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  <title>The Lullaby</title>
  <subtitle>cobain.</subtitle>
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    <name>cobain.</name>
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  <updated>2009-12-16T19:42:03Z</updated>
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    <issued>2009-12-16T19:15:50</issued>
    <title>últimos</title>
    <published>2009-12-16T19:39:43Z</published>
    <updated>2009-12-16T19:42:03Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;i&gt; Sinto que o meu olhar vagueia por entre imagens deste dia-a-dia monótono e desinteressante, como se fosse em busca de emoção e de vida. O mundo lá fora consegue ser tão duro... tão injusto. E ultimamente são tantas as vezes em que me sinto apenas um corpo mole e morto, insignificante. Agora existem muitas pessoas que me fazem sentir assim. Eu não sei se hei-de sentir nojo ou raiva delas, por tudo aquilo que me fazem ou que me dizem. Simplesmente estou farta de carregar os fardos dos outros nos meus ombros, de ter que acumular tudo o quanto puder e de ter que fingir que está tudo bem. Mas eu não estou bem...a minha alma não está bem. Estou fraca, desmotivada e cansada. Estou tão farta que pensem que sou eu que tenho culpa de tudo. Eu apenas acho que essas pessoas não merecem ter as vidas que têm e deviam sentir esta dor que eu consigo sentir todos os dias. Quanto aos meus pais...não foram estes pais que eu merecia, e não estou a ser ingrata...estou apenas a dizer o que realmente sinto. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-12-14T23:54:34</issued>
    <title>Amor: 4 letras, 2 vogais, 2 consoantes e 2 idiotas.</title>
    <published>2009-12-15T00:05:08Z</published>
    <updated>2009-12-15T00:05:53Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;Para mim sempre foi importante estar algum tempo sozinha, sem ninguém para eu amar ou para me amar. Talvez porque me consigo sentir completamente livre. Como se estivesse acorrentada a alguém por tanto e tempo e depois finalmente consigo-me libertar de tudo. Das palavras, dos momentos, dos gestos, das imagens, das memórias. Mas agora, sinto falta de algo. Sinto falta de sentir aquela vontade de amar fortemente alguém e de me sentir completamente amada por essa pessoa. De ter vontade de cometer loucuras por amor, de me sentir feliz e de andar nas nuvens. Há muito tempo que já não me sinto assim, que já não sinto aquele nervosinho &amp;quot;fofinho&amp;quot; de amor. E isso faz-me tanta falta, que eu já não sei o que quero ou &lt;b&gt;quem&lt;/b&gt; eu quero...&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-12-11T00:43:47</issued>
    <title>três pontos</title>
    <published>2009-12-11T00:57:30Z</published>
    <updated>2009-12-11T00:57:30Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia"&gt;&lt;i&gt;Os dias passam lentamente, como se apenas queimassem o tempo. Já não há palavras para descrever como me sinto. Chega a ser angustiante pensar na minha própria existência, ter a noção que quanto mais passa o tempo, menos coisas se encontram á minha volta&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia"&gt;&lt;i&gt;. &lt;span style="font-size: small"&gt;Por vezes parece que a respiração quer parar e que o coração funciona tão lentamente de tão cansado estar. São precisos anos para nascer, crescer, viver e construír tudo aquilo que nos é necessário... mas tudo pode acabar num simples momento, com uma simples palavra ou até mesmo gesto. E de facto, as pessoas só nos fazem falta, quando sentimos que as perdemos definitivamente. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-12-08T23:50:49</issued>
    <title>A incógnita da minha vida</title>
    <published>2009-12-09T00:06:25Z</published>
    <updated>2009-12-09T00:06:25Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia"&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;João, &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia"&gt;&lt;i&gt;fez um ano, um mês e alguns dias de efémures recordações. Porque tudo o que existe, vem e vai, simples e inevitávelmente. Sem explicação, sem razão, apenas porque tem que ser. E eu queria ter razões para os meus desvaneios, para as lágrimas que chorei quase todos os dias e para o vazio constante que permaneceu &lt;b&gt;sempre&lt;/b&gt; em mim. De maneira rápida se construíram sonhos, e com as mesma rapidez esses se destruíam por entre as tuas atitudes e pela minha mágoa. Como se fosse uma tarde na praia de uma criança feliz, que fez um castelo na areia e que em fracções de segundos se desfez nas ondas do mar. A tua perfeição tornou-se fatal, uma desilusão. Já não eras a pessoa da qual eu tentava percorrer cada palavra dita por si, para saber cada segredo seu. Como se o ar tivesse forma e cor, vendo-o a entrelaçar-se nos meus dedos e mais tarde se desprendesse. Vivi muito tempo com questões dentro de mim, com sentimentos e emoções subcarregados por tudo o que causaste e hoje o que sobrou de tudo isso, foi este silêncio. Um silêncio que vive comigo todos os dias e que guarda inúmeras palavras que ficaram por dizer. Apesar disso, para mim não existe um &lt;b&gt;&amp;quot;adeus&amp;quot;&lt;/b&gt; para ti. Porque marcaste demasiado, da forma mais incógnita e perfeitamente irreal. Pensei que tudo fosse mais fácil, apenas isso...&amp;quot;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-11-29T14:39:53</issued>
    <title>Para além de mim.</title>
    <published>2009-11-29T14:52:58Z</published>
    <updated>2009-11-29T14:56:21Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia"&gt;&lt;i&gt;Houveram tempos em que eu tive&lt;b&gt; tudo &lt;/b&gt;aquilo que eu precisava para ser feliz. Mas ao longo dos tempos, consegui afastar parte disso de mim. Na vida, o que consegue ser mais difícil e doloroso, é fazer escolhas. E eu fiz escolhas, que não foram acertadas e que destruíram tudo aquilo que eu consegui reunir e construir ao longo de muito tempo. Isso faz-me querer voltar atrás no tempo e repetir tudo de novo, mas desta vez que fizesse as escolhas acertadas. Mas o passado faz parte do antes, que jamais voltará a existir. É por isso que escolhi o presente, para redimir parte daquilo em que eu errei. E consegui recuperar parte daquilo que eu perdi.&lt;/i&gt; &lt;span style=""&gt;&lt;i&gt;Sinto-me um pouco melhor, já não me sinto daquela maneira horrível e insuportável de antes. Mas eu sei, que já nada conseguirá ser igual ou parecido ao de antes... E eu sei, perdi uma grande amizade, uma amizade que eu fiz questão de destruír com as minhas atitudes estúpidas e infantis. E agora consigo ter muitas saudades tuas, e chorar ao relembrar as nossas conversas, as nossas brincadeiras, os nossos momentos, as nossas coisas. Algo que não voltará a existir, &lt;b&gt;nunca mais&lt;/b&gt;. E só de pensar, que foste uma das pessoas mais importantes da minha vida e que estiveste sempre comigo quando eu precisei, e que agora passo por ti e faço um sorriso o mais inibido possível para esconder as saudades que eu tenho de tudo...&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-11-23T23:07:13</issued>
    <title>(Quase) as últimas palavras</title>
    <published>2009-11-23T23:21:27Z</published>
    <updated>2009-11-24T21:21:58Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family: Georgia"&gt;&lt;i&gt;Senti-me completamente álem de tudo o que me rodeava. Foquei-me em apenas imagens, palavras ou gestos. Recordei quem eu era há um ano atrás e aquilo que eu sou hoje. Tudo mudou drásticamente e de forma tão repentina, que não houve tempo para respirar, para reagir ou até mesmo para pensar. Era como fechar os olhos para derramar as lágrimas, e voltar a abri-los novamente para esboçar um sorriso. Agora sinto falta dessa emoção e dessa intensidade, com a qual eu vivia dantes. Porque tudo parecia tão fácil, tudo parecia passar tão rápidamente. Eu não quero viver mais nada, eu só quero voltar a viver tudo aquilo que eu vivi, desde o primeiro segundo do primeiro dia!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-11-15T17:30:22</issued>
    <title>Too late</title>
    <published>2009-11-15T17:49:18Z</published>
    <updated>2009-11-15T17:49:53Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: center"&gt;&lt;img style="visibility: hidden; width: 0px; height: 0px" height="0" alt="" width="0" border="0" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.11NXC/bT*xJmx*PTEyNTgzMDcxOTU1NDYmcHQ9MTI1ODMwNzE5OTA5MyZwPTUzMjUxJmQ9ZG9sbGllY3JhdmUuY29tJmc9MQ==.gif" /&gt;&lt;a title="Photography Graphics" target="_blank" href="http://www.freeglitters.com"&gt;&lt;img alt="Photography Graphics" border="0" src="http://i63.photobucket.com/albums/h122/freeglitters/photography/122.gif" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia"&gt;&lt;img style="visibility: hidden; width: 0px; height: 0px" height="0" alt="" width="0" border="0" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyNTgzMDY2NDk5ODQmcHQ9MTI1ODMwNjY1MzgxMiZwPTUzMjUxJmQ9ZG9sbGllY3JhdmUuY29tJmc9MSZvPWQzYjU3MmUzY2Q1ZDRjZGFiMzdjODZmZTViYTAzOTUy.gif" /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia"&gt; &lt;i&gt;Enqu&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;i&gt;anto olho para as fotos, recordo-me de cada instante como se tivesse sido ontem. Os risos e os sorrisos, as infantildades e as brincadeiras. Era algo que eu encarava com indiferença, sem saber que mais tarde eu iria valorizar tudo mais que ninguém. Porque agora tenho saudades de poder rir, cantar, chorar e disparatar como antes, com &lt;b&gt;quem eu tinha ao meu lado&lt;/b&gt;. Mas agora perdi (quase) todos, de uma maneira incógnita e tão rapidamente. Sinto que já nada será igual áquilo que antes foi. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-11-15T01:28:48</issued>
    <title>Lost</title>
    <published>2009-11-15T01:59:11Z</published>
    <updated>2009-11-15T02:00:12Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: center"&gt;&lt;img style="visibility: hidden; width: 0px; height: 0px" height="0" alt="" width="0" border="0" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyNTgyNDg3OTY2NTMmcHQ9MTI1ODI*ODgwMzE5OSZwPTUzMjUxJmQ9ZG9sbGllY3JhdmUuY29tJmc9MSZvPWQzYjU3MmUzY2Q1ZDRjZGFiMzdjODZmZTViYTAzOTUy.gif" /&gt;&lt;a title="Photography Graphics" target="_blank" href="http://www.dressupmyspace.com"&gt;&lt;img alt="Photography Graphics" border="0" src="http://i154.photobucket.com/albums/s273/dressupmyspace/pinkforsure/graphics/photography/64.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia"&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;(...) Caminhei alguns metros sem rumo. Parei. Vi um vazio, vi uma atmosfera fria e distante. Foi tudo aquilo que eu criei, durante um ano inteiro. Como se a esperança e a felicidade, como também as ilusões e a decepcção estivessem do outro lado. Eu conseguiria ficar ali durante o resto da minha vida, a contemplar algo que eu poderia ter, mas que não tenho. Porque ás vezes o que é real, não consegue sê-lo o suficiente...talvez. Ainda restam (demasiadas) memórias. Não sei se conseguirei lidar mais com isso. Simplesmente não aguento mais sentir-me tão distante, como se não conhecesse o meu verdadeiro &amp;quot;eu&amp;quot;. Sinto que me roubaste a alma, á tanto tempo e que nunca a irei recuperar. Tenho saudades das tuas palavras e daquilo que elas significavam para mim. Saudades de sentir, tudo aquilo que só tu me conseguias fazer sentir. Saudades de sentir esperança, de sentir amor, de sentir vida! Tu conseguirias perceber o que eu sinto? Ou pelo menos o quanto significou tudo o que se passou? Nem tu nem ninguém perceberia, acredita. Tu és diferente de tudo aquilo que eu já conheci. E eu sinto falta de tudo aquilo que ainda me conseguia dar esperanças, e até mesmo forças. Mas agora, é como se tudo tivesse acabado, como se uma borracha tivesse passado no &amp;quot;antes&amp;quot;. Porquê é que eu tenho inúmeras perguntas constantes na minha cabeça? Porque é que eu sinto este nó na garganta e esta vontade de chorar, de fugir, de gritar? Eu acreditava em ti, sobretudo acreditava em &amp;quot;nós&amp;quot;. Tu fizeste por isso, e eu...eu fui demasiado (?) .&amp;quot;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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