Terça-feira, 29 de Dezembro de 2009
Prémio Nacional de Ensaio Literário Eduardo Prado Coelho
29 Dezembro, 2009

A partir de 2010, o prémio distinguirá todos os anos um ensaio literário, de autor português, e terá o valor pecuniário de 7500 euros. Organização da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Associação Portuguesa de Escritores.

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James Wood e os romances de Paul Auster
29 Dezembro, 2009

Texto publicado na New Yorker com ilustração de André Carrilho.

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Entrevista a Dave Eggers
29 Dezembro, 2009

É coisa rara, mas o The Telegraph conseguiu. Uma entrevista onde o escritor norte-americano fala sobre dois dos seus livros, editados há poucos meses em Portugal: O Que É o Quê (Casa das Letras) - crítica de José Riço Direitinho publicada na LER de Novembro - e O Sítio das Coisas Selvagens (Quetzal) - crítica de Rogério Casanova na edição de Janeiro.

 

Dave Eggers (Boston, 1970) é um dos «meninos de ouro» da nova literatura norte-americana, em conjunto com o imaginativo Jonathan Safran Foer e o eclético Michael Chabon. Jornalista de formação e editor de uma pequena revista cultural, estreou-se nas letras em 2000 com um romance que de imediato o catapultou para as preferências dos leitores e dos críticos, A Heartbreaking Work of Staggering Genius.
O Que É o Quê tem como subtítulo A História de Valentino Achak Deng e o prefácio é escrito por Achak Deng, ele próprio, refugiado sudanês a viver actualmente em Atlanta, revertendo os fundos da venda dos direitos do livro – somos disso informados no final – para várias ONG que trabalham no Sudão. Estes factos poderiam ser despiciendos para uma recensão crítica se não estivéssemos perante um livro que se assume como «romance». Ora quais são então aqui os limites entre ficção e não-ficção? Diz-nos Achak Deng, no prefácio, que durante anos contou oralmente a sua história ao autor e que «este livro é o retrato emotivo da minha vida». Ora é nas emoções (que o escritor não viveu) que se encontra a ficção, e isso nota-se. Pois este romance intenso – ao mesmo tempo picaresco e épico – consegue fazer-nos sentir, de maneira quase vívida, o que é viver noutra cultura. São os mecanismos da ficção que nos fazem entrar na vida do «outro». Com lirismo e precisão nos detalhes, Eggers conta-nos da solidão, do medo, da fome, da doença, dos ataques de animais selvagens, da crueldade nas suas formas mais imaginativas, narrando a vida de Achak Deng durante a guerra civil no Sudão (1983-2005), que teve que deixar a sua aldeia, Marial Bai, quando esta se transformou num campo de batalha entre forças governamentais e soldados rebeldes, quando chegaram os helicópteros e foi queimada e ocupada. Com este «menino perdido» (assim são nomeadas as dezenas de milhares de crianças que se viram apartadas dos pais) visitamos um campo de refugiados na Etiópia e outro – vastíssimo – no Quénia; mais tarde estamos finalmente em Atlanta, onde ele tem uma casa mobilada com dádivas da Igreja Metodista e um emprego na recepção de um health club.
Com inegável talento, Dave Eggers consegue passar para a narrativa a elasticidade necessária para que a história viaje do presente para o passado e vice-versa sem perturbar a atenção do leitor. Este romance singular, apesar de todas as tragédias, não é depressivo nem horrífico, antes se apresenta como um verdadeiro acto de fé e de esperança. José Riço Direitinho [LER nº 85]

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Uma outra perspectiva da década
29 Dezembro, 2009

Publicado no New York Times.

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«Porquê Pessoa? Porque Pessoa é essencial»
29 Dezembro, 2009

Jô Soares justifica assim o espectáculo que traz até ao Teatro Villaret, em Lisboa, entre 29 de Janeiro e 7 de Fevereiro de 2010. «Prefiro "dizer" a "declamar”», acrescenta o apresentador brasileiro. Por isso, prepare-se, Jô Soares vai dizer poemas de Pessoa, tal como fez em Remix em Pessoa, CD gravado em 2007.

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Parceria Leya/Barata
29 Dezembro, 2009

«O grupo Leya e a livraria Barata estabeleceram uma parceria para a exploração daquele espaço da Avenida de Roma, em Lisboa. O acordo tem como objectivo a revitalização e dinamização da conhecida livraria, um dos ícones do universo livreiro da capital, e prevê, igualmente, a instalação, no piso -1, da "Loja do Professor", espaço que será dedicado aos professores e às editoras escolares integradas na Leya - Asa, Gailivro, Novagaia, Texto e Sebenta.» Mais informações aqui.

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Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009
Trilogia de Javier Marías
28 Dezembro, 2009

Enquanto se aguarda a tradução portuguesa, pode ler um excerto em inglês e a crítica (New York Times) do volume que encerra a trilogia O Teu Rosto Amanhã, de Javier Marías (blogue obrigatório). O primeiro capítulo (Febre e Lança) foi lançado em 2005 pela Dom Quixote, que tenciona editar os dois próximos em data ainda a definir.

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Corram para esta livraria. Ou editora. Ou sítio onde se fazem coisas malucas. Ou tudo junto.
28 Dezembro, 2009

Corram para a In Libris-Sociedade para a Promoção do Livro e da Cultura, no Largo José Moreira da Silva (Porto). É apenas um conselho.

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Os cem autores que venderam mais na última década
28 Dezembro, 2009

Não é difícil adivinhar quem ficou em primeiro lugar.

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Literatura portuguesa na PLAV
28 Dezembro, 2009

Vem tudo explicado aqui. E aqui.

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José Rodrigues dos Santos recebe amanhã o Prémio Clube Literário do Porto
28 Dezembro, 2009

«[Para] galardoar o autor que mais criatividade teve no domínio da ficção» em 2009.

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150 anos de Lázaro Zamenhof
28 Dezembro, 2009

Motivo para regressar ao inventor do Esperanto.

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Mil anos de poesia espanhola
28 Dezembro, 2009

Uma reedição revista e aumentada por Francisco Rico. Entrevista aqui.

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Javier Cercas escreveu o melhor livro de 2009, segundo o El País
28 Dezembro, 2009

Anatomía de un instante é o primeiro título de uma lista de dez livros.  Alguns dos romances do escritor espanhol Javier Cercas (Soldados de Salamina, O Inquilino e A Velocidade da Luz) estão traduzidos na ASA.

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Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009
Prémio de Poesia Luís Miguel Nava para A. M. Pires Cabral
21 Dezembro, 2009

A edição de 2009 do prémio bienal foi atribuído ao livro As Têmporas da Cinza (Cotovia), de A. M. Pires Cabral, por decisão unânime do júri constituído por quatro membros da direcção da Fundação Luís Miguel Nava (Carlos Mendes de Sousa, Fernando Pinto do Amaral, Gastão Cruz e Luís Quintais), e pelo poeta e crítico António Carlos Cortez. «A limpidez e a precisão da escrita de A. M. Pires Cabral, a sua penetrante e austera visão dum mundo cuja expressão encontra numa espécie de imitação da terra o modelo para uma linguagem poética de invulgar intensidade, fazem deste autor um dos casos mais representativos da nossa melhor poesia contemporânea», lê-se no comunicado.

 

Pode descarregar em pdf a entrevista de A. M. Pires Cabral a Carlos Vaz Marques (com fotografias de Pedro Loureiro) publicada nas páginas da LER em Outubro de 2008. Está já aqui ao lado, na coluna «Lido e Publicado».

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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009
Um milhão de livros
18 Dezembro, 2009

José Rodrigues dos Santos atingiu esta semana, com a nova edição (a 11ª) de Fúria Divina (lançado a 24 de Outubro), a marca de um milhão de livros vendidos em Portugal, «que engloba as obras de ficção e não ficção. O livro mais vendido permanece O Codex 632, com 189 000 exemplares, embora Fúria Divina se tenha tornado agora a obra de mais rápida venda deste autor [150 mil exemplares]», lê-se no comunicado da Gradiva.

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Novos poemas de Juan Gelman
18 Dezembro, 2009

De atrasalante en su porfía é o título do mais recente livro do poeta argentino Juan Gelman (n. 1930), vencedor do Prémio Cervantes em 2007.

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Vasco Teixeira: decisão da ministra vai «contra a corrente das asneiras deste e do anterior Governo»
18 Dezembro, 2009

O vice-presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros com o pelouro do livro escolar, Vasco Teixeira, concorda com a decisão da ministra da Educação de não aplicar o acordo ortográfico nas escolas em 2010. «Mostra conhecer o assunto porque é completamente impossível aplicar o acordo ao sistema educativo já em Setembro de 2010. Todo o processo implica a produção de milhões de manuais, ajustes nas bibliotecas escolares, na formação de professores e tudo isso demora bastante tempo e tem que ser bem planeado», afirmou à TSF.

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Quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009
Mais ou menos de acordo.
17 Dezembro, 2009

A aplicação do acordo ortográfico nas escolas não vai entrar em vigor no próximo ano, anunciou a ministra da Educação Isabel Alçada. No Público.

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Rosário, quo vadis?
17 Dezembro, 2009

Maria do Rosário Pedreira abandona o seu cargo de editora da Quid Novi a partir de 31 de Dezembro, assumindo funções no grupo Leya em Janeiro. Ana Pereirinha assume os projectos em curso na editora. Desenvolvimento da notícia no Público.

«Maria do Rosário Pedreira terá como principal tarefa a selecção e edição de obras de novos autores portugueses, uma área que é de importância decisiva para a Leya e onde aquela editora tem desenvolvido um trabalho cuja qualidade é unanimemente reconhecida. A nova editora assumirá ainda responsabilidades na concepção e execução de um conjunto de projectos especiais na área das edições gerais do grupo,  que visam reforçar, no país e no estrangeiro, o prestígio e a notoriedade dos catálogos e autores da Leya.»

Comunicado do grupo Leya.

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Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009
Gilberto Freyre, protagonista da Flip 2010
16 Dezembro, 2009

Em ano de Mundial de Futebol, e também por isso, a Festa Literária Internacional de Paraty realiza-se de 4 a 8 de Agosto e terá Gilberto Freyre como autor homenageado.

 

Foto retirada daqui.

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Bons ventos de Espanha
16 Dezembro, 2009

Tudo começa nas bibliotecas.

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Prémio Branquinho da Fonseca para Mariana Roquette Teixeira
16 Dezembro, 2009

O Pintor Desconhecido, a publicar em 2010 pela Livros Horizonte, conquistou a «modalidade infantil» do Prémio Branquinho da Fonseca/Expresso/Gulbenkian. A autora, Mariana Roquette Teixeira, recebe hoje o galardão na sala 1 da Fundação Gulbenkian, a partir das 18h30. «O júri, composto por Ana Maria Magalhães, Inês Pedrosa, José António Gomes, Maria Manuela Goucha Soares e Maria Helena Melim Borges, deliberou não atribuir o prémio na modalidade juvenil, por considerar que nenhum dos 21 originais concorrentes se enquadrava nos objectivos com que o prémio foi instituído: incentivar a escrita de um texto de ficção dirigido a pré-adolescentes ou adolescentes.»

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Há um ano era assim...
16 Dezembro, 2009

Com o primeiro mês de 2010 à porta, nada de mais avisado do que recordar os principais acontecimentos editoriais de Janeiro de 2009. Está tudo aqui.

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Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009
Romance de Fidel
15 Dezembro, 2009

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Antologia da Poesia Portuguesa apresentada hoje
15 Dezembro, 2009

Poemas Portugueses – Antologia da Poesia Portuguesa do Séc. XIII ao Séc. XXI  é apresentada hoje, às 19h, na Fundação Medeiros e Almeida, em Lisboa. Oitocentos anos de poesia, 267 autores e mais de dois mil textos, com prefácio de Vasco Graça Moura. Coordenação e organização Jorge Reis-Sá e Rui Lage:
 

«Esta é a primeira antologia panorâmica que abarca a poesia portuguesa desde os seus alvores, na transição do século XII para o século XIII, cerca de seis décadas após o nascimento do Reino de Portugal, até ao presente, entendendo-se por presente o ano de 2008, data dos poemas mais recentes aqui recolhidos. Em consequência desta novidade, surge uma outra: a de ser esta a primeira vez que todo o arco temporal do século XX é objecto de um projecto antológico não exclusivo, isto é, nem temático, nem tendencioso. Por outras palavras, esta antologia, passe a redundância, começa no começo, e termina na actualidade. [...] Nestas mais de 2000 páginas coexistem, diacronicamente, mais de 800 anos de poesia, desde a "Cantiga de Garvaia" de Paio Soares de Taveirós, datável do primeiro decénio do século XIII, até Outubro de 2008, data do mais recente poema aqui incluído, "Rasto", de Luís Quintais.»

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Livros electrónicos em Espanha terão um IVA idêntico aos livros em papel
15 Dezembro, 2009

Uma descida de 16% para 4%, segundo a notícia do El País.

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Prémio Eça de Queirós
15 Dezembro, 2009

A Fundação Eça de Queiroz prepara o lançamento de um novo prémio cultural em homenagem ao autor de Os Maias, associando-se para isso a várias autarquias e empresas da região de Baião. «É nossa intenção que o prémio não se limite à literatura, mas que abranja também a fotografia, a pintura e outras expressões culturais», afirmou à agência Lusa o autarca José Luís Carneiro. Isabel Pires de Lima, antiga ministra da Cultura, é a responsável pela regulamentação deste prémio anual que não tem ainda valor pecuniário definido.

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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009
«Vamos andando, apesar de tudo»
14 Dezembro, 2009

Um bom indício do modo como nos relacionamos com Portugal são as nossas autofigurações, as feitas e as por fazer. Quanto às feitas, reparemos em duas, uma popular e outra erudita.

A popular é certamente o Zé Povinho. Desde que Bordalo a pintou, foi constantemente reproduzida e encontramo-la em todo o lado. Mas que significa ao certo? Ignorância ou esperteza? De tudo um pouco, como se tem dito e escrito, em análises rápidas ou de maior fôlego. Mas é exactamente nessa indefinição que ela pode servir para caracterizar a relação que mantemos connosco próprios, ou com o país no seu todo. Coexistimos uns com os outros - e, cada vez mais, com os estrangeiros - em subalternidade e atraso ou em esperteza, razoável desconfiança e quase «retranca» galega?
A erudita encontra-se nos painéis de Nuno Gonçalves. Quando foram, também eles, «descobertos», logo atraíram como um íman uma atenção crescente e vivaz. Passou um século e continuam a olhar-nos, com aquelas dezenas de olhos que nos perscrutam e avisam, não sabemos bem de quê. Nunca uma obra de arte nos interrogou tanto, motivando sucessivas interpretações, tanto dela como nossas. Interpretações, aliás, que aparecem quase como urgentes, para decifrarem finalmente um enigma que é existencial e de nós todos. Como se Portugal se depreendesse dali, como «mensagem», para falar segundo Pessoa, ou como «navegação», para falar segundo Sophia...
Mais enigmaticamente - ou sintomaticamente - há autofigurações não feitas. Escolho uma, por de mais eloquente: estátua que nunca se colocou no pedestal do alto do Parque Eduardo VII. Fosse ou não para Nun'Álvares/Santo Condestável, tratar-se-ia sempre de um «umbigo de Portugal», quase como o de Delfos fora o do mundo. Detecta-se uma polémica em torno daquele lugar vazio, daquele pedestal agora desfeito. Como se já não tivéssemos figuração possível. Como se a relação com Portugal já não lhe encontrasse rosto.
Aqui chegámos, finalmente. Mais como interrogação do que como certeza. Vamos andando, apesar de tudo. E, muito à portuguesa, «depois se verá». O que também é já um grande saber de experiência feito.
 
Excerto de Portugal e os Portugueses (Assírio & Alvim, 2008), de Manuel Clemente, bispo do Porto e vencedor do Prémio Pessoa 2009.

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Evocação de Sophia
14 Dezembro, 2009

O livro de Alberto Vaz da Silva, editado pela Assírio & Alvim, com prefácio de Maria Velho da Costa e posfácio de José Tolentino de Mendonça, será apresentado por Guilherme d’Oliveira Martins e pela filha da poetisa portuguesa, Maria Sousa Tavares, na próxima quarta-feira, às 18h30, no Centro Nacional de Cultura.

 

Fotografia de Eduardo Gageiro.

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