Tags : poema

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    Perdoa

    Rita PN, em contame-historiashá 1 hora

    É tão suave ao coração a minha mão, que em gesto nobre se abre para ti. Flor – perdão -- por afeição, se algum excesso cometi. É tão simples o que me basta desta estrada onde colapsa a minha razão indigente. Descrente, quem sente, por leveza e docemente em caminhos (...)

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    Recordando... Judith Teixeira

    cateespero, em cateesperohá 10 horas

    ROSAS VERMELHAS   Que estranha fantasia! Comprei rosas encarnadas às molhadas dum vermelho estridente, tão rubras como a febre que eu trazia... - E vim deitá-las contente na minha cama vazia!   Toda a noite me piquei nos seus agudos espinhos! E toda a noite as beijei em (...)

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    Língua Portuguesa

    Rita PN, em atequeossentidostransbordem17/08/2018 às 08:30

    Última flor do Lácio, inculta e bela,  És, a um tempo, esplendor e sepultura:  Ouro nativo, que na ganga impura  A bruta mina entre os cascalhos vela  Amo-se assim, desconhecida e obscura  Tuba de algo clangor, lira singela,  Que tens o trom e o silvo da procela,  E o (...)

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    Um dia grande

    vítor, em quintacativa16/08/2018 às 16:54

      Hoje, o dia será tão grande que ainda não nasci. Foi hoje mesmo que Timoteo introduziu a 12.ª corda da lira E o menino Mozart, depois de ter tocado cravo de olhos vendados para a corte aparvalhada, pediu Maria Antonieta, futura rainha de França, em casamento (quando voltou a (...)

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    Como lidar com os sentimentos?

    Francisco, em fuisouserei15/08/2018 às 22:16

    Não sei se vieram aqui à procura de resposta, ou se já com a intenção de me massacrar pelo título aludir que eu a tenha. De qualquer forma, nunca realmente escrevi a saber seja o que fosse. Se, em algum texto meu em que requeria conhecimento acerca do assunto, esteja lá (...)

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    Ausências

    francisco luís fontinha, em franciscoluisfontinha12/08/2018 às 19:45

    O tempo não passa. O tempo é uma ameaça, um rio sem nome, Escondido na minha infância.   Mãe, tenho fome, Sinto o vento na tua lápide imaginária… No fundeado Oceano, De pano…   Mãe, me aquece antes que adormeça, E esqueça, O telefone, Que não me larga, Durante a (...)

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    Poema de estalo

    Foureaux, em foureaux07/08/2018 às 22:18

    Sou poeta de ocasião, como denegava Drummond em sua procura. Sou poema do senso, da visão e do tato, do sentir o que não se diz. Um poeta que não emerge da imersão das palavras que caem, uma a uma, de um penhasco imaginário, de onde verte o desejo de qualquer coisa que faz a (...)

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    MORRER AINDA MAIS

    cnc_admin, em e-cultura26/07/2018 às 09:00

      Quem dois dias no mar a boiar junto aos mortos Já não quer viver Mas morrer ainda mais   Quem esqueceu o invisível muro da vida Entre os corpos sem pulso   E o mundo da maldade obscena   Quem como também ela Numa tristeza sem onde Num olhar que não vive   É mais que (...)

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    No meu coração cabe o mar

    C.S., em hamaremmim25/07/2018 às 09:00

    No meu coração cabe o mar. E no mar cabem as dúvidas e as certezas. Os dias cinzentos e os dias coloridos. Os dias planeados e os espontâneos.  No meu coração cabe o mar. E também a sua força. E jovialidade. E imprevisibilidade. No meu coração cabe o mar. E também a sua (...)

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    O menino de brilho nos olhos - Adão Cruz

    Augusta Clara, em jardimdasdelicias24/07/2018 às 17:24

      Adão Cruz  O menino de brilho nos olhos   (Adão Cruz)   O menino corria corria atrás do sol no correr de cada dia e no doce brilho dos olhos toda a alma se lhe via. O menino corria corria atrás da lua que se erguia entre estrelas e magia e no brilho dos olhos toda a (...)

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