ALQUIMIA
Sabonete, em diariodumsabonete20/01/2026 às 14:00POEMA EMBRULHADO...
POEMA EMBRULHADO...
Recebi um e-mail sobre a "descontinuação" do SAPO.BLOGS, então esse blog logo será apagado. Mas ainda publico minhas poesias: Instagram: @ABPoeta Facebook: https://pt-br.facebook.com/abpoeta/ E ainda tem os blogs: https://abpoeta.blogspot.com/ (...)
Corro as longas cortinas Sobre este belo destino. Cerro as janelas finas Vivo longo desatino. Mais de cinco centenas De textos publicados. Alguns ingénuos apenas Mas sempre acarinhados. Para outros trilhos parto Não em busca da luz do Sol. Aqui e agora reparto Um gesto, um (...)
SEIOS Sei os teus seios. Sei-os de cor. Para a frente, para cima, Despontam, alegres, os teus seios. Vitoriosos já, Mas não ainda triunfais. Quem comparou os seios que são teus (Banal imagem) a colinas! Com donaire avançam os teus seios, Ó minha embarcação! (...)
Os blogs do sapo vão acabar a partir de 30 de junho de 2026 . Todos que lemos e escrevemos nesta plataforma, vamos sentir desde logo a falta. Para aqueles que me lem ou os que me ouvem podem continuar a seguir os meus conteúdos em http://blogalizeme.blogspot.com Um bem ajas à (...)
Deixei a beleza na estrada. Corri desalmado pela mata Longe da voz da minha mãe. Simplesmente corri Sem objetivo aparente P'ralém de sentir o sol pousar Por detrás das minhas costas Vindo breve o sono cumprimentar-me. Quando mais novo, era companhia A solidão. A estrada não (...)
O primeiro. O que abre as portas, o que abre caminho, o que, no fim, vai ficar lá bem para trás, quem sabe até esquecido, mas sempre rotulado como o que deu início a um novo ciclo, a uma nova parcela de tempo restrito a 365 dias, todos novos, pelo menos nunca antes (...)
Sei que te vi num fragmento de luz. Estava a chover e eu, de cabeça baixa, seguia o meu caminho por entre poças. Aquele ponto de luz reluziu na água e o meu olhar levantou-se para o céu. Não estava só, não estavas só, e teimo, como sempre teimei, em comparar-me aos astros. (...)
Remete-te ao silêncio, se não são de paz, as palavras. Subjuga-te, entrega-te, aquieta-te se alumiar não consegues e prossegues ultrajando razões de assim não ser. Remete-te ao silêncio do pensamento, sem insultos, sem julgar ou apontar, das mãos, os dedos infusos sem noção (...)
Num esforço semântico quis escrever um poema de amor. Completo. Velas. Flores. Corações. O fogo que arde sem se ver. O contentamento descontente. Mas, num impulso, o amor rasga o papel. Sai do poema. Não por erro ortográfico, nem por cansaço. Foge do poema para fugir de (...)