Tags : poesia

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    A Centelha...

    Filipe Vaz Correia, em canecadeletrashá 5 horas

      Poderia escrever sobre este amor; Mas não existiriam palavras para o descrever, Tamanha a imensitude, Deste imenso bater...   Que bate descompassadamente; A cada pedaço de ti, Cada parte de nós, Pincelado, por entre, uma vida...   És a parte de mim que mais amo; Essa parte (...)

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    Two Desert Poems by Stephen Crane

    Luis Soares, em lsoareshá 16 horas

    I walked in a desert   I walked in a desert.  And I cried,  "Ah, God, take me from this place!"  A voice said, "It is no desert."  I cried, "Well, But --  The sand, the heat, the vacant horizon."  A voice said, "It is no desert."    In the desert   In the desert  I saw a (...)

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    Ali caem as lágrimas

    Folhasdeluar, em folhasdeluarhá 22 horas

      Ali caem as lágrimas sobre o granito... solenes como sombras de menires Caem sobre o esplêndido desequilíbrio do mar Tocando...cegas....a transparência suave das luzes Porém...o mundo nasce num silêncio azul... limpo e lúcido Como um rochedo...um sonho...um promontório (...)

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    Fatalidade ancorada

    Ventania, em ventania16/07/2018 às 08:00

      Nasceu-me a liberdade Onde tinha encerrado a dor Um rio atravessou-me a meio Comportas abertas de espanto, talvez amor Teus olhos naufragados Tomaram conta de mim Fui teu farol, bússola e mar Foste-me cravos, poesia, motim Num terminal de chegadas Na tarde baça em que pari (...)

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    CARTAS DE CAMILO MARIA DE SAROLEA

    cnc_admin, em e-cultura15/07/2018 às 09:00

      Minha Princesa de mim:      Começo esta, reproduzindo dois versos de Angelus Silesius, citados e traduzidos noutra carta:                  Sem querer saber de si               nem vontade de ser vista       O que, afinal, aí fica dito é, (...)

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    Ecos

    Sofia Loureiro dos Santos, em defenderoquadrado14/07/2018 às 23:18

    Crescent Thomas Joynes     Os teus olhos as tuas mãos as vozes no rumor do começo. Onde estou agora? Por onde passaram os dias que me espreitam de longe? Ecos de uma vida que já não reconheço.

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    Do outro lado da linha

    Inês Aroso, em contoseditosdainesaroso14/07/2018 às 13:26

      Não acaba quando queremos. Não acaba quando nos dizem. Não acaba quando esperamos. Não acaba quando devia acabar.   Demora uma e outra desilusão. Demora uma e outra ofensa. Demora um e outro humilhação. Demora um outro gesto ingrato.   Um dia acontece, por fim! Um dia (...)

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