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  <title>Reflexos de mim</title>
  <subtitle>Veruska</subtitle>
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    <name>Veruska</name>
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  <updated>2013-05-15T18:08:28Z</updated>
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    <issued>2013-05-15T19:05:06</issued>
    <title>Não é que não goste de sucedâneos... ou como há misturas que não combinam</title>
    <published>2013-05-15T18:08:28Z</published>
    <updated>2013-05-15T18:08:28Z</updated>
    <category term="chocolate"/>
    <category term="religião"/>
    <category term="portugal"/>
    <category term="governo"/>
    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://3.bp.blogspot.com/-MBV2AviGF4Y/TVbs9osk3CI/AAAAAAAAARk/Bj1-iRk0TxQ/s320/tabletes.jpg" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;A noção de sucedâneo é fabulosa e só tomei consciência dela no início da minha vida adulta e tudo graças aos chocolates.  Até então, o meu gosto por essa iguaria era muito limitado, quer por não existirem em quantidade abundante nas mercearias, quer por os meus pais os comprarem de forma muito parcimoniosa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Com o advento dos super e hipermercados, os chocolates baratos tornaram-se um produto abundante. Relembro, embora sem saudade, os chocolates espanhóis baratíssimos que começaram a aparecer lá por casa e que se chamavam sucedâneos. Não sabia muito bem o que eram, mas como até nem sabia mal, eram comidos “à boca cheia” - a minha forma preferida de comer chocolate – e nunca eram demais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Cresci, amadureci e a oferta no mercado das tabletes tornou-se maior e as grandes marcas chegaram até nós. O meu gosto evoluiu e a minha carteira também. Agora praticamente só me limito ao Lindt´s e a dois produtos de marca branca e tendo passado a abominar os referidos sucedâneos. Aliás, passei a não consumir, do ponto de vista gastronómico, qualquer sucedâneo de menor qualidade, reservando esse grupo para produtos em que não considero o grau de excelência um fator decisivo de compra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Descobri ontem, que afinal não uso sucedâneos só no uniforme escolar do meu filho. Pelos vistos, também na Democracia este artigo substituto está em voga. De acordo com a Comunicação Social, o nosso Presidente da República considerou que a última avaliação da Troika foi uma “&lt;a href="http://expresso.sapo.pt/avaliacao-da-itroikai-foi-inspiracao-de-fatima-diz-cavaco=f806992"&gt;inspiração da Nossa Senhora de Fátima do 13 de Maio&lt;/a&gt;”, agindo não como o chefe máximo da nossa Democracia mas sim como um singelo evangelizador encontrando respostas no divino para as questões dos homens.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;É mais um sucedâneo que substitui o produto original!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-05-09T11:12:03</issued>
    <title>Touros à solta... ou uma mera questão de burocracia</title>
    <published>2013-05-09T10:12:55Z</published>
    <updated>2013-05-09T10:12:55Z</updated>
    <category term="animais"/>
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    <category term="burocracia"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img style="border: 0pt none;" src="http://imagens4.publico.pt/imagens.aspx/769344?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=749" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Manuel Farinhoto é criador de gado há 50 anos e aos 66 anos decidiu reformar-se.  É justo, tem uma carreira muito longa, está desgastado e agora quer descansar.  Não sei se esta carreira longa teve um equivalente contributivo ou se o referido senhor fez poupanças ao longo da vida, mas uma coisa é certa ele já está a agir de acordo com as novas regras que serão aplicadas a partir de 2014 – reformas só aos 66 anos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Ora, o senhor Farinhoto decidiu encerrar a sua actividade com a venda dos seus últimos dois touros, bravos como ninguém esperava.   “&lt;a href="http://www.publico.pt/local/noticia/autoridades-usam-vacas-para-tentar-atrair-os-dois-touros-que-andam-a-solta-nos-montes-de-viana-1593803"&gt;Os bichos, com menos de dois anos de idade, mais de 500 quilos, e um deles muito agressivo, foram vendidos a um talho de Ponte de Lima. Segunda-feira, cerca das 18h30, quando eram conduzidos ao camião que os levaria para abate, conseguiram fugir. O mais violento soltou-se das cordas que o prendiam e puxavam para o interior do veículo e irrompeu campo fora, sem parar. O outro, que já se encontrava dentro do camião, no meio da confusão acabou por fugir também.&lt;/a&gt;”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Desde há vários dias que se tenta a sua captura. Já foram avistados por várias vezes, as equipas preparadas para tal já estiveram próximas e até &lt;a href="http://www.publico.pt/local/noticia/touros-a-solta-em-viana-foram-avistados-hoje-mas-conseguiram-escapar-1593804"&gt;populares os enxergaram&lt;/a&gt; por diversas ocasiões.  Mas nada; os avistamentos não culminam em captura.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Diz o senhor Farinhoto, já frustrado e cansado que a culpa é da burocracia necessária.  É necessário alertar as várias entidades, levar a cabo formalidades e por fim conseguir capturar os touros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Pois, ninguém explicou aos touros que há sempre “papéis a preencher”!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-04-30T14:47:49</issued>
    <title>Dia de promoções... ou como gosto tanto de receber o folheto do Pingo Doce na minha caixa de correio</title>
    <published>2013-04-30T13:51:17Z</published>
    <updated>2013-04-30T13:51:17Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://1.bp.blogspot.com/-ClPKVSUe5AI/T6Qr6P7PIFI/AAAAAAAAB6c/6rjLlMYnjsw/s1600/563182_329287903808202_211010882302572_795138_1219178272_n.jpg" alt="" /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Já não passo sem o meu folheto do Pingo Doce com as promoções da semana. Gosto de o receber na minha caixa de correio eletrónico, abri-lo enquanto grito com o miúdo, sentir a lenta descarga de adrenalina que ele me provoca e planear as compras para o fim-de-semana seguinte.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Aproveito quase tudo o que está “a metade do preço” sobretudo os queijos e os papéis higiénico e de cozinha. De vez em quando lá trago uns chocolates e outros miminhos do género.  Não é que seja a grande marada das promoções, mas considero que há sempre bons negócios neste tipo de descontos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Hoje lá fui eu tentar aproveitar mais umas promoções dos queijos e, para meu grande espanto, por volta das 11 horas de manhã não havia nada em loja do que queria. Corri os expositores, voltei a analisar o folheto e nada. Perante tal desnorte lá me informaram que não tinham nenhum desses produtos mas que pelo menos de um deles tinham encomendado 100 kg que seriam postos à venda amanhã, ou talvez ainda hoje ao final da tarde.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Vou para a caixa e o desnorte continua. Deteto que existia uma funcionária a testar preços e a comentar com outra que havia coisas a passar com 50% de desconto, nomeadamente as fraldas que compro para o menor cá de casa. Já só tenho uma missão em mente, pagar rapidamente as compras e correr para o linear das fraldas e apanhar o máximo de pacotes que conseguir…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Tentativa vã! Tudo estava a ser retirado das prateleiras. Bolas!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Chego a  casa e deparo-me com os boatos de promoção do Pingo Doce para o dia de amanhã – o Dia do Trabalhador – assim uma espécie de comemoração que assinalaria a passagem do &lt;a href="http://veruskaapropria.blogs.sapo.pt/26903.html"&gt;primeiro aniversário&lt;/a&gt; do alarme social provocado por descontos “metade do preço”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Leio as notícias, vasculho as redes sociais, blogs e fóruns e chego à conclusão que afinal tudo não deverá passar de um boato.  &lt;a href="http://www.publico.pt/economia/noticia/pingo-doce-nega-descontos-de-50-em-todos-os-produtos-1592944"&gt;Não me parece que haja uma promoção bombástica amanhã no Pingo Doce&lt;/a&gt; mas terei de esperar até amanhã para confirmar esta minha tese.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Quem também está a utilizar este tipo de comunicação é o nosso governo. &lt;a href="http://www.publico.pt/economia/noticia/governo-aprovou-deo-e-apresentao-hoje-na-assembleia-da-republica-1592952"&gt;Os boatos são imensos&lt;/a&gt;: vão ser despedidos vários milhares de funcionários públicos, os cortes nos orçamentos dos ministérios vão ser brutais, etc, etc. Mas tal como na campanha do Pingo Doce, nada de concreto se sabe e nem mesmo é divulgado se algum dia se saberá o que foi decidido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Qualquer dia Pedro Passos Coelho acorda transmutado em Alexandre Soares dos Santos! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-04-10T15:11:39</issued>
    <title>À espera de Jesus... ou simplesmente à espera</title>
    <published>2013-04-10T14:14:08Z</published>
    <updated>2013-04-10T14:44:20Z</updated>
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    <category term="diogo morgado"/>
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    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/5FipSeVA3X0" width="425" height="344" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Nestes últimos tempos a espera é única atividade que pratico no meu tempo de ócio. Ora espero pelos dias de mais calor, ou pelo correio que me deverá trazer boas-novas ou ainda pelo descortinar do meu futuro totalmente obscuro. Acompanho essa espera por música; música de vários tipos e que poderiam espantar muitos dos que eventualmente podem ler este post (neste momento sou acompanhada por Astor Piazzolla).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Esta espera não é só levada a cabo aqui pela autora do blog, mas também por todos, incluindo até &lt;a href="http://www.publico.pt/economia/noticia/rehn-espera-decisao-ja-sobre-aumento-dos-prazos-dos-emprestimos-europeus-a-portugal-1590796"&gt;Olli Rehn que espera uma decisão&lt;/a&gt; sobre a situação em que está metido o nosso país. Na realidade, todos nós esperamos alguma definição sobre o que nos irá acontecer nos próximos tempos e tememos o desconhecido tal como os nossos antecessores nos tempos mais primordiais temiam os fenómenos astronómicos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;As soluções tardam a chegar e tudo o que se vai sabendo através de fugas de informação só ajudam a adensar este nevoeiro informacional e a incrementar o já receio sentido por quase todos nós. Talvez haja um vazio criativo na apresentação de propostas ou mesmo um desaire intelectual que impossibilite um desenlace positivo mas bolas, alguém terá de quebrar esta espiral de negativismo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Eu atrever-me-ia a sugerir que fosse rapidamente chamado ao nosso país Diogo Morgado. Acredito que Pedro Passos Coelho teria muito a aprender com esse &lt;em&gt;Hot Jesus&lt;/em&gt; (título pelo qual o Diogo é conhecido nos EUA), esse ator de telenovelas com um sucesso mediano em Portugal, mas que consegue a fama graças ao seu bom aspeto e claro, ao seu empenho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Penso que nem seria tarefa difícil para Passos Coelho pois uma das anteriores premissas já ele a possui; falta-lhe é a outra metade!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-04-04T19:39:27</issued>
    <title>A importância de um papel... ou como se resolveu um dos problemas deste governo</title>
    <published>2013-04-04T18:48:01Z</published>
    <updated>2013-04-04T18:48:01Z</updated>
    <category term="política"/>
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    <category term="miguel relvas"/>
    <category term="casa pia"/>
    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://img0.rtp.pt/icm//thumb/phpThumb.php?src=/noticias/images/ed/ed28f4db5a61aece3c26aba3f32e9392&amp;amp;w=620&amp;amp;sx=0&amp;amp;sy=272&amp;amp;sw=4260&amp;amp;sh=2336&amp;amp;q=75&amp;amp;w=620" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Esta tarde, Jorge Ritto e Manuel Abrantes conseguiram, finalmente, dar entrada no estabelecimento prisional da Carregueira a fim de cumprirem a pena a que tinham sido condenados.  Parece que não foi tarefa fácil. Existiram &lt;a href="http://www.publico.pt/sociedade/noticia/jorge-ritto-e-manuel-abrantes-entregamse-na-carregueira-1590110"&gt;tarefas administrativas por cumprir&lt;/a&gt;, ou melhor, pelos vistos faltava um papel.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Já Miguel Relvas, hoje também, perdeu o papel de protagonista a que nos tinha habituado nos últimos tempos – &lt;a href="http://www.publico.pt/politica/noticia/ministro-miguel-relvas-pede-demissao-1590143"&gt;demitiu-se&lt;/a&gt; de voz tremida e enaltecendo de forma velada a sua prestação no governo.  Dizem também que ele vai perder mais outro papel, o do diploma da sua licenciatura.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Quanto a mim, e como não gosto de ficar atrás dos mais mediáticos, não perdi um papel, mas sim recebi um. Mais concretamente, o “papel das férias”!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-04-03T14:57:41</issued>
    <title>Já não é um segredo...ou como o Brilhante Camarada garante o seu lugar na História</title>
    <published>2013-04-03T14:01:08Z</published>
    <updated>2013-04-03T14:01:08Z</updated>
    <category term="josé luís peixoto"/>
    <category term="eu. livros"/>
    <category term="política"/>
    <category term="coreia do norte"/>
    <content type="html">&lt;p align="center"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;img style="border: 0px none; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="http://2.bp.blogspot.com/-qyo_Da7mqfM/UQ6yaiX3ikI/AAAAAAAAGxk/AyY55OKoYEM/s1600/segredo.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;O povo da Coreia do Norte acredita que constitui a sociedade mais evoluída do planeta. Pensam que todos os países lhe prestam vassalagem e que até os navios de índole humanitária que chegam até eles o fazem como prova de agradecimento por parte nações estrangeiras. Porventura, também pensarão que os trabalhadores sul-coreanos que todos os dias se deslocam, ou deslocavam, a&lt;a href="http://www.publico.pt/mundo/noticia/coreia-do-norte-impede-acesso-de-trabalhadores-do-sul-a-complexo-intercoreano-1589960"&gt; Kaesong para trabalhar&lt;/a&gt; são seres tristes, sofridos e com graves carências monetárias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Já o Brilhante Camarada, talvez o único norte-coreano com excesso de peso do país (quiçá por possuir uma doença terrível que nada terá a ver com a abundância e opulência em que vive) protege o seu povo contra a força opressora dos inimigos (praticamente o Resto do Mundo) de forma a manter a imutabilidade do seu reino, tal como já tinham feito os seus antecessores que só por mera curiosidade foram o seu avó e pai.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Como obra feita, José Luís Peixoto, refere no seu livro Dentro do Segredo, os parafusos das máquinas muito bem pintados de vermelho, verde ou amarelo, a mestria revelada por uma senhora em tirar de uma caixa de plástico colheres de pó branco ou os pregos re-endireitados por um qualquer cidadão hábil no manejo do martelo. É certo que existem jardins e até parques de diversões no país e muitas outras coisas boas e características de sociedades desenvolvidas, mas pelo vistos estas não incluem a água corrente de qualidade aceitável.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Nos últimos dias, “&lt;a href="http://www.publico.pt/mundo/noticia/coreia-do-norte-anuncia-reactivacao-de-reactor-nuclear-1589845"&gt;a Coreia do Norte anunciou (…) que tem a intenção de reiniciar um reator nuclear desativado em 2007 e deu a entender que pode retomar o enriquecimento de urânio para fins militares&lt;/a&gt;”. Será que o Brilhante Camarada sabe que para levar a cabo esta tarefa é preciso muito mais do que fábricas de vidro ou fertilizantes que não laboram e cientistas que tresandam a figurantes de baixo nível?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-03-28T18:34:04</issued>
    <title>Os meus heróis são do mar... ou como a narrativa de meias verdades se revela um conceito impossível de contornar</title>
    <published>2013-03-28T18:37:51Z</published>
    <updated>2013-03-28T18:37:51Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=5uevS4p4d4A6Cs4Y4R22"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B461355e3/14793255_WeE0Z.jpeg" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Fonte:  http://www.publico.pt/cultura/noticia/e&lt;wbr /&gt;sta-confirmado-herois-do-mar-no-pavilhao-a&lt;wbr /&gt;tlantico-em-novembro-1589429&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Ontem vi a &lt;a href="http://www.publico.pt/politica/noticia/socrates-nao-tenho-nenhum-plano-para-regressar-a-vida-politica-activa-1589361"&gt;entrevista de José Sócrates&lt;/a&gt;. Não tenho vergonha de o assumir. E ainda mais, gostei! Gostei do tom, gostei da postura, gostei do instinto de sobrevivência e sobretudo gostei da provocação ao Presidente Cavaco Silva.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Já há muito tempo que não via um espetáculo assim. Ao longo de cerca de hora e meia, não tirei os olhos do televisor. Queria memorizar todos os pormenores da sua postura corporal, da mensagem que transmitia e sobretudo, das meias-verdades que conseguem convencer qualquer um.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Houve momentos muito bons e outros menos bons em que perpassou quase uma impreparação para o diálogo com os jornalistas, ou não fosse ele o rei dos monólogos.  Quase me convenceria a votar nele numas novas eleições.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Falou-se de narrativas, de embustes e omitiram-se situações concretas menos favoráveis à sua política e até se esclareceram assuntos como a sua única conta bancária ou as razões que o tinham levado a esta pausa de caráter sabático em Paris.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;No rescaldo, todos falam do mesmo. Não há quem lhe consiga escapar. São os comentadores televisivos, os bloggers, os cidadãos… Os meios de comunicação dedicam-lhe capas, artigos, opiniões e até ofensas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Eu cá, não lhe dedico nada. E, apesar de o discurso ser oco de mensagem fico feliz por ele ter catalisado mais um movimento cívico. Desta feita é o concerto da minha banda portuguesa mais querida de sempre – &lt;a href="http://www.publico.pt/cultura/noticia/esta-confirmado-herois-do-mar-no-pavilhao-atlantico-em-novembro-1589429"&gt;os Heróis do Mar&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Quem canta coisas como Brava Dança dos Heróis, Saudade, Amor, Paixão ou o Inventor, só pode estar a pensar naqueles que foram a força motriz deste país que está a ficar para trás e que por isso resolveram partir para um “get together” único. Gostava de assistir!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-03-22T14:04:40</issued>
    <title>Sou uma moça simples... ou como prefiro bolachas a malas!</title>
    <published>2013-03-22T14:08:11Z</published>
    <updated>2013-03-22T14:16:50Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=RVinw9VpQNUuMA03yKEk"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bcc140534/14763806_e4ua5.png" alt="" width="471" height="366" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=TGq0M0ypmBqGHNK7KN3m"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5a145147/14763807_qScR7.jpeg" alt="" width="500" height="282" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Desde que a austeridade se instalou, a minha criatividade disparou. Não é só na rima que está o bonito disto tudo, mas também nas formas ardilosas que encontro para poupar mais um cêntimo. Não é que esteja numa situação muito difícil; ainda tenho ordenado, a comida cá em casa ainda existe e até consigo fazer uma ou duas extravagâncias por mês. Mas na realidade comecei a encarar esta questão da poupança como um desafio. Um desafio daqueles que me enche a cabeça várias vezes por dia. É o descobrir novos sites onde posso ganhar dinheiro, é o ler os vários blogs de descontos que existem, o encontrar vales de desconto e sei lá que mais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;No meu primeiro projeto “à séria” tive de provar os Bolos e Bolachas Milka por ter sido escolhida pela &lt;a href="http://www.trnd.com/pt/convidar/1393334510417797167"&gt;TRND&lt;/a&gt; para o fazer. Gostei muito do projeto e empenhei-me na sua divulgação. Preferi as bolachas aos bolos, aproveitei os produtos recebidos para os dar a provar a colegas e amigos e usei vales de desconto para adquirir novos produtos. Até os questionários consegui que fossem preenchidos. Considero que fui uma autêntica profissional de marketing e começo a desenvolver um gosto particular por esta área, motivando-me para fazer outro tipo de trabalhos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Penso que terei o perfil adequado. Sou extrovertida, comunicativa e gosto de partilhar opiniões e pontos de vista. Trabalho num local onde a rotatividade de colegas é grande e contacto com pessoas cujo aquilo que sinto e vivencio é para elas interessante, quiçá, mesmo importante. Mais adequado do que isto não há.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Apesar de ter alguma ambição nesta minha nova área de interesses, já percebi que não fui talhada para grandes voos.  Posso conhecer muito bem a área dos bolos e bolachas, ser uma consumidora frequente deste tipo de produtos, mas penso que não poderei atingir franjas da sociedade mais elitistas e com maior poder de compra, como é o caso das apaixonadas pela &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;amp;v=9FjUWAA--Kk#!"&gt;Louis Vuitton&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Pois é, sou uma moça simples. Nunca gostei de malas com o monograma LV e hoje sei que apesar de ser de Cascais, sou mais talhada para vender pastelaria do que outras coisas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-03-21T16:14:27</issued>
    <title>A contribuição audiovisual... ou como já nada me surpreende</title>
    <published>2013-03-21T16:17:53Z</published>
    <updated>2013-03-21T16:17:53Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=s0YjD8VRLR10DBFqDlWz"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B8414de90/14759979_KM7MF.jpeg" alt="" width="500" height="333" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Não tenho dívidas mas confesso que às vezes até gostava de as ter. Uma dessas situações tem a ver com o pagamento da fatura da eletricidade. Irrita-me ter de pagar tanta taxa e tanto imposto quando na realidade a única coisa que lhes compro é energia elétrica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Ele é a taxa de exploração, o imposto especial sobre o &lt;a href="http://veruskaapropria.blogs.sapo.pt/26087.html"&gt;consumo de eletricidade&lt;/a&gt;, a contribuição audiovisual e aquela coisa fantástica que se intitula “consumo estimado”.  Sinto-me quase uma acionista da empresa, embora sem ter direito à distribuição dos devidos dividendos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;No passado já me revoltei contra o imposto especial sobre o consumo de eletricidade, sobre a forma como é estimado o consumo e sobre a contribuição audiovisual.  Sobre esta última até dei ouvidos ao mito urbano de que é possível cessar o seu pagamento caso sejamos assinantes de um serviço por cabo. Claro que tudo não passa de uma inverdade, pois essa contribuição é-nos devida não pela usufruto do canal público de televisão mas como forma de financiamento do serviço público de televisão; é assim uma espécie de missão patriótica com a qual devemos de cumprir.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Há mais ou menos uma semana surgiu a notícia de que o governo esperava um aumento desse imposto já para 2014.  Pelos vistos o &lt;a href="http://www.ionline.pt/portugal/rtp-administracao-quer-aumento-da-taxa-audiovisual-2016"&gt;“ministro Miguel Relvas, quer tornar a empresa pública no “pin de lapela de todos os portugueses”&lt;/a&gt; nos próximos anos.” &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Agora ficamos a saber que &lt;a href="http://www.publico.pt/politica/noticia/jose-socrates-vai-ser-comentador-na-rtp-1588574"&gt;José Sócrates vai ser comentador da RTP a partir de Abril&lt;/a&gt;. Vai trabalhar de borla, mas lá que encaixava aqui uma Teoria da Conspiração, encaixava.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-03-20T20:43:06</issued>
    <title>Dia Mundial da Felicidade... ou como hoje andei à procura do bosão de Higgs</title>
    <published>2013-03-20T19:45:59Z</published>
    <updated>2013-03-20T19:45:59Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=HpWgg1Bo6KYE6azP2LdK"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B8814eac1/14756422_RKCFo.jpeg" alt="" width="500" height="375" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Hoje comemora-se pela primeira vez o Dia Mundial da Felicidade.  Este tema da felicidade é-me muito querido e desde há muitos anos que tento aprender mais sobre essa temática. Sinto-me maravilhada pelo o fato de, no Butão ser utilizado um Índice de Felicidade para avaliar o desenvolvimento e por, na Islândia (um dos países mais felizes da Europa) a noite longa não ser fator que a afete negativamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;E podia continuar e falar do homem mais feliz do mundo, Matthieu Ricard, o homem que  “&lt;a href="http://expresso.sapo.pt/os-conselhos-do-homem-mais-feliz-do-mundo=f721261"&gt;em estado contemplativo, (…) conseguiu um equilíbrio entre emoções jamais visto, com um claro desvio para as positivas, como o entusiasmo e a alegria, que anulavam as negativas, como o medo e a ansiedade&lt;/a&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Foi precisamente um estado semelhante a esse que eu atingi hoje, talvez pela primeira vez na vida.  O dia estava primaveril e o sono descansado conferiu-me a tranquilidade necessária. Apesar da ligeira ansiedade que sentia ao dirigir-me para uma Masterclass em Física das Partículas e do medo do desconhecimento do assunto, rapidamente o desvio para as emoções positivas aconteceu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Entre quarks, eletrões, fotões e outras coisas terminadas em –ões, lá andei eu a analisar dados reais/eventos e a selecionar pares de partículas e a identificar fotões. A alegria em participar em tão importante tarefa e o entusiasmo por saber que poderia dar de caras com um &lt;a href="http://veruskaapropria.blogs.sapo.pt/31056.html"&gt;bosão de Higgs&lt;/a&gt; foi sem dúvida um assomo inacreditável de felicidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-03-18T21:15:56</issued>
    <title>Afinal não há grandes coisas insólitas... ou finalmente terminei a trilogia do 1Q84</title>
    <published>2013-03-18T14:18:41Z</published>
    <updated>2013-03-18T14:18:41Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=5eOaA3LTfaPEAHuJUWhg"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bbd1480dd/14745511_uZwRN.jpeg" alt="" width="325" height="500" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Finalmente acabei o 1Q84. Gostei, gostei muito, mas não o amei de paixão como os anteriores livros do Haruki Murakami.  Talvez por ser demasiado longo, talvez por ter demorado muito tempo a lê-lo (especialmente o terceiro volume) ou mesmo talvez por não ser tão original e tão bom como os anteriores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Depois de duas luas no céu, polícias com armas demasiado ameaçadoras e amores entre personagens que não se viam há anos e até uma gravidez concebida “sem pecado” tudo volta a uma aparente normalidade. Quem ama pode viver esse amor, o Povo Pequeno foi deixado para trás e o passado negro pode ser obliterado para sempre e nem sequer crisálidas de ar voltarão a ser tecidas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Afinal &lt;a href="http://veruskaapropria.blogs.sapo.pt/23491.html"&gt;coisas&lt;/a&gt; &lt;a href="http://veruskaapropria.blogs.sapo.pt/28889.html"&gt;insólitas&lt;/a&gt; não existem!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-03-16T16:15:47</issued>
    <title>Mais uma ode ao Pingo Doce... ou como cá em casa devíamos de deixar de ver o The Walking Dead</title>
    <published>2013-03-16T16:23:28Z</published>
    <updated>2013-03-16T16:23:28Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=1vduU9LntqDagnuJc1I7"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B571481c0/14737662_FQsMY.jpeg" alt="" width="500" height="375" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;    As notícias dos últimos dias são catastróficas. Pelos vistos existe uma ordem para colocar na mobilidade vários milhares de funcionários públicos, a troika está por cá e faz nova avaliação, o Google Reader irá acabar e até o meu filho de 15 meses rejeita por completo a ideia de estar ao meu colo nas aulas natação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;            Mas de tudo o que vem escrito nos jornais de hoje (nas versões on-line e gratuitas, claro) há algo que chamou a minha atenção - &lt;a href="http://www.publico.pt/economia/noticia/o-dobro-da-austeridade-resultou-em-quase-o-dobro-dos-defices-previstos-1588009"&gt;O dobro da austeridade resultou em quase o dobro dos défices previstos&lt;/a&gt;. A notícia de novo não traz nada, mas o conceito matemático que subjaz neste título é deveras interessante.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;    Trata-se de multiplicar quantidades por dois, mais concretamente, quando a austeridade passa a ser duas vezes daquilo que era, os défices indesejados também passam ser duas vezes superiores, situação que não escapa, nem nunca escapou ao comum dos cidadãos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;    Ora cá por casa, também gostamos muito do número dois, sobretudo quando ele em vez de ser utilizado como fator multiplicativo passa a ser utilizado como fator divisivo. Concretizando, quando o Pingo Doce vende as pistolas NERF a metade do preço, o número de itens comprados pelo homem da casa supera as expectativas do elemento mais equilibrado e responsável desse agregado familiar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;    Sei que este tipo de artigo traz com ele muitas vantagens nomeadamente o incremento da atividade física por parte dos vários elementos da família. É comum ver a mãe, mulher trabalhadora e dona-de-casa esforçada, a fugir tentando fintar os projéteis que lhe são disparados ou ver o pai motivado em apanhar as munições do chão (ao contrário do que acontece com os vários itens de brincadeira utilizados pela criança da casa).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;    Sei que podemos parecer estranhos, quiçá até malucos, mas o que é certo é que começo a fazer pressão cá em casa para vemos o &lt;a href="http://www.bibleseries.tv/"&gt;The Bible&lt;/a&gt; e deixarmos de parte o The Walking Dead.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-03-11T20:54:55</issued>
    <title>Todos falam da cetona de framboesa... ou como eu passei a ter umas unhas impecáveis</title>
    <published>2013-03-11T10:58:32Z</published>
    <updated>2013-03-11T10:58:32Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=Wc8Z5GD4RtmEbYNc2Z73"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B9e13658f/14720160_YJGQ2.jpeg" alt="" width="329" height="500" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Das primeiras vezes que vi o Dr. Oz na televisão, mais concretamente nos programas da Oprah, fiquei maravilhada.  Aquele homem com muito bom aspeto e cativante na forma de falar dizia coisas muito interessantes e mostrava corações, úteros, pulmões verdadeiros, e isso provocava em mim uma sedução difícil de compreender.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Comprei os livros, divulguei as coisas que ele preconizava e até pensei em comprar um ou outro dos suplementos que ele ia publicitando.  Mas à medida que o tempo ia passando e a sua popularidade ia subindo, o meu interesse começou a diminuir, começando mesmo a compará-lo a um Macgyver da medicina.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Tal como na série de aventuras dos anos 80, não posso dizer que tudo se trataria de uma charlatanice, mas na realidade o princípio científico que jaz por detrás do que é dito está lá mas de forma tão diluída, mas tão diluída que se calhar o efeito real da coisa já não existe.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;É o caso da cetona de framboesa, divulgada num dos tais programas do Dr. Oz e que pelos vistos é uma ajuda essencial na perda de peso. &lt;a href="http://lifestyle.publico.pt/dicionario/317191_c-de-cetona-de-framboesa"&gt;Na realidade não há estudos que o comprovem&lt;/a&gt;. Tudo o que se sabe é que a sua estrutura molecular parece estar de acordo com a hipótese de promoção de perda de peso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Como também sou uma mulher da ciência (embora não da medicina) quero aqui armar-me um pouco em Dr. Oz da estética e divulgar uma descoberta fantástica. Padeço de Síndroma de Menière há já muito tempo e, depois de uma ausência quase total de sintomas durante alguns anos, este fim-de-semana fui premiada com a sintomatologia total.  Entre tonturas, náuseas, pressão no ouvido e olhos lá procurei a medicação, ajustei-a e iniciei o período de espera pelo desaparecimento dos sintomas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Curioso, é o facto de a partir do momento que iniciei o anti-vertiginoso – dicloridrato de betahistina – passei a conseguir pintar as unhas sem as borratar. Não interessa se as pinto com a mão direita ou mão esquerda, com tons mais claros ou mais escuros ou concentrada no que estou a fazer ou à pressa.  O resultado é sempre o mesmo; unhas perfeitamente pintadas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Invisto na saúde, mas poupo na manicure!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-03-02T13:42:34</issued>
    <title>A Caixa... ou como só me falta viver numa rua inclinada de Alfama</title>
    <published>2013-03-02T13:46:22Z</published>
    <updated>2013-03-02T13:46:22Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=Ynv8oKIesZgfJSNEQOOy"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B9213508e/14682100_FZqWb.jpeg" alt="" width="375" height="500" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Não é que seja uma fã incondicional de Manoel de Oliveira, mas posso dizer que alguns dos seus filmes fazem parte dos meus preferidos. Mais concretamente, &lt;a href="http://cinema.sapo.pt/filme/a-caixa/detalhes#sinopse"&gt;A Caixa&lt;/a&gt;, que visionei pela primeira vez num dos canais da TV Cabo especialista em passar filmes com mais de 10 anos e muitos deles com sucesso comercial bastante duvidoso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Nessa tarde que já não consigo localizar no tempo, sou confrontada com uma imagem de Luís Miguel Cintra a fazer de ceguinho agarrado à sua caixa de esmolas. Todos a cobiçavam e almejavam fazer dinheiro de maneira fácil sem para isso realizar nada que não fosse um simples peditório. Dos diálogos jamais esquecerei a frase “Mas vossemecê, não é ceguinho…” entoada com a carga de sofrimento de quem sofria uma limitação para a vida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Ora, foi algo semelhante a isto que aconteceu na passada quinta-feira. Recebo uma caixa lilás, com a inscrição “&lt;a href="http://www.trnd.com/pt/p/milka-bolos-bolachas/"&gt;Bolos &amp;amp; Bolachas Milka&lt;/a&gt;” que desencadeou a maior confusão no meu local de trabalho, tendo ela sido anunciada perante todos os que se encontravam na sala de trabalho com um tom em que se destacavam a curiosidade com uma pontinha de inveja – “Esta caixa é para a Veruska!”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Estando eu afónica nesse dia, limitei-me a receber a encomenda, sorrir e deslumbrar-me com o seu tamanho, intuindo sobre o festim que iria atingir a minha casa nos próximos dias. Apesar de saber que acima de tudo, teria de ter uma postura altamente profissional, independente e à prova de condicionamentos, sentia-me muito feliz por ter esta tarefa de degustação de “Bolos e Bolachas Milka”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;O que não sabia é que apesar de não viver numa rua inclinada, todos aqueles com quem me cruzaria e que me visitariam nos dias que se seguiriam, iriam invejar a minha caixa lilás. Só que ao contrário do ceguinho do filme de Oliveira, o conteúdo é mesmo para partilhar!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-02-15T16:02:15</issued>
    <title>Mais um São Valentim... ou a poesia presente num prosador</title>
    <published>2013-02-15T16:06:40Z</published>
    <updated>2013-02-15T16:46:06Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=B0CioqUEIdzQmOwz54jg"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bcb120c40/14626913_7atyf.jpeg" alt="" width="500" height="333" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Para mim há algo que deveria marcar o Dia de São Valentim. Não quero saber da cor vermelha (ou encarnada), se as setas do cupido me atingem no coração ou mesmo se o homem dos meus sonhos acorda junto a mim e me dá um beijo em vez da tosse cavernosa que insiste em partilhar comigo.  Para mim, o importante é mesmo a &lt;a href="http://veruskaapropria.blogs.sapo.pt/15353.html"&gt;POESIA&lt;/a&gt; que deveria ser transversal a todas as situações quotidianas nesse dia de 14 de Fevereiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Imagino mesmo um mundo repleto de fantasia em que todos seríamos peões de uma realidade sublime, plena de beleza, encantando todos com quem nos cruzássemos e inspirando qualquer ser, independentemente da sua natureza. Concebo que cada um de nós, durante esse dia, fosse capaz de pronunciar palavras com um timbre capaz de inebriar os anjos, uma altura capaz de emocionar os passarinhos e uma intensidade capaz de desencadear uma harmonia impossível de descrever. Durante essas fantásticas 24 horas, o movimento dos planetas deixaria de ser importante, a Lei da Gravitação Universal deixaria de comandar os nossos movimentos e todos flutuariam num éter pleno de maravilha.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Não existiriam preconceitos, comportamentos inadequados e nem sequer nada que não fosse belo. Tudo o que diríamos seria importante para quem ouvisse, e as palavras pronunciadas seriam leis que comandariam de forma nobre todos os nossos sentimentos.  Não interessaria a métrica, nem se existia rima; o importante residiria na componente emotiva do que fosse declarado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Infelizmente o meu dia dos namorados não foi assim. A poesia não chegou até mim de nenhuma lado.  Flutuar foi impossível face ao meu ligeiro excesso de peso e nem sequer o que pronunciei deve ter sido importante para os que me rodeiam.  No entanto, congratulo-me por saber que afinal pelo menos &lt;a href="http://www.publico.pt/politica/noticia/francisco-jose-viegas-avisa-que-vai-mandar-o-fisco-tomar-no-cu-1584450"&gt;Francisco José Viegas &lt;/a&gt;esteve imerso em POESIA (embora de caráter moderno) e tenha elevado as comemorações do Dia dos Namorados a um outro nível.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-02-02T16:46:35</issued>
    <title>Mais uma vez grito a plenos pulmões que consegui acabar o ISEL... ou melhor, tive um percurso exemplar</title>
    <published>2013-02-02T16:49:54Z</published>
    <updated>2013-02-02T16:49:54Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=JZZdaTO1b61Ua5QQuO2c"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B3412312d/14568459_uSZn4.png" alt="" width="500" height="162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;É verdade o que afirmo no título deste tão excruciante post: EU CONSEGUI TERMINAR O ISEL. Fiz o bacharelato no tempo previsto, interrompi os estudos por 1 ano e voltei para licenciatura, estudos que acumulei com o início da minha carreira.  Também este grau foi feito no tempo previsto sem grandes sobressaltos e com uma média simpática que me permitiu, anos mais tarde, ingressar numa carreira um pouco paralela à minha formação inicial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Não precisei de fazer cadeiras ao domingo, nem de enviar trabalhos por fax ou mesmo de realizar grandes manobras ardilosas para ir alcançando o sucesso passo a passo. Gostei de muitas das cadeiras que frequentei. Jamais esquecerei conceitos que para a maior parte das pessoas são enigmas totais. E não tenho forma de agradecer a todos os professores que me ajudaram a construir o perfil científico que atualmente possuo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Durante esses cinco anos, faltei a aulas, joguei às cartas como uma louca, abandonei salas porque não estava para ouvir o professor em tom monocórdico e até ouvi uma ordem de expulsão de um laboratório por estar a causar demasiada confusão. Durante esse riquíssimo período da minha vida houve uma coisa que nunca fiz: descurar o estudo, essencial para assegurar o meu futuro (palavras que na altura não faziam muito sentido para mim, mas que decidi acatar pois a sabedoria parental é sempre de considerar).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Hoje sei que tive um &lt;a href="http://www.publico.pt/portugal/jornal/politecnicos-sobem-media-a-alunos-que-acabem-cursos-no-tempo-previsto-25997455"&gt;percurso académico exemplar&lt;/a&gt; e por isso vou já tentar reclamar mais 1 valor para a minha média final.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-01-30T15:10:36</issued>
    <title>O estilismo de uma perna... ou a vontade que tenho de mandar a Calzedonia à #$#&amp;5&amp;</title>
    <published>2013-01-30T15:12:06Z</published>
    <updated>2013-01-30T17:04:20Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=O1Zr1040CFy2KBZ9cuTM"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0113fe79/14557746_jhdiD.png" alt="" width="500" height="311" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Tenho o armário repleto de vestidos e saias que adoro e que tenho de rentabilizar. Eles são mais de 30, e em conjunto com a minha coleção de sapatos e botas, que também necessitam de ser rentabilizadas neste tempos de crise, podem garantir a minha indumentária durante mais de 1 mês sem repetir a toilete.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;A tudo isto acresce a paixão que tenho por collant’s. Collant’s na verdadeira aceção da palavra; não falo de meias-altas, colãs (…blhec..) ou meias-calças, mas sim de peças de vestuário confortáveis, bonitas, originais e de boa qualidade. Estes collant’s conjugados com as minhas saias e vestidos sempre me tornaram num perfeito exemplo de discrição, de moda e de pequenos laivos de arrojo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Este assunto nem sempre foi tão pacífico. Recordo-me de tempos idos, em que acreditava que os collant’s podiam ser reversíveis e assim demorariam mais tempo até serem lavados, de que indicação do tamanho era uma forma de manipular as clientes pois este tipo de produto era de “tamanho único” ou mesmo de algumas habilidades que me tinham sido passadas pelas gerações mais antigas da minha família para que as meias não descaíssem enquanto as usava.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Hoje já toda esta carga do passado se desvaneceu e até ao início do ano passado consegui sempre conjugar todas as características que me agradam, nos produtos adquiridos na Calzedonia. A partir do ano passado as coisas começaram a mudar, vá lá saber-se porquê.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Na Primavera passada comecei a estranhar que os collant’s da Calzedonia começavam a acusar desgaste ao fim de 2 ou 3 utilizações. Começavam a desfiar-se, por vezes as costuras cediam ou até mesmo qualquer toque mais brusco provocava a aparecimento de irregularidades.  No Outono vi as minhas meias preferidas da estação (as da fotografia) descoserem-se entre pernas, ou melhor, descoserem-se porque havia um defeito nessa zona. Hoje ao vestir um dos artigos comprados no Inverno vi que, apesar de novas, tinham já 4 buracos na perna.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;A ironia reside no facto de que quando adquiri estas últimas, a vendedora estar a explicar à cliente que pagava antes de mim que “A Calzedonia não tinha qualquer semelhança com o Chinês”.  Pois não, digo eu, é muito mais cara!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-01-23T17:35:40</issued>
    <title>Portugal foi aos mercados e eu fui à esteticista... ou como tudo continua normal</title>
    <published>2013-01-23T17:39:47Z</published>
    <updated>2013-01-30T17:04:35Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=AHV8lSGjngUu1FI3s1AU"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B07121935/14278463_Aehe9.jpeg" alt="" width="458" height="305" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;No início do ano fui confrontada com uma situação caricata. Após o pagamento de uma compra num hipermercado aqui de Faro, pediram-me o NIF para emissão da fatura.  Após a minha recusa, fui praticamente ameaçada pelo funcionário da caixa de que lhe deveria fornecer a minha identificação fiscal pois era obrigatório; uma espécie de imposição de Vítor Gaspar como prontamente o Sr. Nelson, o operador, me explicou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Voltei a recusar, dizendo-lhe que estava farta de estar à espera que ele se despachasse pois por cada cliente exigia esses dados e dava ordem de impressão de três talões de caixa (fatura, cópia da fatura e outro qualquer que nem sei o que era). Apesar da revolta momentânea, tinha dentro de mim um sentimento ainda pior – o de ter sido ultrapassada por acontecimentos que desconhecia e cuja justificação só poderia residir na maternidade que me põe a cabeça meia tonta e me esgota de tanto cansaço.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Quase 3 semanas depois destes acontecimentos e quando Portugal volta aos mercados, eu volto ao Jumbo e à esteticista.    O &lt;a href="http://www.publico.pt/economia/noticia/procura-deve-superar-o-dobro-da-oferta-do-leilao-de-divida-portuguesa-1581749"&gt;retorno de Portugal à venda de dívida foi um sucesso&lt;/a&gt; e ao mesmo tempo o operador de caixa do hipermercado já não me ameaça usando o nome de Vítor Gaspar, a caixa já não vomita três papéis e a esteticista já não passa fatura. Parece que afinal tudo está na mesma; 2013 será um ano pautado pela normalidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-01-21T15:33:37</issued>
    <title>Linhas cruzadas... ou um mito de infância</title>
    <published>2013-01-21T15:37:27Z</published>
    <updated>2013-01-21T15:37:27Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=5GC7JB2MgDn699KnMjZo"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/G2a11c788/14266729_RKmiZ.png" alt="" width="241" height="247" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Só em 1982 é que passei a partilhar o meu lar com um aparelho telefónico.  Até lá, poucas vezes tinha usado tão especial artefacto.  Claro que sabia para servia, qual o seu aspeto e até grande parte da sua história. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Nessa malfadada década de 80, eu, uma adolescente ainda no inicio desse período de revolta e teimosia, raramente tinha autorização para o usar. Não podia dar o número a ninguém, nem atender qualquer chamada a não ser quando expressamente instruída para o fazer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Desses tempos recordo as conversas das minhas primas mais velhas que muitas vezes relatavam com emoção situações de linhas cruzadas. Segundo elas, algumas vezes levantavam o auscultador e ouviam vozes do outro lado e em outras situações, ao marcar determinado número acabavam por falar com totais desconhecidos sem que lhes fossem cobradas as chamadas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Conseguir escutar um desconhecido que poderia ter histórias imensas para contar e tudo a custo zero era a ideia perfeita para encher a minha cabeça ávida de estórias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;De certeza que terei feito algumas tentativas lá em casa para apanhar as tais linhas cruzadas mas em virtude de nada me lembrar, estou certa que nunca as apanhei e até ontem, a várias décadas de distância, parecia-me que tudo não teria passado de fantasias muito bem urdidas por adolescentes sedentas de encobrir namoricos e amizades menos permitidas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Hoje acredito que afinal as tais linhas cruzadas existem mesmo e que afinal quem as &lt;a href="http://expresso.sapo.pt/joao-soares-desconhecia-que-marcelo-falara-com-o-pai=f780966"&gt;desconhecia era João Soares&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2013-01-14T18:08:49</issued>
    <title>Eu, o mundo e... eu de novo</title>
    <published>2013-01-14T18:12:49Z</published>
    <updated>2013-01-16T15:44:29Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt;Uma versão deste meu&lt;a href="http://veruskaapropria.blogs.sapo.pt/30232.html"&gt; post&lt;/a&gt;. :)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/cGTJq2VbHJI" width="425" height="344" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <issued>2012-11-29T17:08:51</issued>
    <title>O meu filho não tem tido otites... ou uma cura homeopática para a doença de que padecemos</title>
    <published>2012-11-29T17:13:24Z</published>
    <updated>2012-11-29T17:15:18Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=DTib3DRjd1uNP37ejpnF"&gt;&lt;img style="border: 0px currentColor;" src="http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B9511c74d/14072111_FdLiA.jpeg" alt="" width="500" height="375" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;O Inverno que passou revelou-se soalheiro e pouco chuvoso, mas ao invés de ele me trazer recordações simpáticas, identifico-o em grande medida com as otites do meu filho.  Assim que iniciou a sua vida no infantário, as doenças não pararam de chegar, criando em mim a ansiedade de ver um bebé com poucos meses de vida em sofrimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Nunca me cheguei a culpabilizar por esses factos, mas o que é certo é que sentia sempre um desconforto muito grande por cada embalagem de antibiótico que o miúdo tinha de tomar (cada dente, uma otite…cada otite, um antibiótico…).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Com o Verão tudo isto passou e as bactérias resolveram fixar-se na adulta cá de casa, fazendo com que necessitasse de fazer vários ciclos de antibiótico (mais concretamente, três) numa época em que disfrute do Sol e do mar deveriam ser os únicos objetivos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Com a chegada de mais uma estação fria, húmida e ventosa, a preocupação ressurge. Não queria estar de novo doente, nem que o meu miúdo repetisse o sucedido 6 meses antes e muito menos pôr em causa a frequência das aulas de natação que ele deveria iniciar por volta dos 12 meses. Após manifestação destas preocupações ao pediatra e mediante a sua total ausência de soluções, decidi iniciar-me no mundo da homeopatia.  A esperança de que algo poderia ajudar no problema que temia que viesse a repetir-se, superava em muito a desconfiança nas terapias alternativas e por isso lá comprei as bolinhas doces para dar ao miúdo 3 vezes ao dia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;No mesmo dia em que iniciei a administração das mini-pastilhas, sou informada através de uma reportagem da TVI de que os medicamentos homeopáticos se baseiam em diluições sucessivas até o seu princípio ativo deixar de estar presente. Senti-me desde logo ludibriada, pois afinal tinha pago quase 10€ por sacarose e ainda por cima como o meu filho não tinha consciência da razão pelo qual estava a fazer a terapêutica, o efeito placebo também não existiria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Quase 3 meses depois do início da toma das bolinhas, o meu filho ainda não teve uma única otite. Já choveu, já fez frio, ele já andou ao vento e até já lhe nasceram 5 dentes e nada. Consequência da homeopatia ou não, o que é certo é que o problema não surgiu nestes últimos meses e a natação poder-se-á mesmo iniciar nas próximas semanas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Mas não é só no meu lar que a homeopatia começa a ter um papel de destaque na resolução antecipada de potenciais problemas. A nação apresenta-se doente e por isso é vital que se encontre forma de restabelecer o equilíbrio e por isso nada melhor do utilizar as bolinhas de sacarose.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Foi o que se assistiu ontem na TVI durante a entrevista do Passos Coelho.  As declarações do Primeiro Ministro indiciaram uma diluição da importância hierárquica de alguns elementos do governo (“&lt;a href="http://www.tvi24.iol.pt/503/politica/passos-coelho-primeiro-ministro-paulo-portas-vitor-gaspar-tvi24/1397186-4072.html"&gt;o nº 2 no Governo é o ministro das Finanças e terceiro é o ministro de Estados e dos Negócios Estrangeiros&lt;/a&gt;") mas tal como um placebo, as consequências reais estão aí para durar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;É verdade que a homeopatia pode não ter um funcionamento plausível, mas lá que parece que ela funciona, parece!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-11-21T15:25:38</issued>
    <title>A lição papal... ou como afinal o sexo não tem importância nenhuma</title>
    <published>2012-11-21T15:32:23Z</published>
    <updated>2012-11-21T15:35:17Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=JHkY555W3tlZWjiN1snT"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5811b4e3/14041350_mJp72.jpeg" alt="" width="350" height="233" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;img style="border: 0 none;" src="http://imagens.publico.pt/imagens.aspx/731068?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=350&amp;amp;t=1353511559,31177" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Já não é a primeira vez que o sexo é tema central do que escrevo. Já o fiz por variadas vezes, falando do orgasmo, da pornografia, das práticas sexuais e até da &lt;a href="http://veruskaapropria.blogs.sapo.pt/18615.html"&gt;virgindade&lt;/a&gt;. Hoje volta a ser essa a minha preocupação enquanto escrevo estas parcas palavras que assaltam a minha mente desde que li a notícia que publicita o mais recente livro publicado pelo Papa Bento XVI.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;No último dos seus volumes sobre Jesus – &lt;em&gt;A Infância de Jesus&lt;/em&gt; – Bento XVI afirma que “&lt;a href="http://www.publico.pt/Sociedade/papa-reafirma-virgindade-de-maria-e-diz-que-nao-havia-burro-nem-vaca-no-presepio-1573335"&gt;Maria é um novo início; o seu filho não provém de um homem, mas é uma nova criação: foi concebido por obra do Espírito Santo&lt;/a&gt;” assegurando assim que ela seria virgem e ainda mais grave, que afinal no local de nascimento de Jesus não existiriam animais.  Se esta última afirmação transforma por completo os presépios muito utilizados na época natalícia, a primeira declaração cola-se a outra feita pela autora, também de uma trilogia – &lt;em&gt;As cinquentas Sombras de Grey&lt;/em&gt; – E. L. James.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Na trama literária desta obra, “Christian Grey, belo, rico e dominador, (…)"por amor" (…) a uma rapariga virgem abdica do estilo de vida sadomasoquista que tinha”. Segundo o que tenho ouvido dizer, pois ainda não li tão famosa obra, a escrita está impregnada de cenas de cariz erótico muito intensas, que na opinião de muitos não é nada mais nem menos do que pornografia disfarçada. Também são os muitos que afirmam que &lt;em&gt;As Cinquenta Sombras de Grey&lt;/em&gt; têm desempenhado um papel crucial no desenvolvimento de novas competências sexuais um pouco por todo o mundo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Já todos o leem, principalmente as mulheres, qualquer que seja a sua idade e já nem o escondem quando o folheiam em público. Pelos vistos passou a ser um símbolo de afirmação pessoal e um vetor de desinibimento perante a sociedade em geral. Mas a situação curiosa é que a autora afirma durante a sessão de autógrafos em Portugal, &lt;a href="http://www.publico.pt/Cultura/autora-de-as-cinquenta-sombras-encanta-fas-em-sessao-de-autografos-em-lisboa-1573302"&gt;que na realidade o que as mulheres querem é alguém que as ajude a lavar a louça e que meta a sua roupa para lavar na máquina&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;De certeza que E. L. James é uma enviada do Papa para espalhar a fé e que tudo o que ela fez com o marido no âmbito da pesquisa para este livro não passou de uma grande badalhoquice que lhe valeu penitências de mais de 300 Avé-Marias e 500 Pai Nossos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-11-14T18:28:50</issued>
    <title>A China "vitoriosa"... ou como eu queria um casaco igual ao das meninas hospedeiras</title>
    <published>2012-11-14T18:31:39Z</published>
    <updated>2012-11-14T18:33:50Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=WfgMoUtbbO3pB0svwdLD"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B2d1252a3/14011826_7mUBe.jpeg" alt="" width="350" height="233" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Ontem foi o meu aniversário e assim que saltei da cama o meu pensamento foi decidir o que deveria vestir nesse dia. Teria de ser algo emblemático, algo que de alguma forma me trouxesse recordações sobre o meu passado impregnado de felicidade e perspetivasse o meu futuro, pelo menos o mais próximo, como esperançoso. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Após alguma reflexão optei pela minha “saia da Guatemala”.  Uma saia comprida, toda bordada à mão em vários tons de azul e que desencadeia cá em casa comentários do tipo “hummmmm, vais tão pouco sexy para o trabalho...”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Tenho consciência que a saia não terá o melhor corte, e por ventura também não assentará na perfeição no meu corpo, mas trata-se de uma peça de roupa com História. Foi adquirida por tuta e meia em Panajachel (Guatemala) depois de horas agoniantes de viagem a fintar deslizamentos de terras, enxurradas e conduções perigosas. Mais do que a aventura que me levou a essa pequena localidade, ela simboliza o fim de uma época dourada que me levou a conhecer in loco outros lugares e gentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Mas o que tenho para dizer hoje não termina com a análise daquilo que simboliza a minha “saia da Guatemala”. Como tenho alguma noção de moda, sei desde sempre que com saias compridas o que melhor se coordena é um casaco curto de preferência cintado.  Ora, coisas desses não faltam no meu armário. Existem em todas as cores (e não quero aqui rivalizar com a Merkel) preto, branco, verde, azul, roxo, carmim, cinzento, etc., etc.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Pego no preto e imagino-me já com uma cintura híper-definida e um contraste estonteante com o azul celeste predominante da minha saia.  Sinto-o ligeiramente apertado nos ombros, mas nada que me demova dos meus intentos. Afinal fui mãe há APENAS 1 ANO e nem tudo voltou ainda ao sítio. Mirei-me e remirei-me ao espelho e a toillete estava bonita apesar dos comentários que vinham da sala “A mãe, hoje vai tão pouco sexy…:):)”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Mas o verdadeiro problema surgiu quando tentei apertá-lo de forma a realçar a minha cintura que apesar de não ser de vespa, é ainda o que de mais fino tenho neste meu corpo. Não consegui. Tentei de novo e nada. Encolhi a barriga e nada. Despi-o e experimentei o cinzento, depois outro preto e nada. Enlouqueci e comecei a tentar abotoar os vários blazers que existem no meu armário e nada.  Pelos vistos o meu excesso de peso, o que ainda perdura após SÓ 1 ANO decorridos do nascimento do meu filho está todo concentrado no meu peito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Hoje, um dia depois destes acontecimentos, sinto-me triste. Preciso urgentemente de diminuir o meu busto (sei que isto vai contra os princípios fundamentais de muita gente, mas é o que eu preciso). Quero ficar como as &lt;a href="http://www.publico.pt/Mundo/congresso-do-pc-chines-terminou-vitoriosamente-1572403"&gt;hospedeiras chinesas&lt;/a&gt; lindas vestidas com longos casacos vermelhos e sentir-me também eu, vitoriosa por ter ganho mais esta batalha.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-10-24T18:01:26</issued>
    <title>Tudo se conjuga para mais uma chacina... ou como toda a gente sabe que eu gosto de jogos violentos</title>
    <published>2012-10-24T17:04:38Z</published>
    <updated>2012-10-24T17:04:38Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=MKqHffPeVEqZD7Vloovk"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd712e4cf/13915108_yhqp8.jpeg" alt="" width="171" height="253" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Não gosto particularmente de séries ou filmes violentos, mas nutro uma especial afeição por jogos de consola que incluam muita matança e de preferência indiscriminada.  Não é segredo para ninguém, que declarei como a melhor série de jogos alguma vez jogada por mim (do meu universo de 4 ou 5 que realmente joguei) os vários episódios do Call of Duty.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Recordo com alguma saudade o meu período de licença de maternidade em que me sentava no sofá (ainda muito dorida da cesariana) de pistola em punho disparando contra os maus com o volume da televisão muito baixo para não acordar o bebé que dormia na espreguiçadeira a meu lado. Volta e meia lá tinha de lhe dar um abanão – na espreguiçadeira, claro – ou colocar o cd da Jane Monheit para ver se ele voltava a dormir enquanto tentava passar mais um nível, já de olhos esbugalhados e de músculos presos de tanta inércia corporal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Também durante esse período, consegui ver algumas séries de televisão, também muitas delas ao som da Jane Monheit  De entre as que vi encontrava-se o Ossos. A conjugação do “gajo jeitoso” com a “boazona” linda de morrer, fria e durona a desvendarem crimes praticando ciência encaixa na perfeição naquilo que me seduz (televisivamente falando, claro).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Agora que já tenho em casa um rapazinho de quase 1 ano, decidi que devia começar a introduzir outros hábitos, quiçá mais trendy do que o Ossos ou do que o Call of Duty.  Falaram-me no Walkind Dead. Disseram-me que entravam zombies. Garantiram-me que se tratava de um grande sucesso. Insinuaram-me que talvez eu devesse pertencer a uma elite que gosta das séries do momento. Afiançaram-me de que se a visse teria uma atitude mais cool. Etc, etc, etc.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Depois de visto o primeiro episódio da terceira série, só me ocorre dizer “série desprovida de qualquer estória”. Não me parece que exista grande argumento nem acho que os atores desempenhem grandes papéis ou que sejam exímios na sua arte. Mas uma coisa é certa, vou voltar a vê-la porque uma coisa foi fantástica – a matança.  Foi espetacular perceber que os zombies têm um crânio mole e a forma mais fácil de acabar com eles é espetando-lhes qualquer coisa na cabeça. E fantástico, fantástico, foi ver que qualquer um, desde os 8 aos 80 anos, homem ou mulher o consegue fazer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Tenho consciência de que a ficção nada tem a ver com a realidade e não quero mesmo misturá-las.  O que é do campo da imaginação está muito bem arrumadinho num canto da minha mente e o que é do campo da minha realidade desenrola-se ao ritmo de uma vida cheia de experiências e emoções enriquecedoras. No entanto, sei que nem todos são assim e há mesmo quem misture a realidade com a ficção e julgue que afinal não é um &lt;a href="http://www.publico.pt/Local/coveiros-de-belas-em-sintra-suspeitos-de-fazerem-tiro-ao-alvo-com-caveiras-1568620"&gt;simples coveiro em Belas&lt;/a&gt; mas sim um herói de uma qualquer série de televisão de um canal de cabo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-10-16T14:46:29</issued>
    <title>O desafio de Vítor Gaspar... ou uma singela lista de sugestões</title>
    <published>2012-10-16T13:51:06Z</published>
    <updated>2012-10-16T13:52:09Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/veruskapropria/fotos/?uid=pQVVRdNCMNBm4Vo60nfN"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc1121eb9/13877504_JHoI0.jpeg" alt="" width="400" height="225" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; Fonte: ionline&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Vítor Gaspar &lt;a href="http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/ministro-desafia-deputados-a-proporem-cortes-na-despesa-do-estado-1567596"&gt;desafia os deputados a apresentarem propostas de cortes nas despesas&lt;/a&gt;.  Afinal vivem-se momentos de intensa austeridade e o parlamento deverá também ele tentar reduzir a sua fatia de gastos, tal como os restantes portugueses têm feito ao longo destes últimos tempos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Não tento fazer aqui um exercício de demagogia, mas sim contribuir com sugestões plausíveis, de aplicação muito prática e que estou certa, granjeariam por parte dos deputados e outros trabalhadores da nossa democracia um afeição desmesurada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;1º) Existência de apenas comida vegetariana nas cantinas/bares das instituições públicas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Hoje celebra-se o Dia Mundial da Alimentação e de acordo com os especialistas,  “&lt;a href="http://www.ionline.pt/mundo/planeta-tera-ser-vegetariano-se-quiser-evitar-carencia-alimentar"&gt;a população mundial terá de mudar totalmente para uma alimentação vegetariana nos próximos 40 anos se quiser evitar uma catástrofe alimentar planetária&lt;/a&gt;”. Como o exemplo vem de cima, devem ser os nossos políticos a iniciar esta tão grande mudança.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Ah, claro que quando sugiro a comida vegetariana, não estou a falar de tofu, soja e todas aquelas outras “mariquices” importadas e caríssimas.  Refiro-me a uma singela salada de alface, com uma rodela de tomate daqueles meio esponjosos e sem sabor.  Poderá acrescentar-se um pouco de curgete de vez em quando, de preferência comprada quando não está em promoção no Continente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Vamos evitar também o feijão verde que esse também está pela hora da morte. E a rúcula também seria de banir porque é um legume muito chique e conotada com uma certa classe social.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Na área das frutas aconselharia apenas o abacaxi importado da Costa Rica.  É das frutas mais baratas por aqui(no Allgarve, leia-se); em dia de promoção consegue ser 1€ mais barato do que as maçãs e as peras.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;2º) Incentivar o consumo de peixe-espada preto para os que não conseguem mesmo ser vegetarianos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Isso das cavalas e sardinhas só beneficiam mesmo a saúde de cada um. Quando se pensa em redução de custos o melhor é mesmo promover &lt;a href="http://www.publico.pt/Sociedade/porque-e-que-e-melhor-comer-sardinha-do-que-salmao-1567566?p=1"&gt;o consumo de peixes altamente contaminados com metais pesados, como é o caso do peixe-espada&lt;/a&gt;, e esperar que os que o consomem desenvolvam doenças mortais e morram enquanto esperam por vagas nos hospitais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Esta medida além de poupar dinheiro, vai também de encontro ao pretendido pelo ministro Miguel Macedo, visto que em última análise os médicos poderão vir a ter mais disponibilidade para consultar novos pacientes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;3º) Taxar todos os jogos de sorte/azar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;À semelhança do que se &lt;a href="http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1246788&amp;amp;utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=feed&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+JN-ULTIMAS+(JN+-+Ultimas)"&gt;vai fazer com o&lt;/a&gt; Euromilhões, a Lotaria Nacional, a Lotaria Instantânea, o Totobola, o Totogolo e o Totoloto julgo que se deveriam taxar todos os jogos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Penso que seria importante começar pelos jogos “da batota” dos reformados. Porque não cobrar também a taxa de 4,5% nas apostas de uma “suecada” ou de uma “busca”. E, claro, que aqueles que jogam a feijões também não estariam isentos. Uma percentagem devia ser cobrada e aplicada na sopa diária vendida nas cantinas e bares da Assembleia da República.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;E quando tudo falha, porque não rebentar com umas caixas multibanco para arranjar umas notas???!!!!! Mesmo que sejam só de 20 euros, já dão para pagar uns jantares…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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