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  <title>Porto Novo</title>
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  <pubDate>Thu, 08 Mar 2012 00:01:39 GMT</pubDate>
  <title>5 anos, e... ficamos por aqui? Sim, ficamos. Mas sem apagar o blogue. E sem a possibilidade de Comentários. Fico-me pelo www.paroquiabandeiras.blogspot.com cujo acesso está na barra do lado direito nas hiperligações.</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/zmcs/fotos/?uid=NtTK9yd8brBzZEESZ0jl&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: double;&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B940771b6/9703722_ft6W8.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;333&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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  <pubDate>Mon, 05 Mar 2012 13:10:59 GMT</pubDate>
  <title>A hora do Concílio é hoje</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
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  <description>&lt;table style=&quot;width: 100%;&quot; border=&quot;0&quot;&gt;
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&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;1. &lt;/strong&gt;No programa de actividades do centro cultural Le Saulchoir (Paris), para 2011-2012, consta um seminário de mestrado subordinado à questão: “Haverá futuro para as religiões nas sociedades secularizadas?”.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Essa pergunta supõe que as religiões perderam, desde há várias décadas, o monopólio da oferta de um sentido para a aventura humana. A descristianização das sociedades europeias, a desinstitucionalização da prática religiosa, a subida crescente do pluralismo religioso e do individualismo em todos os aspectos da vida em sociedade, o aumento crescente do poderio da técnica apresentam-se como sinais da pluralização do sentido. Mas estaremos condenados a renunciar a toda e qualquer representação religiosa ou espiritual do sentido da existência humana, individual e colectiva?&lt;/p&gt;
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&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;BENTO DOMINGUES, op&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Bento Domingues . Frade da Ordem dos Dominicanos, teólogo, professor, escritor&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Dada a complexidade e amplidão do fenómeno, é normal que o seminário tenha convocado especialistas nas áreas da filosofia, da ética, da teologia, da antropologia e da história. As religiões valem enquanto expressões da vida profunda. A denúncia das suas imposturas e a desconstrução das suas representações insensatas – de que Jesus Cristo foi um mestre incomparável – não podem esquecer os seus imensos recursos, na diversidade das suas formas, para configurar o sentido da aventura humana. Como dizia José Régio, os que falam da religião como alienação suprema – não podem compreender de quantas alienações ela nos liberta. A esperança de que a própria morte é trânsito misterioso para o grau mais evoluído da existência é profundamente humanista.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt;. As lideranças que não assumem a historicidade das expressões e organizações religiosas confundem a fidelidade com idolatrias dogmáticas e não enxergam o anacronismo dos preceitos que não respeitam os direitos humanos. As religiões vivem da comunhão dos tempos, mas, segundo Jesus Cristo, o espírito do vinho novo pede odres novos para não deitar tudo a perder. &lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt; Sem a clarividência e a divina coragem do Papa João XXIII- um velho com sonhos - a Igreja Católica Romana não teria vivido a grande revolução que nenhuma traição ou eclipse poderá apagar. As investigações, colóquios, debates, conferências e publicações em curso, sobre o papel do Vaticano II, vão ter frutos. John W. O’Malley (What Happened at Vatican II) retraçou, de forma exemplar, o que aconteceu, desde o seu anúncio, a 25 de Janeiro de 1959,  até à celebração da sua clausura, a 8 de Dezembro de 1965. Faz reviver, passo a passo, os grandes debates conciliares, o trabalho das comissões e as relações, por vezes difíceis, entre Paulo VI e a Assembleia dos bispos. Mas ao destacar as diferentes correntes que se afrontaram, evita a sua caricatura e as leituras simplistas de uma oposição evidente e renhida, entre progressistas e conservadores.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;É evidente que já não estamos em 1959 nem no ano 2050, mas é precisamente a ruptura e a comunhão dos tempos que exige perguntas básicas. Que representou o concílio para as gerações que o viveram? Que aconteceu para passar a ser ignorado ou silenciado durante décadas? Que fazer agora para que as gerações actuais de católicos - num mundo onde se alargam as desigualdades, cresce a pobreza e se agrava a crise ambiental – assumam, com todos os seres humanos de boa vontade, religiosos ou não, a reconfiguração de um presente que escute as vozes do passado e se abra o futuro? &lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt; O puro actualismo é uma ficção. A história é uma caixa de surpresas. Não temos o mundo com que sonhámos. Por outro lado, o ritmo das mudanças, sobretudo a nível científico e técnico –  com repercussões em todas as áreas, mesmo na religiosa – é tão rápido que, em muito pouco tempo, o que era solução aparece como problema.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Dir-se-á que isto é uma cedência ao relativismo, uma indiferença aos valores perenes. Talvez não. É uma cautela com os projectos megalómanos que esquecem a historicidade da nossa condição humana e, portanto, também da condição da Igreja, que ganhará com uma espiritualidade do provisório. Se uns gostam de rezar, “assim como era no princípio agora e sempre pelos séculos dos séculos”, outros preferem a oração do “pão nosso de cada dia”, recomendada pelo próprio Jesus.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Tomar a sério a inter-fecundidade do diálogo com ateus, agnósticos, com outras configurações religiosas do Oriente e do Ocidente, com outras igrejas cristãs é um imperativo do Concílio. O mistério de Deus e do mundo é maior do que as querelas vãs em que nos perdemos. &lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A importância da família, - com as suas diferentes tradições e as suas metamorfoses - deve estimular a Igreja Católica a repensar as uniões de facto, o casamento civil, o divórcio e o re-casamento. Todas essas situações podem ajudar a Igreja a descobrir mundos que tende a ignorar e situações que precisam de evangelização.&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A teologia dos ministérios ordenados – serviços da comunidade cristã – precisa de ser repensada. Uma doutrina que impede as mulheres de poderem ser chamadas a receber o sacramento da Ordem continua a semear a desordem na Igreja. O documento conciliar Gaudium et Spes - Alegria e Esperança - sobre a Igreja no mundo contemporâneo é, por natureza, provisório. O seu espírito exige uma reencarnação contínua.&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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&lt;p align=&quot;right&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Público&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;, 26 de fevereiro de 2012&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description>
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  <category>reflexões</category>
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  <pubDate>Fri, 02 Mar 2012 15:12:58 GMT</pubDate>
  <title>Um Dia Isto Tinha Que Acontecer.</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
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  <description>&lt;div&gt;
&lt;p class=&quot;ecxMsoNormal&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;ecxMsoNormal&quot;&gt;&lt;span&gt;(por Mia Couto)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/zmcs/fotos/?uid=RbWS2wKtBSkhiHzzMhF6&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B88053fae/10489741_fQyUe.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;279&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;p align=&quot;center&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1.º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Foi então que os pais ficaram à rasca.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer &quot;não&quot;. É um &quot;não&quot; que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja! que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Novos e velhos, todos estamos à rasca.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la. Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Haverá mais triste prova do nosso falhanço?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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  <category>artigos de opinião</category>
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  <pubDate>Mon, 27 Feb 2012 14:54:23 GMT</pubDate>
  <title>Santarém: Adultos foram à catedral pedir publicamente para serem membros da Igreja Católica</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
  <link>http://portonovo.blogs.sapo.pt/578105.html</link>
  <description>&lt;h3&gt;«O maligno conduz à adoração do dinheiro, à ganância, ambição e avareza», bem como à «degradação da sexualidade», afirmou bispo diocesano&lt;/h3&gt;
&lt;table border=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot;&gt;
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&lt;p&gt;Santarém, 27 fev 2012 (Ecclesia) – A catedral de Santarém recebeu este domingo um conjunto de adultos da diocese que manifestaram publicamente a vontade de receberem os primeiros três sacramentos cristãos e serem admitidos na Igreja Católica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os catecúmenos, termo que designa os candidatos aos sacramentos da iniciação cristã, Batismo, Confirmação (Crisma) e Eucaristia, passaram por “um tempo longo de preparação” em que receberam as primeiras noções de espiritualidade e doutrina cristãs, refere o site diocesano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O bispo de Santarém afirmou na missa que “o maligno conduz à adoração do dinheiro, à ganância, ambição e avareza”, à “degradação da sexualidade”, ao “sucesso na vida a qualquer custo”, a uma “vida de fachada, conduzida pela vaidade, pela aparência e ânsia de poder e de domínio”, bem como à “maledicência”, “mentira” e “traição”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;D. Manuel Pelino sublinhou na homilia do primeiro domingo da Quaresma a necessidade de “encontrar espaços para uma escuta mais atenta e frequente da Palavra de Deus, no silêncio e na oração” e frisou que “é preciso aprender a escutar” e a “dar mais atenção aos outros”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O objetivo da “penitência”, que marca o tempo quaresmal, “é a liberdade interior”, &lt;a href=&quot;http://www.diocese-santarem.pt/site/index.php?name=News&amp;amp;file=article&amp;amp;sid=643&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;assinalou&lt;/a&gt; o bispo da diocese sediada 80 km a norte de Lisboa, acrescentando que “livre dos ídolos a vida tem mais alegria, mais luz e encanto, uma paz interior mais profunda”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fim da celebração D. Manuel Pelino iniciou uma corrente de oração pelas vocações, que segundo o &lt;a href=&quot;http://catequese-santarem.blogspot.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;blogue&lt;/a&gt; do Secretariado Diocesano da Catequese decorre até 7 de junho, festa do Corpo de Deus, passando por todas as paróquias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Quaresma é um período de 40 dias, excetuando os domingos, marcado por apelos ao jejum, partilha e penitência, que servem de preparação para a Páscoa, a principal festa do calendário cristão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;RJM&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;ECCLESIA&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description>
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  <category>quaresma</category>
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  <pubDate>Fri, 24 Feb 2012 03:28:38 GMT</pubDate>
  <title>QUEM O DIZ...</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;post hentry&quot;&gt;&lt;a name=&quot;7327773787351046876&quot;&gt;&lt;/a&gt;
&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://tribodejacob.blogspot.com/2012/02/carlo-maria-martini-antes-tinha-sonhos.html&quot;&gt;Carlo Maria Martini: Antes tinha sonhos acerca da Igreja, agora...&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;post-header-line-1&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;post-body-7327773787351046876&quot; class=&quot;post-body entry-content&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;text-align: center; clear: both;&quot;&gt;&lt;a style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-swHeW-YokHc/TzjpwsvGOdI/AAAAAAAAHtA/ZUR7CwOL9L0/s1600/martini-occhi-copia.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-swHeW-YokHc/TzjpwsvGOdI/AAAAAAAAHtA/ZUR7CwOL9L0/s200/martini-occhi-copia.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;178&quot; height=&quot;200&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #ff9900; font-size: xx-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, serif;&quot;&gt;Antes tinha sonhos acerca da Igreja. Sonhava com uma Igreja que faz o seu caminho em pobreza e humildade, com uma Igreja que não depende dos poderes deste mundo. Sonhava que a desconfiança seria destruída; com uma Igreja que dá espaço a pessoas que pensam. Com uma Igreja que transmite coragem, especialmente àqueles que se sentem pequenos ou pecadores. Sonhava com uma Igreja jovem.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, serif; color: #ff9900; font-size: xx-large;&quot;&gt;Hoje já não tenho esses sonhos. Com setenta e cinco anos [fez oitenta e cinco a 15 de fevereiro] decidi-me a rezar pela Igreja.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, serif;&quot;&gt;Cardeal &lt;strong&gt;Carlo Maria Martini&lt;/strong&gt;, Colóquios nocturnos em Jerusalém, pág. 86 (ed. Gráfica de Coimbra 2)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <category>reflexões</category>
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  <pubDate>Thu, 23 Feb 2012 03:18:30 GMT</pubDate>
  <title>Sara Norte e a geração dos morangos estragados</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;title&quot;&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;posttext&quot;&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-image: initial; border-width: 0px;&quot; src=&quot;http://diariodigital.sapo.pt/images_content/sara-norte210212.jpg&quot; alt=&quot;Sara Norte, condenada em Espanha&quot; width=&quot;475&quot; height=&quot;315&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Imagem de &lt;a href=&quot;http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=559662&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sara Norte, foi &lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/Sociedade/exactriz-portuguesa-apanhada-com-droga-em-espanha-condenada-a-16-meses-de-prisao-1534690&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;condenada em Espanha&lt;/a&gt; a dois anos de prisão por tráfico de droga, Sara, que ficou conhecida pela sua participação nas series de televisão Médico de família e Morangos com Açúcar, é só mais um de muitos casos em que a fama precoce antecede a caída no abismo.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A televisão, o dinheiro, a fama, povoam os sonhos de muita gente, inclusivamente de muitos pais, é evidente que uma andorinha não faz a primavera, haverá muita gente que consegue lidar com tudo isto, acredito que por cada Sara Norte, por cada Tiago Fernandes, haverá muitos actores que conseguem viver com a fama e o que esta traz consigo, mas estes casos devem servir para chamar a atenção.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Há pais que começam a levar os filhos aos castings ainda antes da idade de lhes retirarem as fraldas, há quem olhe para a televisão como a saída mais fácil para uma vida sorridente, esquecem que tudo na vida tem um preço a pagar e nem todos estão preparados para enfrentar a realidade. A Fama como a beleza é efémera, e um dia estes adolescentes dão por si a sentir que o seu momento passou, era bom que a família que incentivou e aplaudiu quando se estava na mó de cima, soubesse estar lá para apoiar e encaminhar quando se está na mó de baixo.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Sara é só mais um caso, será talvez o caso mais conhecido até porque é filha de actores, haverá de certeza muita mais gente que vê todos os dias a fama passar e os sonhos a ir pelo cano abaixo, talvez a maioria não caia tão fundo, mas muitos, principalmente aqueles que deixaram tudo para correr atrás da fama, encontram-se de um momento para o outro perdidos numa encruzilhada da qual não é fácil saír.. sem trabalho e sem perspectivas.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por trás de tudo isto, de tantos castings, de tantos morangos, ídolos, reality Shows e programas de caça talentos, há uma enorme industria que vive dos 5 minutos de fama destes jovens, haverá sempre mais Saras e mais Tiagos para sorrir para as câmaras, era bom que houvesse também quem os alertasse para os perigos do caminho que teimam em escolher.....&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Do blogue O que é o jantar&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <category>reflexões</category>
  <category>artigos de opinião</category>
  <category>valores</category>
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  <pubDate>Wed, 22 Feb 2012 14:44:52 GMT</pubDate>
  <title>SEM COMENTÁRIOS</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/zmcs/fotos/?uid=90gMNBZ1sJZt9QbNZeIE&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px;&quot; src=&quot;http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/G1307b4ef/10288139_SwjEm.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;510&quot; height=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>quaresma</category>
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  <pubDate>Wed, 22 Feb 2012 00:22:09 GMT</pubDate>
  <title>CINZAS</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;object width=&quot;320&quot; height=&quot;270&quot; classid=&quot;clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0&quot;&gt;&lt;param name=&quot;src&quot; value=&quot;http://agencia.ecclesia.pt/flash/player.swf&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;flashvars&quot; value=&quot;skin=http%3A%2F%2Fagencia.ecclesia.pt%2Fflash%2Fskin_snel.swf&amp;amp;autostart=false&amp;amp;file=http%3A%2F%2Fagencia.ecclesia.pt%2Fvids%2Fbo%2FQuartaFeiradeCinzas.flv&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowfullscreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot; /&gt;&lt;embed width=&quot;320&quot; height=&quot;270&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;http://agencia.ecclesia.pt/flash/player.swf&quot; flashvars=&quot;skin=http%3A%2F%2Fagencia.ecclesia.pt%2Fflash%2Fskin_snel.swf&amp;amp;autostart=false&amp;amp;file=http%3A%2F%2Fagencia.ecclesia.pt%2Fvids%2Fbo%2FQuartaFeiradeCinzas.flv&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>quaresma</category>
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  <pubDate>Tue, 21 Feb 2012 04:16:27 GMT</pubDate>
  <title>Uma máxima que só alguns sabem</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Um velho cardeal sempre me dizia: &quot;se o Vaticano desmente, quer dizer que é verdade...&quot;.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encontrado num texto, algures na net.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>e esta hein!?</category>
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  <pubDate>Mon, 20 Feb 2012 04:11:29 GMT</pubDate>
  <title>Fala quem sabe</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;«Estou convencido de que quem governa a Igreja pode mostrar um caminho melhor do que aquele que conseguiu mostrar a encíclica &lt;em&gt;Humanae vitae&lt;/em&gt;. A Igreja recuperará assim a credibilidade e a competência. (…) Provavelmente, o Papa não retirará do mapa a encíclica. Mas pode redigir uma nova e até ir mais longe. O desejo de que o magistério diga qualquer coisa de positivo sobre a sexualidade, justifica-se. Noutros tempos, talvez tenha havido demasiados pronunciamentos oficiais da Igreja relativamente ao sexto mandamento. Algumas vezes teria sido melhor que tivesse ficado calada.»&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Cardeal &lt;strong&gt;Carlo Maria Martini&lt;/strong&gt;, &lt;em&gt;Colóquios nocturnos em Jerusalém&lt;/em&gt;, pág. 132 (ed. Gráfica de Coimbra 2)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois de ler a primeira encíclica de Bento XVI, &quot;Deus caritas est / Deus é amor&quot;, que julgo ser o primeiro documento papal a falar de modo positivo do amor eros, pensei que a revogação-na-continuidade da Humanae vitae&lt;em&gt; estava para acontecer&lt;/em&gt;. Depois veio a encíclica sobre a esperança. Mas é melhor não esperar por tal.&lt;/div&gt;</description>
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  <category>reflexões</category>
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  <pubDate>Sun, 19 Feb 2012 14:41:31 GMT</pubDate>
  <title>Tema do 7º Domingo do Tempo Comum - Ano B</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/zmcs/fotos/?uid=Fsq5Q5Nf4J28cNEVkHu9&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px;&quot; src=&quot;http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Ba307d233/10268406_fFz4z.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;405&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966;&quot;&gt;A liturgia do 7º Domingo do Tempo Comum convida-nos, uma vez mais, a tomar consciência de que Deus tem um projecto de salvação para os homens e para o mundo. Esse projecto (que em Jesus se torna vivo, palpável, realmente libertador) é um dom de Deus que o homem deve acolher com fé.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966;&quot;&gt;A primeira leitura fala-nos de um Deus que, em todos os momentos da história, está ao lado do seu Povo, a fim de o conduzir ao encontro da liberdade e da vida verdadeira. Sugere, no entanto, que o Povo necessita de percorrer um caminho de conversão e de renovação, antes de poder acolher a salvação/libertação que Deus tem para oferecer.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966;&quot;&gt;O Evangelho retoma a mesma temática. Diz que, através de Jesus, Deus derrama sobre a humanidade sofredora e prisioneira do pecado a sua bondade, a sua misericórdia, o seu amor. Ao homem resta acolher o dom de Deus, ir ao encontro de Jesus e aderir a essa proposta libertadora que Jesus veio apresentar.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #339966;&quot;&gt;A segunda leitura recomenda àqueles que aderiram à proposta de Jesus que vivam com coerência, com verdade, com sinceridade o seu compromisso, sem recurso a subterfúgios ou a lógicas de oportunidade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padres Dehonianos&lt;/p&gt;</description>
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  <category>liturgia</category>
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  <pubDate>Sat, 18 Feb 2012 04:08:30 GMT</pubDate>
  <title>VIVER NO VATICANO</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
  <link>http://portonovo.blogs.sapo.pt/576490.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, serif;&quot;&gt;O consultor de uma congregação organizou os cinco «não» para se sobreviver na &lt;a href=&quot;http://tribodejacob.blogspot.com/2012/02/walter-kasper-ha-um-estilo-de-trabalho.html&quot;&gt;Cúria&lt;/a&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, serif;&quot;&gt;Não penses.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, serif;&quot;&gt;Se pensas, não fales.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, serif;&quot;&gt;Se pensas e falas, não escrevas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, serif;&quot;&gt;Se pensas e falas e escreves, não assines como teu tome.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, serif;&quot;&gt;Se pensas e falas e escreves e assinas como teu nome, não fiques surpreendido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, serif;&quot;&gt;Lido em Thomas J. Reese, &quot;No Interior do Vaticano&quot;, Publicações Europa-América, p. 197 &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;, serif;&quot;&gt;(Thomas J. Reese é padre jesuíta).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>e esta hein!?</category>
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  <pubDate>Fri, 17 Feb 2012 03:24:15 GMT</pubDate>
  <title>COMO SE AVALIA UM PADRE...</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
  <link>http://portonovo.blogs.sapo.pt/576055.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;post-body&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #808000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;As pessoas falam mal daquele, do outro e daqueloutro padre. Dizem bem deste, do outro e deste outro, pelo menos neste momento. Noutros momentos esquecerão o bem que haviam dito. Geralmente dizem melhor do outro que deste, pelo menos enquanto este estiver por perto. Quando este partir, ou para longe ou para sempre, era um bom padre. Usa-se mais o era que o é, o passado que o presente, para dizer bem de um padre.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #808000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Têm tendência a dizer bem dum padre novo, mas enquanto celebra de forma mais alegre ou aberta. Porque se acaso ousa dizer não posso, já não é assim tão bom. Se diz amén a tudo, não tem personalidade, é fraco. Precisamos um mais forte. Se alterar algum hábito, tira-nos a fé. Se apresentar ideia novas, qualquer dia os santos caem do altar. Se entrar num café é dos nossos. Se entrar habitualmente, deixa de ser nosso para ser como os outros. Se fala com as pessoas é simpático, mas anda mal acompanhado. Se passa muito tempo em casa, não faz nada. E se vai à Igreja menos vezes que o padre antigo, só cá está para levar o dinheiro.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #808000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Os padres velhos são geralmente bons padres no sentido mais solidário que existe. Uns pobres padres. Já não fazem nada. Estragam tudo. Têm vícios. Há quem os abomine. E há quem os desculpe.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #808000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Os padres de meia-idade nem são uma coisa nem são outra. Não costumam ouvir gracejos ou piropos, mas também ninguém lhes dá o benefício da dúvida. São aqueles que aparentam a maturidade que precisamos no nosso padre, mas que já não conseguem engraçar, façam o que fizerem. Já não têm ponta para admirar e começam a cansar. É melhor vir outro antes que este chegue a velho.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #808000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mas o que é um bom padre? Como se avalia?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #808000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Avalia-se pela quantidade de coisas que consegue fazer? Pela quantidade de coisas que consegue que outros façam? Pela forma como reza? Pela forma como faz rezar? Pelas vezes que se vê na rua? Pelas vezes que está em casa? Pelas vezes que vai à igreja? Porque bebe connosco? Porque não bebe? Porque tem personalidade? Porque é simples e humilde? Porque é sábio? Porque é culto? Porque é organizado? Pelas palavras que diz? Pela sua voz? Pelos sorrisos que dá? Pela qualidade da missa? Porque demora muito? Porque demora pouco? Pela sua criatividade? Pelas festas que faz? Pelos pulos que dá? Porque veste bem? Porque é bonito? Porque diz palavras sábias? Porque fala bem? Porque escuta melhor? Porque é novo? Velho? De meia-idade? Ou porque já se foi?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;do Bloque Eu Padre&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <category>reflexões</category>
  <category>desabafo</category>
  <category>sacerdócio ministerial</category>
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  <pubDate>Thu, 16 Feb 2012 09:43:33 GMT</pubDate>
  <title>A Quaresma vem ao nosso encontro</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
  <link>http://portonovo.blogs.sapo.pt/575979.html</link>
  <description>&lt;h1&gt; &lt;/h1&gt;
&lt;h3&gt;A Quaresma faz-nos passar do «deixa andar» e do viver espiritualmente entorpecido ao estado da corda tensa&lt;/h3&gt;
&lt;table border=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot;&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;div class=&quot;imagem&quot;&gt;&lt;a title=&quot;Clique para guardar esta imagem para o seu computador&quot; href=&quot;http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/dldimg.pl?img=tolentino_mendonca_editorial2011.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/gd_imager.pl?img=tolentino_mendonca_editorial2011.jpg&amp;amp;conf=noticia&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class=&quot;legenda&quot;&gt;&lt;span class=&quot;creditos&quot;&gt;D.R.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p&gt;Um dos mais espantosos apelos de Quaresma que conheço não foi assinado por um eclesiástico, nem por um teólogo, mas sim por um poeta. Escreveu-o T. S. Eliot em 1930, três anos após a sua conversão, e deu-lhe um nome austero, sem o cómodo encosto que por vezes é o dos adjetivos: chamou-lhe simplesmente “Quarta-feira de Cinzas”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse poema, dizem-se três coisas fundamentais. Se as soubermos ouvir, percebemos que elas correspondem a caminhos muito objetivos (a mapas pessoais e comunitários) de conversão. E não é esse o desafio da Quaresma, e desta Quaresma em particular?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. A Quaresma vem ao nosso encontro para que nos reencontremos. &lt;/strong&gt;Os traços que o poeta desenha coincidem dramaticamente com os do nosso rosto: damos por nós a viver uma vida que não é vida, acantonada entre lamentos e amoques, sem saber aproveitar verdadeiramente a oportunidade que cada tempo constitui, como se tivéssemos capitulado no essencial, e passássemos a olhar para as nossas asas (e para as dos outros) sem entender já o papel delas. “Esmorecendo, esmorecendo”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. A Quaresma vem ao nosso encontro para nos devolver ao caminho pascal.&lt;/strong&gt; O que é que nos dá o sentido de redenção no tempo? – pergunta o poema. E o poema evangelicamente responde: o sentido de transformação é-nos dado quando aceitamos trilhar um caminho. O que nos permite passar do cerco das coisas triviais à revigoração da fonte, o que do sono nos dá acesso à vigília iluminada da vida é aceitarmos o desafio de nos fazermos de novo à estrada, e à estrada menos óbvia e mais adiada que é aquela interior. A Páscoa é a grande possibilidade de revitalização. Mas é preciso consentir naquela imagem brutalmente verdadeira do profeta Ezequiel: por agora somos mais uma sucata de restos, do que uma primavera do Espírito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. A Quaresma vem ao nosso encontro para que a tensão criadora do Espírito de Jesus redesenhe em nós a vida. &lt;/strong&gt;Interessantes são os verbos que o poeta usa como prece: “que sejamos instigados”, “que sejamos sacudidos”. A Quaresma faz-nos passar do “deixa andar”, e do viver espiritualmente entorpecido ao estado da corda tensa. Aquela que é capaz de avizinhar da nossa humanidade reencontrada a música de Deus.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;José Tolentino Mendonça&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;ECCLESIA&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description>
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  <category>quaresma</category>
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  <pubDate>Wed, 15 Feb 2012 05:16:58 GMT</pubDate>
  <title>Diferenças entre céu e...</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
  <link>http://portonovo.blogs.sapo.pt/575522.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/zmcs/fotos/?uid=j49ldwkZIZYAsmFK3nzO&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px;&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B8e071853/10269338_B2BSz.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;417&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
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&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no&lt;br /&gt;peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou-se. Quando voltou a&lt;br /&gt;abrir os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda meio tonta, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas. Todas&lt;br /&gt;vestindo cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender&lt;br /&gt;bem o que estava a acontecer, a executiva bem-sucedida abordou um dos&lt;br /&gt;passantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Enfermeiro, eu preciso voltar com urgência para o meu escritório,&lt;br /&gt;porque tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida&lt;br /&gt;para cá por engano, porque o meu seguro de saúde é Platina, e isto&lt;br /&gt;aqui está a parecer-me mais a urgência dum Hospital público. Onde é&lt;br /&gt;que nós estamos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- No céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- No céu?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O céu, CÉU....?! Aquele com querubins, anjinhos e coisas assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Exacto! Aqui vivemos todos em estado de graça permanente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar das óbvias evidências, ausência de poluição, toda a gente a&lt;br /&gt;sorrir, ninguém a usar telemóvel, a executiva bem-sucedida levou tempo&lt;br /&gt;a admitir que havia mesmo batido a bota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das&lt;br /&gt;infalíveis técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação&lt;br /&gt;era inaceitável. Porque, ponderou, dali a uma semana iria receber o&lt;br /&gt;bónus anual, além de estar fortemente cotada para assumir a posição de&lt;br /&gt;presidente do conselho de administração da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi aí que o interlocutor sugeriu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Talvez seja melhor a senhora conversar com Pedro, o coordenador..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É?! E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?&lt;br /&gt;- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Assim? (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quem me chama?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A executiva bem-sucedida quase desabava da nuvem. À sua frente,&lt;br /&gt;imponente, segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o&lt;br /&gt;próprio Pedro.&lt;br /&gt;Mas, a executiva tinha feito um curso intensivo de approach para&lt;br /&gt;situações inesperadas e reagiu logo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida e...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Executiva... Que palavra estranha. De que século veio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Do XXI. O distinto vai dizer-me que não conhece o termo &apos;executiva&apos;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima&lt;br /&gt;autoridade ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em&lt;br /&gt;modernas técnicas de gestão empresarial. Logo, com seu brilhante&lt;br /&gt;currículo tecnocrático, a executiva poderia rapidamente assumir uma&lt;br /&gt;posição hierárquica, por assim dizer, celestial ali na organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sabe, meu caro Pedro. Se me permite, gostaria de lhe fazer uma&lt;br /&gt;proposta. Basta olhar para essa gente toda aí, só na palheta e andando&lt;br /&gt;a toa, para perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para&lt;br /&gt;dar um upgrade na produtividade sistémica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pode acreditar, porque tenho PHD em reorganização. Por exemplo, não&lt;br /&gt;vejo ninguém usando identificação. Como é que a gente sabe quem é quem&lt;br /&gt;aqui, e quem faz o quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, não sabemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Percebeu? Sem controlo, há dispersão. E dispersão gera desmotivação.&lt;br /&gt;Com o tempo isto aqui vai acabar em anarquia. Mas podemos resolver&lt;br /&gt;isso num instante implementando um simples programa de targets&lt;br /&gt;individuais e avaliação de performance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que interessante...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um&lt;br /&gt;organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de&lt;br /&gt;perfis psicológicos não consigam resolver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- !!!...???...!!!...???...!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a&lt;br /&gt;definir as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas&lt;br /&gt;factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do&lt;br /&gt;investimento do Grande Accionista... Ele existe, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sobre todas as coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Óptimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing&lt;br /&gt;progressivo, encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de&lt;br /&gt;procedimento, definir o marketing mix e investir no desenvolvimento de&lt;br /&gt;produtos alternativos de alto valor agregado. O mercado telestérico,&lt;br /&gt;por exemplo, parece-me extremamente atractivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Incrível!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É óbvio que, para conseguir tudo isso, teremos de nomear um board de&lt;br /&gt;altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa&lt;br /&gt;assim de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e&lt;br /&gt;mordomias da praxe. Porque, agora falando de colega para colega, tenho&lt;br /&gt;a certeza de que vai concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela&lt;br /&gt;frente vai resultar num Turnaround radical.&lt;br /&gt;- Impressionante!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Isso significa que podemos partir para a implementação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não. Significa que a senhora terá um futuro brilhante... se for&lt;br /&gt;trabalhar com o nosso concorrente. Porque acaba de descrever,&lt;br /&gt;exactamente, como funciona o Inferno...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Max Gehringer&lt;br /&gt;(Revista Exame)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>humor (sem precisar de sexo!!)</category>
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  <pubDate>Tue, 14 Feb 2012 03:11:46 GMT</pubDate>
  <title>OS 10 MANDAMENTOS DO MATRIMÓNIO</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
  <link>http://portonovo.blogs.sapo.pt/575173.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/zmcs/fotos/?uid=pOrrsa0zP7KrdJSMLrz8&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px;&quot; src=&quot;http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Gc2078360/10195416_a2dz4.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;320&quot; height=&quot;173&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;1. Amarás nas suas quatro dimensões&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;- Dimensão afectiva&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;- Dimensão espiritual&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;- Dimensão da amizade&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;- Dimensão sexual&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;2. Respeitarás o teu conjugue&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;O respeito perde-se:&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;- Pela palavra&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;- Pelo silêncio (silêncios que matam)&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;- Pelos gestos: (quando se chega a gestos violentos, acaba-se o matrimónio)&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;3. Conversarás com o teu conjugue&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Saber escutar e falar&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Não é mera tagarelice, mas partilha de tudo o que há no interior&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;4. Gastar-te-ás em detalhes para com o teu conjugue (essa flor, esse gesto, essa palavra que sabes que lhe agrada) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;5. Cultivarás o sentido do humor. &lt;/strong&gt;A vida não é uma comédia, mas também não uma tragédia. É um drama, com coisas boas e más.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;6. Oferecerás ao teu conjugue um dia de passeio por mês, a sós, sem os filhos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;7. Viverás o matrimónio não como uma meta, mas como um caminho.&lt;/strong&gt; Se o consideras uma meta, é como dizer “já cheguei”, então já tudo terminou, canso-me, aborreço-me, apoltrono-me e termino com outra.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;8. Não falarás das ofensas, defeitos e falhas a cada&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;momento.&lt;/strong&gt; O que passou, passou.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;9. Saberás perdoar, inclusivé a infidelidade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;10. Confiarás no teu conjugue&lt;/strong&gt;. Os ciúmes matam o matrimónio.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Estes Dez Mandamentos devem sustentar-se em Deus, caso contrário são muito difíceis de cumprir.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Decálogo para ser fiel:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;1) Reflectir sobre o sagrado do matrimónio aos olhos de Deus.&lt;/strong&gt; É um caminho de realização pessoal e é sagrado porque vem de Deus, e o que Deus quer é sempre bom. É sagrado porque Cristo o elevou à dignidade de sacramento. É o símbolo do amor de Deus à humanidade. É muito proveitoso ler a carta dos Efésios.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;2) Estar disposto a dar e a receber.&lt;/strong&gt; Cada um tem um tesouro que deve estar disposto a compartilhar com o outro, cada um tem características próprias que deve por ao serviço do outro. A mulher é mais intuitiva, generosa, delicada, terna, com mais tacto. O homem é mais pragmático, racional, firme. Mutuamente devem compenetrar-se e complementar-se nas carências de cada um. Há que dar e receber. Se só damos, esvaziamo-nos, se só recebemos, somos egoístas. O amor é dar e receber.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;3) Gastar-te-ás nos detalhes para com o outro.&lt;/strong&gt; O detalhe é a essência, o extracto do amor. “Diz-me que detalhes tens com o teu esposo/a e dir-te-ei como é o teu amor”.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Detalhes que uma mulher pediria ao seu esposo: &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;· Não te queixes por estares esgotado pelo trabalho&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;· Não me interrompas quando estou a falar&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;· Depois de uma discussão, não passes três dias sem me falar, zangado&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;· Não me lembres continuamente as minhas faltas passadas&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;· De vez em quando diz-me que estou bonita e atraente&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;· Durante as refeições, presta-me atenção porque não sou uma parede&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;· Fala-me um pouco do que vais fazer, ainda que seja trivial&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;· Preocupa-te com os teus filhos quando chegas a casa&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;· Colabora nas tarefas domésticas&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;· Nalgum dia especial, leva-me a jantar fora&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;· Dá-me um beijo ao despedir-te.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Detalhes que um esposo pediria à sua mulher: &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;· Enche os meus tempos de descanso com paz e sossego e fala-me dos gastos no momento oportuno&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;· Gasta menos, sê mais económica&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;· De vez em quando elogia-me, elogia a minha carreira pois “o meu triunfo é também teu”&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;· Nunca compares o nosso matrimónio com outros&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;· Sê oportuna quando tiveres de me corrigir e nunca diante dos nossos filhos e amigos&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;· Não te queixes por tudo nem discutas por insignificâncias&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;· Não rejeites sistematicamente os meus programas de televisão, os meus gostos&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;4) Respeitar as características do outro.&lt;/strong&gt; Não podemos mudar as características do outro, pelo contrário, devemos enriquecermo-nos com elas. O outro é diferente de ti, por isso respeita-o. O respeito significa capacidade de perdoar, abertura, não reparar nos defeitos do outro, compreensão. O respeito pode quebrar-se de três maneiras: com a palavra (dura, grosseira, ordinária), por actos (agressão física) ou com gestos (caras largas, desprezos, silêncios eloquentes). Há que saber ver as virtudes do outro e lisonjeá-las.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;5) Evitar discussões desnecessárias.&lt;/strong&gt; As discussões desnecessárias desunem e destroem a harmonia familiar. Não se deve discutir, deve-se analisar. Com as discussões ganham-se aborrecimentos, nervos, maus exemplos para os filhos, idas ao psicólogo ou ao psiquiatra.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;6) Superar o passado para não voltar a antigos episódios de ofensas.&lt;/strong&gt; ”Fugiste, disseste-me, deixaste de fazer, dizia-te”, são frases de censura. O passado há que perdoá-lo com magnanimidade. Sobre o passado deve-se construir um futuro de amor e perdão. Se se fala continuamente das ofensas, a ferida não cura, não cicatriza, continua a supurar e termina com lesões.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;7) Dominar a tendência para controlar, vigiar o conjugue.&lt;/strong&gt; “Que fizeste, com quem estiveste?”. O matrimónio tem de ter como base a confiança no outro. Se continuamente se desconfia do conjugue, se se tem medo da infidelidade, se se vive com zelos, esse matrimónio é um tormento. O conjugue não deve ser nunca polícia do outro conjugue, mas companheiro e amigo.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;8) Cultivar o sentido do humor O bom humor oxigena o matrimónio.&lt;/strong&gt; A vida não é uma tragédia nem uma comédia, é um drama com coisas boas e más. O humor alcança um bom nível de higiene mental. A pessoa sem humor torna-se desconfiada, mal-humorada, susceptível. O bom humor faz crescer o matrimónio em harmonia e paz.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;9) Gratifica o teu esposo/a com um dia azul e cada ano com um bom&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;presente.&lt;/strong&gt; Há que romper com a monotonia, a rotina. Há que sair para passear com a esposa e filhos, levá-los a almoçar fora, oferecer-lhes algo de surpresa, sem ter de esperar por comemorações, aniversários, etc.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;10) Integrar todos os aspectos do amor (afectivo, amistoso, sexual, espiritual).&lt;/strong&gt; Afectivo: o amor afectivo comunica ternura. O que é a ternura? É esse meter-se no estado de ânimo do outro, partilhar esse ânimo. Como é possível que o esposo/a não se dê conta que o outro conjugue está doente, triste? Porquê? A ternura acerca-se da alma para dar compreensão ao outro, é altruísta, é desejo de compreensão, de aceitação do outro. Pelo contrário a sensualidade é egoísta, busca o seu próprio prazer, o seu próprio interesse de gozo. O amor efectivo no matrimónio manifesta-se através de uma carícia nobre, um sorriso. É desinteressado.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Sexual:&lt;/strong&gt; O sexo é um instrumento que Deus criou com duas finalidades: procriar (comunicar a vida) e para crescer no amor, na entrega dentro do matrimónio. Deste modo o sexo converte-se numa linguagem interior profunda com a ânsia de transmitir ao outro o que somos. É a entrega de toda a pessoa, se não se dá isto, é pura satisfação. A pornografia distorce o sentido do sexo.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;O corpo não é um bem de consumo, é instrumento de diálogo profundo de duas pessoas. Freud disse: “todos os males que nos acontecem, vêm-nos por reprimir o sexo” e aconselha dar-se o prazer. É evidente que esta afirmação é errada.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Mas por sua vez a Igreja tem a sua regra sobre a vida sexual a qual deve ser: serena, equilibrada, sã e dentro dos limites da dignidade humana. O sexo dentro do casal, não deve ser o mais importante, o único. Se estas relações começam assim vão por mal caminho já que divinizam, entronizam o sexo. O sexo é um meio para o fim que já explicámos antes. Converter o sexo num fim em si mesmo é um erro.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Amistoso:&lt;/strong&gt; amar o outro como pessoa, respeitá-lo como tal. Encontrar no outro um outro eu com o qual partilhar alegrias, tristezas, consolos, dúvidas. É o amor que se dá ao outro na intimidade da pessoa. Revelamo-nos à pessoa a quem nos damos. Amar o outro buscando, querendo, protegendo, defendendo o bem do outro. O amor de amizade diz: eu quero-te porque és tu, faço-te feliz porque te quero, enquanto que o egoísta diz: fazes-me feliz porque me satisfazes. O egoísmo é o verme do amor. Ter um amigo é ter um tesouro, quem o encontre que não o perca. É um amor firme quando estamos débeis, alegre quando estamos tristes. Cristo é o nosso melhor amigo, logo deve seguir o conjugue com o qual vamos partilhar a nossa existência.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Espiritual:&lt;/strong&gt; Amar o outro porque é filho de Deus, é irmão em Cristo e temos que o amar com as mesmas características do amor divino: com amor de perdão, aberto, que anima, que reparte tudo o que tem, que sabe ver detrás não só o esposo/a mas um filho de Deus. Deus ama a todos com amor espiritual e transmitiu-o à humanidade através de Cristo para que assim possamos amá-lo melhor e amar os Homens por amor a Deus. Este amor aumenta-se com oração e sacramentos. Quem mais ora, mais amor espiritual terá. Se não se dá esta dimensão espiritual, as outras dimensões caem.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;P. Antonio Rivero&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 13 Feb 2012 04:25:17 GMT</pubDate>
  <title>O dinheiro e a educação dos filhos</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;post-body&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;clear: both;&quot;&gt;«Por muito que me esforce, não consigo evitar que a minha casa se encha de coisas inúteis. Quando as vi pela primeira vez — tenho de o reconhecer — não duvidei de que eram necessárias. Com o passar do tempo, pelo contrário, vejo que poderia viver perfeitamente sem ter comprado muitas dessas coisas. O problema é que no momento não me lembro disto. Ou melhor, até me lembro, mas convenço-me de que necessito mesmo daquilo — e compro. &lt;span class=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;br /&gt;«Gostaria, sinceramente, de aprender a comprar com mais sensatez. Ainda mais agora que estamos a viver uma séria crise económica. Há tanta gente a passar necessidades! Gostaria de ter um estilo de vida mais simples, mais austero. No fundo, mais cristão. E ensinar esse estilo de vida aos meus filhos. Dou-me conta de que o excesso de bens estragou-lhes um pouco a educação. A minha mulher pensa o mesmo. E também estamos de acordo em que o exemplo é o primeiro modo de educar. Acho que ainda estamos a tempo de mostrar-lhes na prática que é possível viver melhor com menos coisas».&lt;br /&gt;Palavras de um pai de família que nos fazem pensar. A ideia de consumir com mais ponderação parece estar na mó de cima. Sobretudo em virtude da crise que estamos a atravessar. Muita gente tem o desejo real de controlar melhor as suas despesas. Seria uma pena, no entanto, que fosse somente por este motivo. O consumo prudente não é uma simples medida para economizar — é uma condição fundamental para sermos felizes! Oxalá estas circunstâncias sejam um momento ideal para redescobrirmos isso.&lt;br /&gt;Necessitamos do dinheiro para viver. Disso, ninguém tem dúvidas. Mas identificar a capacidade de gastar com a felicidade é um erro funesto. Uma vida feliz está muito mais relacionada com a qualidade das nossas relações com Deus e com os outros do que com as coisas que tenhamos ou que possamos vir a ter. Para um cristão — e também para qualquer pessoa sensata — não se trata somente de reduzir o consumo, mas de aprofundar em como vai a nossa relação com os bens materiais. Descobrir modos de usá-los como aquilo que são: instrumentos, não fins. Pedir a Deus que o nosso coração não se apegue àquilo que por definição é passageiro e caduco.&lt;br /&gt;O dinheiro não garante a qualidade de vida. Nem garante, evidentemente, a qualidade da educação. Quantas vezes, na educação dos filhos, o problema não é a falta de dinheiro mas o excesso dele? Quantos pais enchem os seus filhos de presentes porque não têm tempo para estar com eles? Talvez a motivação para actuar deste modo seja boa — longe de mim pôr isso em causa! No entanto, não é um modo correcto de educar. Na educação, o tempo não se pode substituir pelo dinheiro nem pelos presentes.&lt;br /&gt;O dinheiro mal gasto estraga a educação dos filhos — e estraga a capacidade dos pais para educarem correctamente. Quantos pais dizem que é preciso ter poucos filhos — um, no máximo dois — para poderem gastar mais com eles e dar-lhes assim uma melhor educação! Mais tarde, dão-se conta de que essa atitude complicou — e muito! — a educação dos seus filhos. Começam a pensar que os filhos teriam sido mais bem educados com menos dinheiro e mais irmãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pe. Rodrigo Lynce de Faria&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;fullpost&quot;&gt;ECCLESIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 12 Feb 2012 04:38:13 GMT</pubDate>
  <title>Tema do 6º Domingo do Tempo Comum - ANO B</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liturgia do 6º Domingo do Tempo Comum apresenta-nos um Deus cheio de amor, de bondade e de ternura, que convida todos os homens e todas as mulheres a integrar a comunidade dos filhos amados de Deus. Ele não exclui ninguém nem aceita que, em seu nome, se inventem sistemas de discriminação ou de marginalização dos irmãos.&lt;br /&gt;A primeira leitura apresenta-nos a legislação que definia a forma de tratar com os leprosos. Impressiona como, a partir de uma imagem deturpada de Deus, os homens são capazes de inventar mecanismos de discriminação e de rejeição em nome de Deus.&lt;br /&gt;O Evangelho diz-nos que, em Jesus, Deus desce ao encontro dos seus filhos vítimas da rejeição e da exclusão, compadece-Se da sua miséria, estende-lhes a mão com amor, liberta-os dos seus sofrimentos, convida-os a integrar a comunidade do “Reino”. Deus não pactua com a discriminação e denuncia como contrários aos seus projectos todos os mecanismos de opressão dos irmãos.&lt;br /&gt;A segunda leitura convida os cristãos a terem como prioridade a glória de Deus e o serviço dos irmãos. O exemplo supremo deve ser o de Cristo, que viveu na obediência incondicional aos projectos do Pai e fez da sua vida um dom de amor, ao serviço da libertação dos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padres Dehonianos&lt;/p&gt;</description>
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  <category>liturgia</category>
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  <pubDate>Sat, 11 Feb 2012 03:50:05 GMT</pubDate>
  <title>DIA MUNDIAL DO DOENTE</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/zmcs/fotos/?uid=GaGKfpo6QiUVPm8tn5mB&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px;&quot; src=&quot;http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Gc7077703/10173737_utkQ9.gif&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;303&quot; height=&quot;295&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>dias mundiais</category>
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  <pubDate>Fri, 10 Feb 2012 04:41:15 GMT</pubDate>
  <title>‘Famílias com esperança’ – projeto e desafio</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
  <link>http://portonovo.blogs.sapo.pt/574211.html</link>
  <description>&lt;h3 class=&quot;post-title&quot;&gt;Atendendo às circunstâncias dos nossos dias e, sobretudo, aos momentos de debilidade em que muitas das famílias se encontram, surgiu, em consonância com a auscultação daqueles problemas, um projeto de resposta, intitulado: ‘famílias com esperança’.&lt;br /&gt;Tem este projeto um espaço concreto: a Moita (paróquia, concelho e, talvez, a sua envolvência sócio-cultural)... embora aberto e, tanto quanto exequivelmente, atento à realidade expectante... &lt;span class=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora possa não trazer grandes inovações, poderá, no entanto, colocar lembranças noutros grupos – sobretudo relacionados com as questões da família, tanto movimentos como iniciativas esporadicamente organizadas – em ordem a sabermos interpretar o mais ousadamente possível os sinais de cada tempo e a necessidades de cada lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;= Linhas do projeto&lt;br /&gt;Partindo do diagnóstico feito às questões relacionadas com a família, o projeto ‘Famílias com esperança’ pretende apoiar famílias carenciadas com crianças até aos cinco anos, envolvendo ainda mães jovens e/ou adolescentes, através da oferta ou empréstimo de bens materiais para bebé e criança, bem como apoio jurídico, moral e espiritual.&lt;br /&gt;Constituem ‘Famílias com esperança’ aquelas pessoas que sentiram a necessidade de dar resposta às carências de determinadas famílias com crianças e com problemas de solução mais adequada.&lt;br /&gt;Bens que podem/devem ser entregues, doados ou emprestados: cama de bebé/criança, alcofa de bebé, banco de automóvel, calçado, roupa, carrinho de bebé/criança, material escolar, descartáveis, etc. Em geral, aqueles bens que ainda se encontram em bom estado e que sobram dos mais pequenos, que, entretanto, crescem... &lt;br /&gt;A forma de participar neste projeto de ‘Famílias com esperança’ pode acontecer através da entrega e doação de bens, empréstimo, bem como através de donativos em dinheiro ou disponibilizando algum do seu tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;= Caridade inventiva e interventiva&lt;br /&gt;Na linha dos ensinamentos do magistério da Igreja católica, este e outros projetos podem inserir-se na perspetiva da caridade inventiva, pois se os problemas são, cada vez mais, diversificados, também as respostas podem e devem ser melhoradas, tendo em conta os desafios de cada tempo, de cada terra e, mesmo, de cada sensibilização aos problemas próprios e alheios.&lt;br /&gt;Temos – urgente, serena e habilmente – de criar novos espaços em que a linguagem da proximidade seja capaz de fazer milagres, pois, do coração atento, surgirão sempre novos sinais de caridade à maneira dos primeiros cristãos... tinham tudo em comum e não havia necessitados entre eles.&lt;br /&gt;- Em cada rua temos de estar mais atentos uns aos outros, respeitando a vida de cada, mas interessando-nos muito para além do mero egoísmo bisbilhoteiro.&lt;br /&gt;- Em cada prédio precisamos de viver mais em consonância – muito para além dos interesses do condomínio ou do controlo do barulho fora de horas – com as pequenas proximidades de vizinhança, dando e recebendo sem nada esperar em troca.&lt;br /&gt;- Se tentarmos resolver os problemas à nossa porta, toda a aldeia, vila ou cidade poderá ser mais harmoniosa, pois do bem-estar de todos também nós colhemos os frutos e do sucesso alheio pode beneficiar cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não resistimos a citar, mesmo que de cor, esse pensamento lapidar do Padre Américo, da ‘Obra da rua’: cuide cada terra dos seus pobres... e teremos menos empobrecidos! &lt;br /&gt;Basta de fazer do Estado o pai – mal-amado, defunto e enterrado – coletivo e social, pois com tal padrasto continuaremos a ser mal-tratados e andaremos em resmungice permamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António Sílvio Couto &lt;br /&gt;(&lt;a href=&quot;mailto:asilviocouto@gmail.com&quot;&gt;asilviocouto@gmail.com&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h3 class=&quot;post-title&quot;&gt;&lt;span class=&quot;fullpost&quot;&gt;ECCLESIA&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;</description>
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  <category>reflexões</category>
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  <pubDate>Thu, 09 Feb 2012 10:52:58 GMT</pubDate>
  <title>NADA de NADA!</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/zmcs/fotos/?uid=562CCOaf4zrfOHPNGaKb&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px;&quot; src=&quot;http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/o2c077a60/10169900_YCGm0.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;527&quot; height=&quot;600&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>humor</category>
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  <pubDate>Wed, 08 Feb 2012 04:09:03 GMT</pubDate>
  <title>Tempo para patriotas, não para cabeçudos</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
  <link>http://portonovo.blogs.sapo.pt/573940.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;posttext&quot;&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/joaotavora/fotos/?uid=zf641NMa7k71hfbcZQqa&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-image: initial; border-width: 0px;&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bab071bf1/10156122_MB6tg.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;450&quot; height=&quot;255&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Muitos portugueses ainda não terão entendido bem a gravidade da situação nacional, e o perigo de bancarrota que nos espreita, menos ainda as consequências de tal acontecimento. Seja qual for o desenlace, o certo é que vivemos uma mudança de paradigma, uma esquina da História, daquelas que inevitavelmente marcarão por muitos anos os manuais escolares do ensino obrigatório. &lt;br /&gt;Agora, virem  os líricos que nos conduziram a esta desgraça liderados pelo herdeiro Seguro, reclamar contra o corte da &quot;tolerância de ponte&quot; do Carnaval, uma festa confrangedora, uma exibição patética de pobreza que algumas autarquias teimam em queimar euros que não possuem, parece-me trágico no mínimo. O mesmo juízo aplico aos que julgam a “&lt;a href=&quot;http://www.dn.pt/inicio/opiniao/editorial.aspx?content_id=2285110&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;medida certa no tempo errado&lt;/a&gt;”: num país em vias de extinção, dependentes por um fio de cabelo dos credores estrangeiros que vão mantendo dinheiro a circular nas nossas caixas de multibanco, numa república sem economia, sem qualquer autonomia energética, sem indústria, agricultura ou pescas, dependente dos outros nos bens mais básicos, que penhora o feriado da independência perante a indiferença geral, estas vozes parecem-me profundamente desafinadas com a realidade. Oh gente, que se lixe o Carnaval, deixemo-nos de cabeçudos, mãos à obra e restauremos Portugal!&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;P.S.:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Hoje o Carnaval, com os seus traços de frivolidade, folgança e luxúria impera em todo o calendário de festividades: a mais radical diversão e toda a espécie de devaneios, fantasias e alienações, encontram-se disponíveis no mercado, todos os dias a todas as horas, para todas as bolsas. Isso explica o patético espectáculo em que caíram estas descontextuadas e incaracterísticas festas, alimentadas e mantidas em desespero por algumas teimosas autarquias. Um confrangedora exibição de pobreza.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Do blogue do Sapo, Corta-fitas&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <category>reflexões</category>
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  <pubDate>Tue, 07 Feb 2012 13:01:06 GMT</pubDate>
  <title>A sociedade das incertezas...</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
  <link>http://portonovo.blogs.sapo.pt/573637.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Todos sabem que Eduardo Lourenço, um dos grandes pensadores do nosso tempo e um dos melhores expoentes da nossa cultura, foi galardoado recentemente com o “Prémio Pessoa”. Não sendo propriamente um católico assumido, bem ao contrário, ouvi-o há tempos afirmar numa rádio, assumidamente, a seguinte mensagem que me permito redigir ao meu jeito: Até ao protestantismo do século XVI e ao racionalismo do século XIX, havia regras de vida, certezas de pensamento, esperança no futuro, consolação nas tristezas e força nas dificuldades. Tudo tinha sentido. Tudo estava explicado. Nesses tempos, os portugueses tiveram força para ir pelo mundo levar a Fé e construíram igrejas por todo o lado. O homem vivia mais sereno e mais feliz: tinha consigo as certezas da Fé… as verdades da religião…e a esperança da eternidade. Quando o racionalismo pôs em causa essas verdades, contestou esses dogmas e fez ruir essas certezas, retirou às pessoas as referências fundamentais e lançou a humanidade numa era de dúvida, de incerteza e de vazio. Pensando bem, que nos deram eles em troca? Nada! Agora, não há certezas…não há verdades…não há Deus…não há nada de verdadeiramente seguro e certo. Estamos condenados ao vazio, mergulhados na incerteza, e somos herdeiros da desesperança. A confirmar estas afirmações, veio um estudo recente dizer-nos que cerca de 25% dos portugueses, incluídos muitos que católicos praticantes, já não acreditam na vida para além da morte. À dúvida metódica dos filósofos, sucedeu depois a dúvida existencial do homem da cátedra e da pessoa da rua. A verdade porém é que, se nos falta esta visão do futuro e esta perspetiva do amanhã, ficamos sem horizonte no viver e sem esperança no morrer. Se perdemos a fé em Deus, Criador, Pai, Amigo e Redentor, e desprezamos a Sua Mensagem e a Sua presença em nossas vidas, ficamos à mercê das opiniões dos filósofos, vamos a reboque dos nossos efémeros instintos, e caminhamos na obediência às nossas pobres veleidades. Se entretanto falharmos na vida e precisarmos de alento e de perdão, quem nos virá ajudar? E quando a nossa saúde se esvair, as nossas vaidades se diluírem, e os nossos anos se aproximarem do fim, o que vai esperar cada um de nós? Uma personagem de Hemingway, perplexa, perguntava a um dado momento: “Agora que não há Deus, quem nos perdoará? Agora que não há Deus, quem nos vai salvar e acolher”? Nós que temos a graça de acreditar em Deus e nas verdades eternas, sabemos de quem viemos, para onde nos dirigimos e por onde devemos caminhar. Nós, os que continuamos a crer e a adorar, sabemos que Deus existe, que Deus nos vê, que Deus nos ama, que Deus nos ajuda, que Deus nos perdoa, que Deus nos espera, e que Deus nos irá acolher um dia como um Pai acolhe um filho que regressa a sua casa. Como nos sentimos bem assim! Para mim, as opiniões dos filósofos não passam de opiniões: só as acompanho por curiosidade intelectual. Ao contrário, as verdades da Fé são a minha certeza profunda, o meu arrimo reconfortante, e o penhor seguro do meu presente pleno de sentido, e do meu futuro cheio de esperança. Dou graças a Deus! E sinto-me bem assim!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resende, 2 de Fevereiro de 2012&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;J. Correia Duarte&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ECCLESIA&lt;/p&gt;</description>
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  <category>reflexões</category>
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  <pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:14:44 GMT</pubDate>
  <title>A velha terrina</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
  <link>http://portonovo.blogs.sapo.pt/572984.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;float: left;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/zmcs/fotos/?uid=TZM1oVr2wNsEEzZO5rwm&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px;&quot; src=&quot;http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/G2707bd54/10160792_RQ51J.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;400&quot; height=&quot;356&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Esta popular e velha terrina, já com agrafos, foi levada de Portugal&lt;br /&gt;para Roma, por expresso&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;desejo de um santo moderno. Ao olhar para ela, pensava na misericórdia&lt;br /&gt;de Deus.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 1972, o Padre Escrivá de&lt;br /&gt;Balaguer visitou Portugal. Na casa onde ficou hospedado, chamou-lhe a atenção&lt;br /&gt;esta rústica terrina de barro com a palavra «amo-te», e já com agrafos por se&lt;br /&gt;ter partido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Gostou imenso dela. Pediu que&lt;br /&gt;lhe deixassem levá-la para Roma. Levantou o tampo, provou um dos pequenos&lt;br /&gt;chocolates em forma de coração com que a tinham enchido e, sorridente,&lt;br /&gt;comentou:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Que doces são os corações&lt;br /&gt;dos portugueses!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta terrina tinha sido&lt;br /&gt;comprada numa loja de velharias, em Coimbra. O comprador, um sacerdote achou&lt;br /&gt;que podia agradar o Pe. Escrivá, fundador do Opus Dei, pois ele falava muitas&lt;br /&gt;vezes da nossa fragilidade e da misericórdia de Deus. O nosso amor a Deus e ao&lt;br /&gt;próximo é frágil como um vaso de barro. Mas Deus, na sua misericórdia,&lt;br /&gt;repara-nos de forma a ficarmos como novos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; As lições da Terrina&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até partir deste mundo, o&lt;br /&gt;fundador do Opus Dei serviu-se da terrina para falar aos seus seguidores. Um&lt;br /&gt;dos seus biógrafos ainda recorda o que ele, um dia, disse:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;«Vistes aquela terrina com&lt;br /&gt;grampos que os meus filhos de Portugal tinham preparado para mim? Uma terrina&lt;br /&gt;de louça, aldeã. Muito simpática. É uma coisa vulgar, mas encantou-me, porque&lt;br /&gt;se via que a tinham usado muito, se tinha quebrado e tinham-lhe posto bastantes&lt;br /&gt;grampos para continuarem a usá-la.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, como adorno,&lt;br /&gt;tinham escrito: amo-te, amo-te, amo-te…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pareceu-me que aquela terrina&lt;br /&gt;era eu. Fiz oração com aquela peça velha, porque também eu era assim: como a&lt;br /&gt;terrina de barro, partida e com grampos. Gosto de repetir ao Senhor: Com os&lt;br /&gt;meus grampos, amo-te tanto! Podemos amar o Senhor mesmo estando partidos.»&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta terrina de barro também&lt;br /&gt;nos ajuda a recordar que somos frágeis como vasos de barro. Mas, sempre quando&lt;br /&gt;ficamos como que em cacos, Deus misericordioso restaura-nos, faz de nós homens&lt;br /&gt;novos, dá-nos um coração novo.&lt;/p&gt;</description>
  <comments>http://portonovo.blogs.sapo.pt/572984.html</comments>
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  <pubDate>Sun, 05 Feb 2012 04:50:58 GMT</pubDate>
  <title>Tema do 5º Domingo do Tempo Comum - ANO B</title>
  <author>Zulmiro Sarmento</author>
  <link>http://portonovo.blogs.sapo.pt/572058.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/zmcs/fotos/?uid=rswwssNskhWMpWgR5gZR&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px;&quot; src=&quot;http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0f072d19/10130172_zS4VH.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;405&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #008000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Que sentido têm o sofrimento e a dor que acompanham a caminhada do homem pela terra? Qual a “posição” de Deus face aos dramas que marcam a nossa existência? A liturgia do 5º Domingo do Tempo Comum reflecte sobre estas questões fundamentais. Garante-nos que o projecto de Deus para o homem não é um projecto de morte, mas é um projecto de vida verdadeira, de felicidade sem fim.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #008000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Na primeira leitura, um crente chamado Job comenta, com amargura e desilusão, o facto de a sua vida estar marcada por um sofrimento atroz e de Deus parecer ausente e indiferente face ao desespero em que a sua existência decorre… Apesar disso, é a Deus que Job se dirige, pois sabe que Deus é a sua única esperança e que fora d’Ele não há possibilidade de salvação.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #008000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;No Evangelho manifesta-se a eterna preocupação de Deus com a felicidade dos seus filhos. Na acção libertadora de Jesus em favor dos homens, começa a manifestar-se esse mundo novo sem sofrimento, sem opressão, sem exclusão que Deus sonhou para os homens. O texto sugere, ainda, que a acção de Jesus tem de ser continuada pelos seus discípulos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #008000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A segunda leitura sublinha, especialmente, a obrigação que os discípulos de Jesus assumiram no sentido de testemunhar diante de todos os homens a proposta libertadora de Jesus. Na sua acção e no seu testemunho, os discípulos de Jesus não podem ser guiados por interesses pessoais, mas sim pelo amor a Deus, ao Evangelho e aos irmãos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padres Dehonianos&lt;/p&gt;</description>
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  <category>liturgia</category>
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