Cocido madrileno
aespumadosdias, em aespumadosdiashá 22 minutosDesta vez consegui comer o famoso cocido madrileno, no passado domingo.
Desta vez consegui comer o famoso cocido madrileno, no passado domingo.
Hey, hey, Então, fizemos uma tour de 3 dias pelo Uyuni. Muito mais tranquilo do que o Salkantay trek, mas horas de acordar na mesma exigentes. Para lá chegarmos fizemos mais uma viagem noturna de autocarro, desta vez um autocarro um pouco mais luxuoso. Continuámos sem ter (...)
As folhas no chão são as únicas fiéis no adro da igreja, protegidas debaixo do véu que cobre a manhã. O horizonte está um pouco denso, na estrada, ao longe, os pequenos círculos amarelos aproximam-se rapidamente da biblioteca ambulante, deixando atrás de si um rasto de (...)
Não acredito muito em passado e futuro. A única coisa que existe é o agora, o presente, e às vezes penso que o presente só existe se eu existir também. No momento em que eu morrer, a vida deixa de existir não só para mim, mas para o mundo que conheço, porque o mundo que (...)
Frango ao Chilindrón é um dos pratos mais emblemáticos da cozinha aragonesa. R ico em sabor, é preparado com frango, pimentos e tomate, o que resulta num guisado suculento e aromático. T radicionalmente é servido acompanhado (...)
O dia da viagem começou às 3 da manhã, porque uma hora de viagem até ao aeroporto e depois as duas horas que temos de estar para apanhar o avião, que serviram para fazermos o check up e procurar a abençoada porta 10, que nunca mais aparecia, fomos os segundos a chegar , a (...)
Em Setembro viajei pela primeira vez para a Islândia e percorri-a durante 12 dias numa caravana. O meu bloco de notas acompanhou-me de norte a sul e estes são alguns dos apontamentos que posso partilhar. " 13/09/2025 10:30h (hora islandesa) Faz frio na terra do gelo. Quem (...)
Imagem: National Geographic Podia, claro que podia. Pegar na mala e "zarpar" rumo a cinco dias numa experiência mágica pelos Mercados de Natal europeus quando recebo uma revista mensal via correio. Podia! Claro que podia ir agora pagar depois, tanto férias estivais como (...)
“Safári humano.” Duas palavras que não deviam existir lado a lado, e no entanto, existiram. Que espécie de abismo moral é esse onde o sofrimento foi espetáculo, onde a morte de inocentes se tornou passatempo de fim de semana? Que prazer doentio é esse que leva alguém a (...)
Há sempre um homem das castanhas . O que importa a cidade, o ano, a crise económica, a mudança das estações ou a velocidade com que as pessoas atravessam a rua sem levantar os olhos. Ele está lá. A uma qualquer porta. Encostado a um muro antigo, no canto onde o vento (...)