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  <title>starwish</title>
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    <name>starwish</name>
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  <updated>2011-02-25T21:36:13Z</updated>
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    <issued>2011-02-25T21:30:06</issued>
    <title>Anima</title>
    <published>2011-02-25T21:33:59Z</published>
    <updated>2011-02-25T21:33:59Z</updated>
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    <category term="anima"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;A primeira coisa que a Susana notou foi que estava a nascer o sol. A segunda coisa que ela notou foi que a sua tia tinha um daqueles sorrisos que não agoiravam nada de bom. A terceira foi a mala com a sua roupa ao lado da sua tia.&lt;br /&gt;"Tia, porque é que me acordaste?" a jovem tinha a sensação que não ia gostar da resposta.&lt;br /&gt;"Bem Su, tu sabes que eu e o teu tio vamos trabalhar durante os próximos três meses para o pólo norte por isso, nós decidimos que seria uma boa ideia ires ter com o teu irmão e os seus amigos participar naquela viagem a que eles tão a ir!"&lt;br /&gt;"Só podes 'star a gozar...."&lt;br /&gt;"Isso é o que querias agora vai-te despachar, daqui a quinze minutos quero-te pronta para ires passar as tuas férias com o teu irmão!" e saiu dali para fora.&lt;br /&gt;Com um suspiro, a adolescente saiu da cama e foi para a casa-de-banho, agarrando na sua roupa ao passar. Ao entrar na divisão, esta bocejou e esbracejou antes de se olhar para o espelho. O seu reflexo era a de uma rapariga de 15 anos, cabelo castanho até aos ombros, com madeixas um pouco para o arruivado, olhos de um cinzento tempestade que mudava de tonalidade dependendo do seu humor. O cabelo, presentemente, parecia um ninho de ratos e ela até tinha medo de tentar penteá-lo. Tomou rapidamente um duche e vestiu os interiores, uma T-shirt verde de algodão, calças de gangas meio esburacadas e umas sandálias pretas.&lt;br /&gt;Regressou ao seu quarto e viu que a mala já estava pronta com tudo o que ela necessitaria em termos de vestuário... se houver lavagem onde quer que ela fosse. Agora só faltava entertenimento e para isso, agarrou na sua fiel mochila (que partilhou 3 anos dolorosos a aguentar com os livros e cadernos da sua ex-escola) e pôs lá dentro as suas coisas de desenho, a sua psp e seus derivantes (jogos e carregador), dois livros e, claro, o must para a maioria das adolescentes, o telemóvel.&lt;br /&gt;Com um outro suspiro, Susana agarrou nas suas coisas e foi para a sala onde os tios já esperavam. "Estás 5 minutos atrasada Su... Ai Deus, que fiz eu de mal a educar esta pobre criança..." uns movimentos de braços de braços em desespero a gozar da mulher fê-la rolar os seus olhos.&lt;br /&gt;"Evita tia, evita"&lt;br /&gt;O tio deu uma gargalhada e disse "Bem, espero que te divirtas com o teu irmão e os seus amigos na sua 'tour'" com isto ele deu um beijo à mulher e um aceno à rapariga e foi-se embora.&lt;br /&gt;"O tio não vinha connosco?" questionou Susana&lt;br /&gt;"Nope, ele vai ter de trabalhar. Agora levemos estas malas para o carro." Um outro suspiro da jovem e assim o fizeram.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;-----&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encontrei este pequeno texto e não sei se devia continuar ou não.... oh bem, depois decido.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-24T23:01:53</issued>
    <title>Stupid love drabble :P</title>
    <published>2011-02-24T23:13:14Z</published>
    <updated>2011-02-24T23:13:14Z</updated>
    <category term="drabble"/>
    <category term="love"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Olhos verdes olharam para aquele à sua frente, surpresa óbvia neles. O queixo quase chegava ao chão e ela fitou-o sem palavras, o cérebro dela ainda a tentar registar a pergunta, &lt;em&gt;afirmação&lt;/em&gt; dele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"O... o quê?" conseguiu, por fim, perguntar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele tirou os olhos do chão, fechando-os, respirou fundo e olhou para os olhos dela. "Gosto de ti. Muito." e as bochechas ficaram vermelhas "N-não muda nada se não quiseres quer dizer isto é confuso e, bem, tipo, olha esquece foi es-" o discurso foi interrompido quando ele sentiu lábios contra os seus. Ele pestanejou surpreendido e separaram-se. Agora era ele quem a olhava embasbacado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Irra, se te calasses por um segundo entendias que também gosto de ti. Porque raio demoraste tanto tempo?!"&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O rapaz piscou os olhos e encolheu os ombros "Nunca ouviste dizer que quanto maior a espera melhor a recompensa?" um sorriso enfeitou-lhe a face.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Gosto mais das coisas na hora... e tira-me esse sorriso daí!" e beijou-o. Mesmo no meio do beijo ela sentiu que o sorriso nunca desaparecera completamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;----&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hey, o título disse que era estúpido.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-15T14:01:25</issued>
    <title>Falling</title>
    <published>2011-02-15T14:05:13Z</published>
    <updated>2011-02-15T14:05:13Z</updated>
    <category term="dream"/>
    <category term="short story"/>
    <category term="fear"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Abriu os olhos azuis para a escuridão e pestanejou-os lentamente para verificar a área em volta, a tentar reconhecer algo. Não conseguia ver nada em redor e, curiosa, olhou para as mãos dela. Estavam nítidas e contrastavam com o fundo negro, quase que se podia dizer que brilhavam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hesitantemente, deu um passo em frente (trás, lado, cima, baixo?) que foi seguido por outro e assim sucessivamente, cada um mais seguro que o anterior. Ela observou fascinada as pequenas linha de luz que apareciam a cada passo dado, como o agitar das águas, a pequena ondulação que aparece quando se manda um seixo à água. A única razão pela qual ela não pensou que estivesse a andar em liquido foi por os pés descalços dela não estarem molhados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Andou por um bocado assim (Segundos, minutos, horas? Quem sabe.), entretida pelo o 'ondular' do chão, até que estacou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De repente teve a necessidade de ter alguém perto de si, um apoio que a ajudasse a sair do meio da escuridão sufocante onde estava, alguém para se livrar do peso da solidão que se instalou nela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chamou um único nome, o único que se lembrava no momento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Virou-se e sorriu de alívio quando o viu, a poucos metros de distância. Começou a andar na direcção dele e foi para agarrá-lo quando ele desvanece, a mão dela a agarrar ar. Arregalou os olhos, sabendo que esteve quase a agarrá-lo, quase a sentir a presença reconfortante dele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela engoliu em seco quando sentiu a escuridão a piorar, tentáculos de solidão a querer apanhá-la e arrastá-la para onde quer que fosse. Gritou de susto quando os sentiu e deu involuntariamente um passo atrás... e caiu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não havia nenhuma base onde se pudesse equilibrar, onde o pé ganhasse apoio. No momento em que não encontrou chão ela soube que ia cair. Antes de começar a queda ela gritou novamente mas desta vez aquele nome da pessoa que lhe era tão importante que faria tudo o que pedisse. E à frente dela ele apareceu, mão esticada a tentar alcançá-la, a gritar o nome dela, o pânico a colorir-lhe a voz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mão dele fecha-se....&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;mas falha o pulso e a mão por milímetros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dois pares de olhos trancam o olhar e foi como se o tempo parasse. Fitaram-se, os olhos de ambos reflectindo perfeitamente o que sentiam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E o momento despedaçou-se como vidro e ela cai.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;-----------^^-----&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A jovem engole o precioso ar como se o tivessem cortado. Entre as golfadas desesperadas dela, murmura um nome.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um jovem entra no quarto, olha para a figura semi-consciente na cama e tenta acalmá-la. A pele está quente sobre os seus dedos e ele pega numa pequena toalha, encharcada de água fria, e põe-la na testa da rapariga que o agarra, como que a medo que ele vá desaparecer, choraminga febril a escapar-lhe dos lábios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Shh, shh, está tudo bem. Não vou sair daqui... shh." Disse o jovem, observando-a preocupado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Não vás.... por favor.... não vás..... não me deixes…. Não me deixes cair…."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;--------------&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alguém sabe a tradução portuguesa de 'whimper'? É que choraminga não me parece certo.... (sim, eu sou ao contrário. Algumas palavras só me lembro em inglês -.-)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E sim, deu-me na travadinha escrever isto :P&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-13T23:14:20</issued>
    <title>Plaquinha!</title>
    <published>2011-02-13T23:16:22Z</published>
    <updated>2011-02-13T23:17:34Z</updated>
    <category term="plaquinha"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img src="http://i53.tinypic.com/2qd4qe0.jpg" border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" width="488" height="357" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Andrusca fizeste o comentário 50 XD&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tentei o meu melhor.... ^.^;;;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-13T22:42:13</issued>
    <title>Dia dos namorados - Prendas</title>
    <published>2011-02-13T22:47:20Z</published>
    <updated>2011-02-15T14:07:58Z</updated>
    <category term="poema"/>
    <category term="dia dos namorados"/>
    <category term="love"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Podes tentar oferecer&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um milhão de rosas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas irei-te ignorar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso é para as vaidosas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Peluches com corações&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;não aceito por várias razões&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma delas até pode ser&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não gosto de coisas pirosas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se tudo o que me ofereceres&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;for um beijo cheio de paixão&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sorrirei e te abraçarei&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contigo então ficarei&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;--------&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já vou adiantada mas vou já postar XD... é um bocado mais amoroso do que escrevo normalmente mas pronto...&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-13T20:02:37</issued>
    <title>Insónia </title>
    <published>2011-02-13T20:25:29Z</published>
    <updated>2011-02-13T20:25:29Z</updated>
    <category term="sleepless"/>
    <category term="short story"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Inútil e estúpido. Read at your own risk.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;------------------&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cama ilude as pessoas às vezes. Ela e a almofada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estão cheias de promessas de bons sonhos e descanso mas elas mentem ocasionalmente, torturando os ocupantes cansados que tudo o que querem é dormir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;'Yup, insónia é uma bitch.' pensou a jovem, esmurrando irritada a sua almofada que se manteve impávida e serena, quase como que ridicularizando-a com sussurros de descanso que ela realmente desejava.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Odeio-te." disse ao inocente objecto inanimado que se manteve silencioso&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela suspirou desanimada. Por muito giro que fosse esmurrar, insultar e acusar a sua almofada de ser a causa da sua insónia súbita, isso não a iria ajudar a adormecer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com outro suspiro, saiu da cama e calçou as sua pantufas cor-de-rosa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi beber um copo de leite quente mas ela rapidamente apercebeu-se que não deu efeito nenhum. Por alguns segundos ainda brincou com a ideia de se despachar do relatório de Biologia para passar o tempo. No entanto, descartou-a. Não estava assim tão desesperada ainda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Decidiu voltar para a cama e ficou a contar carneirinhos. Quando chegou ao carneirinho número 1162 (que era muito parecido com os carneiros números 1000, 272 e 20) desistiu. Ela pôs a almofada na cara e deu um grito surdo de frustração.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Estúpida almofada fofinha e cama quentinha e parvo do João Pestana que hoje não decidiu vir e...." a jovem parou de resmungar, pestanejou umas quantas vezes e, quando a mente registou o que estava a fazer, murmurou "Boa, até começo a falar sozinha...."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como a dos carneiros não resultou ela optou por outra táctica: Contar Zack Effron's!.... Parou quando chegou ao Zack Effron número 659.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A culpa é vossa sabiam?" acusou novamente os objectos inanimados, finalmente conformada que não iria dormir naquela noite (Não a impediu de esmurrar a almofada outra vez).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Odeio-vos." e com isso levantou-se e foi acabar o relatório que tinha por terminar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;-----&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;-.-;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pois......... não tenho desculpa. Apeteceu-me criar algo relacionado com insónia. Infelizmente, foi isto.&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:starwish:3138</id>
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    <issued>2011-02-11T21:20:57</issued>
    <title>Change</title>
    <published>2011-02-11T22:12:20Z</published>
    <updated>2011-02-13T00:46:28Z</updated>
    <category term="short story"/>
    <category term="love"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Tudo muda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As pessoas, os sítios, tudo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A jovem olhou em volta, à procura de uma pessoa entre centenas de passageiros que se reuniam com a família, amigos, sócios ou que estavam sozinhos, ansiosos de ir para onde queriam ir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma pessoa acenou-lhe e ela reconheceu uma das suas melhores amigas e de quem estava à procura, uma das poucas com quem falava (quando conseguia) mais que duas vezes por ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outros conhecidos estavam lá e entre cumprimentos, abraços, sorrisos, os 'Tudo bem? e 'Então as novidades?' ela notou nas diferenças. Estavam todos mais velhos, uns com voz mais grossa ou aguda, outros altos ou baixos, musculados ou gordinhos, mais alegres ou silenciosos do que se lembrava. Estavam &lt;em&gt;diferentes&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foram todos para um café que, apesar das diferentes cores e diferentes empregados, reconheceu como um dos pontos de encontro favoritos para se encontrar com o grupo antes de ir para o Japão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"O que vai ser?" perguntou uma das empregadas, bloco digital nas mãos, pronta para os pedidos. Cada um pediu a sua bebida de escolha: cerveja, imperial, café, sumo...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Chá verde." respondeu e com um assento de cabeça, a empregada foi buscar os pedidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Pensava que não gostavas do sabor disso?"&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela encolheu os ombros "Mudei de opinião."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O resto do tempo foi passado com brincadeiras, sorrisos, risos e as novidades. As conversas mudaram também reparou ela. Já não eram sobre os mais giros ou giras da turma, sobre aquela nova música dos não-sei-quantos, sobre os exames e os testes e os professores. Agora eram sobre os empregos, sobre os chefes e os colegas, sobre a politica e sobre os namoros dos outros que lá não estavam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ambiente também mudara. Antes de ir para o Japão, ela não hesitaria em dar um abraço apertado e um beijo na bochecha a qualquer um deles repentinamente. Agora isso não havia aquela vontade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto uma delas estava a falar dum dos namoros, a jovem olhou para a janela mesmo a seu lado enquanto bebia o chá, notando no sol bem no alto, a espalhar a grandiosidade do Verão pela cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma pessoa passou. Tinha olhos azuis  e cabelo castanho claro curto. Estava mais musculado e alto. Ele passa sem olhar e ela volta a sua atenção à conversa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O chá estava frio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;---------------&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dias transformaram-se em semanas e estas arrastaram-se a meses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Às vezes o grupo todo se encontrava no café, outra vezes era só um ou dois que estavam disponíveis, outras era só ela, a beber o chá verde, sempre na mesma mesa, no mesmo sofá (pois porque lá não eram cadeiras), pela mesma hora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um desses dias, ela bebia o chá quando ouviu as gotas grossas da chuva contra a janela. Olhou para a cena com a bebida entre as mãos para mantê-las quentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ouviu passos a aproximarem-se da mesa e alguém a sentar-se no sofá da frente mas não tirou os olhos da chuva contra a janela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empregada vem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Uma bica." pede uma voz mais grossa do que se lembrava mas ela não ficou surpreendida. Tudo tinha mudado, inclusivamente ela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ficaram em silêncio, cada um com a sua bebida. Ela continuou a observar a chuva enquanto que ele a observava.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Chegaste há uns meses não foi?" começou o jovem. Ela não olhou para ele mas acenou com a cabeça. "Como foi Japão?" recebeu um encolher de ombros. Ele continuou a fitá-la "Estás sempre aqui a esta hora não estás?"&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A questão fê-la trancar os seus olhos verdes com os azuis dele "Reparaste?"&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um pequeno sorriso "Seria difícil não reparar quando passo por esta rua todos os dias, mesmo à frente do café."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cara dela mostrou surpresa antes de ser trocada por uma expressão neutra "Então como vai tudo com a Susana?" tentou dar um ar casual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desta vez foi ele que desviou o olhar do dela e começou a brincar com a colher do café "Acabámos."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A sério? Mas ouvi dizer que estavam perfeitos..."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Heh.... ela não era quem queria." voltou a olhá-la nos olhos "Desculpa..." murmurou, totalmente sério.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela fitou-o "Já foi há anos. Ia para o Japão.... era o mais lógico..."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele vergou-se sobre a mesa "Não mudaste muito...." comentou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao ver a expressão confusa dela ele continuou, levando o seu olhar para a chuva "Sempre adoraste ver a chuva a cair."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela sorriu "E tu adoras o cheiro a café não é? Só que agora também bebes...." inclinou-se sobre a mesa também até ficarem com os narizes quase a tocarem-se.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"E tu sempre gostaste do sabor...." sussurrou o jovem, incitando-a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Já algum tempo que não saboreio bom café...." olhavam-se nos olhos e eram só os dois. Ela aproximou-se um bocado mais até os lábios se encontrarem e os dois pares de olhos fecharem. O sabor a café era forte nele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Separaram-se.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Aquele foi o pior erro da minha vida...." admitiu&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Então teremos de rectificá-lo não achas?"&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E os seus sorriso eram idênticos de quando eram mais novos. Estavam mais velhos, com gostos ligeiramente diferentes tal como hábitos e tinham muito mais conhecimentos.... mas o sentimento perdurou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A chuva caía a réu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tudo muda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As pessoas, os sítios, tudo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Excepto, às vezes, os sentimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;**********************************&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pronto. Tentei fazer romance e isto aconteceu....&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-09T21:55:52</issued>
    <title>Pandora 3</title>
    <published>2011-02-09T22:15:54Z</published>
    <updated>2011-02-09T22:17:30Z</updated>
    <category term="pandora"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Os ténis mal tocavam no chão com a velocidade com que corria. Ignorou os pulmões que gritavam para parar e recuperar o fôlego tal como o cansaço nas pernas que lhe rogavam descanso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os raios do sol batiam na cidade bem alto e foi por causa desse indicador que sabia que era provavelmente meio-dia, uma hora e que o trânsito iria piorar. Engoliu em seco, nunca parando por nada, sempre a tentar evitar atropelar alguém com a pressa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não olhou para trás mas nem precisou. Conseguia sentir que estava no meio do jogo do gato e do rato e que perder não teria boas consequências.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deixou uma asneira escapar-se dos lábios quando viu a fila de carros, nas quatro vias, sem nenhuma abertura por onde pudesse passar, e dar a volta era demasiado arriscado nesta altura. Por isso, fez o que pareceu mais sensato na altura. Sem parar, deslizou o corpo pelo capô do carro, surpreendendo vários condutores entre os quais haviam uns que não tinham problemas em praguejar a altos berros. Vagamente ouviu alguém a gritar que já não havia boa educação nesta juventude.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mal pôs os pés na calçada, já corria desalmadamente, desviando-se das pessoas o melhor que podia sem abrandar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chegou a uma zona praticamente deserta e virou. Só depois é que viu que era um beco sem saída. Parou repentinamente, escorregando um bocado pela gravilha e usou uma das mãos para se equilibrar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Observou a área em volta, com as costas para o fundo do beco, sempre na mesma posição. Ainda pensou em tentar fazer um sprint e ver se se conseguia escapar mas o seu instinto dizia para ficar como estava e, como já aprendeu da pior maneira, o seu instinto tinha a tendência de acertar nestas coisas (só nunca no euromilhões). Decidiu ficar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Subitamente, um punhal foi atirado na sua direcção. Devido à posição, facilmente evadiu o projéctil (que se foi espetar na parede do beco) rebolando para o lado. Rapidamente se pôs em pé, numa posição defensiva, sentidos alerta para tudo fora do normal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um sorriso hesitante apareceu nos lábios e decidiu começar a luta inevitável a dizer:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Que tal acabarmos com isto depressa? É que tenho de estar em casa em breve."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;---------&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;...Não tenho nada a acrescentar....&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-07T20:06:49</issued>
    <title>Trapped</title>
    <published>2011-02-07T21:16:37Z</published>
    <updated>2011-02-07T21:16:37Z</updated>
    <category term="trapped"/>
    <category term="ideia"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Vou já avisar que isto tem sangue e é uma experiência...... eu não me responsabilizo por nenhumas imagens que tenham :P&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;------------------------------&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A lua cheia observava a cidade, a luz a iluminar o caminho a alguns que estavam a tentar chegar a casa antes dos criminosos decidirem sair.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma rapariga olhava a porta à sua frente, mão na maçaneta. Era estranho estar a ver aquela porta que lhe era tão conhecida mas que agora parecia-lhe estranha. Verdade que agora a normalidade lhe pareça um sonho tornado realidade também....&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abriu-a e entrou na casa, ignorando a mancha que ficou onde agarrara. Estava escura e silenciosa e ela teve de pensar se era a mesma casa que queria duas vezes pela falta de seres vivos. De uma certa forma, estava agradecida por não ver ninguém, por outra, estava preocupada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ligou o interruptor, piscando os olhos várias vezes para se habituar à luz, e foi até ao calendário. Pestanejou de surpresa quando viu que era Novembro. 'Seis meses....' pensou e observou os rabiscos nos dias anteriores, cheios de sítios e números e não conseguiu evitar o sorriso fraco e triste de lhe aparecer "Desculpem..." murmurou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Decidiu recomeçar a andar até olhar para a cozinha 'Se calhar devia comer-'&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;-&lt;em&gt;o grito de dor quase irreconhecível, o cheiro a carne queimada, a pegarem-lhe na mão para longe daqueles guinchos e sangue, por cima de corpos-&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quase que não chegou a tempo à casa de banho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O estômago contraiu-se mesmo quando já nada mais tinha para vomitar deixando-a com o sabor ácido na boca e a mistura de cheiros que lhe fez ficar tonta. Quando o estômago se acalmou, puxou o autoclismo e levantou-se um bocado tremida, apoiando-se no lavatório. Distraidamente olhou para o reflexo dela no espelho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Olhos cor de mel contrastavam com o sangue na cara que também cobria o cabelo habitualmente castanho claro com madeixas loiras dando aparencia de cabelo castanho escuro com nós que ela tinha a sensação nunca iriam sair. As roupas estavam rasgadas e encharcadas de tal maneira que nunca iriam ser recuperadas 'De qualquer maneira, nunca mais as iria vestir.' acrescentou, olhos enevoados de emoções e memórias que não queria rever.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quase automaticamente, para relaxar, ela entrou no duche assim e ligou a água que desceu gelada pelo corpo. A água que ia para o esgoto estava vermelha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ficou debaixo da água durante algum tempo. Minutos ou horas ela não sabia. O tempo deixara de fazer sentido onde tinha estado e o relógio biológico dela iria demorar algum tempo a voltar ao normal 'Isso é, se voltar...'&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Saiu de lá e cambaleou ao longo do corredor e das escadas até entrar num quarto - no quarto dela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vagamente ela sabia que não era boa ideia adormecer encharcada como ela estava mas o seu lado recional pareceu ter ido tirar férias bem longe, deixando-a com o lado que lhe dizia para ir dormir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Caiu na cama exausta, já a dormir antes da cabeça tocar na almofada.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-06T22:49:50</issued>
    <title>Pandora 2</title>
    <published>2011-02-06T22:55:08Z</published>
    <updated>2011-02-06T22:55:08Z</updated>
    <category term="pandora"/>
    <category term="short story"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Combinações de números, letras e símbolos navegavam pelo ecrã a velocidades tremendas que o normal olho humano não conseguiria acompanhar a não ser que soubesse o que se procurava.&lt;br /&gt;Códigos informáticos  rapidamente traduzidos no cérebro daquele que trabalhava no portátil, peças do puzzle a encaixar-se, a tentar ganhar o jogo arriscado onde se tinha metido, os dedos a voar pelas teclas sem um olhar na sua direcção com olhos concentrados na procura do objectivo pela qual lá estava, raramente pestanejando para ver se nada perdia.&lt;br /&gt;A busca da entrada do labirinto era acompanhada pelo som das teclas do teclado, um parque de diversões para as suas mãos do qual nunca parou de gostar. Uma falha foi encontrada nas fortaleza supostamente impossível de penetrar e um sorriso satisfeito dançou-lhe nos lábios por breves segundos até lá entrar onde a expressão ficou séria, com os riscos a aumentarem. Um erro mandar-lhe-ia para a prisão ou pior.&lt;br /&gt;Os dedos começaram a martelar nas teclas ainda mais rapidamente, a atenção fora redobrada com os músculos tensos em expectativa, prontos para desligarem a internet ao mínimo sinal de ter sido descoberta a sua intrusão (vagamente, um lado irritante da sua mente que decidiu divagar, comentou que se notassem que tinha entrado passaria de um jogo de escondidas a um da apanhada.).&lt;br /&gt;As sequências estranhas a quem não souber continuavam a percorrer o ecrã de um lado para o outro. Subitamente encontrou os ficheiros que queria e fez download. A espera foi tensa, sempre com o dedo pronto para carregar no off do router e com os olhos pregados ao ecrã no caso de alguém ter reparado.&lt;br /&gt;Quando o download acabou deixou um suspiro de alivio escapar-lhe. O teclado voltou a ser atacado e apagou qualquer rasto que pudesse levá-los ao seu portátil pessoal. &lt;br /&gt;O router foi posto a descansar e outro suspiro escapou-lhe, desta vez seguido de um sorriso vitorioso que se alastrou pela boca e que se conseguia ver nos seus olhos.&lt;br /&gt;Decidiu abrir os ficheiros naquele momento e o sorriso foi trocado por uma expressão de confusão e depois de surpresa horrorizada.&lt;br /&gt;"Isto não é bom..."﻿&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;-----------&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pois...... estava a tentar fazer algo ligado à informática e saiu-me isto -.-;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-04T21:22:29</issued>
    <title>À tua espera</title>
    <published>2011-02-04T21:25:46Z</published>
    <updated>2011-02-04T21:25:46Z</updated>
    <category term="poema"/>
    <category term="à tua espera"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Entre a terra e o mar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vou-te esperar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui à beira-mar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estando ao luar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espero por ti&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A navegar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelas montanhas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vou cantar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cantar para as flores&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que desabrocharam&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com muito amor&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Elas também cantaram&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para mim&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E para ti&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ouve-me, por favor,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não fiques calado,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Meu amor!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O barco está molhado&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sem o teu calor&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fiquei frágil&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como uma flor...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não sei o que pensar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E não sei o que fazer&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E por ti vou esperar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E não vou morrer&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De Noite já é&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E aqui eu estou&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;À tua espera&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ficar, eu vou!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chega depressa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que não páro de sonhar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui no barco&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que está a navegar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas à tua espera&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vou ficar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até... tu chegares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;-------&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estive a ver os meus antigos textos e encontrei os meus primeiros poemas. Escrevi isto no sexto ano, depois de ver um filme (não me lembro qual) e decidi postá-lo X3&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-02-03T20:36:25</issued>
    <title>Pandora</title>
    <published>2011-02-03T21:07:32Z</published>
    <updated>2011-02-25T21:36:13Z</updated>
    <category term="1"/>
    <category term="pandora"/>
    <category term="short story"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;A lua, em quarto crescente, espreitou do lençol de nuvens, deitando a sua pálida luz sobre os edificios e ruas escuras, como que a querer ajudar os coitados que tinham de trabalhar o turno da noite no meio de um apagão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sirenes da polícia soaram, os carros a competirem numa corrida de chegar ao museu antes que o seu alvo desparecesse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os primeiros agentes da lei que chegaram, deixaram descair os ombros de desapontamento quando o edificio se verificou vazio. Rapidamente organizaram buscas na área, enviando grupos para diferentes direcções.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se algum deles tivesse olhado para cima, talvez tivesse visto um vulto a correr nos telhados, saltando facilmente de um para o outro, com agilidade que só se ganha com a prática e talento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os frágeis raios lunares só davam o perfil da figura, uma sombra silenciosa a percorrer o labirinto perigoso dos telhados e terraços, ocasionalmente olhando para trás, uma sacola agarrada seguramente numa das mãos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abrandou e entrou por uma janela sem perder o ritmo, imediatamente fechando-a. Com um suspirou de alívio, a figura tirou uma esmeralda da sacola, levantando-a ao nível dos olhos. No centro da jóia havia um ponto negro, uma nódoa negra no mineral.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um grito frustado soou de longe e um sorriso triufante nasceu na face da figura, os dentes reflectindo um bocado da luz lunar "Esta ganho eu."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;------&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estou aborrecida. É a minha única desculpa. Esta ideia também não me saía da cabeça -.-&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-01-30T18:14:30</issued>
    <title>Give up</title>
    <published>2011-01-30T18:34:09Z</published>
    <updated>2011-01-30T18:34:09Z</updated>
    <category term="poema"/>
    <category term="inglês"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Drowning in this madness&lt;br /&gt;-Let yourself forget the light&lt;br /&gt;Can't handle the darkness&lt;br /&gt;-It's useless to fight&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faceless people  staring&lt;br /&gt;-Engulf the night&lt;br /&gt;The despair is growing&lt;br /&gt;-Stop the act of might&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Too late to escape&lt;br /&gt;Ready to give up&lt;br /&gt;-Lose yourself in hate&lt;br /&gt;Can't make it shut up&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Be silent and graceful&lt;br /&gt;-Unfeeling like a puppet&lt;br /&gt;-Captivatingly beautiful&lt;br /&gt;-Forevermore deceitful&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lost In the mind&lt;br /&gt;Escaped to forget&lt;br /&gt;Knowing no end&lt;br /&gt;Ending the bet&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imprisoned by chains&lt;br /&gt;Wanting the end of the pain&lt;br /&gt;-Walk to the shadows&lt;br /&gt;I'm no longer sane&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;-------------------&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Adoro bater na loucura -.-&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bem, ao mesmo é em Inglês desta vez.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São duas vozes aqui, separadas por não terem ou terem o hífen atrás :P&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-01-20T19:37:23</issued>
    <title>Choice</title>
    <published>2011-01-20T19:44:36Z</published>
    <updated>2011-01-20T19:44:36Z</updated>
    <category term="choice"/>
    <category term="poema"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;O sussurro das árvores&lt;br /&gt;Arrastado pelo vento&lt;br /&gt;De segredos e mistérios&lt;br /&gt;Não param por um momento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Canções antigas da natureza&lt;br /&gt;Murmúrios que embalam&lt;br /&gt;Onde nada se tem certeza&lt;br /&gt;Mas que a todos acalmam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conseguem atordoar,&lt;br /&gt;A dor fazer esquecer&lt;br /&gt;Mas o preço a pagar,&lt;br /&gt;Estás pronto para ceder?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na hora da escolha&lt;br /&gt;És fraco ou forte?&lt;br /&gt;Decides escolher&lt;br /&gt;A vida ou a morte?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pudesses optar&lt;br /&gt;Com os esquecidos irias?&lt;br /&gt;Ou por cá ficavas?&lt;br /&gt;O que escolhias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O último a viver&lt;br /&gt;E ir num caminho de sofrimento?&lt;br /&gt;Ou ir  ter com os outros&lt;br /&gt;E aguardares divino julgamento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vozes do passado&lt;br /&gt;Zombando no ouvido&lt;br /&gt;Enganando, iludindo&lt;br /&gt;Incitando, persuadindo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz a tua decisão,&lt;br /&gt;Não te arrependas,&lt;br /&gt;Ninguém te ajuda&lt;br /&gt;Tu é que mandas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer maneira&lt;br /&gt;Outro virá&lt;br /&gt;Ilusões de eterno descanso&lt;br /&gt;O atrairá&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;-----------&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E isto é o que me dá para escrever quando estou de bom humor ^-^;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que acham?&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2011-01-19T18:41:08</issued>
    <title>Too many</title>
    <published>2011-01-19T19:28:10Z</published>
    <updated>2011-01-19T19:28:10Z</updated>
    <category term="drabble"/>
    <category term="too many"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Não sei o que me possuiu mas escrevi isto..... e postá-lo..... (err.... aviso de sangue?)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os sons de alguém a cozinhar e a cantarolar vinham da cozinha. Um mulher  cozinhava e franziu as sobrancelhas quando viu que não tinha nenhum molho de tomate para o prato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Comprar molho de tomate.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O som da chave a destrancar a porta soou mas ela ignorou-o, continuando a fazer a sua lista mentalmente e a cozinhar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Tenho de lavar a roupa.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma breve gargalhada veio da entrada e ela parou de cortar a couve para a soupa por uns segundos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Amanhã tenho de levar a tarte para o trabalho. É a minha vez.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ruído surdo de passos estava a ir para a direcção dela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Tenho de limpar a cozinha e a casa-de-banho.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sentiu braços a abraçar-lhe a cintura e um sopro de ar perto da sua orelha antes do múrmurio e o beijo no pescoço. Ela nem pestanejou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Também tenho de lavar os pratos. A máquina avariou.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um sorriso estava na cara do homem quando se afastou. Não estava minimamente chateado que ela não tivesse reagido "Vou para a sala."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um quase imperceptivel assento da cabeça e ele deu de frosques.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Os lençois precisam de ser mudados.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela parou de cortar quando se apercebeu que mais nada tinha para esse efeito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Preciso de um banho... mas o canalizador tem de vir.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ouviu alguém a cantar. Com uma expressão indecifrável, ela foi ter com o seu marido, a faca na sua delicada mão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Os tapetes estão enxutos. Já os posso pôr na sala.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Viu-o sentado no sofá, à frente da televisão, totalmente ignorante dela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;É preciso varrer o quarto.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma voz inocente e ele virou-se, um sorriso outra vez na sua cara. A faca estava atrás das costas, bem escondida da vista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Júlia disse para eu fazer aquele relatório.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele levantou-se e foi ter com ela, até a meio do corredor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O carro vai ter de tomar banho.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rapidamente a faca está espetada no peito dele, exactamente sobre o coração.&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Tenho de ir ver o jantar se não, ele fica queimado.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Volta a atacar o peito e degola o corpo. Ela deixa o braço descair e a faca cair-lhe da mão.&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;A televisão precisa de um acerto.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cara dela  não mostra emoção. As roupas pingam de sangue e ela olha fixamente, sem remorso, para a cara do cadáver, para sempre numa expressão de surpresa e incompreensão, olhos abertos sem o minimo brilho de vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Preciso de levar o lixo fora.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O telefone toca e ela o atende, pintando onde agarra de vermelho. A voz alegre dela soa e responde à amiga.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Sexta tenho aquele passeio. Preciso de ver as minhas roupas.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela desliga primeiro e olha para a poça de líquido viscoso novamente. O cheiro a cobre é intenso e ela torce o nariz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Tenho de Limpar o corredor outra vez.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Preciso de um ambientador novo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:starwish:812</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://starwish.blogs.sapo.pt/812.html"/>
    <issued>2011-01-18T22:37:02</issued>
    <title>Tinha-me esquecido -.-;</title>
    <published>2011-01-18T22:58:25Z</published>
    <updated>2011-01-18T22:58:25Z</updated>
    <category term="today&amp;apos;s day"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Dificil de acreditar mas esqueci-me completamente da existência deste blogue até hoje &amp;gt;.&amp;gt; (é o que dá, demasiadas contas na net)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muito bem, perguntei a muitas pessoas (3 XD) o que se põe num blogue. Todas me disseram coisas do dia-a-dia por isso hoje vou fazer isto de diário -.-; (duvido que alguém ligue mas pronto :P)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então hoje o meu dia foi assim:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Geologia logo de manhãzinha para acordar. Matéria: Tsunamis (engraçado que no caso de tsunamis, na minha rica terrinha, o melhor sitio para abrigo é a minha escola e a do lado -.-; Para salvação --&amp;gt; ir para a escola)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Intervalo (em que tive de sofrer muito com a minha colega MB X3)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fisica/Quimica. Ou era suposto ser mas ainda não tenho stor :S (não tenho aulas deste duas semanas antes do final do 1º periodo) Por isso substituição (tristeza!) Acho que já conheço os outros stores muito bem. E eles a nós (até tenho pena deles X3)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Intervalo (encontrei uma certa pessoa ao comprar na máquina umas cookies X3 pa próxima dou-te algumas)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Matemática antes do almocinho. Não que me esteje a queixar. Tou sempre a rir nesta aula (são as más influências --&amp;gt; MB XD) O alarme da escola é irritante. Parece aquele som do avião ou algo assim.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;E acabou-me a escola (com 2 colegas meus a apanharem boleia no meu carro que mais parece um autocarro com a minha mãe como motorista :D).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Depois almoço.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Depois aula de inglês de First Certificate (e foi aí onde me lembraram da existência deste rico blogue XD) Na carta que tive de fazer de TPC tive de 5, 5. É a primeira vez 8D... esqueci-me do 'had' uma vez no entanto &amp;gt;.&amp;gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;E pronto aqui estou eu a desperdiçar-vos tempo X3&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;See ya - Starwish&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:starwish:635</id>
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    <issued>2011-01-04T22:37:30</issued>
    <title>Perdidos e achados</title>
    <published>2011-01-04T22:49:28Z</published>
    <updated>2011-01-04T22:49:28Z</updated>
    <category term="short story"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Isto era suposto ser para um pequeno 'concurso' mas o site desapareceu e pronto (e esta é a minha sorte -.-). Uma simples 'short story' baseada numa imagens dos conteudos da mala.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ninguém quer participar no Milwordy, já agora? X3&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;----------------------------------------&lt;wbr /&gt;-----------------------------&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Despejei  os conteúdos da mala no chão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Verifiquei os itens e fiz um ruído de irritação quando não encontrei nada que identificasse o dono directamente. Surgiu-me a ideia de ir de porta em porta mas deitei-a fora quando me apercebi do quão absurda era. 'Desculpe, esta mala é sua?' pois, nem pensar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim feito, decidi pôr em prática os dias gastos a ver 'Sherlock Holmes' e fazer-me detective.(Devia ser giro se alguém tivesse passado pela rua naquele momento. A policia iria ter um dia em grande)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Muito bem..." murmurei (falar sozinha. Esqueça a prisão, era mas é a sala em branco. )"Uma agenda, umas chaves - grande novidade-, um lápis, uma caneta... acho..." e a lista continua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Usando as minhas recentemente adquiridas técnicas de detective em prática, fiz nota dos itens «estranhos» .&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um martelo (mas quem é que anda com isto na mala?), umas lâmpadas (foi às compras?) e um isqueiro (portanto fumador).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Quem anda com um martelo, lâmpadas e fuma?"  questionei-me. Fiquei uns bons cinco minutos a tentar relacionar tudo. Sem êxito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Subitamente, uma lâmpada metafórica acendeu-se em cima da minha cabeça. Abri a agenda e, com letra gorda e bem legível, logo na primeira página, estava o nome do meu vizinho António Ribeiro. 'Quem diria que ele teria um iPod cor-de-rosa choque...'&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fui a casa dele mas, com a minha sorte, António lá não estava tendo indo procurar a sua mala, agora, não tão desaparecida "Oh bem.." suspirei, rabiscando num papel que encontrara a mala e para ir a minha casa para reavê-la. Ah, também para ir comprar um telemóvel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deixei o papel na caixa do correio e fui-me embora a pensar se o iPod dele teria alguma música gira.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-12-31T22:26:05</issued>
    <title>Insanity</title>
    <published>2010-12-31T22:25:58Z</published>
    <updated>2011-01-20T21:26:19Z</updated>
    <category term="poema"/>
    <category term="insanity"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;A realidade escapa-me por entre os dedos &lt;br /&gt;A insanidade rodeia-me como nevoeiro&lt;br /&gt;Arrepia-me a pele e assim inspiro,expiro&lt;br /&gt;Este ar para os meus pulmões&lt;br /&gt;Presa numa teia de ilusões&lt;br /&gt;Não há nexo nem anexo&lt;br /&gt;Estas aranhas de confusões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afogo-me na loucura da minha mente&lt;br /&gt;A bóia da razão escapa-se ao meu alcance&lt;br /&gt;Não há dia nem noite recentemente&lt;br /&gt;Escapou-se-me a chance&lt;br /&gt;Tirem-me daqui&lt;br /&gt;Sítio sem lei&lt;br /&gt;onde não sei &lt;br /&gt;onde começa a verdade&lt;br /&gt;E onde acaba a mentira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esconde-se o meu raciocínio&lt;br /&gt;Um jogo da apanhada&lt;br /&gt;Tique tac, o tempo passa&lt;br /&gt;Não há pista, não há nada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presa num sonho sem saída &lt;br /&gt;Sem chave para me libertar&lt;br /&gt;Já me perdi, não consigo voltar&lt;br /&gt;Já não posso mais esperar&lt;br /&gt;Ninguém me consegue salvar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Poema extremamente..... apoiante para o ano novo não é? -.-;;; &lt;span style="text-decoration: line-through;"&gt;e sem sentido também&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</content>
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