

Durante o mês de Agosto, capas bonitas que gostamos de mostrar.
Quem é a figura de capa da edição de Setembro? Ao primeiro participante a acertar (devidamente identificado através de morada ou número de telefone) oferecemos dois livros e uma pen de 2 GB do Sapo.
O primeiro aniversário da Casa da Achada - Centro Mário Dionísio é pretexto suficiente para o lançamento de Mário Dionísio - Entrevistas (1945-1991). A primeira parte do volume («Mário Dionísio entrevistado») é constituída por 21 entrevistas dadas por Mário Dionísio; a segunda parte («Mário Dionísio entrevistador») retoma os Encontros em Paris (conversas com os pintores Jean Lurçat, Fernand Léger, André Fougeron, Boris Taslitsky, Pignon, Orazi, Chávez Morado, Carlos Scliar), inicialmente publicados na revista Vértice (1949-1950), e as entrevistas a Portinari (1946) e a Vieira da Silva (1958). Marque na agenda: 30 de Setembro, às 18h.
«Neste volume se reúnem os livros de Mário de Sá-Carneiro, por ele publicados, Princípio, de 1912, Dispersão e A Confissão de Lúcio, ambos de 1913, e ainda Céu em Fogo, de 1915. Acrescenta-se o livro Indícios de Oiro, datado de 1915 e publicado postumamente em 1937 pela editora da revista presença, e juntam-se ainda vários poemas e textos soltos, publicados dispersamente ou enviados em cartas a Fernando Pessoa — tal como em notas finais se esclarece.
Fica, assim, composto um conjunto coerente de textos que integra o que de mais marcante escreve, em verso e prosa, um autor capital da nossa modernidade.
Não se inclui a escrita anterior a 1910, sobretudo a juvenília poética e os primeiros contos, e que representa a fase de construção de uma voz que só a partir de Princípio se constitui em toda a singularidade. Também não se incluem as peças de teatro que escreveu e chegaram até nós, e cujo interesse é apenas acessório relativamente à sua obra poética e narrativa. E, finalmente, também ficam de fora as cartas, que têm, sobretudo as que enviou de Paris a Fernando Pessoa, uma enorme importância literária e testemunhal, mas que formam um vasto conjunto à parte.»[Da Apresentação]
Arquivo das conversas e entrevistas (de cinco minutos a uma hora) com dezenas de escritores britânicos, de Virginia Woolf (1937) a Zadie Smith (2009). Imperdível.
«Iara, jovem linguista portuguesa, faz uma incrível descoberta: alguém, ou alguma coisa, está a subverter a nossa língua, a nível global, de forma insidiosa, porém avassaladora e irremediável.» Milagrário Pessoal, o novo romance de José Eduardo Agualusa, é uma das grandes apostas da Dom Quixote para a rentrée, marcada também pelo lançamento de mais um título de ficção de Miguel Real, desta vez sobre as memórias da rainha D. Amélia.


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Depois de Descascando a Cebola e A Caixa (edições portuguesas da Casa das Letras), a trilogia autobiográfica do Nobel alemão termina agora com Grimms Wörter: Eine Liebeserklärung.
Título da exposição em cartaz no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, até 30 de Janeiro de 2011. Notícia completa no Público.
Base de dados de livros roubados criada pela International League of Antiquarian Booksellers.
Jonathan Franzen é o escritor do momento. Freedom (Farrar, Straus and Giroux) merece capa da Time («Great American Novelist»), elogios do NYT («obra-prima da ficção americana») e agora um crítico do Guardian garante que é «o romance do século». Pode ler um excerto do livro aqui.
«Frank Kermode (1919-2010) foi o maior crítico inglês das últimas décadas, o sucessor, na academia, de Leavis, e, na imprensa, de Pritchett. É essa dupla condição que o torna único: a erudição universitária e a comunicabilidade jornalística cruzavam-se perfeitamente, de modo que aprendíamos realmente com ele, escrevesse sobre o Beowulf ou sobre Roth.» Texto completo no blogue Lei Seca.


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Na edição de Setembro, nas bancas a partir de dia 3, há mais pormenores sobre este almoço.


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A Lire avança uma lista dos dez autores mais bem pagos do mundo (índice retirado da Forbes) entre Junho de 2009 e Junho de 2010. É como se segue:
1 - James Patterson (€M 70)
2 - Stephenie Meyer (€ 40)
3 - Stephen King (€M 34)
4 - Danielle Steel (€M 32)
5 - Ken Follett (€M 20)
6 - Dean Koontz (€M 18)


7 - Janet Evanovich (€M 16)
8 - John Grisham (€ 15)

9 - Nicholas Sparks (€M 14)
10 - J.K. Rowlling (€M 10, numa fortuna estimada em mais de €M 825).
Inês Queiroz, que assegurou durante anos a comunicação da Oficina do Livro, anunciou que está de saída. Ainda não está confirmada oficialmente a sua entrada noutro projecto editorial.
O ciclo de conferências continua a 22 de Setembro, no Auditório da Biblioteca Nacional, com Carlos Reis, autor de Diálogos com José Saramago, e o jornalista João Céu e Silva, que assina Uma Longa Viagem com José Saramago.
«Um dos três escritores argentinos mais destacados da actualidade», como escreve o El País, faleceu aos 69 anos em Buenos Aires. Perfil, entrevistas e excertos de livros aqui. «El Sur también existe, pero mal» é o título de uma das suas últimas crónicas: «Y sin embargo siguen apareciendo libros. Como siempre las mejores novedades corren por cuenta de pequeños editores: en plena crisis y terrorismo médico-viral, aparecieron no menos de cinco libros muy interesantes, de esos que tarde o temprano se hablará en España. Son obras de autores jóvenes y desconocidos hasta por sus amigos: la editorial unipersonal Paradiso, lanzó Sol artificial, firmado con el seudónimo Zooey y atribuido a un joven y brillante profesor de filosofía. La también unipersonal Mansalva, conocida por su biografía de Lamborghini y por ostentar diseño de cubierta más distintivo de las editoriales de esta lengua, introdujo en julio En la pausa, de un tal Diego Meret, de quien sólo se sabe que ronda los treinta años, que fue obrero textil y que, si logra otro libro de este nivel de calidad, figurará muy pronto en ese seleccionado argentino donde, a falta de mejores, se nos suele poner a Pauls, a Kohan, a Piglia y a mí.»
Notícias, rumores, invenções e impropérios para ler@circuloleitores.pt
1. Os 50 autores mais influentes do século XX.
2. Dez cidades para visitar com livros debaixo do braço.
3. Charles Darwin, 200 anos depois.
4. «O Magalhães é o maior assassino da leitura em Portugal.»
5. Última entrevista de António Barahona.
6. Inéditos de Fernando Pessoa.
7. John Milton por João Pereira Coutinho.
8. «O meu mal é ter uma curiosidade de puta.»
9. Entrevista Luis Sepúlveda.
10. «Já quase pareço um escritor.»
11. Entrevista Eduardo Lourenço.
12. Breve Introdução à Teoria Literária.
13. Agustina, a indomável.
14. Trinta livros do PNL.
15. Entrevista A. M. Pires Cabral.
16. Dinis Machado: «Só quis escrever um livro».
17. Retratos de um Nobel.
18. Os últimos e-mails de Stieg Larsson.
19. Os 200 anos de Edgar Allan Poe.
20. Knoxville, o território de McCarthy.
21. O bibliotecário ambulante.
22. Dez escritores europeus que (já) mereciam ser traduzidos em Portugal.
23. Entrevista Mia Couto.
24. Entrevista Vasco Pulido Valente.
25. Inéditos Vinicius de Moraes.
26. Os heterónimos de Eduardo Lourenço
Outras leituras
«Volviendo a John le Carré» (Antonio Muñoz Molina)
«A Country Without Libraries» (Charles Simic)
«The Translation Gap: Why More Foreign Writers Aren’t Published in America» (Emily Williams)
«The Godfather of the E-Reader» (Jennifer Schuessler)
«The Philosophical Novel» (James Ryerson)
«The Case of the First Mystery Novelist» (Paul Collins)
«The lost art of handwriting» (Umberto Eco)
«Our Boredom, Ourselves» (Jennifer Schuessler)
«Scandinavian Crime Wave» (Nathaniel Rich)
«When Bad Covers Happen to Good Books» (Joe Queenan)
«Tintinabulation» (Bruce Handy)
«Inside the Secret World of Literary Scouts» (Emily Williams)
«Advantage Google» (Lewis Hyde)
«Texts Without Context» (Michiko Kakutani)
«Bookmarkism: The New Ideology» (Robert Nagle)
«The Autobiography of J.G.B.» (J. G. Ballard)
«J. G. Ballard, Poet of Desolate Landscapes»
«When Writers Speak» (Arthur Krystal)
«Reading by the Numbers» (Susan Straight)
«What I heard at J.D. Salinger’s doorstep» (Tom Leonard)
«Why hasn't there been a science fiction Booker winner?» (Adam Roberts)
«Freyre, Euclides e o Brasil» (Daniel Piza)
«Las cartas íntimas de Beckett» (J. M. Coetzee)
«Entrevista Günter Grass» (Juan Cruz)
«Eudora Welty's centenary» (Paul Binding)
«Juan Benet: en un tiempo de silencio» (Manuel Vicent)
«Richard Poirier: A Man of Good Reading» (Alexander Star)
«Sumergirse en Benet» (Álvaro Colomer)
«Interview with Seamus Heaney» (Sameer Rahim)
«Robert Capa - La muerte y el azar» (Guillermo Altares)
«Why do Pynchon, Ballard and Wallace provoke such online loyalty?»
«Richard Poirier: A Man of Good Reading» (Alexander Star)
«Philip Larkin Letters» (John Shakespeare)
«Una vida absolutamente maravillosa» (Enrique Vila-Matas)
«Poética de los escaparates» (Antonio Muñoz Molina)
«In the South» (Salman Rushdie)
«Our George Steiner Problem – and Mine» (Lee Siegel)
«Poets, Academia: A Couplet in Conflict» (David Orr)