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  <title>ovelha negra</title>
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  <description>ovelha negra - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Wed, 22 May 2013 20:39:44 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Wed, 22 May 2013 20:39:44 GMT</pubDate>
  <title>Crise económica </title>
  <author>lobinho</author>
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  <description>, vou falar da crise económica, mas calma, não me vou perder em conceitos financeiros impercetíveis ao mais comum dos mortais, nem desenrolar o já conhecido novelo de lamentações tão típico deste tema que nos é familiar demais. Muito pelo contrário. Acho que está na hora de sair do “estado de depressão” que parece que o povo português se encontra. É preciso parar com esta mentalidade derrotista. As pessoas parecem usar a crise como uma justificação para todos os males, como uma desculpa para não avançar. Hoje em dia, tudo o que acontece de errado no nosso país vai dar à crise. Basta vermos as rúbricas Vox Pop dos programas de TV em que, muitas vezes, independentemente do assunto, as questões do entrevistador que contêm uma conotação negativa, são respondidas com a já característica afirmação – «isso é da crise». Chega a ser ridículo, ao ponto que às vezes essa resposta não tem sequer qualquer nexo ao que foi perguntado. Parece quase uma resposta automática, como se estivesse gravado nos nossos cérebros num loop irracional.&lt;br /&gt;&amp;gt;&amp;gt; Confesso que não percebo muito de economia ou política para além daquilo que é essencial que saiba, em termos burocráticos, enquanto cidadã. No entanto, dito isto, e de acordo com a minha forma de estar na vida, acredito que devemos tirar o melhor partido das piores situações. Há que procurar sempre o que em inglês chamam de “silver lining”. Nesse sentido, existe uma série de aspetos positivos que podemos retirar desta época um pouco mais conturbada em que vivemos. São efeitos a longo prazo, é certo, e dos quais portanto, só teremos uma maior perceção no futuro, mas cuja resolução podemos antever. Gosto de pensar, por exemplo, que teremos uma maior capacidade de gerir a nossa situação financeira pessoal, com um olhar mais atento e analítico no emprego dos nossos investimentos. Acho que teremos uma maior perspicácia, do ponto de vista económico, procurando não as soluções mais imediatas, mas as mais inteligentes. Seremos assim, também, consumidores menos ingénuos e manipuláveis. Relativamente a questões políticas, e apesar da minha confessada falta de interesse, noto de uma forma geral que a nossa geração demonstra, cada vez mais, uma consciência da importância de estarmos a par das legislações que regem o nosso país, dos nossos direitos enquanto cidadãos, e até mesmo, um maior envolvimento no panorama político. O povo português andou a “tapar o sol com a peneira” tempo de mais, numa ilusória agradável apatia, menosprezando o efetivo poder daqueles que gerem o nosso país, dando-lhes a liberdade necessária para cometerem todas as fraudes e más decisões, cujas incoerências, agora vão surgindo lentamente à tona. Gostava de ver novamente no povo português, a determinação e a coragem que em tempos passados lhe conferiu a glória de destemidos descobridores e não o estereótipo do indivíduo que manifesta num vão palavreado a sua indignação, sentado no conforto da tasca a beber a sua bica.&lt;br /&gt;&amp;gt;&amp;gt; &lt;br /&gt;&amp;gt; Esta é realmente uma fase mais complicada, principalmente para os que iniciam agora a sua independência, num país em que todos os dias nos jogam à cara que não temos futuro, mas eu vejo em nós potencial e gosto de acreditar que a crise económica conferiu à nossa geração ferramentas e aptidões pessoais que no futuro, por ironia do destino, trabalharão a nosso favor.&lt;br /&gt;&amp;gt; &lt;br /&gt;&amp;gt; Anuska Portela n.o 44472</description>
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  <pubDate>Sat, 18 May 2013 14:26:29 GMT</pubDate>
  <title> A qualidade do ensino superior português </title>
  <author>lobinho</author>
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  <description>&lt;p&gt;Mesmo que repleto de defeitos ou de imperfeições, ainda vamos conseguindo vislumbrar algumas qualidades no nosso sistema de ensino superior. No ranking anual realizado pela &quot;Universitas 21&quot;, o nosso país subiu um lugar ocupando agora a 21ª posição. Ninguém estava à espera que Portugal conseguisse fazer frente a países como os Estados Unidos, Suécia, Suíça, Canadá ou a Dinamarca, mas também ninguém está à espera que esta subida ligeira num ranking vá diluir os problemas que nós, alunos, nos deparamos diariamente. Será que esta suposta qualidade do nosso ensino superior está de acordo com as propinas que pagamos? Não. E este é o problema fulcral que ainda se torna mais acentuado quando num país como a Noruega - bem referenciada - não existem propinas, exceto em alguns casos particulares. Não é irónico? Então nós estamos a pagar o quê? A qualidade que não temos... De acordo com o ranking, os itens avaliados são os recursos investidos, os resultados obtidos e a conectividade e grau de internacionalização das instituições. Critérios revistos e a subida de um lugar não merece tanto destaque como os nossos governantes e gestores a querem pintar. Não é um ranking que vai elevar o ensino superior português, em grande parte são os alunos que o frequentam mas, para isso, é necessária a criação de condições profícuas para esse desenvolvimento acontecer de forma quase natural. Este processo de melhoramento não vai acontecer de um ano para o outro, mas é preciso começar agora... sem olhar para rankings, observando o funcionamento real das instituições, sem fachadas, interiorizando realidades e, sobretudo, analisando as competências que um estabelecimento de ensino deve dar a um aluno que paga mil euros de propinas todos os anos. a44818&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 18 May 2013 13:10:41 GMT</pubDate>
  <title> Aventura de CC até ao País das Maravilhas </title>
  <author>lobinho</author>
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  <description>&lt;p&gt;Como já é hábito, o curso de Ciências da Comunicação fez parte do leque de barraquinhas da Semana Académica farense. Este ano, como membro da Comissão de Festas, fiz parte da equipa encarregue de tratar dos preparativos para que, no dia 3 de maio, tudo estivesse a postos para começarmos a vender bebida a todos aqueles que por lá passassem. Mas como é que chegámos aqui? Tudo começou, no 1º ano, numa manhã chuvosa (terça feira, se não me engano) em que eu estava doente e, por azar do destino, a turma decidiu votar para os cargos da Comissão. Felizmente, fiquei contente com o que foi decidido e, como não desejava qualquer cargo ou qualquer responsabilidade acrescida (qualquer membro tem/ deve participar em todas as atividades desenvolvidas pelos mesmos), não tinha motivos para me queixar de nada. Só sei que, no início, tudo era um mar de rosas! Tudo corria bem. Começámos por ser cerca de 30 membros na Comissão. A nossa 1ª festa foi logo a seguir à Semana Académica de 2012. Normalmente, é assim que funciona no curso de Ciências da Comunicação, pela simples razão de, por causa do estágio, haver menos tempo para angariação de fundos para a preparação de toda a estrutura da Semana Académica. Chegámos ao 2º ano e tínhamos festas para organizar quase todas as semanas, cartazes para anunciarmos as mesmas e decidir quem ia trabalhar em cada uma delas. Esta questão acabou por ser mais complicada que aquilo que se esperava (falo por mim, é claro). Nem sempre é possível estarmos disponíveis para saídas à noite, quanto mais para trabalhar; não podemos esquecer que também temos aulas e trabalhos para fazer e o cansaço acaba por se apoderar de nós. Mas a verdade é que, com muito esforço e sacrifício, lá nos aguentámos. Tive pena que muita gente tivesse saído da Comissão por motivos financeiros, mas as coisas são mesmo assim. As mensalidades eram difíceis de pagar, por vezes, é verdade. O tempo a passar, as confusões a aumentarem e os problemas também, levaram-nos a alterar muitas coisas. Confesso que estive perto de abandonar o barco quando as injustiças eram mais que muitas. Admito que só fiquei porque, além de não gostar de voltar com a minha palavra atrás, não queria deixar os meus amigos &quot;à mercê do destino&quot;; preferi ficar e ajudar no que pudesse. A presidência foi alterada e novos cargos foram criados (de facto importantes), o que levou a que algumas coisas mudassem. Nem tudo foi positivo, é verdade, mas conseguimos resolver alguns problemas que tanto complicavam o nosso trabalho. Estas trocas levaram a que muita gente saísse da Comissão. Para arrumar esta questão, resta dizer que, chegámos à Semana Académica e não éramos 30 membros na Comissão, nem sequer metade; éramos 12. Mas isso faz parte de qualquer grupo de trabalho. Com menos problemas e mais brincadeiras, chegámos à Semana Académica e superámos o desafio! Penso que posso falar por todos os membros da Comissão de Festas, quando digo que o sentimento de orgulho é sentido por todos nós! Acho que fizemos um trabalho excelente e acho que serviu para melhorarmos as nossas relações interpessoais. Com todo este tempo que passámos juntos, devo dizer que não me arrependo nada de não ter saído da Comissão! Termino esta minha incursão sobre a Semana Académica de 2013 com uma citação de Elmer G. Letterman que, na minha opinião, define perfeitamente o que sinto: &quot;Só existe uma coisa melhor do que fazer novos amigos: conservar os velhos&quot;. Nuno Andrade, nº 45416&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 16 May 2013 11:24:23 GMT</pubDate>
  <title>Canil de São Francisco de Assis </title>
  <author>lobinho</author>
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  <description>&lt;p&gt;No mês passado decidi adotar uma cadela e, como sinceramente não sou a favor de comprar animais e não tinha nenhum amigo milagroso que me quisesse dar um, decidi então ir a Loulé ao Canil de São Francisco. Ao chegar lá deparei-me com imensos animais que precisavam de uma família que os acolhesse, mas o que mais me espantou foi mesmo a conversa que tive com uma das diretoras do canil. Em primeiro lugar a dívida que o canil possui: mais de 40 mil euros e, em segundo, a quantidade de animais, 400 cães e 200 gatos. Acho que ninguém consegue ser indiferente a esta realidade, pois se a crise atinge as pessoas, os animais como é óbvio também são afetados e a quantidade de animais que são abandonados por falta de dinheiro, por parte do seu suposto dono é sem dúvida chocante. Contudo esta realidade pode ser um pouco alterada visto que todos nós podemos ajudar. No Canil em questão é possível ser-se voluntário, é possível doar alimentos e até mesmo fazerem-se donativos monetários. Com isto não estou aqui a dizer para todos os que estão a ler isto irem a correr adotar um animal, mas acho que nem todas as pessoas estão consciencializadas para o que lá acontece e, se todos ajudassem mais um pouco talvez a realidade daqueles animais de 4 patas fosse um pouco diferente, até porque acho que não custa assim tanto ir entregar lá um saco de comida de vez em quando. Fica então aqui o meu apelo, uma pequena ajuda e tenho a certeza que faria toda a diferença. A minha publicação pode não ser sobre um grande evento ou sobre uma questão muito mediática, mas na minha opinião quando se tem a oportunidade de ter um blog como este, onde toda a informação é bem vinda eu prefiro apostar numa causa como esta, podendo assim apelar a todos e talvez poder ajudar a fazer a diferença. Quem quiser saber mais informações pode consultar o Facebook do Canil: https://www.facebook.com/canil.saofranci&lt;wbr /&gt;scodeassis&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Maria Isabel, nº44865&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 15 May 2013 15:41:44 GMT</pubDate>
  <title>Serviços da Universidade. Conheces? </title>
  <author>lobinho</author>
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  <description>São muitos os alunos que se queixam relativamente à falta de divulgação por parte da Universidade no que diz respeito aos serviços de ação social, eventos, entre outros.&lt;br /&gt;Há poucos dias uma colega fez uma reportagem acerca da falta de conhecimento que existe acerca dos eventos, tanto no campus da Penha, como no de Gambelas.&lt;br /&gt;Mais que isso, choca-me o facto de a Universidade do Algarve oferecer e ter ao nosso dispor tantos recursos e serviços a que os estudantes universitários podem recorrer em caso de necessidade e sem saber da sua existência.&lt;br /&gt;Serviços esses como médico de clínica geral, ginecologia, enfermagem, psicologia e nutricionismo, havendo ainda um protocolo com a clínica dentária da Sé, em que os alunos, funcionários e docentes têm uma tabela de preços própria.&lt;br /&gt;Relativamente às consultas de clínica geral e psicoligia, cada consulta tem o custo de 1€ e a duração de 1h.&lt;br /&gt;Pergunto-me quantos de vocês têm conhecimento disto e quanto dinheiro é que já gastaram por falta deste mesmo conhecimento.&lt;br /&gt;A Universidade é mais do que uma instituição de ensino, muito mais do que isso. É uma ajuda e um apoio a que nos devemos agarrar em caso de necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raquel Brito nº 44801</description>
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  <pubDate>Wed, 15 May 2013 14:41:04 GMT</pubDate>
  <title>A culpa é das vítimas </title>
  <author>lobinho</author>
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  <description>A sociedade em que vivemos parece ter um certo gosto em culpar as vítimas da&lt;br /&gt;situação na qual se encontram. Desde a crise, a doenças mentais e a&lt;br /&gt;problemas sociais como a violação,  as vítimas são culpabilizadas e&lt;br /&gt;castigadas por algo que está fora do seu poder concertar, e muitas vezes&lt;br /&gt;prevenir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta crise, por exemplo. Quem paga? Os cidadãos. Mas de quem é a culpa? Dos&lt;br /&gt;trabalhadores públicos que vêm os seus subsídios cortados de uma maneira tal&lt;br /&gt;que muitas vezes as suas famílias passam fome? Dos estudantes que vêm as&lt;br /&gt;propinas aumentar de tal maneira que têm de desistir da universidade por não&lt;br /&gt;a conseguirem pagar, e entram num mercado de trabalho extremamente&lt;br /&gt;competitivo, muitas vezes sem experiência de trabalho e apenas com o décimo&lt;br /&gt;segundo ano?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pagamos todos, mas ninguém encontra o culpado. Ou, muitas vezes, o culpado&lt;br /&gt;está por detrás de um escudo comprado pelo dinheiro ou tem imunidade&lt;br /&gt;política, judicialmente intocável para o cidadão comum, e apesar de serem&lt;br /&gt;culpabilizados na praça pública, e até nos media, os responsáveis vivem um&lt;br /&gt;dia-a-dia de luxo, enquanto as vítimas pagam, e são acusadas de serem&lt;br /&gt;&quot;esbanjadoras&quot; e &quot;preguiçosas&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com outras situações é igual. Quantas vítimas de depressão não ouviram já&lt;br /&gt;&quot;isso já passa, para de ser maricas&quot;, &quot;só queres atenção&quot;, &quot;isso é uma&lt;br /&gt;desculpa para não fazeres nada&quot; e o sempre popular &quot;só estás assim porque&lt;br /&gt;queres, se fosses mais (inserir adjetivo preferencial da pessoa que profere&lt;br /&gt;esta afronta) estavas muito melhor&quot;. A depressão é uma doença mental que se&lt;br /&gt;exprime de várias maneiras, e está ligada ao ambiente socioeconómico das&lt;br /&gt;suas vítimas, ou a predisposições genéticas, e não de maneira nenhuma à&lt;br /&gt;vontade. Ninguém quer estar deprimido, mas dizer aos que sofrem e batalham&lt;br /&gt;todos os dias num ambiente hostil contra sentimentos de exclusão, solidão,&lt;br /&gt;melancolia e muitas vezes suicídio, para se tratarem e que só estão assim&lt;br /&gt;porque querem é mais fácil do que cuidar das vítimas, apoiá-las&lt;br /&gt;emocionalmente e, pelos vistos, reconhecer a depressão como um problema&lt;br /&gt;social que deve ser debatido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solução passa também em criar melhores armas para combater estes&lt;br /&gt;problemas. Precisamos de debater como sair da crise mais livremente; os&lt;br /&gt;cidadãos deveriam ter mais acesso a fóruns económicos para que percebam&lt;br /&gt;parte do problema, e as várias soluções possíveis (porque, como vimos, a&lt;br /&gt;austeridade não é solução, e estrangular ainda mais as finanças de um país&lt;br /&gt;só vai estrangular ainda mais a economia mundial); a depressão devia ser&lt;br /&gt;abordada mais abertamente como um problema que afeta grande parte da&lt;br /&gt;população mundial, e as suas vítimas tratadas medicamente com respeito, em&lt;br /&gt;vez de as entupirem com comprimidos que as deixam como vegetais, ou que&lt;br /&gt;agravem mais as hipóteses de suicídio; e as vítimas de violação não deveriam&lt;br /&gt;ser culpabilizadas pelas ações de outrem, independentemente das&lt;br /&gt;circunstâncias em que tal aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parem de culpar as vítimas. Comecem a punir os culpados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sara Ruas, no.45110</description>
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  <pubDate>Mon, 13 May 2013 10:19:51 GMT</pubDate>
  <title>Semanas Académicas </title>
  <author>lobinho</author>
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  <description>Desde o início das Semanas Académicas/Queima das Fitas, um pouco&lt;br /&gt;por todo o país, que me pergunto: Será a Semana Académica uma diversão&lt;br /&gt;segura?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            É claro que todos nós gostamos de nos divertir nesta semana mas&lt;br /&gt;quantos de nós pensam na segurança do recinto? Não nos podemos esquecer que,&lt;br /&gt;este ano, um rapaz da Universidade do Porto perdeu a vida porque «alguém»&lt;br /&gt;conseguiu entrar no recinto com uma arma de fogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Tragédias acontecem todos os dias, a todas as horas mas penso&lt;br /&gt;que num recinto fechado onde já se sabe que vão milhares de pessoas, que vão&lt;br /&gt;ser cometidos excessos e que existe dinheiro envolvido, a segurança não&lt;br /&gt;deveria ser uma das maiores preocupações da organização do evento? Eu penso,&lt;br /&gt;então podem gastar milhares de euros nos concertos e não podem gastar mais&lt;br /&gt;um pouco com a segurança? Isto revolta-me, sinceramente. A começar com a&lt;br /&gt;«revista» feita pelas autoridades à entrada que, diga-se de passagem, é uma&lt;br /&gt;piada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Como não pertenço a nenhuma associação académica, só me restam&lt;br /&gt;duas opções: ou deixo de ir (algo que duvido muito que algum de nós o faça),&lt;br /&gt;ou continuo com esperança que, para o ano, as coisas se alterem e que&lt;br /&gt;apostem mais na segurança de todos os estudantes (e não só). Penso que se&lt;br /&gt;todos (comunidade académica) fizermos alguma pressão nas ditas associações,&lt;br /&gt;talvez as prioridades e preocupações sejam outras, para que cada um de nós&lt;br /&gt;se divirta tranquilamente e sem medo de que alguma coisa possa acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Só um pequeno aparte: Alguém me explica porque é que&lt;br /&gt;adolescentes com menos de 16 anos podem entrar na Semana Académica se nem&lt;br /&gt;idade têm para consumir álcool?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leonor Rodrigues nº 44678</description>
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  <pubDate>Tue, 30 Apr 2013 14:35:54 GMT</pubDate>
  <title>Licenciatura em contagem decrescente </title>
  <author>lobinho</author>
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  <description>Com maio a dar ares da sua graça (último mês de aulas deste ano letivo),&lt;br /&gt;dei por mim a pensar que estou cada vez mais perto do fim da licenciatura,&lt;br /&gt;grau académico esse, que com a entrada em vigor do processo de Bolonha&lt;br /&gt;passou de cinco anos de duração para apenas três. No entanto, penso que&lt;br /&gt;seis semestres poderão revelar-se insuficientes no que toca à formação de&lt;br /&gt;futuros profissionais, que a cada dia que passa têm de ser mais&lt;br /&gt;polivalentes e multifacetados. O mercado de trabalho está cada vez mais&lt;br /&gt;cruel e exigente, predomina aquele velho ciclo de “querem experiência e&lt;br /&gt;conhecimentos, mas não nos dão emprego”, nem estágios desde que sejam&lt;br /&gt;remunerados. Ora, muitos de nós vão terminar o curso com 20 anos ou pouco&lt;br /&gt;mais que isso, será que em tão tenra idade temos condições psicológicas&lt;br /&gt;para aguentar as exigências deste turbulento mercado profissional em que&lt;br /&gt;teremos de lidar ou colocar em risco, por vezes, milhares que não nos&lt;br /&gt;pertencem? Talvez não fosse assim tão negativo termos uma licenciatura que&lt;br /&gt;durasse cinco anos, visto que, a esperança média de vida aumenta cada vez&lt;br /&gt;mais e se deixássemos a Universidade com 23 ou 24 anos ainda nos restavam&lt;br /&gt;bastantes mais até à reforma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dois anos que nos foram retirados os professores teriam muito mais&lt;br /&gt;tempo para aprofundar matérias sem correrias, irem connosco ao terreno para&lt;br /&gt;que aprendêssemos, não só ouvindo mas também mexendo, a trabalhar a nível&lt;br /&gt;profissional e poderíamos passar por muitas outras cadeiras de interesse&lt;br /&gt;para um curso tão abrangente como é o de Ciências da Comunicação. Se a&lt;br /&gt;nossa licenciatura tivesse os cinco anos de duração até se poderia apostar&lt;br /&gt;em estágios obrigatórios nos últimos dois ou três anos, a par das&lt;br /&gt;disciplinas. Nunca seriam estágios tão exigentes a nível de carga horária&lt;br /&gt;como será o que teremos no último semestre do nosso curso, mas dava para&lt;br /&gt;pôr em prática a teoria aprendida e ir ganhando alguma experiência. Em três&lt;br /&gt;anos, o máximo de prática que temos resume-se a trabalhos escritos,&lt;br /&gt;apresentações orais ou edição e montagem de vídeos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educação Básica, por exemplo, aposta em estágios logo no primeiro ano do&lt;br /&gt;curso. Os alunos ficam pelo Algarve em espaços que já têm acordos com a&lt;br /&gt;Universidade e acompanham as aulas ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;Quantos de nós já estiveram numa redação de um meio de comunicação? Poucos,&lt;br /&gt;certamente. Neste modelo imposto pelo Bolonha e no curso de Ciências da&lt;br /&gt;Comunicação seria difícil conciliar a carga horária com formação&lt;br /&gt;profissional, a par do que acontece em Educação Básica, mas se a&lt;br /&gt;licenciatura fosse mais longa, acho que os alunos teriam a oportunidade de&lt;br /&gt;ficarem melhor preparados para o futuro. Não havendo essa possibilidade,&lt;br /&gt;colocaram-nos a fazer estágio no último semestre do último ano, em que a&lt;br /&gt;maioria dos estudantes vai para fora do Algarve, e tem, ao mesmo tempo,&lt;br /&gt;cadeiras para terminar na Universidade do Algarve. Estágio sim, uma vez que&lt;br /&gt;nos irá servir para aplicar os conhecimentos adquiridos e adaptá-los ao&lt;br /&gt;mercado de trabalho, mas – na minha opinião- com a duração de um ano e a&lt;br /&gt;ocorrer numa época em que não tivéssemos que nos dividir entre aulas,&lt;br /&gt;trabalhos e apresentações e trabalho profissional intenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filipa Camacho (44539)</description>
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  <pubDate>Tue, 30 Apr 2013 14:29:01 GMT</pubDate>
  <title>O fundamento do meu ateísmo é um problema antimarxista, e isso aborrece-me </title>
  <author>lobinho</author>
  <link>http://ovelha_negra.blogs.sapo.pt/105772.html</link>
  <description>Há uma frase conhecida para os marxistas, capitalistas, interessados  &lt;br /&gt;em política e outros, com a qual muito me tenho debatido e me tem  &lt;br /&gt;retardado o sono nalgumas noites. A frase diz, e passo a citar:  &lt;br /&gt;&quot;Problema teórico para o marxismo: porque a realidade não segue a  &lt;br /&gt;teoria? Um cérebro normal rejeitaria a teoria se ela não é compatível  &lt;br /&gt;com a realidade, mas o cérebro marxista não é normal: se a realidade  &lt;br /&gt;não confirma a teoria, pior para a realidade!&quot;. É um argumento forte.  &lt;br /&gt;Não só desconstrói a ideia de uma racionalidade superior no marxismo  &lt;br /&gt;como, de forma subentendida, deixa no ar a hipótese de os marxistas  &lt;br /&gt;sofrerem daquilo que em psicologia se denomina por dissonância  &lt;br /&gt;cognitiva. Sobre esta nuance não me alongarei, pois levanta questões  &lt;br /&gt;às quais provavelmente não saberei responder, mas a essência da ideia  &lt;br /&gt;anterior é que se a teoria não se coaduna com a prática, se não existe  &lt;br /&gt;uma materialização dos ideais, então de que vale defender algo tão  &lt;br /&gt;afincadamente e, além disso, fazer essa defesa como uma solução viável  &lt;br /&gt;para os nossos problemas?&lt;br /&gt;	Isto faz um paralelo intrigante com o meu ateísmo. Ser ateu, como  &lt;br /&gt;escrevi no &quot;quem sou eu&quot; que está disponível no repositorium, é mais  &lt;br /&gt;acerca de perceber e não querer acreditar do que não compreender a  &lt;br /&gt;liturgia que está escrita (posso, como já insinuaram, ser um amputado  &lt;br /&gt;espiritual ad eternum). Que relevância tem o referido problema nisto?  &lt;br /&gt;Explica a questão anterior. Porque o meu ateísmo é forte na mesma  &lt;br /&gt;medida que a Bíblia faz menção (e, para além disso, justifica pela  &lt;br /&gt;autoridade sobrenatural que nos controla) às piores características do  &lt;br /&gt;ser humano - aquelas que poriam Darwin a chorar por nos ter  &lt;br /&gt;&quot;descoberto&quot; assim - às calamidades que a Humanidade cometeu e às  &lt;br /&gt;ações horrendas que o que de mais perfeito existe, a outra suposta  &lt;br /&gt;&quot;solução para os nossos problemas&quot;, executou e mandou executar. Então  &lt;br /&gt;pior para a realidade. Pior para quem tem de viver com esse fardo.  &lt;br /&gt;Pior para mim quando a razão do meu ateísmo atenta contra a estrutura  &lt;br /&gt;político-social que eu acredito que pode conduzir à normalização do  &lt;br /&gt;nível de vida da população ao invés do enorme fosso entre ricos e  &lt;br /&gt;pobres que hoje conhecemos.&lt;br /&gt;André Santos, nº 45796</description>
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  <pubDate>Tue, 30 Apr 2013 14:27:46 GMT</pubDate>
  <title>&quot;Recordações Saudosas&quot; </title>
  <author>lobinho</author>
  <link>http://ovelha_negra.blogs.sapo.pt/105502.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Uma noite que relembra a tantos rostos, pais e avós, a revolução dos cravos. Já se passaram 39 anos, desde que, o povo saiu para a rua, juntamente com os militares em busca da sua liberdade e de uma oportunidade que iria mudar as suas vidas. A repressão e a autoridade vivida em outrora tinha sido substituída por uma liberdade e democracia que os portugueses agradeciam. Esta quarta-feira, dia 24 de abril, na emblemática Vila de Grândola viveu-se momentos de várias emoções, uma vez que Grândola serviu de palco para a canção ? Grândola, vila morena?, cantada por o revolucionário Zeca Afonso, esta assumiu um papel preponderante no momento da transição como uma segunda senha de sinalização da Revolução dos Cravos. Inúmeros grandolenses recordaram as experiências e as emoções que tiveram nesse dia, há 39 anos. A maioria recorda um passado em que a apreensão e a insegurança de um futuro incerto estava presente mas não esconde o quão importante foi e o quanto mudou a sua vida. Hoje em dia fazendo uma retrospectiva podemos presenciar algumas características desses tempos, se bem que, não é de uma forma limpa e transparente. Os mais novos, os filhos da revolução, procuram compreender e obter respostas do seu futuro, mas isso, é uma incógnita uma vez que os tempos são outros e falta o espirito crítico e ativo daqueles que podem fazer a diferença, aqueles que podem lutar para erguer um mundo melhor. Por isso penso, como será o mundo para nós, jovens, daqui a uns 20/30 anos? Não pensamos muito nisso a longo prazo, pensamos e analisamos um futuro mais próximo mas não somos capazes, de um modo geral, de tomar uma posição como há 39 anos um grupo tomou. O medo não os impediu de fazer algo que ajudou uma maioria. Mas hoje? Quantos de nós teremos essa atitude? Vontade não falta, mas o medo de hoje é um medo que acarreta muitas consequências. Mas acreditar que alguém tomará a iniciativa é uma esperança que ainda existe, pois, se os nossos pais e avós lutaram e acreditaram que conseguiriam alcançar um futuro melhor, para os seus, nós também temos a obrigação de o fazer. Pensar mais além do que nos focarmos só em nós. Tempos diferentes, realidades semelhantes e um mundo que precisa de intervenção rápida. Ana Gomes, nº44428&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 30 Apr 2013 14:12:10 GMT</pubDate>
  <title>Os trabalhos de grupo e o ensino universitário</title>
  <author>lobinho</author>
  <link>http://ovelha_negra.blogs.sapo.pt/105322.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;                Enquanto escrevo este texto (e há tanto que ando para o escrever!) revejo a palestra de Susan Cain sobre os introvertidos, que incide sobre as implicações que ter uma personalidade desse tipo tem na vida dessas pessoas, desde a interação com outros seres humanos às dinâmicas de trabalho. Convinha que, antes sequer de considerarem o que vos proponho, me seguissem nesse exercício, que pelo menos vos porá a questionar alguns preconceitos. Para o efeito, podem clicar &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=c0KYU2j0TM4&quot;&gt;neste link&lt;/a&gt;. Para ser sincero, esta espécie de dissertação sobre o tema valerá por si caso apenas a percecionem dessa forma: como uma singela apreciação sobre alguns dos preconceitos que aceitamos quando consideramos os trabalhos de grupo. Valerá sequer a pena problematizá-los e pesar os seus prós e contras?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;                Ponto de situação/declaração de interesses. A maioria das pessoas que vão ler este texto estão habituadas a fazer trabalhos de grupo, a cooperar, de facto, conhecem as vantagens em trabalhar - e, mais importante, pensar - coletivamente. Também em maioria estarão aqueles que têm doze anos de projetos de grupo (por ventura alguns, como eu, estarão com catorze). Numa questão lateral mas que para o caso se reveste de suma importância está o facto de eu, ao contrário de Susan Cain e de uma falange das pessoas que se revêm na sua palestra, não ser introvertido. Sou, por outro lado, um extrovertido seletivo, capaz de por metade de uma turma a rir e, ao mesmo tempo, permanecer na minha &quot;quietude autista&quot; por longos períodos de tempo caso assim o queira, leia-se, caso não me interesse interagir com quem me rodeia (ainda assim é pouco comum). E essa é, também, a minha declaração de interesses, pois não estou a encostar-me à teoria de Susan Cain para tentar levar a minha avante, antes considero que ouvi-la e entendê-la pode colocar o leitor num &lt;em&gt;mindset&lt;/em&gt; necessário para a compreensão dos trabalhos de grupo e, quer-me parecer, aceitar o facto de, de ora em diante, eu não mais querer fazer parte deles (ou antes, tomar posição para que não os tenha de realizar).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;                Parece-me importante considerar os trabalhos de grupo quanto mais não seja porque, como já referi, são presença constante nas nossas vidas académicas - e, por extensão, nalgumas profissões - e os temos como um dado adquirido. E se tal está em consideração, importa também conhecer-lhes as vantagens: promovem a cooperação, fomentam laços de união ao mesmo tempo que se partilham responsabilidades, e criam empatia funcional (colocam-nos no lugar do outro, ajudam-nos a focalizar um objetivo comum e correr atrás dele). São, sobretudo, referentes da &quot;equipa&quot;, do &quot;coletivo&quot;, da existência de um comportamento/linha orientadora que move um grupo de indivíduos. É lógico que estas são boas noções (pelo simples facto de sermos seres sociais - não na medida em que temos de ter muitos amigos e  ser divertidos mas sim pela ideia de que sem o &quot;outro&quot; nós não sobrevivemos), mas será que, volvido todo este tempo de formação, não estamos já tão mecanizados nestes princípios que a) não os levamos tão a sério quanto devíamos ou b) já são intrínsecos, já agimos instintivamente segundo eles? Ora segundo a minha experiência, as conclusões a que chego é que nem todos possuem estes referentes coletivos e nem aqueles que os têm abordam sempre os projetos coletivos com a empatia funcional com que deveriam. A juntar à equação estão os catorze anos de experiência que pelo menos os meus colegas têm de trabalhos de grupo. Já todos conhecem os princípios, já todos sabem que devem ser capazes de definir tarefas parcelares e cumpri-las (por forma a que o objetivo maior seja cumprido), já todos estão avisados que a partilha que se cria num trabalho de grupo implica, caso o seu trabalho individual não seja bem realizado, uma menor qualidade do produto final de todos. Se tal não se cumpre embora todos pelo menos tenham conhecimento do explicado acima, porque é que continuamos a insistir nos trabalhos de grupo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;                As ideias que movem esta minha objeção são sobretudo do foro pessoal. Sinto que, passado todo este tempo, me devem um tempo a sós. Devem-me um alívio da pressão que está subjacente a trabalhar em equipa. Confesso que, passados todos estes anos, sinto necessidade de experimentar algo diferente, exceder-me, perceber quais os recursos e ferramentas a que recorrerei no caso de ter que fazer apenas projetos a solo. Antes sequer de pôr em causa o suposto acrescento de dificuldade deste exercício, acho necessário ponderar a sua exequibilidade. Já se perguntaram com objetividade porque é que fazem trabalhos de grupo e não individuais? Imagino que, além dos fundamentos que já referi e que servem como base aos trabalhos de grupo, se lembrem de outras vantagens, como poder fazer trabalhos maiores em menos tempo, poder dividir as tarefas dos vossos projetos segundo as áreas em que os elementos do grupo são mais fortes e, num âmbito mais pessoal, poder estar com pessoas do vosso interesse, aquelas com as quais já construíram laços de amizade e por isso se sentem mais à vontade para trabalhar. Mas quando nos despimos das ideias feitas e nos pomos da perspetiva do professor, acho que deste lote extraímos uma grande razão que leva à escolha de trabalhos de grupo: corrigir menos trabalhos (às vezes por escassez de tempo, outras vezes por mero aproveitamento) mas mais desenvolvidos, à medida em que se alargam as tais competências. Sobre isto há duas questões prementes. Primeiro, não será que permitir a escolha dos mesmos grupos sempre subverte a lógica dos trabalhos de grupo? Quantos de nós escolhe quase sempre trabalhar com as mesmas pessoas? E, pensando um pouco mais à frente, será que a falta de tempo pode ser escolho suficiente para que cada um seja impedido de entregar e até apresentar o seu trabalho individual? É porque isso, creio, seria resolvido com algum planeamento: bastava que entre aluno e professor se estabelecesse um tema possível de ser analisado dentro de um limite de páginas/palavras e que com isso se apelasse à capacidade de síntese. Se por um lado deixávamos de trabalhar em grupo e quem não o sabe fazer nunca mais aprenderia (o mais certo é terem tido oportunidades e não as terem aproveitado), por outro estimularíamos algo que no nosso curso (e até noutros), dada a especificidade do mesmo, se preza muito - a capacidade de síntese. Quem está, como eu, habituado a escrever muito, teria é que, por ventura, ter uma tarefa suplementar: a de mondar texto para o adaptar ao acordado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;                Dada a explicitação do tema, deixo a proposta à consideração dos meus futuros professores. Que tal se me deixassem fazer trabalhos individuais no penúltimo dos meus seis semestres (o último será em estágio, ou seja, em grupo) em Ciências da Comunicação? Mesmo que nenhum dos meus colegas se reveja naquilo que escrevi, considerem pelo menos que, algures no leque dos alunos universitários que compõem a vossa universidade, existe um que está convencido que consegue levar o primeiro semestre de 2013/2014 a carpir as suas teses. A meu favor está a respetiva salvaguarda: a cláusula fantástica que diz que se correr mal só me prejudico a mim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;               &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nota final: Deixo bem claro no texto - e espero que todos o entendam desta forma - que a minha posição se deve a uma problematização dos trabalhos de grupo dentro do ensino universitário (tendo sempre em consideração que, durante pelo menos 12 anos, todos realizámos trabalhos de grupo) e não a qualquer quezília derivada da realização dos mesmos. Até ver, sempre fiz trabalhos de grupo com o mesmo interesse, afinco e motivação com que abordo os meus trabalhos individuais. A colocar-se uma hipótese, a que seria sensata e de acordo com a realidade seria a de que quem trabalha comigo é bem sucedido. E não é apenas o &quot;Perspetivas&quot; que o comprova, porque em abono da verdade, são mais de doze anos de trabalhos levados a cabo com múltiplas pessoas com as mais diversas personalidades.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;right&quot;&gt;André Santos, nº 45796&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 30 Apr 2013 14:09:33 GMT</pubDate>
  <title>Desvalorização artística  </title>
  <author>lobinho</author>
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  <description>&lt;p&gt;O estado da cultura em Portugal atormenta-me bastante. A grande maioria dos portugueses consome cinema e música estrangeira e esquece-se daquilo que fazemos no nosso país. Temos artistas nas mais diversas áreas que merecem todo o nosso apoio e admiração, mas, infelizmente, o seu talento é mais facilmente reconhecido no estrangeiro. Isso não é mau de todo, pois é ótimo ver talentos portugueses serem idolatrados além-fronteiras, mas e aqui? Não seria essencial serem idolatrados, primeiro, no seu país de origem? Quando o Fado foi elevado a Património Imaterial da Humanidade, todos os portugueses ficaram orgulhosos, é um género musical só nosso e vê-lo ser homenageado desta forma foi extremamente gratificante. Mas sejamos sinceros, quantos de nós ouvimos Fado diariamente? Que nomes, para além de Amália Rodrigues, Mariza e mais um ou dois, é que realmente conhecemos? Se vos falar de Ricardo Ribeiro, Marco Rodrigues, Pedro Moutinho e António Zambujo, diz-vos alguma coisa? Pela minha experiência, creio que não. Todos esses artistas, e muitos outros, são extremamente talentosos: tem vozes magníficas, as suas músicas são melodiosas e, noutros países, estiveram em primeiro lugar no top de vendas. Algo que aqui não aconteceu. Estes artistas vêm, dia após dia, o seu trabalho ser desvalorizado no país que os viu nascer. É triste. Eu sei que nem todos temos os mesmo gostos musicais, mas isso não nos impede de sabermos apreciar a boa música que se faz neste país. Não querendo restringir-me só ao Fado, existem muitos outros músicos, como por exemplo, Virgem suta, Dead Combo, Diabo na Cruz, que deveriam ser apreciados por todos os portugueses, mas mais uma vez são ?encostados a um canto? e ultrapassados nos tops por pseudoartistas como o ?menino de ouro?: Justin Bieber. Esta situação é, no mínimo, vergonhosa. Não me querendo alargar mais, nem vou falar do cinema, pois tinha argumentos para preencher mais uma dúzia de páginas. Só quero deixar aqui a minha palavra de indignação sobre este tema. Todos nós temos o poder para contrariar esta situação, basta defender todos os ?nossos? artistas e valorizar o que de bom se faz em Portugal. Marta Cascalheira nº43518&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 30 Apr 2013 14:09:31 GMT</pubDate>
  <title>Farense de volta aos campeonatos profissionais </title>
  <author>lobinho</author>
  <link>http://ovelha_negra.blogs.sapo.pt/104777.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Felizmente tive a oportunidade de presenciar no Estádio de São Luís o jogo que confirmou a subida do grande Sporting Clube Farense à segunda liga no próximo ano. O jogo com a União de Leiria teve um pouco de tudo. Estádio a abarrotar de gente, marcha emocionante do marcador, decisões muito polémicas da arbitragem e vitória do Farense. Espetacular. Após uma travessia do deserto, o Farense volta às competições profissionais. Foi fantástico o ambiente no estádio. Lugares sentados absolutamente repletos, muita gente de pé nas grades e até nos muros ao lado das balizas. Este é um aspeto a rever. Imaginem, se o Farense não tivesse ganho, o que seria da equipa de arbitragem que anulou três golos aos algarvios? Ainda assim, um dos árbitros auxiliares foi atingido com garrafas de água nas costas. Quanto ao árbitro auxiliar que acompanho o ataque farense na primeira parte, posso assegurar que ouviu das boas por anular dois tentos à nossa equipa. Admito que também o insultei como se não houvesse amanhã. Dois momentos de festa negados por uma bandeirola é sempre algo de frustrante. Ainda assim, não houve problemas entre adeptos. Foi fascinante ver o relvado cheio de crianças vindas do público a jogar à bola no intervalo do jogo. Quem sabe não estaria ali algum craque do futuro do Farense? Olhando para o futuro, será especial voltar a ver o Farense de volta aos escalões profissionais. Ainda não é a Primeira Liga, contudo é um passo muito importante para uma equipa que chegou a alinhar na 2ªDivisão Distrital na década passada. Até já faz relembrar os tempos áureos em que fui ver jogos do Farense na 1ªDivisão há uns doze anos atrás. No próximo ano teremos assim três clubes algarvios nos principais campeonatos nacionais. Além de Farense e Portimonense, há ainda o Olhanense, que se mantém entre a manutenção no escalão principal ou a descida para a Segunda Liga. É o regresso em grande do Algarve ao panorama futebolístico nacional. Vamos Farense!!!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diogo Oliveira , nº44657&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 30 Apr 2013 14:05:16 GMT</pubDate>
  <title>30 anos Ovibeja </title>
  <author>lobinho</author>
  <link>http://ovelha_negra.blogs.sapo.pt/104639.html</link>
  <description>Terminou este domingo, 28 de abril mais uma edição da grande feira do  &lt;br /&gt;sul. Esta que foi a 30º edição decorreu entre os dias 24 e 28 de  &lt;br /&gt;abril, no parque de feiras e exposições em Beja, e contou com mais de  &lt;br /&gt;200 mil visitantes e cerca de um milhar de expositores. Este ano a  &lt;br /&gt;Ovibeja pôde contar com a presença de António Zambujo, Virgem Suta,  &lt;br /&gt;Buraka Som Sistema, Xutos e Pontapés e The Gift. Espetáculos que  &lt;br /&gt;tiveram uma grande adesão por parte dos visitantes que encheram o  &lt;br /&gt;pavilhão Arena Multiusos. A marca Ovibeja projeta-se através de muito  &lt;br /&gt;trabalho e persistência com vista a promover e divulgar os produtos e  &lt;br /&gt;serviços de excelência do setor agrícola e agropecuário. A Ovibeja é  &lt;br /&gt;uma feira diferente, sem preconceitos e de todas as idades. O evento  &lt;br /&gt;já se afirmou como uma expressão nacional de empreendedorismo e  &lt;br /&gt;inovação. Ergue-se com respeito à mais pura ruralidade, mas  &lt;br /&gt;constrói-se de modernidade, numa paleta de todas as cores.&lt;br /&gt;	A valorização da produção nacional foi revelada em várias abordagens,  &lt;br /&gt;com exposições, concursos, prova e venda de vários produtos, de entre  &lt;br /&gt;os quais se destacaram o azeite e o vinho.&lt;br /&gt;	Este ano o preço dos bilhetes individuais subiu para 7 euros, mas  &lt;br /&gt;ainda assim, Manuel Castro e Brito, presidente da Comissão  &lt;br /&gt;Organizadora da Feira e da ACOS- Agricultores do Sul, afirma que isso  &lt;br /&gt;não impediu que a feira tivesse a habitual afluência de pessoas vindas  &lt;br /&gt;de todos os recantos de Portugal e não só. O balanço é positivo e  &lt;br /&gt;Castro e Brito afirma ainda que as expetativas para as próximas  &lt;br /&gt;edições, são as melhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Rita Sousa&lt;br /&gt;44582</description>
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  <pubDate>Wed, 17 Apr 2013 20:01:22 GMT</pubDate>
  <title>Ensino Superior: para todos ou para ninguém </title>
  <author>lobinho</author>
  <link>http://ovelha_negra.blogs.sapo.pt/104404.html</link>
  <description>Na passada terça-feira, dia 16 de Abril, realizámos o 4º debate do “Perspetivas” em que o tema foi as “Praxes: que propósito se cumprem?”. O debate teve a participaçãomais alta de todas até então e considero que foi um sucesso, com boas intervenções tanto de discentes como de docentes da Universidade do Algarve.&lt;br /&gt;No entanto, houve uma declaração que me marcou e é exactamente para responder à mesma que agora escrevo.&lt;br /&gt;Na intervenção em questão, numa altura do debate em que se enfatizava a questão do traje académico e se estecontribuía ou não para o fim das desigualdades entre estudantes, a participante afirmou que não considerava que toda a gente deveria ter acesso ao ensino superior. Ora, eu não poderia estar mais em desacordo.&lt;br /&gt;Um dos argumentos utilizados foi o de que nem todos nós podemos ser engenheiros, médicos, jornalistas, etc. Bem,apesar de ter dito que estava em desacordo com a suaopinião, vou ter de concordar com esta premissa.&lt;br /&gt;Infelizmente, o mercado de trabalho não consegue absorver os licenciados de todas as áreas disponíveis em Portugal e, por razões óbvias, isso faz com que muita gente acabe em áreas que simplesmente não são as que pretendia. Utilizando o meu próprio caso, quando terminei o 12º ano de escolaridade também me vi confrontado com a impossibilidade de escolher aquilo que mais gostava. Posso garantir que, se o mercado de trabalho fosse ligeiramente diferente, eu trocaria num abrir e fechar de olhos a minha universidade, o meu curso e até os meus colegas para estudar e trabalhar na minha área predilecta. Mas, de facto, nem todos podemos ser engenheiros, médicos, jornalistas, etc.&lt;br /&gt;Atenção que não me quero apresentar simplesmente como uma pobre vítima do sistema. Sempre fui um aluno medíocre e com muito pouco para contribuir para a sociedade em termos académicos, por isso é normal que não consiga atingir tudo aquilo que idilicamente gostava de cumprir. Além disso, e perdoem-me a franqueza,dureza e arrogância das palavras, sempre vi pessoas com ainda menos capacidades que eu no ensino superior e que certamente também não vão atingir o que pretendem. Mas reparem, nem por um segundo considerei que não tinham motivos ou, pior ainda, direito de prosseguir os seus estudos e que devessem ter ficado pelo ensino obrigatório.&lt;br /&gt;Será que todos nós, que nos pautamos pela mediocridade, se estivéssemos a trabalhar (num trabalho equivalente à nossa capacidade) e deixássemos os estudos para quem é, realmente, excepcional não faríamos melhor? Não, digo-vos. Mil vezes não!&lt;br /&gt;Durante muito tempo se lutou para que o ensino superior deixasse de ser só para uma elite e fosse completamente acessível a todos, e mesmo assim isso ainda não foi cumprido totalmente. Defender algo como isto, de que o ensino superior não é para todos, é simplesmente desejar que se perpetuem as desigualdades numa sociedade que é fortemente assombrada pela existência das mesmas.&lt;br /&gt;O ensino superior é um espaço de formação individual e colectiva que transcende, e em muito, a aprendizagem de um ofício específico (engenharia, medicina, jornalismo, etc.). O ensino superior é a criação de uma oportunidade para qualquer pessoa, sem excepção.&lt;br /&gt;Aliás, não há nenhuma razão, para além da escolha estritamente pessoal, aceitável para a não ingressão no ensino universitário. Creio que a mesma interveniente disse que também não poderíamos ter atribuição de bolsas para todos os estudantes, mas não querendo estender sobre o assunto, quero dizer apenas que se não é atribuída bolsa de valores a toda a gente, então devia sê-lo e o quanto antes!&lt;br /&gt;Concluindo, o problema não é tirar um curso e acabar a trabalhar numa área diferente, o problema é acabar com um emprego precário e extremamente mal pago. Com os sonhos desfeitos podemos nós bem, com a ausência de condições dignas e de um futuro é que não.&lt;br /&gt;Ricardo Martins&lt;br /&gt;Nº 44524</description>
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  <pubDate>Wed, 17 Apr 2013 09:24:30 GMT</pubDate>
  <title>dia aberto </title>
  <author>lobinho</author>
  <link>http://ovelha_negra.blogs.sapo.pt/104000.html</link>
  <description>Realizou-se, na passada quinta feira, por toda a Universidade do  &lt;br /&gt;Algarve, o dia aberto, após dias de preparação de atividades que  &lt;br /&gt;tinham em vista a receção de alunos do ensino secundário de todo a  &lt;br /&gt;região algarvia.&lt;br /&gt;Considero iniciativas como esta de grande importância, uma vez que  &lt;br /&gt;poderão, em parte, ajudar-nos na hora de tomarmos uma decisão  &lt;br /&gt;acertada, no que ao nosso futuro académico se refere.&lt;br /&gt;Digo isto, pois, enquanto estudante, tive algumas incertezas na hora  &lt;br /&gt;de escolher qual o curso que melhor se adequava às minhas perspetivas  &lt;br /&gt;e ambições profissionais. Porém, não me foi oferecida a oportunidade  &lt;br /&gt;de descobrir e ouvir os testemunhos daqueles que já se encontram a  &lt;br /&gt;frequentar o ensino superior.&lt;br /&gt;Ver colegas nos corredores a guiar os estudantes, bem como esclarecer  &lt;br /&gt;as dúvidas de alguns destes, foi uma experiência bastante positiva,  &lt;br /&gt;que considero que deveria estar ao alcance de todos  &lt;br /&gt;nós.&lt;br /&gt;Qual a tua opinião sobre este projeto?&lt;br /&gt;Contaste com oportunidades deste tipo enquanto estudante do ensino  &lt;br /&gt;secundário?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Vieira, 44844</description>
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  <pubDate>Mon, 15 Apr 2013 16:24:32 GMT</pubDate>
  <title>About wealth and poverty </title>
  <author>lobinho</author>
  <link>http://ovelha_negra.blogs.sapo.pt/103900.html</link>
  <description>&lt;p&gt;We often see announcements in the social networks, in which people ask for financial help. They need money for healings or some special medical treatment, they need money for needs of their children or pets... What matter is, that it works, and people help. I already saw some “happy-end” pages of facebook, where the last message is something like “Surgery went good, the girl is getting better, many thanks to each of you who helped”. This is just a small example of how society of nowadays is working. And I don’t even speak about volunteering works. People use all sources to help and get a help when they need it. A British newspaper “The Guardian” published a material on January 2013. The lead says «Charity says $240bn amassed by 100 richest people last year would be enough to end extreme poverty four times over”. Read it again. And again... Yeah, that’s right. If only 100 richest men give up from 1/4 of their incomes of last year only, the world would not have extremely poor people, who live for less than 1 dollar per day. I understand, it sound like a happy fairy tale, but just imagine, for a second, how great it would be. And I am pretty sure, that riches with their “annual salary” can manage to survive one year with such “cuts”. Understanding, that it’s endless topic and the world was and always will be consist of rich and poor doesn’t make it easier to accept. Why, knowing that this money could let millions of people to survive and live a better life, they just keep filling bank accounts or buy castles, in which they don’t even stay due to the lack of time? I don’t understand, why they need all this, if after 30-50 years they gonna die? To how many generations they want ensure a golden future?  Well, probably it is very naive, but I am still wondering, if people that I mentioned in the beginning, help each others, by sharing the money of an ordinary salary, how big can be a impact of the top100 men?  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tatiana Bogomazova №48740 &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 15 Apr 2013 11:08:14 GMT</pubDate>
  <title>Poupanças monetárias ambientais  </title>
  <author>lobinho</author>
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  <description>Enquanto lia um artigo da revista Super Interessante, dou por mim a fazer inúmeras perguntas sobre os reais atos de cidadania. Ora este artigo que tinha como nome «Manual de sobrevivência», vem alertar os portugueses para o mais recente desafio: Sobreviver a esta crise e as melhores maneiras de o fazer. Bem, eu acho que o vem no artigo não é novidade para a maioria dos cidadãos. O artigo dá-nos pequenos conselhos para conseguirmos poupar monetáriamente assim como a nível ambiental. Fala-nos de coisas como poupar na água, e utilizá-la só quando necessário, assim como a luz e todos os aparelhos eletrodomésticos que tenhamos em casa a fim de reduzir as contas da luz e da água e poupar a natureza. Daí eu achar que estes e muitos outros conselhos já sejam bem conhecidos entre a nossa comunidade. A minha verdadeira questão coloca-se na parte do cumprimento destes conselhos. Todos sabemos, sem dúvida, que se cumprirmos este «Manual de sobrevivência» conseguimos realmente poupar. Mas será que o fazemos? Será que a maioria não pensa: Agora aborrece-me ir desligar a televisão da ficha então vou deixar só em stand-by. E como este poderia dar muitos outros exemplos. A questão centra-se na necessidade de poupar para conseguir viver melhor atualmente no país, mas centra-se igualmente no comodismo de muitos. Porque apesar de saber quais as nelhores maneiras de nos pouparmos e pouparmos o ambiente, a verdade é que se não o fazemos é porque não necessitamos assim tanto, ou talvez não estejamos tão em crise como pensamos. Não pretendo com isto acusar quem o faz ou quem não o faz, ou quem o faz sempre ou quem só faz de vez em quando. Pretendo que se reflita um pouco sobre a forma como agimos connosco próprios e com, neste caso, a natureza.&lt;br /&gt;Joana</description>
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  <pubDate>Fri, 12 Apr 2013 14:07:47 GMT</pubDate>
  <title>As praxes que vou conhecendo  </title>
  <author>lobinho</author>
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  <description>​Ainda nem sequer sabia que tinha entrado em Ciências da Comunicação e logo um indivíduo com tiques de membro de uma qualquer guarda pretoriana me abordava, destemido, incitando-me a uma resposta que não podia dar. Qual era mesmo o meu curso? Não sabia. Como não fazia ideia de quem o indivíduo era. Como não fazia ideia de porque é que ele me estava a tratar daquela forma.&lt;br /&gt;​Volvido algum tempo, lá houve outro, meio enfezado, que me fez saber do &quot;real código da praxis&quot;, in nomine dei e do diabo a quatro, e com mil e uma acusações me fez saber do destino cruel que me esperava, de um tribunal, do traje a rigor e da minúcia do seu corte mescladocom o cheiro a vinho com que iria ser julgado. Se na primeira ocasião de que falei não tive chance de orgulhar a minha família contando-lhes tal interação com os meus novos colegas, nesta lá chamei uns amigos que se mostraram dispostos a seguir o meu primeiro caso de tribunal. Tem graça, porque eles realmente não fazem a menor ideia sobre que curso eu ando a tirar; tem graça,porque se eu lhes dizer que estudo Direito eles nunca me dirão que esse curso não existe na universidade que frequento; tem graça, pois deve ser essa a associação que eles fizeram. Mas saíram desiludidos com a resposta final que saiu do concílio que minutos antes se formou e, algum tempo depois, abandonaram o espetáculo, não só com impropérios à minha pessoa mas a fazerem notar que napróxima pelada que realizássemos não estaria a salvo. Eu percebo-os, pois comprar um bilhete sem poder assistir ao espetáculo que esperávamos não é agradável. Para mais, o ambiente criado com a mesa dos doutores e as cinquenta matrículas (que orgulho!) deixava antever algo grandioso e, perdoem-me a sinceridade, os meus amigos mereciam mais.&lt;br /&gt;​Ainda antes destes meus contactos preliminares com quem supostamente me deveria praxar, - nem preciso de mencionar que tendo em conta os requisitos exigentes que se devem sempre cumprir - (ter sido praxado e recebido a formação minuciosa correspondente e seguindo uma leiquase divina que está compilada num código e enraizada numa tradição que se não me risse na cara deles eram capazes de defender que é milenar) - , ouvia relatos constantes de amigos que, uns mais sorridentes que outros, me relatavam as suas histórias de praxes, os seus feitos frente aos doutores/académicos/veteranos/qualquer outro título pretensioso que me esteja a esquecer, as atividades com que ocupavam os dias. Notava nalguns deles uma dualidade interessante: não gostavam daquilo que estavam a fazer mas, ao mesmo tempo, não queriam deixar de ser praxados. Interessante. É vulgarmente atribuída a Einsteinuma frase curiosa que diz que a insanidade pode ser demonstrada pela insistência em fazer exatamente a mesma coisa e esperar resultados distintos, e eu perguntava-me enquanto os ouvia se realmente poderia aplicar a definição. Estou convencido que para além disso existe uma certa noção de pertença, a tentativa de ser do grupo, fazer parte, pelo que, em autoanálise, é uma das razões que facilmente explicam que eu nunca tenha visto como necessária a minha participação em algo sequer semelhante.&lt;br /&gt;Peço desculpa se com este texto vos aborreci, poiscompreendo que as minhas histórias de praxe não fazem jus nem à multiplicidade de atividades que se podem realizar nem de certeza se assemelham ao glamour e ao elevado grau intelectual que o primeiro contacto que alguns de nós tiveram com o meio académico tenha sido tão desprestigiante como o meu, mas agora que já vos irei, erasó mesmo para pedir que contassem as vossas histórias de praxe nos comentários e convidar-vos a que dia 16, na sala 62, participem num debate que visará o mesmo tema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André santos</description>
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  <pubDate>Tue, 02 Apr 2013 15:12:03 GMT</pubDate>
  <title>Menús e Perús, pancadinhas na gramática. </title>
  <author>lobinho</author>
  <link>http://ovelha_negra.blogs.sapo.pt/103143.html</link>
  <description>O que dizer sobre uma pessoa que comete sistematicamente o mesmo erro?  &lt;br /&gt;Ano após ano as eleições são feitas para a presidência da Associação  &lt;br /&gt;Académica da Universidade do Algarve e as pessoas mudam mas os erros  &lt;br /&gt;mantêm-se. Será possível que ninguém, nem uma alminha, olha para os  &lt;br /&gt;cartazes que fabricam, imprimem e afixam para toda a comunidade  &lt;br /&gt;académica e vê que a palavra «peru» em ?Alcoolização dos Perús? está  &lt;br /&gt;mal escrita? Quer dizer, até agora em que escrevo no computador, a  &lt;br /&gt;palavra acentuada é rejeitada, aparece sublinhada a vermelho num  &lt;br /&gt;contexto de preto e branco como que para se certificar que eu vejo que  &lt;br /&gt;está mal escrita. Nunca, nem antes nem depois do AO1990 (não vão  &lt;br /&gt;também vir com desculpa de ?com esta coisa do acordo já ninguém sabe  &lt;br /&gt;muito bem como se escreve?) a palavra «peru» foi acentuada. E basta  &lt;br /&gt;consultar os cartazes das recepções ao caloiro dos anos anteriores  &lt;br /&gt;para perceber que isto não foi um erro por acaso, é recorrente. Não  &lt;br /&gt;sabiam mesmo, ou até estavam na dúvida? E aquando da dúvida, porque  &lt;br /&gt;não consultaram uma gramática e se certificaram que escreviam bem? A  &lt;br /&gt;não ser que o gosto pelas coisas bem feitas, também esse, já tenha  &lt;br /&gt;esmorecido.&lt;br /&gt;Mais recentemente, esta nova direção da AAUAlg apresentou os novos  &lt;br /&gt;menus académicos que estarão disponíveis nalguns bares dos campi da  &lt;br /&gt;Penha e de Gambelas. Nada contra a iniciativa a não ser o facto de  &lt;br /&gt;escreverem ?menús académicos?. «Menu», como no caso da palavra «peru»,  &lt;br /&gt;não leva acento no «u».&lt;br /&gt;Bem sei que não é nada de grave e há, com certeza, coisas mais  &lt;br /&gt;importantes para se discutir e melhorar na nossa comunidade académica  &lt;br /&gt;mas este tipo de erros fazem-me uma certa confusão. Afinal de contas o  &lt;br /&gt;que se passou? Tiveram todos equivalência ao primeiro ciclo do ensino  &lt;br /&gt;básico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em caso de dúvida, não hesite em consultar o site:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=gram%C3%A1tica&quot;&gt;http://www.priberam.pt/dlpo/default.asp&lt;wbr /&gt;x?pal=gram%C3%A1tica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sara Magalhães</description>
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  <pubDate>Tue, 02 Apr 2013 15:08:31 GMT</pubDate>
  <title>a fome come </title>
  <author>lobinho</author>
  <link>http://ovelha_negra.blogs.sapo.pt/102780.html</link>
  <description>A fome come em Portugal, com a avidez de um gordo rico que não limpa o  &lt;br /&gt;queixo depois de comer. A fome come pobre, que não sabe ser pobre.  &lt;br /&gt;Come gente que sempre teve que comer, que sabe agora o que é uma  &lt;br /&gt;barriga vazia. Que sabe que a sopa dura dias e que nem sempre tem que  &lt;br /&gt;ter batata. Esta fome não é porém barata. Esta fome custa. Custa o  &lt;br /&gt;emprego, custa a casa e o carro. Esta fome come barrigas e bolsos, faz  &lt;br /&gt;apertar o cinto e sufoca a garganta. Esta fome esconde-se com um  &lt;br /&gt;orgulho trémulo de quem ainda tem a memória de um dia melhor.  &lt;br /&gt;Esconde-se atrás de números desumanos e estatísticas brutas,  &lt;br /&gt;esconde-se porque nem a queremos ver. Esta fome come melhor que muita  &lt;br /&gt;gente.&lt;br /&gt;Guilherme Costa</description>
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  <pubDate>Tue, 02 Apr 2013 13:38:57 GMT</pubDate>
  <title>O trabalho fora do meu umbigo </title>
  <author>lobinho</author>
  <link>http://ovelha_negra.blogs.sapo.pt/102157.html</link>
  <description>Há uns dias fui a um debate organizado pelos meus colegas. Foi ao fim da&lt;br /&gt;tarde e toda a turma foi dispensada para poder participar contudo apenas&lt;br /&gt;cinco pessoas foram.&lt;br /&gt;Pergunto-me onde está o interesse ou respeito para com os nossos colegas e o&lt;br /&gt;seu trabalho?&lt;br /&gt;Foi um debate deveras interessante, bem organizado e durou apenas uma hora e&lt;br /&gt;meia.&lt;br /&gt;Pergunto-me o que se passa com as pessoas hoje em dia, são incapazes de&lt;br /&gt;parar o que estão a fazer e gastar uma hora a dar força, apoio e a validar o&lt;br /&gt;trabalho dos outros. Já cheguei ao ridículo de ir a um sessão de cinema de&lt;br /&gt;uns colegas na qual o próprio professor da cadeira saiu a meio do filme, não&lt;br /&gt;deveria ficar espantada por encontrar então tão pouca aderência num debate,&lt;br /&gt;suponho. Creio que se fosse eu, a autora da iniciativa, teria ficado&lt;br /&gt;bastante triste após me ter esforçado para organizar e publicitar um evento&lt;br /&gt;que estava praticamente vazio. Tal como por vezes fico desiludida ao ver a&lt;br /&gt;falta de apoio ou disponibilidade de colegas para me ajudar ou ajudar outras&lt;br /&gt;pessoas, fico também desapontada quando ao ver que não há aquele sentido de&lt;br /&gt;respeito ou cortesia de uns para com os outros quando alguém se&lt;br /&gt;disponibiliza para ajudar de facto.&lt;br /&gt;Creio que falta em muitos de nós pensar que gostaríamos de sentir esse tipo&lt;br /&gt;de apoio, receber reconhecimento, tempo, elogios, críticas construtivas de&lt;br /&gt;outras pessoas quando nós nos dedicámos a algo. Cada um nos dias de hoje só&lt;br /&gt;olha para o seu próprio umbigo, é um mal da sociedade, dos casais, dos&lt;br /&gt;colegas de trabalho, dos vizinhos, enfim de todos. Contudo inverter essa&lt;br /&gt;situação é tão fácil como ir a um espetáculo de um amigo, um debate, fazer&lt;br /&gt;um comentário num blog, partilhar um post no facebook, nós é que não nos&lt;br /&gt;apercebemos o quão fácil é ajudarmos alguém, para ser melhor&lt;br /&gt;colega\pessoa\amigo basta fazer o que queremos que os outros façam por nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dulcineia Dias 44934</description>
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  <pubDate>Wed, 27 Mar 2013 10:56:02 GMT</pubDate>
  <title>CVitt, uma nova tendência </title>
  <author>lobinho</author>
  <link>http://ovelha_negra.blogs.sapo.pt/102098.html</link>
  <description>Nós, como estudantes do ensino superior e futuros trabalhadores, temos que estar atentos às novas tendências que nos permitam ingressar pelas diversas oportunidades de trabalho. Como sabemos, o currículo faz parte das principais armas que nos fazem ser “o/aescolhido(a)”; é a primeira impressão que damos ao empregador; e a verdade é que, ainda são muitas as pessoas que optam, (sim, optam), por não fazer a diferença; por não recorrer à inovação. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Mudam-se os tempos;mudam-se os currículos.&lt;br /&gt;Para quem ainda não conhece, CVitt  éuma ferramenta que permite criar um currículo personalizado, baseado nos talentos, hobbies e capacidades pessoais, para todos aqueles que estão prestes a entrar no mercado de trabalho e para os que já procuram emprego mas não o conseguem encontrar. Para criar um currículo nesta plataforma, basta aceder ao site, registar-se e responder a um questionário que acaba por ser um espaço de conhecimento e autoconhecimento. Para os que não têm como “praia” a criação de um design alternativo para o seu currículo; a criatividade; ou que não sabem como convencer alguém de que são a pessoa ideal, esta ferramenta é uma ajuda essencial. É claro que existem outras plataformas do género e há quem opte por fazer o seu próprio currículo alternativo, usando outros meios e tendo em conta aquilo que querem seguir.&lt;br /&gt;O CVitt está a ser lançado em vários países e, em Portugal, já conta com mais de 40 mil utilizadores. O mesmo oferece, às empresas registadas, a possibilidade de comparar currículos, encontrando, assim, de forma muito mais fácil e organizada, os candidatos mais adequados ao perfil que pretendem.&lt;br /&gt;Para saberem mais, é só visitar o site&lt;a href=&quot;https://www.cvitt.pt/home/&quot;&gt;https://www.cvitt.pt/home/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Filipa Gouveia 44749</description>
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  <pubDate>Wed, 27 Mar 2013 10:52:55 GMT</pubDate>
  <title>Proibição à liberdade expressão  </title>
  <author>lobinho</author>
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  <description>A RTP entrevistará o ex-primeiro ministro José Sócratesna próxima quarta-feira, abordando temas como aausteridade em Portugal, o futuro da Europa e as alternativas para sair da crise. O canal público vai ter um comentário semanal de José Sócrates já a partir de Abril.&lt;br /&gt;“Um dia depois da confirmação da notícia avançada pelo Diário de Notícias, sete dos 10 documentos virtuais mais ativos no sítio www.peticaopublica.com são sobre a volta de Sócrates aos ecrãs de TV portugueses, enquanto pouco mais de três mil cidadãos deram o seu nome a favor do ex-secretário-geral do PS.” Mais de 100 mil pessoas assinaram as petições via Internet contra o regresso deJosé Sócrates, ao comentário político na estação pública de televisão.&lt;br /&gt;Na minha opinião não consigo entender o direito e o porquê de 100 mil pessoas quererem tirar o poder de palavra a alguém. Se é uma maneira de punir José Sócrates pela má governação do país, considero-a inútil. Vivemos numa democracia e todos nós temos o direito àliberdade de expressão e a RTP possui a liberdade de contratar quem quiser, até porque ninguém é obrigado a ver um programa de televisão se não for do seu interesse. Pergunto-me se não existirão problemas atuais (se este for considerado um problema) mais pertinentes do que este. O Diário de Notícias adianta ainda que Sócrates não receberá qualquer remuneração pela presença no painel de comentadores da televisão pública.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vanessa Santos, nº41989</description>
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  <pubDate>Tue, 26 Mar 2013 21:21:20 GMT</pubDate>
  <title>Vida vs futuro </title>
  <author>lobinho</author>
  <link>http://ovelha_negra.blogs.sapo.pt/101453.html</link>
  <description>A vida é um caminho pelo qual percorremos passando por vitórias, obstáculos, conquistas, momentos de alegria, tristeza, momentos marcantes, momentos de decisões. Etapas para as quais vamos sendo preparados desde que somos pequeninos, seja pelo que nos é transmitido pelos nossos pais, avós, tios,por alguém que se interessa em incutir-nos os mesmos valores e costumes, pelos quais foram educados, e que os fizeram ser quem são, a moldá-los, quer seja pelo que a vida nos vai ensinando, como um reflexo da realidade à qual pertencemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade que nós próprios nos vamos moldando aos padrões da sociedade em que vivemos, procuramos modelos a seguir adaptando as nossas próprias qualidades e vincamos a nossa personalidade. Tornamo-nos pessoas fortes, decididas, confiantes ou pessoas mais fracas, indecisas, com falta de auto-estima… Mas em momentos que exigem muito de nós nem sempre os encaramos de frente, há sempre dúvidas,fraquezas que tentamos suprimir por coisas boas e que realmente nos façam crescer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a nossa adolescência quantas vezes não errámos,fosse por o suposto amor, por sermos maldosos para quem nos é próximo, por tomarmos decisões precipitadas… mas faz parte do nosso crescimento como seres humanos, errar. Só assim ganhamos estaleca para o que o futuro nos reserva, para responsabilidades maiores e para um mundo cheio dedificuldades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E algo com que me deparo e que me questiono muito é com o que poderei contar para o futuro? Penso muito se quando acabar o curso daqui a um ano como estará o país e que expectativas poderei ter sobre o mercado de trabalho? Questiono-me se este realmente será o curso para o qual deveria realmente ter ido… São questões em aberto que a educação que tive não me sabe dar resposta, só poderei pensar positivo e expectar relativamente ao meu futuro. Sei sim, pelos valores que me foram incutidos que também só dependerá do meu esforço, dedicação e vontade de lutar pelo que quero e pelo que acredito. Acreditar nas minhas potencialidades e procurar alcançar esse obstáculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Gomes, nº44428&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;i-fcar</description>
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