Perfil de Interseção

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    Em 1999, nos estertores do século XX, ouviu-se um grito no Espaço Cultural João Goulart (Niterói). Foi um grito breve, mas potente e de natureza plural, pois a diversidade encontrava-se num mesmo ponto: o de interseção. Surgia então o grupo que leva este nome. Nascido da urgência de se produzir arte, apesar de se viver (e sobreviver) no absurdo cotidiano. Depois do grito inicial, o silêncio para se perscrutar o existir das coisas. E, para não forçar muito a voz, alguns sussurros nas contendas diárias de cada integrante do grupo: o blog “Idéias à Deriva”, a revista eletrônica “O Cupim de Ferro” e os debates acadêmicos “Conversando Literaturas”. Agora um grito novo se anuncia, ainda mais alto e claro. Que se fará ouvir na cáustica realidade das palavras de Máximo Heleno, na temperada sutileza da poesia de Luiz Antonio França e na neurótica produção plástico-verbal de Marcelo Souza. Além da expressão latente de outras vozes que naturalmente surgirão para aumentar ainda mais o coro. Pois quem vive neste mundo sabe: ainda há muito para se gritar. Muito prazer. Interseção.

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