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  <title>os meus gostos...</title>
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  <pubDate>Mon, 14 Jun 2010 07:59:00 GMT</pubDate>
  <title>Factos: Um olhar que pára a velocidade | DNOTICIAS.PT</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;a href=&quot;http://www.dnoticias.pt/impressa/revista/213246/213251-factos-um-olhar-que-para-a-velocidade&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para além da cidade prevista e desenhada, há uma cidade que se olha  com todos os sentidos e todas as artes. Como a poesia, as cidades e o  território também se sobrevoam de afectos e de olhares que param a  velocidade da geografia alterada.&lt;/h3&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;node-body&quot; id=&quot;article-body&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;rteindent1&quot;&gt;&lt;i&gt;&quot;O que interessa é olhar com  os olhos de muitos anos para não perder esse olhar sensível à matéria, à  tradição, aos sistemas construtivos de toda uma vida.&quot;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;rteindent1&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;rteindent1&quot;&gt;&lt;i&gt;&quot;Por vezes, basta olhar de uma outra maneira  para ver melhor&quot;&lt;/i&gt;, diz Paulo David sobre um novo olhar sobre o  território em geral e as cidades em particular&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;rteindent1&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&quot;Não nos interessa o poeta, o arquitecto, ou o urbanista.  Interessa-nos a obra poética como descoberta daquilo a que se chega sem  tentar e sem vontade de fazer poesia&quot;. A frase é do arquitecto Arturo  Franco. Madrileno e um dos participantes numa conversa de esquina sobre a  cidade que decorreu, um destes dias, no Funchal. O encontro, promovido  pelo arquitecto Paulo David, juntou, numa sala a abarrotar, figuras  ligadas não só à arquitectura, mas também à geologia, à geografia, à  literatura, à arte e à música. Porque as cidades, como explica Paulo  David, não são apenas traços, mas sim uma contaminação de sons, de  cheiros, de cores. A cidade prevista e desenhada surge mais tarde. Muito  mais tarde.&lt;br /&gt;O que interessou ao grupo que se reuniu para este olhar a cidade foi a  forma como cada um sente esse território que também é de afectos, de  tradição e de cultura, muito antes de ser esse traço e essa intervenção  que cria aquilo a que se chama urbanismo.&lt;br /&gt;A cidade é aquilo a que se chega sem vontade de fazer poesia, mesmo  que se queira, como fez Diana Pimentel, professora universitária,  ensaísta e outra das intervenientes no encontro,  criar um roteiro  poético como quem desenha um mapa que define os passos e orienta os  sentidos. Porque, afinal,  tal como acontece com a poesia, talvez a  melhor forma de contemplar as cidades seja de helicóptero, sobrevoando  as palavras de poetas que debruçaram o olhar sobre esse território  concreto onde a vida acontece.&lt;br /&gt;E porque as cidades também são vida e pessoas e imperfeições e  recantos, a revista &apos;Fundamentos&apos;, do Colégio de Arquitectos de Madrid,  chefiada por Arturo Franco, poderá vir a dedicar um número ao Funchal.  Precisamente porque não se interessa pelas grandes obras, mas sim pelos  pequenos recantos. É uma revista diferente, que olha a arquitectura para  além do traço, da perfeição, dos projectos. Como explica Arturo Franco,  é uma revista de arquitectura com compromisso social. Um compromisso  que não é activismo, nem provocação, mas que revela uma sensibilidade  face ao homem e à natureza. &quot;Não é para provocar acções, mas sim para  entender como as pessoas pensam, como vivem, com o que sofrem, o que  desfrutam&quot;.&lt;br /&gt;Neste olhar amplo cabe tudo. E também cabe a arquitectura que é tudo:  um simples guarda-chuva, uma rua, um vestido, um saco de dormir...&lt;br /&gt;Referindo-se à iniciativa que decorreu no Funchal, disse que o olhar  sobre esta cidade será sempre cheio de todas as coisas que foram faladas  no encontro &apos;Vamos falar de cidade&apos;. Das pedras de João Baptista, das  árvores de Raimundo Quintal, dos animais de Manuel Biscoito. A ideia é  descobrir e recuperar valores para a arquitectura que se estão a perder,  não só em termos urbanísticos, mas tantos outros valores. &quot;A nossa  revista reage contra toda a frivolidade, as cores, o superficial o  epidérmico. Por isso, vamos à China e não vamos a Xangai, nem vamos a  Pequim. Vamos para descobrir e desvendar outras coisas, para desvendar  questões&quot;.&lt;br /&gt;Arturo Franco viu a cidade do Funchal com o primeiro olhar de quem  chega e fica pouco mais de dois dias. Mas revelou que esse olhar está  contaminado por um outro anterior, por aquilo que Paulo David lhe falou  sobre esta cidade no Atlântico. E Paulo David falhou-lhe de uma  paisagem, de um território, de uma certa tradição que se está a  transformar. E quando aqui se fala em perda, Arturo Franco diz que nem  lhe interessa as habituais críticas que se fazem a propósito de uma  cidade turística que cresce desenfreadamente. &lt;br /&gt;&quot;Não nos interessa, desde logo, o turismo, não nos interesse o  espectáculo, não nos interessa o aparente. Interessa-nos os pequenos  recantos da ilha, a forma de trabalhar o pavimento, onde se mistura a  engenharia e a arte. Interessa-nos a autenticidade&quot;. Até porque o resto,  desgraçadamente, é o que acontece em todos os locais turísticos. O que  interessa é recuperar outros valores, e olhar com os olhos de muitos  anos, para não perder esse olhar sensível à matéria, à tradição, aos  sistemas construtivos de toda uma vida. E tudo isto deve ser feito de um  ponto de  vista contemporâneo. Arturo Franco diz que este olhar  primordial nada tem que ver com classicismo, nem com a defesa de que  tudo permaneça ancorado no tempo. O necessário é um certo respeito em  relação ao passado, mas sempre com um olhar no futuro. &lt;br /&gt;a minha cidade são todas E se foi Paulo David que transportou esse  primeiro olhar do Funchal até Arturo Franco. Interessa saber que olhar é  esse. Citando Sisa Vieira, o arquitecto diz &quot;que a minha cidade são  todas&quot;. É esse encanto que encontra no Funchal, onde os caminhos de  autenticidade se cruzam com um pouco de todas as outras cidades. &lt;br /&gt;E este caminho comum faz-se de um percurso de mistério que as  próprias cidades introduzem na descoberta, na vivência, no produto  humano que é a malha urbana. &lt;br /&gt;Nesta equação cabe também a ideia de arquitectura que, mais uma vez,  Paulo David partilha com Arturo Franco. Uma arquitectura sem arquitecto,  porque &quot;a cidade histórica é uma cidade sem arquitecto, que todos andam  exaustivamente a defender e com a qual todos se identificam&quot; &quot;Gostamos  das ruas antigas e muitas delas não têm arquitectos. A cidade prevista, a  cidade desenhada aparece muito mais tarde. A cidade para mim pode ser  marcada não só por esses espaços calculados e planeados, mas por um  encontro, por uma mescla e uma contaminação de edifícios, de pessoas,   de cheiros, de cores&quot;.&lt;br /&gt;Paulo David diz mesmo que, cada vez mais, a cidade de hoje deixou de  estar configurada entre muros. A velocidade, as infraestruturas que  foram surgindo fizeram mudar o conceito de cidade para o conceito de  urbano.&lt;br /&gt;O conceito alargou-se e o que hoje temos é a cidade continuada, que é  precisamente aquilo que está a acontecer no território regional.  Por  exemplo, temos já alguma dificuldade em decifrar onde termina o Funchal.  Esta percepção leva a um reposicionamento, à necessidade de usar &quot;uns  binóculos para reenquadrar a paisagem&quot;.&lt;br /&gt;Paulo David defende, no entanto, que esta mudança, este  reposicionamento, este olhar que reenquadra a paisagem não deve ser &quot;um  mau luto daquilo que perdemos&quot;. Pelo contrário, o que há a fazer é uma  análise contemporânea sobre aquilo que se está a verificar nos  territórios. E sobre esta perspectiva a Região Autónoma é um caso único,  pelas velocidades introduzidas numa geografia que é, pela sua essência,  de tempos lentos.&lt;br /&gt;&quot;A observação e a contemplação é de tempos muito longos e o que hoje se  passa no território é uma introdução de velocidade. E introduz-se a  velocidade com as infraestruturas que surgiram por um desejo intenso e  moderno de conexão&quot;, explica. Mas é precisamente por isto que considera o  território da Madeira &quot;extremamente apaixonante, porque ainda permite  uma relação idílica com a paisagem, mas simultaneamente uma paisagem já  transformada pela aceleração na geografia&quot;. &lt;br /&gt;Recorda, a propósito, que antes, no tempo da infância de muitos de  nós, usava-se a expressão vamos ao campo. &quot;Mas se hoje disser isso ao  meu filho, ele não sabe do que estou a falar. Nenhuma criança sabe&quot;. Não  sabem simplesmente porque se perdeu essa noção. Quando se diz campo   remetemos o nosso ideal para uma paisagem agrícola e rural. Mas até  essas paisagens não são estáveis e têm sofrido muitas alterações.   Hoje  temos de conciliar um terreno agrícola com uma via-rápida por cima.  &quot;Esta imagem não é uma imagem que convocamos como identidade. Daí que  tenhamos de procurar uns óculos para redefinir&quot;&lt;br /&gt;O segredo é saber como se  compagina essa lentidão do olhar com essa  rapidez e alteração geográfica.&lt;br /&gt;Paulo David diz que tem tentado responder a isso com a arquitectura  que desenvolve. Refere o exemplo da Casa das Mudas, que procura ser um  contratempo,  um ponto de paragem. &lt;br /&gt;&quot;Na minha infância a ida para o campo justificava-se pela paragem.  Hoje em dia, quando se atravessa o território regional, não existem  paragens. Há uma ida a 120 à hora, mas aquilo que eu construí como  território de paisagem foi a 40 à hora ou a 20 à hora, que era a  velocidade do carro do meu pai. Era um percurso serpenteado por toda a  paisagem, com paragem nos miradouros, que, só por eles, justificavam a  viagem&quot;.&lt;br /&gt;Este foi um percurso que se perdeu nessa possibilidade de viagem a 120 à  hora. &lt;br /&gt;A questão que se coloca nessa perda e nessa velocidade é a de como  vamos responder à tradição com um território alterado a uma grande  velocidade. Com uma realidade &quot;na qual se passou de um  sub-desenvolvimento para um hiper-desenvolvimento num curto espaço de  tempo, sem nunca termos uma espécie de &apos;mind the gap&apos;&quot;. O que existiu  foi um salto, uma passagem repentina. &lt;br /&gt;Paulo David entende que este salto era inevitável, mas traz também  novos desafios. O desafio é voltar a centrar o conhecimento na  observação. E o desafio da  arquitectura é criar esses espaços de visão  num percurso que é feito a 120 à hora. Porque o que hoje acontece &quot;é uma  espécie de viagem de submarino, onde de vez em quando se vem à  superfície e se torna depois a mergulhar&quot;. A Casa das Mudas procura  contrapor precisamente esta realidade de submarino. Paulo David diz que  se fala muito da  Casa das Mudas como espaço de arte, mas além dessa  vertente, que é sem dúvida importante, aquela estrutura que criou  interessa-o também, e essencialmente, como percurso numa paisagem.   Curiosamente existem já muitas pessoas que usam aquele Centro de Arte  como mirante. &quot;Era isso que nós queríamos, ou seja, que por si só o  edifício justificasse uma viagem e justificasse uma paragem. Até poderia  ser uma forma de entrar e convocar outras formas de contemplação. Mas  essa contemplação far-se-ia de forma organizada como centro de arte, e  de forma expontânea como mirante e paragem&quot;.&lt;br /&gt;Paulo David diz mesmo que, na actualidade, um dos temas mais  entusiasmantes é esta nova realidade de aceleração, que não surge apenas  na paisagem, mas também a outros níveis, e que introduz uma outra  identidade que ainda não sabemos identificar. E é esta identidade célere  que tem a necessidade de criar paragens para que o nós seja repensado. &lt;br /&gt;Foi isso que tentou fazer quando realizou recentemente o primeiro  encontro multidisciplinar para pensar a cidade. Um encontro que quer  repetir e que pretende ser um auxílio no entendimento do território. &quot;No  fundo, o que tentei fazer neste encontro, para se discutir a cidade,  foi convocar, de um só fôlego e de uma forma abrangente, pessoas que  estudam essa mesma cidade. É que, por vezes,  basta olhar de uma outra  maneira para ver melhor&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Uma sala cheia para a cidade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos falar de cidade O desafio foi lançado pelo arquitecto Paulo  David a um grupo de pessoas de áreas tão díspares, como a música, a  arte, a geologia e a arquitectura. A iniciativa foi marginal à Feira do  Livro, foi pouco divulgada, mas conseguiu uma sala cheia de gente, que,  no fim de uma tarde de sábado, ficou a ouvir sobre a sua cidade. &lt;br /&gt;E valeu a pena porque se abordou de forma apaixonada a  vulnerabilidade do território através das &quot;topografias esculpidas&quot; , e  porque se percebeu, por exemplo, que o turismo não se reduz ao movimento  do aeroporto ou mesmo aos preços de balcão dos hotéis ou às taxas de  ocupação ou à promoção , mas sim porque &quot;a Cidade e o Turismo&quot;  deve   investir nas &quot;atmosferas&quot; do estar na Ilha. Porque a climatização da  estrutura verde da Cidade conta toda a história de uma cidade de génese  portuária, da emigração, da colonização. &lt;br /&gt;Foram vários olhares que usaram como matéria o nosso território  explanando o nosso estado psicológico, o lado idílico, o transformado em  estado lento que sempre acrescentou valor, ou o acelerado que ainda não  sabemos identificar mas que cria &quot;lugares comuns&quot;, mas já com vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 12 Jun 2010 21:12:00 GMT</pubDate>
  <title>Posições na cama...  Ver em silêncio...</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/TBP5gyN72eI/AAAAAAAAHTI/Ex47ULurte8/s1600/%21cid_05A83BB1F76B44E193EE99E5B9EEC552%40liliana.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;242&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/TBP5gyN72eI/AAAAAAAAHTI/Ex47ULurte8/s400/%21cid_05A83BB1F76B44E193EE99E5B9EEC552%40liliana.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/TBP5nvIf-MI/AAAAAAAAHTY/9qlOr6RYK8I/s1600/%21cid_8D5BBC46E6FD4AC799AF9334B8F47319%40liliana.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;242&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/TBP5nvIf-MI/AAAAAAAAHTY/9qlOr6RYK8I/s400/%21cid_8D5BBC46E6FD4AC799AF9334B8F47319%40liliana.jpg&quot; 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  <pubDate>Thu, 27 May 2010 08:17:00 GMT</pubDate>
  <title>Governo acaba com oito medidas de apoio ao emprego</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;div id=&quot;blc-artigo-tit-n1&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: center;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;cx-opcoes-horiz-normal&quot;&gt;&lt;span class=&quot;artigo-autor&quot;&gt;por Lusa&lt;/span&gt;&amp;lt;input ... &amp;gt;&lt;span class=&quot;dt &quot;&gt;Ontem&lt;/span&gt;&lt;span name=&quot;comments-wrapper&quot; style=&quot;visibility: hidden;&quot;&gt;&lt;img class=&quot;margem-icn&quot; src=&quot;http://dn.sapo.pt/Common/Images/img_bolsa/icn_comentario.gif&quot; /&gt;&amp;lt;input ... &amp;gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;cx-img-flutuante&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;cx-img-flutuante&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: center;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Governo acaba com oito medidas de apoio ao emprego&quot; id=&quot;Photo4201&quot; name=&quot;Photo&quot; src=&quot;http://dn.sapo.pt/storage/ng1298268.jpg?type=big&amp;amp;pos=0&quot; width=&quot;420&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id=&quot;NewsSummaryContent&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;artigo-intro&quot; id=&quot;NewsSummary&quot;&gt;&lt;span id=&quot;NewsSummaryContent&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id=&quot;NewsSummaryContent&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;NewsSummaryContent&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;artigo-intro&quot; id=&quot;NewsSummary&quot;&gt;&lt;span id=&quot;NewsSummaryContent&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;O Governo anunciou hoje a retirada  de oito medidas da Iniciativa Emprego 2010 e anti-crise, entre as quais o programa Qualificação Emprego e o prolongamento por seis meses do subsídio social de desemprego.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id=&quot;NewsSummaryContent&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;Article&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;De acordo com fonte do  Ministério do Trabalho, o Governo irá igualmente retirar o apoio de  redução do prazo de garantia para atribuição do subsídio de desemprego, a  majoração do montante do subsídio de desemprego aos desempregados com  filhos a cargo e a eliminação do pagamento adicional de abono de família  dos terceiro ao quinto escalões. &lt;br /&gt;Ao nível das medidas de  manutenção do emprego, o Governo deixa cair, além dos programas  Qualificação Emprego, o incentivo de redução em três pontos percentuais  das contribuições para a segurança social a cargo do empregador, em  micro e pequenas empresas, para trabalhadores com mais de 45 anos.&lt;br /&gt;Mexe  ainda nos incentivos à inserção de jovens no mercado de trabalho,  terminando com o programa de requalificação de 5.000 jovens licenciados  em áreas de baixa empregabilidade de forma a facilitar a sua adequada  inserção no mercado de trabalho.&lt;br /&gt;O reforço da linha de crédito  específica e bonificada, tendo em vista apoiar a criação de empresas por  parte de desempregados chega também ao fim, de acordo com aquilo que  foi anunciado aos parceiros em reunião de concertação social. &lt;br /&gt;Estas  medidas estão hoje a ser discutidas em concertação social. &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 27 May 2010 08:15:00 GMT</pubDate>
  <title>Aos dois anos fuma 40 cigarros por dia</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;div id=&quot;NewsSummary&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Na Indonésia, uma criança de dois  anos é viciada em tabaco e fuma em média 40 cigarros por dia. Veja o  vídeo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Ardi Rizal começou a fumar pela mão do pai, Mohammed,  que aos 18 meses lhe deu um cigarro. A criança pesa 25 quilos e  desloca-se num camião de brincar, porque não é capaz de correr  normalmente como as outras crianças.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id=&quot;ctl00_bcr_ThisContent&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;Diana, a mãe, de 26 anos, chora ao  reconhecer a dependência do filho. “Ele é totalmente viciado. Se não  consegue cigarros, fica zangado, grita e bate com a própria cabeça  contra as paredes. Diz-me que se não fumar se sente tonto e enjoado”,  contou a mãe da criança.&lt;br /&gt;O pai, Mohammed, de 30 anos, não vê mal  no hábito do filho. &quot;Pareece-me bastante saudável. Não vejo qual é o  problema&quot;, disse, em declarações citadas no tablóide britânico &quot;The  Sun&quot;.&lt;br /&gt;Ardi fuma exclusivamente uma única marca sendo que os seus   pais gastam por dia a volta de 4,50 euros em tabaco.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;object height=&quot;385&quot; width=&quot;640&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/d1w1Tdu9Fuo&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xd0d0d0&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowScriptAccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/d1w1Tdu9Fuo&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xd0d0d0&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; width=&quot;640&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 25 May 2010 18:04:00 GMT</pubDate>
  <title>O meu bebé às 12 semanas...</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;object height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/TuWv6Yo_Ol8&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;fs=1&amp;amp;&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/TuWv6Yo_Ol8&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;fs=1&amp;amp;&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 10 May 2010 12:53:00 GMT</pubDate>
  <title>BENFICA 2009/2010 FUNCHAL</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Antes já resservado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;object height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/_CSHqZ1icEU&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;fs=1&amp;amp;&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/_CSHqZ1icEU&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;fs=1&amp;amp;&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Estes vídeos mostram alguns dos momentos vividos no Funchal no dia de ontem após o término do jogo dos campeões...&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;object height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/StuIrwzUCWk&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;fs=1&amp;amp;&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/StuIrwzUCWk&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;fs=1&amp;amp;&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;object height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/lXrm2RL5FdM&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;fs=1&amp;amp;&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/lXrm2RL5FdM&amp;amp;hl=pt_PT&amp;amp;fs=1&amp;amp;&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 21 Feb 2010 01:35:00 GMT</pubDate>
  <title>TEMPORAL NA MADEIRA</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por esta altura muitos são os testemunhos em imagem de muitas perdas... muitos acidentes... muito desastre, na minha ilha querida... vou postar algumas imagens que recolhi pelo telmóvel não são muitas e tive de editar algumas para ficar mais perceptível... sou apenas mais uma que ao passar nos locais captei algumas imagens para guardar e decidi partilhar no meu blog com todos... é uma calamidade o que se vive neste momento na Madeira... só mesmo vendo pessoalmente nem por fotos é possível descrever tamanha tragédia...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/S4CLnV_h0LI/AAAAAAAAHN8/cTvbkoRZuTY/s1600-h/Foto0195.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/S4CLnV_h0LI/AAAAAAAAHN8/cTvbkoRZuTY/s320/Foto0195.jpg&quot; 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  <pubDate>Thu, 07 Jan 2010 14:17:00 GMT</pubDate>
  <title>Chorão Ramalho no Funchal…</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;h5 align=&quot;justify&quot;&gt;in &lt;a href=&quot;http://magazon.netmadeira.com/categoria/sociedade/artigos/2009/10/26/chorao-ramalho-no-funchal&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Netmadeira&lt;/a&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;h5 align=&quot;justify&quot;&gt;Arquitectura&lt;/h5&gt;  &lt;h5 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://magazon.netmadeira.com/autor/bruno-martins&quot;&gt;Bruno Martins&lt;/a&gt;&amp;#160; |&amp;#160; 26 de Outubro de 2009&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto&quot; title=&quot;Chorão Ramalho no Funchal&quot; alt=&quot;Chorão Ramalho no Funchal&quot; src=&quot;http://magazon.netmadeira.com/artigo/imagens/article/138.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Edífício da Caixa de Previdência do Funchal, Arq. Chorão Ramalho (Fotografia: Bruno Martins)&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;(…) Depois do Funchal ter passado por dois grandes ciclos económicos; o do açúcar e o do vinho, a cidade assume uma nova referência turística internacional. (…) A cidade modernizava-se, apoiando-se no “Plano Geral de Melhoramento do Funchal”, do arquitecto Ventura Terra, elaborado em 1915; Rasgava-se a cidade com amplas Praças e Avenidas, Parques, Jardins e Bairros; embelezava-se com estátuas e edifícios da autoria de criadores de renome, tais como: Francisco Franco, Anjos Teixeira e Lagoa Henriques na escultura, Raul Lino, Edmundo Tavares, Óscar Niemeyer e Chorão Ramalho, na arquitectura.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;J. G. Faria da Costa; “Estudo de Remodelação da Zona Marginal da Cidade do Funchal”, 1 de Agosto de 1945, Câmara Municipal do Funchal, cota 801, processo n.º 37.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Quem passa, muitas vezes não se apercebe. Talvez porque sempre esteve lá, ou talvez porque olhamos mas não vemos. Mas podemos habitar uma cidade uma vida inteira, discorrendo a sua história viva feita de praças, ruas, jardins e edifícios e nunca nos apercebermos da riqueza que nos rodeia. A tendência generalizada vai ao encontro da valorização da novidade feita de modismos e artificialismos. E no entanto, vivemos numa cidade que é rica na sua história, e marcada desde sempre por obras da maior valia, criadas por grandes autores como foram os casos enumeradas no texto de abertura. De todos, é incontornável falar de Chorão Ramalho, pela obra vasta que tem no Funchal, e pela importância e significado que ela representa para a cidade.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;ins&gt;&lt;ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Nascido em 1914, no Fundão, e falecido em 2001, conclui o seu curso na Escola de Belas Artes do Porto em 1947, iniciando a actividade um pouco antes do primeiro congresso nacional de arquitectura, cujo resultado tem um impacto significativa na arquitectura moderna portuguesa que se viria a seguir.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Para escrever sobre Chorão Ramalho e a sua significativa obra no Funchal, é necessário recuar 50 anos, para a altura em que os modelos nacionalistas ainda imperavam na arquitectura. Contrariando esta linguagem vinculada politicamente ao Estado Novo, Chorão Ramalho desenha com liberdade, dando grande atenção aos aspectos funcionais, mas também formais, afirmando uma arquitectura depurada, que recusa o ornamento, o qual é entendido como artifício desnecessário. Esta atitude é suportada por uma seriedade ética e profissional irrepreensível, e um conhecimento das questões técnicas, de programa e de funcionamento.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O rigor no seu trabalho, o detalhe cuidado, a consistência de toda a sua obra elegem-no como um dos grandes arquitectos do seu tempo, e elevam a cidade do Funchal que enriquece o seu património através da obra que o arquitecto aqui executou.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Apesar de ter trabalhado sempre com programas diversificados, o seu trabalho fica marcado por um conjunto de valores que são comuns em toda a sua obra, e que a cidade do Funchal pode testemunhar através dos inúmeros edifícios que ficam para sempre, como a Assembleia Regional da Madeira, a Central Térmica do Funchal (mais conhecida como “Casa da Luz”) ou o conjunto da Caixa de Previdência do Funchal.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Esta ultima obra, composta por serviços de saúde e administrativos, e também habitação, desenvolve-se ao longo de uma torre de 14 pisos que assenta numa plataforma que marca uma transição suave com a malha envolvente.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Este edifício interessa particularmente, não só pelo seu valor enquanto conjunto arquitectónico, mas também pela discussão que a construção em altura ainda suscita. Não deixa de ser curioso lembrar que há 50 anos já se executassem edifícios que continuam sendo os mais altos que a cidade do Funchal tem para oferecer, e que hoje esta questão continue a ser tão polémica - sinal também do nosso conservadorismo relativamente a uma solução que foi utilizada sem complexos por Chorão Ramalho, nesta mesma cidade, há 5 décadas atrás.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Por aqui se percebe que a modernidade não se encontra no tempo mas na mentalidade. E Chorão Ramalho representa o melhor que estes momentos têm para oferecer: a obra que nos deixa – intemporal mas com vista para o futuro – é ainda hoje um símbolo de modernidade na cidade do Funchal.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://magazon.netmadeira.com/autor/bruno-martins&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Bruno Martins&quot; alt=&quot;Bruno Martins&quot; src=&quot;http://magazon.netmadeira.com/autor/imagens/short/62.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h5 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://magazon.netmadeira.com/autor/bruno-martins&quot;&gt;Bruno Martins&lt;/a&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Nasceu em Lisboa em 1975. É arquitecto, Licenciado pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa.&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <category>arquitectura</category>
  <category>funchal</category>
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  <pubDate>Thu, 07 Jan 2010 14:17:00 GMT</pubDate>
  <title>Chorão Ramalho no Funchal…</title>
  <author>liliana_12</author>
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Chorão Ramalho (Fotografia: Bruno Martins)&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;(…) Depois do Funchal ter passado por dois grandes ciclos económicos; o do açúcar e o do vinho, a cidade assume uma nova referência turística internacional. (…) A cidade modernizava-se, apoiando-se no “Plano Geral de Melhoramento do Funchal”, do arquitecto Ventura Terra, elaborado em 1915; Rasgava-se a cidade com amplas Praças e Avenidas, Parques, Jardins e Bairros; embelezava-se com estátuas e edifícios da autoria de criadores de renome, tais como: Francisco Franco, Anjos Teixeira e Lagoa Henriques na escultura, Raul Lino, Edmundo Tavares, Óscar Niemeyer e Chorão Ramalho, na arquitectura.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;J. G. Faria da Costa; “Estudo de Remodelação da Zona Marginal da Cidade do Funchal”, 1 de Agosto de 1945, Câmara Municipal do Funchal, cota 801, processo n.º 37.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Quem passa, muitas vezes não se apercebe. Talvez porque sempre esteve lá, ou talvez porque olhamos mas não vemos. Mas podemos habitar uma cidade uma vida inteira, discorrendo a sua história viva feita de praças, ruas, jardins e edifícios e nunca nos apercebermos da riqueza que nos rodeia. A tendência generalizada vai ao encontro da valorização da novidade feita de modismos e artificialismos. E no entanto, vivemos numa cidade que é rica na sua história, e marcada desde sempre por obras da maior valia, criadas por grandes autores como foram os casos enumeradas no texto de abertura. De todos, é incontornável falar de Chorão Ramalho, pela obra vasta que tem no Funchal, e pela importância e significado que ela representa para a cidade.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;ins&gt;&lt;ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Nascido em 1914, no Fundão, e falecido em 2001, conclui o seu curso na Escola de Belas Artes do Porto em 1947, iniciando a actividade um pouco antes do primeiro congresso nacional de arquitectura, cujo resultado tem um impacto significativa na arquitectura moderna portuguesa que se viria a seguir.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Para escrever sobre Chorão Ramalho e a sua significativa obra no Funchal, é necessário recuar 50 anos, para a altura em que os modelos nacionalistas ainda imperavam na arquitectura. Contrariando esta linguagem vinculada politicamente ao Estado Novo, Chorão Ramalho desenha com liberdade, dando grande atenção aos aspectos funcionais, mas também formais, afirmando uma arquitectura depurada, que recusa o ornamento, o qual é entendido como artifício desnecessário. Esta atitude é suportada por uma seriedade ética e profissional irrepreensível, e um conhecimento das questões técnicas, de programa e de funcionamento.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O rigor no seu trabalho, o detalhe cuidado, a consistência de toda a sua obra elegem-no como um dos grandes arquitectos do seu tempo, e elevam a cidade do Funchal que enriquece o seu património através da obra que o arquitecto aqui executou.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Apesar de ter trabalhado sempre com programas diversificados, o seu trabalho fica marcado por um conjunto de valores que são comuns em toda a sua obra, e que a cidade do Funchal pode testemunhar através dos inúmeros edifícios que ficam para sempre, como a Assembleia Regional da Madeira, a Central Térmica do Funchal (mais conhecida como “Casa da Luz”) ou o conjunto da Caixa de Previdência do Funchal.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Esta ultima obra, composta por serviços de saúde e administrativos, e também habitação, desenvolve-se ao longo de uma torre de 14 pisos que assenta numa plataforma que marca uma transição suave com a malha envolvente.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Este edifício interessa particularmente, não só pelo seu valor enquanto conjunto arquitectónico, mas também pela discussão que a construção em altura ainda suscita. Não deixa de ser curioso lembrar que há 50 anos já se executassem edifícios que continuam sendo os mais altos que a cidade do Funchal tem para oferecer, e que hoje esta questão continue a ser tão polémica - sinal também do nosso conservadorismo relativamente a uma solução que foi utilizada sem complexos por Chorão Ramalho, nesta mesma cidade, há 5 décadas atrás.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Por aqui se percebe que a modernidade não se encontra no tempo mas na mentalidade. E Chorão Ramalho representa o melhor que estes momentos têm para oferecer: a obra que nos deixa – intemporal mas com vista para o futuro – é ainda hoje um símbolo de modernidade na cidade do Funchal.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://magazon.netmadeira.com/autor/bruno-martins&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Bruno Martins&quot; alt=&quot;Bruno Martins&quot; src=&quot;http://magazon.netmadeira.com/autor/imagens/short/62.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h5 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://magazon.netmadeira.com/autor/bruno-martins&quot;&gt;Bruno Martins&lt;/a&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Nasceu em Lisboa em 1975. É arquitecto, Licenciado pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa.&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 07 Jan 2010 14:12:00 GMT</pubDate>
  <title>Ilha da Madeira – Arquitectura num Contexto Dramático</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;h5 align=&quot;justify&quot;&gt;in &lt;a href=&quot;http://magazon.netmadeira.com/categoria/sociedade/artigos/2009/7/17/ilha-da-madeira-arquitectura-num-contexto-dramatico&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Netmadeira&lt;/a&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;h5 align=&quot;justify&quot;&gt;Arquitectura&lt;/h5&gt;  &lt;h5 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://magazon.netmadeira.com/autor/bruno-martins&quot;&gt;Bruno Martins&lt;/a&gt;&amp;#160; |&amp;#160; 17 de Julho de 2009&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto&quot; title=&quot;Ilha da Madeira – Arquitectura num Contexto Dramático&quot; alt=&quot;Ilha da Madeira – Arquitectura num Contexto Dramático&quot; src=&quot;http://magazon.netmadeira.com/artigo/imagens/article/63.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Fotografia recolhida no livro &amp;quot;Arquitectura Popular da Madeira&amp;quot;, pág. 323, Vítor Mestre, Editora Argumentum&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Estas são sempre as casas.      &lt;br /&gt;E se vamos morrer nós mesmos,       &lt;br /&gt;espantamo-nos um pouco, e muito, com tais arquitectos       &lt;br /&gt;que não viram as correntes infindáveis       &lt;br /&gt;das rosas, ou das águas permanentes,       &lt;br /&gt;ou um sinal de eternidade espalhado nos corações       &lt;br /&gt;rápidos.       &lt;br /&gt;Que fizeram estes arquitectos destas casas, eles que vagabundearam       &lt;br /&gt;pelos muitos sentidos dos meses,       &lt;br /&gt;dizendo: aqui fica uma casa, aqui outra, aqui outra,       &lt;br /&gt;para que se faça uma ordem, uma duração,       &lt;br /&gt;uma beleza contra a força divina?&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Herberto Hélder, Poesia Toda (1953-1980), Lisboa, Assírio e Alvim, 1981, p. 14&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Embora seja uma pequena ilha num vasto oceano, a Madeira não deixa de espantar no dramatismo com que surge, emergindo de forma imponente, manifestando a sua formação vulcânica, afirmando a sua identidade com convicção.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;ins&gt;&lt;ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Na orografia da ilha destaca-se um maciço central em linha de escarpa, mas também as arribas cortadas a pique de rocha basáltica de cor escura. A paisagem cruza-se entre o cenário infinito que nos é transmitido pelo mar, e o dramatismo destas escarpas que emergem de forma imponente. A natureza exuberante encontra-se em todos os lugares, o território assume contornos que tornam a humanização da paisagem num exercício de grande dificuldade, que desmotiva os menos optimistas à intervenção, mesmo à mais básica forma de actividade agrícola. Esta limitação não impediu o homem de se apropriar do território e de aqui construir ao longo de 5 séculos de história, páginas de conquistas sobre um relevo difícil.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A paisagem reflecte esta conquista, por vezes de forma ostensiva. Os poios não são mais do que socalcos de encostas escavados e agricultados, seguindo a tecnologia tradicional, onde a pedra da região se encontra emparelhada em muros de contenção. Assim se faz a agricultura, em várias tonalidades que apresentam os mais diversos cultivos agrícolas, constituindo-se como uma afirmação de vitória sobre a natureza inóspita, à custa de grande esforço. &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Como é fácil entender, esta contrariedade determinou todo o registo edificado na ilha da Madeira. Podemos até dizer que moldou o próprio carácter de todo um povo, que foi esculpindo as montanhas para poder viver e habitar.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Da própria matéria de pedra basáltica usada nos poios agrícolas, até às formas mais sofisticadas de habitação, a construção na ilha da Madeira foi sendo feita num território tão diferente que os seus valores construtivos e formais teriam de ser necessariamente diferentes.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;É verdade que alguns dos elementos usados na arquitectura popular portuguesa se mantêm, tais como os telhados de 2 e de 4 águas, cobertos a telha, ou os vulgares “tapa-sóis” de madeira. Mas as guarnições de pedra da região ou os muros de pedra emparelhada são registos originais de formas de edificação.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No entanto, aquilo que verdadeiramente distingue a moradia que é construída na Madeira encontra-se na forma como o seu programa se articula e cose com o lugar. Assiste-se por vezes a uma inversão completa dos seus valores. É comum a casa começar na garagem, uma espécie de mausoléu no topo da moradia, sob o qual se desenvolve o restante programa, num exercício vertical que acompanha o relevo dramático. A casa ganha uma expressão que só pode ser entendida vista de vários ângulos, no seu acesso superior, mas também à distância, num registo que interpreta a dificuldade do terreno sobre o qual se desenvolve, e que na repetição define os contornos da nossa paisagem. &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Hoje, as técnicas adquiridas na construção permitem enfrentar o desafio da modernidade com confiança. Embora as dificuldades se mantenham, elas representam a arte e engenho das gerações passadas. A sua determinação confere-nos um conjunto de valores que podem ser aproveitados como registo edificado de um património muito interessante, mas sobretudo de um potencial enorme para que os jovens arquitectos possam pensar os seus projectos num cenário de grande beleza e dramatismo, tirando partido das características intrínsecas da orografia da Madeira.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://magazon.netmadeira.com/autor/bruno-martins&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Bruno Martins&quot; alt=&quot;Bruno Martins&quot; src=&quot;http://magazon.netmadeira.com/autor/imagens/short/62.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h5 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://magazon.netmadeira.com/autor/bruno-martins&quot;&gt;Bruno Martins&lt;/a&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Nasceu em Lisboa em 1975. É arquitecto, Licenciado pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa.&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <category>arquitectura</category>
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  <pubDate>Thu, 07 Jan 2010 14:12:00 GMT</pubDate>
  <title>Ilha da Madeira – Arquitectura num Contexto Dramático</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;h5 align=&quot;justify&quot;&gt;in &lt;a href=&quot;http://magazon.netmadeira.com/categoria/sociedade/artigos/2009/7/17/ilha-da-madeira-arquitectura-num-contexto-dramatico&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Netmadeira&lt;/a&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;h5 align=&quot;justify&quot;&gt;Arquitectura&lt;/h5&gt;  &lt;h5 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://magazon.netmadeira.com/autor/bruno-martins&quot;&gt;Bruno Martins&lt;/a&gt;&amp;#160; |&amp;#160; 17 de Julho de 2009&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto&quot; title=&quot;Ilha da Madeira – Arquitectura num Contexto Dramático&quot; alt=&quot;Ilha da Madeira – Arquitectura num Contexto Dramático&quot; src=&quot;http://magazon.netmadeira.com/artigo/imagens/article/63.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Fotografia recolhida no livro &amp;quot;Arquitectura Popular da Madeira&amp;quot;, pág. 323, Vítor Mestre, Editora Argumentum&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Estas são sempre as casas.      &lt;br /&gt;E se vamos morrer nós mesmos,       &lt;br /&gt;espantamo-nos um pouco, e muito, com tais arquitectos       &lt;br /&gt;que não viram as correntes infindáveis       &lt;br /&gt;das rosas, ou das águas permanentes,       &lt;br /&gt;ou um sinal de eternidade espalhado nos corações       &lt;br /&gt;rápidos.       &lt;br /&gt;Que fizeram estes arquitectos destas casas, eles que vagabundearam       &lt;br /&gt;pelos muitos sentidos dos meses,       &lt;br /&gt;dizendo: aqui fica uma casa, aqui outra, aqui outra,       &lt;br /&gt;para que se faça uma ordem, uma duração,       &lt;br /&gt;uma beleza contra a força divina?&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Herberto Hélder, Poesia Toda (1953-1980), Lisboa, Assírio e Alvim, 1981, p. 14&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Embora seja uma pequena ilha num vasto oceano, a Madeira não deixa de espantar no dramatismo com que surge, emergindo de forma imponente, manifestando a sua formação vulcânica, afirmando a sua identidade com convicção.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;ins&gt;&lt;ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Na orografia da ilha destaca-se um maciço central em linha de escarpa, mas também as arribas cortadas a pique de rocha basáltica de cor escura. A paisagem cruza-se entre o cenário infinito que nos é transmitido pelo mar, e o dramatismo destas escarpas que emergem de forma imponente. A natureza exuberante encontra-se em todos os lugares, o território assume contornos que tornam a humanização da paisagem num exercício de grande dificuldade, que desmotiva os menos optimistas à intervenção, mesmo à mais básica forma de actividade agrícola. Esta limitação não impediu o homem de se apropriar do território e de aqui construir ao longo de 5 séculos de história, páginas de conquistas sobre um relevo difícil.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A paisagem reflecte esta conquista, por vezes de forma ostensiva. Os poios não são mais do que socalcos de encostas escavados e agricultados, seguindo a tecnologia tradicional, onde a pedra da região se encontra emparelhada em muros de contenção. Assim se faz a agricultura, em várias tonalidades que apresentam os mais diversos cultivos agrícolas, constituindo-se como uma afirmação de vitória sobre a natureza inóspita, à custa de grande esforço. &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Como é fácil entender, esta contrariedade determinou todo o registo edificado na ilha da Madeira. Podemos até dizer que moldou o próprio carácter de todo um povo, que foi esculpindo as montanhas para poder viver e habitar.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Da própria matéria de pedra basáltica usada nos poios agrícolas, até às formas mais sofisticadas de habitação, a construção na ilha da Madeira foi sendo feita num território tão diferente que os seus valores construtivos e formais teriam de ser necessariamente diferentes.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;É verdade que alguns dos elementos usados na arquitectura popular portuguesa se mantêm, tais como os telhados de 2 e de 4 águas, cobertos a telha, ou os vulgares “tapa-sóis” de madeira. Mas as guarnições de pedra da região ou os muros de pedra emparelhada são registos originais de formas de edificação.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No entanto, aquilo que verdadeiramente distingue a moradia que é construída na Madeira encontra-se na forma como o seu programa se articula e cose com o lugar. Assiste-se por vezes a uma inversão completa dos seus valores. É comum a casa começar na garagem, uma espécie de mausoléu no topo da moradia, sob o qual se desenvolve o restante programa, num exercício vertical que acompanha o relevo dramático. A casa ganha uma expressão que só pode ser entendida vista de vários ângulos, no seu acesso superior, mas também à distância, num registo que interpreta a dificuldade do terreno sobre o qual se desenvolve, e que na repetição define os contornos da nossa paisagem. &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Hoje, as técnicas adquiridas na construção permitem enfrentar o desafio da modernidade com confiança. Embora as dificuldades se mantenham, elas representam a arte e engenho das gerações passadas. A sua determinação confere-nos um conjunto de valores que podem ser aproveitados como registo edificado de um património muito interessante, mas sobretudo de um potencial enorme para que os jovens arquitectos possam pensar os seus projectos num cenário de grande beleza e dramatismo, tirando partido das características intrínsecas da orografia da Madeira.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://magazon.netmadeira.com/autor/bruno-martins&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Bruno Martins&quot; alt=&quot;Bruno Martins&quot; src=&quot;http://magazon.netmadeira.com/autor/imagens/short/62.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h5 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://magazon.netmadeira.com/autor/bruno-martins&quot;&gt;Bruno Martins&lt;/a&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Nasceu em Lisboa em 1975. É arquitecto, Licenciado pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa.&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <category>arquitectura</category>
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  <pubDate>Tue, 22 Dec 2009 23:47:00 GMT</pubDate>
  <title>Recomendações ao Governo...</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;div style=&quot;color: blue; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Achei por bem partilhar algo que achei interessante quando consultava o diário da República, como o faço frequentemente. Vamos aguardar que sejam aceites as recomendações...&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;in &lt;a href=&quot;http://dre.pt/pdf1sdip/2009/12/24300/0869508696.pdf&quot;&gt;Diário da República&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Resolução da Assembleia da República n.º 109/2009&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Recomenda ao Governo medidas de estímulo ao crescimento económico&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição da República, recomendar ao Governo que:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;1 — Crie mecanismos de compensação recíproca de créditos e débitos entre o Estado e as empresas, incluindo créditos fiscais, da segurança social e de prestação de bens e serviços.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;2 — Oriente os seus planos de investimento no sentido de privilegiar investimentos de maior proximidade, de dimensão média e de rápido impacto na dinamização da economia. Estarão neste caso os seguintes investimentos que destacamos:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;a) Manutenção e valorização do património;&lt;br /&gt;b) Promoção da eficiência energética e ambiental dos edifícios públicos;&lt;br /&gt;c) Recuperação, qualificação ou construção de infra-estruturas sociais, nomeadamente as escolas e as áreas de apoio ao idoso e à criança, em parceria com o sector social;&lt;br /&gt;d) Reparação e segurança de pontes no âmbito de um programa nacional;&lt;br /&gt;e) Requalificação dos centros urbanos e investimento na habitação social, em parceria com os municípios, prioritariamente através da aquisição e recuperação dos bens imóveis devolutos;&lt;br /&gt;f) Confirmação do plano de barragens;&lt;br /&gt;g) Promoção da acessibilidade para deficientes;&lt;br /&gt;h) Renovação dos tribunais e construção de novos centros penitenciários;&lt;br /&gt;i) Promoção de sistema de transportes públicos e mobilidade sustentável;&lt;br /&gt;j) Melhoria das condições de trabalho e dos meios das forças de segurança.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;3 — Reoriente os objectivos do QREN para o apoio a projectos com uma forte componente exportadora e simplifique e agilize o procedimento de candidaturas e o sistema de decisão e pagamentos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;4 — Redefina, de modo público e formal, a missão da Caixa Geral de Depósitos no sentido de apoiar privilegiadamente as PME, em particular em processos de consolidação e de exportação.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;5 — Altere os critérios de acesso às linhas de crédito, de forma a evitar a exigência de condições quase impossíveis de cumprir como: ter lucro nos últimos dois de três anos, não ter dívidas ao fisco ou à segurança social, mesmo quando o Estado é devedor da empresa.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;6 — Incentive o capital de risco e os fundos de investimento em PME, que com essa participação possam trazer não apenas capital, mas também know -how, e que desenvolva o fundo para a consolidação e concentração de empresas portuguesas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;7 — Adopte as medidas necessárias a condição de preferência às PME em igualdade de circunstâncias em fornecimentos ao Estado até um montante a fixar legalmente.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;8 — Adie a entrada em vigor do Novo Código Contributivo, devendo a nova data ser fixada em reunião da Comissão de Concertação Social, não devendo nunca ser anterior a 1 de Janeiro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Aprovada em 27 de Novembro de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;O Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <category>economia</category>
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  <pubDate>Tue, 22 Dec 2009 23:47:00 GMT</pubDate>
  <title>Recomendações ao Governo...</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;div style=&quot;color: blue; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Achei por bem partilhar algo que achei interessante quando consultava o diário da República, como o faço frequentemente. Vamos aguardar que sejam aceites as recomendações...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;in &lt;a href=&quot;http://dre.pt/pdf1sdip/2009/12/24300/0869508696.pdf&quot;&gt;Diário da República&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Resolução da Assembleia da República n.º 109/2009&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Recomenda ao Governo medidas de estímulo ao crescimento económico&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição da República, recomendar ao Governo que:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;1 — Crie mecanismos de compensação recíproca de créditos e débitos entre o Estado e as empresas, incluindo créditos fiscais, da segurança social e de prestação de bens e serviços.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;2 — Oriente os seus planos de investimento no sentido de privilegiar investimentos de maior proximidade, de dimensão média e de rápido impacto na dinamização da economia. 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  <pubDate>Tue, 15 Dec 2009 09:54:00 GMT</pubDate>
  <title>Macacos dão pistas sobre origem da linguagem humana…</title>
  <author>liliana_12</author>
  <link>http://liliana12.blogs.sapo.pt/604292.html</link>
  <description>&lt;p&gt;por PEDRO SOUSA TAVARES in &lt;a href=&quot;http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1447467&amp;amp;seccao=Biosfera&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;DN.sapo.pt&lt;/a&gt;&lt;img style=&quot;display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto&quot; alt=&quot;Macacos dão pistas sobre origem da linguagem humana&quot; src=&quot;http://dn.sapo.pt/storage/ng1230404.jpg?type=big&amp;amp;pos=0&quot; width=&quot;420&quot; /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Ao combinar três chamamentos (&apos;hok&apos;, &apos;krak&apos; e &apos;boom&apos;) e um sufixo (oo), o macaco de Campbell produz um conjunto diversificado de &apos;frases&apos;, com significados muito distintos. Esta proto-sintaxe terá sido uma adaptação natural ao meio, permitindo a esta espécie africana comunicar com os membros do seu grupo e alertá-los para predadores e outros perigos iminentes&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O macaco de Campbell (cercopithecus campbelli), que vive nas florestas de vários países africanos, poderá ter eliminado mais um suposto marco diferenciador dos humanos em relação a outros seres vivos - a capacidade de desenvolver e utilizar uma linguagem - ao demonstrar possuir o mais complexo tipo de comunicação descrito entre animais.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Estudos realizados durante dois anos no Tai National Park, na Costa do Marfim, revelam que o símio em questão não só é capaz de emitir seis tipos distintos de chamamentos de alerta, como os combina em sequências vogais. Por outras palavras: constrói frases rudimentares.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A investigação foi coordenada por peritos em etologia (comportamento animal) do Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS) francês, em articulação com universidades da Escócia e da Costa do Marfim.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O processo consistiu no registo dos diferentes sons produzidos pelos macacos de Campbell, tendo depois sido testada a sua reacção a gravações e estímulos visuais. Por exemplo, recorrendo a sons e até exemplares empalhados de predadores presentes no seu habitat natural.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Os testes permitiram identificar três &amp;quot;vocábulos&apos; básicos, todos com um significado específico: hok, krak e boom, que são duplicados em mais três pelo uso do sufixo &apos;oo&apos;&amp;quot;. Mas o que verdadeiramente impressionou os investigadores foi a capacidade dos animais para combinarem estes termos de diferentes formas, com uma variedade de significados distintos (ver caixa), no que descreveram como uma &amp;quot;proto-sintaxe&amp;quot; desta espécie.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;De resto, ficou demonstrado que só raramente os macacos emitem estes sons de forma isolada, sendo muito mais frequente a sua combinação em sequências de até 25 chamamentos.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Os autores do estudo - publicado na página da Internet da revista Proceedings of the National Academy of Sciences, dos Estados Unidos - admitem que esta capacidade de combinar diferentes sons terá sido desenvolvida para compensar uma limitada flexibilidade vocal. Quando comparados, por exemplo, com as aves, os macacos são mais limitados no tipo de sons que podem emitir.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Um argumento que conduz, inevitavelmente, à hipó-tese de a linguagem humana ter tido, na sua origem, vocalizações animais bastante mais primárias.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No caso específico do macaco de Campbell, uma espécie arborícola (que vive sobretudo nas árvores), a reduzida visibilidade do seu habitat torna particularmente importante a existência de uma forma alternativa de manter o contacto e trocar informação - sobretudo alertas - com os da sua espécie.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Este símio vive em grupos de até 10 elementos, habitualmente constituídos por um único macho dominante, várias fêmeas e os descendentes ainda jovens.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Até agora, as tentativas de ensinar as bases da sintaxe humana a animais - não confundir com a capacidade de imitação demonstrada por várias espécies de aves - revelaram-se pouco produtivas.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Ao longo dos anos, realizaram--se várias experiências com chimpanzés - o animal geneticamente mais próximo do homem -, treinados para reconhecer e reproduzir sons humanos com o auxílio de equipamentos (como computadores). Mas, embora sendo capazes de reconhecer o significado de várias palavras, estes não conseguiam combiná-las em frases. .&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <category>ciência</category>
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  <pubDate>Tue, 15 Dec 2009 09:54:00 GMT</pubDate>
  <title>Macacos dão pistas sobre origem da linguagem humana…</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;p&gt;por PEDRO SOUSA TAVARES in &lt;a href=&quot;http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1447467&amp;amp;seccao=Biosfera&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;DN.sapo.pt&lt;/a&gt;&lt;img style=&quot;display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto&quot; alt=&quot;Macacos dão pistas sobre origem da linguagem humana&quot; src=&quot;http://dn.sapo.pt/storage/ng1230404.jpg?type=big&amp;amp;pos=0&quot; width=&quot;420&quot; /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Ao combinar três chamamentos (&apos;hok&apos;, &apos;krak&apos; e &apos;boom&apos;) e um sufixo (oo), o macaco de Campbell produz um conjunto diversificado de &apos;frases&apos;, com significados muito distintos. Esta proto-sintaxe terá sido uma adaptação natural ao meio, permitindo a esta espécie africana comunicar com os membros do seu grupo e alertá-los para predadores e outros perigos iminentes&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O macaco de Campbell (cercopithecus campbelli), que vive nas florestas de vários países africanos, poderá ter eliminado mais um suposto marco diferenciador dos humanos em relação a outros seres vivos - a capacidade de desenvolver e utilizar uma linguagem - ao demonstrar possuir o mais complexo tipo de comunicação descrito entre animais.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Estudos realizados durante dois anos no Tai National Park, na Costa do Marfim, revelam que o símio em questão não só é capaz de emitir seis tipos distintos de chamamentos de alerta, como os combina em sequências vogais. Por outras palavras: constrói frases rudimentares.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A investigação foi coordenada por peritos em etologia (comportamento animal) do Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS) francês, em articulação com universidades da Escócia e da Costa do Marfim.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O processo consistiu no registo dos diferentes sons produzidos pelos macacos de Campbell, tendo depois sido testada a sua reacção a gravações e estímulos visuais. Por exemplo, recorrendo a sons e até exemplares empalhados de predadores presentes no seu habitat natural.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Os testes permitiram identificar três &amp;quot;vocábulos&apos; básicos, todos com um significado específico: hok, krak e boom, que são duplicados em mais três pelo uso do sufixo &apos;oo&apos;&amp;quot;. Mas o que verdadeiramente impressionou os investigadores foi a capacidade dos animais para combinarem estes termos de diferentes formas, com uma variedade de significados distintos (ver caixa), no que descreveram como uma &amp;quot;proto-sintaxe&amp;quot; desta espécie.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;De resto, ficou demonstrado que só raramente os macacos emitem estes sons de forma isolada, sendo muito mais frequente a sua combinação em sequências de até 25 chamamentos.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Os autores do estudo - publicado na página da Internet da revista Proceedings of the National Academy of Sciences, dos Estados Unidos - admitem que esta capacidade de combinar diferentes sons terá sido desenvolvida para compensar uma limitada flexibilidade vocal. Quando comparados, por exemplo, com as aves, os macacos são mais limitados no tipo de sons que podem emitir.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Um argumento que conduz, inevitavelmente, à hipó-tese de a linguagem humana ter tido, na sua origem, vocalizações animais bastante mais primárias.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No caso específico do macaco de Campbell, uma espécie arborícola (que vive sobretudo nas árvores), a reduzida visibilidade do seu habitat torna particularmente importante a existência de uma forma alternativa de manter o contacto e trocar informação - sobretudo alertas - com os da sua espécie.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Este símio vive em grupos de até 10 elementos, habitualmente constituídos por um único macho dominante, várias fêmeas e os descendentes ainda jovens.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Até agora, as tentativas de ensinar as bases da sintaxe humana a animais - não confundir com a capacidade de imitação demonstrada por várias espécies de aves - revelaram-se pouco produtivas.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Ao longo dos anos, realizaram--se várias experiências com chimpanzés - o animal geneticamente mais próximo do homem -, treinados para reconhecer e reproduzir sons humanos com o auxílio de equipamentos (como computadores). Mas, embora sendo capazes de reconhecer o significado de várias palavras, estes não conseguiam combiná-las em frases. .&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 14 Dec 2009 14:24:00 GMT</pubDate>
  <title>Risqué...</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Olá, hoje quero vos mostrar o meu lado mais feminino, ou um deles, adoro vernizes e como tal achei por bem vos mostrar os que gosto... arranjei algumas imagens dos vernizes &lt;i&gt;&lt;b&gt;risqué &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;para verem...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAU9EXAkI/AAAAAAAAHJk/YQJCJm1kKZs/s1600-h/risque-arabica-.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAU9EXAkI/AAAAAAAAHJk/YQJCJm1kKZs/s320/risque-arabica-.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAMDUMDvI/AAAAAAAAHJM/nHII5ZjKDmM/s1600-h/Colec%C3%A7%C3%A3o+New+York.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAMDUMDvI/AAAAAAAAHJM/nHII5ZjKDmM/s320/Colec%C3%A7%C3%A3o+New+York.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAHhIdEtI/AAAAAAAAHI8/_gR7D4Xwe-A/s1600-h/7+vermelhos+pecado+capital.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAHhIdEtI/AAAAAAAAHI8/_gR7D4Xwe-A/s320/7+vermelhos+pecado+capital.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt; &lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZASbIQA4I/AAAAAAAAHJc/jiiWn85s4Pk/s1600-h/risque_passarelas3.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZASbIQA4I/AAAAAAAAHJc/jiiWn85s4Pk/s320/risque_passarelas3.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt; &lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAJX7VXJI/AAAAAAAAHJE/kxGPVF5kHlc/s1600-h/51416803_1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAJX7VXJI/AAAAAAAAHJE/kxGPVF5kHlc/s320/51416803_1.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt; &lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAPtJ0WnI/AAAAAAAAHJU/1UZbfv8WmT0/s1600-h/rendas_risque.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAPtJ0WnI/AAAAAAAAHJU/1UZbfv8WmT0/s320/rendas_risque.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 14 Dec 2009 14:24:00 GMT</pubDate>
  <title>Risqué...</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Olá, hoje quero vos mostrar o meu lado mais feminino, ou um deles, adoro vernizes e como tal achei por bem vos mostrar os que gosto... arranjei algumas imagens dos vernizes &lt;i&gt;&lt;b&gt;risqué &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;para verem...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAU9EXAkI/AAAAAAAAHJk/YQJCJm1kKZs/s1600-h/risque-arabica-.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAU9EXAkI/AAAAAAAAHJk/YQJCJm1kKZs/s320/risque-arabica-.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAMDUMDvI/AAAAAAAAHJM/nHII5ZjKDmM/s1600-h/Colec%C3%A7%C3%A3o+New+York.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAMDUMDvI/AAAAAAAAHJM/nHII5ZjKDmM/s320/Colec%C3%A7%C3%A3o+New+York.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAHhIdEtI/AAAAAAAAHI8/_gR7D4Xwe-A/s1600-h/7+vermelhos+pecado+capital.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAHhIdEtI/AAAAAAAAHI8/_gR7D4Xwe-A/s320/7+vermelhos+pecado+capital.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt; &lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZASbIQA4I/AAAAAAAAHJc/jiiWn85s4Pk/s1600-h/risque_passarelas3.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZASbIQA4I/AAAAAAAAHJc/jiiWn85s4Pk/s320/risque_passarelas3.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt; &lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAJX7VXJI/AAAAAAAAHJE/kxGPVF5kHlc/s1600-h/51416803_1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAJX7VXJI/AAAAAAAAHJE/kxGPVF5kHlc/s320/51416803_1.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt; &lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAPtJ0WnI/AAAAAAAAHJU/1UZbfv8WmT0/s1600-h/rendas_risque.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_ab2OvCB3geg/SyZAPtJ0WnI/AAAAAAAAHJU/1UZbfv8WmT0/s320/rendas_risque.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 11:20:00 GMT</pubDate>
  <title>Óleo de Onagra 1000… uma pequena maravilha… em ervanárias…</title>
  <author>liliana_12</author>
  <link>http://liliana12.blogs.sapo.pt/534921.html</link>
  <description>&lt;h2 align=&quot;justify&quot;&gt;Ouvi falar neste produto e achei interessante… e queria partilhar convosco… muitas vezes poderá resolver alguma coisa… quem sabe… só experimentando… &lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.gosaude.com/components/com_virtuemart/shop_image/product/Arkoc__psulas_Ol_49d0d8be6f3a6.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://www.gosaude.com/components/com_virtuemart/shop_image/product/Arkoc__psulas_Ol_49d0d8be6f3a6.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 align=&quot;justify&quot;&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;Apresentação: &lt;/b&gt;Frasco de 90 cápsulas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;Ingredientes:&lt;/b&gt; Óleo de Onagra 1000 mg; Vitamina E 10 mg.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;Indicações: &lt;/b&gt;Suplemento alimentar indicado para:    &lt;br /&gt;  - Menopausa;    &lt;br /&gt;  - Síndrome pré-menstrual (irritabilidade, tensão mamária, retenção de líquido, dores);    &lt;br /&gt;  - Amenorreia;    &lt;br /&gt;  - Secura cutânea.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;Características do produto:&lt;/b&gt; O óleo extraído das sementes por pressão a frio, deve as suas propriedades ao conteúdo em GLA (ácido gammalinoleico), bem como o conteúdo em fitoestrogéneo. O GLA é um ácido gordo essencial e indispensável para o organismo e que não conseguimos sintetizar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Existem três tipos de ácidos gordos essenciais: O ácido gammalinoleico; o gamma linolénico e o ácido araquidónico. A carência GLA desencadeia uma série de problemas, nomeadamente secura e irritações cutâneas, deficiências no fígado, alterações ao nível da produção de prostaglandinas (Ácidos gordos complexos presentes no organismo que actuam como mensageiros celulares. Os seus efeitos incluem a estimulação da contracção do músculo liso (por exemplo, a contracção do útero durante o parto), a regulação da produção de ácido gástrico e a alteração da actividade hormonal) e ainda problemas de crescimento em crianças. Para além disso o onagra tem efeitos reguladores ao nível dos estrogénios, progesterona, prolactina e prostaglandinas, o que faz do óleo de Onagra um potente aliado no combate dos sintomas pré-menstruais (retenção de líquidos, irritabilidade, dores abdominais).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O GLA encontra-se de forma natural nos &lt;a href=&quot;http://www.fjcampos.com/&quot;&gt;triglicéridos&lt;/a&gt; que formam os óleos vegetais, em verduras e em alguns frutos. Na sociedade actual, em que cada vez se consome menos verduras, hortaliças e óleos insaturados, torna-se cada vez mais necessário recorrer a suplementos alimentares que compense essa carência.    &lt;br /&gt;Por último, a incorporação de vitamina E (d-alfa-tocoferol) na formulação, deve-se à sua propriedade de anti-oxidante prevenindo que o produto rance, assegurado-se desta forma o bom estado do óleo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;Conselhos de utilização: &lt;/b&gt;Tomar 1 cápsulas 3 vezes ao dia antes das refeições.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <category>saúde</category>
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  <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 11:20:00 GMT</pubDate>
  <title>Óleo de Onagra 1000… uma pequena maravilha… em ervanárias…</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;h2 align=&quot;justify&quot;&gt;Ouvi falar neste produto e achei interessante… e queria partilhar convosco… muitas vezes poderá resolver alguma coisa… quem sabe… só experimentando… &lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.gosaude.com/components/com_virtuemart/shop_image/product/Arkoc__psulas_Ol_49d0d8be6f3a6.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://www.gosaude.com/components/com_virtuemart/shop_image/product/Arkoc__psulas_Ol_49d0d8be6f3a6.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 align=&quot;justify&quot;&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;Apresentação: &lt;/b&gt;Frasco de 90 cápsulas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;Ingredientes:&lt;/b&gt; Óleo de Onagra 1000 mg; Vitamina E 10 mg.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;Indicações: &lt;/b&gt;Suplemento alimentar indicado para:    &lt;br /&gt;  - Menopausa;    &lt;br /&gt;  - Síndrome pré-menstrual (irritabilidade, tensão mamária, retenção de líquido, dores);    &lt;br /&gt;  - Amenorreia;    &lt;br /&gt;  - Secura cutânea.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;Características do produto:&lt;/b&gt; O óleo extraído das sementes por pressão a frio, deve as suas propriedades ao conteúdo em GLA (ácido gammalinoleico), bem como o conteúdo em fitoestrogéneo. O GLA é um ácido gordo essencial e indispensável para o organismo e que não conseguimos sintetizar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Existem três tipos de ácidos gordos essenciais: O ácido gammalinoleico; o gamma linolénico e o ácido araquidónico. A carência GLA desencadeia uma série de problemas, nomeadamente secura e irritações cutâneas, deficiências no fígado, alterações ao nível da produção de prostaglandinas (Ácidos gordos complexos presentes no organismo que actuam como mensageiros celulares. Os seus efeitos incluem a estimulação da contracção do músculo liso (por exemplo, a contracção do útero durante o parto), a regulação da produção de ácido gástrico e a alteração da actividade hormonal) e ainda problemas de crescimento em crianças. Para além disso o onagra tem efeitos reguladores ao nível dos estrogénios, progesterona, prolactina e prostaglandinas, o que faz do óleo de Onagra um potente aliado no combate dos sintomas pré-menstruais (retenção de líquidos, irritabilidade, dores abdominais).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O GLA encontra-se de forma natural nos &lt;a href=&quot;http://www.fjcampos.com/&quot;&gt;triglicéridos&lt;/a&gt; que formam os óleos vegetais, em verduras e em alguns frutos. Na sociedade actual, em que cada vez se consome menos verduras, hortaliças e óleos insaturados, torna-se cada vez mais necessário recorrer a suplementos alimentares que compense essa carência.    &lt;br /&gt;Por último, a incorporação de vitamina E (d-alfa-tocoferol) na formulação, deve-se à sua propriedade de anti-oxidante prevenindo que o produto rance, assegurado-se desta forma o bom estado do óleo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;Conselhos de utilização: &lt;/b&gt;Tomar 1 cápsulas 3 vezes ao dia antes das refeições.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 11:02:00 GMT</pubDate>
  <title>Cristiano Ronaldo agradece o apoio dos adeptos durante a recuperação - Jogador está confiante que irá &quot;regressar depressa&quot;…</title>
  <author>liliana_12</author>
  <link>http://liliana12.blogs.sapo.pt/560667.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O futebolista português Cristiano Ronaldo, lesionado no tornozelo direito desde 30 de Setembro, agradeceu quinta-feira aos adeptos do Real Madrid o apoio que lhe têm dado durante este período. &amp;quot;Obrigado a todos os adeptos madridistas pelo apoio que me deram durante o tempo em que estive lesionado. Vou regressar depressa&amp;quot;, afirmou o internacional luso, em declarações reproduzidas no site oficial do clube espanhol na Internet. Cristiano Ronaldo contraiu a lesão em jogo da Liga dos Campeões, com o Marselha, e ressentiu-se a 10 de Outubro, em partida da selecção portuguesa, com a Hungria, na qualificação para o Mundial de 2010, tendo falhado jogos, do campeonato espanhol, da Liga dos Campeões e os do &apos;play-off&apos; em que Portugal garantiu a qualificação para a África do Sul. Desde então, segundo a nota publicada em www.realmadrid.com, &amp;quot;Cristiano Ronaldo não parou de receber mensagens de apoio e não só de adeptos espanhóis, mas também de seguidores madridistas de todas as partes do Mundo&amp;quot;. No comunicado, lembra-se ainda que, &amp;quot;se forem cumpridos os prazos previstos&amp;quot;, sexta-feira, Ronaldo deixará de treinar à parte, para reintegrar o trabalho de conjunto com os companheiros de equipa.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;in &lt;a href=&quot;http://www.dnoticias.pt/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;DNOTICIAS.pt&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <category>futebol</category>
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  <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 11:02:00 GMT</pubDate>
  <title>Cristiano Ronaldo agradece o apoio dos adeptos durante a recuperação - Jogador está confiante que irá &quot;regressar depressa&quot;…</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O futebolista português Cristiano Ronaldo, lesionado no tornozelo direito desde 30 de Setembro, agradeceu quinta-feira aos adeptos do Real Madrid o apoio que lhe têm dado durante este período. &amp;quot;Obrigado a todos os adeptos madridistas pelo apoio que me deram durante o tempo em que estive lesionado. Vou regressar depressa&amp;quot;, afirmou o internacional luso, em declarações reproduzidas no site oficial do clube espanhol na Internet. Cristiano Ronaldo contraiu a lesão em jogo da Liga dos Campeões, com o Marselha, e ressentiu-se a 10 de Outubro, em partida da selecção portuguesa, com a Hungria, na qualificação para o Mundial de 2010, tendo falhado jogos, do campeonato espanhol, da Liga dos Campeões e os do &apos;play-off&apos; em que Portugal garantiu a qualificação para a África do Sul. Desde então, segundo a nota publicada em www.realmadrid.com, &amp;quot;Cristiano Ronaldo não parou de receber mensagens de apoio e não só de adeptos espanhóis, mas também de seguidores madridistas de todas as partes do Mundo&amp;quot;. No comunicado, lembra-se ainda que, &amp;quot;se forem cumpridos os prazos previstos&amp;quot;, sexta-feira, Ronaldo deixará de treinar à parte, para reintegrar o trabalho de conjunto com os companheiros de equipa.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;in &lt;a href=&quot;http://www.dnoticias.pt/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;DNOTICIAS.pt&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 18 Nov 2009 11:48:00 GMT</pubDate>
  <title>Portuguesa eleita Mulher do Ano no Dubai…</title>
  <author>liliana_12</author>
  <link>http://liliana12.blogs.sapo.pt/528584.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ainda existe gente séria neste mundo… &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;in&amp;#160; &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Gente/Interior.aspx?content_id=1423370&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;JN.sapo.pt&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A história de... Mª do Céu Conceição, assistente de bordo&lt;/p&gt;  &lt;h5 align=&quot;justify&quot;&gt;00h30m&lt;/h5&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;FÁTIMA MARIANO&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Na primeira visita a Dhaka, capital do Bangladesh, ficou de tal forma impressionada com a pobreza em que as crianças viviam que decidiu fundar uma ONG. Ontem, terça-feira, foi eleita Mulher do Ano, no Dubai.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Foi como que um valente murro no estômago aquilo que Maria do Céu da Conceição, 32 anos, sentiu quando, em Abril de 2003, visitou pela primeira vez Dhaka, capital do Bangladesh. Na companhia de algumas religiosas, conheceu um orfanato e um hospital onde as condições de higiene e salubridade estavam muito aquém dos mínimos a que estamos habituados no Ocidente.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;quot;Senti que aquelas pessoas viviam no inferno. Aquilo que vi e que senti fez-me agradecer tudo o que eu tinha e repensar os meus valores&amp;quot;, contou, ontem, ao JN. Reflexão essa que a levou a querer fazer algo para melhorar a vida das crianças dos bairros de lata.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Com a energia que lhe é por todos reconhecida e após o contacto com alguns voluntários locais, em Julho desse mesmo ano fundou o Dhaka Project, uma organização não governamental (ONG) que actualmente apoia 600 crianças e graças à qual, ontem, foi eleita Mulher do Ano 2009 na categoria de Acção Humanitária, pela &amp;quot;Emirates Women Magazine&amp;quot;, dos Emirados Árabes Unidos.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Com a voz ainda embargada pela emoção, Maria do Céu sublinhou que valeu a pena tudo aquilo por que passou desde que aceitou o cargo de assistente de bordo na Emirates Airlines, em 2003.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;quot;Nessa altura, eu vivia em Londres e era funcionária administrativa num hospital. O meu namorado de então não gostava que eu não tivesse um horário normal, das 9 às 5, e, por isso, fui ao centro de emprego. Surgiu a vaga e eu agarrei logo esta oportunidade única&amp;quot;, recorda, dizendo que, desde então, vive no Dubai e que o namorado, seis meses depois, &amp;quot;se cansou&amp;quot; da sua nova vida.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A primeira viagem em serviço que fez a Dhaka acabou por transformar por completo a sua vida. &amp;quot;Começámos por ajudar 39 crianças, agora já apoiamos 600&amp;quot;, disse, orgulhosa, explicando que todas serão acompanhadas pela ONG até completarem os 18 anos. &amp;quot;Só me sentirei completamente realizada quando elas acabarem a universidade&amp;quot;, acrescentou.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O Dhaka Project oferece educação, alimentação e cuidados de saúde gratuitos a todas estas crianças. Desde 2007 que é gerido pelo Rural Services Foundation, uma organização local.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Esta não foi a primeira vez que Maria do Céu foi distinguida. Em 2007, venceu a categoria de &amp;quot;Mulheres Excepcionalmente Inovadoras e Criativas&amp;quot; da Rede de Mulheres Inovadoras e Inventoras da União Europeia. &lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <category>saúde</category>
  <category>política</category>
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  <pubDate>Wed, 18 Nov 2009 11:48:00 GMT</pubDate>
  <title>Portuguesa eleita Mulher do Ano no Dubai…</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ainda existe gente séria neste mundo… &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;in&amp;#160; &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Gente/Interior.aspx?content_id=1423370&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;JN.sapo.pt&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A história de... Mª do Céu Conceição, assistente de bordo&lt;/p&gt;  &lt;h5 align=&quot;justify&quot;&gt;00h30m&lt;/h5&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;FÁTIMA MARIANO&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Na primeira visita a Dhaka, capital do Bangladesh, ficou de tal forma impressionada com a pobreza em que as crianças viviam que decidiu fundar uma ONG. Ontem, terça-feira, foi eleita Mulher do Ano, no Dubai.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Foi como que um valente murro no estômago aquilo que Maria do Céu da Conceição, 32 anos, sentiu quando, em Abril de 2003, visitou pela primeira vez Dhaka, capital do Bangladesh. Na companhia de algumas religiosas, conheceu um orfanato e um hospital onde as condições de higiene e salubridade estavam muito aquém dos mínimos a que estamos habituados no Ocidente.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;quot;Senti que aquelas pessoas viviam no inferno. Aquilo que vi e que senti fez-me agradecer tudo o que eu tinha e repensar os meus valores&amp;quot;, contou, ontem, ao JN. Reflexão essa que a levou a querer fazer algo para melhorar a vida das crianças dos bairros de lata.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Com a energia que lhe é por todos reconhecida e após o contacto com alguns voluntários locais, em Julho desse mesmo ano fundou o Dhaka Project, uma organização não governamental (ONG) que actualmente apoia 600 crianças e graças à qual, ontem, foi eleita Mulher do Ano 2009 na categoria de Acção Humanitária, pela &amp;quot;Emirates Women Magazine&amp;quot;, dos Emirados Árabes Unidos.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Com a voz ainda embargada pela emoção, Maria do Céu sublinhou que valeu a pena tudo aquilo por que passou desde que aceitou o cargo de assistente de bordo na Emirates Airlines, em 2003.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;quot;Nessa altura, eu vivia em Londres e era funcionária administrativa num hospital. O meu namorado de então não gostava que eu não tivesse um horário normal, das 9 às 5, e, por isso, fui ao centro de emprego. Surgiu a vaga e eu agarrei logo esta oportunidade única&amp;quot;, recorda, dizendo que, desde então, vive no Dubai e que o namorado, seis meses depois, &amp;quot;se cansou&amp;quot; da sua nova vida.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A primeira viagem em serviço que fez a Dhaka acabou por transformar por completo a sua vida. &amp;quot;Começámos por ajudar 39 crianças, agora já apoiamos 600&amp;quot;, disse, orgulhosa, explicando que todas serão acompanhadas pela ONG até completarem os 18 anos. &amp;quot;Só me sentirei completamente realizada quando elas acabarem a universidade&amp;quot;, acrescentou.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O Dhaka Project oferece educação, alimentação e cuidados de saúde gratuitos a todas estas crianças. Desde 2007 que é gerido pelo Rural Services Foundation, uma organização local.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Esta não foi a primeira vez que Maria do Céu foi distinguida. Em 2007, venceu a categoria de &amp;quot;Mulheres Excepcionalmente Inovadoras e Criativas&amp;quot; da Rede de Mulheres Inovadoras e Inventoras da União Europeia. &lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 13 Nov 2009 10:42:00 GMT</pubDate>
  <title>Sincronize os seus contactos no mundo Microsoft…</title>
  <author>liliana_12</author>
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  <description>&lt;a href=&quot;http://pplware.sapo.pt/2009/11/12/sincronize-os-seus-contactos-no-mundo-microsoft/&quot;&gt;Sincronize os seus contactos no mundo Microsoft&amp;amp;#8230;&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;...E SEMPRE QUE PENSAR EM DIVAGAR ...&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 13 Nov 2009 10:42:00 GMT</pubDate>
  <title>Sincronize os seus contactos no mundo Microsoft…</title>
  <author>liliana_12</author>
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