arrecadou o lote acabe por remexer nos arquivos que eu compilei e mantive durante aquele ano na Quinta do Tempo e, se os observar com alguma atenção, acabe por chegar a conclusões que nada têm a ver com aquilo que verdadeiramente aconteceu. Surpreende-me, aliás, que isso ainda não tenha sucedido; que a reputação do meu antigo patrão ainda não tenha sido manchada, o seu nome usado erradamente, em detrimento da verdade.
A ignorância a respeito deste homem impera. Não se pode dizer que essa ocorrência seja estranha, uma vez que, a partir de uma certa altura da sua vida, se relacionou apenas com figuras influentes de uma esfera privada. Os que o conheceram superficialmente e se recordam do seu nome terão dele uma imagem deturpada — por ter escondido a verdadeira natureza da sua obra, poderá um dia ser vítima do escárnio daqueles que preferem amaldiçoar a manifestar incompreensão. Millhouse Pascal, filho de mãe inglesa e pai francês, nascido em Portugal mas errante durante grande parte da sua vida — em Espanha durante a Guerra Civil, na Inglaterra nos tempos de Churchill, vivendo nos Estados Unidos após a queda do nazismo —, parece ter estado em toda a parte e em lado nenhum, uma sombra à margem dos acontecimentos e, contudo, posso assegurar-lhes, uma parte determinante destes. Se, nos próximos tempos, surgirem versões rocambolescas acerca das suas actividades, é porque estas ficaram no segredo dos que com ele privaram e que com ele conheceram a dedicação de um asceta; os restantes irão apelidá-lo de místico, excêntrico e, quem sabe, burlão.
Também eu nada sabia sobre ele. A minha juventude, porém, permitiu-me experimentar coisas em que hoje me recusaria a acreditar, se me fossem apenas contadas. Custou-me o resto da minha patética existência, é certo, mas tive a oportunidade de viver em sua casa e de observar com os meus próprios olhos os seus métodos e a maneira prodigiosa como conseguiu transfigurar a realidade e influenciar — quase poderia dizer manipular — os que, ao longo daquele tempo, recorreram aos seus serviços. Pouco tempo depois do leilão, uma jornalista do Diário de Notícias que fazia uma reportagem sobre os casos em aberto da Polícia Judiciária interessou-se pela história oculta deste homem e, através de fontes que não quis desvelar, veio ter comigo, abordando-me à maneira petulante e lisonjeira dos repórteres — defeito da profissão pelo qual não a posso julgar. Agora que o homem está morto, disse-lhe, não vejo qualquer problema em contar-lhe tudo, e assim o fiz. Falámos durante três horas, e dei por mim a desbobinar a história dos últimos anos da sua vida que estava, compreendi então, indissociavelmente ligada à minha, à sua família, a Camila, a Gustavo, a Nina, a Artur, e à viagem que, em 1982, acabou por selar aquilo de que eu vinha suspeitando há tanto tempo, isto é, a nossa inaptidão para continuar a viver a vida de todos os dias depois de certas coisas acontecerem. Não me parece que a jornalista — que era uma rapariga nova, com a curiosidade dos aprendizes — tenha acreditado na maior parte das coisas que lhe contei. Perguntou-me constantemente se podia apresentar provas mas, como irão descobrir, não foi possível conservar quaisquer documentos desses dias — para além daqueles que se encontram em lugar e mãos desconhecidos — e respondi-lhe que, a ser publicada a história, teria de o fazer de boa fé. Passaram-se dois anos, comprei o jornal todos os dias, e nem uma linha apareceu sobre o assunto.
Fui compreendendo, no tempo que passou desde a entrevista, que deixar um relato da minha experiência era uma necessidade. O que foi verdade e o que é, inevitavelmente, ficcionado, devido aos limites da memória, não importa — em última análise, a própria realidade é objecto de ficção. O mais importante é libertar-me dos fantasmas, pois acarreto com as sombras de todas as coisas a que não tive coragem para colocar um fim. Isso reflecte-se, sobretudo, nos meus sonhos: ao contrário da crença habitual, não me parece que os sonhos sejam o espelho dos nossos desejos; cá para mim, acho que os sonhos são o espelho dos nossos horrores, dos nossos piores medos, da vida que poderíamos ter tido se, numa altura ou noutra, não fôssemos incomensuravelmente cobardes.»

 

Mais informações sobre o livro no blogue de João Tordo.
 

publicado por Ler às 15:46
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O Acordo segundo Venâncio
21 Agosto, 2008

Fernando Venâncio, colaborador da LER, escreve sobre o Acordo Ortográfico. A ler aqui.

publicado por Ler às 11:51
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Portal da Língua Portuguesa deve ser criado até ao fim do ano
21 Agosto, 2008

A promessa é de Juca Ferreira, novo ministro brasileiro da Cultura, depois de uma reunião com José António Pinto Ribeiro. «Demos hoje um passo importante, na medida em que os dois ministros concordaram sobre a importância deste portal, cuja criação já foi decidida no âmbito da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Vamos agora disponibilizar os meios e criar os mecanismos de realização», afirmou.

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publicado por Ler às 11:44
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Postal de Saramago
21 Agosto, 2008

José Saramago escreveu para o El País um postal sobre Azinhaga do Ribatejo, terra onde nasceu a 16 de Novembro de 1922.

publicado por Ler às 11:38
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Quarta-feira, 20 de Agosto de 2008
O prazer da Matemática
20 Agosto, 2008

Na edição 71 da LER, Nuno Crato escolhe os cinco livros essenciais para passarmos a gostar de Matemática.

Leia o texto na íntegra.

publicado por Ler às 10:17
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