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Sabonete, em diariodumsabonete18/12/2025 às 14:00GUARDADOR DE MEMÓRIAS...
GUARDADOR DE MEMÓRIAS...
Se lhe aconselhasse a aumentar o volume para ouvir música clássica, provavelmente pensaria que estaria a pô-la/lo a ouvir a 5ª Sinfonia de Beethoven ou a Cavalgada das Valquírias de Wagner, certo? Pois, não. A obra que lhe trago tem menos de três minutos e é tocada só com um (...)
Ecoa surdamente em mim A voz ...dos biliões de seres pardos que existiram E que uivando partiram fortes e enormes Com os seus olhos azuis enlaçados em cabelos negros Gentis visitantes de outros mundos Guerreiros atravessados por oceanos Suportando nas costas curvas o céu escarlate (...)
“O que eu acho que os queixosos pretendem dos tribunais é uma impossibilidade, eles querem que o tribunal diga o seguinte: nós não somos ridículos. E não é possível porque somos todos” Ricardo Araújo Pereira, citado pelo 24 Notícias .
A solidão é a doce ausência de olhares, porque por vezes os olhares são fardos esmagadores, beijos vampíricos, que nos gravam rugas no rosto.
Se só comprarem um jornal hoje, tentem com que seja o Público de ontem (se não conseguirem, enviem-me um e-mail..), onde vem uma entrevista deliciosa de Bárbara Reis a Miguel Esteves Cardoso sobre o seu novo livro, intitulado "Como escrever" (já na minha lista de leituras a (...)
"Desde o início dos tempos, em sopros guardados, existem sonhos por tantos sonhados. Qual ressoar, em fina pele do tambor, percorrem o espaço e tudo em redor. "Nada se perde, tudo se transforma". Hoje o deleite do sonho de outrora. Desejos peregrinos percorrem o céu. Resgatados (...)
324 023/10/16 Sobre Passos no caminho , Isabel Silva em https://imsilva.blogs.sapo.pt/ , 023/10/14 Sons de passos no caminho. Ecos do passado? Ruídos de quem passa? Sons vindos do futuro? Este caminho obscuro Que hoje percorremos, Está pleno (...)
Fim de dia. As mesas do café estão todas ocupadas. A soma de todas as vozes descontraídas que nos rodeiam saturam o ar numa confusão alegre. O inesperado movimento teu que mantém as nossas mãos abraçadas uma à outra, por um momento e outro mais, surpreende-me positivamente. (...)
Desde que o homem deixou de combater pela apropriação de bens imediatos, como a caça que outro tinha obtido, ou a mulher, quando rareava na própria tribo, passou a guerrear pelo símbolo desses mesmos objectos. O instinto básico de satisfazer necessidades foi substituído por um (...)