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Bordel de poesia

As sessões privadas custam um euro e no catálogo há mais de uma dezena de nomes (las putas), como Lola Page, Lucita Flores, Eva Léon ou Javi Ninguno. No Prostíbulo Poético de Barcelona, a inspiração vem dos bordéis, mas a poesia é quem manda. Na verdade, quem manda mesmo é Madame, nome artístico de Kiely Sweatt (29 anos), que não só escolhe os poetas (e exige qualidade de escrita e representação) de várias nacionalidades, como dirige este prostíbulo que se reúne uma vez por mês em diferentes bares de Barcelona. Os critérios de seleção estão publicados aqui. Ninguém engana ninguém. Por isso, Kiely não esconde que se trata de ideia em segunda mão – importou o conceito do The Poetry Brothel (Nova Iorque), criado por Stephanie Berger, seu colega do mestrado em poesia. «Andamos sempre à procura de pessoas que queiram fazer o mesmo noutros países – em Portugal, por exemplo. A ideia era criar uma rede internacional de prostíbulos», garantiu Madame ao jornal i. Quem se chega à frente?

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