Posts com a tag jorge de sena

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    Eu escuto que não escuto

    Miss X, em livrologiahá 1 hora

    Às vezes quando a noite avança e drapejantes param luminosas trevas, eu escuto que não escuto sequer teus lábios horizontes de asas.   Excerto do poema  O Rei de Tule Fidelidade (1958) in  Poesia II  de Jorge de Sena

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    Hino ao 1º. de Abril - Jorge de Sena

    Augusta Clara, em jardimdasdelicias01/04/2021 às 13:00

      Jorge de Sena  Hino ao 1º. de Abril   (Adão Cruz)       O s milicos milicazes nunca foram maus rapazes. Quando matam, quando esfolam, quando capam, quando amolam, quando todos se rebolam prós ianques que os engrolam, ou quando cantam de galo, ou relincham de (...)

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    A VIDA DOS LIVROS

    cnc_admin, em e-cultura29/03/2021 às 10:06

       De 29 de março a 4 de abril de 2021   «Sinais de Fogo» de Jorge de Sena (Livros do Brasil, 2017) é na obra do autor uma referência fundamental.     A MEMÓRIA DOS ANOS TRINTA Os anos de 1930 em Portugal foram literariamente marcados pela confluência entre o (...)

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    livros e memória

    concha🏳️‍🌈, em aconcha13/03/2021 às 19:15

    [slideshow]https://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Baf188046/22040604_6fz7k.jpeg,https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bfc1797ae/22040606_c0wNN.jpeg,https://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bea1813f8/22040605_bYjI2.jpeg[/slideshow] Os livros que estão há muito connosco, têm o dobro das (...)

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    Recodando... Jorge de Sena

    cateespero, em cateespero13/09/2020 às 00:00

    COMO QUEIRAS, AMOR...   Como queiras, Amor, como tu queiras. Entregue a ti, a tudo me abandono, seguro e certo, num terror tranquilo. A tudo quanto espero e quanto temo, entregue a ti, Amor, eu me dedico.   Nada há que eu não conheça, que eu não saiba, e nada, não, ainda há (...)

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    Rui Knopfli - Reino Submarino

    blogdaruanove, em literaturacolonialportuguesa20/07/2020 às 21:24

        Rui Knopfli (1932-1997), Reino Submarino (1962). Capa e ilustrações de Jorge Garizo do Carmo (1927-1997).   Segundo livro de poesia do autor, o primeiro havia sido O País dos Outros (1959), este volume, que iniciava a colecção Cancioneiro de Moçambique e será talvez um (...)

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    "ode para o futuro"

    Humberto Neves, em subjectividades02/06/2020 às 14:45

    “Falareis de nós como de um sonho. Crepúsculo dourado. Frases calmas. Gestos vagarosos. Música suave. Pensamento arguto. Subtis sorrisos. Paisagens deslizando na distância. Éramos livres. Falávamos, sabíamos, e amávamos serena e docemente. Uma angústia delida, (...)

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