Tags : poema

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    Recordando... Almeida Garrett

    cateespero, em cateespero19/02/2019 às 00:00

    GOZO E DOR   Se estou contente, querida, Com esta imensa ternura De que me enche o teu amor? Não. Ai não; falta-me a vida; Sucumbe-me a alma à ventura: O excesso de gozo é dor. Dói-me alma, sim; e a tristeza Vaga, inerte e sem motivo, No coração me poisou. Absorto em tua (...)

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    na distância

    Cecília, em narizdecera18/02/2019 às 11:41

    Todos te viram ninguém te viu e foi então que vi eras tu não eras tu jamais e eras tu e sem nome na tua boca sem tua boca eu vivi na distância inerte e nu    António Ramos Rosa -  Obra Poética I  Assírio & Alvim (2018)      

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    Infância

    francisco luís fontinha, em franciscoluisfontinha17/02/2019 às 19:14

    Se eu soubesse que os teus olhos eram de chocolate, comia-os, como comia as mangas na minha infância, Se eu soubesse que o teu cabelo era o mar da minha infância, acariciava-o, como acariciava as estrelas na madrugada, Se eu soubesse, meu amor, que os teus lábios fossem de (...)

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    Sinto-me caminhar ao lado do mundo, e não nele

    Francisco, em fuisouserei17/02/2019 às 15:33

    Sinto-me caminhar ao lado do mundo, e não nele. Os rios que correm, vejo-lhes eu o fundo, a sua eterna queda num abismo de nada: Cascatas infindas de desgostos e vidas. Ah, fosse eu sentir as águas!   Os ventos e as árvores desprezam-me Nas suas danças celestes. Toda a vida (...)

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    Os vampiros - Adão Cruz

    Augusta Clara, em jardimdasdelicias17/02/2019 às 14:55

      Adão Cruz  Os vampiros   (Adão Cruz)   A cidade está comida por enormes vampiros varrida de poesia flores e frutos e canções quentes dos filhos da cidade. Ainda que os dentes sejam de cifrões os vampiros matam com bombas tiros e orações. Já não regressam as manhãs (...)

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    POEMA

    cnc_admin, em e-cultura14/02/2019 às 09:00

      E foi quando tomei os elementos por garante que logo arrefeceu súbito o ar nas minhas mãos. O frio das primeiras neves-alaúdes do saber provocaram um aperto absoluto, como sempre que os sonhos se repetem, e nos abandonam lisos, ensaiando à frente dos nossos olhos o ritual da (...)

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    Um poema de S. Valentim

    Pedro Pinto, em burronamesa13/02/2019 às 20:39

    O S. Valentim inspira-me. Como tal, não podia deixar de celebrar a efeméride de 14 de fevereiro e proponho-vos um belíssimo poema da minha autoria, que podem usar com os vossos amados.   Dessa boca carnuda sou o rato Que caçaste, sois ave de rapina. Fazeis-me mais falta a mim Do (...)

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    A fuga do tempo

    Folhasdeluar, em folhasdeluar05/02/2019 às 16:47

    Quando cheiro uma flor... sei que dentro de mim renasce a vida Dentro dela está o tempo e a fuga Dentro dela estão os inconfessáveis olhos do adeus Dentro dela está o apelo...de um tempo que não me pertence...   Quem esperará por nós quando os solitários choupos adormecerem (...)

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