<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<!---->
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
  <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vbeatriz</id>
  <title>apenasumamenina &amp;lt;3</title>
  <subtitle>arco-iris</subtitle>
  <author>
    <name>arco-iris</name>
  </author>
  <link rel="alternate" type="text/html" href="http://vbeatriz.blogs.sapo.pt/"/>
  <link rel="self" type="text/xml" href="http://blogs.sapo.pt/users/vbeatriz/data/atom"/>
  <updated>2010-03-29T10:28:13Z</updated>
  <link rel="service.feed" type="application/x.atom+xml" href="http://blogs.sapo.pt/users/vbeatriz/data/atom" title="apenasumamenina &amp;lt;3"/>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vbeatriz:7420</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://vbeatriz.blogs.sapo.pt/7420.html"/>
    <issued>2010-03-27T16:19:55</issued>
    <title>Destruir é facil</title>
    <published>2010-03-27T16:20:20Z</published>
    <updated>2010-03-27T16:21:24Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;A vingança é algo incontrolável, o que tu sentes em qualquer momento de raiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Magoam-te, tu magoas, desiludem-te, tu queres desiludir sempre que te fazem algo mau tu queres sempre retribuir da mesma forma, muitas vezes após desiludires quem te fez mal ficas a pensar:  o que é que eu estou a fazer? Ela(e) está a passar pelo mesmo que eu, pela mesma dor. As vezes vais a tempo de te remediar outras, já é tarde demais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E sentes-te como se fosses uma pessoa nojenta, suja e que só pensa nela, porque no fundo não era isso que querias fazer , no fundo tu só querias que essa pessoa nunca te tivesse desiludido, magoado, mentido, traído.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porque ela tinha prometido nunca o fazer, e á mínima hipótese desiludiu-te e conseguiu mentir-te, olhos-nos-olhos, palavra por palavra, ate formar uma verdadeira mentira e tu sempre a acreditar, e sem dares por ti, já estás no chão com uma pá e uma vassoura a apanhar os pedaços do teu coração que se acabara de partir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(texto antigo)&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vbeatriz:6913</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://vbeatriz.blogs.sapo.pt/6913.html"/>
    <issued>2010-03-27T15:25:06</issued>
    <title>Um principe</title>
    <published>2010-03-27T15:51:04Z</published>
    <updated>2010-03-27T15:51:04Z</updated>
    <category term="um principe"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Um anjo, branco por fora, vermelho por dentro, escorrendo veias negras, um anjo fora do comum, lindo, com todas as feições irresistíveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma humana, simples e banal como todas as outras, mas especial, um toque magico em cada gesto, a cada olhar ternorento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um encontro fatal, um encontro em sonhos, um encontro que a fez acordar com um olhar diferente e com uma maneira de agir incontrolavelmente frágil e a cabeça dela entrou automaticamente num turbilhão de sentimentos, um sonho estúpido mudou a forma de ser de agir e de pensar. ela sonhou com um príncipe de asas branca, um príncipe que estendia as asas sobre o corpo dela e a qualquer movimento estranho, repentino, de alguém ou de algo ele olhava fixamente  e agarrava-a com mais força, muita força, foça de atracão, da paixão, ciúme.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um sonho irreal , deitou-se novamente, e de manha ao acordar , o mesmo olhar ternorento, a mesma frágil maneira de agir, tinha sonhado novamente e cada vez a magia atingia um grau mais elevado. e num dia chuvoso, um mau tempo incompreensível invade aquela cidade era tempo de abrir os chapéus de chuva e vestir o quispo , ao fim das aulas, o tempo continuava terrível, insuportável. A frágil rapariga, no seu caminho para casa, acabou por parar na paragem de autocarros mais próxima, olhou para o céu, estava farta de esperar que a chuva parasse fechou os olhos e a desejou com todas as forças que acontecesse algo que a deixasse ir para casa e a primeira imagem após estas sentidas palavras foi o tal príncipe de asa brancas. Olhou novamente para o céu e uma forte luz a ofuscou como se o sol brilhasse mais que nunca, e estava alguém branco como um lençol ou uma folha de papel, era o príncipe, mas não era nada que ela tivesse imaginado, tinha os olhos penetrantes, intensos como se só pelo olhar pudesses saber o que ele sentia, as assas grandes volumosas, inquebráveis e um tocar magico que a fez despertar milhares de sentimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;e como uma voz sedutora e meiga diz:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- vens comigo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;sem sequer hesitar a rapariga diz:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- sim, quero !&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;voam, ela nos braços dele, voam sobre toda a cidade, e nem a chuva que depois se pôs novamente os conseguiu impedir era como se nada lhes tocasse, nada os afastasse da felicidade. Pararam, e ele diz:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Tira o quispo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Estás doido? o tempo está horrível - respondeu ela&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Confia em mim, tira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A rapariga com um bocado de receio  tira, e o grande anjo cobre-a com as suas enormes asas mas que por mais resistentes que fossem as asas dele teriam que deixar a chuva passar, e não foi o caso, foi como se uma bolha gigante os protegesse e nessa bolha apenas existia o calor dos dois, eles eram um.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Espantoso ! - disse a rapariga de boca aberta&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Não te iludas, só fiz isto para confiares em mim, mas eu não sou como tu pensas, amanha vais acordar e isto não vai passar de um sonho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Não podes fazer-me isto, eu nunca me senti assim por ninguém !&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um grande clima envolveu a grande bolha e as asas do príncipe começaram a perder força e muito rapidamente o príncipe disse:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Tenho que me ir embora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Não me deixes aqui por favor! - disse a rapariga escorrendo uma espécie de lágrima pelo rosto dela&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Eu tenho mesmo de ir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Então promete que voltas, por favor, promete&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Eu volto, ou melhor eu vou estar sempre contigo, sabes como?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Como?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E o príncipe põe a mão no peito e como por magia, magia inexplicável ele perfura com a sua mão o peito e arranca um medalhão no sitio onde supostamente seria o coração, e diz:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Guarda isto, como se guardasses a tua própria vida, porque eu estou-te a entregar a minha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E sem dar tempo de resposta, o príncipe voou, trazendo um bom tempo raramente visto nos últimos tempos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vbeatriz:6740</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://vbeatriz.blogs.sapo.pt/6740.html"/>
    <issued>2009-12-26T22:04:12</issued>
    <title>o nosso momento</title>
    <published>2009-12-26T22:50:33Z</published>
    <updated>2010-03-29T10:28:13Z</updated>
    <category term="o nosso momento"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vbeatriz:6414</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://vbeatriz.blogs.sapo.pt/6414.html"/>
    <issued>2009-12-26T21:39:39</issued>
    <title>a mascara caí</title>
    <published>2009-12-26T21:41:22Z</published>
    <updated>2010-03-28T14:31:04Z</updated>
    <category term="a mascara caí"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: #cc99ff;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;Um algo, um alguém que tu conheces ou que pensas conhecer, uma mão conhecida ao apenas vista de longe ou perto de mais, marcou com o jeito o jeito de ser, o jeito de tocar ou o jeito de olhar, apaixonas-te por um algo ou por uma personagem, desiludes-te com as palavras ou talvez com as atitudes, dizes adeus usando uma mão ou apenas uma palavra, sentes um vazio ou se calhar é apenas fome. ficas bem, sentes-te bem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;Outro alguém ou algo, volta cativar-te, e dizes ou se calhar pensas num não ou num sim, castigas ou apenas pois á prova, usa palavras queridas ou fingidas, faz-te sentir bem, muito bem mas por quanto tempo? até ás palavras frias, ás atitudes arrogantes? mas no meio destas desconfianças todas a mascara caí, e o sentimento não muda, mãos opostas em corações opostos sentem o sentimento, sentem e falam por si. as mãos são dadas ate ao amanhecer ou até há hora seguinte. e antes de a peça acabar ficam as promessas "para sempre" ou "até já". e no fim , as letras "A, O, R, -, E, D, O, T.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vbeatriz:6384</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://vbeatriz.blogs.sapo.pt/6384.html"/>
    <issued>2009-12-05T15:53:29</issued>
    <title>é assim</title>
    <published>2009-12-05T15:59:01Z</published>
    <updated>2010-03-29T10:15:16Z</updated>
    <category term="é assim"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
Memorias dos sonhos, dos momentos e das promessas sem fim, esqueçes, enlouqueçes ao esqueçer, deprimes ao lembrar, rasgas a fotografia onde guardas a recordação, onde guardas o sentimento que pensavas guardar em ti e não numa fotografia.
Descobres que não haverá mais "para sempre" e perdes forças, ficas no chão á espera que uma mão se estenda, ficas á espera e nada mais está ao teu lado a não sei gritos que te incomodam que dizem "levanta-te, não sejas estupida(o)" , "olha para a tua figura, parece que vieste da guerra, veste-te, saí". 
Só opinão sobre o teu estado de espirito,  e são incapazes de perguntar "estás bem?" "precisas de alguma coisa?" , e sentes nojo, nojo de ti e nojo dos outros que dão a entender que estás sozinha(o) perdida(o), e ficas a pensar "será que estou mesmo?", sentes-te pior ainda até que há alguem que se lembra, que te manda msg, que te liga e que insiste e nunca desiste, é essa mesma pessoa que partilha contigo toda a força que tem, e que fica contigo de mão dada até amanheçer.</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vbeatriz:5964</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://vbeatriz.blogs.sapo.pt/5964.html"/>
    <issued>2009-09-29T18:22:24</issued>
    <title>viver</title>
    <published>2009-09-29T17:23:32Z</published>
    <updated>2010-03-28T14:31:52Z</updated>
    <category term="viver"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="color: #9966ff;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="language: pt; mso-ascii-font-family: Calibri; mso-fareast-font-family: +mn-ea; mso-bidi-font-family: +mn-cs; mso-color-index: 1; mso-font-kerning: 12.0pt;"&gt;cais, levantas. cais levantas. sempre a mesma rotina, sempre da mesma maneira. por mais arranhões que colecciones, há sempre espaço para mais um, e há sempre tempo para o tratar, ficas com a marca bem gravada, talvez um dia sarada, de vez.&lt;br /&gt;aprendes a não tropeçar no mesmo sitio, aprendes a abrir os olhos em vez de só veres em uma direcção, aprendes a crescer aos poucos e poucos, e de nada mais te podes orgulhar, um andamento sempre sem tropeçar.&lt;br /&gt;saber o que dizer, e quando o dizer, saber dar valor ao conselho, sem nunca o desprezar, acha-lo verdadeiro. viver livremente, tropeçando e crescendo, arranhando e tratando, mas nunca deixando de viver, bem ou mal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vbeatriz:5468</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://vbeatriz.blogs.sapo.pt/5468.html"/>
    <issued>2009-06-18T21:12:49</issued>
    <title>diferent</title>
    <published>2009-06-18T20:15:45Z</published>
    <updated>2010-03-28T14:33:33Z</updated>
    <category term="diferent"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;O gesto da palavra,&lt;br /&gt;o sopro do momento,&lt;br /&gt;A voz tão suave, &lt;br /&gt;como quem diz nao ter medo,&lt;br /&gt;A multidão da saudade,&lt;br /&gt;o olhar do desejo&lt;br /&gt;O forte vento,&lt;br /&gt;o calor do sustento&lt;br /&gt;O grito de desespero,&lt;br /&gt;o cuidado de tocar&lt;br /&gt;Um mundo lá fora... o horizonte a chamar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large; color: #ffffff;"&gt;O chão no ar, o ar no chão, nos lá no meio, gritanto paixão @&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vbeatriz:4930</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://vbeatriz.blogs.sapo.pt/4930.html"/>
    <issued>2009-06-08T20:53:36</issued>
    <title>deixas-te escapar pelos dedos o que tinhas na palma da mão</title>
    <published>2009-06-08T19:58:19Z</published>
    <updated>2010-03-29T10:16:44Z</updated>
    <category term="deixas-te escapar pelos dedos o que tinh"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-family: sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;É&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; frustrante, sentir o teu desprezo, sem qq tipo nem razão, ver o flash de todos os nossos momentos, dias a apos dia , e saber que possivélmente já nao te lembras de metade deles... até mesmo aquele que estavamos ambos deitados, a mexer na relva, e que a tua mao cruza com a minha, e brincamos com um pedaço de relva, olhando mesmo  um para o outro, e sabes, nao é olhar normal ... é aquele olhar intenso, aquele nosso olhar. e o coração aperta, mas aperta como nunca apertou, só por saber que tudo mudou! ... e agora pergunto-me, para qê? tu nao te lembras, tu nao sentes, é como se fosse insignicante, talvez seja mesmo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;
&lt;p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; que doeu, nao vai doer mais , so resta pedaços, pedaços de tudo que destruis-te.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;VOU OUVIR A NOSSA MUSICA, PO-LA NO VOLUME MAXIMO , CHORAR A LEMBRAR TUDO, E VOU GRITAR , GRITAR DE RAIVA, GRITAR DE DESILUSÃO, GRITAR DE TRISTEZA, GRITAR DE RAIVA!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;&lt;span style="font-family: sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;| &lt;strong&gt;deixas-te escapar pelos dedos, o que tinhas na palma da mão&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;&lt;span style="font-family: sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;&lt;span style="font-family: sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;|&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vbeatriz:4533</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://vbeatriz.blogs.sapo.pt/4533.html"/>
    <issued>2009-06-04T19:12:54</issued>
    <title>a tua historia , conheçe-la?</title>
    <published>2009-06-04T18:22:24Z</published>
    <updated>2010-03-29T10:17:19Z</updated>
    <category term="a tua historia"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;span style="color: #9966ff;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;Tu sabes de onde és, de onde vens, onde estas, com quem estas... mas será que sabes, quem realmente és?! será que te conheçes? ... eu não!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Baseio-me no que me contam, naquilo que observo. fui criada, por duas pessoas que hoje, chamo pais, sempre estive rodeada de seres que chamo familia, amigos. mas isto não é a minha historia, eu chamo-me verónica, nasci no seculo 20, e hoje encontro-me no seculo 21, o que é que mudou? ... cresci, mas a minha história continua, e eu continuo aqui, sou rapariga, tenho cabelo e olhos castanhos, porque? podia perfeitamente ter saido loira de olhos azuis. a causadora de todos os porques, é a nossa história! aos 5 anos vivi a minha primeira paixão, ele chamava-se diogo, tinha olhos castanhos como os meus, e sempre que os nossos pais nos vinham buscar á pré , ficavamos a olhar um para o outro pelo espelho do carro, talvez fosse amor? e depois o que é que aconteceu? ... a nossa historia acabou ali. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;Com 10 anos , tive a minha primeira paixão de verão , também se chamava diogo, tinha olhos castanhos como os meus, era 2 anos mais velho, passamos maior parte do verão juntos, eramos amigos, mas ambos sabiamos que não era só isso ... certo dia estava-mos os dois sentados num sofá, e ao mexermo-nos, as nossas maos cruzaram-se subitamente, a primeira atitude foi virar-mos um para o outro, não larga-mos o olhar, e quando realmente pensei que era o momento, que ele ia avançar, senti medo, e desviei o olhar, e sabes o que é que aconteceu depois? ... a nossa historia acabou ali.&lt;br /&gt;Hoje com 13 anos, lembro-me de tudo isso e de tudo o resto, todas as brincadeiras, brigas com os meus pais. todas as vezes , todas e todas! ... já vivi varias desiluções , já perdoei tremendos erros, que nao passam na cabeça de ninguem, já errei estupidamente, e admiti-o , orgulhosamente mas admiti e aprendi!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #9966ff;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;É uma curta versão da minha historia , mas esta é a MINHA historia, e a tua? .. qual é?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vbeatriz:3511</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://vbeatriz.blogs.sapo.pt/3511.html"/>
    <issued>2009-05-26T23:50:40</issued>
    <title>quem eu fui .. e quem eu sou ? </title>
    <published>2009-05-26T22:55:19Z</published>
    <updated>2010-03-28T14:38:07Z</updated>
    <category term="quem fuii"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #9966ff;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;Quando era miuda , só pensava como seria ser uma &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;princesa&lt;/span&gt; , tinha um sonho , mas como se pode calcular, o mesmo sonho de milhares , mas nao deixava de ser apenas o meu sonho, guardava-o com todas as minhas forças , fazia birrinha para obter aquela &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;croa&lt;/span&gt; de barbie acabada de ser lançada , ia ás pinturas da minha mae, buscar todo o tipo de &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;batons&lt;/span&gt;, vermelhos ainda por cima (é claro que ficava sempre tudo esborratado), calçava os saltos altos dela , e andava , mesmo que fosse maior que eu , andava .. mas e daí ?! era o meu sonho, e lutei por ele. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;hoje já nao fasso o mesmo, com muita pena minha (...) a &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;infancia&lt;/span&gt; , a infancia ..&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt; que saudades&lt;/span&gt;, tudo tao inocente, tao perfeito, tão magico . na infancia , tudo se baseia na magia, a magia de sorrir, a magia de correr quando se vê o pai e a mãe á porta do infantario a dizer : &lt;br /&gt;- Vamos para casa !&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000; font-family: Arial;"&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;span style="color: #9966ff;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;br /&gt;a nossa casa, o nosso abrigo, o nosso refugio, sempre sempre sempre :$&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #9966ff;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #9966ff;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt; &lt;span style="color: #ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;aposto que estas a ver isto, e te estas quase a babar, a relembrar momentos da tua infancia, porque ela sim é a unica que tu nunca irás esqueçer.mas só te iras conseguir perguntar, quem era eu ? era tao feliz , e agora quem sou ?! &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vbeatriz:2877</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://vbeatriz.blogs.sapo.pt/2877.html"/>
    <issued>2009-05-25T23:33:27</issued>
    <title>...continuação</title>
    <published>2009-05-25T22:35:28Z</published>
    <updated>2010-03-28T14:38:34Z</updated>
    <category term="... continuação"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;(...) Inês comprio a promessa , continuou a ir aquela mesma paragem, vezes sem conta, em horas diversas .. até que um dia desiste, sente que nunca mais o vai ver, pois nunca mais o tinha encontrado, nas vezes que lá foi .. sente-se destroçada, porque sentia algo muito forte por ele, ela estava apaixonada. Certo dia estava deitada na cama, e ouve PLIMPLIM, era a janela do mensenger, era a patricia a convida-lá para uma ida a lisboa com a tatiana também, sem mais demoras inês aceitou, ela nunca tinha perdido aquela esperança de voltar a ver aquele lindo rapaz . E foram as três, ines estava peturbada, triste .. o comboio estava quase a chegar e ela ainda nao o tinha visto, muito bem o comboio chegou e entraram no comboio.&lt;br /&gt;Inês encontrava-se junto á janela , com uma mao a apoiar a cara, com um ar cansado e mole, e lá no fundo vê um rapaz a correr, e a vir na sua direcçao, automaticamente levanta-se e começa a forçar a porta a tentar sair, mas nao deu resultado, o comboio começou a andar, lentamente, visto que ele estava tao proximo que a unica coisa que os separava era um simples vidro ... mas nao foi a tempo e o comboio partiu , e mais uma vez , eles desencontraram-se !  &lt;br /&gt;Inês nao suportava o facto de o ter deixado para traz , e mal chegou a lisboa quiz voltar para traz apanhando o primeiro comboio deixando patricia e tatiana vagearem pelas ruas movimentadas da cidade. Quando ela chegou á estação, ele ainda estava lá, foi a correr ter com ele , e abraçaram-se , inês senriu-se como nunca na sua vida , e diz: - esqueçi-me de te perguntar uma coisa .. &lt;br /&gt;- então pergunta agora ... - diz o rapaz&lt;br /&gt;- como te chamas ? - diz inês rindo-se &lt;br /&gt;- gabriel , e tu ? - rindo-se&lt;br /&gt;- ... inês - diz ela com uma voz envergonhada.&lt;br /&gt;- compriste a promessa - disse gabriel&lt;br /&gt;- tu é que nao me pareces ter cumprido a tua..&lt;br /&gt;- claro que cumpri eu vim cá todos os dias, mas nunca te vi. Não quizeram falar mais, sem demora envolvem num clima tao grande, de emoçao e de sentimento, que o primeiro passo foi beijarem-se .&lt;br /&gt;Foram andando por ai, meio perdidos, meio apaixonados, meio deslunbrados, meio iludidos, meio confusos .. foram andando, e encontram uma especie de cabana abandonada, era estranho porque nem estava num estado muito mau, estava como se alguem lá tivesse estado, mas no entanto notava-se que nao vivia lá ninguém ! Deitaram-se e conversaram, conheçeram-se o melhor que puderam, mas os olhares eras completamente imposivéis de desviar, agarram-se e beijam-se, acabam por vir os toques, os respirares, os calores, mas inês estava com medo, ela ainda nao o conheçia bem, apesar de se sentir fortemente apaixonada ... e para ajudar, ainda era virgem . gabriel sentiu a sua inquietação e diz :&lt;br /&gt;- não tenhas medo, nao te preciono a nada &lt;br /&gt;- eu tenho medo, sabes que (...)&lt;br /&gt;- eu sei, eu senti . mas confia em mim...&lt;br /&gt;Inês nao queria esperar mais, e acabou por se deixar levar ... e assim aconteceu, acabaram por faze-lo ali mesmo. foram feitas juras de amor enterno , palavras bonitas, no suspiro do amor ! Mas tiveram que sair dali tava a começar a escureçer .&lt;br /&gt;- sentes-te bem - perguntou gabriel&lt;br /&gt;- melhor que nunca - abraçando-o e beijando-o.&lt;br /&gt;Chegou a hora mais complicada a hora da partida, é claro que já tinham trocado os numeros de telefone, e já tinham planeado saidas para o resto do ano. O comboio tinha chegado...&lt;br /&gt;- chegou a hora - disse ela&lt;br /&gt;- das-me um ultimo beijo ? disse ele&lt;br /&gt;- ultimo beijo o que é que queres dizer com isso ? . Ele puxa-a e beija-a , no instante que ela a larga e que ela abre os olhos, lá estava a mesma estação, mas com aquelas cores frias,  os pombos esqueliticos, e aquele mesmo rapaz isolado. Inês estava baralhada, ela nao poderia ter sonhado com tudo aquilo ,, &lt;br /&gt;- inês despacha-te , vamos perder o comboio - diz tatiana aflita&lt;br /&gt;Inês vai , olhando em seu redor , tentando mentalizar-se do que se teria passado ... mas nada lhe ocorria , entra no comboio, e senta-se á janela a olhar oara o rapaz, e já quando o comboio ia a andar lentamente, o rapaz tira um papel da mala, mete-o no seu colo, lavanta a cabeça, e com as maos levanta o papel das pernas, aponta-o para ela, onde dizia : Amo-te Inês ! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;.... e agora ? o que terá acontecido ? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vbeatriz:2075</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://vbeatriz.blogs.sapo.pt/2075.html"/>
    <issued>2009-05-24T18:24:49</issued>
    <title>pensa ! </title>
    <published>2009-05-24T17:28:53Z</published>
    <updated>2010-03-29T10:25:34Z</updated>
    <category term="pensa"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: left;"&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Era um dia igual aos outros em que inês decide ir dar um passeio por lisboa com as suas duas melhores amigas, tatiana e patricia. quando estavam prestes a chegar ouvem umas vozes , cada vez estavam a aproximar-se mais , olhavam para todo o lado mas nao viam nada nem ninguem , assustadas começam a correr até á paragem de comboios, era estranho pois a unica coisa que existia naquela paragem eram pombos com um aspecto pouco saudavél e um rapaz completamente isolado. as vozes pararam. tatiana e patricia ficaram super aliviadas , mas ines  sabia que algo de estranho se passava , derrepente olharam para traz e eram 3 tipos com um ar muito suspeito, as tres raparigas começam a correr na esperança deles nao as apanharem, mas um deles apanha inês , e começa a ameaça-la com uma faca ao pescoço ,  uma vaga de silencio invade aquela estação até que o rapazinho que estava isolado se levanta, e sem mais demora vai ao encontro de inês , mal o rapaz se aproxima, inês é soltada. O rapaz tinha um olhar mau, os olhos dele pareciam completamente pretos, envolveram-se todos numa grande luta, inês ficou espantada como é que um só rapaz conseguia dar cabo 3 tres ao mesmo tempo , ficou completamente fascinada. Quando a luta termina e os tres rapazes se foram embora, o rapaz pergunta :&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; - estás bem ?!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;inês responde:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Sim estou obrigada, tens alguns arranhoes, estas bem ?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; - mas o rapaz vira as costas e prosegue, e inês diz :&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- não vás , porque é que fizes-te isto ? . o rapaz era estranho, abstraido, parecia tao vazio ... nem sequer lhe respondeu limitou-se a ignorar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- espera não vás - disse inês pegando-lhe na mao. Nesse mesmo momentotoda aquela estação escura torna-se numa fonte de luz, pessoas alegres a andar dum lado pro outro a conversar, comboios coloridos, pombos a apanhar as migalhinhas do chão. Mas o mais fascinante não era isso . os olhos do rapaz .. os olhos dele , um castanho tão quente, tão apaixonante, tão intenso. &lt;br /&gt;- para onde quer que fosses acho que já perdes-te o comboio - disse ele sorrindo .&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; E ficaram ali a conversar , horar e horar, olhares, carinhos, gargalhadas. Mas derrepente ouve-se assim : - O comboio com destino a lisboa vai entrar na linha 2.&lt;br /&gt;- bem parece que chegou a minha hora - disse ines com uma voz desapontada, ela não queria ir, mas concerteza que as amigas estariam preocupadissimas .&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- tens mesmo que ir ?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- desculpo sim, com uma condição ...&lt;br /&gt;- que condição ?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- quero que nos voltemos a encontrar, aqui nesta mesma estação .&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aqui nesta mesma estação !&lt;/strong&gt;Eles dão a mao e repetem em voz alta : &lt;br /&gt;- quero que nos voltemos a encontrar, aqui nesta mesma estação .&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;em&gt;(...) a pergunta é, será que se encontraram mesmo , o que é que achas ? :$   &lt;strong&gt;(REFLETE)  &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vbeatriz:1252</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://vbeatriz.blogs.sapo.pt/1252.html"/>
    <issued>2009-05-22T21:54:54</issued>
    <title>diz-mee ..</title>
    <published>2009-05-22T21:04:36Z</published>
    <updated>2010-03-28T14:40:31Z</updated>
    <category term="diz-me"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;.. tentei, juro que tentei .. tentei esqueçer-te .&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;tentei esqueçer todos os nossos simples momentos, em que me fazias sentir no meu mundo cor-de-rosa, onde não havia problemas nem falsidade, onde era tudo sempre tao perfeito . mas por mais que tente, sao esses mesmo momentos que me fazem repensar, ganhar força e lutar . lutar ? para quê se a unica coisa que irei conseguir sao apenas mais alguns simples momentos, onde nada vai ser igual . preciso de sentir mais, preciso de sentir que também sentes algo igual, que nao sou a unica com este sentimento. por mais que te afastes sei que é o 'avança' que queres ouvir, sei que é o 'beija-me' que queres sentir, mas no entanto .. só demonstras o 'não' , o 'afasta-te de mim' ,, nao precebo como podes ser tao inconstante, tão 'sim' e tão 'não' . porque por mais que me magoes, eu irei sempre esperar, e ao pequeno sinal (...)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;strong&gt;  &lt;span style="color: #ffffff;"&gt;~&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;   &lt;span style="color: #9966ff;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;será que sou eu que estou errada e nao escolho a melhor maneira de o demonstrar ou será que és tu que nao tens a capacidade de amar ?!&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;  &lt;/em&gt;    &lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;span style="color: #ffffff;"&gt;&amp;lt;/3&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;</content>
  </entry>
  <entry>
    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:vbeatriz:437</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://vbeatriz.blogs.sapo.pt/437.html"/>
    <issued>2008-10-12T11:03:17</issued>
    <title>...</title>
    <published>2008-10-12T10:33:02Z</published>
    <updated>2010-03-28T14:41:23Z</updated>
    <category term="... talvez"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;incerteza do talvez. (...)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;talvez sim talvez nao,, tudo se bazeia num 'talvez', um 'talvez' que me percege de dia de noite, um 'talvez' que me faz sonhar, ou um 'talvez' que me aturmenta. um 'talvez' que me dá esperanças, um 'talvez' que me as retira. porque será que só pode existir um 'talvez', por que nao pode ser um 'sim' ou um 'não', porque que tem que ser só um simples 'talvez' . cada memoria, cada retrato, cada sentimento, cada emoção. ambas descaiem para um 'sim', e outras para um 'nao', mas todas vão dar a um 'talvez'. Um 'talvez' sempre presente... que afoga, que prende, que doi. &lt;br /&gt;Mas pior que um 'talvez', é sentir o 'sim', e ver um 'não', cada dia, cada minuto, cada segundo . é esse 'talvez' que me faz lutar, esse 'talvez' que me faz desistir, esse mesmo 'talvez' que me faz amar, e que me faz chorar, um 'talvez' deixado para traz, um 'talvez' apagado no presente, mas sentido no passado, um 'talvez' que será sempre 'talvez' .&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-size: larger;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;» mas tudo se baseia num 'talvez', 'talvez', 'talvez' .. e 'talvez'.. só 'talvez' .. pura e simplesmente, &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;'talvez'&lt;/span&gt; «&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
</feed>
