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  <title>Rita </title>
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  <description>Rita  - SAPO Blogs</description>
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    <title>Rita </title>
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  <pubDate>Wed, 17 Apr 2013 22:53:20 GMT</pubDate>
  <title>Angústia</title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Angústia&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt; (latim angustia, -ae, estreiteza, contrariedade, aflição)&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;s. f.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;    1. &lt;span title=&quot;Duplo clique para ver definição&quot;&gt;Estreiteza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;    2. &lt;span title=&quot;Duplo clique para ver definição&quot;&gt;Grande aflição acompanhada de opressão e tristeza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span title=&quot;Duplo clique para ver definição&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span title=&quot;Duplo clique para ver definição&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span title=&quot;Duplo clique para ver definição&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span title=&quot;Duplo clique para ver definição&quot;&gt;Ter o coração nas mãos por não saber de ti, por estares longe, fora do alcance do meu toque.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 01 Dec 2012 23:57:41 GMT</pubDate>
  <title>8</title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;p&gt;Há 8 meses que não escrevo, nem aqui, nem em nenhum lado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta parte de mim, em tempos tão importante, tão crucial, anda parada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Continuam a haver dias em que o formigueiro nasce e nos circuitos neuronais palavras se encadeiam, mas mais do que isso não. Às vezes a poesia reina nesse pedaço de realidade só meu. Outros há em que simplesmente há necessidade, mas não há palavras. Hoje foi simplesmente um ai e tal, bora lá espreitar isto - por vezes é assim que se fazem as melhores escolhas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;8 meses, catano! Já tenho 21 anos, isto esta tudo desactualizado e nem sei se alguma vez alguém verá este texto. Essa é a parte boa de apenas escrever quando o rei faz anos, não há ninguém a espera, ninguém a escutar-nos do outro lado, mas temos na mesma aquela sensação de nos abrirmos ao mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muita coisa se passou. Hoje não sou a mesma pessoa, espero que cada vez mais certa daquilo que sou e para onde vou, daqueles que nunca quero perder, daqueles que merecem tudo o que lhes possa dar, dos meus pontos fracos e fortes. Diferente, mas igual, apenas somente um pouco mais velha choné talvez.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sabe bem escrever assim, sem sentido nem propósito, sem rumo. Escrever por escrever e apenas dizer o que me apetecer. E talvez rimar, para ficar bem e alegrar :P&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espero voltar antes dos próximos 8 meses ;)&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 08 Apr 2012 00:07:48 GMT</pubDate>
  <title>Oh Regina, Stop It Please...</title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;p&gt;Sirvo-me da Música como se de uma refeição se tratasse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tenho o cozinheiro/artista que nos traz alimento para a alma/corpo. Saboreamos, apreciamos, criticamos, repetimos até ficarmos cheios, enfardados... Chegamos a enjoar e não voltamos àquela escolha durante algum tempo. Mas no fim de contas, volta o desejo e tanto os sabores como os sons voltam a encaixar na perfeição daquele sublime momento em que tudo se resumo a desfrutar, devorar, comer, beber, ouvir tudo, sem restar uma única migalha. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois, os artistas/cozinheiros inventaram artimanhas para nos manterem entretidos, os chamados aperitivos. Pedaços de perdição, podeis antes dizer! Aguçam-nos os sentidos sem nos dar o pleno de um prato principal, nem o final estonteante de uma sobremesa. Ficamos parados em suspense até as cortinas abrirem para o próximo acto, como me sinto agora que ouço isto e espero até fim de Maio:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/2CZ8ossU4pc&quot; width=&quot;560&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <lj:music>All The Rowboats - Regina Spektor</lj:music>
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  <pubDate>Sat, 21 Jan 2012 01:07:00 GMT</pubDate>
  <title>Ode a ti</title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;p&gt;Há dias em que penso que não te conheço, que nunca te cheguei a conhecer. Dias em que me esqueço do teu rosto e da tua voz, e daquele abraço que nunca existiu mas eu conseguia sentir. Dias, em que o Mundo se sobrepôs a nós, em que deixámos as coisas andar e não quizessemos perceber e encarar a verdade: não está tudo bem, não é a mesma coisa, não somos iguais ao que éramos à 3 anos atrás.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E doí, e aperta o peito imaginar que isto possa ser o princípio do fim. E doí tanto, oh se doí, pensar em todas as promessas que não chegaram a ser cumpridas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Faz-me falta acordar com um suave bom dia, com aquela doce de força e alento matinal, faz-me falta o carinho e a preocupação, faz-me falta sentir que precisavas de mim, que eu também era um refúgio da vida que tenho sempre ao meu lado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há muito sei que não posso confiar em mim, naquilo que sinto, nos meus estranhos pressentimentos, nos meus exageros, mas é tão forte às vezes o medo que se instala, a sensação de falta de controlo, a impotência. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Saudades de ti, e daquilo que nunca chegámos a dar um ao outro.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 11 Dec 2011 12:54:46 GMT</pubDate>
  <title>O muro</title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;p&gt;  A minha nova teoria diz que nós somos com um muro: por baixo, nos alicerces, estão aquelas pedras grandes, fortes, que são a chave para manter tudo o resto de pé. Depois, seguem-se camadas e camadas de pedras mais pequenas, mais ou menos encaixadas e heterogéneas. Resumindo, quando tiramos/nos tiram uma dessas pedras mais pequenas, os danos não são muito grandes, às vezes nem se notam, e seguimos em frente, com uma pequena quebra. Mas, no entanto, se uma dessas pedras da base sai, nem sempre todo o muro se mantém de pé.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  São raras as vezes que a construção está feita de tal maneira, que a saída de uma dessas pedras de suporte, é colmatada pelas restantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Depois, com o tempo, perfilam-se candidatos: uns não encaixam, outros não têm tamanho suficiente, outros simplesmente não querem a função. E a falha lá continua, talvez mais pequena, talvez alguém já lá tenha deixado o seu testemunho e o buraco seja menor, mas continua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Agora imaginem, o que seria cair outra pedra?&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 12 Nov 2011 01:04:44 GMT</pubDate>
  <title>Devaneios (8)</title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;p&gt;Just close your eyes and imagine that you are yourself.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 12 Nov 2011 00:49:02 GMT</pubDate>
  <title>Shake It Out</title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;p&gt;  O pior da vida é mesmo ter de a suportar: essa criatura que nos arrasta, nos empurra, nos aconchega e maltrata.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Há pequenas coisas que simplesmente servem de gatilho para aquilo que guardamos diariamente vir a tona. E eu tenho escondido tantas, cada vez mais... E as vezes parece que tudo falta, que tudo está longe. Não há dinheiro, as pessoas à nossa volta já não são as mesmas, os risos perdem-se, e os abraços nunca aparecem. Parece que anda tudo tão desencaixado, fora dos carris, como naquele pesadelo que tive em pequena em que ia num comboio e o motorista decidia mudar de linha, como se de um carro se tratasse, e no fim, descarrilávamos e eu acordava.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  E aqui, quando é que nós acordamos?&lt;/p&gt;</description>
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  <lj:mood>Shake It Out - Florence</lj:mood>
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  <pubDate>Thu, 29 Sep 2011 22:17:51 GMT</pubDate>
  <title>New Beginning </title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;p&gt;  Sou demasiado dependente dos outros, ponto final.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  É duro de ouvir e de saber que é verdade, mas é ainda mais difícil de mudar - mas vou conseguir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  20 anos e esta é talvez a lição que à muito sei ser verdade mas não quero encarar. Depois, há momentos em que nos sentimos na lama, em que nos lembramos de todas as bestas que nos viraram a vida do avesso, em que as odiamos e queremos abanar até ouvir alguma desculpa, alguma explicação, em que sentimos que precisamos de falar, mas os de sempre não podem e aparece alguém no nosso caminho e nos dá novas perspectivas, e tudo, volta a ter um rumo depois da tempestade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Agora talvez consiga e ganhe aquilo que as vezes me falta, amor-próprio.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 27 Jul 2011 21:47:00 GMT</pubDate>
  <title>Carros</title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;p&gt;Não, não fui ao cinema e venho falar do filme, mas sim da minha relação com os carros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Talvez por  ser filha única, desde pequena que costumo acompanhar o meu pai nas suas actividades, que em grande parte envolvem carros, camiões, mecânica e afins. Para além disso, sempre andei muito de carro, sendo da praxe cá em casa uma &quot;viagem&quot; ao Domingo, nem que fosse a Castelo Branco, ou simplesmente ver este ou aquele terreno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A minha mãe também conta que quando era pequena, eles chegavam a levar-me a dar uma volta para simplesmente me adormecerem. Ainda hoje é o local onde adormeço com maior facilidade. Deve ser do embalar do movimento, pois do conforto não me parece.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também herdei do meu pai o gosto por carros, pela velocidade, pelas corridas e ralis, pelos Mercedes-Benz, etc. Filho de peixe sabe nadar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por tudo isto, e principalmente porque para poder ganhar alguma liberdade de movimentos e não estar sempre dependente dos meus pais ou transportes, aos 18 tirei a carta. Custou, foi difícil e com várias atribulações, e chato, muito chato, porque tive oportunidade de tudo correr as mil maravilhas e desperdicei-a no último momento, mas não vou agora entrar aqui em detalhes. Já está, já passou e ela já cá canta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E agora, bem, é finalmente aprender a conduzir, pois isso só se aprende na estrada como se costuma dizer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abri há pouco um novo capítulo desta aprendizagem, um que muitas pessoas nunca chegam a ler, nem ninguém quer tocar - acidentes. Pois, é verdade, ainda nem dois anos de carta tenho e pimba, acidente. Com semáforos a mistura e tudo. Pelo menos ninguém se aleijou...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, por vezes dizer isto não serve de consolo, não quando os danos pesam e os tempos são de crise. Não quando o futuro é tão negro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta é mesmo daquelas situações em que digo, penso e sinto que só queria poder voltar atrás. &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 13 Jul 2011 14:51:17 GMT</pubDate>
  <title>20 no corpo</title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;p&gt;Quanto à alma, não sei quantos são...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com isto, estou velha :D mas estou feliz. Sei com quem posso contar, sei que haverá alegrias e tristezas, tempos difíceis e a alturas de puro relax, mas sei que tenho comigo pessoas capazes de me deixarem sempre com um sorriso nos lábios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Obrigado a todos, por tudo.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 08 Jul 2011 23:15:07 GMT</pubDate>
  <title>Devaneios (7)</title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;p&gt;Quando não há mais, a presença basta.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 05 Jul 2011 00:34:58 GMT</pubDate>
  <title>Devaneios (6)</title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;div id=&quot;divartigo&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class=&quot;dolEntradaVverbete&quot;&gt;&lt;span class=&quot;dolEntradaVverbete&quot;&gt;&lt;span class=&quot;dolVerbeteEntrinfo&quot;&gt;&lt;span class=&quot;dolEntrinfoEntrada&quot;&gt;recaída&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;
&lt;div class=&quot;dolDivisaoCatgram&quot;&gt;&lt;span class=&quot;dolCatgramTbcatalt&quot;&gt;nome feminino&lt;/span&gt;
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&lt;tr&gt;
&lt;td class=&quot;dolAcepsNum&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;span&gt;1.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;dolAcepsSubacep&quot;&gt;&lt;span class=&quot;dolSubacepTraduz&quot;&gt;&lt;span class=&quot;dolTraduzTrad&quot;&gt; acto ou efeito de recair&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
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&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;dolAcepsSubacep&quot;&gt;&lt;span class=&quot;dolSubacepTbdom&quot;&gt; MEDICINA&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;dolSubacepTraduz&quot;&gt;&lt;span class=&quot;dolTraduzTrad&quot;&gt; reaparecimento dos sintomas de uma doença que estava quase curada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;dolVverbeteEtim&quot;&gt;(Part. pass. fem. subst. de &lt;em&gt;recair&lt;/em&gt;)&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;dolVverbeteEtim&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;dolVverbeteEtim&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;Dicionário da Língua Portuguesa - Infopédia&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;dolVverbeteEtim&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;dolVverbeteEtim&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;dolVverbeteEtim&quot;&gt;Porque há pessoas que são como drogas...&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 22 Jun 2011 22:16:19 GMT</pubDate>
  <title>Devaneios (5)</title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;p&gt;Detesto sentir que não pertenço a nenhum lado.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 19 Jun 2011 00:48:13 GMT</pubDate>
  <title>Escondida</title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;p&gt;  Por vezes chegamos a um ponto em que percebemos o quanto a vida nos muda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Até há uns dois meses, sentia que a ida para a faculdade tinha sido excelente, muitíssimo boa para mim. Sentia que era mais eu, mais liberta e feliz, mais alegre, com uma facilidade renovada em dar-me com os outros e dar-me a eles. Depois, tudo mudou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Hoje sinto que pouco resta dessa pessoa - talvez alguns sorrisos, algumas gargalhadas - mas muito pouco. Passei uma semana que aquilo que mais senti foi uma enorme dificuldade em manter-me minimamente alegre, em ver as coisas pelo lado positivo. Uma semana onde foram poucas, muito poucas, as pessoas que me fizeram sentir a mesma de há uns meses atrás. Onde está essa Rita? Que foi feito dela? É dos exames, ou algo mais? Voltará?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Cá para mim ela fechou-se num canto e se ninguém a procurar vai demorar a sair.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Tenho tanto medo, principalmente de não me conseguir reconhecer daqui a uns tempos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;                                  do início do próximo ano, que como as coisas serão. Será que alguma vez voltarei a sentir-me tão bem como dantes?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   E apesar de no fundo não ser verdade, não consigo deixar de me sentir sozinha, de sentir que andam todos um pouco fartos de me aturar, esta Rita não tão alegre, sem tanta graça, sempre a tentar desabafar um pouco porque simplesmente sente que não aguenta guardar tudo para si.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 17 Jun 2011 23:29:48 GMT</pubDate>
  <title>Devaneios (4)</title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;p&gt;Adoro quando o modo aleatório&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;lê exactamente o que me vai na alma. &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 16 Jun 2011 22:20:06 GMT</pubDate>
  <title>Mortes e afins</title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;p&gt;  Não, isto não é propriamente um post mórbido, mas venho falar da morte. Opá, porque sinceramente, eu até nem encaro a morte de um modo muito mau, seguindo o meu ponto de vista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Todos morremos um dia, é mais do que certo, por isso, para quê ter medo disso? Não há maneira de correr mal!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Para mim, este é mais um dos estigmas que a sociedade nos impõe, o medo à única coisa que temos certa na vida. No entanto confesso que há uma coisa que me chateia na ideia da morte: é a ideia que de pode não se ter vivido o suficiente antes dela chegar. Isso sim, é que é um problema. Afinal de contas, andamos cá é para viver, não é simplesmente para morrer!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Portanto, no fundo, a morte é uma mera fase da vida, o seu fim. Tudo tem um fim, o que não quer dizer que acabe, pode haver uma mudança de estado, de condições, e o que havia antes deixa de existir e passamos a ter uma nova realidade.  Se virmos bem as coisas, é o que acontece nas relações com as pessoas. Só não nos relacionamos com quem nunca conhecemos. De resto, mesmo que não falemos durante anos e anos, houve algo na nossa vida com essa pessoa, ela fez parte de um pedacinho de nós, deixou a sua marca, as suas recordações, mas depois as coisas modificaram-se, mas, caso haja reencontro não é o mesmo que nunca a tenhamos conhecido, logo, o que era antes acabou e ficamos com algo diferente, que nem aquece nem arrefece, mantendo-se assim até que algo o mude.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Retomando o assunto. Morrer, para quem sente que já viveu o suficiente, costuma-se dizer que é apenas a próxima aventura. Espero encarar assim a morte daqui a uns anos, até lá ando preocupada em viver o máximo pois se há coisa que tenho sempre presente é que podemos morrer em qualquer altura. Olhem que isto não é num mau sentido, até é bom, mantém-me alerta para o que interessa, para aqueles que me rodeiam, e talvez seja uma das causas de quase sempre me dar por completo aos outros. Nunca se sabe quando é que ela chega, essa malandra!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Quero poder um dia hipoteticamente dizer que morri em paz, com tudo aquilo que era mais importante para mim experienciado e vivido, com a consciência minimamente limpa e o coração aberto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Quanto à vida depois da morte, sendo Cristã supostamente acreditaria afincadamente nisso, mas penso que a minha ideia é um pouco diferente dos dogmas. Basicamente, continuamos &quot;a viver&quot; enquanto aqueles que conhecemos ainda vivem e têm recordações de nós, para além disso, não faço a menor ideia, e tenho a declarar que até estou bastante curiosa. Uma coisa é certa, vou obter a resposta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Resumindo, não, quando eu falo de morte assim à vontade não estou com instintos suicidas, simplesmente já matei alguns neurónios a pensar nestas coisas e tento lida da melhor maneira com elas, sem preconceitos. &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 15 Jun 2011 09:45:10 GMT</pubDate>
  <title>Devaneios (3)</title>
  <author>Rita Matias</author>
  <link>http://ritamatias.blogs.sapo.pt/72786.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Estar &quot;pelos cabelos&quot;...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;... uma expressão deveras encantadora.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>devaneios</category>
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  <pubDate>Tue, 14 Jun 2011 22:49:22 GMT</pubDate>
  <title>Cansaço</title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;p&gt;  Já dizia Álvaro de Campos: &quot;O que há em mim é sobretudo cansaço&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Cansaço, esse interminável sentimento/estado de espírito/estado físico, essa ausência de vontade e energia, essa peste que contamina cada célula, cada núcleo, cada átomo, e nos deixa simplesmente... cansados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  De momento, estou assim, cansada da vida, cansada de tentar sempre ver o lado bom das coisas, do optimisto, do realismo, do pessimismo. Da política e de todos os males que ela faz a este meu amado país. Da incompetência, tanto geral como particular. Da ausência, da frieza e da saudade de tempos mais luminosos. Cansada de querer mais do que tenho e não conseguir simplesmente contentar-me. De algumas pessoas, do modo como elas comandam a minha vida, de como eu deixo elas me governarem. Cansada de esperar, de ansiosamente esperar pelo desconhecido e desesperar por não o ter. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Cansada, simplesmente cansada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Talvez seja apenas a falta de energia que estas dores de barriga e cabeça trouxeram a falar através dos meus dedos.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 13 Jun 2011 14:00:06 GMT</pubDate>
  <title>Devaneios (2)</title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;p&gt;As relações tanto nos tornam mais fortes...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;...como revelam as nossas fraquezas.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>devaneios</category>
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  <pubDate>Mon, 13 Jun 2011 11:05:37 GMT</pubDate>
  <title>13/06</title>
  <author>Rita Matias</author>
  <link>http://ritamatias.blogs.sapo.pt/72000.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&quot;Para ser grande, sê inteiro: nada&lt;br /&gt;Teu exagera ou exclui.&lt;br /&gt;Sê todo em cada coisa. Põe quanto és&lt;br /&gt;No mínimo que fazes.&lt;br /&gt;Assim em cada lago a lua toda&lt;br /&gt;Brilha, porque alta vive.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ricardo Reis, Fernando Pessoa &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Os dias 13, apesar de mal afamados, têm sempre algo que se lhe diga, principalmente este de Junho: St. António, Fernando Pessoa e ainda um aniversário na família, já para não falar de faltar um mês, um exacto mês para o meu aniversário. 20 anos... Fogo, pode soar estúpido e banal, mas estou velha. Sinto-me velha, bem mais velha de espírito às vezes, e até acordei com as costas todas torcidas...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  O próximo mês é enormemente minúsculo. É o fim das aulas, é o início dos exames, a oral, a osce... É as saudades e a vontade extrema de descansar. É tudo ao mesmo tempo, e mal dá para respirar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Não queria mesmo acabar o ano assim, mesmo nada. Fico com o coração apertadinho só de pensar as voltas que a minha vida deu nos últimos tempos. E depois, tenho a determinada sensação de que há qualquer coisa mal, qualquer coisa prestes a revelar-se.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Há pessoas à minha volta com problemas bem maiores, com tristezas mais profundas, mas isso não é nem consolo nem fonte de alento, é apenas mais uma facada. Adoro mesmo todos aqueles que me rodeiam, mesmo. Era capaz de praticamente tudo por alguns deles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Só não queria acabar este ano assim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 10 Jun 2011 17:46:14 GMT</pubDate>
  <title>Time to forgive</title>
  <author>Rita Matias</author>
  <link>http://ritamatias.blogs.sapo.pt/71836.html</link>
  <description>&lt;p&gt;  Como tudo aquilo que nos magoa, vamos alterando a nossa perspectiva em diversas fases.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Primeiro foi a surpresa, o espanto. Não acreditamos que aquilo aconteceu, que aquela pessoa nos feriu daquela maneira. Não acreditamos e buscamos incansavelmente uma razão. Ficamos irremediavelmente marcados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Depois, a revolta, a raiva. Simplesmente não aguentamos estar junto da fonte dos problemas, doí demais a mera proximidade. Dado que não percebemos a razão, ainda ficamos mais irritados, esperneando e exigindo que nos expliquem como e porque a nossa vida deu uma volta de 360 graus.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Por fim, o perdão, o conformismo. Tudo fica marcado na memória, e às vezes, ainda vem a revolta. Mas de noite, as lágrimas já não chateiam, e sobretudo, sentimos que estamos prontos para ouvir, abertos a dizer que talvez um dia as coisas voltem ao mesmo, ou pelo menos, a algo semelhante. E mesmo que nada mude, sabemos que aprendemos e crescemos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  É assim que me encontro, no início da última fase. Estou pronta, penso eu de que...&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 09 Jun 2011 22:20:57 GMT</pubDate>
  <title>low battery</title>
  <author>Rita Matias</author>
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  <description>&lt;p&gt;  Fim-de-semana prolongado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Finalmente, mais do que duas noites na minha caminha, mais do que 48h com os meus pais, mais sossego para começar a estudar, e sobretudo, para descansar um pouco. Após uma semana em que me deitei dois dias após as 5 da manhã, quero é uma noite bem dormida. Até aqui nunca tinha sido necessário tais noitadas, nunca até tão tarde... Mais um sinal do degredo que é este semestre e do quanto ele nos mói. O pior é lembrarmo-nos que faltam menos de 3 semanas para a oral de Neuroanatomia e ainda não comecei a estudar, porque pura e simplesmente não tenho tido tempo para pegar em tal, nem força e energia. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  E pensar que só vou poder desfrutar de um dia inteiro sem preocupações lá para os meadros de Julho dá-me um nó no cérebro... Rico aniversário vou ter... Mas agora, só quero aproveitar estes quatro dias, e hoje, não há energia para muito mais do que isto. &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 08 Jun 2011 22:10:55 GMT</pubDate>
  <title>Ai, ai, ai...</title>
  <author>Rita Matias</author>
  <link>http://ritamatias.blogs.sapo.pt/71343.html</link>
  <description>&lt;p&gt;...esta vida dá cabo de mim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Esta vida, este curso, estas pessoas... Que tantas alegrias e dores de cabeça me dão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Definitivamente o estado zen acabou, e como diz o outro: &quot;só faltam 3 semanas, força&quot;. Por mim, acabava amanhã e ficava enterrada nos livros. Sim, que neste momento já anseio pela simples altura em que não há mais nada a fazer a não ser ler, ler e ler... Já não havia aulas, nem trabalhos, nem apresentações, nem nada catano, nada! Simplesmente livro e muita matéria, mas sossegadinha. Que isto de andar de um lado para o outro também não ajuda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Quero 12 horas de sono seguidas, e os miminhos da mamã e do papá, e a minha casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Pelo menos desta vez são 4 dias de fim-de-semana.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 08 Jun 2011 00:02:38 GMT</pubDate>
  <title>Devaneios (1)</title>
  <author>Rita Matias</author>
  <link>http://ritamatias.blogs.sapo.pt/70941.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Sabem o que eu detesto?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E detesto principalmente ser uma delas.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>devaneios</category>
  <lj:music>Rolling In the Deep - Adele</lj:music>
</item>
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  <pubDate>Tue, 07 Jun 2011 20:54:17 GMT</pubDate>
  <title>TPM</title>
  <author>Rita Matias</author>
  <link>http://ritamatias.blogs.sapo.pt/70726.html</link>
  <description>&lt;p&gt;  Hoje até acordei com um humor razoável, mas a evolução ao longo do dia não foi muito favorável. Cá para mim é TPM à mistura com pressão pré-exames, pressão do trabalho semanal, ideia de jantar a ir pelo cano a baixo, e um &quot;dor&quot; de cabeça, que nem doí nem deixa doer, a moer, como se por um lado o cérebro tivesse evaporado, e por outro inchado...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  Além disso, e isto que se segue provavelmente advém directamente da TPM, parece que já não me encaixo em nenhum lado. Sinto que ando feita um cãozinho abandonado a mendigar atenção, e não gosto mesmo nada disso. Se não fossem algumas pessoas isto andava bem pior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  TPM é lixada.&lt;/p&gt;</description>
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